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ABPA

Business

Exportações de carne de frango crescem 20,9% em dezembro

Por Marina Klein Telles 08/01/2024
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram 2023 com exportações totais de 5,138 milhões de toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número confirma as projeções traçadas pela associação para o ano, acumulando alta de 6,6% em relação ao total exportado em 2022, com 4,822 milhões de toneladas. Em receita, a alta do ano foi de 0,4%, com total de US$ 9,796 bilhões acumulados nos 12 meses do ano passado, contra US$ 9,762 bilhões no mesmo período de 2022.

O bom desempenho do ano foi consolidado com o resultado alcançado em dezembro. Ao todo, foram exportadas 467,2 mil toneladas de carne de frango no período, número 20,9% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2022, com 386,3 mil toneladas. Foi o segundo maior volume embarcado em um único mês na história do setor, superado apenas pelas 514,6 mil toneladas exportadas no mês de março de 2023.

Com isto, a receita gerada pelas exportações de dezembro totalizaram US$ 818,9 milhões, número 4,3% maior que os US$ 785 milhões obtidos no mesmo período de 2022. “Apesar dos desafios do ano, incluindo um cenário com variações acentuadas de mercados e de custos de produção, o resultado é altamente positivo e confirma as projeções traçadas pela ABPA para o ano, ao mesmo tempo em que indica a tendência de exportações que deveremos observar ao longo de 2024. Pela primeira vez superamos a marca de 5 milhões de toneladas exportadas. Neste contexto, as boas notícias divulgadas no fim de 2023 trazem expectativas de movimento sustentado nas vendas internacionais, seja em relação a mercados consolidados ou mesmo com a abertura de novos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em dezembro, o Japão assumiu a liderança como principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, com 55,9 mil toneladas importadas, volume 53,9% maior que o total registrado no mesmo período de 2022. Em segundo lugar, a China importou 50,3 mil toneladas (+8,5%), seguida por Emirados Árabes Unidos, com 44,3 mil toneladas (+27%), Arábia Saudita, com 39,5 mil toneladas (+56,3%) e África do Sul, com 31,2 mil toneladas (+10,8%). “Houve um aumento generalizado nas importações de carne de frango pelos principais destinos dos nossos produtos, o que justifica o desempenho recorde para o mês de dezembro”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Maior exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná embarcou 2,087 milhões de toneladas ao longo do ano de 2023, número que supera em 9,69% o total exportado no ano anterior. Em seguida estão Santa Catarina, com 1,103 milhão de toneladas (+8,48%), Rio Grande do Sul, com 739 mil toneladas (-2,13%), São Paulo, com 292,6 mil toneladas (+6,32%) e Goiás, com 236,8 mil toneladas (+21,3%).

“No ano em que registramos o primeiro foco de Influenza Aviária em aves silvestres no Brasil, os resultados obtidos pelas exportações atestam a confiança do mundo no trabalho de excelência em biosseguridade executado pelas empresas do setor, com o apoio do Ministério da Agricultura e das secretarias estaduais e municipais de agricultura, o que permitiu ao país continuar livre de Influenza Aviária”, conclui o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2024 0 Comentários 573 Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 16,9% em março

Por Marcel Vogt 11/04/2023
Por Marcel Vogt

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 106,9 mil toneladas em março, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 16,9% o volume registrado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 91,5 mil toneladas. Em receita, as vendas de março totalizaram US$ 248,9 milhões, valor 30,8% superior ao obtido em março do ano passado, quando as exportações alcançaram US$ 190,3 milhões.

Além dos tradicionais destinos de exportação, houve neste mês a realização dos primeiros embarques de carne suína do Brasil para o México, consolidando o fluxo de embarques para este mercado que recentemente foi aberto para os produtos brasileiros.

No trimestre, o volume embarcado de carne suína chegou a 274,8 mil toneladas, número 15,7% maior que as 237,5 mil toneladas exportadas entre janeiro e março de 2022. No mesmo período, a receita das exportações totalizou US$ 646,3 milhões, saldo 29,6% superior ao total obtido nos três primeiros meses do ano passado, com US$ 498,5 milhões.

