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Cisvale

Cidades

Cisvale mobiliza municípios do Vale do Rio Pardo para diagnóstico climático

Por Jonathan da Silva 18/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) iniciou a mobilização dos municípios da região contemplados pelo programa federal AdaptaCidades para a aplicação da metodologia Lente Climática. A iniciativa busca reunir e organizar informações sobre ameaças climáticas, áreas e populações expostas, vulnerabilidades e capacidade de prevenção, resposta e recuperação em cada território. O trabalho será realizado de forma conjunta entre diferentes setores das administrações municipais e deverá produzir dados, mapas e indicadores para subsidiar os Planos Municipais de Adaptação à Mudança do Clima e orientar medidas diante de eventos como inundações, enxurradas, estiagens, deslizamentos, calor extremo e incêndios.

Responsável pela apresentação da metodologia, o engenheiro ambiental e membro da Câmara Setorial do Meio Ambiente do Cisvale, Roberto de Monte Baccar Pilz, explica que a Lente Climática cruza diferentes informações para identificar o risco efetivo de cada município. O processo prevê o levantamento e a triagem das fontes disponíveis, além da integração de dados históricos, territoriais, populacionais e climáticos.

A partir desse trabalho, deverão ser elaborados mapas e indicadores, identificadas áreas prioritárias e setores críticos e apontados cenários e lacunas de informação. “A Lente Climática nos ajuda a olhar o município com os ‘óculos do clima’. Não basta saber que determinado evento ocorreu; precisamos entender onde aconteceu, quem foi atingido, com que recorrência, quais estruturas estão expostas e qual é a capacidade existente para prevenir e responder. Quando organizamos essas informações, conseguimos transformar dado em diagnóstico, diagnóstico em prioridade e prioridade em medida de adaptação”, destaca Pilz.

Integração de dados

A construção dos diagnósticos dependerá da participação de diferentes áreas das administrações municipais, já que as informações necessárias estão distribuídas entre secretarias, sistemas e bases de dados. Entre as fontes previstas estão registros da Defesa Civil e do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), dados ambientais e de saneamento e informações da Assistência Social sobre populações expostas e vulneráveis.

Também serão considerados registros da Saúde relacionados aos efeitos de eventos climáticos, planos diretores, dados de mobilidade e zoneamento, informações do meio rural, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informações de instituições de ensino e pesquisa e plataformas de risco e projeções climáticas. Entre elas estão Prepara RS, GeoRisk/Cemaden, Serviço Geológico do Brasil, AdaptaBrasil e PClima/Inpe.

Para a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, a integração das informações é uma das etapas do trabalho. “Os municípios possuem muito conhecimento sobre seus territórios, mas essas informações muitas vezes estão em secretarias, sistemas e bases diferentes. Nosso papel é contribuir para que esse conteúdo seja organizado, compartilhado e transformado em uma leitura técnica comum. A resiliência começa pelo conhecimento do risco, e essa construção precisa envolver toda a estrutura municipal”, ressalta Léa.

AdaptaCidades

O Vale do Rio Pardo está entre as regiões contempladas pelo AdaptaCidades, iniciativa do governo federal voltada ao apoio à elaboração de estratégias e planos locais de adaptação. A inserção regional ocorreu após articulação do Cisvale e do Comitê Pró-Clima do Vale do Rio Pardo, que vêm tratando da resiliência climática de forma integrada entre os municípios.

O presidente do Cisvale e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSD), afirma que o programa deve ser acompanhado pelos municípios durante a construção dos diagnósticos. “O Vale do Rio Pardo fez um movimento importante para mostrar que precisava estar inserido nessa discussão e ser contemplado pelo AdaptaCidades. Isso também é resultado do trabalho que construímos por meio do Pró-Clima e do Cisvale. Agora temos que dar toda a atenção a esse processo, mobilizar nossos municípios e aproveitar o suporte técnico disponível para conhecer melhor nossas vulnerabilidades e preparar a região. Não podemos esperar o próximo evento para começar a pensar em adaptação”, afirma Becker.

A Lente Climática passa a integrar as ações do Cisvale voltadas à adaptação climática, junto ao Comitê Pró-Clima e à Agenda Ambiental 2030. A proposta é utilizar os diagnósticos para identificar vulnerabilidades e estabelecer prioridades de planejamento antes da ocorrência de novos eventos extremos.

