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Política

Abicalçados avalia positivamente a aprovação da desoneração da folha na Câmara

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

A aprovação na Câmara do projeto de lei que garante a continuidade da desoneração integral da folha de pagamentos para 2024, com cobrança híbrida até o final de 2027, foi avaliada positivamente pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Após passar pelo Senado Federal, o projeto foi votado nesta quarta-feira à noite (11) na Câmara dos Deputados, no prazo máximo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Como a data limite era para a sanção presidencial, a Advocacia Geral da União (AGU) solicitou mais três dias de prazo ao STF.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, que acompanhou de perto a votação, afirma que a aprovação traz maior segurança jurídica para as empresas. “Embora não seja o ideal, o projeto acordado com o Governo Federal aprovado traz um pouco mais de tranquilidade para as empresas”, comenta o dirigente. Segundo Ferreira, o justo seria a manutenção do PL original aprovado pelo Congresso Nacional e vetado pelo poder executivo no ano passado, que mantinha a desoneração da folha de pagamentos integral até o final de 2027. “Não foi respeitada a vontade soberana do Congresso Nacional naquela oportunidade”, ressalta o presidente-executivo da entidade.

Foram longas discussões entre o legislativo e o executivo até se estabelecer um acordo que garante a desoneração integral até o final deste ano, com cobrança híbrida de 2025 até 2027. Conforme o projeto aprovado, a contribuição sobre a folha de pagamentos passa a ser de 5% em 2025. Em 2026, a contribuição será elevada para 10% e em 2027, para 15%. A partir de 2028, retorna a cobrança integral de 20% sobre a folha de salários. A alíquota sobre a receita bruta também irá diminuir gradualmente, em 20%, 40% e 60%. “A partir de 2026, em alguns casos o mecanismo nem fará mais sentido para as empresas”, pondera Ferreira.

Reforma Tributária

De acordo com o dirigente da Abicalçados, com a aprovação da transição, o próximo passo será uma intensa atuação para que na Reforma Tributária todo emprego brasileiro seja desonerado. “Não faz nenhum sentido onerar a criação de empregos em um país com tantos problemas sociais”, avalia Ferreira.

Projeto aprovado

O projeto aprovado no dia 11 prevê uma série de medidas de compensação para a perda de receitas com a redução da contribuição previdenciária. A proposta prevê que as empresas que optarem pela desoneração deverão, a partir de 1º de janeiro de 2025 e até 31 de dezembro de 2027, firmar termo de compromisso para manter, ao longo de cada ano, quantidade média de empregados igual ou superior a 75% da média do ano imediatamente anterior. Caso a empresa não cumpra o termo, não poderá usar a contribuição sobre a receita bruta a partir do ano seguinte ao descumprimento, devendo pagar integralmente a alíquota de 20% sobre a folha. Outras medidas incluem a renegociação de dívidas das empresas com as agências reguladoras, repatriação de recursos, atualização dos bens no Imposto de Renda, uso de depósitos judiciais e extrajudiciais, uso de recursos esquecidos e monitoramento de benefícios fiscais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 501 Visualizações
Política

Fecomércio-RS pede apoio ao presidente do Senado para acelerar avanço do PLN 25/2024

Por Jonathan da Silva 23/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS solicitou o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para a aceleração da aprovação do PLN 25/2024, que facilita empréstimos e renegociações para pessoas e empresas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O projeto altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de pessoas físicas e jurídicas dos municípios atingidos pela catástrofe. O ofício da entidade destinado a Pacheco foi protocolado na segunda-feira (19).

O principal ponto do projeto é a dispensa da exigência de Certidão Negativa de Débito (CND), demanda para a qual a Fecomércio-RS vinha chamando atenção das lideranças políticas e órgãos governamentais nas últimas semanas. “Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumentaram as dificuldades das empresas de cumprirem a exigência de apresentação da CND, limitando, justamente, o acesso ao crédito aos empreendimentos mais necessitados e comprometendo a efetiva recuperação da economia gaúcha”, resume o presidente da Federação, Luiz Carlos Bohn.

Essa medida é necessária para garantir que as empresas afetadas pelas enchentes possam acessar auxílio financeiro para a manutenção de seus negócios, como as linhas de crédito com subvenção de juros disponíveis através do Pronampe”, conclui Luiz Carlos Bohn.

