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brasil

Variedades

Tá na Hora debate o cenário eleitoral em 2022

Por Stephany Foscarini 14/04/2022
Por Stephany Foscarini

O panorama eleitoral no Rio Grande do Sul e no Brasil em 2022 estará em debate na edição de abril da reunião-almoço Tá na Hora. O tradicional evento empresarial da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz traz como painelistas dois profissionais de referência no campo da análise e do marketing político no cenário nacional: Eduardo B. Borenstein, analista político da Arko Advice Pesquisas, uma das principais empresas de análise política, estratégia e public affairs, e Fábio Bernardi, um dos mais reconhecidos e premiados profissionais de marketing político do país. “Eleições 2022: o que esperar no RS e no Brasil” é o tema do encontro, que ocorre na próxima terça-feira, 19, às 12h, no restaurante do Hotel Águas Claras, com transmissão simultânea pelos canais do Facebook e YouTube da entidade.

Graduado em Ciência Política (ULBRA), com MBA em Marketing Político, Comunicação e Planejamento Estratégico de Campanhas Eleitorais (UCAM), Carlos Borenstein é mestrando em Comunicação Social (PUCRS) e desde 2006 atua como analista político sênior na Arko Advice. Expoente na área do marketing político, Fábio Bernardi participou e coordenou diversas campanhas vitoriosas em eleições de prefeito, senador, governador e presidente.

A proposta do Tá na Hora é proporcionar um debate de alto nível sobre as perspectivas do cenário eleitoral no Estado e no País. A mediação ficará a cargo do comunicador Leandro Siqueira, gerente executivo de Rádios do Grupo Gazeta.

As inscrições para o evento podem ser feitas na Secretaria da ACI (Rua Venâncio Aires, 633 – sala 04) ao preço de R$ 80 para associados R$ 100 para não associados. Informações e reservas pelo fone/whatsapp (51) 3713-1400 ou e-mail [email protected]

O Tá Hora conta com o patrocínio da JTI, BRDE, Philip Morris Brasil, UNISC, BAT Brasil, Safe Investimentos – XP, Universal Leaf e Gazeta Grupo de Comunicações.

Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE | Fonte: Assessoria
14/04/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Business

Empresa gaúcha se consolida entre as maiores construtoras do Brasil

Por Stephany Foscarini 14/02/2022
Por Stephany Foscarini

A Construarte Engenharia & Construção, empresa gaúcha que atua há mais de cinquenta anos no mercado, alcançou a posição de número 42 entre as 100 maiores construtoras do Brasil. O ranking é estabelecido anualmente pela Intec Brasil e foi revelado nesta quinta-feira (10), pelo site oficial da empresa.

A construtora de Igrejinha, no Vale do Paranhana, consta no ranking desde 2019, quando figurou na 60ª colocação. No ano seguinte avançou para a 47ª e, em 2021, conquistou um lugar entre as 30 maiores do país. No levantamento de 2022, a Construarte ocupa o 42ª lugar, demonstrando a consistência do trabalho elaborado pela empresa.

O ranking é estabelecido conforme área construída. Em 2021, em meio a um cenário de retomada, a empresa construiu 311.710,67 m² em 35 obras espalhadas por 17 cidades do Rio Grande do Sul, com projetos de áreas distintas como hotelaria, residencial, industrial, educacional e de saúde. Mesmo figurando algumas posições abaixo no ranking, a Construarte cresceu 15% em volume de metros quadrados em construção.

“Ter o nome da Construarte listado entre o das maiores construtoras do país é motivo de muito orgulho. Somos uma empresa familiar, gaúcha de Igrejinha, e alcançamos feitos majestosos com nosso trabalho. Constar no ranking da INTEC Brasil pelo quarto ano seguido demonstra a consolidação da nossa marca, que ano após anos segue crescendo em volume de metros quadrados construídos”, afirma o engenheiro e diretor da Construarte, Leandro Kunst.

Para 2022, a expectativa da Construarte é um crescimento de 10%, além de buscar consolidar parcerias e focar na diversificação e no multimercado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2022 0 Comentários 1,4K Visualizações
Gastronomia

Café é a 2ª bebida mais consumida no Brasil e bate recorde de preço

Por Ester Ellwanger 06/02/2022
Por Ester Ellwanger

O café é a 2ª bebida mais consumida no Brasil, só ficando atrás da água. Na média, os brasileiros bebem de 3 a 4 xícaras de café por dia, o que equivale a aproximadamente 5,8kg ao ano. É o que revela um estudo realizado pela plataforma CupomValido.com.br com dados da Organização Internacional do Café (OIC) e Dieese.

