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Variedades

Federarroz alerta para atrasos na entrega de diesel e aumento no preço do combustível

Por Jonathan da Silva 09/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) emitiu nota nesta sexta-feira (6) manifestando preocupação com relatos de produtores rurais sobre atrasos e cancelamentos na entrega de óleo diesel previamente agendada em diferentes regiões do estado. Segundo a entidade, os cancelamentos estariam sendo justificados por suposto desabastecimento ao mesmo tempo em que foi registrado aumento superior a R$ 1,20 por litro do combustível nas últimas horas, situação que pode afetar o início da colheita do arroz.

De acordo com a Federarroz, produtores rurais relataram que pedidos de diesel agendados anteriormente não teriam sido entregues. A justificativa apresentada em alguns casos seria a falta do produto, enquanto o preço do combustível registrou aumento nas últimas horas.

O posicionamento foi divulgado em comunicado assinado pelo diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli. Segundo a entidade, o caso está sendo acompanhado devido aos possíveis impactos no setor produtivo.

A federação afirma que monitora os movimentos do mercado e os efeitos decorrentes dessas situações. Caso sejam identificados indícios de irregularidades comerciais envolvendo integrantes da cadeia de abastecimento de combustíveis, a entidade informa que poderá adotar medidas legais.

Medidas legais

Na nota, a Federarroz destaca que suspeitas de possíveis irregularidades comerciais que prejudiquem produtores e consumidores poderão ser alvo de ações nas esferas administrativa, cível e penal, conforme prevê a legislação brasileira.

A entidade também informa que deverá solicitar esclarecimentos à Petrobras nos próximos dias sobre eventuais situações de desabastecimento de óleo diesel relatadas por produtores rurais em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Impacto no setor arrozeiro

A preocupação ocorre em um momento considerado delicado para o setor arrozeiro no estado. Segundo a federação, os produtores enfrentam um período de preços considerados abaixo do custo de produção.

Atualmente, a saca de arroz é comercializada em média por cerca de R$ 55. O custo de produção do cereal, conforme estimativa do setor, varia entre R$ 85 e R$ 90, dependendo do sistema produtivo adotado nas propriedades.

Consumo de combustível no início da colheita

Os relatos de problemas no abastecimento de diesel ocorrem no período em que os produtores iniciam a colheita da safra 2025/2026. Essa etapa exige grande volume de combustível para o funcionamento de máquinas agrícolas e para a logística de transporte da produção.

Segundo a Federarroz, eventual escassez de diesel ou elevação abrupta no preço do combustível pode ampliar os custos de produção e afetar o desempenho das lavouras.

A entidade também aponta que eventuais problemas no abastecimento ou no custo do diesel podem repercutir futuramente na oferta do produto e no preço final do arroz ao consumidor. A federação afirma que continuará acompanhando a situação e adotará providências caso sejam confirmadas práticas que prejudiquem os produtores do estado.

Foto: Paulo Rossi/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Variedades

Festa do Búfalo chega à 10ª edição em Passo do Sobrado neste mês

Por Jonathan da Silva 06/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 10ª edição da Festa do Búfalo e 8ª Expofeira será realizada entre os dias 12 e 15 e 20 e 22 de março, em Passo do Sobrado, reunindo atividades gastronômicas, culturais e ligadas à produção rural. O evento integra o calendário do município e contará com apresentações artísticas, exposições e espaços voltados a negócios, além do preparo coletivo de carne de búfalo coordenado pela Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) e pela Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB), em parceria com a Prefeitura de Passo do Sobrado.

Entre os destaques da programação está o preparo de aproximadamente uma tonelada de carne de búfalo ao longo dos dois finais de semana da festa. Nos dias 14 e 15 e nos dias 20 e 21 de março, cinco assadores profissionais irão preparar quatro carcaças inteiras que serão distribuídas ao público presente.

Segundo a presidente da Ascribu e vice-presidente da ABCB, Desireé Möller, cada carcaça utilizada no preparo possui grande quantidade de carne. “Cada carcaça tem em torno de 150 a 200 quilos de carne, e historicamente o consumo é impressionante. Em cerca de uma hora, toda a carne costuma ser degustada pelo público presente”, afirma Desireé.

