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chuva

Cidades

Novo Hamburgo soma 245 pessoas desabrigadas pela chuva

Por Jonathan da Silva 02/05/2024
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo já registra 245 pessoas desabrigadas nesta quinta-feira (2) devido à alta do nível do rio dos Sinos, que atingiu 7,70 metros no fim desta manhã. Devido às fortes chuvas, o rio tem avançado sobre ruas e casas, principalmente nas vilas Getúlio Vargas (Canudos) e Palmeiras (Santo Afonso).

A cidade tem dois pontos para acolhimento de desabrigados, um no bairro Canudos, no ginásio do CIEP Canudos (Rua Amalie Thon, 50, entrada pela Rua Presidente Costa e Silva) e um no bairro Industrial, no ginásio do Colégio Sinodal da Paz (Avenida Pedro Adams Filho, 1974), este último como referência para moradores do bairro Santo Afonso (neste caso, os moradores desabrigados podem se dirigir até a Praça da Juventude que serão encaminhados até o local).

A Defesa Civil de Novo Hamburgo continua com as equipes mobilizadas nas ruas, auxiliando no resgate da população nos pontos de enchentes e monitorando o risco de deslizamentos em encostas de morros. Os telefones de plantão da Defesa Civil são: 99707-9954, 98058-9979, 98013-9178, 99920-8131 e 99467-6568. Em caso de emergência, deve-se ligar para Corpo de Bombeiros através do telefone 193 ou 3595-1123.

Doações

A Prefeitura abre na tarde desta quinta um ponto de coleta de doações na Fenac. A entrada será pelo portão da área administrativa na Rua Araxá. Hoje, o funcionamento será das 14h às 18h. Na sexta-feira, dia 3, no sábado, 4, e no domingo, 5, das 9h às 18h.

As doações mais necessárias são arroz, feijão, açúcar, massa, farinha de trigo e de milho, leite, óleo de soja, água mineral, achocolatados, bolachas e rações para cães e gatos. Outra necessidade são colchões de solteiro e de casal, travesseiros e toalhas de banho, fraldas de todos os tamanhos, material de limpeza e higiene pessoal.

Aulas suspensas nesta sexta

A Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo suspendeu as aulas nas escolas municipais nesta sexta-feira, dia 3, por conta das consequências com a continuidade da chuva.

USF Getúlio Vargas com atendimentos suspensos

A Unidade de Saúde da Família Getúlio Vargas, localizada na Rua Bruno Werner Storck, no bairro Canudos, está com o atendimento suspenso nesta quinta-feira (2).

Captação de água pode ser afetada

A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo alerta que as cheias podem afetar a captação de água no município com o aumento do nível do Rio dos Sinos. As águas já invadiam o terreno das bombas de captação. Caso o rio não pare de subir, será necessária suspender a captação temporariamente para garantir a integridade dos sistemas.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Situação de calamidade pública é decretada em Montenegro

Por Jonathan da Silva 02/05/2024
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta (Republicanos), decretou situação de calamidade pública no município por causa da enchente do rio Caí, já considerada a maior da história. A decisão do chefe do executivo leva em conta os prejuízos causados pelos temporais desde a segunda-feira (29). Até o momento, são cerca de 180 milímetros de chuva, praticamente o dobro da média mensal para esta época do ano. A água está em mais de 10 metros de altura, quando o nível normal é de 1,5 metro.

O decreto autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais para atuar sob o comando da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, nas ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução. Com a ação, está autorizada a convocação de voluntários e a realização de campanhas de arrecadação de recursos junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada, bem como a movimentação da conta vinculada do FGTS aos munícipes atingidos.

Em caso de risco, os agentes públicos poderão penetrar nas casas para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação, e usar de propriedade particular, no caso de iminente perigo público, assegurada ao dono a posterior indenização, se houver dano. Para fins de utilidade pública, fica autorizado o início de processos de desapropriação.

O decreto ainda permite a dispensa de licitação na compra dos bens necessários ao atendimento da situação de emergência ou do estado de calamidade pública, assim como para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídos no prazo máximo de um ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 807 Visualizações
Cidades

Governador decreta estado de calamidade pública no RS

Por Jonathan da Silva 02/05/2024
Por Jonathan da Silva

O governador Eduardo Leite (PSDB) decretou estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul por conta das cheias geradas pelas fortes chuvas que atingem o estado desde 24 de abril. O Decreto 57.596 foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) na noite desta quarta-feira (1). O decreto ressalta que o RS é atingido por chuvas intensas, alagamentos, granizo, inundações, enxurradas e vendavais de grande intensidade, sendo classificados como desastres de Nível III, caracterizados por danos e prejuízos elevados.