Precisamos conhecer cada vez melhor os riscos dos nossos territórios para agir antes, e não apenas reagir depois. O que estamos construindo é uma base para decisões mais seguras, investimentos mais eficientes e municípios mais preparados para uma realidade climática que já está presente”, complementa o presidente do Cisvale e prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker.

Programa federal

O AdaptaCidades integra o Programa Cidades Verdes Resilientes, política federal voltada ao aumento da qualidade ambiental e da resiliência das cidades brasileiras diante dos impactos da mudança do clima. A iniciativa reúne o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério das Cidades e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O programa prevê ações para fortalecer a capacidade institucional dos entes federativos e qualificar diagnósticos, planejamento, governança e projetos de adaptação climática. A iniciativa foi estruturada para apoiar 581 municípios brasileiros, abrangendo cerca de 52 milhões de pessoas, na construção de planos e estratégias de adaptação às mudanças do clima.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Business

Santa Cruz do Sul recebe encontro estadual de consórcios públicos

Por Ester Ellwanger 12/08/2026
Por Ester Ellwanger

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) será anfitrião, nesta quinta-feira, 13 de agosto, da Reunião de Trabalho da Associação Gaúcha de Consórcios Públicos (AGCONP). O encontro ocorrerá a partir das 9h, na sede do consórcio, reunindo presidentes, diretores executivos e equipes técnicas de consórcios públicos de diversas regiões do Rio Grande do Sul para debater pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento da gestão consorciada e ao desenvolvimento regional.

Projeto do Comitê Pró-Clima Vale do Rio Pardo

Na condição de consórcio anfitrião, o Cisvale apresentará aos participantes o Projeto do Comitê Pró-Clima Vale do Rio Pardo, iniciativa voltada à construção de uma governança climática regional baseada na cooperação entre os municípios. A programação também prevê discussões sobre captação de recursos, sustentabilidade, proteção dos recursos hídricos, saneamento, resíduos sólidos, energia limpa, créditos de carbono, boas práticas administrativas e fortalecimento institucional dos consórcios públicos.

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, destaca que sediar a reunião representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo consórcio e reforça o protagonismo regional na construção de soluções coletivas para desafios cada vez mais complexos.

“Receber representantes de consórcios de todo o Rio Grande do Sul é uma oportunidade para apresentar o trabalho que estamos desenvolvendo no Vale do Rio Pardo e, ao mesmo tempo, fortalecer uma rede de cooperação capaz de ampliar resultados para os municípios. O Pró-Clima é um exemplo de como a atuação integrada pode transformar planejamento em políticas públicas efetivas”, afirma Becker.

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, ressalta que o encontro também será um importante espaço de troca de experiências entre as equipes técnicas. “Os consórcios públicos têm assumido um papel cada vez mais estratégico na gestão regional. Reunir dirigentes e técnicos permite compartilhar experiências bem-sucedidas, discutir novos projetos e construir agendas conjuntas que fortalecem a capacidade dos municípios de acessar recursos e desenvolver iniciativas em benefício da população”, complementa Léa.

Foto: Bruno Pedry/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

12/08/2026 0 Comentários 94 Visualizações
Política

Cisvale abre licitação para agilizar resposta a eventos climáticos extremos

Por Jonathan da Silva 10/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Comitê Pró-Clima do Vale do Rio Pardo, vinculado ao Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), iniciou o processo de estruturação de uma Ata Regional de Registro de Preços para facilitar a aquisição de equipamentos, materiais e insumos destinados ao atendimento de situações de emergência e calamidade nos municípios da região. A iniciativa foi apresentada durante reunião realizada na manhã desta quinta-feira (9), em Santa Cruz do Sul, e busca reduzir o tempo de resposta das administrações municipais diante da possibilidade de ocorrência de eventos climáticos extremos no segundo semestre.

A proposta foi elaborada a partir das demandas identificadas em um diagnóstico realizado junto às Defesas Civis municipais. Com a ata regional, os municípios poderão adquirir itens considerados essenciais para situações de desastre de forma mais ágil, sem a necessidade de abrir processos licitatórios individuais durante uma emergência.

Itens previstos

A ata contempla quatro eixos de aquisição: resposta imediata, gestão hídrica, ajuda humanitária e equipamentos de proteção individual (EPIs) e ferramentas. Entre os materiais previstos estão lonas, caixas d’água, geradores de energia, cestas básicas, equipamentos de proteção individual, ferramentas e outros itens apontados pelos municípios como prioritários para o atendimento de ocorrências.

