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ABPA

Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 23,2% em novembro

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 465,1 mil toneladas em novembro de 2024, um aumento de 23,2% em comparação com o mesmo período de 2023, quando foram exportadas 377,4 mil toneladas. O crescimento foi ainda maior na receita, que registrou alta de 32,1%. Em novembro deste ano, o setor arrecadou US$ 893,4 milhões, ante US$ 676,1 milhões no mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 4,845 milhões de toneladas de carne de frango, um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 4,671 milhões de toneladas. A receita acumulada foi de US$ 9,071 bilhões, um crescimento de 1% em comparação com os US$ 8,977 bilhões obtidos no ano anterior.

Destinos das exportações

A China liderou as compras de carne de frango brasileira em novembro, com 46,3 mil toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2023. Outros mercados de destaque foram o Japão, com 34,8 mil toneladas (+7,3%); os Emirados Árabes Unidos, com 34,2 mil toneladas (+6,4%); o México, com 33,7 mil toneladas (+99,8%); e a União Europeia, com 23 mil toneladas (+62,8%). Por outro lado, a Arábia Saudita reduziu as importações em 6,3%, totalizando 29,8 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem um crescimento consistente. “As exportações de carne acumularam altas consecutivas nos últimos três meses e devem confirmar as previsões positivas do setor para 2024”, afirmou Santin.

Principais estados exportadores

O Paraná se mantém como o maior exportador nacional de carne de frango, com 182,1 mil toneladas embarcadas em novembro (+26%). Na sequência, estão Santa Catarina, com 105,2 mil toneladas (+15,2%); Rio Grande do Sul, com 65,1 mil toneladas (+16,5%); São Paulo, com 27,5 mil toneladas (+20,9%); e Goiás, com 18,2 mil toneladas (+4,6%).

Coletiva sobre projeções do setor

A ABPA realizará uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em São Paulo, para apresentar dados e projeções do setor de avicultura e suinocultura para 2024. O evento será híbrido, com transmissão para outros estados, e contará com a presença do presidente Ricardo Santin e outros dirigentes da entidade.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 360 Visualizações
Business

Acordo com a União Europeia deve elevar exportação de carne do Brasil

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A assinatura do acordo entre os países do Mercosul e da União Europeia, anunciada nesta sexta-feira (6) durante a cúpula do Mercosul em Montevidéu, inclui novas cotas para a exportação de carne de frango e suína aos países europeus. O documento, celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), estabelece condições consideradas favoráveis para os exportadores brasileiros.

Entre os principais pontos do acordo, está a criação de uma cota de 180 mil toneladas de carne de frango equivalente-carcaça, com tarifa zero para exportação à União Europeia. A cota será gradativamente implementada ao longo de seis anos, começando com 30 mil toneladas no primeiro ano e chegando ao total no sexto ano. Após esse período, a cota será anual.

Para a carne suína, a cota definida é de 25 mil toneladas, seguindo a mesma progressão de implementação e com uma tarifa fixa de 83 euros por tonelada.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que o acordo trará condições mais favoráveis para os embarques brasileiros. “A consolidação do acordo abre novas oportunidades de embarques para o mercado europeu, em condições mais vantajosas do que as cotas atualmente existentes para produtos brasileiros à União Europeia. As cotas atuais serão mantidas, e as novas estabelecidas pelo acordo deverão ser ocupadas, em especial, pelas exportações de produtos brasileiros”, afirmou Santin.

Impacto econômico

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 205 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia, gerando US$ 749,2 milhões em receita. Com as novas cotas e a isenção tarifária para parte da produção, espera-se um aumento na competitividade dos produtos brasileiros no mercado europeu.

