A Stihl Brasil – empresa do Grupo Stihl, que completará 100 anos em 2026 e segue como negócio familiar – investiu, em 2024, R$ 4 milhões em uma tecnologia para tratamento de recursos hídricos utilizados no processo produtivo da empresa e, consequentemente, reaproveitamento em determinadas etapas da fábrica que utilizam significativo volume de água. Esta iniciativa foi aprovada no programa Brasil Pelo Meio Ambiente 2025 – organizado pela Amcham Brasil e que visa compartilhar as melhores práticas empresariais sobre preservação ambiental do País -, e selecionada para ser apresentada durante a COP30, que acontece em Belém (PA). O principal objetivo da iniciativa é diminuir a dependência do abastecimento público de água potável por parte da empresa, além de promover uma economia de recursos naturais e financeiros.
“Compartilhar o nosso projeto dentro do principal encontro mundial para debate sobre sustentabilidade é uma grande oportunidade, que valoriza iniciativas eficientes e de impacto, alicerçadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Temos o compromisso de otimizar substancialmente a eficiência do uso da água em todos os setores da fábrica em São Leopoldo, modernizando a infraestrutura constantemente para tornar a indústria cada vez mais sustentável e gerando menos impacto. Além disso, dentro deste plano a longo prazo, visamos reduzir a geração de resíduos e reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima”, afirma o presidente da Stihl Latam, Cláudio Guenther.
Os resultados do projeto podem ser compreendidos sob três aspectos: ambiental, econômico e social. Ambientalmente, o lançamento de efluentes apresenta uma redução mínima de 50% no volume total; o consumo de água potável reduziu em 32%; e a quantidade de água de reúso de efluentes é de 51.474 m³, equivalente ao consumo de 350 residências. Economicamente, a Stihl reduziu em R$ 1,2 milhão o custo com água por ano. E socialmente, a medida permite que o sistema público de abastecimento possa priorizar o fornecimento para a comunidade atendida, especialmente em períodos de estiagem.


