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Business

Zonas livres de febre aftosa sem vacinação serão oficialmente reconhecidas esta semana

Por Caren Souza 26/05/2021
Por Caren Souza

A participação essencial dos auditores fiscais federais agropecuários (affas) nos resultados positivos do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA) é evidente no longo caminho percorrido para alcançar o ponto mais alto do Plano Estratégico desse Programa, iniciado em 2017, sob a gestão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Trabalhamos muito na educação e na comunicação com o produtor, porque depende dele a iniciativa de notificar o serviço veterinário oficial.

Trata-se da certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso, como zonas livres de febre aftosa sem vacinação. Com essa conquista, o Brasil passa a ter 20,7% do rebanho bovino e 47,2% do rebanho suíno em áreas livre da doença, sem vacinação, incluindo o estado de Santa Catarina, que foi o primeiro estado brasileiro a receber essa certificação internacional.

A expectativa é que todo o país esteja totalmente livre da aftosa sem vacinação até 2026, conforme meta prevista no PNEFA, o que trará mais benefícios econômicos a toda a nação, possibilitando a ampliação da exportação de produtos de origem animal e diminuindo custos aos produtores rurais brasileiros. A erradicação da doença no Brasil é perseguida há mais de 60 anos pelo governo federal e autoridades sanitárias, e vem ocorrendo por etapas. Atualmente, somente o estado de Santa Catarina tem a certificação internacional.

Quem explica é o auditor fiscal federal agropecuário (affa), Diego Viali dos Santos, que há 15 anos trabalha no Serviço Veterinário Oficial. O PNEFA tem como principal estratégia manutenção de país livre da doença e a ampliação, gradativa, das zonas sem vacinação, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela OIE. “O PNEFA tem autonomia técnica muito grande”, afirma Santos e reforça que “o sucesso do Programa está na gestão compartilhada, entre o setor público e privado, sem norteamento ideológico”.

O auditor atua na Divisão de Febre Aftosa do Departamento de Saúde Animal (DIFA/SDA) desde 2018 e já foi coordenador estadual do Programa de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (SEAPA-RS) de 2006 a 2009. “Agora, temos 20% do rebanho bovino e cerca de 50% da população de suínos do país nessas regiões livres da febre aftosa sem vacinação, podendo atingir outros mercados, trazendo benefícios a todos os produtores rurais, que é com quem trabalhamos diretamente”, destaca Santos.

Com a experiência e visão de quem acompanha de perto todas as etapas do processo para erradicação da febre aftosa, o auditor relembra a importância da comunicação com o produtor rural para o avanço desse Programa. “Trabalhamos muito na educação e na comunicação com o produtor, porque depende dele a iniciativa de notificar o serviço veterinário oficial quando há suspeita que seu rebanho esteja infectado pelo vírus da aftosa”, explica.

Ele informa que essa é uma etapa crucial para assegurar a prevenção da doença, pois se essa ação não for seguida à risca, o impacto de uma reintrodução seria muito grande. “Se o produtor não estiver comprometido com o programa e com seu protagonismo neste processo, a magnitude de um possível foco pode ser muito maior devido ao atraso na notificação”, explica o auditor.

Diego informa que em 2007, o estado de Santa Catarina foi reconhecido pela OIE como uma zona livre da febre aftosa sem vacinação. Agora, em 2021, é a vez de Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia, Acre, Sul do Amazonas, na região onde hoje há 70% de seu rebanho, e este do Mato Grosso, área que compreende cerca de 1% de seu rebanho bovino.

“Em Santa Catarina já são cerca de 4 milhões de bovinos que pertencem a zona livre de febre aftosa sem vacinação”, destaca. Com o ingresso dessas novas áreas, outros 40 milhões de bovinos existentes nestes estados passaram a pertencer a zonas livres sem vacinação.

Apenas três países da América Latina são considerados livres de febre aftosa sem vacinação, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE): Chile, Guiana e Peru. Além disso, existem zonas livres dentro de países (como é o caso de Santa Catarina) na Argentina, Bolívia, Colômbia e Equador.

