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Saúde

Saúde

Surto de dengue segue preocupando no RS

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Se, no passado, a preocupação com a dengue era restrita ao período de verão, os números alarmantes em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul fazem com que, mesmo nas baixas temperaturas, a guarda tenha de ser mantida. Em um só bairro de Porto Alegre (Santa Rosa de Lima), foram registrados 93 casos recentemente.

O surto espalha temor entre a população e faz com que, mesmo no inverno, a sociedade busque ações preventivas e faça uso de repelentes. Conforme dados recentes da Secretaria Municipal de Saúde, foram registrados 109 pacientes com dengue desde o início do ano, sendo que 101 contraíram a doença na cidade. Dos casos autóctones, 92% foram infectados pelo vírus no bairro Santa Rosa de Lima. Outros oito são do bairro Jardim Floresta.

“Em temperaturas baixas, as larvas do mosquito pausam o seu processo de desenvolvimento, mas podem eclodir em minutos em qualquer situação de calor em água parada. Como o nosso inverno ultimamente não é constante e tem alternado dias frios com dias quentes, infelizmente não podemos dizer que estamos protegidos nesta época do ano. Ainda, com as chuvas e a umidade, deixamos de cuidar dos recipientes de água parada e acumulamos mais focos de reprodução do mosquito para os dias quentes e para o próximo verão”, explica o médico de Família e Comunidade, e diretor Científico e Cultural da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

Desde a última epidemia, ocorrida em 2016, não havia um número tão expressivo de casos confirmados, bem como o número de casos autóctones.

“As campanhas de prevenção em larga escala também diminuíram e não tem causado o mesmo impacto na população geral. Uma das sugestões é intensificar a fiscalização das casas e realizar dedetização em larga escala. Em 2016, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Governo do Estado criou um canal de comunicação por telefone e aplicativo para celular para os moradores denunciarem focos de dengue abandonados pelas prefeituras e propriedades privadas. Como houve uma mobilização e uma adesão interessante, esta parceria poderia ser reativada”, sugere Marcos.

O Rio Grande do Sul é um dos estados em que a incidência de novos casos em relação ao ano passado mais cresceu: dados do Ministério da Saúde apontam uma variação de 1.420% de crescimento de casos suspeitos. No país, o número de casos cresceu 264%. De acordo com a Vigilância em Saúde do RS, até o dia 15 de junho de 2019, já haviam 992 casos no estado em comparação aos 581 casos do ano passado inteiro. Já houve no RS três óbitos pela doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 632 Visualizações
Saúde

Venâncio Aires recebe palestra sobre urgências cardiovasculares

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) promove mais uma edição da Caravana Amrigs em Venâncio Aires. A palestra acontece na noite de sexta-feira, 19, no Auditório da Unimed (Rua Tiradentes, 890 – 7° andar), a partir das 19h30min.

O evento será dividido em dois momentos. No primeiro, a médica cardiologista e coordenadora do Cardiopuc – Serviço de Emergência Cardiovascular da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PucRS), Maria Cláudia Guterres da Costa, tratará do reconhecimento e as ações de manejo das principais urgências cardiovasculares.

“As doenças cardiovasculares ainda são a maior causa de mortalidade mundial. Embasado por estudos recentes, inúmeras estratégias diagnósticas e terapêuticas têm sido propostas para mudar esse cenário”, salientou a médica.

Segundo ela, a dor torácica e a dispneia são as queixas cardiovasculares mais prevalentes numa emergência e, ao identificá-las, é possível antecipar os tratamentos e mudar o prognóstico dos pacientes.

O outro palestrante será o médico-cirurgião geral e presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Eduardo Trindade, que abordará o papel do Cremers e demais entidades médicas na defesa do bom exercício profissional da medicina.