O modelo permitirá que os municípios realizem compras de forma simplificada, utilizando fornecedores previamente definidos e condições já estabelecidas por meio do registro de preços.

Agilidade para os municípios

Segundo o presidente do Cisvale, Gilson Becker, a iniciativa busca fortalecer a atuação regional diante de situações que afetam mais de um município. “O Pró-Clima nasce justamente com essa missão, que é transformar ações em execuções concretas. Quando falamos em eventos extremos, o tempo de resposta faz diferença. Se cada município tiver que começar um processo do zero no momento da emergência, a população fica mais vulnerável. Com a ata regional, nós antecipamos etapas, ganhamos agilidade e damos mais segurança para que as Defesas Civis possam atuar quando forem acionadas”, afirma Becker.

Diagnóstico das Defesas Civis

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, explica que a compra coletiva faz parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento das estruturas municipais de Defesa Civil. “O levantamento evidenciou que, entre as principais demandas dos municípios, estão a contratação de serviços de engenharia e a disponibilização de uma ata regional de registro de preços para aquisição de insumos e equipamentos”, ressalta Léa.

Conforme a diretora, a compra coletiva é uma resposta prática, porque permite padronização, economia de escala e acesso mais rápido aos materiais. “O objetivo é que os municípios estejam mais preparados, tanto para agir de forma preventiva quanto para responder com rapidez em situações de emergência”, complementa Léa.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2026 0 Comentários 130 Visualizações
Política

Municípios do Cisvale avaliam adesão a projeto regional para gestão de resíduos sólidos

Por Jonathan da Silva 23/06/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes dos 25 municípios consorciados ao Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) participaram de uma assembleia para discutir a adesão a uma proposta de estruturação regional da gestão de resíduos sólidos nesta segunda-feira (22), em Santa Cruz do Sul. O encontro reuniu integrantes do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e marcou uma nova etapa de um projeto desenvolvido pelo consórcio desde 2013. A iniciativa poderá resultar na implantação de uma parceria público-privada (PPP) voltada à gestão regional dos resíduos, com base em estudos técnicos e no Plano Regional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.

Durante a assembleia, os municípios receberam orientações sobre o processo de adesão ao programa e os procedimentos necessários para a continuidade da proposta. A definição encaminhada ao final da reunião prevê que os municípios do Vale do Rio Pardo e do G8 realizem avaliações internas e informem formalmente, até 10 de julho, se pretendem aderir ao projeto.

Nova etapa do planejamento regional

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, afirmou que a região chega a um momento decisivo após mais de uma década de estudos e planejamento voltados à construção de uma solução conjunta para o setor. “Caso definirmos avançar nesta linha da parceria público-privada, teremos que passar o projeto pelas câmaras de vereadores de nossos municípios”, afirmou o dirigente.

Segundo Becker, a eventual adesão exigirá manifestação formal dos prefeitos e posterior aprovação legislativa em cada município participante. O presidente da entidade ressaltou que os estudos realizados ao longo dos anos apontam a necessidade de uma alternativa regional capaz de oferecer maior eficiência operacional, sustentabilidade ambiental e segurança jurídica para a gestão dos resíduos sólidos.

Avaliação do Governo Federal

Representando o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, o diretor do Departamento de Parcerias com o Setor Privado, Denilson Campelo, destacou o estágio de desenvolvimento do projeto apresentado pelo Cisvale. “O projeto aqui apresentado é muito robusto e é um dos melhores que já vimos, até porque também está sendo conduzido em parceria com a universidade e a comunidade”, afirmou Campelo.

O representante federal também ressaltou os impactos da gestão adequada dos resíduos sólidos sobre a saúde pública. “Trabalhar com resíduos sólidos é trabalhar com a saúde, pois há uma série de doenças que um aterro sanitário que não é cuidado tem efeito nocivo no meio ambiente e na vida das pessoas”, pontuou Campelo.

Participação dos órgãos de controle

O encontro contou com a participação do promotor de Justiça de Santa Cruz do Sul, Érico Barin, que destacou a relevância do debate para os municípios da região. “Este tipo de fala precisaria ser gravada e repetida de tempos em tempos, para que todos nós lembremos da importância deste assunto”, expressou Barin.

Representantes do Tribunal de Contas do estado também participaram das discussões, acompanhando os procedimentos relacionados à estruturação do modelo e aos mecanismos de controle e fiscalização necessários para eventual contratação futura.

