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Saúde

Saúde

Setembro Amarelo alerta para casos de depressão

Por Gabrielle Pacheco 01/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Criado em 2015, o Setembro Amarelo tem como objetivo a conscientização para prevenção do suicídio. Em seu quinto ano, a campanha tem crescido devido ao aumento desenfreado de casos de transtornos mentais, como a depressão, muitas vezes responsáveis por criar nas pessoas o desejo de tirar a própria vida.

Para combater esse mal, o Setembro Amarelo alerta para a necessidade de falar sobre depressão, suicídio e outros transtornos que ainda são considerados tabus em diversos setores da sociedade.

“É um mal silencioso, pois as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimento, não veem os sinais de que uma pessoa próxima esteja com ideias suicidas”, aponta o movimento.

Dados divulgados pela própria Organização Mundial da Saúde – OMS corroboram com o que diz o movimento. De acordo com o órgão, nove em cada 10 casos de suicídio poderiam ser evitados. Por isso, a necessidade de busca por ajuda de pessoas com transtornos mentais, mas também de sensibilização daquelas que estão ao redor de quem apresenta comportamentos que indicam tendências suicidas.

Alguma coisa está fora da ordem

Estudos chancelados pela OMS em 2018 mostram que 800 mil pessoas se suicidam todos os anos, e que essa é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. No Brasil, os números também assustam. Em setembro do ano passado, o Ministério da Saúde revelou que, em média, um caso de suicídio acontece a cada 46 minutos no país.

Não por acaso, os dados ligados a transtornos psicológicos também são alarmantes. De acordo com a OMS, em estudo divulgado no ano passado, 300 milhões de pessoas sofrem com a depressão ao redor do mundo. Não à toa, essa será a doença mais incapacitante do planeta a partir de 2020.

“Muitos motivos podem levar pessoas a tirarem suas próprias vidas, como estresse, problemas financeiros ou amorosos, doenças crônicas e dores, mas o suicídio está diretamente ligado à depressão. E ambos têm apresentado números preocupantes”, afirma Melina Cury Haddad, psicóloga da Care Plus.

Até mesmo quem parece ter a vida dos sonhos está suscetível a esse mal. Recentemente, o comediante, ator e youtuber Whindersson Nunes precisou se afastar do público para se cuidar da depressão. Em 2018, o maior medalhista olímpico da história, o nadador norte-americano, Michael Phelps, também revelou lutar contra o distúrbio e a ansiedade. Outro que fala abertamente da dificuldade de lidar com a depressão é o premiado ator e humorista Jim Carrey.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/09/2019 0 Comentários 713 Visualizações
Saúde

Hospital Regina oportuniza visita estendida

Por Gabrielle Pacheco 29/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diversos estudos apontam a importância da presença da família e pessoas queridas para a recuperação dos pacientes. Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), esta é uma realidade ainda mais necessária.

Pensando em tornar o ambiente de UTI adulto mais acolhedor e, por conseqüência, mais humano, o Hospital Regina oportuniza a visita estendida. Iniciada em outubro de 2018, a medida possibilita a permanência de um familiar junto ao paciente por um período mais longo durante sua internação.

A visita estendida é ofertada através de uma entrevista, quando os familiares recebem orientações sobre as rotinas da unidade e ações adotadas para o controle de infecção hospitalar. A enfermeira coordenadora da UTI, Magna Birk, explica:

“Sugerimos o horário das 9h às 21h para que a família e o paciente possam descansar durante a noite, mas esse período é flexível de acordo com necessidade de cada um”.

Durante a internação, é permitido que a família nomeie duas pessoas que irão alternar-se ao longo dos turnos ou dias de internação.

Com o método, o Hospital Regina segue seu alinhamento institucional à premissa de humanização do cuidado, através do que preconiza a Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde.