“Custos de produção em alta no mundo, assim como os impactos de questões sanitárias em vários países produtores de carne suína têm sustentado a tendência de aumento pela demanda do nosso produto, que é refletida pelas elevações nas vendas em oito dos dez maiores importadores da carne suína brasileira. Diferentemente do que vimos no primeiro trimestre de 2022, os três primeiros meses deste ano seguem em ritmo equivalente ao visto no segundo semestre do ano passado, indicando um ano com tendência de alta comparativa nas exportações”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino dos embarques, tem sido a China, que importou 109,6 mil toneladas entre janeiro e março, número 25,6% superior ao registrado em 2022, com 87,2 mil toneladas. No mesmo período também se destacaram as vendas para Chile, com 21,3 mil toneladas (+96,8%), Filipinas, com 17,8 mil toneladas (+8), Singapura, com 15,9 mil toneladas (+25,8%), e Japão, com 7,2 mil toneladas (+36,9%).

“Além dos tradicionais destinos de exportação, houve neste mês a realização dos primeiros embarques de carne suína do Brasil para o México, consolidando o fluxo de embarques para este mercado que recentemente foi aberto para os produtos brasileiros. Ao mesmo tempo, o recrudescimento da Peste Suína Africana na China e nas Filipinas deve manter as exportações brasileiras em patamares acima das 100 mil toneladas mensais”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2023 0 Comentários 603 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango alcançam 514,6 mil toneladas em março

Por Marina Klein Telles 10/04/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 514,6 mil toneladas em março. O volume supera em 22,9% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 418,8 mil toneladas.

Com isso, o resultado das vendas no último mês alcançou US$ 980,5 milhões, valor 27,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 771,7 milhões. No acumulado do primeiro trimestre, os embarques de proteína animal avícola alcançaram 1,314 milhão de toneladas, volume 15,1% superior ao exportado no mesmo período de 2022, com 1,142 milhão de toneladas.

“Houve um incremento generalizado nas compras dos maiores destinos de exportações, em um momento em que o Brasil estava preparado do ponto de vista da oferta. Uma soma de fatores influenciou o comportamento atípico das vendas internacionais de carne de frango no mês, como, por exemplo, parte dos embarques atrasados de fevereiro”, explica o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Em receita, o resultado dos primeiros três meses foi 25,5% maior, com US$ 2,573 bilhões entre janeiro e março deste ano, contra US$ 2,051 bilhões no mesmo período do ano passado.

Principais destinos

Entre os principais destinos, a China liderou as importações, com 187,9 mil toneladas embarcadas no primeiro trimestre, volume 24,5% superior ao mesmo período de 2022. Outros destaques foram Arábia Saudita, com 96 mil toneladas (+69,9%), União Europeia, com 62,2 mil toneladas (+24,1%), e Coreia do Sul, com 50,9 mil toneladas (+43,7%).

“Há um contexto de mercado que favorece os números recordes para o mercado chinês. A retomada dos níveis de consumo com o fim das restrições à circulação de pessoas se soma à queda nos níveis de alojamento de aves nas granjas comerciais chinesas, gerando aumento da demanda pela importação de carne de frango do Brasil”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Outros mercados de relevância, como União Europeia, Reino Unido e Coreia do Sul, também aumentaram as compras, segundo afirma o diretor, acredita que o movimento deverá se manter nestes destinos nos próximos meses. “Destaque para o Iraque, que estava com compras paralisadas desde meados de 2022 e agora está posicionado entre os principais destinos do produto brasileiro”, finaliza Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Business

ABPA aponta crescimento de 24,45% em exportações gaúchas de carne de frango

Por Amanda Krohn 17/02/2023
Por Amanda Krohn

As exportações de carne de frango e suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) do Rio Grande do Sul totalizaram 84,72 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 25,91% maior em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas somaram US$ 184,5 milhões, saldo 50,33% superior ao do primeiro mês de 2022. O volume embarcado de carne de frango em janeiro deste ano totalizou 64,21 mil toneladas, aumento de 24,45% em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, quando acumulou 51,59 mil toneladas.

O saldo em dólares das exportações no primeiro mês de 2023 foi de US$ 135,43 milhões. O valor é 52,40% maior que o registrado em janeiro de 2022, quando somou US$ 88,87 milhões. “O contexto internacional, com oferta pressionada, entre outros motivos, pelas consequências geradas pela Influenza Aviária em diversos territórios, aumentaram a demanda pelo produto brasileiro”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, ao lembrar que o Brasil nunca registrou a doença no território.