O acordo, que ainda passará por etapas de implementação e regulamentação, é visto pela ABPA como um marco para o fortalecimento da relação comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Foto: Kamran Aydinov/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 469 Visualizações
Variedades

Filipinas passam a liderar importações de carne suína do Brasil e setor registra recorde

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

Com as Filipinas pela primeira vez na liderança dos principais destinos, as exportações brasileiras de carne suína atingiram 130,9 mil toneladas em outubro de 2024, o que representa um crescimento de 40,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, o setor alcançou um recorde histórico, totalizando US$ 313,3 milhões, o que significa um aumento de 56,4% na comparação anual.

Entre janeiro e outubro deste ano, o volume total exportado foi de 1,121 milhão de toneladas, registrando alta de 10,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando o país exportou 1,013 milhão de toneladas. A receita acumulada das exportações em 2024 subiu 5,2%, totalizando US$ 2,482 bilhões, contra US$ 2,361 bilhões no ano anterior.

No acumulado do ano, as Filipinas assumiram pela primeira vez o posto de maior destino das exportações de carne suína do Brasil, com 206 mil toneladas, um aumento de 103,3% em comparação com o mesmo período de 2023. Na sequência, vêm China, com 199,9 mil toneladas (-40,6%), Chile, com 92,5 mil toneladas (+33,9%), Hong Kong, com 89,4 mil toneladas (-11,8%) e Japão, com 75,8 mil toneladas (+137,2%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, comentou o novo cenário de exportação para o setor. “Após anos como principal destino das exportações de carne suína do Brasil, a China cedeu lugar para as Filipinas, em um momento em que vemos o setor ampliar significativamente a capilaridade de suas exportações. No mês de outubro, dos 10 primeiros importadores, apenas dois não registraram crescimentos expressivos, o que coloca a suinocultura exportadora do Brasil em um novo quadro, com maior sustentabilidade comercial”, afirmou Santin.

Santa Catarina continua como o principal estado exportador de carne suína, com 68,6 mil toneladas embarcadas em outubro, 45,7% a mais que no ano passado. O Rio Grande do Sul exportou 27,6 mil toneladas (+25,6%), Paraná, 20,6 mil toneladas (+44,5%), Mato Grosso, 3 mil toneladas (-19,2%), e Mato Grosso do Sul, 2,9 mil toneladas (+54,6%).

Foto: DC Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 497 Visualizações
Variedades

Francisco Turra será incluído no Hall da Fama da Avicultura Latino-Americana

Por Jonathan da Silva 06/11/2024
Por Jonathan da Silva

O ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, atual presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), será incluído no Hall da Fama da Avicultura Latino-Americana durante o congresso OVUM, que acontece de 12 a 15 de novembro em Punta del Este, no Uruguai. A homenagem reconhece a trajetória de Turra na agricultura e na pecuária, especialmente suas contribuições ao desenvolvimento da avicultura nacional e internacional.

Turra iniciou sua carreira pública na política em Marau, onde atuou como vice-prefeito e depois prefeito, além de exercer mandatos como deputado estadual e federal, com mandato focado na sustentabilidade da agroindústria. Na presidência da Companhia Brasileira de Alimentos (Conab), expandiu a produção e a competitividade da empresa, consolidando o Brasil como líder na exportação de carne de frango em 2004.

Como ministro da Agricultura, Turra implantou programas para modernizar propriedades rurais e estimular a produção de insumos para a avicultura e outros setores, alcançando recordes de produção. Em 2008, assumiu a então Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (ABEF), onde implementou estratégias para fortalecer a capacidade exportadora do setor, como o mecanismo de distribuição de cotas para exportações à União Europeia, que reduziu custos e abriu novos mercados, incluindo negociações com a China para exportação de carne de frango.

Posteriormente, Turra liderou a fusão da ABEF com a União Brasileira de Avicultura, formando a Ubabef e, em 2014, unificando a avicultura e a suinocultura na atual Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Sob sua liderança, o setor registrou crescimento nas exportações, com um aumento de 246% na receita de carne de frango e de quase 450% na de carne suína. Turra também expandiu o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), englobando a suinocultura e promovendo a ABPA no maior evento setorial do país, além de coordenar a gestão de crises durante a Operação Carne Fraca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/11/2024 0 Comentários 432 Visualizações
Variedades

ABPA participa de evento na China

Por Jonathan da Silva 01/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da China International Import Expo (CIIE) 2024, evento realizado pelo governo chinês de 5 a 10 de novembro em Xangai, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais entre os dois países no setor de proteína animal.