Criada em 2017, a medida firma a proposta de “Visita aberta”, com o objetivo de ampliar o acesso dos visitantes às unidades de internação e busca garantir o elo entre o paciente e sua rede social para manter o seu projeto de vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2019 0 Comentários 482 Visualizações
Saúde

Aprovado medicamento para câncer de rim avançado

Por Gabrielle Pacheco 23/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no último dia 16, sob a Resolução-RE Nº 2.282, a imunoterapia Keytruda (pembrolizumabe) — o anti-PD-1 da MSD, em combinação com axitinibe, um inibidor da tirosina quinase — para o tratamento de primeira linha para pacientes com carcinoma de células renais avançado ou metastático.

Essa é a primeira indicação de pembrolizumabe para a forma mais comum de câncer de rim e a primeira terapia anti-PD-1 aprovada no país como parte de um regime de combinação de dois medicamentos com mecanismos distintos: imunoterapia e terapia alvo.

O carcinoma renal de células claras é o principal tipo de câncer que pode atingir o rim, correspondendo a aproximadamente 75% dos casos. No Brasil, a incidência estimada é de 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes. O prognóstico da doença depende, dentre outros fatores, da idade do paciente e da rapidez do diagnóstico e do início do tratamento. A Dra. Marcia Datz Abadi, Diretora Médica de Oncologia da MSD Brasil, afirma:

“Estamos confiantes com a aprovação no Brasil também para o tratamento do câncer de rim metastático, pois o uso de pembrolizumabe permite que pacientes tenham a chance de uma maior sobrevida.”

A liberação foi baseada em dados que demonstraram melhora significativa na sobrevida global, na sobrevida livre de progressão e na taxa de resposta global da combinação quando comparada ao sunitinibe, terapia-alvo padrão, em pacientes acometidos pelo câncer de rim metastático.

A taxa de sobrevida global foi de 90% para os indivíduos tratados com pembrolizumabe em combinação com axitinibe versus 78% para os pacientes que receberam sunitinibe no período de 12 meses. Já a mediana de sobrevida livre de progressão no primeiro grupo foi de 15,1 meses em comparação a 11,1 com a terapia padrão.

A comparação para a taxa de resposta objetiva, uma medida de desfecho de eficácia adicional, foi de 59% para pacientes que receberam pembrolizumabe e axitinibe contra 36% para os que receberam sunitinibe.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2019 0 Comentários 643 Visualizações
Saúde

Escolas públicas recebem treinamento em primeiros socorros

Por Gabrielle Pacheco 15/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Foi a primeira vez que a estudante Thainá Pereira Lopes, de 18 anos, teve contato com procedimentos de primeiros socorros. Mais do que aprender a salvar vidas, esse foi o primeiro passo para jovem realizar seu sonho: ela quer seguir carreira na saúde e planeja entrar em algum curso da área no ano que vem. Essa e outras histórias fizeram parte da atividade “Educar para prevenir”, promovida esta semana pelo Hospital Moinhos de Vento nas escolas públicas Ildo Meneghetti e Raul Pilla, no bairro Restinga, de Porto Alegre.

Durante dois dias, alunos do curso técnico em enfermagem da Escola de Educação Profissional do Hospital Moinhos de Vento ensinaram fundamentos sobre primeiros socorros e atendimento a parada cardiorrespiratória para 152 pessoas, entre professores, funcionários e estudantes do último ano do Ensino Médio. Eles assistiram a palestras e, depois, simularam uma massagem cardíaca em bonecos utilizados no treinamento. “Não ensinam pra gente na escola ou em casa como agir numa situação assim. Agora eu vou saber o que fazer se acontecer alguma coisa com alguém da minha família, com um amigo ou até um desconhecido, na rua”, contou Thainá.

Esse sonho já está sendo concretizado pelo aluno do curso técnico em enfermagem, Marcelo Reges Góes. Morador da Restinga, ele voltou ao bairro para conduzir o treinamento em uma das escolas. Ele se forma no fim do ano e ficou feliz em compartilhar os conhecimentos com sua comunidade de origem. “Sendo uma região vulnerável, a maioria das pessoas não tem acesso a essas informações, à educação para a saúde”, destacou.

“E, quem sabe, esse meu sonho não é também o

de alguns deles. Um dia, esses meninos e meninas também podem se tornar profissionais da saúde.”

