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ABPA

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Exportações brasileiras de carne suína bate recorde em julho

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína registraram um novo recorde em julho. Foram embarcadas 138,3 mil toneladas, número 31,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 105,3 mil toneladas. A receita mensal gerada também foi recorde, ultrapassando os US$ 300 milhões pela primeira vez. No total, foram US$ 309,4 milhões registrados em julho, o que representa 24,1% a mais que o obtido no mesmo momento de 2023, com US$ 249,4 milhões. Os dados foram anunciados na quarta-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), em São Paulo.

No acumulado de 2024, a alta em volumes é de 8,2%, com total de 752,1 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho, contra 695,1 mil toneladas no mesmo período do ano passado. No entanto, a receita acumulada no período chegou a US$ 1,609 bilhão, saldo 3,2% menor que o total registrado na mesma época de 2023, com US$ 1,663 bilhão.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o recorde nas exportações de carne suína reflete o momento positivo vivido pela suinocultura brasileira, com forte demanda internacional e diversificação de mercados. “O Brasil vai se consolidando para alguns países como uma importante alternativa, com Filipinas e Japão ganhando destaque. As perspectivas indicam também números positivos para o fechamento do ano. O trabalho para abertura e ampliações de mercado capitaneados pelo ministro Carlos Fávaro e sua equipe já dá resultados concretos. Seguiremos em busca de novas oportunidades para a carne suína”, destaca Santin.

Principais parceiros no comércio exterior

As Filipinas assumiram a primeira posição no ranking dos maiores importadores de carne suína do Brasil neste mês. No total, foram embarcadas 27,2 mil toneladas em julho, número 137,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 11,4 mil toneladas. Em segundo, aparece a China, que importou 19,7 mil toneladas, número que no entanto representa queda de 48,4% ante 2023. Na sequência, aparecem o Japão, com 11,3 mil toneladas (crescimento de 235,1%), Singapura, com 11,3 mil toneladas (aumento de 122,8%) e Hong Kong, com 10,6 mil toneladas (crescimento de 37,2%).

O diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, destaca o forte incremento nos fluxos de exportações de carne suína do Brasil, com Filipinas, Japão e México como principais destaques. “Filipinas, que recentemente aceitou o pré-listing, foi o principal comprador pela primeira vez da proteína suína em julho. Outro ponto destacado foi a cada vez maior presença no mercado japonês, que demanda produtos customizados e de maior valor agregado. No geral, a demanda internacional está aquecida e assim deverá permanecer nos próximos meses, inclusive com a melhoria recentemente observada dos indicadores da cadeia produtiva de carne suína na China”, detalha Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 447 Visualizações
Variedades

ABPA e Asgav doam 28 toneladas de carne para atingidos pelas enchentes no RS

Por Jonathan da Silva 08/07/2024
Por Jonathan da Silva

Uma doação de 28 toneladas de carne de frango e suína foi realizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) para instituições que atendem pessoas atingidas pelas inundações no Rio Grande do Sul. Com os donativos, foram preparadas 31 mil refeições, posteriormente distribuídas em Porto Alegre e na região metropolitana.

A iniciativa é parte de uma campanha de solidariedade contínua das duas entidades em ajuda aos afetados pela catástrofe climática, totalizando mais de 320 toneladas de carne e mais de 65 mil dúzias de ovos doados a diversas instituições e abrigos do estado. “Vamos continuar promovendo essas ações em parceria com produtores e frigoríficos, porque entendemos que o movimento em prol do estado não pode enfraquecer, especialmente neste momento de reconstrução que vai demandar tempo e esforço de todos nós”, afirmou o presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos.

Estamos atentos às necessidades do campo e também da cidade. Vamos ajudar nessa reconstrução do estado”, afirmou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: DC Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2024 0 Comentários 488 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 2,7% em maio, mas receita cai 10,4%

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

O volume de exportações de carne suína do Brasil para o exterior totalizou 104,5 mil toneladas em maio conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o que representa um crescimento de 2,7% em relação ao que foi embarcado no mesmo período do ano passado, com 101,7 mil toneladas. No entanto, a receita gerada pelos produtos exportados foi de US$ 225,2 milhões, uma queda de 10,4% no saldo de maio de 2023, quando o saldo foi de US$ 251,4 milhões. Para os cálculos, são considerados tanto itens em natura quanto os processados.

No total do ano, de janeiro a maio, as exportações de carne suína somam 506,6 mil toneladas, o que significa um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período de 2023, que contabilizou 481,1 mil toneladas exportadas. Todavia, a receita gerada foi 7,3% inferior a do recorte do ano anterior. Neste ano, o valor somado é de US$ 1,064 bilhão, enquanto em 2023 o saldo foi de US$ 1,149 bilhão.