Cadeia produtiva do búfalo

De acordo com a dirigente, a participação das entidades ocorre pela terceira edição consecutiva na festa e também acompanha o crescimento da produção na região. “Passo do Sobrado é reconhecida por concentrar um expressivo número de búfalos, e a cadeia produtiva tem apresentado expansão. Empresas locais também colhem os frutos desse movimento, como os Embutidos Ferreira, tradicionais no município, que registram aumento nas vendas, especialmente do salame de búfalo e da carne in natura”, ressalta Desireé.

Programação cultural e econômica

A coordenadora de Cultura de Passo do Sobrado, Tatiana Thiesen, destaca que o evento reúne diferentes atividades além da gastronomia. “A décima Festa do Búfalo fortalece a identidade cultural do município porque valoriza aquilo que faz parte da nossa história e essência. O búfalo não é apenas um símbolo econômico, mas também cultural, ligado à produção rural, à gastronomia e às famílias que ajudaram a construir a cidade”, observa Tatiana.

Segundo a coordenadora, a programação foi ampliada nesta edição para atender diferentes públicos. Além da oferta de pratos preparados com carne de búfalo, o evento contará com apresentações artísticas, shows, exposições e espaços voltados à realização de negócios e à participação das famílias.

Impacto no turismo e na economia

A organização também aponta reflexos do evento no turismo e na economia local. “A festa atrai visitantes de toda a região, movimentando comércio, rede de hospedagem, restaurantes e pequenos empreendedores. Produtores rurais, artesãos e empresas locais encontram no evento uma vitrine para divulgar produtos e ampliar seus negócios”, conclui Tatiana Thiesen.

Serviço

  • O quê: 10ª Festa do Búfalo e 8ª Expofeira, com programação gastronômica, cultural e atividades ligadas à produção rural, incluindo preparo coletivo de carne de búfalo, apresentações artísticas, exposições e espaços para negócios
  • Quando: de 12 a 15 de março e de 20 a 22 de março
  • Onde: Passo do Sobrado
Foto: Ascribu/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2026 0 Comentários 111 Visualizações
Variedades

Nova Pádua sediará a abertura da colheita da noz-pecã em maio

Por Jonathan da Silva 05/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Abertura da Colheita da Noz-Pecã será realizada no dia 8 de maio, em Nova Pádua, reunindo produtores, especialistas, autoridades e a comunidade para marcar o início da safra no Rio Grande do Sul. Uma programação com palestras técnicas, workshops, exposição de empresas do setor e uma colheita simbólica em pomar da região está sendo preparada para a ocasião. O encontro também busca discutir produção e mercado da cultura, além de valorizar o trabalho dos pecanicultores e incentivar a economia local.

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Claiton Wallauer, a recepção dos participantes está prevista para iniciar às 8h. O dirigente destaca que a programação será dividida em três momentos principais. “O primeiro contempla palestras e workshops técnicos voltados à produção, manejo e mercado da noz-pecã. Também haverá espaço para expositores, onde empresas do segmento e da região apresentarão produtos, tecnologias e soluções ligadas à cultura”, detalha Wallauer.

Na sequência, ocorrerá o ato oficial de abertura do evento, realizado em conjunto com a Secretaria da Agricultura e integrado à agenda institucional do estado. Conforme explica Wallauer, a cerimônia ocorrerá em um pomar da região. “A cerimônia será realizada em um pomar da região, onde os participantes acompanharão simbolicamente a colheita, com o tradicional chacoalhar das árvores e a queda dos frutos, que é um dos momentos mais aguardados da programação”, destaca o presidente da IBPecan.

Expectativa para a safra

Segundo Wallauer, a safra deste ano representa uma mudança no cenário da cultura no Estado após anos de dificuldades provocadas por condições climáticas adversas. A expectativa do setor é de que a colheita possa alcançar até 7 mil toneladas, com volumes e qualidade voltados tanto ao mercado interno quanto à exportação. “A cadeia da pecan no Brasil está se adequando às normas internacionais de qualidade e comercialização. Estamos confiantes de que teremos uma safra mais consistente, com continuidade e melhores resultados”, afirma o presidente do IBPecan.

