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Business

Exportações de carne de frango alcançam 514,6 mil toneladas em março

Por Marina Klein Telles 10/04/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 514,6 mil toneladas em março. O volume supera em 22,9% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 418,8 mil toneladas.

Com isso, o resultado das vendas no último mês alcançou US$ 980,5 milhões, valor 27,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 771,7 milhões. No acumulado do primeiro trimestre, os embarques de proteína animal avícola alcançaram 1,314 milhão de toneladas, volume 15,1% superior ao exportado no mesmo período de 2022, com 1,142 milhão de toneladas.

“Houve um incremento generalizado nas compras dos maiores destinos de exportações, em um momento em que o Brasil estava preparado do ponto de vista da oferta. Uma soma de fatores influenciou o comportamento atípico das vendas internacionais de carne de frango no mês, como, por exemplo, parte dos embarques atrasados de fevereiro”, explica o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Em receita, o resultado dos primeiros três meses foi 25,5% maior, com US$ 2,573 bilhões entre janeiro e março deste ano, contra US$ 2,051 bilhões no mesmo período do ano passado.

Principais destinos

Entre os principais destinos, a China liderou as importações, com 187,9 mil toneladas embarcadas no primeiro trimestre, volume 24,5% superior ao mesmo período de 2022. Outros destaques foram Arábia Saudita, com 96 mil toneladas (+69,9%), União Europeia, com 62,2 mil toneladas (+24,1%), e Coreia do Sul, com 50,9 mil toneladas (+43,7%).

“Há um contexto de mercado que favorece os números recordes para o mercado chinês. A retomada dos níveis de consumo com o fim das restrições à circulação de pessoas se soma à queda nos níveis de alojamento de aves nas granjas comerciais chinesas, gerando aumento da demanda pela importação de carne de frango do Brasil”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Outros mercados de relevância, como União Europeia, Reino Unido e Coreia do Sul, também aumentaram as compras, segundo afirma o diretor, acredita que o movimento deverá se manter nestes destinos nos próximos meses. “Destaque para o Iraque, que estava com compras paralisadas desde meados de 2022 e agora está posicionado entre os principais destinos do produto brasileiro”, finaliza Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2023 0 Comentários 535 Visualizações
Business

“Invasão asiática” já reflete no emprego do setor calçadista

Por Marina Klein Telles 16/03/2023
Por Marina Klein Telles

A invasão de calçados asiáticos, especialmente dos provenientes da China, já estão surtindo efeitos indesejáveis no nível de emprego da indústria calçadista. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em janeiro, o setor criou apenas 1,3 mil postos em todo o Brasil, o pior saldo em 14 anos. Conforme a entidade, o saldo médio nos últimos dois anos, para janeiro, foi de 8 mil vagas criadas. Com o dado, a indústria calçadista encerrou o primeiro mês de 2023 com 297,7 mil pessoas empregadas na atividade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, alerta que as importações chinesas têm provocado uma concorrência desleal no varejo brasileiro, pois chegam com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Dados mais recentes elaborados pela Abicalçados informam que, em fevereiro, as importações totais somaram 4,37 milhões de pares e US$ 37,72 milhões, altas de 73% em volume e de 32,8% em receita na relação com o mês correspondente de 2022. No bimestre, as importações totais acumularam 7,6 milhões de pares e US$ 86,8 milhões, altas de 49% e 65,5%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

China: calçado a US$1,72

No mês passado, entraram no Brasil quase 3 milhões de pares provenientes da China (quase 70% do total importado). Com um preço médio de apenas US$1,72 por par (o menor desde 1997), as importações de lá somaram US$5 milhões. As altas são de 130,7% em volume e de 9,7% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

“Claramente existe um processo de dumping – quando o preço praticado para a exportação é diferente do praticado no mercado interno -, o que provoca uma concorrência desleal com a indústria brasileira. É uma questão que estamos buscando resolver junto às autoridades e que, como os dados comprovam, já tem reflexo no nível de emprego”, alerta Ferreira, ressaltando que a invasão de calçados chineses pode provocar uma “quebradeira” no setor, gerando uma onda de demissões.