Para Rafael Albuquerque, professor do curso Técnico em Enfermagem, é fundamental que noções de primeiros socorros sejam ensinadas nas escolas. “Nossa ideia é aproveitar para que os alunos mostrem o que eles aprenderam no curso, como futuros profissionais da área da saúde, aliando a prática a um serviço fundamental para essas comunidades. Quanto mais gente preparada para atuar numa situação dessas, mais vidas serão salvas”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2019 0 Comentários 558 Visualizações
Saúde

Caravana Amrigs debate comportamento suicida 

Por Gabrielle Pacheco 03/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Visando disseminar conhecimento e debater assuntos de extrema relevância, a Caravana Amrigs chega à cidade de Dom Pedrito (RS), na segunda-feira, 5/08. A atividade inicia às 11h, no Conservatório de Música de Dom Pedrito (Rua Andrade Neves, 925 – Centro).

Responsável por abordar o tema “comportamento suicida e autolesivo em adolescentes”, o médico psiquiatra, Mestre e Doutor em Medicina e Ciências da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Rafael Moreno Araújo, explica que o apoio familiar é fundamental, mas é preciso que um profissional atue junto.

“As pessoas acreditam que apenas uma conversa resolve o problema do indivíduo com comportamento suicida, mas não é bem assim. Por isso, nesta faixa etária, pais e professores devem estar atentos e sempre encaminhar o jovem para atendimento junto a algum profissional de saúde com experiência em transtornos mentais”, salienta. O médico ressalta para os pais que o primeiro passo é conversar com o filho.

Também é importante reconhecer o problema e não minimizar o que pode estar acontecendo.

“A maioria dos adolescentes que apresenta este tipo de comportamento está sofrendo com problemas familiares ou bullying. Muitas vezes os pais negam que algo possa estar acontecendo e tentam diminuir o sofrimento pelo qual os jovens estão passando – aponta.
O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (51) 3014 2007.

Serviço

O quê: Caravana Amrigs debate comportamento suicida em adolescentes
Quando: dia 5 de agosto, às 11h
Onde: Conservatório de Música de Dom Pedrito (Rua Andrade Neves, 925 – Centro)
Quanto: gratuito

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/08/2019 0 Comentários 949 Visualizações
Saúde

Agosto Dourado ressalta a importância da amamentação

Por Gabrielle Pacheco 02/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ele garante o melhor crescimento e desenvolvimento dos bebês não existindo nenhum outro alimento capaz de substituí-lo. Desde 1992, o planeta celebra a Semana Mundial de Aleitamento Materno, entre os dias 1 e 7 de agosto. Este ano o lema da Semana Mundial é “Empoderar mães e pais favorecer a amamentação, hoje e para o futuro”.

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está alinhada com esse tema e acredita que a importância da amamentação está mais presente hoje nos conhecimentos e práticas das mães e dos pais, como os principais cuidadores e responsáveis pela criança e consequentemente por toda a sociedade. Com isso, é possível garantir condições ideais para que as crianças, hoje e no futuro, possam desfrutar de todos os benefícios da amamentação.

“Acreditamos que alguns avanços devem ser considerados. Existe atualmente mais acesso à informação e as mães buscam as redes sociais também para apoio e informações para manter a amamentação e/ou superar algumas dificuldades que possam ocorrer. Ainda temos muito, sim, a avançar, especialmente no atendimento de pré-natal, sala de parto e maternidade. As equipes de saúde devem ter uma mesma linguagem e fornecer apoio, cuidados e atenção para as mães iniciar e manter a amamentação”, afirma o médico da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) e membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Roberto Mário Issler.

O especialista continua: “as campanhas nacionais (como o Dia da Doação de Leite Materno, a Semana Mundial da Amamentação e o mês de Agosto Dourado) dão também visibilidade para o público em geral da importância da amamentação e do leite materno para as crianças e suas famílias”.

Fatores ambientais são, ainda, complicadores no processo. O médico lembra que há falta de preparo dos profissionais de saúde. É preciso promover a qualificação dos profissionais da atenção básica para atender as mulheres após a saída da maternidade.