Já as exportações de carne suína no primeiro mês deste ano alcançaram 20,51 mil toneladas, volume 30,72% maior em relação aos embarques registrados no mesmo período do ano passado, quando registraram 15,69 mil toneladas. O saldo em dólares em janeiro de 2023 chegou a US$ 49,06 milhões, valor 44,90% superior ao obtido no primeiro mês de 2022, quando alcançou US$ 33,86 milhões. “As vendas para o Chile, que já estão em alta, devem ganhar ainda mais força ao longo do ano, com o recente reconhecimento, pelas autoridades chilenas do Rio Grande do Sul como área livre de aftosa sem vacinação”, completa Rua.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2023 0 Comentários 461 Visualizações
Business

ABPA leva 22 empresas brasileiras à Gulfood 2023, em Dubai

Por Amanda Krohn 14/02/2023
Por Amanda Krohn

Uma parceria entre a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) levará 22 empresas brasileiras de multiproteínas para a Gulfood 2023. O evento ocorre entre a segunda-feira, 20 e a sexta-feira, 24, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (EAU), e se trata da maior feira mundial de alimentos para o mercado halal. A ação organizada pela ABPA e a ApexBrasil teve um aumento de quase 20% em suas dimensões. As empresas participantes englobam produtos como carne de frango, carne de pato, ovos, material genético e carne suína (para compradores não-islâmicos).

Além da provável ampliação das vendas para os destinos tradicionais, os embarques do setor neste ano deverão ser influenciados por outros mercados que deverão incrementar as compras, como o Catar, o Kuwait e o Egito (…)

Entre as marcas confirmadas estão as gaúchas Dália Alimentos e Vibra Agroindustrial, esta última com estande próprio no Oriente Médio. Além delas, estarão presentes Aurora Alimentos, Avenorte, Avivar, Bello Alimentos, BRF, C.Vale, Coasul, Copacol, Granja Faria, GtFoods, Jaguafrangos, Lar Agroindustrial, Naturovos, Netto Alimentos, Pamplona Alimentos, Pif Paf, Somave, SSA, Villa Germania, Vossko e Zanchetta Alimentos. A Seara Alimentos é outra agroindústria que estará no evento com estande próprio.

A estratégia brasileira terá foco na realização de encontros de negócios entre empresas e importadores, e em reuniões com stakeholders locais. Além disso, a promoção da imagem dos atributos da proteína animal do Brasil também estará em destaque. Além de materiais eletrônicos e físicos distribuídos ao público do evento, a ABPA vai realizar uma degustação voltada para o público presente na feira, com omeletes e o shawarma (um prato tradicional da cultura árabe) de carne de frango e de carne de pato.

Para o presidente da ABPA, o gaúcho Ricardo Santin, as expectativas para a feira são altas. “As projeções apontam para o crescimento dos negócios da avicultura do Brasil junto ao mercado halal. Além da provável ampliação das vendas para os destinos tradicionais, os embarques do setor neste ano deverão ser influenciados por outros mercados que deverão incrementar as compras, como o Catar, o Kuwait e o Egito”, analisa o dirigente. “Neste contexto, a ação que realizaremos na Gulfood será estratégica para impulsionar os negócios em nossa já tradicional relação comercial com os consumidores muçulmanos”, continua.

As relações comerciais entre a avicultura brasileira e o mercado halal são uma das mais tradicionais do Comércio Exterior do Brasil. Na década de 1970, os primeiros embarques brasileiros de produtos avícolas foram destinados ao Kuwait e a Arábia Saudita. Há quase duas décadas o setor de aves brasileiro marca presença na feira de Dubai. Desde 2007 com estande próprio, a ABPA está na 17ª participação consecutiva.

Números – Líder mundial há mais de uma década no fornecimento de carne de frango halal, o Brasil exportou no ano passado 1,983 milhão de toneladas para este mercado, volume 3,6% maior que em 2021, quando registrou 1,915 milhão de toneladas. Em receita, os números são ainda mais expressivos: US$ 3,869 bilhões, resultado 29,1% superior em relação ao saldo do ano anterior, quando obteve US$ 2,997 bilhões. Entre os principais destinos da região, os Emirados Árabes Unidos são os maiores importadores, com 444,9 mil toneladas importadas em 2022, número 14,2% superior ao registrado no ano anterior, com 389,5 mil toneladas. No ano passado (incluindo produtos halal e não-halal), o Brasil exportou 4,8 milhões de toneladas, gerando US$ 9,7 bilhões em receitas para o país.