Cenário do mercado

Atualmente, a região sul concentra os maiores produtores de noz-pecã no Brasil. O consumo, no entanto, apresenta crescimento em diferentes regiões do país, com aumento da demanda em estados do sudeste, norte e nordeste.

De acordo com a entidade, o cenário internacional também passa a integrar o planejamento estratégico da cadeia produtiva, com expectativa de ampliar a discussão sobre oportunidades de mercado para a noz-pecã tanto no Brasil quanto no exterior.

Organização do evento

A Abertura da Colheita da Noz-Pecã é promovida pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e pelo programa Pró-Pecan, iniciativa voltada ao fomento da cultura no Rio Grande do Sul. O evento conta ainda com apoio da Emater e da Embrapa.

Foto: IBPecan/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Variedades

Feiras de verão movimentam R$ 5,07 milhões na ovinocultura gaúcha

Por Jonathan da Silva 04/03/2026
Por Jonathan da Silva

O circuito de feiras de verão da ovinocultura no Rio Grande do Sul movimentou R$ 5,07 milhões em negócios entre janeiro e março, com comercialização de mais de mil ovinos em exposições como a Feovelha e a feira de Herval, impulsionando a venda de rebanhos comerciais e indicando expansão do plantel no estado. O balanço foi divulgado pela Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), que avaliou o desempenho do setor ao longo da programação.

De acordo com o presidente da Arco, Edemundo Gressler, o conjunto dos eventos confirmou a expectativa de retomada gradual do setor. “Esse circuito das exposições de verão foi muito positivo. Tivemos feiras consolidadas, outras em retomada, mas todas cumpriram seu papel de fomentar a ovinocultura”, afirmou Gressler.

A avaliação considera participação de expositores, presença de público e volume de comercialização registrado nas feiras.

Calendário de eventos

A programação começou com a 18ª Agrovino, realizada de 13 a 17 de janeiro, em Bagé. Em seguida, ocorreu a 48ª Feira de Ovinos de Verão, de 22 a 24 de janeiro, em Sant’Ana do Livramento.

O calendário prosseguiu com a 42ª Feovelha, de 28 de janeiro a 2 de fevereiro, em Pinheiro Machado, a 48ª Expofeira de Ovinos de Verão, de 4 a 8 de fevereiro, em Herval, e foi encerrado com a 52ª Exposição de Ovinos Meia Lã, de 27 de fevereiro a 1º de março, em Jaguarão.

Panorama do mercado

Segundo o presidente da Arco, Edemundo Gressler, a Agrovino registrou forte presença de animais de galpão e de campo e comercialização significativa. Sobre a feira de Sant’Ana do Livramento, o dirigente destacou a retomada do evento no município.

Na Feovelha e na Expofeira de Herval, o dirigente ressaltou a venda de rebanhos comerciais. “Nas duas exposições foram comercializados mais de mil ovinos em cada uma. Isso demonstra interesse real por aumento de plantel e confiança no momento da atividade”, observou Gressler. O dirigente acrescentou que houve procura por reprodutores, refletindo investimento em melhoramento genético.

Em Jaguarão, Gressler mencionou o histórico da feira ligada à criação da raça Meia Lã e a mobilização local. “Foi uma feira com forte envolvimento local e acolhimento aos expositores, o que reforça seu potencial de consolidação”, destacou o dirigente.

O presidente da Arco relacionou o desempenho das feiras ao cenário de mercado, com valorização das lãs, especialmente as mais finas, e preço do quilo do cordeiro em torno de R$ 14. “A indústria está atenta e acompanhando esse movimento. Apesar dos custos, como transporte e logística, o mercado mostra demanda consistente”, pontuou Gressler.

Cenário internacional

O dirigente também apontou avanço genético dos rebanhos. “Estamos vendo animais cada vez mais qualificados, dentro dos padrões raciais e produtivos, seja para carne ou para lã. Isso tem despertado interesse inclusive de países sul-americanos pela genética brasileira”, comentou Gressler.