Mais de uma década em pauta

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, relembrou que as discussões sobre uma solução regional para os resíduos sólidos tiveram início em 2013, a partir de deliberações realizadas durante conferências municipais.

Segundo a dirigente, o consórcio estruturou estudos que resultaram, em 2018, em um diagnóstico envolvendo 16 municípios. Atualmente, estão sendo atualizados os planos municipais de saneamento e os diagnósticos socioambientais, em trabalho conduzido pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Modelo de parceria público-privada

A proposta apresentada pelo Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional integra o Programa Parcerias Brasil, criado para apoiar estados, municípios e consórcios na estruturação de concessões e parcerias público-privadas.

O processo prevê uma etapa inicial de cadastramento e pré-análise da demanda, seguida pela avaliação técnica de um fundo especializado responsável pela elaboração dos estudos necessários. Após essa fase, o projeto passa por auditorias e avaliações dos órgãos de controle, incluindo Tribunal de Contas da União, Ministério Público e tribunais de contas competentes, antes da realização de licitação na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

O coordenador nacional do programa, Washington Soares, informou que o fundo dispõe de aproximadamente R$ 1,3 bilhão para apoiar projetos de infraestrutura em todo o país e foi criado para reduzir riscos de interrupção durante a fase de estudos.

Diagnóstico regional

Os estudos técnicos atualizados pela Unisc apontam a dimensão do desafio enfrentado pelos municípios da região. O levantamento realizado em 16 municípios identificou uma população superior a 381 mil habitantes, responsável pela geração anual de mais de 78 mil toneladas de resíduos sólidos.

Os custos com a destinação final dos materiais ultrapassam R$ 41 milhões por ano. O diagnóstico também indica potencial para ampliação da reciclagem, da compostagem e de outras formas de valorização dos resíduos, reduzindo a quantidade encaminhada aos aterros sanitários.

Programa de compostagem

Paralelamente à discussão sobre a parceria público-privada, o Cisvale desenvolve o programa “Composteiras Amigas do Meio Ambiente”, previsto na Agenda Ambiental 2030 do consórcio.

A iniciativa pretende estimular a compostagem em escolas e residências, promovendo o reaproveitamento da matéria orgânica, ações de educação ambiental e a redução do volume de resíduos destinados aos aterros sanitários.

Segundo a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, existem diferentes possibilidades de financiamento para a proposta. “Há, pelo menos, duas formas do Consórcio participar. Uma por meio do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (Sinir) – lei de incentivo à reciclagem. Já a segunda forma pode se dar por meio do edital do Ministério Público, do Fundo para Recuperação de Bens Lesados (FRBL)”, esclareceu Léa.

De acordo com a diretora, o projeto de compostagem tem potencial para se tornar uma política permanente do consórcio e poderá contar também com participação da iniciativa privada.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2026 0 Comentários 178 Visualizações
Cidades

Amvarp e Cisvale realizam assembleia conjunta durante Festa da Produção em Vera Cruz

Por Jonathan da Silva 01/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) e o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) promovem, na quarta-feira, 3 de junho, uma assembleia geral conjunta em Vera Cruz. O encontro ocorrerá às 15h, no Restaurante da Festa da Produção, junto ao Parque de Eventos, reunindo prefeitos, gestores públicos e lideranças regionais para discutir pautas estratégicas dos municípios do Vale do Rio Pardo. A atividade integra a programação da 16ª Festa da Produção e tem como objetivo fortalecer a articulação regional, alinhar demandas comuns e debater projetos voltados ao desenvolvimento dos municípios.

A reunião terá como foco a avaliação de projetos em andamento, a construção de posicionamentos conjuntos e o encaminhamento de temas que impactam diretamente a população da região. Entre os objetivos do encontro estão o fortalecimento da cooperação entre os municípios e a ampliação da capacidade de articulação regional diante de desafios compartilhados pelas administrações locais.

O presidente da Amvarp e prefeito de Encruzilhada do Sul, Benito Paschoal (MDB), destaca a importância dos encontros periódicos entre os gestores municipais. “A Amvarp e o Cisvale têm papel importante na defesa dos interesses dos municípios e na busca de soluções regionais. Quando trabalhamos de forma integrada, fortalecemos nossa representatividade e ampliamos nossa capacidade de promover o desenvolvimento do Vale do Rio Pardo”, afirma Paschoal.