A tragédia climática em território gaúcho ocasionou “danos humanos, com a perda de vidas, e danos materiais e ambientais, com a destruição de moradias, estradas e pontes, assim como o comprometimento do funcionamento de instituições públicas locais e regionais e a interdição de vias públicas”, conforme o decreto assinado pelo governador.

Com a entrada do decreto em vigor, fica assegurado que órgãos e entidades da administração pública estadual, observadas suas competências, prestarão apoio à população nas áreas afetadas pelos temporais, em articulação com a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil. O decreto acrescenta que poderá ser encaminhada solicitação semelhante por municípios, que serão avaliadas e homologadas pelo estado.

O Decreto 57.596, que vigorará por 180 dias, também usa o padrão da Codificação e Classificação Brasileira de Desastres (Cobrade), informando que o E=estado atingiu o código 1.3.2.1.4 (chuvas intensas dentro de tempestades).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2024 0 Comentários 683 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de São Leopoldo alerta para tempestades e ventos fortes entre segunda e quarta

Por Jonathan da Silva 29/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de São Leopoldo divulgou na manhã desta segunda-feira (29) um boletim meteorológico que, de acordo com a Sala de Situação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), alerta para riscos de tempestades isoladas, chuva, ventos fortes e risco de queda de granizo em regiões do Rio Grande do Sul. A previsão é válida até quarta-feira, dia 1º de maio.

Nesta segunda, os temporais isolados voltam a atuar em praticamente todo o território gaúcho, devido à atuação de uma região de baixa pressão e do fluxo de umidade. Na campanha, centro, sul, costa doce e região metropolitana de Porto Alegre, os volumes variam entre 25mm e 40 mm/dia, podendo passar dos 50 mm/dia na campanha e sul. Durante as instabilidades, os ventos sopram com rajadas em torno dos 40 aos 50 km/h, podendo passar dos 60 km/h.

Na terça-feira, 30 de abril, o avanço de uma frente fria sobre o oceano juntamente com o fluxo de umidade favorece as chuvas intensas, ventos fortes e eventual queda de granizo na campanha, centro, sul, costa doce e região metropolitana de Porto Alegre. Os volumes variam entre 50 a 70 mm/dia, podendo passar dos 90 mm/dia na campanha, sul e costa doce. Durante as instabilidades, os ventos sopram com rajadas em torno dos 50 aos 70 km/h, podendo passar dos 80 km/h.

A tendência é que na quarta-feira, dia 1º de maio, as instabilidades permaneçam intensas em praticamente todo o estado, com os maiores acumulados ocorrendo na metade norte e oeste do Rio Grande do Sul.

Emergência

A Defesa Civil de São Leopoldo trabalha em regime de plantão e atende pelos telefones (51) 99117-8291 e (51) 98924-7852. Qualquer situação de danos causados pela instabilidade do tempo a população pode buscar auxílio por estes canais de comunicação.

Em caso de rajadas de vento não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2024 0 Comentários 797 Visualizações
Variedades

Chuva e umidade persistem na maior parte do Estado durante os próximos dias

Por Marcel Vogt 15/09/2023
Por Marcel Vogt

A próxima semana permanecerá com umidade e chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. Na sexta (15), a presença do ar seco e frio garante o tempo firme, com temperaturas baixas e possibilidade de geadas isoladas na Campanha, no Planalto e na Serra do Nordeste.

No sábado, 16, e no domingo, 17, o tempo permanecerá seco e o ingresso de ar quente favorece a elevação das temperaturas, que podem se aproximar de 30°C em várias regiões.

Entre segunda, 18, e terça-feira, 19, a atuação de um cavado (área de baixa pressão alongada) mantem a nebulosidade e provoca pancadas de chuva em todo o Estado, com possibilidade de temporais isolados, sobretudo na Campanha e na Zona Sul. Na quarta, 20, o tempo seco e quente predomina em todo território.

Os volumes previstos devem oscilar entre 15 mm e 30 mm na maioria das regiões. Na Campanha, na Zona Sul e na Região Metropolitana, os totais esperados devem variar entre 35 mm e 60 mm, podendo alcançar 80 mm no Extremo Sul.

As informações são do Boletim Integrado Agrometeorológico 37/2023, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), a Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural (Ascar) e o Instituto Rio Grandense do Arroz.

