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agricultura familiar

Business

Mobilização orienta produtores rurais sobre investimentos e tecnologias

Por Marina Klein Telles 27/07/2023
Por Marina Klein Telles

As estiagens dos últimos anos têm originado muitas discussões acerca dos desafios e dificuldades dos produtores rurais da região. Neste sentido, na manhã da última quarta-feira, 26, a Sicredi Vale do Rio Pardo promoveu uma mobilização com produtores de arroz, soja e milho. O intuito da reunião técnica, que aconteceu no Salão Agnes, em Linha Nova, no interior de Santa Cruz do Sul, era orientar os agricultores sobre investimentos e tecnologias disponíveis para o setor primário do agronegócio.

O encontro abordou o Plano Safra 23/24, o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), emissão de nota fiscal eletrônica e utilização de estação meteorológica na propriedade. Conforme o assessor de negócios da Sicredi Vale do Rio Pardo, Jeferson Klunk, os próprios produtores, parceiros da mobilização, escolheram os assuntos debatidos na reunião. “A reunião é uma oportunidade para os produtores sanarem suas dúvidas e conhecerem detalhes importantes sobre créditos, investimentos e tecnologias oferecidas pelos nossos parceiros. Manter o associado informado e atualizado é importante para que ele consiga desenvolver a sua atividade agrícola”, destacou Klunk.

A primeira abordagem foi o Plano Safra, com as alterações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), as diferentes taxas de juros e as formas para solicitar o crédito. “A reunião é a construção de parceria e relacionamento próximo com os produtores. Somos parceiros nos investimentos para a realização de sonhos”, salientou a gerente de Negócios Agro da Agência Sicredi de Linha Santa Cruz, Luana Preuss. Sobre o Proagro, os especialistas em agronegócio da cooperativa, Gustavo Schuck e Guilherme Kussler, falaram sobre as novas regras e as boas práticas para melhorar a utilização do programa, principalmente a atenção ao projeto apresentado.

As soluções tecnológicas são muito importantes para o produtor, entre as vantagens estão o aumento da produtividade, redução de custos e do impacto ambiental, bem como melhoria do rendimento operacional do negócio. Para finalizar a reunião, o representante da ACNFagro, Thiago Henrique Pires, detalhou o processo de emissão de nota fiscal eletrônica por meio de um aplicativo instalado no celular do produtor rural, que facilita e agiliza ainda mais o processo durante a safra. “O nosso aplicativo foi criado para trazer as possibilidades de transações. Ele engloba todas as culturas agrícolas”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2023 0 Comentários 561 Visualizações
Variedades

Tabaco é tema de audiência pública em Brasília

Por Marina Klein Telles 16/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) foi o primeiro tratado internacional de saúde pública da história da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representada por 192 países membros da Assembleia Mundial da Saúde, o tratado agregou o maior número de adesões na história da Organização das Nações Unidas. No mês de novembro, o Brasil participará da 10ª Conferência das Partes (COP 10), da CQCT, que este ano será realizada no Panamá. Com o objetivo de esclarecer e debater previamente o posicionamento do país nesse encontro mundial, o deputado federal Alceu Moreira requereu audiência pública realizada na última quinta-feira, 15 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Hoje dizemos em alto em bom som: fazemos parte do agro, produzimos algo lícito, não cometemos crime, os produtores não tem responsabilidade pela quantidade de fumantes no Brasil. Hoje, queremos ouvir, mas principalmente dizer ao Brasil que não temos nenhuma paixão pelo ato de fumar, como não temos aos que bebem em demasiado. Mas temos orgulho em fazer o debate construtivo no sentido de proteger uma produção lícita e não vamos aceitar sermos recriminados por sermos produtores de tabaco”, disse o parlamentar ao abrir os trabalhos.

Estiveram presentes representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O Ministério da Saúde não se fez presente na audiência, mas enviou nota, que foi lida por Moreira. Segundo a nota, a pasta declinou o convite porque ainda não há, por parte da OMS, liberação de agenda da COP 10, o que deve ocorrer no mês de agosto, tornando a participação no debate “desnecessária”.