“Sem demanda, a indústria nacional vai parar de produzir, o que tem como consequência o desemprego de pessoas que sobrevivem da atividade”, acrescenta o executivo. Com o resultado de fevereiro, as importações chinesas somaram 4,32 milhões de pares e US$11,44 milhões, incrementos tanto em volume (+66%) quanto em receita (+21,2%) em relação ao mesmo bimestre de 2022. Segundo o dirigente, desde que a China flexibilizou a política de Covid Zero e voltou com apetite ao mercado, no início do ano, calçadistas vêm encontrando problemas.

Mais Ásia na lista

A segunda origem das importações, em volume, no mês de fevereiro foi o Vietnã. De lá, foram importados 764,25 mil pares por US$18,15 milhões, altas de 6% em volume e de 39,2% em receita na relação com o mês dois de 2022. No bimestre, as importações de calçados do Vietnã somaram 1,9 milhão de pares e US$44,26 milhões, altas tanto em volume (+63,5%) quanto em receita (+96,5%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

A terceira origem das importações brasileiras de calçados também ficou com um país asiático. Em fevereiro, o Brasil importou da Indonésia 368,94 mil pares por US$7,54 milhões, altas de 58,3% em volume e de 60% em receita na relação com fevereiro de 2022. No bimestre, as importações daquele país somaram 750,37 mil pares e US$15,56 milhões, altas tanto em volume (+58%) quanto em receita (+63,5%) ante o mesmo período do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2023 0 Comentários 504 Visualizações
Business

Brasil e Argentina se unem para manutenção da TEC

Por Marina Klein Telles 09/03/2023
Por Marina Klein Telles

Representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Câmara da Indústria de Calçados da Argentina (CIC) estiveram reunidos na manhã do último dia 7 de março para debater o comércio bilateral do setor. O destaque da pauta foi a importância da manutenção da Tarifa Externa do Mercosul (TEC) para impedir uma possível “invasão” de produtos chineses nos dois países.

Não temos condições de competir em condições equânimes com um país que pratica dumping e não respeita as legislações trabalhistas e de sustentabilidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o encontro foi bastante produtivo. A Argentina, segundo ele, vem sofrendo com o aumento das importações de calçados, principalmente provenientes da China. Desde que a China flexibilizou a política de Covid Zero e voltou com apetite ao mercado, calçadistas vêm encontrando problemas.

Importação de calçados chineses pode conduzir a quebra do setor

Conforme dados elaborados pela Abicalçados, no ano passado entraram no Brasil quase US$ 50 milhões em calçados chineses, 34,6% a mais do que em 2021. Já na Argentina o resultado foi ainda mais preocupante, tendo entrado no país vizinho o equivalente a US$ 88,7 milhões em calçados provenientes da China, uma alta de 438% em relação a 2021. “O fim da TEC, hoje em 35% para calçados importados de países de fora do Mercosul, abriria o caminho para uma invasão chinesa nas prateleiras brasileiras e argentinas”, alerta Ferreira, ressaltando que não é uma questão de protecionismo e sim de defesa comercial.

O presidente-executivo reforça que a entrada indiscriminada de calçados asiáticos pode provocar uma quebra no setor, gerando uma onda de desemprego. “Não temos condições de competir em condições equânimes com um país que pratica dumping – preços para exportação abaixo dos praticados no mercado interno – e não respeita as legislações trabalhistas e de sustentabilidade”, acrescenta.

O encontro tratou sobre a importância crescente da sustentabilidade na cadeia produtiva do calçado. “Apresentamos o Origem Sustentável, único programa de certificação em ESG para a cadeia do calçado no mundo. Os colegas argentinos ressaltaram essa importância, até como forma de competir com os calçados asiáticos, que não possuem esse apelo que é uma exigência do consumidor em nível mundial”, conta o executivo da Abicalçados.

Participaram do encontro, além do presidente-executivo da Abicalçados, o presidente do Conselho Deliberativo e o gestor de Projetos da entidade, Caetano Bianco Neto e Cristian Schlindwein. Da CIC participaram Horacio Moschetto, Nestor Corbera e Damian Gravagna.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2023 0 Comentários 525 Visualizações
Novo Hamburgo
Cidades

Consulado convida Fátima para evento com brasileiros na China

Por Stephany Foscarini 10/12/2021
Por Stephany Foscarini

A convite do Consulado-Geral do Brasil em Cantão, que abrange a província de Guangdong, no sudeste da China, a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, participa por videochamda de um evento festivo de brasileiros no Piquete de Tradições Gaúchas (PTG) da cidade Dongguan na manhã deste sábado, 11, (noite de sábado na cidade chinesa).

