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chuva

Variedades

Chuva e umidade persistem na maior parte do Estado durante os próximos dias

Por Marcel Vogt 15/09/2023
Por Marcel Vogt

A próxima semana permanecerá com umidade e chuva na maior parte do Rio Grande do Sul. Na sexta (15), a presença do ar seco e frio garante o tempo firme, com temperaturas baixas e possibilidade de geadas isoladas na Campanha, no Planalto e na Serra do Nordeste.

No sábado, 16, e no domingo, 17, o tempo permanecerá seco e o ingresso de ar quente favorece a elevação das temperaturas, que podem se aproximar de 30°C em várias regiões.

Entre segunda, 18, e terça-feira, 19, a atuação de um cavado (área de baixa pressão alongada) mantem a nebulosidade e provoca pancadas de chuva em todo o Estado, com possibilidade de temporais isolados, sobretudo na Campanha e na Zona Sul. Na quarta, 20, o tempo seco e quente predomina em todo território.

Os volumes previstos devem oscilar entre 15 mm e 30 mm na maioria das regiões. Na Campanha, na Zona Sul e na Região Metropolitana, os totais esperados devem variar entre 35 mm e 60 mm, podendo alcançar 80 mm no Extremo Sul.

As informações são do Boletim Integrado Agrometeorológico 37/2023, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), a Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural (Ascar) e o Instituto Rio Grandense do Arroz.

O boletim também aborda a situação de diversas culturas e criações de animais pelo Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2023 0 Comentários 553 Visualizações
Cidades

Prefeita Fátima reúne equipes para enfrentamento ao grande volume de chuvas

Por Felipe Schwartzhaupt 06/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

No início da manhã desta segunda-feira, 06, a prefeita de Novo Hamburgo Fátima Daudt reuniu a Defesa Civil e secretarias municipais para orientações quanto ao Plano de Contingência em razão do alerta máximo de chuvas intensas nas próximas horas. A prefeita vem conversando com a Defesa Civil desde sábado, acompanhando os acontecimentos. Segundo dados da Defesa Civil, Novo Hamburgo teve 115 milímetros (mm) de chuva em 24 horas, de sábado para domingo. O Inmet aponta chuvas intensas que podem chegar a 100 mm nas próximas horas, incluindo a região metropolitana. “Estamos dando a importância que o alerta requer”, enfatizou a prefeita.

Mais cedo, o Município colocou carro de som com alerta para a população, que está percorrendo áreas de risco especialmente em encostas de morros dos bairros São José e Diehl. “A preocupação é o volume de chuva previsto e o fato de algumas encostas já estarem encharcadas”, lembra o coordenador da Defesa Civil, Claudiomiro Fonseca. Veículos da Defesa Civil e Guarda Municipal estão nas ruas acompanhando a situação nestas áreas e nos pontos de maior risco de alagamentos. Um geólogo também poderá avaliar a situação das encostas ao longo do dia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2023 0 Comentários 646 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de Montenegro afirma que não há risco de cheia no momento

Por Stephany Foscarini 04/05/2022
Por Stephany Foscarini

Desde que iniciaram as fortes chuvas no município e na região, a Defesa Civil de Montenegro tem realizado o monitoramento do nível do Rio Caí, para averiguar se há ou não risco de enchente. Neste momento, segundo o coordenador do órgão na cidade, Carlos Ferrão, o nível parou de subir e não há risco de cheia em Montenegro.

Segundo Ferrão, tudo depende, também, das próximas horas, quando a Defesa Civil estará atenta às chuvas que podem chegar ao município. “Estamos há 24 horas monitorando com o Plano de Abrigamento e Contingência em ação”, destaca. Até o momento, ninguém precisou sair de casa devido à elevação do rio. “As comunidades ribeirinhas estão em suas casas. Caso seja necessário, já temos tudo pronto para dar todo o suporte necessário”, enfatiza o coordenador do órgão municipal.

É importante que a comunidade fique em alerta. Neste momento, a enchente está descartada, mas é preciso estar atento para o tempo”.

A Defesa Civil segue atenta em relação ao clima e, segundo Ferrão, se houver intensidade de chuvas nas próximas horas, avisará a comunidade por meio das mídias digitais da Prefeitura e pelos meios de comunicação. “É importante que a comunidade fique em alerta. Neste momento, a enchente está descartada, mas é preciso estar atento para o tempo”, salienta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Defesa Civil em alerta para riscos de cheia do Sinos

Por Stephany Foscarini 03/05/2022
Por Stephany Foscarini

A Defesa Civil (DC) de Novo Hamburgo está em alerta em virtude das constantes chuvas desta semana, e monitora as áreas de risco no município. Na manhã desta terça-feira, 3, o nível do Rio dos Sinos estava acima dos cinco metros, o que ainda não representa perigo, já que, para causar inundações, o volume deve ficar acima dos sete metros.