Nessas áreas livres sem vacinação da América do Sul, exceto o Brasil, há cerca de 13 milhões de bovinos, demonstrando ainda mais o impacto desse novo reconhecimento brasileiro – só no Brasil haverá aproximadamente 45 milhões de bovinos em áreas livres sem vacinação, mais de três vezes o que há no resto dos países sul americanos.

Fiscalização e inspeção

A febre aftosa é uma doença infecciosa aguda que causa febre, seguida do aparecimento de vesículas (aftas), principalmente, na boca e nos pés de animais de casco fendido e o último passo da erradicação dessa doença numa região é a retirada da vacinação. “É esse resultado que será validado pela OIE nesta semana. Ele é fruto de um trabalho conjunto de muitos grupos envolvidos, incluindo vários auditores fiscais federais agropecuários”.

Com relação ao trabalho dos affas no PNEFA, eles são distribuídos por superintendências estaduais. Cada uma conta com a presença de um auditor fiscal federal agropecuário, responsável por fazer a gestão estadual do Programa. São eles que se comunicam diretamente com os Órgãos Estaduais de Sanidade Animal (OESAS) e todas demais partes interessadas, incluindo os produtores rurais.

Segundo Diego, todos os affas que atuam em unidades de vigilância agropecuária internacional, na inspeção de produtos de origem animal, nos laboratórios de diagnóstico e controle de vacina, na área de saúde animal nas SFAs nos estados trabalham com a febre aftosa, mesmo indiretamente. Esclarece que ainda há muito a ser feito no Programa e que até 2026 espera que o país se torne totalmente livre da febre aftosa, sem vacinação.

Sobre o PNEFA

Doença viral de alto contágio, a febre aftosa ainda desafia autoridades sanitárias no mundo. No Brasil, começou a ser combatida em 1963, com o início das imunizações. Com a elaboração do Plano Estratégico para o PNEFA, feita pelo Mapa e executado com o envolvimento do setor público e privado, a infraestrutura dos Serviços Veterinários e os fundamentos técnicos os resultados não demoraram a aparecer até alcançar o patamar em que está hoje, com o Brasil prestes a ser reconhecido oficialmente com país com áreas livres da doença sem vacinação.

Nesse processo, outro organismo com papel estratégico é o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA), que faz parte do Departamento de Doenças Transmissíveis e Determinantes Ambientais da Saúde da OPAS/OMS. Trata-se de instituição internacional, situada no Brasil, referência para a OIE e outras entidades que atuam com o fim de erradicar a febre aftosa.

Cabe ao PANAFTOSA coordenar o Programa de Saúde Pública Veterinária e trabalhar para prevenção, vigilância e controle de zoonoses, promovendo iniciativas para melhorar os sistemas de segurança alimentar e a erradicação da febre aftosa, com o objetivo de promover a saúde pública e o desenvolvimento socioeconômico da região.

Fonte: Assessoria
26/05/2021 0 Comentários 551 Visualizações
Business

Telecom leopoldense fica entre as dez melhores do Vale do Sinos

Por Gabrielle Pacheco 14/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

A partir do crescimento de seu market share, a operadora New Life Net, com sede em São Leopoldo, figura na lista das dez melhores empresas em internet de banda larga por fibra óptica do Vale do Sinos. Conforme levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgado em janeiro, a empresa do setor telecom vem alçando posições nas cidades de São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Esteio, Canoas, Cachoeirinha e Cruz Alta, cidades onde fornece o serviço. “Somos um provedor local e estamos competindo com grandes operadoras nacionais. Essa análise prova que estamos no caminho certo em levar qualidade e a velocidade de internet contratada aos nossos usuários”, afirma o diretor comercial, Ricardo Vieira Rodrigues.

Somos um provedor local e estamos competindo com grandes operadoras nacionais.

A New Life Net iniciou suas atividades com a modalidade internet via rádio em 2012, migrando totalmente para fibra óptica em 2017. “Desde que passamos a trabalhar com internet banda larga com 100% fibra óptica, decidimos potencializar nossas ações. Dessa maneira, expandimos nosso mapa comercial e, consequentemente, estamos ampliando nossa carteira de clientes, tanto em número de residências como no segmento corporativo”, ressalta Rodrigues. Segundo ele, a empresa já instalou mais de 850 quilômetros de fibra óptica nas cidades atendidas, e os planos são de multiplicar essa medida. “Existe muito espaço para crescer em todas as cidades”, projeta o executivo.