Matheus Machado de Carvalho, chefe da divisão de saúde global do MRE, fez um breve histórico da ratificação da CQCT e a participação do Itamaraty nesse processo. Comentou que ainda não existe um processo de definição da delegação brasileira em relação a esses temas e que esse assunto deverá ser tratado pela Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), comissão multidisciplinar criada para este fim. O representante do Itamaraty, comentou que em tese os trabalhos foram somente interrompidos no último governo e que há um processo interno de reestruturação da CONICQ, com base na nova estrutura governamental. “Fomos consultados e a princípio teremos um representante. Quem está coordenando esse processo de consultas entre os ministérios é o Ministério da Saúde e é provável que a estrutura seja muito parecida com a anterior”, disse.

Clecivaldo Sousa Ribeiro, coordenador-geral de produção vegetal do MAPA, falou aos presentes sobre a relevante participação do tabaco para o agro brasileira, em especial na geração de renda e emprego. “Os produtores seguem regras extremamente rigorosas para a produção de tabaco no Brasil, todas em conformidade com a legislação. A lavoura do tabaco no Brasil é uma lavoura sustentável, que tem se preocupado em não utilizar mais terra, mas aumentar a sua produtividade por meio de novas tecnologias e que tem sido acompanhada de perto pela área de produção vegetal”, relatou.

Marcos Vinicius, coordenador de Agregação de Valor do MAPA, falou sobre o processo de certificação da produção de tabaco no Brasil e as garantias sociais e ambientais que o selo do MAPA concede. “Fomos procurados, de forma voluntária, para certificar o produto e podemos afirmar que o tabaco brasileiro é sustentável: não utiliza trabalho escravo, não agride o meio-ambiente e conta com a certificação das diferentes etapas”, falou.

Manoel Mendonça, coordenador de Fomento à Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA, falou sobre o papel do MDA na implementação da Convenção-Quadro. “O papel do MDA é oferecer alternativas mais sustentáveis aos produtores de tabaco e que tem sido implementada em alguns municípios como a fruticultura, a criação de pequenos animais. Nosso objetivo é o de salvaguardar os produtores das incertezas do mercado e de uma futura redução da demanda. Não perdemos de vista a importância econômica e social do tabaco e sabemos que é um processo, que não pode ocorrer de forma abrupta”, falou.

Participaram do evento representantes da cadeia produtiva, como o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o executivo da Abifumo, Giuseppe Lobo; e representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e da Fentifumo.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), abriu seu comentário enfatizando a falta de transparência nos debates conduzidos no âmbito da CQCT. “Não conheço ditadura pior que a da Convenção-Quadro, onde os maiores interessados não podem participar das discussões. As inverdades que normalmente ouvimos, e são muitas, especialmente da área da saúde, precisam ser rebatidas com fatos. É o caso da campanha lamentável que vimos no dia 31 de maio, com uma criança sentada em frente a um prato de cinzas de tabaco. É uma agressão à criança e uma agressão ao setor do tabaco, que é um produto lícito, que gera renda e empregos para milhares de cidadãos brasileiros e que é protagonista em produção sustentável, o chamado ESG. A minha intervenção é no sentido de atentarmos a como o Brasil se posicionará na próxima COP e alertar para consequências de um posicionamento malconduzido na próxima COP”, disse Schünke.

Além de representantes do executivo federal e de entidades ligadas ao setor, diversos políticos participaram da audiência, caso do deputado federal gaúcho, Marcelo Moraes. “No passado, a intenção da CQCT era reduzir o número de fumantes, mas no decorrer da caminhada, e o Brasil foi um ator importante nessa condução, começaram a atacar a produção: tentaram limitar a área de produção, extinguir as linhas de crédito aos produtores. Fica o encaminhamento para que, desde agora, busquemos os ministérios que possam contribuir com a posição brasileira na próxima COP, porque estamos falando da maior exportação do Rio Grande do Sul e a oitava do Brasil”, destacou o deputado federal, Marcelo Moraes.

Ao final da audiência, o grupo definiu a construção de um documento base que será compartilhado nesses encontros estratégicos junto aos ministérios e comissões de interesse. “Nosso trabalho será o de construir, com articulação e com absoluto respeito à opinião divergente, os espaços a que o tabaco tem direito a ter no agro brasileiro, como uma produção absolutamente lícita e que não merece a recomendação ou reprimenda de ninguém”, concluiu Moreira ao encerrar a audiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 477 Visualizações
Business

Dia Mundial do Combate ao Tabagismo: diálogo na agricultura familiar

Por Marina Klein Telles 31/05/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Internacional dos Países Produtores de Tabaco (ITGA, sigla em inglês), lançou recentemente um manifesto em defesa do cultivo do tabaco ao redor do mundo. Segundo a nota da entidade, no dia 31 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) promoverá o ‘Dia Mundial Sem Tabaco’ e o setor estará mais uma vez sujeito a reivindicações infundadas e danosas. Para contrapor a data, a ITGA lança o “Dia Mundial da Compreensão do Cultivo de Tabaco”.

