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Variedades

Destinos charmosos pelo Brasil para viajar a dois e curtir o inverno

Por Milena Costa 23/07/2021
Por Milena Costa

O Brasil é sempre muito associado ao verão e suas belas praias. Mas, com o fim do primeiro semestre e a chegada do inverno, nada como um destino charmoso para curtir os dias mais frios do ano a dois. Há diversos lugares por todo o Brasil que são incríveis durante essa estação. Por isso, a agência Abreu indica os melhores lugares para visitar neste período.

Campos do Jordão

Esta charmosa cidade é um famoso destino de inverno do estado de São Paulo. Sua arquitetura de estilo europeu é um verdadeiro charme e conquista os visitantes. Muito badalado e cheio de atividades para fazer, Campos do Jordão é ideal para curtir dias frios, degustando as delícias da culinária alemã e tomando um bom vinho em frente à lareira. Quem preferir, pode ainda provar as cervejas artesanais produzidas na cidade.

Vale dos Vinhedos, a Toscana Brasileira

 

Este destino é um Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul. Seus vales cobertos de parreirais e as lindas paisagens são cenários perfeitos para apreciar um bom vinho nos dias mais frios do ano. A hospitalidade e a infraestrutura turísticas são de alta qualidade e vão surpreender os visitantes. Com os pacotes da Abreu, o viajante pode aproveitar a estadia para conhecer um dos mais de 30 produtores de vinho da região e provar a deliciosa gastronomia do Vale, que tem forte influência italiana.

Gramado

Este destino de ares europeus, também localizado no Rio Grande do Sul, é ideal tanto para casais quanto para famílias. Enquanto os casais aproveitam o clima romântico da estação mais fria do ano, as famílias curtem atrações como esquiar no Snowland e ver as esculturas de chocolate do Mundo do Chocolate. Devido ao clima marcado pela umidade e baixas temperaturas, com sorte os visitantes podem ter a chance de ver até um pouquinho de neve em Gramado. A Abreu conta com diversas opções de pacotes para Gramado com saídas de todo o Brasil.

Penedo

Esta simpática cidade da região sul do Rio de Janeiro, nas montanhas do Itatiaia, é a única colônia finlandesa do Brasil em um dos principais destinos de inverno do país. A principal rua de lojas é chamada de Pequena Finlândia porque as construções e decorações são inspiradas no país. Apesar de a região ser famosa pelas cachoeiras, a dica no inverno é curtir os passeios românticos pela cidade e apreciar a culinária local, com frutos do mar e carnes grelhadas, além de muito chocolate quente e fondue.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Variedades

Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica comemora 35 anos

Por Milena Costa 13/07/2021
Por Milena Costa

O dia 15 de julho de 2021 será histórico para a genética médica. A entidade que representa a especialidade celebra 35 anos de sua fundação com a temática do “passado, o presente e o futuro da Genética Médica!”. Em virtude das restrições impostas pela pandemia do Coronavírus, as comemorações serão feitas em um evento virtual. A atividade será realizada no dia 15 de julho, às 19h30min com transmissão através de link disponível nas redes sociais.

A entidade lança, ainda, o livro ” Olhares e caminhos: 35 anos da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica”. Neste, traça-se um panorama histórico por meio de documentos e narrativas de diferentes pessoas que fizeram parte da criação, consolidação e expansão da Especialidade no Brasil.

A Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM) foi fundada em 15 de julho de 1986 durante o 32º Congresso Nacional de Genética e 38ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realizado em Curitiba, Paraná.

Tem como objetivos divulgar e ampliar o conhecimento da Genética Médica no país; representar a Genética Clínica brasileira junto às instituições nacionais e internacionais; contribuir para o progresso da Genética Médica no Brasil; estimular a formação de novos profissionais; realizar congressos nacionais e internacionais; apoiar cursos de especialização e formação em Genética Médica e Medicina Genômica; orientar e supervisionar as atividades relacionadas com o exercício profissional no campo da Genética Clínica; assessorar os órgãos governamentais no credenciamento de unidades formadoras de especialistas em Genética Clínica e assessorar os órgãos governamentais na boa prática e política de atendimento de pacientes com doenças genéticas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2021 0 Comentários 982 Visualizações
Cidades

Gramado sediará o evento “Doing Business with the USA by Texas”

Por Milena Costa 08/07/2021
Por Milena Costa

Nos dias 9, 10 e 11 de julho, Gramado sediará o evento “Doing Business with the USA by Texas” ou “Fazendo Negócios com os Estados Unidos pelo Texas”. O evento organizado pela Câmara Texana de Comércio no Brasil reunirá líderes empresariais, investidores, autoridades políticas e organizações de desenvolvimento econômico para identificar oportunidades de negócios, parcerias e retomar o crescimento econômico. Dentre as possibilidades está a atração de investimentos para Gramado de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento apoiado por empresas como a HP, a Samsung, a Dell, a Oracle e outras do setor de tecnologia.