Durante o evento, a ABPA será representada pela coordenadora de promoção, Nayara Dalmolin, que se reunirá com importadores e stakeholders chineses. A associação também distribuirá materiais promocionais sobre a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade dos produtos da avicultura e suinocultura brasileira, com contatos de empresas exportadoras que atendem o mercado chinês. “Temos boas expectativas quanto à qualificação do público presente, exatamente pelo perfil oficial do evento. Nesta ação, vamos focar no fortalecimento institucional setorial que gerará boas oportunidades de negócios futuros para os exportadores de proteína animal do Brasil”, explica Nayara.

Simultaneamente, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará por vídeo da 15ª China International Meat Conference 2024, evento paralelo à CIIE, que reúne autoridades governamentais e stakeholders do setor de carne.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango e suína, tendo importado 408 mil toneladas de carne de frango e 180 mil toneladas de carne suína nos primeiros nove meses de 2024, o que gerou uma receita de US$ 1,3 bilhão no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 518 Visualizações
Variedades

Empreendedorismo feminino na proteína animal brasileira é destaque na SIAL Paris

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

O empreendedorismo feminino no setor de proteína animal do Brasil será um dos destaques da participação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na SIAL Paris 2024, uma das maiores feiras de alimentos do mundo, que ocorrerá entre 19 e 23 de outubro em Paris, na França. A ação, organizada pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contará com a participação de 25 agroindústrias brasileiras do setor de aves, suínos e ovos.

A ABPA terá um espaço de 550 m² dividido em três áreas: comercial, gastronômica e institucional. Na área comercial, 25 empresas como Seara, C.Vale, Frimesa e Vibra estarão presentes para promover seus produtos e expandir negócios. Já na área gastronômica, haverá degustações de pratos brasileiros, como galeto com polenta e estrogonofe de frango, além de outras receitas à base de proteína animal.

No âmbito institucional, a ABPA apresentará uma exposição inédita que homenageará a liderança feminina no setor de proteína animal, com fotos e depoimentos de mulheres que ocupam cargos de destaque na avicultura e suinocultura brasileiras. A exposição visa destacar as histórias e contribuições dessas lideranças para o fortalecimento do Brasil no mercado global.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que esta edição da SIAL terá um foco especial na valorização das mulheres que impulsionam o setor. “Voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil”, declarou Santin.

Além disso, a ABPA distribuirá materiais institucionais sobre o setor de proteína animal do Brasil, destacando a diversidade, qualidade e sustentabilidade dos produtos exportados pelo país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 411 Visualizações
Variedades

Produção de ovos no Brasil em 2024 será a maior da história

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

A produção de ovos no Brasil deve atingir um recorde histórico em 2024, com 56,9 bilhões de unidades, um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A informação foi divulgada durante as comemorações do Dia Mundial do Ovo, celebrado nesta sexta-feira, 11 de outubro. O crescimento na produção acompanha o aumento no consumo da proteína, que deve alcançar o maior nível da história.

De acordo com Ricardo Santin, presidente da ABPA, cada brasileiro deverá consumir até 263 ovos ao longo deste ano, 21 unidades a mais do que em 2023. “Está mais competitivo produzir ovos em 2024. Os custos estão mais ajustados e o consumidor tem demandado mais o produto”, afirma Santin, destacando que o ovo se tornou uma proteína essencial para diversas classes e perfis de consumo.

O Brasil é o quinto maior produtor de ovos do mundo, e o consumo nacional está acima da média internacional, que é de 230 unidades por pessoa. O Dia Mundial do Ovo é comemorado em diversos países, e no Brasil as ações são coordenadas pelo Instituto Ovos Brasil.