De acordo com o presidente da APBA, Ricardo Santin, o ritmo das exportações segue paralelo positivo em relação ao recorde obtido em 2023. “A Ásia e nações das Américas seguem como ‘motor’ das vendas internacionais do setor, porém, com mudanças no tabuleiro dos principais importadores. A expectativa é que tenhamos resultado equivalente ou superior aos registrados no ano passado, porém, com maior presença de outros destinos”, pontua Santin.

Rua demonstra otimismo com os resultados

Principais destinos

A China segue como o principal importador da carne suína brasileira, somando 111,4 mil toneladas importadas entre janeiro e maio, número que no entanto é 36,7% menor do que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Em crescimento estão as Filipinas, que importaram 70,2 mil toneladas, número 84,8% maior que o recorde da mesma época de 2023. Na sequência dos maiores importadores aparecem o Chile, com 43,017 mil toneladas (aumento de 25,7%), Hong Kong, com 43,006 mil toneladas (queda de 16,2%), Singapura, com 32,3 mil toneladas (aumento de 11,2%) e Japão, com 27,4 mil toneladas (aumento de 92,8%).

O fluxo de exportações para a Ásia está ganhando novos contornos, com o notável crescimento das vendas para Filipinas, Singapura e Japão, assimilando as quedas das importações chinesas e ampliando a capilaridade das exportações brasileiras.  Ao mesmo tempo, vemos um antigo parceiro do Brasil, a Rússia, retomando as importações do produto”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Estados que mais exportam

Santa Catarina segue como o estado brasileiro que mais exporta carne suína. De janeiro a maio, SC soma 280,5 mil toneladas exportadas, o que representa um crescimento de 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2023. Na sequência, aparecem os outros dois estados do sul: o Rio Grande do Sul, com 106,2 mil toneladas (queda de 4,1%) e o Paraná, com 65,3 mil toneladas (queda de 1,75%). Mato Grosso, com 14,8 mil toneladas (aumento de 46,3%) e Mato Grosso do Sul, com 11 mil toneladas (crescimento de 1,4%) completam o top 5.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 431 Visualizações
Business

Participação brasileira na SIAL China gera expectativa de aumento das exportações de proteína animal

Por Jonathan da Silva 04/06/2024
Por Jonathan da Silva

A ação liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), na SIAL China foi considerada exitosa e promissora pelos envolvidos em função das projeções de negócios e de obtenção de novos importadores. A ABPA organizou encontros de negócios com importadores e potenciais clientes da indústria exportadora de carne de frango e de carne suína no estande destinado ao Brasil. O evento com foco comercial foi realizado entre 28 e 30 de maio, em Xangai.

Na mesma agenda, o diretor de mercados, Luís Rua, e a analista de promoção comercial, Julia Arantes, representantes da ABPA no evento, participaram de diversos encontros com stakeholders, incluindo membros do governo e de organizações importadoras do produto brasileiro.

O êxito da ação em Xangai se traduzirá em milhões de dólares em negócios, com o nosso principal mercado importador de proteínas, ao longo dos próximos meses.  Foi uma oportunidade fundamental não apenas para ampliar as exportações, como também para reforçar nossa posição como parceiro no auxílio à segurança alimentar chinesa”, ressalta Luiz Rua.

Reforçando a ação de imagem da proteína animal do Brasil, milhares de materiais promocionais da avicultura e da suinocultura do Brasil foram distribuídos para o público importador presente na SIAL China, fortalecendo atributos de produtos e das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, além de  contatos das empresas exportadoras.

Foto: ApexBrasil/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2024 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Agroindústrias fortalecem negócios com maior mercado importador das proteínas brasileiras na SIAL China

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

O fortalecimento de laços e a procura por negócios serão os principais objetivos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a SIAL China, feira que acontece em Xangai de 28 a 30 de maio. Um dos maiores eventos da indústria de alimentos que abastece o mercado chinês, a SIAL China contará com um espaço exclusivo para a avicultura e a suinocultura brasileiras, destinado à realização de encontros de negócios com importadores e potenciais clientes da indústria exportadora de carne de frango e de carne suína no Brasil.

Além disso, representantes da ABPA, incluindo o diretor de mercados, Luis Rua, e a analista de promoção comercial, Julia Arantes, participarão de reuniões com stakeholders do mercado chinês, entre membros do governo e representações privadas. “Os esforços realizados pelo Ministério da Agricultura para ampliação da presença brasileira no mercado chinês deverão gerar importantes resultados nos negócios consolidados durante o evento. Há boas expectativas com relação aos resultados desta edição da SIAL, que já está consolidada como uma das ações mais importantes do calendário da cadeia setorial exportadora”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O espaço contará também com ação de promoção da avicultura e da suinocultura do Brasil, com a distribuição de materiais promocionais das marcas setoriais brasileiras (Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck) com informações sobre produtos, sobre o setor produtor e exportador brasileiro e os contatos das empresas que atuam no mercado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 520 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 7,8% em abril

Por Jonathan da Silva 13/05/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações do Brasil de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) cresceram 7,8% no mês de abril em relação ao mesmo período do ano passado. No total, foram 112,7 mil toneladas exportadas de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, foram 104,5 mil toneladas. No entanto, a receita caiu 3,8% em relação ao ano anterior. Em 2024, a obtenção foi de US$ 241,8 milhões, enquanto em 2023 foi de US$ 251,3 milhões.