Mesmo assim, um carro de som da Prefeitura está percorrendo ruas das Vilas Getúlio Vargas e Kipling, no bairro Canudos, e em todo o bairro Santo Afonso, alertando a população para a possibilidade de cheia do Sinos. “Estamos atentos ao grande volume de chuva que está caindo nas cabeceiras do Rio dos Sinos, nas regiões da Serra e do Paranhana, o que manterá o nível do Sinos em alta mesmo depois das chuvas pararem”, destaca o coordenador da Defesa Civil municipal, tenente Claudiomiro da Fonseca.

A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”.

“A população não precisa ficar apreensiva, estamos monitorando a situação nos lugares de risco da cidade, que são na parte sul, no bairro Santo Afonso e Canudos, como também ao norte, no bairro São José”, acrescenta Fonseca.

Em caso de necessidade, a comunidade pode entrar em contato com a Defesa Civil pelos seguintes telefones: das 8h às 17h, nos números fixos na sede da entidade, 3587-7863 e 3097-9408; e os telefones do plantão (24h) 98058-9979, 98013-9178 e 99707-9954.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Prejuízos causados pelas chuvas no Brasil entre 2017 e 2022 ultrapassam R$ 55,5 bilhões, revela CNM

Por Stephany Foscarini 20/01/2022
Por Stephany Foscarini

As chuvas nos últimos meses gerou uma série de prejuízos aos municípios brasileiros, sendo o segundo período sazonal chuvoso com maiores impactos desde o ano de 2017. A informação é de estudo realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que contabilizou que entre 1º outubro de 2017 até 17 de janeiro de 2022 os prejuízos econômicos aos Municípios afetados contabilizaram cerca de R$ 55,5 bilhões.

De acordo com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), o período sazonal das chuvas se inicia a partir do primeiro dia de outubro e termina no final de março do ano seguinte. Do total dos R$ 55,5 bilhões, o período chuvoso de 2020/2021 foi o mais afetado, com R$ 18,9 bilhões em prejuízos, seguido do período 2021/2022, com mais de R$ 17,2 bilhões, e, em terceiro, o período 2018/2019, com R$ 8,2 bilhões.

O levantamento realizado pela entidade municipalista contabilizou ainda nos períodos chuvosos entre 2017 a 2022 que os desastres decorrentes do excesso de chuvas levaram os Municípios a 5.622 decretações de Situação de Emergência em todo Brasil. Diante do exposto, a Entidade chama atenção, que antes do fim do período chuvoso de outubro de 2021 a 17 de janeiro de 2022, o número de declarações foi de 1.302, ultrapassando o recorde do período de 2017/2018, onde contabilizou 1.155 decretações.

De acordo com com o estudo da CNM, o período chuvoso de 2019/2020 foi o que mais apresentou número de casas danificadas e ou destruídas, somando 143.602, seguido pelo período 2020/2021 com 130.884 casas danificadas e ou destruídas. As chuvas dos últimos seis anos, afetaram mais de 28,8 milhões de pessoas.

Em seis anos foram contabilizados que 637 pessoas perderam suas vidas por causa dos desastres decorrentes das chuvas. O período sazonal das chuvas de 2018/2019, registrou 327 óbitos, 171,7 mil pessoas ficaram desabrigadas e 819,8 mil ficaram desalojadas. O período foi o mais problemático da história e deixou mais de 14,8 milhões de pessoas afetadas pelas chuvas. A CNM ressalta que foi neste período que ocorreu o desastre de uma barragem no Município de Brumadinho (MG), o que ocasionou a morte de 264 pessoas, sendo que, até hoje, ainda há seis desaparecidas.

As prefeituras sentem mesmo os prejuízos após o período das chuvas, quando precisam reconstruir o que perderam. Esses danos não tem como se mensurar. Há Municípios que, passada uma década, ainda não conseguiram se reestruturar”.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca que, além das mortes, os impactos são imensuráveis quando se leva em consideração os recursos necessários para a reconstrução do Município. “As prefeituras sentem mesmo os prejuízos após o período das chuvas, quando precisam reconstruir o que perderam. Esses danos não tem como se mensurar. Há Municípios que, passada uma década, ainda não conseguiram se reestruturar”, alerta.

Bahia e Minas Gerais

As chuvas neste início de ano já contabilizam, de acordo com dados divulgados pelos Estados de Minas Gerais e Bahia, um prejuízo de R$ 10,3 bilhões aos Municípios mineiros e de R$ 2,1 bilhões aos Municípios baianos, os dois Estados mais afetados até o momento.

Veja o estudo completo aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 511 Visualizações
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