De um total de 193 países, o Brasil está entre os top 15 países que mais consome café no mundo, na atual posição 14ª.
No topo do ranking, está a Finlândia, com um consumo de mais que o dobro dos brasileiros, aproximadamente 12kg per capita ao ano. Uma das explicações do alto consumo é o clima do país. Localizado no norte do planeta, a Finlândia possui temperaturas de extremo frio no inverno. Para aquecer a temperatura corporal, os finlandeses costumam tomar de 5 a 8 xícaras de café durante todo o dia (inclusive à noite nos jantares).

A paixão dos brasileiros

O tipo de café preferido dos brasileiros é o café expresso (opção pura do café e sabor mais forte). Em segundo lugar está o pingado ou café com leite (mistura de 80% de leite com 20% de café).

O capuccino fica na terceira posição, e é uma mistura de café, leite, chocolate, noz moscada e canela. O macchiato (50% expresso e 50% creme de leite) e o café latte (versão encorpada do cappucino), estão na quarta e quinta posição, respectivamente.

 

Com relação à produção de café, o Brasil está no topo no ranking mundial, e o mais incrível é que o país detém este título por mais de 150 anos. Aproximadamente 40% de toda produção mundial, vem do Brasil. Os principais estados produtores são Minais Gerais, São Paulo e Paraná.

Maior preço dos últimos 25 anos

Apesar do Brasil ser o maio produtor mundial de café, a bebida teve um dos maiores aumentos dos últimos 25 anos no Brasil. Nos últimos 12 meses a bebida teve um aumento de mais de 40%.

No caso de Florianópolis, a capital com a cesta básica mais cara do país, o aumento foi de impressionantes 60%.
Um dos motivos do aumento relevante nos preços, está relacionado ao dólar. A saca do café é cotada na Bolsa de Nova York, e é utilizado o dólar como moeda base. Como nos últimos tempos o dólar teve um aumento relevante frente ao real, a consequência é que o preço do café também sofreu um aumento significativo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2022 0 Comentários 865 Visualizações
Variedades

Prejuízos causados pelas chuvas no Brasil entre 2017 e 2022 ultrapassam R$ 55,5 bilhões, revela CNM

Por Stephany Foscarini 20/01/2022
Por Stephany Foscarini

As chuvas nos últimos meses gerou uma série de prejuízos aos municípios brasileiros, sendo o segundo período sazonal chuvoso com maiores impactos desde o ano de 2017. A informação é de estudo realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que contabilizou que entre 1º outubro de 2017 até 17 de janeiro de 2022 os prejuízos econômicos aos Municípios afetados contabilizaram cerca de R$ 55,5 bilhões.

De acordo com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), o período sazonal das chuvas se inicia a partir do primeiro dia de outubro e termina no final de março do ano seguinte. Do total dos R$ 55,5 bilhões, o período chuvoso de 2020/2021 foi o mais afetado, com R$ 18,9 bilhões em prejuízos, seguido do período 2021/2022, com mais de R$ 17,2 bilhões, e, em terceiro, o período 2018/2019, com R$ 8,2 bilhões.

O levantamento realizado pela entidade municipalista contabilizou ainda nos períodos chuvosos entre 2017 a 2022 que os desastres decorrentes do excesso de chuvas levaram os Municípios a 5.622 decretações de Situação de Emergência em todo Brasil. Diante do exposto, a Entidade chama atenção, que antes do fim do período chuvoso de outubro de 2021 a 17 de janeiro de 2022, o número de declarações foi de 1.302, ultrapassando o recorde do período de 2017/2018, onde contabilizou 1.155 decretações.

De acordo com com o estudo da CNM, o período chuvoso de 2019/2020 foi o que mais apresentou número de casas danificadas e ou destruídas, somando 143.602, seguido pelo período 2020/2021 com 130.884 casas danificadas e ou destruídas. As chuvas dos últimos seis anos, afetaram mais de 28,8 milhões de pessoas.