Sobre a demanda internacional por ovinos vivos e produtos derivados, ele afirmou que será necessário ampliar o rebanho nacional e investir em eficiência reprodutiva. “O mercado está pedindo aumento de produção. Precisamos trabalhar para expandir o plantel e responder a essa oportunidade”, ressaltou o presidente da entidade.

Próximos eventos

O próximo evento do calendário será a Fenovinos, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, no mês de maio, com expectativa de participação de expositores voltada à projeção de animais para a Expointer.

Ao avaliar o conjunto das feiras, Edemundo Gressler afirmou que os resultados reforçam a confiança no setor. “Estamos felizes com os resultados, com a comercialização e com o fortalecimento do setor. É um ciclo que reforça a confiança do produtor e aponta para crescimento sustentável”, concluiu o presidente da entidade.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Variedades

Fórum Nacional da Soja debate logística e mercado na Expodireto Cotrijal

Por Jonathan da Silva 03/03/2026
Por Jonathan da Silva

O 36º Fórum Nacional da Soja será realizado no dia 10 de março, próxima terça-feira, às 9h, no Auditório Central da Expodireto Cotrijal, durante a 26ª edição da feira, em Não-Me-Toque. O encontro reunirá especialistas para discutir competitividade, cenário produtivo e perspectivas para soja e milho, com foco em infraestrutura portuária, safras e mudanças na demanda global.

A programação integra a agenda técnica da feira e é promovida pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Cotrijal e Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL), com apoio do Sistema Ocergs/Sescoop-RS.

Análise estratégica

O diretor executivo da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Sérgio Feltraco, afirmou que o evento contribui para a avaliação de cenários no setor. “O fórum traz uma vertente de informações estratégicas para análise das nossas cooperativas e para o relacionamento com os principais parceiros igualmente convidados para o evento. Nesse momento de turbulência da geopolítica e de possíveis implicações no mercado, é preciso maior atenção aos impactos no setor”, ressaltou Feltraco.

Palestras confirmadas

Entre as palestras previstas está “Da adversidade à vantagem competitiva: O Novo Ciclo Estratégico do Termasa”, apresentada pelo vice-presidente da Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) e dos terminais portuários Termasa-Tergrasa, Guillermo Dawson Jr., que atua na gestão de infraestrutura portuária e na coordenação de projetos estratégicos ligados à logística e ao escoamento da produção agrícola.

Também integra a programação a palestra “2026: O Novo Ciclo da Soja e do Milho — Entre safras recordes e mudanças na demanda”, ministrada pelo fundador da Veeries, Marcos Rubin, especialista em inteligência de mercado para o agronegócio, com mais de 20 anos de atuação em análise de commodities.

Serviço

  • O quê: 36º Fórum Nacional da Soja
  • Quando: 10 de março, terça-feira, às 9h
  • Onde: Auditório Central da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque
Foto: Arquivo pessoal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Variedades

Acordo Brasil-União Europeia destaca reputação do agro em debate na ABMRA

Por Jonathan da Silva 02/03/2026
Por Jonathan da Silva

O acordo entre Brasil e União Europeia foi tema central de encontro realizado pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) nesta sexta-feira (27), no ABMRA Ideia Café, que reuniu representantes do setor para discutir como a comunicação pode ampliar oportunidades comerciais e fortalecer a reputação do agronegócio brasileiro no mercado europeu. O debate abordou as exigências regulatórias do bloco, a necessidade de transformar dados em estratégia de imagem e o potencial de recuperação de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas como ativo na inserção internacional do país.

Convidado do evento, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, destacou que a União Europeia reúne cerca de 450 milhões de consumidores, tem Produto Interno Bruto estimado em aproximadamente US$ 20 trilhões e responde por cerca de 14% das importações globais de produtos agropecuários. Segundo ele, para o Brasil, que exporta para mais de 190 países, trata-se de um mercado estratégico pelo volume e pela influência nas regras do comércio internacional. “A União Europeia é um mercado extremamente relevante, não só pelo tamanho, mas pelo poder aquisitivo e pelo grau de exigência regulatória”, afirmou Rua. De acordo com o secretário, o acordo amplia previsibilidade, reduz tarifas de forma gradual e fortalece a inserção do Brasil em ambiente comercial mais estável.

