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cigarro

Saúde

Nova Petrópolis reforça alerta sobre tabagismo no Dia Mundial sem Tabaco

Por Jonathan da Silva 26/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Nova Petrópolis está intensificando as ações de conscientização sobre os riscos do tabagismo e sua relação direta com o câncer de boca, marcando o encerramento da campanha Maio Vermelho no município. A mobilização é promovida pela Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social e busca alertar a população sobre os impactos do consumo de cigarros tradicionais e dispositivos eletrônicos na saúde. No dia 31 se celebra o Dia Mundial sem Tabaco, criado para incentivar a prevenção e o combate ao uso do tabaco, considerado uma das principais causas evitáveis de morte no mundo.

A Prefeitura nova-petropolitana ressalta que o tabagismo é uma doença crônica associada à dependência da nicotina e relacionada a mais de 50 tipos de enfermidades. Na saúde bucal, o cigarro é apontado como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de tumores malignos, devido às alterações genéticas provocadas nas células da boca e às agressões térmicas causadas pela fumaça.

Riscos à saúde

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social, o uso do tabaco afeta praticamente todos os órgãos do corpo. Além de estar relacionado a 90% das mortes por câncer de pulmão, o hábito de fumar aumenta em até quatro vezes o risco de infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs).

A campanha também destaca os impactos do tabagismo na saúde cardiovascular e bucal, incluindo hipertensão, aterosclerose, perda de dentes, mau hálito e lesões pré-cancerígenas. Outros efeitos associados ao consumo de tabaco incluem infertilidade, impotência e catarata.

Uso de cigarros eletrônicos

A administração municipal também chama atenção para o aumento do uso de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes ou pods. Segundo a campanha, embora sejam divulgados como alternativas ao cigarro convencional, os dispositivos podem conter concentrações elevadas de nicotina.

O município alerta que o uso dos cigarros eletrônicos está associado à Evali, lesão pulmonar aguda relacionada ao consumo desses dispositivos, além de provocar ressecamento da mucosa bucal e inflamações na gengiva, fatores considerados de risco para câncer orofaríngeo.

Combinação entre álcool e tabaco

Outro ponto abordado pela campanha é a associação entre o consumo de álcool e cigarro. Conforme a Secretaria de Saúde, o álcool atua como solvente, facilitando a penetração das substâncias tóxicas do cigarro nos tecidos da boca, o que pode elevar significativamente o risco de câncer bucal.

A campanha também destaca os benefícios da interrupção do tabagismo. Segundo as informações divulgadas pelo município, em cerca de 20 minutos após parar de fumar a pressão arterial tende a normalizar, enquanto em 48 horas podem ocorrer melhorias no olfato e no paladar.

Atendimento pelo SUS

A Prefeitura informa que pessoas interessadas em abandonar o tabagismo podem buscar atendimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde. Em Nova Petrópolis, os moradores podem procurar a Unidade Básica de Saúde de referência para receber orientações sobre o tratamento da dependência química.

Foto: Ayse ela dikye/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
26/05/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Política

Assembleia Legislativa debate combate ao contrabando de cigarros e DEFs

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou uma reunião de trabalho da Subcomissão de Defesa do Setor do Tabaco e Acompanhamento da COP 11 nesta segunda-feira (29), em Porto Alegre, para discutir o agravamento do mercado ilegal de cigarros e a ausência de regulamentação dos dispositivos eletrônicos para fumar. O encontro reuniu representantes de órgãos de segurança, fiscalização, lideranças políticas, entidades de classe e produtores para avaliar medidas de enfrentamento ao problema.

Participaram do debate representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Brigada Militar, Ministério Público Estadual e Receita Estadual. As instituições apresentaram ações voltadas ao combate ao contrabando, falsificação, descaminho, roubo de cargas, comércio ilegal e fabricação clandestina de cigarros.

O deputado estadual Marcus Vinicius (PP), proponente da reunião, afirmou que o mercado ilegal tem crescido e atinge diretamente os produtores. “Defendemos o setor econômico que tem presença muito forte no Rio Grande do Sul, um setor lícito, pagador de impostos e que envolve famílias produtoras. O contrabandista é concorrente também dos produtores. Opera nas sombras, sem normas trabalhistas, sem cuidados ambientais e, por isso, oferecendo produto a baixo custo”, declarou o parlamentar.

Impacto na economia e no setor produtivo

O secretário estadual da Agricultura, Edivilson Brum, participou da atividade e destacou a relevância do tabaco para a geração de emprego e renda. “Não se termina com o tabagismo terminando com o produtor de tabaco”, afirmou o titular da pasta. Brum ainda apontou a preocupação com a facilidade de acesso a produtos ilegais e lembrou que a cultura do tabaco tem garantido renda em regiões afetadas por problemas climáticos.