Fibra óptica em alta

Expectativa de crescimento reforçada pelos dados da Anatel que deixam evidentes a tendência de aumento por esse serviço. Só para ilustrar, em São Leopoldo, o uso de fibra óptica representou 63,2% em janeiro deste ano, percentual que era de 48,2% em dezembro do ano passado. Em Sapucaia do Sul, ficou em 13,6% em janeiro, ante 12,9% no mês anterior de 2020. Já em Esteio, o salto foi de 21,6% em dezembro para 25,7% no primeiro mês do ano. Canoas seguiu a mesma régua de crescimento, passando de 52,2% para 54,9%. Em Cruz Alta, por outro lado, o comparativo é o inverso: o uso de fibra óptica caiu de 17,1% em dezembro para 14,2% em janeiro. A variação positiva na cidade foi com serviço de cabos metálicos (cobre), que subiu de 15,8% para 16,1% em janeiro. “Numa análise geral, há muito potencial de mercado”, comenta Ricardo.

Para Rodrigues, um dos motivos que ajudou a acelerar o uso da internet por fibra óptica foi a pandemia, que exigiu adaptação das rotinas para trabalhos remotos e estudos on-line. “São cenários que exigem confiança na conexão, qualidade do sinal e velocidade, pontos cruciais na hora de optar pela escolha do serviço contratado”, analisa. Segundo ele, a conexão de internet via fibra óptica permite trabalhar com distâncias mais longas e menos sujeitas a interferências.

A New Life Net, New Life Solar Energy e New Life Cursos formam o Grupo New Life, fundado em 1999 pelo empresário Juliano de Oliveira. A holding gaúcha e de controle familiar possui unidades em São Leopoldo, Ijuí, São Gabriel, Passo Fundo e Cruz Alta, oferecendo serviços em educação, telecomunicações e energia solar. Em 2019, o grupo recebeu o Prêmio International Star for Quality, em Genebra, na Suíça, entregue pelo Business Initiative Directions (BID).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2021 0 Comentários 1,7K Visualizações
Saúde

Novas regras para uso de máscaras no transporte aéreo entram em vigor dia 25

Por Caren Souza 24/03/2021
Por Caren Souza

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) destaca aos passageiros do transporte aéreo que amanhã (25), entram em vigor as novas regras que aumentam o rigor no uso de máscaras em aeroportos e a bordo dos aviões. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 11 de março, alterações na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 456, de 17 de dezembro de 2020.

A Landing Page do site ABEAR “Como será voar de novo” (Como Será Voar de Novo – ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas) publicou as novas regras da Anvisa, que seguem abaixo:

– Podem ser utilizadas versões de tecido (recomendável 3 camadas) ou de uso profissional, como as cirúrgicas e as N95/PFF2. Em qualquer caso, sem válvula;

– Lenços, bandanas, máscaras de acrílico ou de plástico não são permitidas;

– Protetor facial (face shield) só pode ser usado com máscara por baixo;

– A máscara deve estar ajustada ao rosto, cobrindo o nariz e boca, sem aberturas. Recomenda-se a troca a cada 3 horas de uso;

– Ficam liberadas de usar máscara apenas crianças menores de 3 anos e pessoas com deficiências que impeçam o uso adequado da proteção;

– Em viagens nacionais, só se pode tirar a máscara no avião para hidratação ou para alimentar crianças menores de 12 anos, idosos e pessoas com necessidades especiais.

Fonte: Assessoria
24/03/2021 0 Comentários 687 Visualizações
Brasil solitário
Variedades

Brasil é o mais solitário entre 28 países

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A solidão tem sido um sentimento recorrente para metade da população do Brasil. De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, realizado pela Ipsos com pessoas de 28 países, 50% dos respondentes afirmam se sentir solitários no Brasil. Dentre todas as nações, é o maior índice. Em segundo lugar estão os turcos (46%), seguidos pelos indianos (43%). A média global é de 33%. Na contramão do Brasil, os respondentes da Holanda (15%), do Japão (16%) e da Polônia (23%) são os que menos se sentem sós.

