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Saúde

Saúde

Evento tematiza sobre espiritualidade na saúde

Por Gabrielle Pacheco 16/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

“Nosso propósito é cuidar de vidas – compreendendo o ser humano como uma realidade indivisível e única. Vemos a pessoa de forma integral: em sua dimensão somática, psíquica, social e espiritual. Tem sido assim desde 1927.” A reflexão do Superintendente Executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini resume a essência do I Simpósio de Espiritualidade e Saúde, realizado na última sexta-feira (13), em Porto Alegre.

Em um encontro inédito, a instituição propôs tratar de um tema que foi tabu por muito tempo. “Vergonha, por quê? Precisamos falar sobre isso. Nossa força está no cuidado do ser humano. Isso é o que fomos e o que ainda somos”, definiu Parrini. Ele ainda resumiu: “Medicina é ciência, mas também é amor”.

Com o desafio de esclarecer “O que é espiritualidade?”, o teólogo suíço Rudolf von Sinner refletiu sobre o poder da fé diante das turbulências e do sofrimento. Decifrou o surgimento, a origem da palavra e seus significados no mundo contemporâneo. “Não sejamos reducionistas a religiões: a espiritualidade está atrelada ao sentido do bem — do bem-estar, do bom viver, de viver bem. É um termo humano inclusivo”, definiu.

Promover o diálogo e encontrar convergências foram alguns dos objetivos alcançados com o simpósio, na avaliação do pastor do Hospital Moinhos de Vento, Daniel Annuseck Hoepfner. O religioso destacou que o evento dialoga com a história da instituição. “Desde 1927, acolhemos o paciente em todas as dimensões: somática, psíquica, social e, também, espiritual”, ressaltou.

Conexão de ideias e opiniões

Com a participação de uma médica e praticante espírita, um rabino formado em Jerusalém, um mestre do budismo tibetano e um psiquiatra, o simpósio propôs conectar ideias e opiniões em uma mesa de debates. Entre as diferenças, um consenso: a espiritualidade não tem uma religião.

O rabino Guershon Kwasniewski apresentou a perspectiva judaica. “Toda pessoa espiritualizada tem uma tendência a ficar sadia. E não se fala somente de corpo, mas de alma. E muitas vezes acontece isso, a alma adoece o corpo”, disse. O segredo, segundo ele, é sempre “buscar o equilíbrio”.

A partir de estudos de impactos de espiritualidade sobre patologias, o médico Rogério Zimpel salientou como a fé e a ciência podem andar juntas. “As análises tiveram resultados significativos”, disse, ao apresentar diagnósticos de síndromes como a do pânico. Zimpel também ressaltou que três elementos costumam acompanhar muitos profissionais da área: “saúde, valores culturais e fé humana”.

O budista Lama Padma Samten questionou a separação entre o mundo e a espiritualidade, um aspecto comum na sociedade contemporânea. Ele ainda explicou as visões da sua religião sobre o trajeto da vida e a evolução para outro plano. “Acreditamos que aparências e sintomas são mutáveis”, resumiu.

Histórias reais

Relatando experiências de espiritualidade no campo da medicina, a ginecologista e obstetra Tiane Nogueira Salum contou o caso de uma paciente grávida, portadora de HIV e usuária de drogas. O desafio clínico era evitar a transmissão do vírus para o bebê. Anos após o caso, o reencontro ocorreu com a filha, já criança, e a mãe, em uma situação melhor. “Perguntei o que havia mudado, e a resposta foi: ‘encontrei Jesus’”, relembrou a médica. “Nunca soube a religião da paciente, mas tenho a certeza do valor da fé e da espiritualidade na reconstrução humana.”

O evento ainda falou sobre o impacto da espiritualidade na saúde integral da pessoa, com o psiquiatra Alexander Moreira de Almeida. A psiquiatra Lorena Caleffi e a oncologista Alessandra Morelle finalizaram o evento tratando sobre prática clínica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2019 0 Comentários 644 Visualizações
Saúde

Campo Bom promove ações durante o Setembro Amarelo

Por Gabrielle Pacheco 14/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Setembro Amarelo é uma campanha do Ministério da Saúde que tem como proposta trabalhar a conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio. Em Campo Bom, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde (SMS), promove diversas ações de mobilização de profissionais da saúde e da população, contando com oficinas, palestras e rodas de conversa sobre o tema. A SMS, assim como outros pontos do Centro Administrativo, foram decorados com balões amarelos e cartazes com mensagens de apoio.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, o objetivo é firmar um compromisso com a vida, alertando a comunidade para as possibilidades de prevenção do suicídio.