O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (51) 99972-3429

Serviço

O quê: Caravana Amrigs – Venâncio Aires;
Quando: dia 19 de julho, às 19h30;
Onde: Auditório da Unimed (Rua Tiradentes, 890 – 7° andar);
Quanto: gratuito.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2019 0 Comentários 626 Visualizações
Saúde

I Fórum Gaúcho de Asma e Asma Grave

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Aproximadamente 20 milhões de brasileiros sofrem com a asma. A doença crônica que afeta as vias respiratórias é a mais comum no país, ocasionando seis mortes por dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 10% dos portadores enfrentam a forma grave da enfermidade, que não está controlada entre 60% e 90% dos casos.

Isadora Lottici, 15 anos, convive com a doença desde o primeiro mês de vida, quando foi diagnosticada. Até os oito anos, ela chegava a ser internada sete vezes por ano. “Foi uma luta de muitos desafios. De dias correndo para o hospital em busca de socorro para minha filha. Por isso, todos precisam saber que existe prevenção, que há tratamento. Quem tem asma pode mudar sua trajetória de vida”, contou a mãe, Tanara Lottici.

Ela atribui a qualidade de vida que a filha tem agora ao tratamento adequado que recebeu. “Hoje eu posso fazer atividades físicas com meus colegas. Minha vida mudou muito com o tratamento”, comemorou a menina.

Junto com os pais Everton e Tanara, Isadora participou do I Fórum Gaúcho de Asma e Asma Grave, realizado no sábado (13), no Anfiteatro Schwester Hilda Sturm, do Hospital Moinhos de Vento. Para completar o dia especial, a torcedora gremista teve a surpresa de ganhar das mãos do jogador do Grêmio, Rafael Galhardo, uma camisa autografada.

Doença silenciosa e negligenciada

O I Fórum Gaúcho de Asma e Asma Grave reuniu profissionais de saúde e pessoas que convivem com a condição. A programação, realizada pela Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD), tratou do cenário atual, perspectivas de tratamento e políticas públicas sustentáveis.

Paulo Pitrez ressaltou que a asma é uma doença silenciosa e negligenciada muitas vezes pelos próprios pacientes. “A maioria se acostuma com a asma, tolerando os sintomas, crises, e limitações, sem buscar ajuda e tratamento, convivendo silenciosamente com a doença. Além disso, no Brasil, o acesso aos tratamentos de mais alto custo é muito complicado. Por isto, é preciso ouvir mais os portadores da asma e dar-lhes voz”, esclareceu o pneumologista pediátrico e pesquisador.

Dados publicados por um estudo da equipe de Pitrez com a participação de 2.500 alunos de escolas públicas de Porto Alegre mostraram que 20% das crianças são asmáticas, metade não tem a doença controlada, somente 30% tem medicação preventiva prescrita, e 8% foram hospitalizadas nos últimos 12 meses por causa da doença.

Membro fundador e Presidente do Grupo Brasileiro de Asma Grave (Grupo BraSA), ele destaca que eventos como este são essenciais para chamar a atenção da doença e unir os pacientes em defesa de maior acesso a atendimento especializado e novos tratamentos.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2019 0 Comentários 552 Visualizações
Saúde

Doctor Clin anuncia construção de hospital em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 11/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião na Prefeitura de Novo Hamburgo, o diretor da Doctor Clin, Marcelo Dietrich, apresentou, na manhã de quarta-feira (10), o projeto do Hospital Doctor Clin, que deve ter início das obras no primeiro trimestre de 2020.

O planejamento foi exposto para a prefeita Fátima Daudt, para a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Roberta Gomes de Oliveira, e para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Paraskevi Bessa-Rodrigues. O médico João Couto, responsável pela área médica do futuro hospital, também esteve presente, juntamente com a gerente de Marketing, Débora Behrend.

O Hospital Doctor Clin será construído na rua Olavo Bilac, 220, no bairro Vila Nova, oferecendo serviços de pronto atendimento 24h com plantão clínico, pediátrico e cirúrgico; serviços de imagem digital com densitometria óssea, mamografia, radiologia e ecografias; duas salas cirúrgicas, sala de Endoscopia, 10 leitos de recuperação e 20 para internações de curta permanência.