Foto: Matheus Natan/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2024 0 Comentários 374 Visualizações
Cidades

Prefeita de Novo Hamburgo palestra em evento nacional

Por Jonathan da Silva 22/08/2024
Por Jonathan da Silva

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), foi uma das painelistas no lançamento do Ranking de Competitividade dos Estados e Municípios e Prêmio Excelência em Competitividade 2024, promovido pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em Brasília nesta quarta-feira (21). Fátima e o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), discutiram a aplicação de dados na temática “As evidências tornaram-se uma ferramenta indispensável para fortalecer a gestão e a governança nos municípios”. O painel foi mediado pelo sócio-diretor do Grupo Houer, Camillo Fraga.

A chefe do poder executivo de Novo Hamburgo viajou a convite do CLP e foi a única prefeita gaúcha a palestrar no evento, que é considerado um dos mais importantes na área, reunindo mais de 1,8 mil lideranças públicas e privadas do país, incluindo prefeitos e vários governadores, inclusive Eduardo Leite (PSDB), que também palestrou no evento. “Tenho muito orgulho de estar aqui e falar sobre a importância das decisões serem tomadas com base em dados científicos, como sempre tenho dito, mas também por estar levando o nome da cidade de Novo Hamburgo como exemplo para todo o país”, destacou a prefeita Fátima.

Prefeita Fátima Daudt palestra em Brasília

A quinta edição do ranking municipal é composta por 65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e três dimensões. O ranking avaliou a situação das cidades brasileiras com mais de 80 mil habitantes, totalizando 404 cidades. O CLP é uma entidade suprapartidária que busca engajar a sociedade e desenvolver líderes públicos para enfrentar os problemas mais urgentes do país.

Novo Hamburgo no ranking

Novo Hamburgo teve avanços significativos em pilares essenciais do ranking, como a subida de 62 posições em “Acesso à Educação” e 38 em “Funcionamento da Máquina Pública”. Outros destaques da cidade do Vale dos Sinos foram nos pilares “Acesso à Saúde”, com avanço de 14 posições, e “Meio Ambiente”, com 21 colocações a mais. Os resultados fizeram o município saltar 44 posições na “Dimensão Instituições”. No ranking geral, Novo Hamburgo ficou em 135º entre os 404 municípios avaliados em todo país.

Já no Ranking de Competitividade dos Estados, o Rio Grande do Sul ficou em 5º lugar, atrás de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Distrito Federal.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Política

Prefeita de Novo Hamburgo atualiza demandas junto ao Governo Federal

Por Jonathan da Silva 21/08/2024
Por Jonathan da Silva

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), esteve reunida nesta terça-feira (20) em Brasília com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, e seu chefe de gabinete, Wesley de Almeida Felinto, no Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional. O encontro ocorreu para tratar dos projetos encaminhados pelo município em função da enchente.

A prefeita está na capital nacional para o lançamento do Ranking de Competitividade dos Estados e Municípios e Prêmio Excelência em Competitividade 2024, promovido pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Fátima é a única prefeita gaúcha a palestrar no evento.

Novo Hamburgo foi uma das cidades que mais enviou projetos ao Governo Federal por meio Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID). O município já tem aprovados mais de R$ 18 milhões, além de 1.300 moradias para atender as pessoas que tiveram suas casas destruídas pela enchente. “Foi uma conversa muito técnica para liberação de projetos. Agradeci os recursos já liberados e mostrei aqueles que ainda não foram aprovados. Conversamos sobre o que falta, o que precisava ser feito e os ajustes necessários em cada projeto”, explica a prefeita Fátima.

Além dos projetos enviados via S2ID, a Prefeitura de Novo Hamburgo ainda tem diversos projetos em outros ministérios, como R$ 21 milhões para construção de duas bacias de detenção (bairros Rincão e Guarani) e R$ 18 milhões para construção de dique no Loteamento da Integração. Há ainda R$ 5,23 milhões da Justiça Federal para fortalecimento de ações da Defesa Civil e parcela extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de R$ 7 milhões, ambos já liberados.