Em seis anos foram contabilizados que 637 pessoas perderam suas vidas por causa dos desastres decorrentes das chuvas. O período sazonal das chuvas de 2018/2019, registrou 327 óbitos, 171,7 mil pessoas ficaram desabrigadas e 819,8 mil ficaram desalojadas. O período foi o mais problemático da história e deixou mais de 14,8 milhões de pessoas afetadas pelas chuvas. A CNM ressalta que foi neste período que ocorreu o desastre de uma barragem no Município de Brumadinho (MG), o que ocasionou a morte de 264 pessoas, sendo que, até hoje, ainda há seis desaparecidas.

As prefeituras sentem mesmo os prejuízos após o período das chuvas, quando precisam reconstruir o que perderam. Esses danos não tem como se mensurar. Há Municípios que, passada uma década, ainda não conseguiram se reestruturar”.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca que, além das mortes, os impactos são imensuráveis quando se leva em consideração os recursos necessários para a reconstrução do Município. “As prefeituras sentem mesmo os prejuízos após o período das chuvas, quando precisam reconstruir o que perderam. Esses danos não tem como se mensurar. Há Municípios que, passada uma década, ainda não conseguiram se reestruturar”, alerta.

Bahia e Minas Gerais

As chuvas neste início de ano já contabilizam, de acordo com dados divulgados pelos Estados de Minas Gerais e Bahia, um prejuízo de R$ 10,3 bilhões aos Municípios mineiros e de R$ 2,1 bilhões aos Municípios baianos, os dois Estados mais afetados até o momento.

Veja o estudo completo aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 461 Visualizações
Variedades

Maior competição global de estudantes empreendedores está com inscrições abertas no Brasil

Por Stephany Foscarini 25/11/2021
Por Stephany Foscarini

Considerada a maior competição global de empreendedorismo entre estudantes, o Global Student Entrepreneur Awards (GSEA) está com inscrições abertas em sua edição brasileira. A iniciativa busca negócios inovadores realizados por universitários, que recebem mentorias de gestores experientes, troca de experiências, networking e, para os vencedores, uma premiação financeira e diversos benefícios.

De acordo com o co-chair do GSEA Brasil, Eduardo Baltar, além da recompensa financeira e da visibilidade, o projeto propicia aos estudantes uma oportunidade de testar suas ideias com outros empreendedores com ampla experiência de mercado. “O empreendedorismo é a engrenagem que move as sociedades e a transforma. Queremos estimular as boas iniciativas que vêm dos jovens, possibilitando também uma vitrine global”, reforça.

A competição, que é promovida pela Entrepreneurs Organization (EO), é dividida em três etapas. A primeira delas é uma seletiva que escolherá os 12 candidatos que disputarão a final Nacional Brasileira. Os três vencedores da segunda etapa representarão o Brasil na final global. Por fim, a terceira reúne os competidores finalistas, empreendedores e investidores-anjo de mais de 50 países participantes da competição para as apresentações dos cases empreendedores para uma banca de jurados.

Todos os participantes do concurso serão mentorados por empreendedores selecionados pelo GSEA, com a finalidade de prepará-los para a competição. A premiação para os finalistas brasileiros será de R$ 15.000,00 ao vencedor, R$ 10.000,00 ao segundo colocado e R$ 5.000,00 ao terceiro. Na Final Global o prêmio será de US$ 25 mil ao primeiro colocado, US$ 10 mil ao segundo, e US$ 5 mil ao terceiro.

Para participar do programa, os inscritos deverão atender aos seguintes pré-requisitos: ser estudante de graduação ou pós-graduação (desde que com intervalo não maior do que um ano entre o fim da graduação e o início da pós) no ato da inscrição; ser um dos donos e estar gerindo uma empresa há no mínimo 6 meses consecutivos (anteriores à inscrição); ter gerado receita de no mínimo R$ 2.500/ano e já ter recebido investimento de no mínimo R$ 5.000; e ter até 30 anos de idade. As inscrições estão abertas até o dia 8 de janeiro de 2022. Para realizar o cadastro, basta acessar o link.  https://gseabrasil.com.br/.

Brasil entre os melhores

Na edição do GSEA de 2018 e 2019, o Brasil conquistou um lugar de destaque na premiação. Formado pela USP, o economista carioca Gustavo Fuga garantiu o terceiro lugar no ranking geral e recebeu um prêmio de US$ 5 mil, além de mais US$ 50 mil de créditos da Amazon Web Service. Ele é o fundador da 4YOU2, escola de inglês que atende áreas carentes. A finalidade da empresa é democratizar o acesso à língua inglesa por meio de uma metodologia personalizada. Dependendo, o valor pode chegar a 1/7 da mensalidade de outros cursos.