Foto: Cottonbro Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 834 Visualizações
Variedades

ABPA celebra Dia do Avicultor com boas projeções para produção e exportações do setor

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o Dia do Avicultor, comemorado em 28 de agosto, com perspectivas positivas para o setor em termos de produção e exportações. Conforme projeções da associação, o segmento deve atingir recordes em 2024, com estimativa de crescimento de até 1,8% no volume produzido, podendo chegar a 15,1 milhões de toneladas neste ano, além da destinação de cerca de 5,25 milhões de toneladas ao mercado internacional no acumulado do ano, o que representa 2,2% de alta em relação a 2023.

Para o mercado interno, a projeção é de cerca de 9,85 milhões de toneladas produzidas, número 1,6% maior em relação à oferta total de carne de frango para o mercado brasileiro em 2023. Neste quadro, a oferta interna deverá se manter estável, com o consumo per capita em torno de 45 kg.

A produção e o consumo de ovos também deverão bater recordes em 2024 conforme as projeções da ABPA. A expectativa é de que a produção alcance 56,9 bilhões de unidades no ano, o que seria um crescimento de até 8,5% se comparado ao total de 2023. O consumo deverá superar as 263 unidades por habitante no ano, também com alta de 8,5% em relação ao índice registrado em 2023.

A maior parte absoluta, 99,5%, deverá seguir destinada ao mercado interno. Nas exportações, todavia, as projeções de embarques não superam as 20 mil toneladas para 2024, número que é 20% menor em relação ao total embarcado em 2023. “As famílias avicultoras de aves e de ovos do Brasil encontraram um ano mais positivo em 2024, em comparação com o que vimos no ciclo passado, especialmente entre 2020 e 2022. Por um lado, o mercado internacional tem demandado cada vez mais nossos produtos diante das mudanças do fluxo da demanda de nossos concorrentes internacionais. Por outro, as famílias brasileiras estão consumindo mais proteínas, resultado de um momento econômico positivo para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As perspectivas positivas seguem para o ano de 2025 de acordo com o projetado pela ABPA. No caso da carne de frango, é esperado um aumento de até 2,3% na produção, o que representaria um total de 15,35 milhões de toneladas. Deste total, 10 milhões de toneladas deverão ficar no mercado interno, volume 1,5% maior em relação ao projetado para 2024, e 5,35 milhões serão destinados às exportações, 1,9% a mais que o esperado para 2024. O consumo de carne de frango deverá ser maior, chegando a 46 kg per capita, índice 2% maior em relação ao esperado para 2024.

Já para o setor de ovos, a produção deverá alcançar 57,5 bilhões de unidades, índice 1% superior ao projetado para 2024. O consumo de ovos deverá avançar ainda mais, chegando a 265 unidades por pessoa, número 1% maior em relação ao ano anterior. Já as exportações deverão registrar retomada, chegando a 22 mil toneladas exportadas, número 10% maior em relação ao projetado para 2024.

A biosseguridade da nossa produção seguirá como grande diferencial para o nosso setor. O trabalho executado pelas famílias avicultoras para blindar a produção contra enfermidades é um case de sucesso internacional. Somos o único grande produtor global a nunca registrar Influenza Aviária na produção industrial e superamos rapidamente a situação ocorrida de Doença de Newcastle. Graças ao trabalho executado nas granjas em termos sanitários e produtivos, juntamente com as ações do Ministério da Agricultura e as Secretarias dos Estados, seguimos como uma das avicultura mais competitivas do planeta”, ressalta Ricardo Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 442 Visualizações
Business

Agroindústrias brasileiras projetam US$ 2 bilhões em negócios após o SIAVS

Por Jonathan da Silva 16/08/2024
Por Jonathan da Silva

Os exportadores da avicultura e da suinocultura do Brasil projetam US$ 2,03 bilhões (R$ 11,05 bilhões) em negócios para os próximos 12 meses após reuniões realizadas durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento dos setores no país, realizado na semana passada em São Paulo. Apenas nos três dias do evento, foram US$ 192,8 milhões (R$ 1,04 bilhão) já confirmados com exportações de aves, suínos, ovos e genética avícola.