O impacto da pandemia foi particularmente duro para os brasileiros (…), e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental.

A sensação de solidão aumentou no último semestre, conforme 52% dos brasileiros. Já na média de todos os países, 41% das pessoas disseram que se tornaram mais solitárias nos últimos seis meses. Para 43% dos respondentes no Brasil, o último semestre gerou impacto negativo em sua saúde mental. Por outro lado, 1 em cada 5 (21%) declarou que o impacto foi positivo.

Globalmente, considerando todos os participantes da pesquisa, 40% relataram impacto negativo dos últimos 6 meses no bem-estar mental, e 22% relataram um impacto positivo. Os países com maior impacto positivo foram Peru (47%), México (44%) e Índia (42%). Já Canadá (54%), Reino Unido (53%) e Hungria (52%) tiveram maior impacto negativo.

“O impacto da pandemia foi muito duro particularmente para os brasileiros – que se sentem muito mais solitários que a população nos demais países –, e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental”, avalia Marcos Calliari, presidente da Ipsos no Brasil.

Apesar de solitário, Brasil segue solidário

Mesmo com as pessoas se sentindo sozinhas, há uma percepção de que os membros das comunidades locais estão mais solidários uns com os outros nos últimos seis meses. No Brasil, 36% concordam que a solidariedade aumentou. O índice global é de 32%. Os países que mais notaram crescimento na solidariedade foram China (55%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Em contrapartida, no Japão (10%), Rússia (13%) e Turquia (17%) a quantidade de pessoas que acham que o sentimento solidário cresceu no último semestre é relativamente menor.

A pesquisa on-line foi realizada com 23.004 pessoas com idade entre 16 e 74 anos de 28 países. Os dados foram colhidos entre 23 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 1,8K Visualizações
Phishing
Variedades

Brasileiros são os maiores alvos de phishing no mundo

Por Gabrielle Pacheco 02/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Em 2020, um em cada cinco brasileiros sofreu pelo menos uma tentativa de ataque de phishing – quando clicamos em um link fraudulento. De acordo com novo relatório da empresa de segurança digital Kaspersky, o Brasil é líder mundial em golpes dessa categoria. Nesse sentido, encontra-se à frente de Portugal, França, Tunísia e Guiana Francesa, que completam a lista dos cinco países com maior índice de usuários alvos de roubo de dados ao longo do ano.

Com o início da pandemia, os ataques de phishing se intensificaram no país. Somente de fevereiro a março – quando começaram as primeiras medidas locais de isolamento -, o número de ameaças contra dispositivos móveis cresceu mais de 120%. Algumas razões estimularam a maior ação dos hackers: o aumento do uso da internet, do acesso aos serviços de internet e mobile banking, aumento das compras online, a adoção em larga escala do trabalho remoto e a ansiedade por informações sobre a pandemia.

As campanhas e alertas sobre esse tipo de golpe têm deixado as pessoas mais atentas, mas não significa que não precisamos evoluir.

Em 2020, muitos dos ataques de phishing abusaram da temática da Covid-19 para roubo de informações. As manobras usadas pelos cibercriminosos foram desde ofertas de máscaras e álcool gel a falsas inscrições para programas auxílios sociais, o cadastro do Pix e, mais recentemente, páginas fraudulentas de cadastro para a vacina.

Brasileiros estão mais atentos ao phishing

“Apesar do alto índice, vale destacar uma queda importante em relação ao levantamento de 2019. Naquele ano, mais de 30% dos brasileiros haviam tentado, ao menos uma vez, abrir um link que levava a uma página de phishing. São dez pontos percentuais a mais do que em 2020. Isso mostra que as campanhas e alertas sobre esse tipo de golpe têm deixado as pessoas mais atentas, mas não significa que não precisamos evoluir, pois as estatísticas permanecem muito ruins”, comenta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da empresa no Brasil.