O boletim também aborda a situação de diversas culturas e criações de animais pelo Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2023 0 Comentários 502 Visualizações
Cidades

Prefeita Fátima reúne equipes para enfrentamento ao grande volume de chuvas

Por Felipe Schwartzhaupt 06/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

No início da manhã desta segunda-feira, 06, a prefeita de Novo Hamburgo Fátima Daudt reuniu a Defesa Civil e secretarias municipais para orientações quanto ao Plano de Contingência em razão do alerta máximo de chuvas intensas nas próximas horas. A prefeita vem conversando com a Defesa Civil desde sábado, acompanhando os acontecimentos. Segundo dados da Defesa Civil, Novo Hamburgo teve 115 milímetros (mm) de chuva em 24 horas, de sábado para domingo. O Inmet aponta chuvas intensas que podem chegar a 100 mm nas próximas horas, incluindo a região metropolitana. “Estamos dando a importância que o alerta requer”, enfatizou a prefeita.

Mais cedo, o Município colocou carro de som com alerta para a população, que está percorrendo áreas de risco especialmente em encostas de morros dos bairros São José e Diehl. “A preocupação é o volume de chuva previsto e o fato de algumas encostas já estarem encharcadas”, lembra o coordenador da Defesa Civil, Claudiomiro Fonseca. Veículos da Defesa Civil e Guarda Municipal estão nas ruas acompanhando a situação nestas áreas e nos pontos de maior risco de alagamentos. Um geólogo também poderá avaliar a situação das encostas ao longo do dia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2023 0 Comentários 588 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de Montenegro afirma que não há risco de cheia no momento

Por Stephany Foscarini 04/05/2022
Por Stephany Foscarini

Desde que iniciaram as fortes chuvas no município e na região, a Defesa Civil de Montenegro tem realizado o monitoramento do nível do Rio Caí, para averiguar se há ou não risco de enchente. Neste momento, segundo o coordenador do órgão na cidade, Carlos Ferrão, o nível parou de subir e não há risco de cheia em Montenegro.

Segundo Ferrão, tudo depende, também, das próximas horas, quando a Defesa Civil estará atenta às chuvas que podem chegar ao município. “Estamos há 24 horas monitorando com o Plano de Abrigamento e Contingência em ação”, destaca. Até o momento, ninguém precisou sair de casa devido à elevação do rio. “As comunidades ribeirinhas estão em suas casas. Caso seja necessário, já temos tudo pronto para dar todo o suporte necessário”, enfatiza o coordenador do órgão municipal.

É importante que a comunidade fique em alerta. Neste momento, a enchente está descartada, mas é preciso estar atento para o tempo”.

A Defesa Civil segue atenta em relação ao clima e, segundo Ferrão, se houver intensidade de chuvas nas próximas horas, avisará a comunidade por meio das mídias digitais da Prefeitura e pelos meios de comunicação. “É importante que a comunidade fique em alerta. Neste momento, a enchente está descartada, mas é preciso estar atento para o tempo”, salienta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2022 0 Comentários 978 Visualizações
Variedades

Defesa Civil em alerta para riscos de cheia do Sinos

Por Stephany Foscarini 03/05/2022
Por Stephany Foscarini

A Defesa Civil (DC) de Novo Hamburgo está em alerta em virtude das constantes chuvas desta semana, e monitora as áreas de risco no município. Na manhã desta terça-feira, 3, o nível do Rio dos Sinos estava acima dos cinco metros, o que ainda não representa perigo, já que, para causar inundações, o volume deve ficar acima dos sete metros.

Mesmo assim, um carro de som da Prefeitura está percorrendo ruas das Vilas Getúlio Vargas e Kipling, no bairro Canudos, e em todo o bairro Santo Afonso, alertando a população para a possibilidade de cheia do Sinos. “Estamos atentos ao grande volume de chuva que está caindo nas cabeceiras do Rio dos Sinos, nas regiões da Serra e do Paranhana, o que manterá o nível do Sinos em alta mesmo depois das chuvas pararem”, destaca o coordenador da Defesa Civil municipal, tenente Claudiomiro da Fonseca.

A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”.

“A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”, acrescenta Fonseca.