Estratégia de reputação

O secretário ressaltou que o tratado não altera os critérios sanitários já adotados pelo país. “O acordo não muda absolutamente nada em termos de exigência sanitária. Nós já exportamos para a União Europeia há mais de 40 anos cumprindo todos os padrões exigidos”, destacou Rua, que defendeu que a estratégia de reputação deve ser sustentada por dados. “A gente não vai construir uma mensagem a partir de um PowerPoint bonito. Vamos construir mostrando, ao longo do tempo, desconstruindo primeiro uma imagem errônea sobre o Brasil e qualificando esse discurso com dados concretos”, afirmou Rua.

Entre os dados mencionados está o potencial de recuperação de cerca de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas, área superior aos 36 milhões de hectares do território da Alemanha, segundo citado no encontro. A ampliação da produção sem abertura de novas áreas agrícolas foi apresentada como argumento para demonstrar possibilidade de crescimento com base em eficiência e sustentabilidade.

Responsabilidade do setor

O presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro, Ricardo Nicodemos, avaliou que o acordo amplia a exposição internacional do agronegócio e reforça a responsabilidade do setor na construção de imagem. “O Brasil precisa assumir a liderança na construção da sua reputação no exterior. Temos escala, tecnologia e resultados concretos. Transformar isso em narrativa estratégica é essencial para ampliar mercados”, afirmou Nicodemos.

Durante o encontro, foi destacado que o processo de ratificação do acordo ainda depende de trâmites políticos nos países europeus, o que, segundo os participantes, reforça a necessidade de manutenção de diálogo técnico e institucional com o bloco.

O que é a ABMRA

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro é entidade voltada ao marketing e à comunicação do agronegócio. Atua há quase 50 anos na disseminação de práticas de comunicação no setor e reúne indústrias, agências e veículos de mídia ligados à cadeia produtiva do agro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2026 0 Comentários 94 Visualizações
Cidades

Encontro da Mulher Rural será realizado no dia 11 de março na Lomba Grande

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Novo Hamburgo realiza o Encontro da Mulher Rural – Raízes que Transformam no próximo dia 11 de março, às 14h, no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), na Rua João Aloysio Algayer, 1238, no bairro Lomba Grande. O evento tem foco em liderança, empreendedorismo e fortalecimento das mulheres do meio rural.

Idealizado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural, o evento é voltado às mulheres da zona rural do município e tem como objetivo promover integração, troca de experiências e acesso a informações sobre políticas públicas para o setor. A programação contará com abertura institucional, palestra temática com especialista convidada e momento de interação entre as participantes.

Protagonismo feminino no campo

De acordo com a diretora de Desenvolvimento Rural, Gislaine Pires, a proposta também é dar visibilidade à atuação das mulheres no campo. “As mulheres são protagonistas no desenvolvimento rural, seja na gestão da propriedade, na produção ou na organização comunitária. Este encontro é um espaço de valorização, aprendizado e fortalecimento da liderança feminina no meio rural”, afirma Gislaine.

O tema central será “Protagonismo da Mulher no Desenvolvimento Rural”, com abordagem sobre liderança, empreendedorismo e transformação no campo.

Programação e inscrições

Ao final das atividades, será realizado um chá da tarde com produtos da agricultura familiar e uma dinâmica de troca de presentes. A orientação é que cada participante leve um item cultivado ou produzido na propriedade, como ovos, pão caseiro, alface, queijos, bolachas, mel ou outros produtos.

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas previamente pelo telefone (51) 3596-1022 ou pelo WhatsApp (51) 99681-3882.

O evento conta com parceria da Emater/RS, Cresol, Sicredi e do Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares, com realização da Prefeitura de Novo Hamburgo.