Grande parte das vezes em que conquistei coisas grandes, não estava preparado. Não há nada a se perder, porque não há um momento certo. Se arriscar e se jogar faz parte de quem ousa em novos mercados”.

Para Fuga, o empreendedorismo jovem depende não apenas da competência de executar os projetos, mas também da ousadia: “Grande parte das vezes em que conquistei coisas grandes, não estava preparado. Não há nada a se perder, porque não há um momento certo. Se arriscar e se jogar faz parte de quem ousa em novos mercados”.

Segundo o empreendedor, o maior legado que a competição contribuiu para sua formação foi a rede de contatos. “O network que construí desde a etapa regional até a global é muito extenso. Pessoas que são parceiras em negócios até hoje, outras que mantenho contato para trocar experiências quando necessário. O capital social que conquistei além da premiação em dinheiro, durante a competição é a maior bagagem que levo comigo”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2021 0 Comentários 646 Visualizações
Business

Leilão do 5G no Brasil atrai atenção internacional

Por Stephany Foscarini 09/11/2021
Por Stephany Foscarini

A realização do leilão do 5G colocou o Brasil em evidência no mercado de telecomunicações internacional, despertando o interesse de outros países. Uma das nações que acompanha com atenção a chegada da nova tecnologia é a Finlândia. Em visita ao país, nesta segunda-feira (8), o ministro finlandês Ville Skinnari, da Cooperação para o Desenvolvimento e Comércio Exterior, se reuniu, em São Paulo, com o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações (MCom), Artur Coimbra.

Oportunidades de cooperação nas áreas relacionadas à transição digital, com foco no 5G, estiveram entre os principais temas abordados no encontro. “O Governo da Finlândia deixou claro que quer apoiar a realização de pilotos do 5G Standalone (SA) no Brasil para demonstrar o uso da tecnologia e para permitir também a expansão para outras regiões da América Latina”, destacou o secretário Artur Coimbra.

Os resultados do leilão surpreenderam a delegação finlandesa devido ao sucesso na venda das faixas de radiofrequência e, em particular, pela entrada de novas operadoras no mercado de telefonia móvel brasileiro. Outro ponto de interesse é a rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal. A implantação do projeto é prevista para o ano que vem e dependerá de equipamentos fornecidos por empresas com níveis transparentes de governança. Além disso, o ministro Ville Skinnari e os membros da delegação também abordaram a importância dos semicondutores, que são a matéria-prima para produção de chips usados em aparelhos eletrônicos.

O país nórdico está entre os com melhor desempenho digital da Europa – ao lado da Suécia, Dinamarca e Holanda – de acordo com dados do Índice de Digitalização da Economia e da Sociedade (DESI), referentes a 2020. Líder em inovação digital, a Finlândia é sede de importantes empresas do segmento de telecomunicações.

Participaram da delegação finlandesa o ministro Ville Skinnari; o embaixador Jouko Leinonen; o diretora Geral Ásia e Américas, Piritta Asunmaa; a diretora executiva da Agência da Inovação, Promoção Comercial e Investimentos Business Finland (BF), Laura Ylä-Sulkava; o conselheiro diplomático, Juha Niemi; a assessora Política, Tiina Vainio; o cônsul Lasse Keisalo; e o chefe do BF América Latina, Heidi Virta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/11/2021 0 Comentários 594 Visualizações
Business

Brasil é o primeiro país da América Latina com internet 5G

Por Stephany Foscarini 04/11/2021
Por Stephany Foscarini

A maior licitação da história das telecomunicações no Brasil, o leilão do 5G, começou hoje (4), no auditório principal da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília (DF). A abertura do leilão foi feita pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, em conjunto com o presidente da Anatel, Leonardo Euler, e contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, na solenidade.

Com o leilão, segundo Faria, o país avança para “ter o primeiro 5G da América Latina”. “Vamos mostrar para o mundo que o Brasil está na economia digital, cuidando da transformação digital. O Brasil é um player e irá virar um hub de inovação, para que possa receber empresas de inovação e tecnologia”, destacou o ministro.