“Falar do tema sem alarmismo, perguntar à pessoa que está em sofrimento mental ou depressão se ela já pensou em morrer ou em fazer algo para isso, é importante para estabelecer o cuidado rápido e necessário. É muito importante levar a sério qualquer tentativa de suicídio, pois já se sabe que as tentativas são sinais importantes de risco de morte”, destaca Orsi.

A secretária de Saúde, Suzana Ambros Pereira, explica que o profissional de saúde pode fazer o acolhimento, a escuta do sofrimento e o encaminhamento rápido e protegido à Rede de Atenção à Saúde Mental.

“Também é possível conseguir ajuda através do telefone 188, do Centro de Valorização da Vida, de forma gratuita. O Setembro Amarelo é, acima de tudo, um mês para celebrarmos a vida e o cuidado com o próximo”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2019 0 Comentários 568 Visualizações
Saúde

Ministério da Saúde inicia o combate ao Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 13/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (12), a nova campanha de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Neste ano, a ação foi adiantada para o mês de setembro, antes do período de chuvas no país e para que os gestores estaduais, municipais e toda a sociedade tenham tempo para mobilização.

Com o tema “E você? Já combateu o mosquito hoje? Proteja a sua família”, o governo chama toda a população para agir, de forma efetiva. O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressaltou, durante o lançamento da mobilização, em Brasília, a necessidade de um combate permanente aos criadouros do vetor.

“É muito comum a gente ver as pessoas fazerem mutirões durante a epidemia. Lógico, precisa? Precisa. Mas se tivesse feito cedo, com certeza, o risco de epidemia teria sido muito menor. Há uma noção muito grande de que essas doenças são basicamente de comportamento nosso em relação ao meio ambiente”, afirmou.

As doenças em números

O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que, até o dia 24 de agosto deste ano, foram registrados mais de 1,4 milhão de casos de dengue no Brasil. Em comparação a 2018, o crescimento foi de mais de 599%. A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 690,4 casos por 100 mil habitantes. Segundo o levantamento, entre as Unidades da Federação com casos da doença, destacam-se Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

A febre chikungunya registrou alta de 44,2% no comparativo. Foram 110,6 mil casos até agosto. No último ano, esse número foi de 76,7 mil. A taxa atual de incidência foi de 53,1 casos por 100 mil habitantes. Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte são os estados que mais concentram notificações.

Os casos de zika também apresentaram aumento: 47,1%. Do início do ano até agosto, foram registrados 9,8 mil casos contra 6,6 mil registrados no mesmo período de 2018. A taxa de incidência foi de 53,1 casos por 100 mil habitantes. Tocantins, Rio Grande do Norte, Alagoas e Espírito Santo são os estados que mais concentram notificações da doença.

Ao todo, 650 mortes foram causadas pelas três doenças em todo o Brasil: 591 por dengue, 57 por chikungunya e duas por zika.

Alternativas de prevenção

Para prevenir a proliferação do Aedes nas residências e prédios, o Ministério recomenda tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal, em calhas ou dentro de casa. O armazenamento de água pode até ser feito, mas de maneira que impeça o mosquito de depositar os ovos, ou seja, com os recipientes bem tampados. É necessário ainda descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios.

Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, destaca que o atual período de seca é ideal para se fazer essa prevenção.

“Estamos, agora, com a oportunidade de eliminar focos nos vasinhos de plantas, eliminar os criadouros no domicílio. A recomendação é tirar 10 minutos por dia, da sua rotina, ao chegar em casa do trabalho, ou durante o final de semana, checar esses locais onde o mosquito pode ter depositado ovos e que no contato com a água pode crescer um mosquito”, destacou.

As ações de prevenção e combate ao mosquito, realizadas pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, são permanentes. A execução das visitas dos agentes de endemia para eliminação dos criadouros é de responsabilidade dos gestores locais.

O Ministério oferece apoio técnico e insumos para o combate ao vetor nos estados e municípios. Segundo a pasta, os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,9 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/09/2019 0 Comentários 557 Visualizações
Saúde

Hospital Regina implanta novo método de Classificação de Risco

Por Gabrielle Pacheco 12/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

 

Com o objetivo de qualificar e garantir a segurança dos pacientes que procuram atendimento no serviço de Urgência e Emergência, o Hospital Regina iniciou, no dia 04 de setembro, a implantação do Protocolo de Manchester. O protocolo é um sistema universal de classificação de risco, que visa determinar a prioridade clínica do paciente, garantindo que o primeiro atendimento médico ocorra no tempo adequado. Além disso, é uma importante ferramenta para o manejo seguro dos fluxos dos pacientes quando a demanda excede a capacidade.