“A grande maioria dos problemas acontece após a alta hospitalar. É preciso apoio e informação para que as mulheres mantenham a amamentação após o final da licença maternidade. Além disso, incentivar a sensibilização das empresas e das escolas infantis para garantir que as mães possam retirar o seu leite e assim manter a lactação ao mesmo tempo em que oferecem seu leite para os seus filhos”, completa.

A orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Organização Mundial de Saúde é de promover amamentação exclusiva até o sexto mês de vida da criança e a partir daí iniciar a introdução da alimentação complementar saudável e manter a amamentação até dois anos ou mais.

As mães devem receber cuidados adequados e informação sobre como iniciar e manter a amamentação desde seu pré-natal.

O ambiente e as condições das maternidades (onde ocorre a quase totalidade de nascimentos no Brasil) devem ser adequados, acolhedores e bem preparados para receber a família e as crianças no momento do seu nascimento. A mãe deve ser respeitada e ouvida em seus desejos, suas dúvidas e suas necessidades nesse momento tão especial. O médico reforça que as práticas hospitalares devem favorecer (e não dificultar) o início adequado e a manutenção do aleitamento materno.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/08/2019 0 Comentários 618 Visualizações
Saúde

Governo lança programa Médicos pelo Brasil

Por Gabrielle Pacheco 01/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O programa Médicos pelo Brasil, lançado hoje (1º) pelo Ministério da Saúde, representa um novo tempo para a medicina e a saúde. Essa é a posição da Associação Médica Brasileira (AMB) diante da proposta que substitui o programa Mais Médicos.

O lançamento do programa também marca uma posição importante para assegurar a qualidade do atendimento médico no Brasil: a garantia do Exame Revalida como requisito mínimo para que médicos estrangeiros atuem no país, dentro ou fora do Médicos pelo Brasil. O compromisso foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em reunião com o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, antes da coletiva de anúncio oficial do programa.

“O Médicos pelo Brasil indica o caminho para a resolução dos conflitos envolvendo os intercambistas que atuam no Mais Médicos. Entendemos que são necessárias ações humanitárias de acolhimento dos profissionais que estão em situação de refúgio e vulnerabilidade no Brasil. Muitos deles não têm, sequer, a documentação que comprova a formação em medicina. Por isso, é legítima a ideia de apoio à preparação deles para o Revalida. Porém, é preciso considerá-los inaptos para a prática de medicina no país até que eles tenham o diploma comprovado e revalidado”, reforça Diogo Leite Sampaio, vice-presidente da AMB.

O presidente e o ministro da saúde também se comprometeram a manter a moratória que proíbe a abertura de novas escolas médicas no Brasil, o que tem impacto significativo na qualidade da formação médica no país.

Carreira médica

O Médicos pelo Brasil prevê que os profissionais serão selecionados por meio de prova objetiva e contratados via CLT e propõe a estratificação do Brasil em regiões, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): zona rural, semi-remota, remota e metropolitana. Os médicos vão receber um adicional de salário de acordo com o grau de complexidade e distância do local onde vão atuar.

“Este é um passo extremamente importante para instituirmos a carreira de médico, uma reivindicação histórica da AMB e das demais entidades médicas. É um fator primordial e estratégico de estímulo à migração e à fixação do profissional de saúde em áreas de difícil acesso. A AMB sempre pontuou que não faltam médicos no Brasil. Faltava um programa que oferecesse a ele as condições necessárias para a prática digna da medicina.”, afirma Lincoln Ferreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2019 0 Comentários 703 Visualizações
Saúde

Obesidade voltou a crescer entre os brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A obesidade voltou a crescer entre os brasileiros, com aumento de 67% nos últimos treze anos. Essa frequência saiu de 11% em 2006 para 19% em 2018. O crescimento da obesidade foi verificado maior entre os adultos de 25 a 44 anos. Além disso, foi observado que o excesso de peso também subiu. Mais de 55% do país tem excesso de peso, o que significa mais da metade da população.

Esses dados foram apresentados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25) com a divulgação da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018. A pesquisa é realizada por telefone com maiores de 18 anos, em todas as capitais do país, sobre diversos assuntos relacionados à saúde. Assim, é possível ter uma estimativa da realidade brasileira, como afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber.