“Toda semana esse governo tem algumas realizações a apresentar”, enfatizou Bolsonaro. Com a tecnologia 5G os brasileiros terão a oportunidade, segundo o presidente, de mostrar o verdadeiro Brasil, de forma direta. “Olha aonde chegamos e para onde iremos”, refletiu. Para Bolsonaro, “o 5G vem para consolidar isso tudo”. Fábio Faria acrescentou que “não teve otimismo, não teve pessimismo; a gente fez acontecer! A gente realizou, a gente entregou!”.

A solenidade foi prestigiada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; e pelos ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira; do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), general Augusto Heleno; da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; da Economia, Paulo Guedes; do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni; e pela ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda. O senador Flavio Bolsonaro também acompanhou a solenidade, acompanhado pelas parlamentares Carla Zambelli, Perpétua Almeida e Cezinha de Madureira. Os conselheiros da Anatel Emmanoel Campelo e Carlos Baigorri; e da Tribunal de Contas da União, Raimundo Carreiro, também participaram do evento.

O time técnico do Ministério das Comunicações esteve presente na solenidade, em particular a secretária Executiva, Maria Estella Dantas Antonichelli; o secretário Especial de Comunicação Social, André Costa; o secretário de Radiodifusão, Maximiliano Martinhão; o secretário de Telecomunicações, Artur Coimbra; a secretaria-executiva adjunta, Flávia Duarte; e a consultora jurídica da Pasta, Carolina Scherer Bicca. Após a cerimônia de abertura do Leilão do 5G, o trabalho de análise do processo licitatório foi retomado no auditório do Espaço Cultural Renato Guerreiro, da Anatel.

Análise e julgamento

Foram recebidas 15 propostas de empresas e consórcios interessados em explorar a tecnologia no país. Nesta quinta será iniciada a análise das propostas, lote por lote. O alto número de candidatos pode fazer com que a sessão termine apenas na sexta-feira (5). Existem dois perfis de empresas interessadas nas faixas do espectro de radiodifusão: prestadores de serviço de grande porte, que devem concorrer pelas frequências mais elevadas; companhias e provedores regionais de internet, que vão disputar as frequências menores, que permitem cobrir grandes áreas.

A expectativa é de que a licitação do 5G movimente R$ 169 bilhões nos próximos 20 anos, segundo estimativas da Agência. Mas o impacto da virada tecnológica se distribuirá por todos os setores produtivos. “Nos próximos 15 anos, estamos falando de 1,2 trilhão de dólares movimentando todos os setores da economia”, estima o ministro.

Em contrapartida à autorização do uso das faixas de radiofrequência, as candidatas ao leilão terão, por exemplo, que investir em instalação de redes 4G em todos os municípios com mais de 600 habitantes e na cobertura de 48 mil quilômetros de estradas com internet de alta velocidade. Para a frequência de 3,5 GHz, o leilão prevê obrigações específicas para as vencedoras, em especial a expansão da rede de cabos de fibra ótica nos leitos dos rios da região Norte e a estruturação da rede privativa de comunicação 5G para a administração pública federal, com protocolos de segurança mais robustos e criptografia.

Quando vai chegar

O edital do leilão 5G definiu que a tecnologia deve estar disponível em todas as capitais brasileiras até o dia 31 de julho de 2022. O cronograma segue com as cidades com mais de 500 mil habitantes (até julho de 2025); mais de 200 mil habitantes (até julho de 2026); mais de 100 mil habitantes (até julho de 2027), e nas cidades com mais de 30 mil habitantes (até julho de 2028).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2021 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Empresários vêem custos e burocracia no Brasil como barreiras para o crescimento

Por Stephany Foscarini 05/10/2021
Por Stephany Foscarini

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), SPC Brasil e Sebrae retrata a realidade do comércio no País. O conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e econômicas que atrapalham o crescimento do país, conhecido como Custo Brasil, é considerado por 9 a cada 10 empresários brasileiros como uma barreira para o crescimento de suas empresas.

Os maiores problemas relatados pelos empresários entrevistados são: os juros altos (44%), excesso de burocracia para abrir/manter/fechar empresas, contratação e dispensa de funcionários (34%), alta carga tributária sobre fabricação e venda de produtos/serviços (32%) e alto custo para empregar/tributação elevada da folha de pagamento (32%).