O levantamento mostra ainda que o índice de brasileiros alvos de phishing está acima da média mundial (20% contra média global de 13%). Para o especialista, essa diferença explica-se pela dificuldade dos internautas em reconhecer um correio falso. “Precisamos aprimorar a nossa educação digital. Nossa pesquisa mostrou, por exemplo, que cerca de 30% dos brasileiros não sabem reconhecer uma mensagem de correio eletrônico falsa. Isso nos torna vulneráveis e propensos a cair em ‘promoções imperdíveis’ e outros golpes online”, salienta.

O relatório Spam e phishing em 2020 é baseado em tentativas de acesso a páginas fraudulentas, mas que tiveram o acesso bloqueado pela tecnologia da Kaspersky.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2021 0 Comentários 747 Visualizações
Business

Manifesto clama por união da cadeia produtiva do agro

Por Gabrielle Pacheco 23/02/2021
Por Gabrielle Pacheco

Conectar o agro à sociedade brasileira, valorizando a pluralidade e motivando a empatia pelo setor. Esse é o objetivo do Todos a Uma Só Voz, movimento que conta com participação de entidades do agronegócio para unir toda a cadeia produtiva em uma única plataforma de comunicação.

“Ao longo dos anos, por meio de pesquisas e até mesmo pela vivência no setor, percebemos que o agro é muito rico e grande, porém não existe união por parte das cadeias quando se trata de comunicar. O que existem são ações pontuais e isoladas, que, apesar de eficientes, não abrangem todas as atividades e nem têm uma narrativa consistente e única”, explica o coordenador do projeto, Ricardo Nicodemos, vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA).

O Brasil é um dos grandes líderes do agronegócio no mundo, sendo referência em produção de commodities como a soja, laranja, café e cana-de-açúcar. Com mais de 5 milhões de propriedades rurais, o país tem no setor um dos principais pilares da economia, representando 23% do PIB nacional, faturou mais de R$ 870 bi em 2020 e tem uma movimentações de cerca de US$ 100 bilhões em exportação por ano.

Mesmo com essa representatividade e importância, o agro ainda é pouco conhecido e valorizado pela sociedade em geral. A ausência de uma comunicação mais direta acaba gerando desconhecimento e preconceito entre os consumidores. “Em todo o mundo, as populações admiram o agro de seus países. A Colômbia, por exemplo, fez o seu café ser admirado por seu povo e pelo mundo; Portugal transformou seu azeite em referência mundial e orgulho nacional; o jamón é um ícone da gastronomia espanhola respeitado mundialmente. O Brasil é um dos grandes líderes do agro mundial, mas não tem o reconhecimento da sua população”, pontua Nicodemos.

“A falta de uma comunicação única, de referência, faz com que as fake news ganhem maior destaque do que a realidade, que corresponde a um setor que emprega, produz e ajuda a alimentar o mundo. Por isso, o movimento vem para conectar o brasileiro ao agro a fim de gerar conhecimento, engajamento e admiração”, ressalta Nicodemos.

De acordo com uma pesquisas que buscaram entender a percepção da população dos grandes centros urbanos sobre o agronegócio brasileiro, 40 % dos entrevistados afirmaram nunca ter ouvido falar sobre o agro e 87% deles concorda que o setor precisa contar mais sua história e seu futuro.

“É importante lembrarmos que anos atrás o Brasil era dependente da produção de alimentos de outros países e, a partir do momento em que nossos produtores rurais entenderam sua missão e importância, o cenário mudou e nos tornamos um dos líderes mundiais na produção de alimento. O agronegócio brasileiro cresceu, se tornou um setor inovador, respeitando a fauna e preservando o meio ambiente, priorizando oferecer qualidade à mesa de todas as nações”, enfatiza Nicodemos, reforçando trechos do Manifesto à União do Agro, criado e divulgado pelo Movimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2021 0 Comentários 630 Visualizações
Business

Startup curitibana passa a gerir empresa do Mercado Livre e dobra operação no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

As incertezas da economia não contaminaram o otimismo da curitibana Ideris, empresa de tecnologia especializada em integração para vendas multicanal (hub). Após um crescimento exponencial de funcionários, clientes e faturamento em 2019, a startup passa a gerir a Becommerce – antes operada pelo Mercado Livre, maior marketplace da América Latina, e assume a liderança do segmento de hubs no Brasil. Com a transação, o Ideris dobra de tamanho: o número de clientes passa de 2.500 para 5.000. Já o GMV (volume bruto de mercadorias) salta de R$ 5 bilhões anuais para R$ 7,5 bi. A equipe de funcionários também recebe reforço, integrando colaboradores de TI, suporte, comercial, marketing e outros tanto em Curitiba (PR) quanto em São Paulo (SP).