“Os produtores de tabaco exigem proteção de seus governos. A Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), da OMS, opera de maneira excludente, na qual os produtores de tabaco não têm voz. Ao ignorar as preocupações legítimas dos produtores, os meios de subsistência de milhões de pessoas são colocados em risco”, segue o informativo da ITGA, dirigido pela espanhola Mercedes Vázquez.

Segundo o documento da ITGA, o cultivo do tabaco fornece meios de subsistência para milhões de agricultores em todo o mundo, muitas vezes nas regiões menos desenvolvidas. “Acabar com a produção de tabaco no ambiente atual, sem garantir a transição sustentável para outras culturas economicamente viáveis, empobrecerá milhões de agricultores que já operam nos limites regulatórios mais rígidos há muitas décadas”, avalia Vázquez. Ainda segundo a ITGA, projetos de diversificação conduzidos pelo CQCT no Quênia, em uma iniciativa emblemática, cobrem apenas 0,0005% da produção de tabaco, área insuficiente para demonstrar sua viabilidade econômica.

A entidade também elaborou uma série de mitos e fatos sobre o cultivo do tabaco, abordando questões como trabalho infantil, saúde dos produtores e renda. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, acredita que é preciso abordar essas questões com transparência, para que a sociedade possa entender que, mais do que um produto final, o setor do tabaco gera empregos, renda e qualidade de vida para milhares de pessoas em todo o mundo.

“Neste momento em que a segurança alimentar está altamente em voga, é preciso lembrar os motivos que fazem o produtor optar pela produção do tabaco. O principal deles: a renda. Na última safra, a receita auferida pelos mais de 128 mil produtores de tabaco no Sul do Brasil ultrapassou R$ 9,5 bilhões”, destaca Schünke, citando dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

O último Censo Agropecuário, realizado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 3,9 milhões de propriedades rurais do Brasil foram caracterizadas como pertencentes à agricultura familiar no período e a produção nesses estabelecimentos gerou receita total de R$ 107 bilhões, uma média de R$ 27,4 mil por propriedade. Para efeitos de comparação, na safra 2016/17, somente com o cultivo do tabaco, o produtor recebeu, em média, R$ 40,5 mil, montante 32% acima da média brasileira. Há de se considerar ainda que, por ser diversificado, o produtor de tabaco aufere outras receitas, mas o tabaco se destaca nos rendimentos da pequena propriedade: apesar de ter ocupado apenas 17% da área da propriedade no período, o tabaco representou, em média, 52% da receita do produtor, segundo a Afubra.

No Brasil, a agricultura familiar é caracterizada pelo empreendimento familiar rural e deve atender aos seguintes requisitos: ter área de até quatro módulos fiscais (que na Região Sul varia entre 5 a 35 hectares cada módulo, dependendo do município); utilizar, no mínimo, metade da força de trabalho familiar no processo produtivo e de geração de renda; auferir, no mínimo, metade da renda familiar de atividades econômicas do seu estabelecimento ou empreendimento; ser a gestão do estabelecimento ou do empreendimento estritamente familiar. No tabaco, de acordo com a Afubra, o tamanho médio das propriedades na safra 2021/22 chega a 12,1 hectares. A entidade aponta ainda que 95,7% dos produtores tem área até 30 hectares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 677 Visualizações
Business

Expoagro Afubra 2023 encerra com 186 mil visitantes

Por Marina Klein Telles 30/03/2023
Por Marina Klein Telles

Inovação para crescer, produção sustentável para desenvolver. Durante quatro dias, a Expoagro Afubra viveu, na prática, o tema escolhido para a 21ª edição. A força do campo aliada à tecnologia deu forma a uma ampla programação organizada por diferentes instituições ligadas ao agro. O público, que chegou a 186 mil visitantes, comprova a receita de sucesso da maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar.

Para melhor atender o público, em 2023 a organização apostou em melhorias na estrutura do parque, como ampliação da área de expositores (acréscimo de 4 mil metros quadrados) e do estacionamento. Além disso, assim como em 2022, a feira ocorreu em quatro dias, o que possibilitou a ampliação do leque de atividades e mais conforto para público e expositores.