Para mim será uma imensa alegria conversar com estes brasileiros, especialmente os hamburguenses, que estão tão distantes, do outro lado do mundo”.

Segundo o cônsul-geral adjunto, Gláucio José Nogueira Veloso, a expectativa é reunir cerca de 100 brasileiros no evento, a maioria de Novo Hamburgo, incluindo o patrão do PTG. “Eles estão superanimados em ver a prefeita Fátima Daudt e ouvir suas palavras”, destacou Gláucio. “Para mim será uma imensa alegria conversar com estes brasileiros, especialmente os hamburguenses, que estão tão distantes, do outro lado do mundo. Sei que a saudade deles é muito grande. Além de falar de nossa cidade, quero levar uma mensagem de esperança a todos eles”, disse a prefeita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2021 0 Comentários 639 Visualizações
Ensino

Universidade Feevale realiza formatura no polo da China

Por Milena Costa 02/06/2021
Por Milena Costa

Dois anos depois de implantar um polo na China, a Universidade Feevale realizará nesta quarta-feira, 2, no formato híbrido, a formatura da segunda turma de concluintes de cursos de graduação da Instituição naquele país. A transmissão acontecerá a partir das 9h (horário de Brasília), pelo site www.feevale.br/aovivo.

Parte dos formandos estará na cerimônia presencialmente e outros participarão de forma on-line. Destes estudantes, um é vinculado ao polo de Novo Hamburgo, mas como reside no Vietnã integrou a turma da China devido ao fuso horário. Eles cursam Gestão Financeira, Processos Gerenciais, Comércio Exterior e Gestão em Serviços.

O polo da Feevale está localizado em Dongguan, que desde o início dos anos 1990 é destino de brasileiros, em particular moradores da região do Vale do Sinos, que foram trabalhar lá em função de sua experiência no setor calçadista. Os cursos da Feevale Way Digital seguem um formato de ensino que utiliza metodologias ativas. Essa aprendizagem combinada proporciona aos estudantes uma experiência que vai além da sala de aula, com atividades que vinculam as práticas ao mercado de trabalho, por meio de currículos 100% atualizados e alinhados a modelos da Finlândia, educação de referência mundial.

Fonte: Assessoria
02/06/2021 0 Comentários 578 Visualizações
Variedades

Tabaco brasileiro aguarda parecer da China para ser exportado

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido à pandemia, a pré-inspeção do tabaco, uma das exigências do protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China, ocorreu sem a presença dos técnicos da Administração Geral das Alfândegas da República da China (GACC). Em acordo com o GACC, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ficou encarregado da coleta das amostras do produto processado e envio à Central Analítica da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque.

O encerramento oficial das atividades ocorreu na última sexta-feira, 31, por videoconferência, e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, do MAPA e UNISC. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu a reunião.

“Dizer que estamos chegando ao final deste processo em um ano atípico e cheio de desafios como este já é uma grande vitória, o que só foi possível com o empenho de todas as entidades e empresas envolvidas nesse processo. A China é um dos maiores importadores do tabaco brasileiro, ajudando a fortalecer cada vez mais toda a cadeia produtiva no País. Ficamos satisfeitos que em 2020 houve um acréscimo no volume comprado, ou seja, mais tabaco foi comprado comparativamente que o ano passado e esperamos que isso seja uma curva ascendente”, ressaltou Schünke.

Roque Danieli, da Superintendência do MAPA no RS, apresentou o resultado das análises realizadas e que serão despachadas à China para parecer final. Segundo ele, foram 58 amostras coletadas nos lotes de tabaco processados por sete empresas. “Todas cumpriram os requisitos sanitários e não foram detectadas pragas quarentenárias constantes no protocolo”, informou.

