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Aedes aegypti

CidadesSaúde

Combate à dengue tem resultados positivos em Estância

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

As ações de combate à dengue realizadas até agora em Estância Velha renderam bons frutos. Elas diminuição do número de focos e casos de dengue no Município e inspiraram elogios dos representantes da 1ª Coordenadoria Regional de Saúde do Estado, José Uelinton Alexandre e Jose Luiz Pieretti.

Se reuniram com eles o secretário municipal da Saúde, Vitor Berlitz; enfermeiro adjunto ao secretário da Saúde, Edson Couto; coordenadora da Vigilância em Saúde (Visa), Rosane Hermes; coordenador da Atenção Básica, Edilson Rogerio Roehrs e assessora da Saúde, Mirian Monteiro. Na ocasião, Alexandre e Pieretti parabenizaram o Município pelo trabalho que vem sendo realizado. Também chamaram a atenção para a situação de acúmulo de materiais recicláveis e entulhos mantidos ou descartados de forma inadequada, os quais contribuem com a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A coordenadora Rosane solicita a comunidade que colabore evitando o acúmulo de qualquer recipiente que possa armazenar água. Além disso, é importante que a população receba os agentes de saúde, devidamente identificados com o jaleco da Visa, para que os mesmos possam fornecer orientações sobre a prevenção e controle da doença.

Rosane ressaltou ainda que o Município irá receber do Estado um produto específico para o combate aos mosquitos. “Esses produtos serão aplicados no entorno das residências onde foram identificados casos positivos de dengue, em ambientes de reciclagem e nas empresas desativadas”, explicou.

A coordenadora destacou a importância de todos fazerem a sua parte. “Só assim vamos evitar novos casos de dengue e outras doenças como chikungunya e zika, também transmitidas pelo Aedes aegypti”, finalizou.

Cata Foco

A Secretaria Municipal de Obras (SMO) concluiu neste mês de junho, a Ação Cata Foco que percorreu bairros de Estância Velha. A ação teve início no mês de abril e resultou na retirada de 1.379 toneladas de resíduos no Município.

O trabalho foi para somar forças com a Visa, para obter um único objetivo, combater o Aedes aegypti e evitar uma epidemia em Estância Velha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 651 Visualizações
CidadesSaúde

Picada Café tem 24 focos do Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em Picada Café, diariamente, dois agentes de combate às endemias batem à porta das residências. Adão Moreira Gonçalves e Danielle Bauer levam informação em suas bolsas e conversam com a população sobre a importância do cuidado com a água que se acumula em floreiras, pneus e vasos. É nessa água que o mosquito Aedes Aegypti deposita ovos, que em cerca de 48 horas são mosquitos prontos para voar. E nessa viagem eles podem levar a dengue e outras doenças.

No Rio Grande do Sul, há confirmados cerca de 3 mil casos de dengue em 2020. Picada Café, apesar de ter 24 focos de Aedes aegypti, não tem nenhum caso de dengue. Para que ocorra a transmissão da doença, é necessário que o vetor, no caso o mosquito, esteja contaminado e transmita-o para um ser humano. Não há, por enquanto, mosquitos vetores na cidade.

Os 24 focos do Aedes em Picada Café estão no Centro, 12, Joaneta, 11, e Picada Holanda, um. Assim como outras doenças a prevenção ainda é o melhor caminho. Nas suas incursões nas residências os agentes de combate às endemias fazem a orientação de como proceder para evitar água acumulada e verificam possíveis focos. “De maneira geral a população entende que a prevenção é fundamental e a gente quer continuar assim, sem casos”, salienta Danielle.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2020 0 Comentários 640 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis lança campanha audiovisual de combate ao Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria de Saúde e Assistência Social de Nova Petrópolis, por meio da equipe da Vigilância Ambiental em Saúde, preparou uma campanha de conscientização sobre o combate ao Aedes aegypti, mosquito vetor da dengue, da chikungunya, do zika vírus e da febre amarela urbana.