Para Marcelo Dietrich, o planejamento de expansão do grupo Doctor Clin vem sendo estruturado há alguns anos e começa a ser colocado em prática.

Serão investidos na obra de 3.200 m² mais de R$ 14 milhões.

“Nosso propósito junto à prefeita e secretárias foi justamente mostrar as ações que estamos elaborando, buscando fortalecer ainda mais os serviços prestados junto aos nossos clientes dos planos de saúde”, reforçou o diretor da Doctor Clin.

Citando a transformação de Novo Hamburgo na diversificação de polos segmentados, a prefeita Fátima Daudt colocou à Administração à disposição. “Estamos bastante satisfeitos com a apresentação do plano de construção deste hospital em Novo Hamburgo, o que vem complementar todo um trabalho que vem sendo feito, não só na área de saúde, como também na educação e na tecnologia”, enfatizou, referindo-se ao curso de Medicina que hoje é oferecido pela Feevale e ao CIT (Centro de Inovação Tecnológica) que objetiva agregar conhecimento e inovação também à área da saúde.

A previsão de abertura do Hospital Doctor Clin é em 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2019 0 Comentários 707 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento amplia serviços de oncologia

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de um investimento de R$ 8 milhões, o Hospital Moinhos de Vento poderá atender mais pacientes, em menos tempo e com maior precisão em seu Centro de Oncologia Lydia Wong Ling. A instituição conta agora com um novo acelerador linear TrueBeam, equipamento utilizado em diversas técnicas de radioterapia e radiocirurgia. Com ele, pacientes com câncer têm à disposição técnicas que reduzem o desconforto, além de garantir irradiação mais precisa, protegendo órgãos e tecidos próximos aos atingidos.

A ampliação dos serviços foi apresentada em evento nesta terça-feira (9), no auditório Anfiteatro Schwester Hilda Sturm. O superintendente executivo do hospital, Mohamed Parrini, destacou os investimentos constantes em tecnologia.

“Mesmo em um serviço de excelência como o que já prestamos, há muito espaço para avançar. O primeiro TrueBeam que adquirimos completou três anos em funcionamento aqui e os impactos positivos desse sistema no tratamento dos pacientes, aliado à qualificação da equipe e outras melhorias de gestão, já alcançaram reconhecimento dentro e fora do país”, ressaltou. Estudo publicado pelo Clinical Journal of Oncology Nursing mostrou uma redução de 24 para 14 dias entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento no Moinhos de Vento.

No evento, especialistas da instituição falaram sobre o trabalho desenvolvido nos últimos anos, demonstrando os impactos nas taxas de sobrevida dos pacientes. Foram explanados dois casos de pacientes que não apresentaram nenhum efeito colateral às técnicas utilizadas no HMV. Um debate com a participação de profissionais do Moinhos e de Samir Abdallah Hanna, doutor em Medicina pela Universidade São Paulo (USP), também abordou os avanços na área.

“Importante destacar que o Hospital Moinhos de Vento não deixa nada a desejar a nenhum centro de tratamento de câncer do mundo”, reforçou Hanna, que é radio-oncologista do Hospital Sírio-Libanês.

Para o superintendente médico do Hospital Moinhos de Vento, Luiz Antonio Nasi, foram as novas tecnologias e a constante qualificação dos profissionais que permitiram que a radioterapia alcançasse resultados importantes no tratamento e na cura de tumores.

“É isso que estamos fazendo aqui: buscando incansavelmente melhores resultados. E, principalmente, proporcionar aos paciente com câncer todas as técnicas de tratamento oncológico, como cirurgia, radioterapia, imunoterapia, aumentando as chances de cura e de preservação da qualidade de vida”, concluiu. O secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, prestigiou o evento.