Realizada entre 21 e 24 de março, em Rincão Del Rey, no município de Rio Pardo/RS, a Expoagro Afubra 2023 também registrou R$347.300 milhões em negócios, 57,27% a mais do que em 2022. Já o Pavilhão da Agricultura Familiar registrou, mais uma vez, volume expressivo de vendas, num total de R$1,764 milhão em negócios, 18,4% a mais do que na última edição.

Segundo o presidente da Afubra, Benício Albano Werner, na edição de 2023 a organização observou mais presença de público nos auditórios e nas arenas 1 e 2 do Espaço de Inovação do Agro. “Percebemos que os visitantes, além de demonstrarem interesse pelas exposições, também têm participado mais dos fóruns, debates, palestras e eventos promovidos”.

Para o coordenador geral da Expoagro Afubra, Marco Antonio Dornelles, a feira tem possibilitado maior aproximação do poder público com os visitantes. “Essa relação e convergência de lideranças políticas e de várias instituições que fazem o evento é muito importante para o produtor que vem aqui”.

Outro ponto abordado foi a ampliação do espaço destinado à Agro-Comercial Afubra. De acordo com o diretor-presidente Romeu Schneider, em 2023 a loja esteve presente em dois locais do parque, visando o bem-estar do cliente. Um dos ambientes apresentou produtos voltados ao varejo urbano, enquanto que o outro trouxe as opções da linha agrícola. “Expoagro Afubra é o momento de se fazer grandes e bons negócios. Por isso investimos nessas novidades”.

Saiba mais

Na última edição, em 2022, o parque recebeu 180 mil visitantes, com a participação de 475 expositores. O volume total de negócios chegou a R$220 milhões. Desse montante, a comercialização no Pavilhão da Agricultura Familiar representou R$1.490 milhão.

Foto: Draw Produtora/divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 554 Visualizações
Business

Pavilhão da Agricultura Familiar bate recorde de vendas na 23ª Expodireto Cotrijal

Por Marina Klein Telles 13/03/2023
Por Marina Klein Telles

O Pavilhão da Agricultura Familiar da 23ª Expodireto Cotrijal registrou um recorde histórico de vendas. Durante os cinco dias de feira, foram comercializados R$2.576.034,45 em produtos, mais do que em qualquer outra edição do evento. O número alcançado na atual edição representa um crescimento de 53% em relação ao ano passado, quando as vendas chegaram a R$1,7 milhão.

Santini corroborou a relevância da agricultura familiar: “Esse pavilhão é um sucesso na Expodireto porque representa o quanto esse setor é produtivo e importante para o crescimento e o desenvolvimento do nosso Estado”. E destacou a cooperação com as demais entidades que fizeram parte da construção do espaço: “Esse resultado é a representação da transversalidade que há nas nossas instituições. Trabalhamos juntos com as demais secretarias e com as entidades parceiras. Foram 40 dias de muita dedicação para construir esse espaço, que é um retrato da agropecuária do nosso Estado”.

O Pavilhão da Agricultura Familiar da Expodireto Cotrijal contou com o maior número de expositores da história do evento: 230 provenientes de 132 municípios, incluindo agroindústrias, artesanato, artesanato indígena e flores e plantas.

23ª edição da Expodireto Cotrijal chega ao fim

O evento de encerramento ocorreu na última sexta-feira (10/3) e contou com a presença do vice-governador Gabriel Souza e dos secretários de Desenvolvimento Rural, Ronaldo Santini, e de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo.

Gabriel lembrou que o sucesso da feira deve ser comemorado ainda mais, já que os agricultores enfrentaram dificuldades pelo terceiro ano seguido na produção. “Eu vim no último dia e parece que é o primeiro. Estamos fazendo a maior Expodireto da história e no meio da terceira safra consecutiva com problemas de estiagem”, pontuou.

O vice-governador lembrou que 40% da economia gaúcha é garantido pelo setor primário e que os investimentos para contornar os problemas da falta de água estão acontecendo. “A pequena agricultura é um grande empreendedorismo. Estamos investindo em programas para minimizar os efeitos da seca. Precisamos dar atenção à abertura de microaçudes e à perfuração de poços artesianos a fim de obtermos reservação da água. Para podermos implementar a irrigação, precisamos antes ter água disponível”, disse Gabriel.