Os vídeos baseiam-se no “meme do caixão”, amplamente divulgado na Internet e redes sociais para alertar sobre situações em que o desfecho pode ser fatal. “Adaptamos o vídeo para apresentar, de forma lúdica e informativa, algumas medidas de eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti. No nosso vídeo, quem se dá mal é o mosquito”, salientou o coordenador da Vigilância Sanitária e Ambiental em Saúde, Rafael Aguiar Altreiter.

A dengue é uma doença febril grave causada por um vírus transmitido pela picada do Aedes aegypti infectado. A fêmea do mosquito tem preferência por água com baixa matéria orgânica e por isso a necessidade de não deixar exposto qualquer objeto capaz de acumular água limpa.

Além da campanha audiovisual, ao final de maio será lançado um boletim mensal com informações locais sobre a situação do Município em relação as doenças e o combate ao vetor. Outra medida que será retomada é a instalação das placas informativas itinerantes, agora mais resistentes ao tempo e a depredação. Elas devem permanecer nos bairros por até 15 dias apresentando dicas de como evitar a propagação do Aedes aegypti. Na continuidade de ações, está prevista para junho, durante a Semana Municipal do Meio Ambiente, mais uma mobilização para recolhimento de pneus inservíveis.

Em 2020 a Secretaria Municipal de Saúde não notificou nenhum caso suspeito de dengue. Nova Petrópolis é considerada infestada pelo vetor desde abril de 2018 e este ano já foram registrados 61 focos do mosquito até o momento. O principal criadouro são os reservatórios de água, como caixas d´água, toneis e baldes que muitas vezes são encontrados sem tampas ou telas na sua cobertura. Por ser um mosquito doméstico, o sucesso das ações depende da participação da população e a melhor forma de evitar a doença é com a eliminação dos criadouros.

Nova Petrópolis conta com dois agentes em saúde concursados e cinco agentes em saúde emergenciais, que realizam vistorias nos imóveis a cada dois meses. Neste momento de pandemia, as inspeções são realizadas nas áreas externas dos imóveis, com os servidores utilizando máscaras e mantendo distanciamento seguro, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde. Todos agentes em saúde estão devidamente identificados com uniformes e crachás e podem ter sua ação confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde em casos de dúvida.

A Secretaria de Saúde e Assistência Social de Nova Petrópolis possui Laboratório de Entomologia e profissional próprio para identificação do material coletado, conferindo celeridade à identificação das larvas e consequente ação preventiva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 535 Visualizações
Saúde

Ministério da Saúde inicia o combate ao Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 13/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (12), a nova campanha de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Neste ano, a ação foi adiantada para o mês de setembro, antes do período de chuvas no país e para que os gestores estaduais, municipais e toda a sociedade tenham tempo para mobilização.

Com o tema “E você? Já combateu o mosquito hoje? Proteja a sua família”, o governo chama toda a população para agir, de forma efetiva. O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressaltou, durante o lançamento da mobilização, em Brasília, a necessidade de um combate permanente aos criadouros do vetor.

“É muito comum a gente ver as pessoas fazerem mutirões durante a epidemia. Lógico, precisa? Precisa. Mas se tivesse feito cedo, com certeza, o risco de epidemia teria sido muito menor. Há uma noção muito grande de que essas doenças são basicamente de comportamento nosso em relação ao meio ambiente”, afirmou.

As doenças em números

O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que, até o dia 24 de agosto deste ano, foram registrados mais de 1,4 milhão de casos de dengue no Brasil. Em comparação a 2018, o crescimento foi de mais de 599%. A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos por 100 mil habitantes. Segundo o levantamento, entre as Unidades da Federação com casos da doença, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

A febre chikungunya registrou alta de 44,2% no comparativo. Foram 110,6 mil casos até agosto. No último ano, esse número foi de 76,7 mil. A taxa atual de incidência foi de 53,1 casos por 100 mil habitantes. Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte são os estados que mais concentram notificações.

Os casos de zika também apresentaram aumento: 47,1%. Do início do ano até agosto, foram registrados 9,8 mil casos contra 6,6 mil registrados no mesmo período de 2018. A taxa de incidência foi de 53,1 casos por 100 mil habitantes. Tocantins, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo são os estados que mais concentram notificações da doença.