Abertura da Festa da Produção

Após a assembleia, os prefeitos e demais lideranças participarão da abertura oficial da 16ª Festa da Produção, marcada para as 17h. O convite foi feito pelo prefeito de Vera Cruz e presidente do Cisvale, Gilson Becker (PSD).

A Festa da Produção reúne atividades voltadas à valorização dos setores econômico, agrícola e empresarial do município. A programação busca evidenciar as potencialidades locais e incentivar a integração entre os municípios da região.

Serviço

  • O quê: Assembleia geral conjunta da Amvarp e do Cisvale e abertura da 16ª Festa da Produção
  • Quando: Quarta-feira, 3 de junho, às 15h (assembleia) e às 17h (abertura oficial)
  • Onde: Restaurante da Festa da Produção, junto ao Parque de Eventos, em Vera Cruz
Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2026 0 Comentários 146 Visualizações
Cidades

Cisvale debate compras emergenciais para resposta a enchentes

Por Jonathan da Silva 11/05/2026
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) realizou uma assembleia nesta sexta-feira (8), durante a programação da 18ª Fenachim, em Venâncio Aires, voltada à criação de mecanismos regionais para agilizar respostas a situações de calamidade, especialmente enchentes e eventos climáticos extremos. O encontro reuniu prefeitos, lideranças regionais e equipes técnicas em uma articulação promovida em parceria com a Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) e a Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat), com foco em soluções compartilhadas nas áreas de saúde, infraestrutura, engenharia, adaptação climática e gestão ambiental.

Entre os principais encaminhamentos debatidos esteve a criação de atas de registro de preços para aquisição emergencial de kits destinados a situações de calamidade. A proposta prevê a organização regional de itens divididos em três frentes de resposta — emergencial, humanitária e hídrica — para permitir maior rapidez nos processos de compra em momentos de crise.

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, afirmou que a medida busca antecipar mecanismos operacionais para os municípios. “Estamos trabalhando para que os municípios tenham instrumentos preparados antes das emergências acontecerem. Isso dá mais eficiência operacional e melhora a capacidade de resposta das administrações locais”, destacou Becker.

Saúde em pauta

A assembleia também aprovou a construção de uma tabela regional para procedimentos cirúrgicos, utilizando como referência os menores valores apresentados em processos de composição de custos. A proposta prevê o credenciamento de hospitais interessados em absorver demandas regionais, principalmente em cirurgias de quadril e joelho.

Serviços técnicos

Outro tema debatido foi a elaboração de um edital regional para contratação de serviços técnicos de arquitetura, agrimensura e engenharia. Segundo o Cisvale, a metodologia utilizada foi construída com base no Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), além de orçamentos de municípios e consórcios públicos, com acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS).

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, afirmou que os mecanismos regionais fortalecem a capacidade operacional das administrações municipais. “O consórcio vem assumindo um papel de apoio permanente às administrações municipais, criando ferramentas que tragam mais segurança, economicidade e eficiência para os gestores públicos”, salientou Léa.

Programa AdaptaCidades

Durante o encontro também foram discutidas ações ligadas ao Programa AdaptaCidades. O grupo solicitou a criação de uma governança regional para adesão à segunda fase do programa, chamada “lente climática”, voltada ao levantamento de dados ambientais e estruturais dos municípios. Além disso, foram debatidas futuras parcerias público-privadas para gestão regional de resíduos sólidos.

Participação do governo estadual

A segunda parte da assembleia contou com a participação do vice-governador Gabriel Souza, que acompanhou a apresentação das ações do Comitê Pró-Clima.

Durante sua manifestação, Souza defendeu a prorrogação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs) para garantir investimentos em irrigação, recuperação e manejo dos solos. “Estamos pedindo a prorrogação do Funrigs porque estamos fechando dois anos de uso e ainda há muito a ser feito, especialmente para trabalharmos com irrigação e manejo dos solos”, afirmou o representante do executivo estadual.

O vice-governador também destacou obras financiadas com recursos destinados ao estado. “A maior obra monumental que estamos realizando é a Ponte dos Vales”, salientou. Souza acrescentou que os R$ 14,3 bilhões destinados ao Rio Grande do Sul reforçam a necessidade de revisão do modelo de endividamento estadual junto à União. “Isso mostra o quanto ainda há para fazer com os recursos que hoje vão para Brasília para pagamento de dívidas”, observou Gabriel Souza.

Comite Pró-Clima

Na sequência, Gilson Becker apresentou ações executadas pelo Comitê Pró-Clima, coordenado pelo Cisvale em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), o Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede-VRP), universidades, órgãos técnicos e municípios da região.