Além disso, também foi anunciado pelo Governo Federal R$ 1,9 bilhão para obras de prevenção de inundações na Bacia do Rio dos Sinos em 10 cidades, mas ainda sem especificar o valor em cada cidade. R$ 12 milhões para pavimentação junto ao Governo do Estado também foram divulgados. Antes da enchente, Fátima Daudt já havia garantido por meio do PAC, junto à União, R$ 21,5 milhões para as áreas de saúde, educação, habitação, cultura e infraestrutura, que incluem construção de nova escola, unidade de saúde, CAPS e um centro de cultura.

Prefeita Fátima Daudt e o secretário nacional de Defesa Civil, Wolnei Wolff

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2024 0 Comentários 491 Visualizações
Política

Fecomércio-RS celebra aprovação do PLP 68/2024, que avança na Reforma Tributária

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

A aprovação do PLP 68/2024 na Câmara dos Deputados, projeto que trata da regulamentação da Reforma Tributária, foi comemorada pela Fecomércio-RS, que tem atuado há dois anos para obter melhorias no sistema tributário. O PLP institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Na prática, eles substituem um conjunto de três tributos federais, PIS, Cofins e IPI, e de outros dois subnacionais, ICMS e ISS.

O projeto também aborda regimes específicos de tributação, regras de alíquotas, normas de incidência, sistema de créditos e devolução de impostos recolhidos, aplicando o princípio da não cumulatividade. Agora, o PLP aguarda o parecer do Senado Federal, sob relatoria do senador Eduardo Braga (MDB/AM). “O tema vinha sendo discutido há anos e finalmente temos avanços que serão muito positivos para a economia gaúcha”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. “Participamos dos debates visando aparar arestas e estabelecer garantias ao setor produtivo. A manutenção da carga tributária foi uma bandeira hasteada pela Federação desde o primeiro momento, e comemoramos a sua aprovação, assim como os redutores nos regimes de tributação dos setores de hotéis, bares e restaurantes, parques e imóveis. A reforma inaugurará um novo momento para a economia brasileira”, complementa o dirigente.

Para o consumidor, um dos principais pontos é a devolução de tributos para pessoas de baixa renda com Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), o popular cashback. Com 477 votos favoráveis, a proposta também inclui carnes, peixes, queijos e sal na lista de alimentos com alíquota zero de IBS e CBS. Em prol dos pequenos empresários, o texto inova ao criar uma nova categoria, denominada nanoempreendedor, que não pagará IBS e CBS, desde que não tenha aderido ao regime simplificado do microempreendedor individual (MEI). Para isso, a pessoa física deve faturar até R$ 40,5 mil ao ano (50% do limite para adesão).

Durante a tramitação, alterações pleiteadas pela Federação foram conquistadas, como a garantia de não aumento da carga tributária global, não aumento parcial da carga tributária setorial, geração de crédito pelas empresas do Simples Nacional, respeito ao princípio da noventena na definição de alíquotas e um período de referência da repartição de recursos do IBS durante a transição, reduzindo a chance de aumento de ICMS no Estado. “Seguiremos atuando no Senado e também quando retornar à Câmara em busca das demandas que ainda não foram atendidas”, ressalta Bohn.

Foto: Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 443 Visualizações
Política

Amvarp pede socorro imediato à União por reconstrução do Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 08/07/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) encerrou sua participação na Marcha dos Prefeitos para Reconstrução dos Municípios em Brasília com um apelo direto ao Congresso e ao Governo Federal por apoio à reconstrução da região. De acordo com a entidade, a União precisa agir com aporte de recursos para suprir as baixas de arrecadação, que no caso do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pode chegar a uma redução de até 25% na arrecadação das prefeituras. Celeridade no acesso a recursos, repasses extra e socorro financeiro ao empreendedor também estão entre os pedidos da Amvarp.

De acordo com o presidente da Amvarp, Carlos Bohn, o segundo dia de agenda na marcha foi o com mais compromissos oficiais. A comitiva de prefeitos da região participou de agendas e conferências nos três turnos. “Participamos de uma audiência pública da Comissão Externa Destinada a Reparar Danos das Enchentes, da Câmara dos Deputados. Neste encontro, além de nós prefeitos e dos deputados federais da comissão, o governador do estado, Eduardo Leite participou do encontro. Tocamos novamente na necessidade de um repasse extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), destinado aos municípios em situação emergência, assim como aqueles que decretaram calamidade”, destaca Bohn.