O presidente da CDL Santa Cruz, Ricardo Fernando Bartz, destaca que essa é uma realidade geral no Brasil. “O empreendedor do setor do comércio tem uma dificuldade em investir em novos negócios e é preciso que se crie melhores condições para isso acontecer”, observa.

Ricardo Fernando Bartz

A pesquisa buscou identificar possíveis entraves para o crescimento das empresas e coletar insumos para a proposição de políticas públicas que contribuam para a melhoria do ambiente de negócios no país e, consequentemente, apoiem o desenvolvimento do varejo.

A dificuldade de acesso ao crédito também é um entrave para o crescimento dos negócios no país, destacado por 23% dos empresários. Na opinião deles, a dificuldade dos varejistas de conseguir crédito em instituições financeiras no Brasil está ligada, principalmente, às taxas de juros excessivamente altas (56%), ao excesso de garantias exigido pelas instituições financeiras (34%), às barreiras colocadas às empresas inadimplentes para terem o crédito aprovado (26%) e ao baixo conhecimento das linhas de crédito existentes (16%).

A importância da interferência macroeconômica é destacada pelos empresários, a ponto de considerá-la mais importante que o lockdown estabelecido nas cidades ao longo da pandemia, pois quatro em cada dez (40%) acreditam que a política econômica e seus resultados (inflação, juros, desemprego) é o fator que mais influencia o faturamento da empresa. Por outro lado: 37% afirmam que os períodos de abertura e fechamento das cidades impostos no período da pandemia foram decisivos para o faturamento.

Independentemente da avaliação sobre o fator que mais importa para o faturamento, os empresários se mantêm mais otimistas que pessimistas: 38% se dizem otimistas ou muito otimistas em relação ao atual governo e as medidas tomadas para aumentar as vendas do varejo até o final do ano, ao passo que 24% estão pessimistas ou muito pessimistas (percentual que chega a 31% nas capitais). Outros 34% permanecem neutros na avaliação e não estão nem otimistas, nem pessimistas.

As medidas do governo direcionadas à contenção dos efeitos econômicos da COVID-19 foram adotadas/aderidas por 35% dos empresários, principalmente entre os de grande porte (49%). As medidas que mais ganharam adesão foram: redução da jornada e salário e suspensão do contrato de trabalho (11%), nova rodada do Auxílio Emergencial (6%) e flexibilizações de regras trabalhistas referentes ao teletrabalho (5%). Já a maioria dos empresários (60%) não aderiu a nenhuma medida.

Mão de obra

Em relação aos desafios ligados à gestão empresarial, aproximadamente quatro em cada cinco empresários relataram algum problema (78%), com destaque para a dificuldade na contração de mão de obra qualificada (29%), a falta de recursos financeiros para adquirir dados sobre o mercado de atuação da empresa e dos seus clientes (21%) e o baixo acesso às tecnologias e inovações em função dos custos elevados (17%). Por outro lado, 17% dizem não haver problemas relacionados à gestão empresarial que interfiram na empresa.

A implantação tecnológica também representa uma dificuldade enfrentada por 79% das empresas. Os principais desafios são a dificuldade com custos (40%), encontrar profissionais capacitados (25%) e tempo para avaliar o custo-benefício (20%).

Os maiores problemas relatados pelos empresários entrevistados

  • Juros altos (44%)
  • Excesso de burocracia para abrir/manter/fechar empresas, contratação e dispensa de funcionários (34%)
  • Alta carga tributária sobre fabricação e venda de produtos/serviços (32%)
  • Alto custo para empregar/tributação elevada da folha de pagamento (32%)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 619 Visualizações
Business

Mudanças no comportamento do consumidor ditam os rumos do setor do trigo no Brasil

Por Stephany Foscarini 22/09/2021
Por Stephany Foscarini

As perspectivas e desafios do mercado da cadeia da triticultura brasileira foram os temas que nortearam a abertura da 28ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo, organizado pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo – Abitrigo, na manhã de terça-feira (21).

As discussões começaram pelas impressões trazidas pelo presidente do conselho deliberativo da associação, João Carlos Veríssimo, que deu as boas-vindas aos participantes, seguido por um panorama geral sobre o setor. “Após 19 meses de pandemia começamos a ver sinais de controle da Covid-19, assim como seus efeitos nos mais diversos setores. O aumento expressivo dos fretes marítimos e nacionais, que reflete diretamente no preço do produto que entregamos aos consumidores traz, ao mesmo tempo, um retorno do investimento ao produtor, mas também um gasto pesado ao consumidor final”, apontou.