Segundo ele, “quando um hospital se torna uma referência em atendimento médico, isso desenvolve a cidade”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2019 0 Comentários 512 Visualizações
Saúde

Tratamento da atrofia muscular espinhal via SUS

Por Gabrielle Pacheco 04/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os pacientes que sofrem com atrofia muscular espinhal (Ame), doença rara, genética e grave, uma das mais de 8 mil doenças raras conhecidas no mundo, celebraram recentemente, a assinatura da portaria SCTIE/MS Nº24[1] que determinou a disponibilização do medicamento Spinraza (nusinersena) no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com Ame 5q tipo 1.

Para pacientes com Ame 5q Tipo 1, a portaria estabeleceu a incorporação do Spinraza ao SUS, nos moldes tradicionais – ou seja, assim como qualquer outra tecnologia incorporada à rede pública. Já para os pacientes classificados com Ame 5q tipos 2 e 3, o Ministério da Saúde se comprometeu a disponibilizar o medicamento via compartilhamento de risco, modalidade inédita no Brasil.

Em menos de dois meses, dando continuidade ao processo de disponibilização do tratamento, a pasta formalizou no Diário Oficial da União (Dou) a portaria nº 1.297/2019[2] – que institui o projeto piloto de compartilhamento de risco para incorporação de tecnologias em saúde, com o objetivo de garantir aos pacientes com Ame 5q tipos 2 e 3 acesso ao tratamento.

A portaria evidencia que o Spinraza é o único tratamento para Ame 5q aprovado no Brasil e que dispõe de evidências científicas para os tipos 2 e 3, embora entenda que mais estudos são necessários – e, portanto, a escolha pelo compartilhamento.

O documento também ressalta a necessidade de acompanhar os dados de vida real para que se comprove a evolução do paciente.

“A construção desse novo modelo reforça uma dinâmica importante e ética entre indústria e o Ministério da Saúde. Além disso, estabelece uma nova política de acesso no país, uma vez que esse projeto piloto poderá servir de referência para outras doenças raras”, explica Christiano Silva, gerente geral da Biogen Brasil, farmacêutica responsável pelo medicamento.

Para Renato Trevellin, presidente da associação Unidos pela Cura da Ame, a publicação da portaria é um grande avanço para o paciente. “A inclusão do medicamento no SUS foi um primeiro e grande passo. Mas o paciente precisa estar respaldado com uma política de cuidado bem estabelecida e que funcione de forma efetiva. A portaria estabelece, de forma clara, a dinâmica do projeto de avaliação periódica assim como define que os centros de referência serão aqueles especializados no tratamento de Ame, por exemplo. E essas definições deixam a comunidade de Ameno Brasil mais amparada”, explica Trevellin.

O documento indica que os serviços de referência em doenças raras, hospitais universitários estaduais e federais serão responsáveis pela dispensação do tratamento e pela coleta de dados referentes aos desfechos e parâmetros de efetividade clínica estabelecidos.

“Compreendemos a necessidade de buscar soluções que garantam acesso a terapias transformadoras do curso natural de doenças graves. Entendemos como positivo e enriquecedor o debate sobre uma participação ética, responsiva e inovadora do setor privado na agenda social. Nosso objetivo é que os recursos públicos sejam investidos de maneira eficiente, mas que todas as necessidades clínicas e sociais da comunidade Ame no Brasil sejam atendidas, em sua completude e integralidade”, reforça André Liamas, diretor de acesso ao mercado e relações corporativas da Biogen.

Com a publicação da portaria, um ponto bastante questionado pela comunidade de Ame é sobre pacientes que estão em ventilação mecânica invasiva permanente, os quais não foram citados no projeto piloto e nem na primeira portaria. Durante audiência na Comissão de Pessoas com Deficiência (CPD), realizada em 12 de junho, o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, esclareceu que, caberá aos médicos assistentes que fazem o acompanhamento destes pacientes indicarem o uso do tratamento.