No Texas desde 2 de março de 2021, o governador Greg Abbott decretou o final do lockdown no estado e as empresas já estão operando quase que normalmente e o estado segue em forte recuperação do pós-pandemia. A evolução da indústria, do comércio e dos serviços com a globalização da economia e as transformações disruptivas estão gerando mudanças de comportamento dos mercados e fazem parte dos desafios dos negócios no pós-pandemia.

Neste sentido, a Câmara Texana de Comércio no Brasil promoverá interações do Estado do Texas com Estado do Rio Grande do Sul oportunizando a identificação de sinergias em todas as áreas para gerar novos negócios. O governador Eduardo Leite (PSDB) estará presente na abertura do evento. As inscrições para participar do evento estão encerradas.

Foto: Prefeitura de Gramado/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2021 0 Comentários 705 Visualizações
Variedades

Nova cota do México para importação de carne de frango deve beneficiar o Brasil

Por Stephany Foscarini 01/07/2021
Por Stephany Foscarini

Os exportadores brasileiros devem ser beneficiados pela abertura de uma nova cota de 30 mil toneladas para importação de carne de frango de nações exportadoras extra-USMCA (acordo de livre comércio dos países da América do Norte), publicada pela Secretaria de Economia do Governo do México.

A publicação do dia 23 de junho aponta o aumento de preços internos da carne de frango como causa motivadora da definição desta nova cota para a importação de volume de nações produtoras, como é o caso do Brasil. A cota (com isenção de tarifas de importação) é válida para diversos cortes com ossos e desossados de carne de frango (como peito, coxa e sobrecoxa, asas e outros).

Atualmente, mesmo com a aplicação de tarifas de 75%, o mercado mexicano é um importante destino do produto brasileiro, dadas as condições específicas de mercado no México neste ano de 2021. De acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entre janeiro e maio, o país importou 38,3 mil toneladas do produto — volume expressivamente maior que o efetivado no mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 2,3 mil toneladas.

Há quase uma década temos construído uma forte parceria com o México”.

“Há quase uma década temos construído uma forte parceria com o México, apoiando especialmente em momentos em que a oferta local enfrenta problemas para o abastecimento interno. Esta é uma parceria que tem dado certo, e que agora deve ganhar novo impulso, influenciando o saldo positivo das exportações brasileiras”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Sobre a ABPA

É a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos de ambos os setores no país, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2021 0 Comentários 543 Visualizações
Business

Bilionário, mercado de energia solar é estratégico para fortalecer economia, diz especialista

Por Stephany Foscarini 26/06/2021
Por Stephany Foscarini

A energia solar, alternativa sustentável e renovável, tem se destacado cada vez mais no Brasil e em todo o mundo. De acordo com o Portal Solar – o mais conhecido marketplace sobre energia fotovoltaica do país – a estimativa é que, em 2024, haja cerca de 887 mil sistemas de energia solar no Brasil, sendo que em 2020 a estimativa foi de 174 mil (ou 0,21% de todas as unidades consumidoras em território nacional).

O mercado já movimentou mais de R$ 44 bilhões em novos investimentos privados”.

Ainda, o infográfico de abril de 2021 da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) demonstra que o mercado já movimentou mais de R$ 44 bilhões em novos investimentos privados, R$ 12,1 bilhões em arrecadação de tributos, além de evitar mais de 8,2 milhões de toneladas de CO² na atmosfera. De acordo com a Absolar, já são mais de 250 mil empregos gerados por meio do setor de energia fotovoltaica.

Para o diretor da divisão fotovoltaica da Brafer e especialista em energia solar, Pasquale Tsingos, a importância desses números está também ligada à relevância de outros, que promovem a economia local e o fomento do mercado de trabalho. “É preciso entender que o mercado de energia solar é um campo de inúmeras possibilidades. Além de trazer alternativa sustentável e renovável, também permite que áreas menos férteis e às vezes até mesmo consideradas improdutivas se tornem cenários totalmente oportunos”, destaca.