De acordo com o CEO do Ideris, Alessandro Silveira, a expansão é um importante passo não apenas para a plataforma, mas também para clientes e prospects. “Assumir a operação da Becommerce prova que, mesmo sendo uma startup jovem, de apenas três anos, o Ideris já conquistou a confiança dos usuários e do mercado. É um novo desafio, mas possuímos o know-how necessário para entregar soluções e atendimento de excelência aos milhares de empreendedores que utilizam a plataforma para crescer no varejo online”, comenta.

A Becommerce, que já é uma marca forte no mercado de tecnologia, continuará com seu time de funcionários, especialistas e experts em e-commerce para que o crescimento seja conjunto, pois a operação continua independente, ou seja, as marcas vão coexistir. Para o Mercado Livre, a transição assegura o acesso a inovações e suporte necessários ao crescimento dos empreendedores. “Encontramos no Ideris a empresa ideal para assumir o desafio de continuar com o devido foco e atenção aos milhares de clientes que dependem deste tipo de solução para estarem integrados aos principais marketplaces no Brasil”, afirma em comunicado.

A novidade vem em um momento oportuno para os empresários que atuam ou pretendem ingressar no comércio eletrônico. Segundo um estudo do Movimento Compre&Confie em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), nos cinco primeiros meses de 2020 o e-commerce brasileiro faturou R$ 41,92 bilhões (56,8% a mais do que igual período do ano anterior). O segundo semestre também se mostra otimista, pois o Dia dos Pais registrou 8,2 milhões de pedidos (aumento de 37% em relação a 2019), resultando em um faturamento de R$ 3,5 bilhões (+41%).

“O e-commerce vem ganhando cada vez mais atenção de empresários que buscam uma alternativa para reinventar seus negócios em meio à crise. É verdade que ainda há muito o que explorar e aprender no setor, mas somos otimistas: com planejamento, gestão e as ferramentas certas é possível conquistar seu próprio espaço. No que depender do Ideris, a inovação será constante para auxiliar o dia a dia dos empreendedores”, garante o CEO Alessandro Silveira.

Nascido em Curitiba no ano de 2017, o Ideris é uma plataforma de integração multicanal (hub) para vendedores que desejam expandir seu e-commerce e vender em diversos marketplaces. Por meio dessa solução, os empreendedores conseguem facilitar o gerenciamento de toda a operação, desde pedidos, perguntas e entregas em um só painel – ou seja – mais praticidade no dia a dia de vendedores e gestores.

O hub reúne ferramentas indispensáveis para a gestão dos negócios online, como controle de pedidos, estoque, financeiro e expedição; anúncios nos maiores marketplaces do mercado; gerenciador Platinum do Mercado Livre e API de frete (permite controlar custos e definir as melhores condições de entrega de forma centralizada) – além de integração com outras plataformas de tecnologia, como ERPs, lojas virtuais e outros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2020 0 Comentários 769 Visualizações
Saúde

Imunoterapia é aprovada no Brasil para tratamento de câncer de fígado, um dos mais letais

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dois meses depois da FDA, a agência regulatória americana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar o uso da imunoterapia atezolizumabe associada ao antiangiogênico bevacizumabe, ambos da Roche, para a primeira linha de tratamento do carcinoma hepatocelular, o câncer de fígado, metastático, irresecável ou sem tratamento prévio. O Global Cancer Observatory estima 700 mil mortes ao ano causadas pela doença, sendo o quarto tipo de câncer mais letal no mundo. Atualmente, a American Cancer Society aponta que somente 18% dos pacientes diagnosticados com câncer de fígado estarão vivos em cinco anos. No Brasil, foram 9.711 mortes em 2015, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O estudo de fase III IMbrave150, publicado em maio no periódico The New England Journal of Medicine, demonstrou que a combinação de atezolizumabe com bevacizumabe foi capaz de proporcionar um ganho significativo de sobrevida global e sobrevida livre de progressão, reduzindo o risco de morte em 42% comparado ao sorafenibe, terapia-alvo aprovada em 2009. O perfil de segurança da combinação foi consistente com os dos medicamentos em monoterapia e novos efeitos adversos ou inesperados não foram identificados.