No total do primeiro quadrimestre deste ano, as exportações cresceram 6% em relação a 2023, com 402,1 mil toneladas exportadas. No ano anterior, foram 379,4 mil toneladas. Todavia, houve queda de 6,5% na receita. Foram U$ 839,6 milhões arrecadados neste ano ante US$ 897,7 milhões em 2023.

No ranking dos principais destinos, a China segue no primeiro lugar mesmo com queda de 35,9% nas exportações, com 21,5 mil toneladas. Na sequência, vêm Filipinas, com 16,7 mil toneladas, aumento de 66,5%. No terceiro posto está Hong Kong, com 9,1 mil toneladas, baixa de 34,7%. Na sequência, aparecem quatro países com as exportações em alta: Singapura, com 8,1 mil toneladas, aumento de 3%, Chile, com 7,3 mil toneladas, alta de 22,7%, Japão, com 7 mil toneladas, crescimento de 82,4%, e Vietnã, com 5,3 mil toneladas, elevação de 99,1%. “A demanda internacional tem influenciado positivamente os preços ao longo deste ano, que apresenta uma recuperação significativa entre janeiro e abril. Ao mesmo tempo, o bom ritmo das exportações deverá se manter, estabelecendo patamar de embarques acima das 100 mil toneladas”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como maior exportador brasileiro de carne suína, com 62 mil toneladas embarcadas em abril, um aumento de 9,1%. Na sequência aparece o Rio Grande do Sul, com 21,6 mil toneladas, queda de 7,5%. Terceiro colocado, o Paraná exportou 17,1 mil toneladas, crescimento de 15,4%. Completam o top 5 o Mato Grosso, com 4 mil toneladas, alta de 62,5%, e o Mato Grosso do Sul, com 2,3 mil toneladas, elevação de 2,2%.

Há um aumento na capilaridade das exportações de carne suína do Brasil, que agora alcançam com maior expressividade outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Destaque também para os crescentes volumes embarcados para as Américas, em especial Estados Unidos, Porto Rico e Chile, em certa medida fruto de novas habilitações conquistadas pelo setor. Por sua vez, expectativas ainda mais positivas nos próximos meses nas Filipinas, que recentemente aceitou o sistema de pre-listing do Brasil. Este movimento de diversificação dos destinos deve se manter ao longo deste ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: eNow/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 441 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína caem em março, mas seguem em alta no ano

Por Jonathan da Silva 08/04/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) caíram 14% em março em relação ao total embarcado no mesmo mês de 2023. Conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foram 91,9 mil toneladas em 2024 ante 106,9 mil no ano passado. No entanto, o saldo do trimestre é 5,3% superior ao dos três primeiros meses de 2023, com 289,4 mil toneladas neste ano contra 274,8 mil de 2023.

A receita gerada pelos embarques em março totalizou US$ 192,8 milhões, um saldo 22,5% menor do que o do mesmo mês em 2023, com US$ 248,9 milhões. No trimestre, o saldo das exportações chega a US$ 597,7 milhões, número 7,5% menor do que o registrado nos três primeiros meses do ano passado, com US$ 646,3 milhões. “Apesar da retração pontual em março, os embarques totais do ano seguem em níveis acima dos registrados no mesmo período do ano passado. É um indicativo importante da manutenção das perspectivas positivas para o ano, especialmente com a consolidação de mercados recentemente abertos ou ampliados para o Brasil”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino das exportações do setor, a China importou 19,3 mil toneladas em março, volume 46,8% menor do que o total embarcado no mesmo mês de 2023. Em seguida estão Filipinas, com 14,6 mil toneladas (+54,8%) e Hong Kong, com 7,4 mil toneladas (-44%). “Os embarques de carne suína vem experimentando elevações comparativas acima de 100% nas vendas para mercados de alto valor agregado, como Japão, Estados Unidos, Canadá e Filipinas.  É uma importante ampliação da diversificação dos destinos de exportações, em um momento em que a China tem comprado volumes menores de seus fornecedores. No caso do mercado filipino, que já é o segundo maior importador, esperamos ver números ainda mais expressivos nos próximos meses, após o recente estabelecimento da acreditação do sistema brasileiro pelas autoridades do país asiático”, avalia o diretor de mercados, Luís Rua.