O presidente da entidade explica que a equalização nas perdas do ICMS é ação urgente e necessária ao equilíbrio do caixa do estado e das prefeituras. “Nos meses de maio e junho, foi possível notar uma queda na casa dos 22% nestes dois meses. No entanto, há uma projeção de redução de 25%, tendo como base os orçamentos dos municípios, feitos em cima da projeção, isto é muito grave”, ressalta Bohn. Conforme o presidente da Amvarp, a União precisa agir de forma semelhante às medidas tomadas durante a pandemia da Covid-19, no que se refere ao ajuste nos valores de repasses fiscais aos municípios atingidos pelas enchentes.

Outra ação proposta pela Associação está relacionada com a possibilidade de flexibilizar o uso de recursos vinculados. Muitos valores que circulam no caixa dos municípios têm destinação certa, não podendo de forma nenhuma suprir investimentos em áreas diferentes. “A proposta é que em função dos desastres, possamos usar os recursos vinculados, que estes sejam utilizados conforme necessidade, da forma como for preciso para o socorro às famílias atingidas pelas enchentes”, pontua Bohn.

Desburocratização dos recursos

Outra demanda apresentada pela Amvarp diz respeito à necessidade de que a União elimine a chamada burocracia no atendimento às necessidades apresentadas pelos prefeitos. “O acesso aos repasses e recursos devem ser imediatos e com o mínimo de burocracia possível, para que seja, de forma imediata, realizada a recuperação dos municípios de diferentes formas”, destaca Bohn.

O presidente da Amvarp diz ainda que a recuperação de estradas vicinais, que são responsabilidade direta das prefeituras, depende da oferta de recursos federais. “É preciso que estes recursos cheguem para que possamos fazer frente a todas as necessidades”, acrescenta Bohn. O pleito foi encaminhado às comissões especiais da Câmara dos Deputados e para o Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, para serem levadas ao conhecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao final das agendas, Bohn acredita que, por conta da participação expressiva da região e dos próprios municípios atingidos pelas enchentes, o Governo Federal deverá dedicar uma atenção extra para a recuperação do Rio Grande do Sul. “A gente retorna com a expectativa de uma atenção imediata às necessidades dos municípios apresentaram em Brasília, com esta urgência grande. Foi quase como um pedido de ‘socorro’ que o estado e os municípios fizeram durante estes dois dias de mobilização”, conclui o presidente da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2024 0 Comentários 393 Visualizações
Política

Cisvale defende liberação de recursos para Defesas Civis municipais na Marcha dos Prefeitos

Por Jonathan da Silva 05/07/2024
Por Jonathan da Silva

Durante a participação da Marcha dos Prefeitos pela Reconstrução do RS, em Brasília, o Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) defendeu a liberação de repasses às Defesas Civis dos municípios atingidos no estado. Além disso, a necessidade de socorro imediato do Governo Federal às prefeituras, por meio da liberação de recursos e da desburocratização de processos, esteve em destaque. Na avaliação da entidade sobre evento, realizado nesta semana, há agora a expectativa de uma atenção às necessidades das regiões.

De acordo com a presidente do Cisvale, Sandra Backes, a reconstrução precisa ser feita de forma mais rápida e célere, e passa pela importância da ajuda direta aos municípios por meio da Defesa Civil. “Este processo não pode ser tão demorado, passa essencialmente pelo aparelhamento com recursos às Defesas Civis de nossos municípios, para que por meio destes dois órgãos, tenhamos condições de realizar as ações necessárias. Fomos ouvidos e recebidos até mesmo pelo Governo Federal, mas não temos um retorno imediato às nossas demandas”, afirma a presidente.

É essencial que haja uma liberação de recursos de forma mais rápida ao auxílio reconstrução, ao fortalecimento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronamp), que não é suficiente para as empresas acessarem, são muitas demandas e todas urgentes”, destaca Sandra Backes.