Entre os projetos apresentados estão a implantação de estações meteorológicas, aquisição de embarcações para salvamento, criação do Fundo Permanente do Meio Ambiente, estudos de modelagem hidrológica, monitoramento de bacias hidrográficas e projetos de macrodrenagem urbana. Conforme o Cisvale, as propostas pré-aprovadas no Plano Rio Grande somam cerca de R$ 79 milhões em investimentos previstos para a região.

Segundo Becker, o trabalho regional tem buscado incorporar a prevenção e a adaptação climática ao planejamento municipal. “A região compreendeu que a resiliência climática deixou de ser apenas um debate ambiental e passou a ser uma pauta de sobrevivência econômica, social e estrutural dos municípios”, destacou o dirigente.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2026 0 Comentários 163 Visualizações
Cidades

Cisvale inicia construção de plano regional de adaptação climática no Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 10/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) deu início à elaboração de um plano regional de adaptação às mudanças climáticas, em reunião realizada recentemente em Santa Cruz do Sul. O encontro reuniu representantes de municípios, governo estadual e do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), marcando a estruturação da governança da iniciativa na região.

A ação integra o programa AdaptaCidades, que prevê apoio técnico para a elaboração de planos regionais e municipais, com articulação entre União, estados e municípios. No Rio Grande do Sul, o modelo abrange 139 cidades organizadas em consórcios e associações.

Metodologia do plano

Durante o encontro, realizado na Faculdade Dom Alberto, foi apresentada a metodologia de construção do plano, que prevê oito etapas, iniciando pela formação da governança regional. O processo inclui definição de representantes municipais, integração entre áreas da gestão pública e participação da sociedade civil, além da elaboração de diagnósticos e estratégias com base em análise de risco.

Construção conjunta

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, destacou que a proposta busca estruturar uma atuação conjunta entre os municípios. . “Estamos estruturando um modelo de atuação conjunta entre os municípios, com base técnica e planejamento, que permite avançar de forma coordenada na agenda climática”, ressaltou Léa.

Acesso a recursos

Já a assessora técnica do programa no estado, Lucie Duez, ressaltou que a iniciativa fortalece a capacidade institucional dos territórios e amplia o acesso a recursos. “O AdaptaCidades promove uma governança multinível e fortalece a capacidade institucional dos territórios para planejar e implementar ações de adaptação”, comentou Lucie.

A construção deste plano exige comprometimento técnico e institucional permanente. É um processo que fortalece a governança e prepara os territórios para enfrentar os impactos climáticos com mais segurança e planejamento”, enfatizou Lucie Duez.

Acompanhamento do TCE-RS

O auditor do TCE-RS, Leonardo Azevedo, afirmou que o órgão acompanhará a implementação das ferramentas e a adequação dos municípios às exigências de planejamento climático, com foco na fiscalização da aplicação de recursos e na transparência das ações. “O tribunal irá acompanhar e cobrar a adoção das ferramentas e a adequação dos municípios às exigências de planejamento climático”, enfatizou Azevedo.

Cronograma da iniciativa

O plano regional tem cronograma previsto até março de 2027 e deve consolidar diagnóstico de riscos, definição de medidas e estratégias de implementação, monitoramento e comunicação. A proposta busca alinhar o Vale do Rio Pardo às diretrizes de sustentabilidade, com foco em mitigação, adaptação e resiliência climática.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2026 0 Comentários 212 Visualizações
Projetos especiais

Cisvale promove programação de Abril Azul no Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) promove, ao longo do mês de abril, uma programação especial alusiva ao Abril Azul, voltada à conscientização sobre o transtorno do espectro do autismo. As atividades têm início em 1º de abril e envolvem profissionais da saúde, educação e assistência, além de famílias e gestores, nos municípios da região de Santa Cruz do Sul. A iniciativa ocorre por meio do Centro de Referência em Transtorno do Espectro do Autismo (Centro TEA) e busca qualificar o atendimento, fortalecer a rede de cuidado e ampliar a sensibilização social sobre o tema.

O Centro TEA é referência para os 13 municípios da 28ª Região de Saúde e atua no acompanhamento de casos de maior complexidade, além de orientar equipes locais. O serviço também está alinhado ao programa estadual TEAColhe, que organiza a linha de cuidado para pessoas com autismo no Rio Grande do Sul.