De acordo com o oncologista Gustavo Fernandes, diretor do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, a quimioterapia convencional não tem benefício para esses pacientes. Já a terapia-alvo trouxe benefícios por muitos anos, mas foi superada pela combinação de imunoterapia e antiangiogênico largamente, com taxa de resposta muito superior, além de ganho de sobrevida global em um ano. Assim como em outras doenças em que a imunoterapia foi ativa, é real a possibilidade de que uma proporção dos pacientes esteja bem e com doença controlada em longo prazo, por anos. “É uma forte evidência de novo padrão de tratamento com potencial de transformar a história natural da doença”, considera.

“É um grande progresso a aprovação de uma nova terapia sistêmica para o carcinoma hepatocelular avançado, associada a desfechos ainda melhores do que aqueles observados previamente com outros medicamentos”, avalia Paulo Lisboa Bittencourt, coordenador da Unidade de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital Português-Bahia e presidente do Instituto Brasileiro do Fígado.

O hepatologista explica que a doença acomete principalmente pessoas com cirrose (98% dos casos, segundo um estudo brasileiro de 2009), causada por hepatites virais B e C, gordura no fígado (esteatose) ou consumo abusivo de álcool. Bittencourt acrescenta que a cirrose e o câncer de fígado não apresentam sintomas nos estágios iniciais. Levantamento recente do Datasus revela que 62% dos brasileiros com carcinoma hepatocelular tiveram diagnóstico tardio. A maioria deles nem sabia ser portador de cirrose.

“Quem tem carcinoma hepatocelular não tem apenas um tumor, mas duas doenças: câncer e cirrose. A depender do seu estágio, o tratamento pode incluir cirurgia, transplante de fígado, radiologia intervencionista e terapia sistêmica. No estágio avançado, apenas a terapia sistêmica tem evidência de benefício”, completa o médico.

Atezolizumabe em combinação com bevacizumabe é o primeiro e único regime de imunoterapia aprovado para o câncer de fígado. “Hoje mais de 50% dos diferentes tipos de câncer podem ser tratados com imunoterapia e esse percentual aumentará ainda mais nos próximos anos”, acredita o oncologista Gustavo Fernandes.

A Roche possui um programa de desenvolvimento para o atezolizumabe, incluindo estudos de fase III em andamento, em diferentes tipos de câncer de pulmão, geniturinário, pele, mama, gastrintestinal, ginecológico e de cabeça e pescoço. Esses estudos avaliam o atezolizumabe isoladamente ou em combinação com outros medicamentos.

Sobre a Roche

A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a Roche se tornou líder em medicina personalizada – estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível.

É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, infectologia, oftalmologia e doenças do sistema nervoso central. É também líder mundial em diagnóstico in vitro e tecidual do câncer, além de ocupar posição de destaque no gerenciamento do diabetes.

Fundada em 1896, a Roche busca constantemente meios mais eficazes para prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo de modo sustentável para a sociedade. A empresa também visa melhorar o acesso dos pacientes às inovações médicas trabalhando em parceria com todos os públicos envolvidos. Trinta medicamentos desenvolvidos pela Roche fazem parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos que podem salvar vidas, antimaláricos e terapias contra o câncer. Além disso, pelo 11º ano consecutivo, a Roche foi reconhecida como a empresa mais sustentável na Indústria Farmacêutica pelos Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).