Ao todo, 650 mortes foram causadas pelas três doenças em todo o Brasil: 591 por dengue, 57 por chikungunya e duas por zika.

Alternativas de prevenção

Para prevenir a proliferação do Aedes nas residências e prédios, o Ministério recomenda tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal, em calhas ou dentro de casa. O armazenamento de água pode até ser feito, mas de maneira que impeça o mosquito de depositar os ovos, ou seja, com os recipientes bem tampados. É necessário ainda descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios.

Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, destaca que o atual período de seca é ideal para se fazer essa prevenção.

“Estamos, agora, com a oportunidade de eliminar focos nos vasinhos de plantas, eliminar os criadouros no domicílio. A recomendação é tirar 10 minutos por dia, da sua rotina, ao chegar em casa do trabalho, ou durante o final de semana, checar esses locais onde o mosquito pode ter depositado ovos e que no contato com a água pode crescer um mosquito”, destacou.

As ações de prevenção e combate ao mosquito, realizadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, são permanentes. A execução das visitas dos agentes de endemia para eliminação dos criadouros é de responsabilidade dos gestores locais.

O Ministério oferece apoio técnico e insumos para o combate ao vetor nos estados e municípios. Segundo a pasta, os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,9 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/09/2019 0 Comentários 574 Visualizações
Cidades

Combate ao mosquito da dengue em Campo Bom

Por Gabrielle Pacheco 23/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria de Saúde de Campo Bom, através da Vigilância Ambiental, continuou o intenso trabalho de combate aos criadouros do mosquito Aedes que desenvolve ao longo de todo ano. Ao todo, foram feitas 912 visitas domiciliares em abril. Esse número só não foi maior pois 819 casas abordadas estavam fechadas e em 78 habitações os moradores recusaram a visita dos Agentes de Combate às Endemias.

A secretária de Saúde, Suzana Ambros Pereira, destaca a importância da comunidade permitir a entrada dos agentes para vistorias nos terrenos. “O trabalho dos agentes é fundamental para identificar e eliminar focos de criação do mosquito Aedes aegypti. Os profissionais também conversam com os moradores sobre os cuidados a serem tomados para evitar o acúmulo de água em pátios. Terrenos com residência costumam concentrar a maior parte dos pontos de proliferação do mosquito da dengue, por isso, pedimos que o cidadão receba os agentes. Eles estão sempre identificados por coletes oficiais e crachás”, destaca Suzana.

Trabalho intenso em toda cidade

Foram analisados cerca de 3646 depósitos contendo água, principalmente pratinhos de vasos, piscinas, baldes, pneus e bromélias (cada depósito caracteriza oportunidade para mosquitos se desenvolverem). Em parceria com os Agentes Comunitários de Saúde (variando entre 65 e 75 agentes), o número salta para 10945 residências visitadas.

Também houve sequência ao trabalho de PSE (Programa Saúde Escolar) em cerca de 12 escolas e creches do município abrangendo alunos de 4 a 10 anos – tal atividade consiste em palestra educativa e atividades lúdicas como: exibição de larvas e pupas vivas em aquário, maquete demonstrativa tanto de cuidados quanto de desleixos comuns nas residências, vídeos e distribuição de panfletos.

As amostras coletadas no mês chegaram a 195, das quais 146 resultaram em positivas para Aedes aegypti, deixando o município com uma marca de 79% de índice de positivação desde o início do ano. Conjuntamente com a Vigilância Sanitária, foram revisitados cerca de 10 endereços considerados críticos.

Os tradicionais Pontos Estratégicos (locais que por causa de sua atividade fim necessitam fazer uso freqüente de água, como floriculturas, borracharias, cemitérios, etc) foram inspecionados quinzenalmente, conforme protocolo federal, sendo atualmente um total de 44 locais que atendem ao perfil. No momento, a Vigilância Ambiental conta com 5 funcionários concursados e 2 estagiárias. Há expectativa de aumento na equipe para os próximos meses.