Foto: Nícolas Nobre/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Variedades

Painel apresenta soluções tecnológicas para gestão no campo

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Arena da Inovação da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas apresentou soluções tecnológicas já aplicadas à rotina do produtor rural nesta terça-feira (24), em Capão do Leão. Exemplos trazidos foram assistente virtual integrado ao WhatsApp para lançamento de despesas por áudio e a emissão de Nota Fiscal Eletrônica pelo celular, além do uso de drones com mão de obra especializada. O objetivo é ampliar a eficiência produtiva e a organização da gestão nas propriedades.

O painel “Conexões para o Campo: soluções práticas e oportunidades por meio da inovação” integrou a programação do evento e reuniu especialistas e empresas para apresentar ferramentas voltadas à realidade do agronegócio.

Ferramentas digitais na gestão rural

Entre as soluções apresentadas está o assistente virtual Zeca das Contas, uma inteligência artificial que auxilia na gestão financeira da propriedade. O diretor comercial da empresa, Bruno Quadros, explicou que o sistema permite interação por meio do WhatsApp, inclusive com envio de áudios, possibilitando, por exemplo, a emissão de Nota Fiscal Eletrônica. “O agro é super tecnológico. Em todas as áreas do agro a gente vê um incremento de tecnologia muito grande”, pontua Quadros.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a Farmcont, de Santa Maria, e permite ao produtor realizar o controle financeiro de forma simplificada. Segundo Quadros, sistemas de ERP já são consolidados, mas apresentam gargalos de usabilidade. “E o que a gente está fazendo foi conseguir colocar isso dentro do WhatsApp. Então, o produtor no seu telefone vai conseguir fazer o lançamento das suas despesas e das suas receitas”, explica o diretor comercial da empresa.

Ele diz, olha, essa despesa aqui é para a soja, X% para a soja, 100% para a soja, vou pagar dia tal, e a inteligência, por trás, já faz todo esse lançamento e o produtor confirma, é isso mesmo ou corrige ali como se estivesse conversando com alguém. Não precisa mais juntar aquela nota e ir lá levar para alguém, pedir para colocar. Ele já faz essa interface direto com o WhatsApp e com a inteligência artificial”, conta o diretor comercial Bruno Quadros.

Outras soluções apresentadas

O painel também apresentou cases como o fornecimento de mão de obra especializada para pulverização com drones e outras ferramentas voltadas à gestão e à produção rural.

Participaram do debate os gestores de Inovação e Tecnologia Gustavo Adornes e Milene Rostirolla, o diretor técnico da Ciclo, Antonio Duarte Pagano, o CEO da TerraMares, Victor Magalhães, o coordenador do Celeiro AgFood Hub, Luiz Humberto Villwock, o especialista em soluções com drones da Base Agro, Leonardo Henke, e o diretor comercial da Rota Rural, Bruno Costa.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Variedades

Inovação no campo pauta debate na Abertura da Colheita

Por Jonathan da Silva 25/02/2026
Por Jonathan da Silva

A inovação tecnológica aplicada ao campo foi tema de debate na manhã desta terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, realizada na Estação Experimental da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão. O evento reuniu representantes de universidade, empresas e governo para discutir como parcerias entre setor produtivo, academia e poder público podem gerar valor e ampliar a competitividade no agronegócio.

O painel “Parcerias que Geram Valor” integrou a programação do evento e abordou desafios produtivos e caminhos para soluções tecnológicas no setor.

Universidade e setor produtivo

A coordenadora do Núcleo de Prospecção e Inovação iTEC/Furg, Micheli Castro, apresentou o funcionamento do núcleo, os critérios de seleção de projetos e o papel da pesquisa no atendimento às demandas do setor produtivo. Segundo ela, a aproximação entre empresas e universidades é decisiva para transformar ideias em soluções aplicáveis. “No iTEC temos um time de mulheres com vasta experiência em automação, robótica, ciência de dados, entre outros. Os empresários podem contar com a gente para buscar soluções mais rentáveis para os seus negócios”, ressaltou a Micheli.