“Os hábitos alimentares vem melhorando em um patamar mais baixo do que foi a obesidade e o excesso de peso. A gente tem observado um aumento nestas duas categorias. Lembrando que é um inquérito telefônico, é um dado referido, então as pessoas estão refletindo uma realidade da família, daquela localidade”.

A pesquisa aponta que o excesso de peso está mais ligado aos homens, enquanto as mulheres apresentam um número de obesidade maior. Para avaliar a obesidade e o excesso de peso, a pesquisa leva em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC). Por meio dele, é possível classificar se uma pessoa está um pouco ou muito acima do peso recomendado para a altura, bem como saber de complicações metabólicas e outros riscos para a saúde.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2019 0 Comentários 662 Visualizações
Saúde

Tratamento para hepatite C no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Como parte da estratégia de prevenção das atividades do Julho Amarelo, que alerta para a importância do diagnóstico e tratamento contra as hepatites, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, esteve em Campo Grande (MS), nesta segunda-feira (22), onde divulgou o novo Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais.

Atualmente, mais de 500 mil pessoas vivem com o vírus da hepatite do tipo C e ainda não sabem, já que se trata de uma doença silenciosa e que geralmente não apresenta sintomas até que se torne mais grave. Desde janeiro deste ano, foram enviados para todos os estados 24 mil tratamentos completos para hepatite C.

A previsão é que cerca de 50 mil pessoas sejam tratadas pelo Sistema Único de Saúde ainda neste ano.

Para incentivar a busca pelo diagnóstico e tratamento da doença, o Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, pactuaram o plano de eliminação da hepatite C até 2030. Segundo Luiz Henrique Mandetta, essa é uma meta possível de ser alcançada.

“Hoje nós estamos com todas as possibilidades que os médicos pediam para poder fazer o tratamento melhor para cada uma dessas pessoas. Temos a expectativa de que, com o aumento da testagem, possamos chegar nesses 50 mil por ano. Nós temos uma meta, uma meta difícil, mas a gente precisa ter até 2030, com vacina e tratamento, número praticamente zero de hepatites no Brasil”.

Todas as pessoas diagnosticadas com hepatite C têm a garantia de acesso ao tratamento, sendo que agora em 2019, o Governo Federal fez a maior compra já realizada no Brasil para o tratamento da hepatite C. Foram quase 43 mil tratamentos e outros sete mil estão em processo de compra. Essa ação coloca o Brasil como protagonista mundial no combate a essa doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/07/2019 0 Comentários 618 Visualizações
Saúde

IBGE realiza a Pesquisa Nacional de Saúde

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de agosto deste ano, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), terão a missão de levantar dados sobre as condições de vida e de saúde da população brasileira.

Essa é a Pesquisa Nacional de Saúde, que vai ajudar o Ministério da Saúde com informações que colaborem no aperfeiçoamento e formulação de políticas públicas eficientes. É o que explica a coordenadora Geral de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Luciana Sardinha.

“O objetivo da pesquisa é produzir dados para todo o território nacional sobre as condições de vida e de saúde de toda a população. E isso vai ajudar a fazer todas as políticas na área de saúde e os programas para população, para agirmos nas áreas de atenção à saúde, principalmente, em programas como o tabagismo, a estratégia saúde da família, Farmácia Popular e tantos outros programas que a gente tem dentro do Ministério da Saúde”.

As visitas dos pesquisadores do IBGE vão percorrer todo o país e entrevistar mais de 108 mil residências em mais de três mil municípios, pelas regiões urbanas e rurais.

“Eles estarão uniformizados com colete e crachá de identificação do IBGE. Por isso, é importante a população colaborar”, afirma Luciana Sardinha.

“Os entrevistadores têm uma conduta de abordagem nos domicílios. E a população pode nos ajudar muito recebendo essas pessoas e informando com a maior veracidade as informações que serão solicitadas. Isso vai nos ajudar muito com esses resultados para depois trazer as melhores políticas e programas para atender a população”.

A Pesquisa Nacional de Saúde é realizada a cada cinco anos pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, e os resultados deste levantamento devem ficar prontos em 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 583 Visualizações
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