Também participaram do encerramento o presidente da Cotrijal, Nei César Mânica, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva, o diretor-presidente da Emater-RS, Christian Lemos, e representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetaf-RS), Isaías Wastchuk, e de parceiros que ajudaram na composição do espaço.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2023 0 Comentários 519 Visualizações
Cidades

Inaugurada primeira feira móvel de Santa Cruz

Por Amanda Krohn 23/12/2022
Por Amanda Krohn

Foi inaugurada nesta quinta-feira, 22, a primeira feira móvel de agricultura familiar de Santa Cruz do Sul, no distrito de Monte Alverne. O projeto piloto é realizado pela prefeitura, através da Secretaria Municipal de Agricultura, em parceria com a Igreja Evangélica da localidade, que cedeu o espaço externo para a montagem da estrutura. No local, sete feirantes estarão atendendo os consumidores semanalmente, toda quinta-feira, no período entre 14h30 e 19h.

Em seu pronunciamento, a prefeita Helena Hermany destacou o incentivo à diversificação. “Falamos muito em diversificação no meio rural e em manter os jovens no campo. Para poder diversificar, temos que dar oportunidades, fazer com que as oportunidades se tornem realidade, e é o que estamos fazendo com esta iniciativa”, afirmou. Helena mencionou ainda a importância da Escola Família Agrícola de Santa Cruz (Efasc), com alunos atuando na Feira Móvel de Monte Alverne. “Esta escola é maravilhosa, porque ela ensina, motiva, e cabe a nós do poder público oferecer oportunidades reais e concretas”, declarou. Helena mencionou ainda sobre o Vale Feira, projeto que será implantado a partir de janeiro de 2023, e que os servidores da prefeitura poderão adquirir produtos nas feiras.

O vice-prefeito e secretário de Planejamento e Orçamento, Elstor Desbessell, que também responde interinamente pela pasta de Agricultura, também se pronunciou. “Como filho da terra de Monte Alverne, é com muita alegria que participo deste momento. É um marco na história da agricultura familiar. Só nesta região, temos mais de 100 funcionários públicos que atuam, e que com certeza irão adquirir produtos aqui através do Vale Feira. Acredito que no futuro aqui teremos um problema bom, que é adquirir uma área e construir uma feira”, declarou. Desbessell também agradeceu o Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário.

Pela primeira vez exibindo seus produtos em uma feira, a família Kolberg, de Quarta Linha Nova, ficou satisfeita com a oportunidade. “Feira é a primeira vez que a gente faz, antes a gente só vendia em mercados. Estou muito agradecido e muito feliz”, disse Elmo. Com os estudos concluídos na Efasc, a produtora rural Lidiane Frantz, de 19 anos, de Linha Andrade Neves, levou uma diversidade de produtos para comercializar na feira. “Trouxe tomate, repolho, amendoim, cenoura e feijão. A prefeita falou de oportunidade ao jovem do campo e esta feira já é uma boa opção de renda para nós”, afirmou. Nesta sexta-feira, 23, mais uma feira móvel será inaugurada no Loteamento Viver Bem, no Bairro Santa Vitória.

Foto: Elemir Polese/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/12/2022 0 Comentários 489 Visualizações
Business

Expoagro Afubra 2022 registra recorde de público e volume de negócios

Por Stephany Foscarini 28/03/2022
Por Stephany Foscarini

Após dois anos de espera, a 20ª edição da Expoagro Afubra marca a retomada dos grandes eventos na região. De 23 a 26 de março, a maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar alcançou um público recorde de 180 mil pessoas, incremento de 61% em relação a 2019, e 220 milhões em negócios (crescimento de 215%), marca também inédita.

Entre as novidades, neste ano o evento atendeu a uma antiga demanda de moradores da área urbana e possibilitou a visitação durante o sábado. Ao mesmo tempo, a satisfação e a alegria de expositores e visitantes marcou os quatro dias de programação focada na transformação, inovação e produção sustentável.

Nós estimamos um público, mas recebemos um número muito maior. Isso exigiu muito dos nossos colegas, especialmente para conseguirmos acomodar tantos veículos”.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, destacou o trabalho realizado por toda a equipe para garantir o bom funcionamento da feira. “Nós estimamos um público, mas recebemos um número muito maior. Isso exigiu muito dos nossos colegas, especialmente para conseguirmos acomodar tantos veículos”, afirmou em entrevista coletiva realizada no fim desta tarde.