Entre os estados exportadores, Santa Catarina segue na liderança, com 53,9 mil toneladas embarcadas em março (-6,2%), seguido por Rio Grande do Sul, com 18,7 mil toneladas (-27,8%) e Paraná, com 10,2 mil toneladas (-31,6%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2024 0 Comentários 527 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 69,5% em 2024

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) tiveram um crescimento de 69,5% no primeiro bimestre de 2024 comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados levantados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam que 3,535 mil toneladas foram embarcadas neste começo de ano ante 2,086 mil toneladas em 2023. A receita também teve alta, foi de US$ 5,166 milhões para US$ 6,433 milhões, uma alta de 24,5%.

Considerado apenas o mês de fevereiro, os números da ABPA mostram que as exportações de ovos totalizaram 1,604 mil toneladas, 53,3% a mais que o total embarcado no mesmo período do ano anterior, que foi de 1,046 mil toneladas. A receita, no entanto, teve alta de apenas 0,9%, com US$ 3,034 milhões em fevereiro deste ano ante US$ 2,998 milhões no segundo mês de 2024.

No primeiro bimestre do ano, os Emirados Árabes Unidos recuperaram a liderança dos principais destinos das exportações brasileiras de ovos. No total, foram 1,562 mil toneladas exportadas para o país árabe, alta de 102% em relação ao mesmo período de 2023. Na segunda colocação aparece o Chile, que importou 435 toneladas, alta de 1.368%. “Os embarques de ovos do Brasil seguem mantendo constância de fluxo nas exportações, com reforço na capilaridade de mercados por meio de ações internacionais em mercados estratégicos para o setor, como o Oriente Médio, indicando a tendência de embarques para o ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 630 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de material genético avícola crescem em 2024

Por Jonathan da Silva 13/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de material genético avícola (incluindo pintos e ovos férteis) apresentou alta de 10,1% no primeiro bimestre de 2024 comparado ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), são 5,116 mil toneladas já exportadas neste ano, contra 4,646 mil toneladas na arrancada de 2023. Em receita, no entanto, houve retração de 8,2%, com US$ 38,7 milhões nos dois primeiros meses deste ano, contra US$ 42,2 milhões no ano passado.

No recorte apenas do mês de fevereiro, as exportações totalizaram 2,646 mil toneladas, número 13,8% maior que o do mesmo mês no ano passado, que teve 2,325 mil toneladas exportadas. Já a receita gerada foi 7,4% menor que a do ano anterior, com US$ 19,4 milhões este ano, ante US$ 20,9 milhões em 2023.

Principal destino das exportações brasileiras do segmento avícola, o México importou 1,656 mil toneladas no primeiro bimestre deste ano, volume que é 48,8% menor que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Os países que tiveram alta foram a África do Sul, que foi de nenhum embarque em 2023 para 1,490 mil toneladas este ano, Senegal, com 1,103 mil toneladas (+75%), Paraguai, com 459 toneladas (+14%) e Venezuela, com 101 toneladas (+0,2%). “Tem crescido a busca das nações africanas pela genética avícola do Brasil, seja para a reposição de perdas frente a questões sanitárias ou mesmo para a construção de alternativas confiáveis de suprimento genético”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2024 0 Comentários 651 Visualizações
Business

Presidente da ABPA é homenageado no Troféu Brasil Expodireto 2024

Por Jonathan da Silva 05/03/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, foi uma das personalidades homenageadas pelo Troféu Brasil Expodireto 2024, entregue neste domingo (3) pelos organizadores da 24ª Expodireto Cotrijal, em Carazinho-RS. Santin foi homenageado como destaque associativista. A Alibem, empresa associada à ABPA, também se destacou, na categoria produção animal.

Santin destacou que receber o prêmio foi uma honra e um importante reconhecimento que ele compartilha com os associados da ABPA. “Nossa força associativa nos faz fortes, e o Troféu Brasil é um reconhecimento a esta força”, ressaltou.

Ricardo Santin foi homenageado como destaque associativista

A premiação homenageou ainda diversas lideranças políticas do país, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UNIÃO), os deputados federais Any Ortiz (Cidadania) e Alceu Moreira (MDB), dentre outras personalidades, instituições e agroindústrias de diversas cadeias produtivas. A lista completa de homenageados poder ser conferida no link https://www.expodireto.cotrijal.com.br/imprensa/noticia/4732/trofeu-brasil-expodireto-homenageia-liderancas-do-agronegocio-brasileiro.

O evento reuniu autoridades e lideranças da agroindústria e de todo o país, incluindo a presença de governadores, deputados, senadores e outros nomes que atuam diretamente no desenvolvimento da produção do agro brasileiro.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/03/2024 0 Comentários 637 Visualizações
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