Ao buscarem a emergência para atendimento, os pacientes serão triados por um profissional enfermeiro capacitado e com certificação do Grupo Brasileiro de Classificação de Risco (Gbcr), que irá avaliar e estratificar o risco do paciente conforme sua gravidade.

Este receberá uma das seis cores preconizadas e deverá ser atendido dentro do tempo determinado para cada classificação. Com isso, os pacientes deverão ter sua primeira avaliação médica conforme a gravidade da sua situação clínica, garantindo mais equidade no atendimento. “O paciente terá uma segurança maior por saber que, se seu caso for mais grave que o de outra pessoa, ele será atendido primeiro independente da ordem de chegada”, explica a enfermeira coordenadora da emergência, Fernanda Gelcich.

Para implementar o Sistema Manchester, os profissionais da emergência passaram por um curso de sensibilização e capacitação com um membro do Gbcr. O novo método permite uma delimitação melhor das urgências com validação científica. “Este sistema é uma ferramenta de gestão que qualifica o atendimento e garante segurança ao paciente. O método também pode ser usado para tomadas de decisões, como fluxos de atendimento e linhas de cuidado”, afirma a enfermeira.

Sistema Manchester

O Protocolo de Manchester é um sistema de classificação de risco estabelecido na cidade de Manchester, em 1994. Desde o ano 2000 um número significativo de instituições de saúde de várias realidades geográficas e populacionais vem implantando o método, que chegou ao Brasil em 2007. O Sistema Manchester de Classificação de Risco utiliza uma metodologia de trabalho sólida e coerente, que permite a identificação da prioridade clínica e a definição do tempo alvo recomendado até a avaliação médica caso a caso, garantindo a segurança do paciente, do profissional e da instituição de saúde.

Protocolo estão preconizados seis níveis de gravidade:

– Vermelho – (Emergência): Caso gravíssimo. Necessidade de atendimento imediato.
– Laranja – (Muito Urgente): Caso grave. Necessidade de atendimento o mais rápido possível.
– Amarelo – (Urgente): Caso de gravidade moderada, sem risco imediato. Necessidade de atendimento rápido, mas pode aguardar.
– Verde – (Pouco Urgente): Caso com pouco risco de complicações. Pode aguardar atendimento.
– Azul – (Não Urgente): Caso sem complexidade. Pode aguardar atendimento.
– Branco:  Caso eletivo ou que não possuem queixas relacionadas a um atendimento de urgência e emergência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

12/09/2019 0 Comentários 585 Visualizações
Saúde

Frente Parlamentar atua em defesa das pessoas com doenças raras

Por Gabrielle Pacheco 11/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O objetivo é estabelecer uma política estadual de doenças raras no Rio Grande do Sul. Um dos maiores desafios é enfrentar a dificuldade de acesso aos medicamentos na rede estadual de saúde. O grupo pretende, ainda, estabelecer uma conexão com o Congresso Nacional para pautas que necessitem de legislação federal.

O chefe do Serviço de Genética do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Jonas Saute, falou do momento extremamente crítico que as universidades públicas enfrentam, com cortes no orçamento e no financiamento de pesquisas, lembrando que o Hospital de Clínicas é um hospital-escola. Ressaltou, no entanto, que o objetivo é continuar prestando um serviço de qualidade na instituição.

Também participaram os deputados Tiago Simon (MDB), Jeferson Fernandes (PT) e Sofia Cavedon (PT), além da representante da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica, Lavinia Schuler-Faccini, OAB/RS, Defensoria Pública do Estado, Conselho Estadual da Saúde, Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Cannabis Medicinal, entre outros.

A instalação da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Doenças Raras foi oficializada no final de agosto por iniciativa do deputado Luiz Fernando Mainardi (PT). Parlamentares e entidades participaram do ato na sala Salzano Vieira da Cunha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2019 0 Comentários 645 Visualizações
Saúde

Hospital de Porto Alegre celebra aniversário com investimentos

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Há um ano, a cidade de Porto Alegre ganhava um novo hospital especializado em cirurgias: o Blanc Hospital, localizado no bairro Santana.

Além de aumentar a capacidade de atendimento em saúde na capital, com mais de 8 mil cirurgias realizadas em 15 especialidades médicas, o Blanc apresentou recentemente ao seu corpo de especialistas uma importante novidade na esfera da tecnologia e segurança.

Liderada pelos sócios Charles Berres, Luis Felipe Ducati e Rodrigo Wobeto, o hospital investiu mais de R$ 1 milhão para a implementação do Centro de Materiais e Esterilização (CME). No local, é concentrada toda a limpeza, organização e inspeção do instrumental que será utilizado no hospital. O centro funciona como uma espécie de “linha de produção”: após ser usado em cirurgia, o instrumental vai ao CME e é depositado em máquinas específicas para serem esterilizados. Feito isso, o material é separado, inspecionado e organizado para ser encaminhado às máquinas de esterilização, proporcionando, em 15 minutos, uma sala de cirurgia higienizada e liberada para o médico.