Com sede em Basileia, na Suíça, o Grupo Roche atua em mais de 100 países e, em 2019, empregou cerca de 97.000 pessoas em todo o mundo. No mesmo ano, a Roche investiu 11,7 bilhões de francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e suas vendas alcançaram 61,5 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é um membro integral do Grupo Roche. A Roche é acionista majoritária da Chugai Pharmaceutical, no Japão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 671 Visualizações
Variedades

Nissan inicia produção do Novo Versa para o Brasil

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Confirmado para chegar ao Brasil até o fim deste ano, o totalmente renovado Nissan Versa já está sendo fabricado na fábrica da marca japonesa em Aguascalientes, no México, com as especificações para o mercado brasileiro.

O sedã é produzido na fábrica de Aguascalientes A1, mundialmente conhecida por sua alta qualidade de fabricação. Além do Novo Nissan Versa, a unidade produz o Nissan Kicks e o Nissan March.

O Novo Nissan Versa tem design totalmente renovado seguindo o conceito batizado de “Geometria Emocional” e vem repleto de equipamentos de conforto e segurança.

O modelo vai se posicionar em uma faixa superior do segmento, ampliando a presença da marca. Informações sobre versões e lista de equipamentos serão reveladas no lançamento do modelo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2020 0 Comentários 576 Visualizações
Cidades

Caxias do Sul está entre os 10 municípios do Brasil com maior potência instalada de energia solar

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Caxias do Sul está entre os 10 municípios brasileiros – único representante do Sul do país – com maior potência instalada de energia solar, totalizando 973 projetos e 15.879,28 quilowatts (kW) implantados nos segmentos comercial, residencial e de propriedades rurais. Destes 973 em funcionamento, 928 foram instalados nos últimos dos anos. O primeiro lugar é ocupado pelo Rio de Janeiro (RJ). Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), referentes ao mês de julho deste ano.

A Sicredi Pioneira RS tem uma parcela expressiva neste crescimento, uma vez que dos 973 projetos de Caxias do Sul, 236 foram financiados pela Linha de Crédito de Energia Solar, disponibilizando cerca de R$ 25 milhões. “Neste ranking, Caxias do Sul e Uberlândia (MG), a segunda colocada, são os únicos municípios que não são capitais. A cidade gaúcha tem grande potencial para energia solar, devido à quantidade de indústrias, comércio e um interior com forte atuação no agronegócio, todos segmentos consumidores de energia elétrica”, acrescenta Jonas Rauch, gerente de Negócios Estratégicos da Sicredi Pioneira RS.

O município também ocupa a primeira posição em potência instalada entre as 21 cidades que abrangem a área de ação da cooperativa, que se tornou referência em energia solar, sendo seguido por Novo Hamburgo, com 851 projetos solares e 11.460,26 quilowatts (kW). Em 2019, a Sicredi Pioneira RS reuniu mais de 2,2 mil pessoas em 29 eventos sobre o tema, além de capacitar e desenvolver empresas de energia solar. Com prazo de financiamento de 120 meses e cinco meses de carência, a sua linha de crédito financia 100% dos projetos, incluindo equipamentos nacionais e importados. Já são 1,4 mil projetos solares financiados pela cooperativa na sua área de abrangência – destes, 52% são residenciais – com liberação de R$ 110 milhões em recursos.

Nem a crise gerada pela pandemia da Covid-19 está freando a expansão da energia solar distribuída no Brasil, que cresceu mais de 90% no primeiro semestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, segundo a Aneel. Mesmo com o aumento do consumo, pelo fato das pessoas estarem mais tempo dentro de casa, quem já tinha o sistema solar instalado continuou economizando até 95% na conta de energia elétrica.

Com boas perspectivas, reforçadas pela grande disponibilidade da luz do Sol no país, a Absolar acredita que a fotovoltaica deve continuar crescendo, alavancar a geração de empregos e ainda contribuir para a retomada da economia no Brasil pós-pandemia. “É importante procurar empresas de confiança no segmento, solicitar orçamento em mais de uma delas, aproveitar a atual legislação que traz muitos benefícios e prevê mudanças em 2021. A economia que vem do céu é para todos”, sinaliza Jonas Rauch. A Sicredi Pioneira RS conta com o site www.sicredipioneira.com.br/energiasolar, onde pode ser feita a simulação da economia gerada, são encontradas dicas, notícias e cases de sucesso, além de informações sobre a linha de crédito.

Foto: Sicredi/Divulgação | Fonte: Assessoria
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