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, destacou o papel da iniciativa na consolidação de políticas públicas voltadas ao atendimento. “O Abril Azul é um momento de visibilidade, mas também de compromisso com políticas públicas permanentes. O Centro TEA consolida uma atuação técnica e articulada, que fortalece os municípios e amplia o acesso ao cuidado qualificado”, ressaltou Becker.

Qualificação da rede

Segundo a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, a programação também tem foco na formação dos profissionais da rede. “Cada atividade proposta busca qualificar profissionais e acolher famílias, fortalecendo vínculos e promovendo conhecimento aplicado à realidade dos municípios”, expressou Léa.

Abordagem integrada

A coordenadora do Centro TEA, a assistente social Andrea Cristine de Lima, ressaltou a importância da abordagem integrada. “Cuidar das pessoas com autismo é também cuidar de quem está ao redor delas. Por isso, nossas ações dialogam com famílias, escolas e equipes técnicas, fortalecendo uma rede que acolhe, orienta e compartilha responsabilidades”, pontuou Andrea.

Programação do mês

Ao longo de abril, estão previstas ações como encontros técnicos, atividades itinerantes, eventos em escolas e parcerias com instituições da região. A programação foi estruturada em conjunto com profissionais das áreas da saúde e educação e tem como objetivo ampliar o debate, promover inclusão e fortalecer o atendimento às pessoas com autismo nos municípios atendidos pelo consórcio.

Agenda completa

  • 1º de abril, às 14h – Abertura do Abril Azul com encontro presencial dos pontos focais no Cisvale, com atividade formativa sobre atuação em rede;
  • 7 de abril, manhã – Roda de conversa em escola de Santa Cruz do Sul sobre inclusão e enfrentamento ao bullying;
  • 7 de abril, tarde – Cuidando de Quem Cuida Itinerante em Pantano Grande;
  • 8 de abril, manhã – Nova edição do projeto sobre inclusão e enfrentamento ao bullyng em escola de Santa Cruz do Sul;
  • 15 de abril, manhã – Atividade sobre seletividade alimentar com profissionais da educação em Sinimbu;
  • 15 de abril, tarde – Participação no 2º ConecTEA, com abordagem voltada ao cuidado em rede e apoio às famílias atendidas no Girassol;
  • 16 de abril, noite – Cuidando de Quem Cuida Itinerante – Adae em Vera Cruz
  • 23 de abril, noite – Atividade em Mato Leitão sobre prevenção e acolhimento de crises;
  • 29 de abril, tarde – Realização do I Ciclo de Diálogos sobre TEA e assistência social, com foco em conhecimento, cuidado e articulação em rede.
Foto: Rodrigo Sales/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 208 Visualizações
Cidades

Cisvale registrou 188 mil atendimentos durante 2025

Por Jonathan da Silva 30/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) realizou 188.133 atendimentos ao longo de 2025 nos 25 municípios consorciados da região, conforme balanço apresentado na manhã desta sexta-feira (27), em assembleia geral realizada em Santa Cruz do Sul com a presença de prefeitos. Os serviços oferecidos foram de procedimentos médicos, consultas e pequenas cirurgias.

Durante a assembleia, o presidente do Cisvale, Gilson Becker, afirmou que o volume de atendimentos reflete a estrutura de gestão adotada pelo consórcio. “Estamos falando de quase 190 mil atendimentos, entre procedimentos médicos, consultas e pequenas cirurgias, realizadas para as populações atendidas pelos municípios consorciados. É um trabalho que auxilia, e muito, os gestores públicos, no dia a dia do atendimento à população”, destacou Becker.

Ainda segundo o presidente, a organização financeira é um dos fatores que sustentam a ampliação dos serviços. “Quando há gestão eficiente, conseguimos transformar recurso em serviço e garantir que ele chegue aonde realmente importa, que é na vida das pessoas”, complementou o dirigente.

Ampliação de exames

Na área da saúde, a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, apresentou proposta para adesão a um novo modelo estadual de financiamento de exames complementares, com contrato pré e pós-fixado. A previsão é de realização de mais de 1,2 mil exames pela tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), com necessidade de complementação estimada em cerca de R$ 40 mil, valor que será rateado entre os municípios. “Estamos diante de um novo modelo que amplia a oferta e traz mais previsibilidade para a gestão regional da saúde”, afirmou a diretora executiva.

Segundo ela, o volume de recursos destinados à contratação desses serviços pode passar de R$ 1.088.737,00 para R$ 2.463.798,72. “É uma decisão que exige responsabilidade, mas que pode qualificar o acesso e reduzir filas. O consórcio atua para garantir equilíbrio e eficiência no atendimento”, ressaltou Léa Vargas.