De acordo com a presidente do Cisvale, as próprias ações do consórcio, como a realização de parcerias para a elaboração de laudos em edificações atingidas pelas enchentes, criação de projetos urbanísticos, liberação de horas-máquina e suporte financeiro, por meio do Pix Solidário, tiveram papel fundamental no processo de resposta imediata aos municípios. “Porém são muitas demandas e solicitações, de diferentes frentes e todas merecem urgência. O Cisvale atuou como protagonista neste processo, mas o governo federal precisa entrar de vez na recuperação do nosso estado”, conclui Sandra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2024 0 Comentários 341 Visualizações
Cidades

Prefeita de Novo Hamburgo apresenta propostas da FNP para ministro das Cidades

Por Jonathan da Silva 04/07/2024
Por Jonathan da Silva

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), que é vice-presidente de Mobilidade Urbana da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), apresentou propostas da entidade ao ministro das Cidades, Jader Filho, nesta quarta-feira (3) em Brasília. As demandas são referentes a formas de melhorar o transporte público coletivo nas cidades brasileiras, principalmente nas regiões metropolitanas.

No encontro, a FNP apresentou propostas de recursos para o transporte público coletivo, com foco na renovação e descarbonização da frota de ônibus. De acordo com levantamento do setor, o país possui a frota mais velha em 27 anos, o que reduz qualidade e segurança do transporte e contribui para a emissão de gases do efeito estufa. “O país possui grandes desafios na mobilidade urbana, como a redução dos passageiros no transporte público, o aumento dos custos e tarifas e os impactos ambientais de uma frota mais antiga em algumas cidades. Melhorar o cenário requer investimentos de todos os entes federados. Além disso, a formulação e avaliação de políticas públicas e decisões de investimentos são prejudicadas pela falta de dados abrangentes e confiáveis”, ponderou Fátima Daudt.

Uma reivindicação da FNP que congrega todas as capitais e os municípios com mais de 80 mil habitantes é o aprimoramento na gestão do Sistema Nacional de Informações em Mobilidade Urbana, que atualmente depende de dados declaratórios e informações autorrelatadas, considerados de baixa confiabilidade. O projeto busca desenvolver uma estrutura unificada e uma ferramenta unificada para a gestão, compartilhamento e abertura de dados e indicadores de mobilidade nas cidades brasileiras, como bilhetagem eletrônica e GPS da frota, entre outros dados.

O ministro Jader Filho recebeu as propostas e encaminhou para a equipe técnica do Ministério das Cidades. A prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas (PSDB), vice-presidente de Direitos Humanos da FNP, e Moema Gramacho, vice de Políticas de Gênero, também participaram da reunião.

Encontro entre a FNP e o Ministério das Cidades em Brasília

Igualdade de gênero

No encontro também foi apresentado o “Projeto + Iguais: Políticas de Gênero Transformando as Cidades”, de iniciativa da FNP e do Instituto Alziras, com parceria institucional da ONU Mulheres, Ministério dos Povos Indígenas, e Ministério das Mulheres, com financiamento da Agence Française de Développement (AFD). O objetivo é apoiar as cidades na promoção da igualdade de gênero, incentivando prefeitas e prefeitos a alcançarem resultados concretos na interseção de gênero e raça/etnia. O projeto também procura pautar o debate sobre igualdade de gênero e raça nas eleições municipais de 2024 e reconhecer iniciativas municipais que se destacam no tema, visando também o empoderamento das mulheres.

Fotos: Marcelo Camará/Ministério das Cidades/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2024 0 Comentários 545 Visualizações
Política

Na Marcha dos Prefeitos, Amvarp pede agilidade na liberação de recursos para reconstrução

Por Jonathan da Silva 03/07/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) está participando da Marcha dos Prefeitos Para a Reconstrução dos Municípios do RS, em Brasília. No evento, a entidade cobra celeridade do Governo Federal em relação aos anúncios e programas pró-reconstrução da região após a catástrofe climática. Além dos repasses da União, os prefeitos esperam soluções para a redução da arrecadação de impostos e medidas que beneficiem a iniciativa privada a permanecer ajudando no processo de retomada econômica. A mobilização, que iniciou nesta terça-feira (2) seguirá durante a quarta-feira, 3 de julho.