Daniele também comentou que técnicos do MAPA têm realizado inspeções no campo para averiguar o uso de agrotóxicos. “Percebemos que os produtores de tabaco não estão utilizando nenhum produto fora daqueles registrados e autorizados pelo MAPA. É o setor que menos tem tido problemas no assunto de defensivos, muito em função da PI Tabaco que teve a participação do MAPA na sua implementação. Temos verificado que ao longo dos anos a qualidade do tabaco vem melhorando e, considerando que esse é um trabalho das equipes de campo, salientamos que esse trabalho deve continuar, uma vez que é também um relevante fator para o comércio internacional”, ressaltou.

A responsável técnica do laboratório da Central Analítica da UNISC, professora Adriana Dupont, destacou que a inspeção é apenas uma parte do trabalho que vem sendo realizado e muito importante para a Região Sul do País. Dupont explicou que foram 40 dias de intenso trabalho avaliando o tabaco processado para poder entregar os laudos dentro do prazo, destacando que não foram encontradas estruturas viáveis de pragas quarentenárias, o que deve resultar na autorização de embarque do produto pelas autoridades chinesas.

Izabela Mendes Carvalho, chefe da divisão de programas especiais do Ministério da Agricultura em Brasília, parabenizou a todos pelo excelente trabalho. “Este é um trabalho conjunto e que viabilizou por mais um ano a exportação do tabaco brasileiro para a China, cumprindo com todas as exigências sanitárias do mercado chinês. Os inspetores da GACC e representantes comerciais não puderam vir ao Brasil devido às circunstâncias e agradecemos pela confiança no Ministério da Agricultura que ficou encarregado pela coleta, monitoramento e todo o processo de certificação fitossanitária. Esclarecemos que todos os procedimentos foram rigorosos no sentido de garantir a segurança do tabaco a ser exportado”, concluiu. Izabela informou ainda que nesta segunda-feira, 03 de agosto, “todos os documentos serão encaminhados para a China para que possam ser analisados e processados da forma mais rápida possível”.

Xinghua Zhou, presidente da China Tabaco Internacional do Brasil (CTIB), informou que o objetivo agora é conseguir o mais rápido possível o resultado da GACC. “Depende do órgão chinês a aprovação para embarcar para a China. Temos mais uma etapa pela frente e esperamos que esse momento de embarque se concretize o mais rápido possível”, comentou o executivo.

A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados. Em 2019, voltou à segunda colocação, com US$ 383 milhões.

O tabaco representou 0,95% do total de exportações brasileiras e 4,84% dos embarques da Região Sul de 2019. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,62% do total das exportações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2020 0 Comentários 891 Visualizações
Business

Abicalçados participa de apresentação de estudo sobre mercado chinês para calçados

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados, apresentam, no próximo dia 16 de julho, o Estudo do Mercado Chinês de Calçados. Realizado pela Apex-Brasil, o estudo traz dados, projeções e oportunidades do mercado naquele país. A apresentação ocorrerá na forma digital, a partir das 14 horas, e será conduzida por Pedro Netto, analista da gerência de Inteligência de Mercado da Agência, com participação da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

Considerado o maior mercado consumidor de calçados do planeta, a China movimenta mais de US$ 62 bilhões em vendas somente no setor, com um crescimento anual estimado em mais de 3% nos últimos anos. “A Apex-Brasil dispõe de uma área de Inteligência de Mercado que realiza diversos estudos, utilizando bases de dados amplas e qualificadas e mapeando oportunidades de negócios para vários produtos e em diversos mercados. No caso deste estudo sobre oportunidades para calçados brasileiros na China, identificamos os principais desafios e oportunidades, passando por temas como o aumento da demanda por calçados com design, tecnologia e sustentabilidade e a relevância do comércio eletrônico”, comenta Pedro Netto.

Comércio eletrônico

A grande oportunidade está no comércio eletrônico, que já responde por uma fatia de mais de 30% do total gerado com vendas de calçados no país. Segundo Priscila, neste contexto, o cross-border e-commerce tem se tornado cada vez mais relevante, atendendo a crescente demanda dos consumidores por produtos importados. “E, como em todo mundo, esta modalidade foi ainda mais impulsionada durante a pandemia do novo coronavírus e as restrições das vendas físicas”, comenta a coordenadora.