Defesa Civil

A assembleia também contou com a participação do coordenador adjunto regional de Defesa Civil, tenente-coronel Fabrício Broll Zago, que abordou a necessidade de organização dos municípios diante de eventos climáticos. “A Defesa Civil é facilitadora, mas o município é o protagonista. A preparação é o que garante resposta rápida e eficiente”, afirmou Zago.

Durante o encontro, foram entregues certificados a representantes dos municípios de Encruzilhada do Sul, Passo do Sobrado, Rio Pardo e Venâncio Aires, que participaram de capacitação em operações com embarcações. A formação foi realizada em parceria entre o Cisvale, a Marinha e o Corpo de Bombeiros.

Foto: Jaqueline Feix/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2026 0 Comentários 192 Visualizações
Projetos especiais

Centro TEA amplia formação de educadores no Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 10/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Centro Regional de Referência do Transtorno do Espectro Autista do Vale do Rio Pardo (Centro TEA), vinculado ao Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), está realizando ao longo de fevereiro uma programação de qualificação de profissionais e fortalecimento da rede de apoio a famílias de pessoas com autismo nos 13 municípios da Microrregião de Saúde 28. A iniciativa conta com ações integradas às áreas de educação, saúde e assistência social dentro do programa estadual TEAColhe.

A ação atende Candelária, Gramado Xavier, Herveiras, Mato Leitão, Pantano Grande, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul, Sinimbu, Vale Verde, Vale do Sol, Venâncio Aires e Vera Cruz, com atividades previstas para ocorrer durante todo o ano.

Ações já realizadas

Entre as ações recentes, o Centro TEA participou da retomada do Grupo de Apoio a Famílias de Pessoas Autistas de Passo do Sobrado, em 21 de janeiro, e promoveu uma atividade de educação permanente com agentes comunitários de saúde de Santa Cruz do Sul, em 28 de janeiro. As atividades trataram de orientação às famílias, diagnóstico precoce do transtorno do espectro autista e qualificação das visitas domiciliares. “Nosso foco é garantir informação de qualidade e apoio contínuo às famílias e aos profissionais que estão na linha de frente do cuidado”, pontuou a coordenadora do Centro TEA, Andréa Lima. Segundo ela, fortalecer a rede é fundamental para ampliar a proteção e a inclusão das pessoas com autismo.

Formação de educadores

No início de fevereiro, Sinimbu realizou jornada pedagógica com foco na inclusão, com palestras de profissionais do Centro TEA sobre manejo do comportamento no autismo e comunicação aumentativa e alternativa no ambiente escolar. A atividade integrou as formações destinadas a profissionais da educação da região.

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, destacou a importância da integração entre setores. “A aproximação entre educação e saúde qualifica o atendimento e amplia as possibilidades de desenvolvimento das crianças e adolescentes”, afirmou Léa.

Programação ao longo do ano

Ao longo de 2026, o Centro TEA prevê a continuidade de ações permanentes nos municípios, como o grupo itinerante Cuidando de Quem Cuida, voltado a familiares e responsáveis por pessoas com autismo, e um projeto piloto de formação online para professores das redes estadual e municipal, programado para o período de junho a novembro.

Também está prevista a realização do segundo Seminário Regional para educadores especiais e supervisores escolares, em parceria com a 6ª Coordenadoria Regional de Educação.

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, afirmou que o trabalho regional fortalece a rede de atendimento. “Estamos construindo uma rede regional articulada, com formação, integração de serviços e apoio às famílias, para garantir inclusão e qualidade de vida”, ressaltou Becker.

Abril Azul

O Centro TEA e o Cisvale organizam ainda a programação do Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo. Entre as ações previstas está um encontro para familiares e responsáveis por pessoas com transtorno do espectro autista em Santa Cruz do Sul, em parceria com o Girassol e a Universidade de Santa Cruz do Sul, por meio do Projeto Espectro, com realização estimada para a primeira quinzena de abril.

Outra atividade em planejamento é um evento regional voltado a profissionais da política de Assistência Social e Conselhos Tutelares dos 13 municípios da Microrregião de Saúde 28, previsto para o fim de abril, com o objetivo de ampliar o diálogo intersetorial e qualificar o atendimento às famílias.

Foto: Nascimento MKT/Cisvale/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 268 Visualizações
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