Por sua vez, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou os prejuízos ao estado. “O contrabando é um problema de muitos anos que compromete empregos e renda para o setor, mas também provoca perdas bilionárias ao Estado brasileiro, tanto em termos de arrecadação tributária quanto em impacto direto na economia formal”, enfatizou o dirigente.

Alta carga tributária como desafio

Dados apresentados pela Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) apontaram que o mercado ilegal já responde por 32% dos cigarros vendidos no Brasil, movimentando cerca de R$ 34 bilhões ao ano. As perdas fiscais acumuladas em 12 anos chegaram a R$ 105 bilhões, sendo R$ 9 bilhões apenas em 2024.

A diferença de carga tributária foi destacada como fator central: enquanto os cigarros brasileiros pagam entre 70% e 90% em impostos, no Paraguai a tributação é de 13%. O país vizinho produz 50 bilhões de cigarros por ano, dos quais 96% têm destino ao contrabando, principalmente para o Brasil.

Dispositivos eletrônicos de fumar

O debate também abordou os dispositivos eletrônicos de fumar, mercado dominado pelo contrabando em razão da falta de regulamentação. Segundo o Ipec (2024), o Brasil tem cerca de 4 milhões de usuários desses produtos. Estimativas da USP (2024) indicam que a ausência de marco regulatório deve gerar perda de R$ 10,5 bilhões em arrecadação somente em 2025.

De acordo com estudo da FIEMG (2024), a regulamentação poderia criar até 124,5 mil empregos no país, abrangendo áreas produtivas, logísticas e comerciais.

Próximos encontros da Subcomissão

  • 2 de outubro, às 14h – Canguçu, Câmara Municipal de Vereadores
    Tema: Agricultura familiar e diversificação de renda

  • 3 de outubro, às 9h – São Lourenço do Sul, Restaurante do Sindicato Rural
    Tema: Estratégias de valorização da produção e comércio internacional

  • 8 de outubro, às 14h – Porto Alegre, Assembleia Legislativa do RS
    Tema: Apresentação e aprovação do relatório

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 347 Visualizações
Saúde

Campanha de Voz 2023: conscientização sobre os riscos do tabagismo

Por Marina Klein Telles 31/05/2023
Por Marina Klein Telles

31 de maio é o Dia Mundial do Combate ao Tabagismo e a Campanha de Voz de 2023 é uma iniciativa para conscientizar a população sobre os riscos de fumar. Com o objetivo de combater o câncer de laringe, uma das principais doenças causadas pelo cigarro, a campanha oferece exames gratuitos para fumantes com mais de 40 anos, buscando diagnosticar precocemente a doença e aumentar as chances de cura. Os interessados devem fazer a inscrição até 31 de julho no site bocaegarganta.com.br.

A campanha destaca a importância de se cuidar da saúde e reforça a necessidade de abandonar o cigarro para uma vida mais saudável. Vale lembrar que o tabaco é responsável por diversas mortes evitáveis em todo o mundo, sendo uma das principais causas de problemas respiratórios, cardíacos e até mesmo câncer.

Embora haja diversas campanhas de conscientização e esforços para reduzir o consumo de cigarro, o número de fumantes ainda é alarmante em muitos países. Além disso, o uso do cigarro eletrônico, especialmente entre os jovens, é motivo de preocupação para as autoridades de saúde, já que os chamados ‘pods’ podem ser tão prejudiciais quanto os cigarros convencionais.

Neste Dia Mundial do Combate ao Tabagismo, é fundamental lembrar que a prevenção e a adoção de hábitos saudáveis são essenciais para uma vida plena e livre de doenças. Abandonar o cigarro, praticar atividades físicas e manter uma alimentação equilibrada são algumas das medidas que podem contribuir para uma vida mais saudável e feliz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 568 Visualizações
Saúde

Oncologista aponta que cigarro eletrônico é tão prejudicial quanto o tradicional

Por Amanda Krohn 20/08/2022
Por Amanda Krohn

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o aumento do consumo de cigarro eletrônico, também conhecido como vape, tem causado debates entre a comunidade médica e científica. A preocupação diz respeito aos riscos de retrocesso nos índices de incidência de diversas doenças relacionadas ao hábito de fumar.  Isso inclui vários tipos de câncer, como é o caso do de pulmão, fígado, estômago, pâncreas, rins, ureter, cólon e reto, bexiga, ovários, colo do útero, cavidade nasal e seios paranasais, cavidade oral, faringe, laringe, esôfago e leucemia mieloide aguda.

