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Centros Humanitários de Acolhimento (CHAs)

Política

Gabriel Souza confere obras em Centro Humanitário de Acolhimento em Canoas

Por Marina Klein Telles 21/06/2024
Por Marina Klein Telles

As obras nos Centros Humanitários de Acolhimento (CHAs), projetados pelo governo do Estado, seguem em ritmo acelerado em Canoas. Na quinta-feira (20), o vice-governador e coordenador do projeto, Gabriel Souza, fez uma vistoria no local que receberá um dos cinco centros (dois em Canoas e três em Porto Alegre) e abrigará em torno de 700 pessoas que foram atingidas pelas enchentes e perderam suas casas.

Acompanhado pelo secretário-chefe do Escritório de Resiliência Climática do município, José Fortunati, e pela equipe técnica, eles percorreram as áreas externas e internas, onde as obras de esgotamento, drenagem e montagem de estruturas estão em andamento. “Em tempos normais, uma obra dessa complexidade levaria meses para ser colocada de pé, mas devido à emergência e por meio de uma coordenação afinada entre todos os atores envolvidos, estamos fazendo isso em pouco mais de 40 dias”, afirmou.

Ele citou a parceria com a prefeitura de Canoas e com as agências da Organização das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (Acnur) e para as Migrações (OIM). Gabriel também destacou o financiamento do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, além das concessionárias e empresas doadoras de equipamentos e serviços fundamentais para o rápido andamento das obras. “Uma grande solidariedade está tomando conta de muitas entidades, instituições e órgãos públicos, contribuindo para fornecer dignidade para essas famílias tão atingidas pelas enchentes”, finalizou.

A previsão é que as obras no local sigam até o final de junho e que, a partir da primeira semana de julho, seja possível iniciar um cronograma para acolhimento das primeiras famílias no local.

“Optamos e abraçamos o Centro Humanitário de Acolhimento porque, além de ser um espaço mais qualificado, ainda tem toda a experiência comprovada e atestada pela Acnur. Estamos falando de uma abrigagem que propicia a chamada individualidade, com uma família em cada uma das unidades habitacionais. É melhor do que estar hoje em uma escola, ginásio de esportes ou sindicato, que cumpriram um papel importante por um período”, complementou Fortunati.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 451 Visualizações
Projetos especiais

Acnur monta casas emergenciais para vítimas das enchentes em Canoas

Por Marina Klein Telles 07/06/2024
Por Marina Klein Telles

Foi montada, na quarta-feira (5), a primeira casa emergencial para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Com a ajuda do Exército Brasileiro e da Agência das Nações Unidades para Refugiados (Acnur), a unidade foi instalada em Canoas, na Região Metropolitana, no local onde funcionará um dos Centros Humanitários de Acolhimento (CHAs) projetados pelo governo do Estado.

As unidades vão proporcionar melhor acolhida e mais privacidade às famílias que ficaram desabrigadas em razão do desastre de maio, servindo como uma solução transitória entre os abrigos emergenciais e as moradias definitivas. A iniciativa integra o Plano Rio Grande, programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática do Estado que visa planejar, coordenar e executar ações para enfrentar as consequências sociais, econômicas e ambientais da enchente histórica.

Coordenador do gabinete de crise e à frente do projeto dos CHAs, o vice-governador Gabriel Souza destaca que a parceria da Acnur se soma aos esforços do Estado para viabilizar os espaços, e que as unidades habitacionais serão fundamentais nesse processo. “Recebemos, nos primeiros dias após o início da calamidade, o contato da Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados e, desde então, temos trabalhado de forma colaborativa para que possamos instalar os Centros com a maior agilidade possível”, ressaltou.

A primeira casa modular foi erguida durante treinamento realizado pela Acnur com um grupo de dez militares para explicar como deve ser feita a montagem. Durante a capacitação, a equipe instalou a moradia do zero, desde a abertura das caixas utilizadas para o transporte de seus componentes até a colocação de bases, teto, paredes, janelas e porta.

O treinamento foi ministrado pela oficial de Planejamento de Abrigos da Acnur, Patrícia Gomes Monteiro, que é engenheira e orientou os militares durante o processo. “Todas as estruturas já vêm conectadas e são projetadas para que a montagem seja rápida. A vantagem é que, em uma situação de resposta de emergência, é possível erguer as casas de forma ágil. Além disso, são melhores do que uma barraca ou uma tenda comum, porque dão a sensação de um lar e de acolhimento”, disse Patrícia.

Nesse primeiro exercício, a montagem levou seis horas, com instruções passo a passo. Contudo, à medida que as equipes ganharem experiência, o trabalho se tornará cada vez mais ágil. Segundo Patrícia, um grupo de seis pessoas conseguirá montar a casa em até quatro horas. A ideia é que um grande número de militares possa instalar várias unidades ao mesmo tempo.

A Acnur doou, no total, 208 casas modulares ao Rio Grande do Sul. Dessas, 108 já se encontram no território gaúcho, e as outras 100 estão em trânsito. Das 208, oito vieram de Boa Vista, capital de Roraima, e as demais são provenientes da Acnur na Colômbia. De lá, os materiais vêm de avião pela rota Bogotá–Santiago–Guarulhos e depois seguem por via terrestre até Porto Alegre.

Fotos: Joel Vargas/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 544 Visualizações

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