O deputado Federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Sérgio Souza, alerta que o grande gargalo do setor é o custo de produção. “A principal meta da FPA é reduzir o valor do trigo no mercado e só conseguiremos isso ao baixar o custo da produção e dos gastos com equipamentos”, argumentou.

Há uma expectativa de que tenhamos a segunda safra mais produtiva dos últimos 40 anos, demonstrando a grande expressividade da triticultura brasileira”.

Ainda na abertura do evento, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Guilherme Bastos Filho, que na oportunidade representou a Ministra Tereza Cristina, destacou a perspectiva de produção recorde de trigo no território nacional. “De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), entregaremos cerca de 8,15 milhões de toneladas. Isso mostra o excelente resultado do setor, mesmo diante de tantas dificuldades que tivemos frente à pandemia. Há uma expectativa de que tenhamos a segunda safra mais produtiva dos últimos 40 anos, demonstrando a grande expressividade da triticultura brasileira”, comemorou.

A consultora econômica e colunista do jornal O Globo, Zeina Latif, fez uma análise das perspectivas econômicas brasileiras e mundiais e do cenário político para 2022, ao longo da palestra inaugural do evento. Segundo ela, tanto no cenário internacional quanto no cenário doméstico não podemos usar o passado como modelo para o futuro. “São várias forças atuando que limitam a recuperação da economia. Todos os esforços foram feitos para a recuperação do mercado, mas junto a eles a semente da instabilidade, associada a inflação elevada deve, por exemplo, fazer com que o banco central dos Estados Unidos suba os juros antes do previsto, o que refletirá em uma pressão nas moedas. Existe um movimento mundial e nós não estamos alheios a ele”, explicou.

Zeina também falou sobre os reajustes nos rumos da economia e a necessidade de aceleração das reformas. “Não sabemos o que esperar do próximo mandato presidencial e isso gera incerteza. Não há dúvidas que o setor associado às commodities sentem menos as oscilações do ciclo econômico, mas não dá para tomar como exemplo as condições passadas com inflação baixa e a renda crescendo e projetar o futuro. O quadro será muito mais desafiador”, garantiu.

Mais informações no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2021 0 Comentários 632 Visualizações
Variedades

Exportações de vinho reagem e atingem resultados surpreendentes

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

Não é só no mercado interno que os vinhos finos, os espumantes e o suco de uva nacional brindam os resultados alcançados no primeiro semestre de 2021. Apesar do volume ser muito menor do que é comercializado no Brasil, percentualmente o crescimento foi maior em relação às exportações. O suco de uva, por exemplo, que no ano passado teve um desempenho negativo, lidera a disparada com um aumento de 261,95%, passando de 312 mil litros nos primeiros seis meses de 2020 para 1,1 mi de litros este ano. Na segunda posição de crescimento vem os vinhos finos com 161,17%, chegando a 3,6 mi de litros. Mesmo na terceira posição, os espumantes também ampliaram presença no exterior com um aumento de 38,08%, chegando a 340 mil litros. Os dados oficiais são do Comex Stat, que é o sistema de divulgação de estatística de comércio exterior do Brasil, produzidas pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

“É um volume muito baixo se comparado aos importados que ocupam espaço no Brasil, mas mesmo assim precisamos comemorar. Estamos avançando tanto no Brasil quanto no exterior e isso prova que o mercado consumidor percebe a qualidade da nossa produção e aprova”, avalia o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Argenta. A maior remessa foi de vinhos finos para o Paraguai com 3,1 mi de litros, seguido por 304 mil litros de espumantes para os Estados Unidos e 300 mil litros de suco de uva para a China. Nesses seis meses, as vinícolas brasileiras registraram remessas de vinhos finos para 55 países, espumantes para 36 países e suco de uva para 42 países.

Exportação de vinhos finos, espumantes e suco de uva elaborados no Rio Grande do Sul (litros)

PRODUTOSJAN/JUNHO 2020JAN/JUNHO 2021 
Vinhos Finos1.406.1023.672.347161,17%
Espumantes (Brut)246.539340.42438,08%
Suco de Uva *312.8951.132.520261,95%

* Suco de Uva (Natural/Integral, Reprocessado/Reconstituído, Adoçado e Concentrado)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 0 Comentários 507 Visualizações
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