Entre os mais jovens, o vape tem sido sensação. Justamente por vir “disfarçado”, jovens têm preferido os dispositivos e acreditam ser menos danosos à saúde. Diferente da versão convencional, os sabores e aromas agradáveis acabam mascarando e tornando os riscos invisíveis para o grupo. De acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo Inca, o cigarro eletrônico aumenta mais de três vezes o risco de experimentação do cigarro convencional e mais de quatro vezes o risco de uso do cigarro. Além disso, o levantamento reforça ainda que o cigarro eletrônico eleva as chances de iniciar o uso do cigarro tradicional para aqueles que nunca fumaram.

A oncologista do Grupo Oncoclínicas, Dra. Mariana Laloni, compara a moda do vape com a do cigarro, que ocorreu no século XX. “Há cerca de 30 anos, o cigarro convencional era visto como sinônimo de status e isso não tem sido diferente para o cigarro eletrônico, principalmente entre os mais jovens”, comenta. “Apesar de na última década o Brasil ter diminuído 40% o número de fumantes, não devemos fechar os olhos para um problema que, mesmo tendo um outro formato, faz parte da narrativa atual”, continua.

Apesar de na última década o Brasil ter diminuído 40% o número de fumantes, não devemos fechar os olhos para um problema que, mesmo tendo um outro formato, faz parte da narrativa atual – Oncologista do Grupo Oncoclínicas, Dra. Mariana Laloni

Tabagismo aumenta incidência de câncer do pulmão

O tabagismo continua sendo o maior responsável pelo câncer de pulmão no Brasil e no mundo, além de mortes em geral. Segundo o Inca, 161.853 mil mortes poderiam ser evitadas anualmente se o tabaco fosse deixado de lado, sendo que cerca de ⅓ destes óbitos são decorrentes de algum tipo de câncer relacionado ao hábito de fumar. Apenas no Brasil, é estimado que durante o triênio 2020-2022 cerca de 30.200 casos da doença sejam descobertos a cada ano. Conforme Mariana Laloni, a maioria dos pacientes com câncer de pulmão apresenta sintomas relacionados ao próprio aparelho respiratório.

“Os sinais de alerta são tosse, falta de ar e dor no peito. Outros sintomas inespecíficos também podem surgir, entre eles perda de peso e fraqueza. Em poucos casos, cerca de 15%, o tumor é diagnosticado por acaso, quando o paciente realiza exames por outros motivos. Por isso, a atenção aos primeiros sintomas é essencial para que seja realizado o diagnóstico precoce da doença, o que contribui amplamente para o sucesso do tratamento”, diz.

Contratempos

Aproximadamente, 10% da população brasileira acima de 18 anos é tabagista. E, apesar dos avanços, o vício afeta mais de 20 milhões de pessoas no país. “Quando falamos do cigarro eletrônico, o Ibope Inteligência aponta que o problema dobrou em apenas um ano, passando de 0,3% para 0,6% da população no Brasil”, explica a oncologista. Dentro desse cenário, especialistas estimam que cerca de 600 mil pessoas fazem uso do dispositivo.

Apesar de proibidos desde 2009 pela Resolução de Diretoria Colegiada nº 46 da Anvisa, os cigarros eletrônicos atraem cada vez mais usuários. “Os vapes ou e-cigarretes passaram a ser mais socialmente aceitos em diversos ambientes, além de serem mais atrativos devido sua tecnologia. Mas, podem fazer tão mal quanto o cigarro tradicional, apesar de uma imagem distorcida. Eles possuem várias substâncias tóxicas que, quando combinadas, acabam mascarando os efeitos prejudiciais à saúde. Contudo, é importante lembrar que elas existem e podem causar enfisema pulmonar, doenças respiratórias e até mesmo câncer”, reforça Mariana Laloni.

O aditivo de aromatizantes, como mentol, chocolate, chiclete, entre outros, é usado para atrair um maior público. Quanto à fumaça liberada pelos vapes, é possível encontrar elementos que vão além da nicotina, como chumbo, propileno glicol, glicerol, acetona, sódio, alumínio, ferro, entre outros.

Apesar de proibidos desde 2009 pela Resolução de Diretoria Colegiada nº 46 da Anvisa, os cigarros eletrônicos atraem cada vez mais usuários.

Risco invisível

Além das substâncias presentes no dispositivo serem mais viciantes, algumas pesquisas sobre o tema apontam que o cigarro eletrônico, assim como o convencional, pode afetar não só o sistema respiratório, como também desregular alguns genes do organismo. O estudo realizado por um professor da USC Ahmad Besaratinia, mostrou que esse impacto ocorreu nos genes mitocondriais e chegou a interromper vias moleculares que fazem parte da imunidade e resposta inflamatória. Ou seja, os elementos que compõem os dispositivos podem futuramente desencadear doenças autoimunes e atrapalhar na recuperação de outros distúrbios do corpo.