Foto: Julia Allgayer/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2019 0 Comentários 753 Visualizações
Cidades

Prevenção e controle da dengue em Santa Cruz do Sul

Por Gabrielle Pacheco 17/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O estado de surto de dengue no qual Santa Cruz do Sul se encontra, devido aos casos já confirmados da doença, levou o prefeito Telmo Kirst a emitir na tarde desta quinta-feira (16) decreto estabelecendo medidas permanentes de prevenção e controle da doença.

Também uma alteração na Lei 7.859, de 2017, que dispõe sobre o Programa de Prevenção e Combate ao Mosquito, está sendo encaminhada à Câmara de Vereadores, e vai impor penalidades mais severas a quem facilitar o surgimento de focos.

Até o momento, das 13 notificações feitas pela Vigilância Epidemiológica do município, cinco casos de dengue foram confirmados, três foram descartados, e cinco ainda aguardam pelos resultados do Laboratório Central do Estado (Lacen). Diante dessa situação tem início agora uma verdadeira guerra contra o Aedes aegypti.

Pelo decreto fica instituída uma força-tarefa de enfrentamento, composta por agentes de saúde, de endemias e de Defesa Civil, fiscais de trânsito, Guarda Municipal, operários, motoristas, servidores da Ucefex e demais secretarias e entidades do Município. O Exército também vai colaborar na ação.

A primeira atuação do grupo acontece neste sábado, dia 18, com uma mega-operação. Detalhes foram definidos em reuniões realizadas no decorrer desta semana, entre o secretário municipal de Saúde, Régis de Oliveira Júnior, e o comandante do 7º BIB, coronel Christian Augusto dos Santos Cravo, e serão divulgados nesta sexta-feira.

Já com relação à alteração na lei, diferente do que acontecia antes, quando o morador recebia prazo de três dias para se regularizar em casos de focos serem encontrados na sua residência, agora esse tempo não existe mais. Uma vez achado um foco, o morador recebe uma advertência e, em uma visita posterior, caso a situação se repita, ele será multado.

Conforme explica o secretário Régis, as ações do programa de combate ao mosquito transmissor da dengue terão a partir de agora caráter permanente. “Essa não é uma ação pontual, que começa hoje e termina, por exemplo, com a chegada do inverno. Temos que ter em mente que a necessidade de cuidados se estende por todo o ano, até porque no verão os ovos eclodem.

De acordo com o secretário, “o que hoje são quatro, cinco casos, amanhã, se não tomarmos as medidas necessárias, serão 40 ou 50”.

O decreto também regulamenta as atividades de fiscalização nas residências, imóveis públicos e particulares, prédios em construção, abandonados e/ou terrenos baldios. Em um segundo momento, as equipes estão autorizadas a ingressar nos locais abandonados cujos proprietários neguem o acesso e também naqueles nos quais os donos não sejam encontrados. A entrada na residência, no entanto, será em último caso, somente após notificações anteriores.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/05/2019 0 Comentários 595 Visualizações
Cidades

Feevale conscientiza sobre o Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O projeto de extensão Dengue, realizado pela Universidade Feevale, promove, gratuitamente, palestras educativas e atividades didáticas e lúdicas para estudantes e professores da rede pública e privada do município.

As ações são voltadas para alunos a partir do primeiro ano do Ensino Fundamental e docentes. As escolas que tiverem interesse podem contatar o líder do projeto, Tiago Santos de Carvalho, pelo e-mail [email protected]. As atividades acontecem, preferencialmente, no turno da tarde, mas pode ser avaliada a possibilidade de realização em outros turnos.

Projeto Dengue

A preocupação com o Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya, teve início em 2008, com o aumento do número de focos do mosquito e a sua rápida proliferação, acarretando uma parceria entre a Universidade Feevale e a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo.

O projeto de extensão Dengue tem como objetivo sensibilizar a população de Novo Hamburgo quanto às práticas de prevenção e combate ao mosquito transmissor dos vírus, bem como promover o conhecimento sobre a doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2019 0 Comentários 483 Visualizações
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