A ação que ocorreu durante o salão foi organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que também organiza o próprio SIAVS, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O resultado da iniciativa foi a geração de 9,2 mil encontros de negócios, 2 mil deles com novos clientes para as empresas. São importadores de mais de 50 países que procuraram o espaço das agroindústrias durante o evento. A ação foi organizada realizada por meio dos projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.

Cerca de 60 agroindústrias do setor estiveram presentes nos três dias de programação na capital paulista, com estandes próprios ou por meio do pavilhão das agroindústrias. “Os números reforçam a posição do SIAVS como ponto de encontro da indústria global de proteína animal. São dados que mostram o impacto positivo da ação realizada em São Paulo para a avicultura e a suinocultura do Brasil, que também contou com produtores de carne bovina, peixes, lácteos, insumos, equipamentos e diversas outras cadeias produtivas” destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Mais detalhes sobre o SIAVS podem ser obtidos no site siavs.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2024 0 Comentários 488 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne suína bate recorde em julho

Por Jonathan da Silva 09/08/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína registraram um novo recorde em julho. Foram embarcadas 138,3 mil toneladas, número 31,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 105,3 mil toneladas. A receita mensal gerada também foi recorde, ultrapassando os US$ 300 milhões pela primeira vez. No total, foram US$ 309,4 milhões registrados em julho, o que representa 24,1% a mais que o obtido no mesmo momento de 2023, com US$ 249,4 milhões. Os dados foram anunciados na quarta-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), em São Paulo.

No acumulado de 2024, a alta em volumes é de 8,2%, com total de 752,1 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho, contra 695,1 mil toneladas no mesmo período do ano passado. No entanto, a receita acumulada no período chegou a US$ 1,609 bilhão, saldo 3,2% menor que o total registrado na mesma época de 2023, com US$ 1,663 bilhão.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o recorde nas exportações de carne suína reflete o momento positivo vivido pela suinocultura brasileira, com forte demanda internacional e diversificação de mercados. “O Brasil vai se consolidando para alguns países como uma importante alternativa, com Filipinas e Japão ganhando destaque. As perspectivas indicam também números positivos para o fechamento do ano. O trabalho para abertura e ampliações de mercado capitaneados pelo ministro Carlos Fávaro e sua equipe já dá resultados concretos. Seguiremos em busca de novas oportunidades para a carne suína”, destaca Santin.

Principais parceiros no comércio exterior

As Filipinas assumiram a primeira posição no ranking dos maiores importadores de carne suína do Brasil neste mês. No total, foram embarcadas 27,2 mil toneladas em julho, número 137,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 11,4 mil toneladas. Em segundo, aparece a China, que importou 19,7 mil toneladas, número que no entanto representa queda de 48,4% ante 2023. Na sequência, aparecem o Japão, com 11,3 mil toneladas (crescimento de 235,1%), Singapura, com 11,3 mil toneladas (aumento de 122,8%) e Hong Kong, com 10,6 mil toneladas (crescimento de 37,2%).

O diretor de mercados da ABPA, Luis Rua, destaca o forte incremento nos fluxos de exportações de carne suína do Brasil, com Filipinas, Japão e México como principais destaques. “Filipinas, que recentemente aceitou o pré-listing, foi o principal comprador pela primeira vez da proteína suína em julho. Outro ponto destacado foi a cada vez maior presença no mercado japonês, que demanda produtos customizados e de maior valor agregado. No geral, a demanda internacional está aquecida e assim deverá permanecer nos próximos meses, inclusive com a melhoria recentemente observada dos indicadores da cadeia produtiva de carne suína na China”, detalha Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2024 0 Comentários 415 Visualizações
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