As empresas participantes englobam produtos como carne de frango, carne de pato, ovos, material genético e carne suína – para compradores não-islâmicos. (Foto: Divulgação)

Foto capa: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2023 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Exportações de carne suína crescem 19,6% em 2023

Por Amanda Krohn 09/02/2023
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 89,2 mil toneladas em janeiro deste ano. O volume supera em 19,6% o total embarcado no mesmo período de 2022, com 74,6 mil toneladas. Em receita, as vendas do setor alcançaram US$ 212,4 milhões neste ano, desempenho 32,1% superior ao registrado em janeiro do ano passado, com US$ 160,7 milhões.

Entre os principais destinos das exportações de carne suína, a China segue na liderança, com 41,6 mil toneladas, volume 32,5% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 31,4 mil toneladas. Outros destaques foram Hong Kong, com 7,1 mil toneladas (+5,5%), Chile, com 6,5 mil toneladas (+53%), e Singapura, com 4,7 mil toneladas (+37,7%).

De acordo com o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, os números se devem à alta demanda. “As elevações dos embarques para a China e Hong Kong atestam a permanência da demanda por produtos brasileiros no maior mercado consumidor de carne suína do planeta, mantendo o comportamento verificado no segundo semestre de 2022 e que deve se manter em 2023,” avalia.

Conforme Rua, há chances de aumento do comércio para outros países. “Ao mesmo tempo, as vendas para o Chile, que já estão em alta, devem ganhar ainda mais força ao longo do ano, com o recente reconhecimento, pelas autoridades chilenas do Rio Grande do Sul como área livre de aftosa sem vacinação”, afirma. “Há, também, expectativa sobre o efeito das vendas brasileiras de carne suína para o México e a consolidação do mercado canadense, dois dos mais importantes mercados importadores da proteína animal no mundo, que foram abertos recentemente”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2023 0 Comentários 662 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 20,6% em janeiro

Por Amanda Krohn 09/02/2023
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 420,9 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é recorde e supera em 20,6% o total embarcado no primeiro mês do ano passado, com 349,1 mil toneladas. O resultado em dólares das exportações em janeiro chegou a US$ 856,6 milhões, valor 38,9% superior ao obtido no mesmo período de 2022, com US$ 616,9 milhões.

Principais destinos

Principal destino das exportações da carne de frango do Brasil, a China importou 60,2 mil toneladas em janeiro, volume 24,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com 48,3 mil toneladas. Outros destaques foram o Japão, com 37,7 mil toneladas (+23,1%), Arábia Saudita, com 32,4 mil toneladas (+111,3%), África do Sul, com 29,5 mil toneladas (+15,7%), e União Europeia, com 21,8 mil toneladas (+20,4%).

Influenza Aviária

“Houve incremento das vendas em praticamente todos os principais destinos importadores avícolas do Brasil. O contexto internacional, com oferta pressionada, entre outros motivos, pelas consequências geradas pela Influenza Aviária em diversos territórios, aumentaram a demanda pelo produto brasileiro”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, ao lembrar que o Brasil nunca registrou a doença no território. “Apesar da elevação da receita em dólares, há ainda forte pressão dos custos de produção sobre os produtos, o que poderá influenciar o comportamento das vendas em dólares nos próximos meses”, reforça Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2023 0 Comentários 467 Visualizações
Business

ABPA reforça laços com avicultura global durante o IPPE

Por Amanda Krohn 20/01/2023
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) participará de uma série de encontros com representantes da avicultura internacional durante a International Production & Processing Expo (IPPE), maior evento voltado para o setor avícola mundial, que acontecerá entre os dias 24 e 26 de janeiro, em Atlanta (EUA). Presente no encontro, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará de agenda com membros da avicultura dos cinco continentes, em reunião do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês), entidade da qual é vice-presidente.

Questões e desafios em comum das nações produtoras estarão em pauta, como o reforço a estratégias unificadas para a prevenção e o enfrentamento à Influenza Aviária. Vale lembrar que o Brasil nunca registrou focos e é livre da doença. A prevenção à Influenza Aviária também estará na pauta das reuniões da Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA). Santin, que também é vice-presidente da entidade, tratará de ações unificadas contra a doença, além de questões técnicas e conjunturais que impactem os produtores avícolas dos países-membros da associação.