Com isso, a recomendação do profissional médico deverá ser respeitada pelo Ministério da Saúde e assim os pacientes em ventilação mecânica invasiva permanente terão acesso ao tratamento – respeitados os critérios necessários, como comprovação de teste genético.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2019 0 Comentários 1,2K Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza simpósio sobre Terapia Intensiva Pediátrica

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento, reconhecido internacionalmente pela excelência científica e de pesquisa, apresenta mais uma inovação no debate da ciência médica: é o 1º Simpósio de Inovação em Terapia Intensiva Pediátrica. O ciclo de palestras acontecerá nos dias 28 e 29 de junho, no Anfiteatro Schwester Hilda Sturm, na própria instituição. As inscrições podem ser feitas por este link.

O objetivo do simpósio é apresentar modelos inovadores de diagnóstico e tratamento em terapia intensiva pediátrica, assim como mostrar a importância de protocolos e da sistematização do atendimento em pacientes críticos. Para o coordenador científico do evento, Dr. Felipe Cabral, a realização ainda pretende estimular os profissionais de saúde a se atualizarem constantemente.

“A inovação tecnológica e a implantação de processos assertivos aprimoram o cuidado humanizado, qualificam a assistência e geram mais segurança à pratica médica”, pontua o médico.

O evento inédito na Capital gaúcha contará com palestras de profissionais da Johns Hopkins, da Faculdade de Medicina da USP e da UFRGS, de empreendedores, além de profissionais do próprio Hospital Moinhos de Vento. No total, serão dez horas de capacitação: na sexta-feira (28), das 19h às 21h15 e no sábado (29), das 8h30 às 17h15.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/06/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Cremesp contesta decisão de registro para Harmonização Orofacial

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) irá avaliar pedidos de registro para a especialidade de Harmonização Orofacial, criando uma Comissão Especial de Avaliação para esse fim, em flagrante violação do Ato Médico (Lei nº 12.842/13).

Ciente do fato, o Cremesp decidiu oficiar o CFO, solicitando a suspensão da portaria CFO-SEC-86, de 12 de junho de 2019, que cria a Comissão para o julgamento da titulação.

Caso não obtenha sucesso, o Conselho adotará as medidas judiciais cabíveis, visando preservar as atribuições inerentes ao exercício da Medicina.

De acordo com a portaria, para obter o registro em Harmonização Orofacial seriam avaliados o registro de dentistas com especialidade em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial que comprovem atuação efetiva em harmonização orofacial nos últimos cinco anos.

Caso o dentista tenha outra especialidade registrada e atuação nos últimos cinco anos em Harmonização Orofacial, também seria possível o registro, mediante realização de cursos que totalizem 360 horas com conteúdos nas áreas de preenchedores faciais e toxina botulínica, fios faciais, lipoplastia facial, agregados leucoplaquetários autólogo, mesoterapia e indutores percutâneos de colágeno e fototerapia facial.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/06/2019 0 Comentários 639 Visualizações
Saúde

Campanha Junho Vermelho destaca a importância da doação de sangue

Por Gabrielle Pacheco 14/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Hoje, 14 de junho, é Dia Mundial do Doador de Sangue e a ABHH – Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular chama a atenção da população brasileira para a importância da doação de sangue regular e voluntária no país como forma de salvar e garantir a manutenção da vida de pessoas que necessitam de transfusões contínuas.

A doação de sangue é fundamental para aqueles pacientes atendidos em emergências com grande perda sanguínea.

O número de doadores (1,8%), por mais que esteja dentro dos parâmetros, ainda não alcança a média de 3% estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os pacientes que dependem de transfusão de sangue podem ter dificuldade de atendimento se as diminuições nas doações de sangue forem significativas. A ABHH orienta sobre o procedimento que salva vidas, com esclarecimentos das principais dúvidas da população sobre o ato, que é indolor, rápido, voluntário e que pode salvar pacientes, desde aqueles submetidos a cirurgias ou em casos de emergências.