Conforme Tsingos, a empresa fez parte do Projeto Guaimbê, no Centro-Oeste paulista, que é considerado um dos, senão o maior, investimento em energia solar de São Paulo, com 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares. Também participaram de outros grandes projetos com empresas brasileiras e internacionais, todos com usinas de pequeno e grande porte, que são instaladas em áreas menos favorecidas do Brasil e que possuem recursos escassos, como no norte de Minas, no Agreste e em cidades mais interioranas. “Ver de perto quanta gente está envolvida mostra muito a força desse mercado, que potencializa enormemente a região e a mão-de-obra local, além da economia e da ascensão social por meio da geração de emprego e de renda”, completa.

Mercado promissor

A Brafer é tradicionalmente conhecida por fabricar e montar estruturas metálicas, feitas de aço, para obras de diversos setores, como industrial, petroquímico e infraestrutura, mas, desde 2016, começou a investir no setor de energia solar. O presidente da empresa, Marino Garofani, comenta que a iniciativa veio ao analisar a crescente demanda por energia solar e à cultura de sustentabilidade cada vez mais fortalecida.

Nos últimos três ou quatro anos tem crescido muito a demanda por energia sustentável”.

“Nos últimos três ou quatro anos tem crescido muito a demanda por energia sustentável, seja por usinas, mercado em que atuamos ou até mesmo em áreas mais acessíveis, como a residencial. Isso fez com que investidores voltassem os olhos a esse potencial global e de considerável rápido retorno financeiro, assim, movimentando toda uma cadeia. Inclusive nós, que rapidamente entendemos a relevância dessa tendência promissora e, assim como atendemos todos os projetos, passamos a trazer soluções sob medida, ganhando mais visibilidade e espaço”, diz Garofani.

O Brasil é um país que tem muito a se destacar nesse campo”.

O Brasil é um país que tem muito a se destacar nesse campo devido à grande capacidade de geração de energia solar desde cidades muito pequenas a grandes polos econômicos. “Desde que começamos a atuar no setor, a Brafer já executou mais de 10 projetos para usinas. Isso é o equivalente a mais de 240 MW, 6500 toneladas de aço, e R$91 milhões movimentados. São esses números que comprovam que a Brafer está investindo, mais uma vez, no mercado certo, e crescendo junto com o Brasil”, finaliza o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2021 0 Comentários 534 Visualizações
Business

Projeto investirá mais de R$ 26 milhões para exportações de rochas ornamentais

Por Milena Costa 18/06/2021
Por Milena Costa

Quinto maior produtor do mundo, com mais de 150 milhões de toneladas produzidas todos os anos, o setor de rochas ornamentais brasileiro acaba de ganhar um impulso importante para o incremento das exportações. Trata-se de um projeto do Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas), que garante mais de R$ 26 milhões em investimentos para promoção de negócios no exterior.

O projeto se destina às empresas brasileiras do setor de rochas ornamentais, já exportadoras ou que tenham o objetivo de exportar. O projeto estará amparado em quatro pilares: estimular o desenvolvimento das empresas do setor, sensibilizar a demanda quanto à diversidade de rochas do Brasil, promover a ampliação de mercados e a desconcentração das exportações, e promover a imagem do setor junto a arquitetos e designers.

A proposta de projeto foi desenvolvida com a condução da Îandé Projetos Especiais, que aplicou o conhecimento e a experiência da equipe com projetos setoriais para redigir uma proposta que pudesse imprimir uma visão de longo prazo para o setor de rochas, e que trouxesse resultados no curto prazo. “Foi um prazer e um grande desafio trabalhar com o Centrorochas no desenvolvimento desse projeto. Todo o processo foi colaborativo, ressaltando a inteligência coletiva e a complementaridade de conhecimentos – da associação referente ao setor de rochas ornamentais e da Îandé referente a projetos setoriais”, conta Roberta Ramos, CEO da Îandé.

“Por fim, consideramos quatro focos de trabalho: estruturante, de desenvolvimento, de promoção comercial e de promoção de imagem, contemplando empresas de todos os portes e maturidades”

Segundo ela, o projeto foi desenvolvido sobre pilares estratégicos estruturados, que elencaram ações relevantes em mercados-alvo, sempre com a participação ativa das empresas do setor. “Por fim, consideramos quatro focos de trabalho: estruturante, de desenvolvimento, de promoção comercial e de promoção de imagem, contemplando empresas de todos os portes e maturidades”, acrescenta, ressaltando que o objetivo principal do projeto é incrementar e também qualificar as exportações do setor. “Hoje, o setor tem suas exportações muito concentradas em dois países, Estados Unidos e China. Tivemos o cuidado de ampliar ações em outros mercados, buscando uma desconcentração e pulverizando a produção para todos os principais mercados do planeta”, projeta Roberta.