Importações

Reportando importações totais de calçados equivalentes a mais de US$ 3,9 bilhões (2018), a China é um mercado crescente para o setor. Mesmo com incremento nas importações de calçados brasileiros desde 2015, passando do registro de US$ 10,5 milhões para US$ 18 milhões em 2018 – dado mais recente reportado –, o mercado ainda tem muito a ser desbravado pelos calçadistas verde-amarelos. “Somos apenas o 12º fornecedor de calçados para a China e quase 50% do que exportamos para lá são produtos de menor valor agregado. Existe um mercado em expansão para produtos de maior valor agregado, especialmente nos segmentos infantil, feminino e de esportivos em geral”, comenta Priscila, ressaltando que, até 2022, a China deve movimentar mais de US$ 77 bilhões por ano com a venda de calçados.

O estudo realizado pela Apex-Brasil aponta, ainda, as oportunidades do mercado chinês, dicas e soluções para a inserção de marcas naquele país, regulamentações e acordos comerciais em voga, entre outras questões de interesse do exportador brasileiro. Durante o webinar, o impacto da Covid-19 no mercado também será discutido pelos debatedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 635 Visualizações
Variedades

Vencedora do Prêmio Killing de Tecnologia é premiada na China

Por Gabrielle Pacheco 01/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Killing, uma das dez maiores fabricantes de tintas do Brasil também é referência pela responsabilidade social. É neste contexto que a empresa busca incentivar o desenvolvimento humano e científico, com iniciativas como o Prêmio Killing de Tecnologia que compõe o mix de troféus da Mostratec – Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia, feira tecnológica promovida pela Fundação Liberato, localizada em Novo Hamburgo/RS, assim como a sede da Killing.

A iniciativa da Killing já rendeu muitos frutos, entre eles um projeto desenvolvido pela estudante de química Giovana Berti Mantovani, de 18 anos, que venceu o Prêmio Killing de Tecnologia. A conquista do troféu foi o passaporte direto para uma viagem à China patrocinada pela Killing, onde a pesquisadora conquistou o bronze na categoria projetos internacionais entre 92 projetos de várias partes do mundo, na 34ª China Adolescents Science & Tecnology Innovation Contest (Castic 2019).

“Para a Liberato esse tipo de iniciativa é fundamental para o desenvolvimento da pesquisa. Graças ao prêmio Killing, a Mostratec é um passaporte para a maior feira de ciência da China. Através disso, podemos conhecer novas tecnologias e estar inseridos num mercado que é uma das maiores economias e centros de conhecimento e tecnologia do mundo”, ressalta Luis Eduardo Selbach, Assessor de Comunicação e Membro da Comissão Central da Mostratec.

Única representante do Brasil na mostra, Giovana apresentou um estudo que investigou o detergente acabi para o tratamento do câncer.

“Prêmios como esse ampliam os horizontes de uma pessoa, principalmente, para os jovens. Foi uma experiência sensacional. Poder conhecer estudantes de outros países é fundamental para o nosso crescimento tanto na pesquisa quanto como pessoa. A China tem uma cultura inspiradora e é muito desenvolvida tecnologicamente”, destaca Giovana, que descobriu em suas pesquisas que este derivado do breu branco, resina extraída do pinheiro, pode minimizar os danos da quimioterapia em células sadias, uma vez que ele tem preferência por atacar células tumorais.

“Iniciativas como esta fazem parte da missão da Killing, que ao financiar viagens como esta, coloca em destaque os pesquisadores brasileiros e oportuniza que a ciência brasileira alcance novos patamares em nível mundial, trazendo soluções que vão beneficiar a todos, como é o caso do projeto de Giovana que pode tornar o tratamento da quimioterapia muito mais eficaz”, enfatiza Milton Killing, diretor-presidente da Killing.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2019 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Startup do Feevale Techpark ingressa no mercado da China

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de alguns meses de rígidos testes realizados por duas grandes empresas do segmento de realidade virtual, a startup Mespper Tecnologia, incubada na unidade de Campo Bom do Feevale Techpark, venceu um concurso e começará, em setembro, a distribuir seu software para o mercado da China. O produto foi criado em laboratórios da Universidade Feevale, instituição que deverá continuar apoiando a empresa nesse trabalho.