Além disso, ao lado do diretor do próximo Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura, o SIAVS 2024, José Perboyre, Santin reforçará o convite aos técnicos e empresários da avicultura internacional para o maior evento dos setores no Brasil, previsto para os dias 6 a 8 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP). “A participação no evento em Atlanta é estratégica para reforçarmos os laços com cadeias produtivas as quais atuamos em complementaridade. É um momento, também, para unirmos forças no objetivo de alinhar temas que impactam diretamente todos os polos produtores. Ao mesmo tempo, o IPPE é fundamental para reforçarmos a internacionalização do SIAVS, que na última edição registrou representantes de mais de 50 países”, detalha Santin.

Foto: Mario Castello/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2023 0 Comentários 476 Visualizações
Business

Receita das exportações de genética avícola cresce 21% em 2022

Por Amanda Krohn 19/01/2023
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de genética avícola (considerando ovos férteis e pintos de um dia) totalizaram 15,638 mil toneladas em 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O desempenho foi 0,3% menor que o registrado em 2021, com 15,691 mil toneladas. Já em receita, houve aumento de 21% no mesmo período, totalizando US$ 178,8 milhões em 2022, contra US$ 147,7 milhões em 2021.

Considerando apenas o último mês do ano passado, as vendas de material genético avícola cresceram 29,9% em volume, com 1,782 mil toneladas em 2022, contra 1,372 mil toneladas no mesmo período do ano anterior. Em receita, a alta é de 67,4%, com US$ 19,8 milhões em dezembro último e US$ 11,8 milhões no mesmo mês de 2021.

Principal destino das exportações, o México recebeu 7,826 mil toneladas, volume 91,2% maior que o registrado em 2021. Em segundo lugar, o Senegal importou 3,377 mil toneladas (-40,6%), e o Paraguai, o terceiro, importou 2,799 (-7,6%). “O status sanitário brasileiro tem favorecido as vendas internacionais avícolas em diversos segmentos. É o caso do material genético, que manteve e até reforçou a posição no fornecimento de insumos de alto valor agregado em diversos mercados, apoiando o fortalecimento da produção de núcleos produtores avícolas nas Américas, na África e na Ásia”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2023 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Exportações de ovos totalizam 9,4 mil toneladas em 2022

Por Amanda Krohn 18/01/2023
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 9,474 mil toneladas em 2022, volume 16,5% menor que o realizado no mesmo período de 2021, com 11,346 mil toneladas. Em receita, as vendas do ano passado chegaram a US$ 22,419 milhões, resultado 24,2% superior ao registrado no ano anterior, com US$ 18,054 milhões. Foi o melhor resultado registrado desde 2015.  Em dezembro de 2022, as vendas de ovos alcançaram 431 toneladas, volume 82,7% menor que o registrado no mesmo mês de 2021, com 2,492 mil toneladas. A receita registrada no mesmo período chegou a US$ 1,296 milhão, valor 67,5% inferior que os US$ 3,991 milhões registrados em dezembro do ano anterior.

Conforme o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, as exportações geraram lucro para o Brasil.  “Ao mesmo tempo que não impactaram a oferta interna de produtos, as exportações de ovos no ano passado geraram divisas relevantes para o país, em um momento especialmente importante diante da alta histórica dos custos de produção. Neste contexto, a realização da Copa do Mundo gerou bons números para os embarques”, afirma.

Principais mercados

Entre os destaques de 2022 estão os Emirados Árabes Unidos, que embarcaram 4,453 mil toneladas, volume 35,6% menor que o realizado no mesmo período de 2021, com 6,915 mil toneladas. Mesmo assim, o volume representa o maior resultado da lista dos maiores importadores de ovos do Brasil. Outro destaque foi o Catar, país sede da Copa do Mundo, que ocupou o segundo posto no ranking de exportação com 1,107 mil toneladas, número 127,8% superior ao registrado em 2021, com 486 toneladas. No terceiro lugar está o Japão, que importou 1,093 mil toneladas, desempenho 6,6% inferior ao registrado em 2021, com 1,171 mil toneladas.

O diretor de mercados da ABPA, Luis Rua comenta sobre o setor. “Os principais países compradores dos ovos brasileiros são mercados de alto valor agregado, o que gerou receitas importantes para a avicultura de postura, especialmente em um ano muito desafiador para o setor, que enfrentou altas históricas dos custos de produção”, avalia . “O mercado doméstico é e continuará sendo o grande foco das empresas produtoras, mas, ano após ano, novos mercados têm sido abertos e a expectativa é que, passo a passo, o Brasil vá aumentando a participação em mercados importantes, como é o caso do México, por exemplo”, continua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2023 0 Comentários 618 Visualizações
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