Em caso de necessidade, a comunidade pode entrar em contato com a Defesa Civil pelos seguintes telefones: das 8h às 17h, nos números fixos na sede da entidade, 3587-7863 e 3097-9408; e os telefones do plantão (24h) 98058-9979, 98013-9178 e 99707-9954.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2022 0 Comentários 995 Visualizações
Variedades

Prejuízos causados pelas chuvas no Brasil entre 2017 e 2022 ultrapassam R$ 55,5 bilhões, revela CNM

Por Stephany Foscarini 20/01/2022
Por Stephany Foscarini

As chuvas nos últimos meses gerou uma série de prejuízos aos municípios brasileiros, sendo o segundo período sazonal chuvoso com maiores impactos desde o ano de 2017. A informação é de estudo realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que contabilizou que entre 1º outubro de 2017 até 17 de janeiro de 2022 os prejuízos econômicos aos Municípios afetados contabilizaram cerca de R$ 55,5 bilhões.

De acordo com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), o período sazonal das chuvas se inicia a partir do primeiro dia de outubro e termina no final de março do ano seguinte. Do total dos R$ 55,5 bilhões, o período chuvoso de 2020/2021 foi o mais afetado, com R$ 18,9 bilhões em prejuízos, seguido do período 2021/2022, com mais de R$ 17,2 bilhões, e, em terceiro, o período 2018/2019, com R$ 8,2 bilhões.

O levantamento realizado pela entidade municipalista contabilizou ainda nos períodos chuvosos entre 2017 a 2022 que os desastres decorrentes do excesso de chuvas levaram os Municípios a 5.622 decretações de Situação de Emergência em todo Brasil. Diante do exposto, a Entidade chama atenção, que antes do fim do período chuvoso de outubro de 2021 a 17 de janeiro de 2022, o número de declarações foi de 1.302, ultrapassando o recorde do período de 2017/2018, onde contabilizou 1.155 decretações.

De acordo com com o estudo da CNM, o período chuvoso de 2019/2020 foi o que mais apresentou número de casas danificadas e ou destruídas, somando 143.602, seguido pelo período 2020/2021 com 130.884 casas danificadas e ou destruídas. As chuvas dos últimos seis anos, afetaram mais de 28,8 milhões de pessoas.

Em seis anos foram contabilizados que 637 pessoas perderam suas vidas por causa dos desastres decorrentes das chuvas. O período sazonal das chuvas de 2018/2019, registrou 327 óbitos, 171,7 mil pessoas ficaram desabrigadas e 819,8 mil ficaram desalojadas. O período foi o mais problemático da história e deixou mais de 14,8 milhões de pessoas afetadas pelas chuvas. A CNM ressalta que foi neste período que ocorreu o desastre de uma barragem no Município de Brumadinho (MG), o que ocasionou a morte de 264 pessoas, sendo que, até hoje, ainda há seis desaparecidas.

As prefeituras sentem mesmo os prejuízos após o período das chuvas, quando precisam reconstruir o que perderam. Esses danos não tem como se mensurar. Há Municípios que, passada uma década, ainda não conseguiram se reestruturar”.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca que, além das mortes, os impactos são imensuráveis quando se leva em consideração os recursos necessários para a reconstrução do Município. “As prefeituras sentem mesmo os prejuízos após o período das chuvas, quando precisam reconstruir o que perderam. Esses danos não tem como se mensurar. Há Municípios que, passada uma década, ainda não conseguiram se reestruturar”, alerta.

Bahia e Minas Gerais

As chuvas neste início de ano já contabilizam, de acordo com dados divulgados pelos Estados de Minas Gerais e Bahia, um prejuízo de R$ 10,3 bilhões aos Municípios mineiros e de R$ 2,1 bilhões aos Municípios baianos, os dois Estados mais afetados até o momento.

Veja o estudo completo aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 461 Visualizações
Variedades

Rio dos Sinos chega perto dos 6 metros após a chuva

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após quase seis meses de estiagem, o Rio dos Sinos voltou a subir com as chuvas desta semana. Em maio, o rio atingiu sua menor marcação na captação da Comusa desde 1998: 1,73m. Nesta quarta-feira, 1º, após sucessivas chuvas, o rio atingiu a marca de 5,94m no mesmo local. É a primeira vez, desde outubro de 2019, que o rio ultrapassa a marca de 5 metros.

A chuva  coloca o nível do rio acima da média do mês. O diretor-geral da Comusa, Eduardo Antônio Bonato, destaca que, mesmo com inúmeras dificuldades, o abastecimento foi garantido pela autarquia. “Já destacamos isso no final do verão e conseguimos manter o compromisso de garantir a água ao Município, mesmo enfrentando os maiores desafios da história da Comusa, tanto a estiagem quanto a pandemia”, comenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 678 Visualizações
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