Promovido pela Pico Interactive, segunda maior distribuidora de hardware em realidade virtual, juntamente com a gigante em processadores Qualcomm, o concurso foi vencido pela Mespper e por uma empresa da Coreia do Sul. Os jurados analisaram aplicativos para experiências e para games. O software da startup gaúcha é destinado à experiência ao usuário final (B2C). No final deste mês, Eloi Gerard, representante da Mespper em Xangai, deverá receber a premiação.

A partir de setembro, o software será distribuído na China, que é o maior mercado de realidade virtual do mundo.

Com ele, o usuário sobe todos os seus arquivos (imagens, vídeos e objetos, entre outros) em um ambiente de realidade virtual para visualizar em uma imersão maior do que o smartphone. Ele poderá compartilhar esse ambiente com outras pessoas e fazer conexões com os arquivos dentro do cenário, extraindo dessa experiência uma imersão maior nos arquivos e aproveitando tanto para treinamento como para marketing ou diversão.

Segundo Messias de Paula Pereira, fundador da Mespper Tecnologia, essa conquista representa um grande passo para a startup, pois grandes especialistas do setor imputaram valor ao produto. “Alinhamos o software ao mercado da China e, futuramente, estaremos prontos para o mercado B2C no Brasil”, afirma.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 514 Visualizações
Cidades

Tabaco brasileiro apto à exportação para China

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O tabaco brasileiro foi, mais uma vez, certificado pelos técnicos chineses da Administração Geral das Alfândegas da República da China (Gacc) para ser embarcado. A pré-inspeção é uma das exigências do atual protocolo bilateral de comércio entre Brasil-China para a exportação do tabaco e compreende a coleta de amostras do produto processado para testes laboratoriais que comprovem a fitossanidade do tabaco brasileiro antes do embarque.

O encerramento das atividades ocorreu nesta sexta-feira (19) em Santa Cruz do Sul (RS) e reuniu representantes do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas exportadoras, integrantes da Gacc, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Segundo Liu Fuchao, supervisor da Gacc, o trabalho deste ano foi concluído com sucesso. “Dois grupos de inspeção estiveram na região desde meados de junho e 60 amostras foram analisadas de um volume total de 43 mil toneladas compradas pela China. Os dois grupos viram o empenho das empresas brasileiras em respeitar as exigências fitossanitárias do acordo, garantindo a segurança do tabaco à China”, relatou o técnico sobre o material que foi analisado no laboratório da Central Analítica da Unisc. A responsável técnica do Laboratório de Fitopatologia, professora Adriana Dupont, acompanhou as análises laboratoriais.

A China é um importante parceiro do agronegócio brasileiro há alguns anos e isso também acontece no setor do tabaco: em 2017 figurou como segundo maior país comprador do tabaco brasileiro, gerando US$ 276 milhões em divisas, o que representou 13% do total embarcado no ano. Em 2018, devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019, o país figurou na terceira colocação, com US$ 165 milhões embarcados.

Como reflexo, é esperado um aumento nos embarques do ano corrente. Pesquisa realizada em março pela PriceWaterhouseCoopers confirmou essa expectativa, apontando aumento de 6% a 10% no total dos embarques de 2019, tanto em dólares quanto em volume.

“Historicamente, a China só não é o maior país importador devido ao porto da Antuérpia, na Bélgica, destino de 40% do nosso produto. Esperamos que essa relação sólida continue por muitos anos”, ressaltou o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Por se tratar de uma missão oficial de inspeção agropecuária, feita por técnicos de outro país, técnicos do Mapa acompanharam todo o processo de coleta e análises das amostras. Mauro Ruggiro e Roque Danieli representaram a Superintendência do Mapa no RS e enfatizaram a importância do trabalho realizado.

“Trabalhamos neste acompanhamento há mais de 10 anos e vemos a seriedade do trabalho conduzido pelos técnicos, assim também como no caso das empresas brasileiras. O resultado positivo para o Brasil é resultado direto de um trabalho consolidado de integração entre produção no campo e beneficiamento do produto”, afirmou Danieli que também falou da expectativa de reavaliar os termos do protocolo em breve.

Representando o Departamento de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura em Brasília, Débora Maria Rodrigues Cruz destacou a importância da atividade, “ao assegurar a sanidade do produto e o atendimento dos requisitos fitossanitários para atendimento do protocolo com a China”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 450 Visualizações
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