 

Para o coordenador da Expoagro Afubra, Marco Antonio Dornelles, assim como o público visitante, o volume de negócios surpreendeu, ainda mais num período pós estiagem e pandemia. “No início do ano nós ainda estávamos receosos sobre a realização da feira. E agora comemoramos os resultados”.

As vendas no Pavilhão da Agricultura Familiar alcançaram o volume de R$ 1.490 milhão, outro recorde de 2022, o que representou 88% a mais em relação à última edição. Segundo a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), a Expoagro Afubra é a feira mais vende por dia.

Nosso compromisso é sempre buscar melhorar. Neste ano, a visita do governador Eduardo Leite, no último dia, também veio a coroar a programação desenvolvida ao longo dos quatro dias”.

“Nosso compromisso é sempre buscar melhorar. Neste ano, a visita do governador Eduardo Leite, no último dia, também veio a coroar a programação desenvolvida ao longo dos quatro dias”. Para 2023, a organização estuda a possibilidade de ampliação a estrutura física do parque. Já a data da 21ª Expoagro Afubra, bem como a inclusão de um quarto dia vai ser definida após pesquisa com expositores e patrocinadores.

Saiba mais

Na última edição, em 2019, o parque recebeu 112 mil visitantes, com a participação de 432 expositores. O volume total de negócios chegou a R$ 70,6 milhões. Desse montante, a comercialização no Pavilhão da Agricultura Familiar representou R$ 792.500,00.

Evolução da feira

2001 (7 e 8 de março): 2 mil visitantes e 64 expositores

2019 (de 26 a 28 de março): 112 mil visitantes e 432 expositores

2022 (de 22 a 26 de março): 180 mil visitantes e 470 expositores

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2022 0 Comentários 871 Visualizações
Cidades

Agricultores de Novo Hamburgo podem se candidatar a receber microaçudes até quarta

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

Os agricultores familiares, pecuaristas e empreendedores familiares rurais de Novo Hamburgo interessados na escavação de microaçudes em suas localidades podem se cadastrar até a próxima quarta-feira, 02 de março, diretamente na Diretoria de Fomento ao Desenvolvimento Rural ou Emater, localizadas na Rua João Aloysio Algayer, nº 1238, em Lomba Grande.

Para se cadastrar, os agricultores devem apresentar o Talão de Produtor Rural. As candidaturas serão analisadas pelo respectivo conselho municipal. Serão construídos até 10 microaçudes.

A execução das obras será feita por meio de recursos do programa Avançar na Agropecuária e no Desenvolvimento Rural, do governo do Estado. O objetivo é apoiar a construção de estruturas de reservação de água para a expansão da prática da irrigação entre os agricultores e pecuaristas almejando estabilidade nas suas produções frente aos recorrentes quadros de estiagens que ocorrem no Estado.

Está prevista a contratação de máquinas para construção de estruturas de armazenagem de água nas propriedades, por meio da contratação da prestação de serviços mecanizados, acesso a projeto técnico, regularidade ambiental e outorga de uso de água (cadastro SIOUT).

Mais informações pelos telefones 3596-1022 ou 9-9681-3828, da Diretoria de Fomento ao Desenvolvimento Rural, ou pelo número 9-9652-9335 da Emater.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 642 Visualizações
Cidades

Sapiranga segue em alta com investimentos no setor primário

Por Stephany Foscarini 18/09/2021
Por Stephany Foscarini

O setor primário sapiranguense atingiu um ótimo número, mostrando que a agricultura está em pleno desenvolvimento, com importantes investimentos e melhorias na agricultura familiar, fortalecendo os produtores gerando mais renda e emprego e maior retorno para o município. “Mesmo com a pandemia em 2020, aumentamos o valor adicionado do setor primário em R$ 3 milhão em relação à 2019. Isso prova que o setor primário ou o agronegócio não caiu, e é também fruto de uma boa gestão pública no setor”, destaca o secretário municipal de Agricultura, Valdes Cavalheiro de Araújo.

Em 2019, o valor adicionado somou R$ 16.466,930 e em 2020, passou para 19.487.130,69. Esse crescimento de recurso que o setor primário traz para o município é dentro do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em 2022, o retorno previsto dentro do ICMS será em torno de R$ 606.000,00. O valor projetado é provisório e pode sofrer alteração.