O setor

Com mais de 12 mil empresas, que geram direta e indiretamente mais de 480 mil postos de trabalho no Brasil, o setor de rochas ornamentais vem em franco crescimento. Nos últimos cinco anos o setor cresceu, em média, 10%. De acordo com o Centrorochas, as exportações brasileiras de rochas ornamentais apresentaram, no primeiro quadrimestre deste ano, um crescimento de 28,5% em relação ao mesmo período de 2020. No total, o setor nacional exportou 655,5 mil toneladas de rochas, entre chapas e blocos – os principais países importadores foram Estados Unidos (42,6%), China (27,4%) e Itália (6,4%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2021 0 Comentários 795 Visualizações
Variedades

Abren indica modernização do Setor Elétrico Brasileiro

Por Milena Costa 17/06/2021
Por Milena Costa

A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) enviou contribuição ao Deputado Federal e Relator do PL 1.917/2015, Édio Lopes, apresentando emendas ao projeto de lei que trata da modernização do setor elétrico brasileiro. As proposições da ABREN incluem o desenvolvimento de projetos que contemplem a recuperação energética a partir de resíduos sólidos urbanos (RSU).

O Brasil descarta praticamente todos os seus RSU em aterros ou lixões, o que causa severos impactos ao meio ambiente, com a geração de Gases de Efeito Estufa (GEE) em face da emissão do gás metano (CH4), que é 25 vezes mais nocivo do que o gás carbônico (CO2), e responde hoje por 4% das emissões totais de GEE no Brasil. Além disso, há o risco de contaminação dos recursos hídricos pelo chorume ou lixiviado, ou seja, redução da água potável disponível no planeta, bem como ocasionando danos à saúde humana que podem ser facilmente evitáveis ao se usar processos tecnológicos disponíveis.

No país, não há nenhuma usina de tratamento térmico de resíduos em operação, apenas algumas pequenas plantas experimentais e algumas usinas de captação de gás de aterro. Uma planta de recuperação energética (combustão) gera, em média, 600 kWh de eletricidade por tonelada de RSU, ao passo que aterros com captadores de biogás extraem em média 65 kWh por tonelada, ou seja, uma usina de combustão possui eficiência energética quase dez vezes superior, isso sem contar que a eletricidade gerada a partir de resíduos em ambiente de aterro é extraída lentamente ao longo do tempo, enquanto a eletricidade é gerada imediatamente em usina de recuperação energética.

As propostas de modificações pontuais na legislação visam conceituar corretamente a recuperação energética de RSU, a fim de proporcionar maior segurança jurídica aos investidores, bem como define com clareza a ordem de prioridades e estimula a sua adoção, o que resultará em geração de energia limpa e renovável, criação de postos de trabalho e redução significativa dos impactos ambientais inerentes aos aterros e lixões hoje existentes.

Para o financiamento das usinas de recuperação energética é necessário criar mecanismos de garantias contratuais para os bancos com a receita que será gerada pela usina, que basicamente é obtida pela receita do tratamento do resíduo (tarifa de lixo paga pelo gerador do lixo) e a venda da energia elétrica gerada, tudo por meio de contratos de longo prazo para garantir a amortização dos investimentos em capital intensivo.

A ABREN sugere a autoprodução mediante concessões conjuntas de recuperação energética, coleta de lixo e mobilidade urbana para fomentar a descarbonização dos transportes públicos e redução de custos no fornecimento da energia gerada a partir dos resíduos sólidos, o que garante a viabilidade econômica e o financiamento de tais empreendimentos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2021 0 Comentários 693 Visualizações
Variedades

Equipe do Senai-RS irá representar Brasil em competição internacional de robótica

Por Milena Costa 14/06/2021
Por Milena Costa

A equipe de Robótica Móvel do Senai do Rio Grande do Sul participará de uma competição internacional online representando o Brasil, a WorldSkills International Online Mobile Robotics Skill Challenge.

Serão 17 países na disputa, e os alunos Gabriel Fernandes Ribeiro da Silva e Matheus Silva de Oliveira, do Centro de Formação Profissional Senai de Eletromecânica, de Sapucaia do Sul, serão os únicos representantes brasileiros na competição, que ocorre de 14 a 18 de junho. A dupla gaúcha, que treina para a WorldSkills na modalidade de Robótica Móvel, será orientada por Jeferson Chies e Paulo Villiger.