O presidente da Amvarp, Carlos Bohn, explica que, acompanhados da bancada gaúcha da Câmara dos Deputados, senadores e parlamentares estaduais, os prefeitos esperam rapidez por parte do Governo Federal para a reconstrução dos municípios. “O que se precisa agora é uma maior agilidade na liberação desses recursos. Estamos falando em valores destinados às prefeituras, para a reconstrução e auxílio aos moradores atingidos, assim como socorro aos investidores e ao setor primário. Houve um anúncio grande de recursos, mas está faltando justamente facilitar o acesso a estes recursos e a sua efetiva chegada aos municípios”, pontua Bohn.

O presidente da entidade explica que, no caso dos municípios, há um interesse também em matérias que estão em análise ou votação no Congresso, como no caso da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 66, de 2023, que trata sobre a desoneração da folha de pagamento, assim como as contribuições previdenciárias, que seguem em alíquota reduzida. “Há também uma queda grande nas receitas municipais, por meio da redução da arrecadação, especialmente nos meses de maio e junho. É necessário que o Governo Federal faça uma compensação urgente ao estado do Rio Grande do Sul, pois há uma expectativa que esta situação se mantenha por mais tempo”, aponta Bohn.

O chamado Fundo de Participação dos Municípios (FPM) Calamidade é também uma aposta da região em Brasília. De acordo com o presidente da Amvarp, a União fez um repasse extra de FPM aos municípios em situação de calamidade, tendo como base os valores praticados pelo fundo no último mês de abril. “Apenas uma parte, um pouco mais que 90 municípios que decretaram situação de calamidade receberam esta ajuda. Os demais, 400, não receberam esta ajuda. Se busca isso também, para que seja editada uma Medida Provisória, via Confederação, que deve ajudar na elaboração da redação desta medida, por meio do conhecimento que a CNM tem sobre a realidade das prefeituras”, salienta Bohn.

A Marcha continua

O evento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) segue em Brasília na quarta. Entre as agendas, estão um novo encontro com parlamentares e a presença de representantes do Governo Federal. “Na tarde de terça-feira, nossa comitiva foi recebida pelo presidente Arthur Lira. Teremos agendas importantes para dar continuidade a esta mobilização”, destaca o presidente da Amvarp. De acordo com Bohn, a agilidade no recebimento de auxílio e recursos por parte da União seguirá sendo a tônica do encontro que reúne mais de 400 prefeitos de todo o Rio Grande do Sul.

Foto: Agência CNM/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2024 0 Comentários 386 Visualizações
Política

Prefeita de Novo Hamburgo participa de mobilização por apoio da União

Por Jonathan da Silva 02/07/2024
Por Jonathan da Silva

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), esteve na Marcha a Brasília pela Reconstrução dos Municípios do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (2). A chefe do executivo hamburguense esteve ao lado de mais de 330 prefeitos de cidades gaúchos, deputados estaduais, federais e senadores. As autoridades reivindicam ao Governo Federal a recomposição das perdas de arrecadação do ICMS para que possam manter o atendimento à população na saúde, educação, segurança e outros serviços públicos.

A estimativa do governador Eduardo Leite (PSDB) é da perda de até R$ 10 bilhões até o fim do ano no Rio Grande do Sul. Desse montante, 25% são repassados para as prefeituras. “Sem a compensação, os municípios terão perdas em média de 25% na receita até o fim do ano, o que traria muitas dificuldades para cumprir com suas obrigações. Em Novo Hamburgo, já tivemos impacto nas receitas com repasses menores de ICMS. A projeção é de redução de 30% até o fim do ano, o que muito nos preocupa. É hora de união pelo Rio Grande do Sul, pelos seus municípios e pelos gaúchos”, detalhou a prefeita Fátima.

A mobilização na capital federal, que se estende até a quarta-feira, 3 de julho, é promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) em parceria com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). O encontro tem como objetivo agilizar as medidas emergenciais e estruturantes para o restabelecimento das cidades afetadas pelas enchentes no RS.

A CNM também promove uma Mobilização Nacional Permanente, com a participação de prefeitos de todo o Brasil, para buscar o avanço de medidas no Congresso. Entre os temas estão a desoneração permanente da folha de pagamento, o parcelamento especial das dívidas dos municípios, o novo modelo de quitação de precatórios, a extensão da Reforma da Previdência aos municípios com Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), o aumento do FPM em 1,5% e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para enfrentamento de desastres e mudanças climáticas.

Foto: Maicon Bock/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2024 0 Comentários 393 Visualizações
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