Uma das empresas atendidas pelo núcleo é a Agrifence, criada em 2023 com foco na otimização do uso de máquinas agrícolas. O gerente-geral da Agrifence Brasil, Ignácio Melito, afirmou que, após anos de pesquisa, a empresa passou a comercializar um hardware instalado nos maquinários, capaz de analisar dados e gerar relatórios para apoiar decisões estratégicas, reduzir atrasos produtivos e ampliar a visão de negócio. “O apoio das universidades é essencial para destravar soluções que os empresários não conseguem avançar. É fundamental ter a visão de alguém de fora para dar um fôlego e conseguir executar os projetos até a fase final”, afirmou Melito.

Papel do poder público

Representando o Governo do Estado, a diretora de Ambientes de Inovação da Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), Andréia Dullius, destacou a atuação do poder público na articulação entre setor produtivo e centros de pesquisa. “Ao longo dos anos, percebemos que é um grande desafio o empresário se aproximar da universidade para buscar a pesquisa como uma forma de solucionar problemas tecnológicos do seu negócio. O governo, por vezes, faz o elo entre essas pontas”, afirmou Andréia.

A diretora acrescentou que o investimento nas fases iniciais é determinante para a viabilidade dos projetos. “Infelizmente, normalmente as empresas não dedicam tempo e dinheiro nas primeiras etapas e, muitas vezes, elas acabam não prosperando”, concluiu Andréia.

Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é realizado pela Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento.

Foto: Leandro Vieira/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Ensino

SindiTabaco apresenta panorama da agronomia em volta às aulas da Unopar Anhanguera

Por Jonathan da Silva 13/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou da programação de volta às aulas do curso de Agronomia da Unopar Anhanguera nesta quarta-feira (11), em Santa Cruz do Sul. O presidente da entidade, Valmor Thesing, apresentou a acadêmicos dados socioeconômicos, tendências de mercado e iniciativas em ESG da cadeia produtiva do tabaco, com o objetivo de aproximar o setor produtivo da universidade e promover debate técnico sobre o segmento.

Thesing trouxe números e perspectivas da cadeia produtiva. Segundo ele, a cultura do tabaco está presente em 525 municípios, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural e gerando 44 mil empregos diretos na indústria. O dirigente destacou ainda o Sistema Integrado de Produção de Tabaco como fator para a manutenção do Brasil na liderança mundial de exportações há 32 anos consecutivos.

Iniciativas em ESG

A assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Bender, detalhou ações voltadas à saúde e segurança do produtor, como o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual e a orientação para o manejo de agrotóxicos. Também mencionou o programa de logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos e iniciativas relacionadas à autossuficiência energética nas propriedades.

A engenheira agrônoma apresentou ainda a parceria com a Embrapa no Projeto Solo Protegido, que prevê diagnóstico, intervenção e monitoramento para melhoria dos indicadores de qualidade do solo e aumento dos estoques de carbono.

Conscientização no meio rural

A assessora de comunicação do SindiTabaco, Eliana Kroth, abordou ações de conscientização junto aos produtores sobre trabalho decente, proteção da criança e do adolescente e saúde e segurança. Desde 2009, segundo a entidade, foram realizados 92 eventos de conscientização, alcançando quase 50 mil pessoas. Também foi citado o histórico de ações no combate ao trabalho infantil e a criação do Instituto Crescer Legal, voltado à aprendizagem profissional de adolescentes do meio rural.

Encerramento

Ao final da participação, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, desejou boas aulas aos estudantes no novo semestre. “Parte da missão do SindiTabaco é comunicar sobre as nossas iniciativas e, nesse sentido, agradecemos pela oportunidade de aproximar a universidade ao setor produtivo. Isso contribui para um debate técnico e transparente sobre o presente e o futuro deste importante segmento do agronegócio para a Região Sul do Brasil”, concluiu Thesing.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco tem sede em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. A entidade reúne 14 empresas associadas e atua em todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, com ações concentradas especialmente na Região Sul, onde, segundo a entidade, 94% do tabaco brasileiro é produzido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2026 0 Comentários 115 Visualizações
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