Em cada dia, as equipes receberão tarefas diferentes para serem realizadas por seus robôs, e terão três horas para prepará-las. Ao final, terão que publicar um vídeo de 15 minutos apresentando o protótipo concluindo os desafios que lhe foram atribuídos. A cerimônia de premiação será em 18 de junho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2021 0 Comentários 665 Visualizações
Business

Exportações de calçados seguem em recuperação

Por Milena Costa 09/06/2021
Por Milena Costa

Mesmo diante de uma base comparativa fraca, o setor calçadista está comemorando a recuperação gradual das suas exportações. Entre janeiro e maio, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados 49,3 milhões de pares, que geraram US$ 323,57 milhões, altas de 24,7% em volume e de 9,8% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Somente em maio, foram embarcados 8,77 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 65,2 milhões, expressivos incrementos de 223% em volume e de 172,8% em receita no comparativo com maio de 2020. Além disso, foi a terceira alta consecutiva, mesmo em relação aos respectivos meses de 2019.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os embarques seguem em recuperação e que o setor deve fechar 2021 com exportações 13% superiores a 2020. “Nos próximos meses, a base de comparação não será tão fraca como a dos primeiros cinco meses, por isso cresceremos menos”, destaca o dirigente. Segundo ele, diante do avanço da vacinação contra Covid-19 e a normalização do comércio mundial, a expectativa é de recuperação de parte do estrago de 2020, quando os embarques caíram 18,6%. “Mesmo com essa recuperação, não recuperaremos as perdas do ano passado”, acrescenta.

Destinos

Nos primeiros cinco meses de 2021, o principal destino do calçado brasileiro foi oss Estados Unidos, para onde foram embarcados 5,38 milhões de pares por US$ 70,1 milhões, altas de 41,2% em volume e de 21,6% em receita no comparativo com igual ínterim de 2020.

O segundo destino do período foi a Argentina, para onde foram embarcados 4,15 milhões, que geraram US$ 38,48 milhões, incrementos de 44% e 30,6%, respectivamente, ante mesmo intervalo do ano passado.

O terceiro destino dos cinco primeiros meses do ano foi a França. No período, os franceses importaram 3,1 milhões de pares, pelos quais pagaram US$ 23,46 milhões, altas de 16,7% e 20,5%, respectivamente, diante do mesmo período de 2021.

Origens

O Rio Grande do Sul seguiu sendo o principal exportador do setor calçadista no Brasil. Nos primeiros cinco meses, os calçadistas gaúchos embarcaram 11,82 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 136,75 milhões, altas de 27,8% em volume e de 8,3% em receita em relação a 2020.

O segundo exportador de 2021 é o Ceará, de onde partiram 15,7 milhões de pares, que geraram US$ 82 milhões, incrementos de 14,5% e 5,4%, respectivamente, ante os cinco primeiros meses de 2020.

São Paulo apareceu no terceiro posto entre os exportadores. Nos cinco meses de 2021, os calçadistas paulistas embarcaram 3,45 milhões de pares por US$ 36 milhões, altas de 25,1% e 18,2% ante o período correspondente de 2020.

Foto: Divulgação/Abicalçados | Fonte: Assessoria
09/06/2021 0 Comentários 470 Visualizações
Variedades

Vinhos e espumantes brasileiros são destaque em concurso na Espanha

Por Milena Costa 08/06/2021
Por Milena Costa

Depois da França e do Reino Unido, agora é a vez dos vinhos e espumantes brasileiros brindarem a conquista de mais 12 prêmios, desta vez em Madri, na Espanha. São vinhos e espumantes de diferentes regiões produtoras que, num universo de 1.691 amostras de 15 países, se destacaram pela sua qualidade, mostrando que o Brasil produz rótulos diferenciados.

O júri internacional foi composto por 83 especialistas que, de 24 a 28 de maio, degustaram as amostras.

Premiações

Grande Medalha de Ouro

Casa Valduga 130 Espumante Blanc de Blanc – Casa Valduga Vinhos Finos

Medalha de Ouro

Aurora Espumante Brut Rosé – Cooperativa Vinícola Aurora
Bueno Anima Gran Reserva 2018 – Vinícola Galvão Bueno
Casa Valduga 130 Espumante Rosé – Casa Valduga Vinhos Finos
Zanotto Sauvignon Blanc 2020 – Vinícola Campestre

Medalha de Prata

Aurora Pinto Bandeira Chardonnay 2019 – Cooperativa Vinícola Aurora
Garibaldi Espumante Chardonnay Brut – Cooperativa Vinícola Garibaldi
Panizzon Espumante Brut Rosé – Sociedade de Bebidas Panizzon
Panizzon Espumante Moscatel – Sociedade de Bebidas Panizzon
Ponto Nero Cult Espumante Brut – Ponto Nero Ind. de Bebidas
Zanotto Gewurztraminer 2020 – Vinícola Campestre
Zanotto Merlot 2017 – Vinícola Campestre

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2021 0 Comentários 926 Visualizações
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