“Na tentativa de deixar o tabagismo, é preocupante que muitos usuários ainda usem os cigarros eletrônicos. Essa apelação pode torná-los usuários duplos e fazer com que o vício ocorra em ambas as frentes. Por isso, é preciso ter muita força de vontade e saber pedir e aceitar ajuda. O fumante precisa transformar seus hábitos e estilo de vida. De duas a 12 semanas sem cigarro há a melhora da função pulmonar e da circulação, entre 1 e 9 meses a tosse e falta de ar diminuem e em 10 anos a mortalidade por câncer de pulmão chega a ser a metade da de um fumante. É possível superar o vício e apostar em uma nova vida sem o cigarro, seja ele eletrônico ou tradicional”, explica a oncologista do Grupo Oncoclínicas.

Vida nova

Para a oncologista, parar de fumar é a forma mais eficaz de prevenir o câncer de pulmão e diversos outros tumores, além de doenças cardíacas, doença pulmonar obstrutiva crônica, pneumonia, AVC (acidente vascular cerebral) e complicações severas decorrentes da contaminação pela Covid-19.

“Deixar o hábito de lado é dar uma segunda chance aos pulmões. Lá na frente, as pessoas que abandonaram esse vício irão se deparar com diversos benefícios ao organismo, como um menor risco de desenvolver vários tipos de cânceres e ainda a recuperação de sequelas adquiridas pelo tabagismo. Entretanto, antes de remediar, é fundamental que as neoplasias sejam prevenidas. Ou seja, a melhor alternativa é sempre parar de fumar e alertar a população de forma geral, principalmente os mais jovens, sobre os riscos que o cigarro tradicional e eletrônico pode causar”, finaliza Mariana Laloni.

Desafio 21 dias sem cigarro

Com foco no público jovem, o Grupo Oncoclínicas realiza ao longo deste mês nas redes sociais a campanha “Desafio 21 Dias Sem Cigarro”, voltada ao incentivo ao abandono do vício nos diferentes tipos de fumo. A cada dia, é sugerida uma nova meta a ser cumprida. As atividades procuram diminuir a sensação de ansiedade e a própria fissura física que vem com o consumo de cigarro e dispositivos eletrônicos de vape.

A mobilização destaca não só os malefícios de fumar, mas principalmente os benefícios de abandonar o vício. A exemplo disso, após 20 minutos sem consumir cigarros, a pressão sanguínea e as batidas cardíacas voltam ao normal. Passadas 8 horas, a quantidade de monóxido de carbono no sangue diminui quase pela metade, normalizando a oxigenação das células. Um dia depois, o monóxido de carbono é eliminado do corpo e os pulmões também começam a eliminar o muco e os resíduos da fumaça.

Em dois dias, não há mais nicotina no organismo. Com isso, o gosto e o olfato começam a melhorar. De 2 a 12 semanas depois, a circulação venosa (responsável pelo retorno do sangue dos tecidos para o coração) melhora e de três a nove meses depois, os problemas respiratórios e as tosse acalmam, a voz se torna mais clara e a capacidade respiratória aumenta em 10%.

21 dicas para superar o hábito de fumar

1. Ao acordar se comprometa a não fumar;

2. Anote os três maiores motivos para deixar de fumar;

3. Anote os cigarros mais difíceis de cessar e elabore uma mudança comportamental para superá-los;

4. Anote três hábitos ou gatilhos que aumentam o seu risco de fumar;

5. Faça uma pequena caminhada;

6. Beba água nos momentos de fissura;

7. Inicie ou aumente as atividades físicas;

8. Converse com um amigo;

9. Leia um texto curto;

10. Acesse um vídeo relaxante;

11. Masque uma goma ou chupe uma bala com pouco açúcar;

12. Inspire lenta e profundamente pelo nariz e expire lentamente pela boca;

13. Repita mentalmente por várias vezes – eu não me permito fumar;

14. Modifique ou evite uma rotina que aumentava o risco de fumar;

15. Evite uma situação (gatilho) que aumenta o risco de fumar;

16. Evite um hábito que aumenta o risco de fumar;

17. Anote os benefícios alcançados após alguns dias sem fumar;

18. Limpe seu carro para retirar o odor do tabaco;

19. Evite locais com fumantes;

20. Comprometa-se a abrir mão de algo que gosta muito caso volte a fumar;

21. Procure auxílio médico para apoio no processo de cessar o tabagismo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2022 0 Comentários 1,9K Visualizações

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