Valdes salienta que a Prefeitura trabalha com um olhar direcionado ao produtor rural, buscando a cada dia beneficiar e valorizar o setor primário, como o incentivo à comercialização da produção na Feira do Agricultor. “Mesmo com a pandemia, respeitado todas as regras de distanciamento e higiene sanitária, mantivemos a feira municipal aberta.”

Outro fator que contribuiu para o aumento do valor adicionado foi o trabalho da secretaria em programas de subsídios aos produtores e a apresentação da nota fiscal de produtos. “Motivamos a movimentação de notas no talão de produtor. A Secretaria de Agricultura fez um trabalho minucioso de checagem e apresentação dos talões, tudo dentro do prazo. Ligamos e mandamos mensagens pelo WhatsApp, para que ninguém deixasse de apresentar o talão. Tivemos um número muito baixo de produtores que não apresentaram o talão de notas no prazo determinado pela receita estadual”, finaliza o secretário.

Foto: Eduardo Liotti/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 651 Visualizações
Cidades

Festival Sabores da Colônia tem início nesta sexta-feira

Por Milena Costa 03/08/2021
Por Milena Costa

Tem início nesta semana a edição 2021 do Festival Sabores da Colônia, evento que mescla programação presencial e online entre os dias 6 e 22 de agosto. A abertura oficial, com manifestação de autoridades e show da Banda Exemplo, acontece nesta sexta-feira, 6 de agosto, às 19h, com transmissão ao vivo pela página da Prefeitura de Nova Petrópolis no Facebook.

Ao longo da sexta-feira, os visitantes do Festival Sabores da Colônia já poderão aproveitar duas das principais atrações do evento: a feira, com exposição e venda de produtos coloniais na Rua Coberta, e os passeios de jardineira, com três opções de trajeto saindo da Praça das Flores.

“A feira de produtos coloniais, com um total de 23 expositores, e os passeios de jardineira, com três roteiros diferentes, são atrações fixas do Festival, que estarão à disposição do público em todos os dias de programação, das 9h às 19h”, detalha o secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Rodrigo Santos.

No primeiro sábado da programação, dia 7 de agosto, a atração extra do Festival Sabores da Colônia será a oficina de Apicultura e Meliponicultura, ministrada pelos produtores Orlando Morschel e Otávio Krauspenhar. A atividade acontece às 10h, com transmissão ao vivo pela página da Prefeitura no Facebook.

No domingo, 8 de agosto, os visitantes de Nova Petrópolis terão a oportunidade de conhecer a zona rural através de uma caminhada promovida pela Associação Tchon Ji. A Caminhada Roteiro Sítio Grünes Paradies, tem início às 8h junto ao Moinho Rasche, atrativo turístico que remete ao passado colonial de Nova Petrópolis. O trajeto tem 16,2 km e o custo da inscrição é de R$ 30,00. Informações pelo telefone (54) 99109-5073 ou no e-mail [email protected].

“Nosso interior está repleto de riquezas, como as cadeias produtivas da agricultura familiar, a cultura e as belezas naturais(…)”

“Nosso interior está repleto de riquezas, como as cadeias produtivas da agricultura familiar, a cultura e as belezas naturais. E as atividades do Festival Sabores da Colônia irão proporcionar ao público a possibilidade de conhecer mais do lado rural de Nova Petrópolis”, afirma o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Jorge Luiz Lüdke.

Para a realização do Festival Sabores da Colônia, serão obedecidos os protocolos sanitários estabelecidos para a região através do “Sistema 3As de Monitoramento”. Entre as medidas de prevenção estão o uso obrigatório de máscara, controle de distanciamento nos estandes e disponibilidade de álcool gel. Equipes de segurança atuarão em período integral para acompanhar e orientar o distanciamento do público. Não será permitida a degustação e/ou consumo de alimentos e bebidas na Rua Coberta.

Festival Sabores da Colônia é uma realização da Prefeitura de Nova Petrópolis, através das Secretarias Municipais de Turismo, Indústria e Comércio e de Agricultura e Meio Ambiente, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Nova Petrópolis e Picada Café. O evento conta com apoio de Emater/Ascar RS, Cetanp, Sicredi Pioneira RS e Bitcom.

Foto:  Francis Jonas Limberger/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2021 0 Comentários 749 Visualizações
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