Principais fatos ou fakes sobre a doação de sangue:

1. Idosos não podem doar sangue: fake. A partir de 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.

2. A doação é restrita a pessoas sem piercing e tatuagem: fake. Apenas pessoas com piercing na cavidade oral não podem realizar a doação, pois a boca está mais receptiva a infecções do que outras áreas do corpo. Sobre pessoas com tatuagens, é indicada que a doação seja feita após um ano da realização do desenho, pois é o tempo adequado para manifestações de doenças contagiosas que possam ser transmitidas pela agulha.

3. O peso influencia na doação: fato. O peso do voluntário deve ser a partir de 50 quilos.

4. Gestantes e lactantes não podem doar: fato. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar. As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. E no período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.

5. Descanso e alimentação influenciam na doação: fato. É necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes da doação. Em relação à alimentação, é preciso estar bem nutrido, com refeições prévias leves e sem gordura. Além disso, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação.

6. Doadores estão suscetíveis a doenças transmissíveis via sangue: fake. A partir da implementação do teste NAT, doenças como HIV, Hepatites B e C são detectadas pelo procedimento que tem capacidade de identificar se a pessoa está contaminada, mesmo que haja um curto período entre o dia de contaminação e a doação.

7. O doador pode realizar o ato a cada 30 dias: fake. A doação de sangue deve realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias, para as mulheres, ou seja, em um período de 12 meses, há possibilidade de doação de até quatro vezes por ano no caso de doador masculino e três, em caso de doadora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2019 0 Comentários 823 Visualizações
Saúde

Estudo aponta que inflação dos planos de saúde é superior ao IPCA

Por Gabrielle Pacheco 11/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil tem hoje mais de 47 milhões de beneficiários de planos de saúde. Às vésperas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinar o teto para o reajuste anual dos planos individuais – que correspondem a quase 20% do total de usuários no país – o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga estudo com a evolução dos preços dos planos de saúde entre os anos 2000 e 2018.

Com base em dados do IBGE e da ANS, o trabalho conclui que a taxa de inflação dos planos de saúde individuais chegou a 382% em 18 anos, bem superior à inflação geral de 208% registrada pelo IPCA.

A diferença é ainda maior em relação ao IPCA Saúde, que registrou inflação de 180% no mesmo período, excluídos os reajustes de planos de saúde e cuidados pessoais.

Em função do aumento do desemprego e da queda da renda, nos últimos quatro anos, mais de três milhões de pessoas deixaram de ter planos de assistência médica.

Recentemente, a ANS aprovou uma nova metodologia para o reajuste dos planos individuais e familiares, mas o estudo do Ipea questiona se o novo método será eficaz, em especial, se evitará o aumento continuado dos planos de saúde e se reduzirá a judicialização, uma vez que deixou de fora os planos coletivos. Esses planos – que respondem por 80% dos usuários – não têm reajuste definido pela ANS, visto que o índice é determinado a partir da negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora de plano de saúde.

Diante deste cenário, os pesquisadores propõem, no futuro, estudos para a criação de outro índice de preços para todas as modalidades de planos de saúde, que tome como base a produção dos serviços médico-hospitalares, para servir de parâmetro, ao lado do IPCA Saúde, para a política de reajuste.

“É preciso que a sociedade discuta o assunto, a fim de assegurar que os brasileiros não sejam prejudicados por conta do aumento de preços dos planos de saúde, principalmente porque a maioria do mercado continua desprotegido”, afirma o pesquisador Carlos Ocké, coautor do estudo ao lado de Eduardo Fiuza e Pedro Coimbra.

A pesquisa mostra, ainda, que os planos de saúde foram patrocinados indiretamente com subsídios no valor de R$ 14,1 bilhões em 2016, originados do abatimento do imposto a pagar em Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e Pessoa Jurídica (IRPJ). “Num cenário de restrição fiscal, as autoridades governamentais deveriam atentar para este fato, principalmente diante das queixas dos consumidores sobre os reajustes abusivos praticados pelo mercado dos planos de saúde”, destaca Carlos Ocké.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2019 0 Comentários 567 Visualizações
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