Segundo Rodrigo Wobeto, sócio e fellow do Instituto Javier de Benito (Barcelona) e da Clínica Daniel Baker (Nova York), essa novidade traz segurança e ganho para todos os envolvidos no processo.

“Os riscos ao paciente são objetivamente minimizados, enquanto médico e equipe ganham com a segurança e praticidade da higiene de seu local de trabalho”, explica.

Isso tudo faz parte da ampliação do padrão Blanc, que inclui as 15 especialidades médicas (Bucomaxilofacial, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica e Reparadora, Cirurgia Torácica, Dermatologia, Gastroplastia, Ginecologia, Mastologia, Neurocirurgia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrino, Proctologia, Urologia e Vascular) à disposição do público, assim como mais de dez opções de convênios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2019 0 Comentários 575 Visualizações
Saúde

I Encontro de Enfermagem Pediátrica reúne especialistas 

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na última sexta-feira (6), o Hospital Moinhos de Vento realizou o I Encontro de Enfermagem Pediátrica. Com a participação de 130 profissionais, o evento debateu a atuação do enfermeiro na liderança do cuidado à criança e à família em diferentes cenários do ambiente hospitalar.

O papel do enfermeiro na telemedicina, a oncologia pediátrica e o profissional da assistência como líder no cuidado à criança foram alguns dos temas abordados. Para a coordenadora assistencial do Serviço de Pediatria do Hospital, enfermeira Rosa Etchichury Rolim, o encontro reafirmou a excelência da instituição no assunto.

“É emocionante ver técnicos de enfermagem, enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos, médicos, fisioterapeutas, nutricionistas envolvidos no propósito de cuidar de vidas”, ressaltou Rosa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2019 0 Comentários 836 Visualizações
Saúde

Brasil implementa nova metodologia de combate ao câncer

Por Gabrielle Pacheco 03/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer é a segunda maior causa de mortes em todo o planeta – enfrentá-lo é um grande desafio, não somente para pacientes, mas também para governos, gestores públicos e privados, profissionais e instituições de saúde, universidades e o terceiro setor.

Na busca por oferecer de forma mais eficaz, justa e sustentável os cuidados necessários às pessoas com câncer, o Brasil está entre os sete países a receber um projeto global inovador: C/Can City Cancer Challenge, criado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC). A iniciativa busca criar uma comunidade global de cidades e alianças estratégicas para atuar juntas no planejamento e implementação de soluções locais no combate à doença, desde o diagnóstico até o tratamento.

A capital do Rio Grande do Sul foi a terceira cidade da América Latina selecionada para fazer parte desta aliança e receber todo o apoio necessário. Porto Alegre tem 1,4 milhão de habitantes (IBGE, 2018) e uma incidência estimada de 8.000 casos de câncer por ano (Inca, 2018), dados que impulsionaram a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), o Hospital Moinhos de Vento, e a Prefeitura – por meio da Secretaria Municipal de Saúde – a participar do projeto.

Em 5 de setembro, a partir das 11h15, no 6º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) em São Paulo, serão compartilhadas as principais ações, estratégias e aprendizados adquiridos a partir de um grande mapeamento realizado no município, durante o painel “Metodologias inovadoras no enfrentamento do câncer: a experiência City Cancer Challenge no Brasil”, organizado pela Femama.

“Temos percebido uma mudança de paradigma a partir da chegada do C/Can em Porto Alegre em 2018. É a primeira vez que o Brasil recebe um projeto como esse, que influencia a forma como as partes interessadas, tanto do setor público quanto privado e representantes da sociedade civil colaboraram para melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de forma equitativa e com qualidade”, afirma Maira Caleffi, presidente voluntária da Femama e chefe do setor de Mastologia do Hospital Moinhos de Vento.

A meta é trabalhar duro para reduzir em 25% a mortalidade por câncer em Porto Alegre até 2030. “O câncer pode até ser um problema global, mas as soluções para vencê-lo são locais e elas dependem dos esforços de todos. A cidade poderá servir como modelo para a metodologia ser incorporada nacionalmente. Dessa forma, vamos conseguir melhorar a assistência em saúde a toda a população brasileira”, comenta a mastologista e líder do Comitê Executivo do C/Can em Porto Alegre.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/09/2019 0 Comentários 592 Visualizações
Saúde

Balão intragástrico favorece o emagrecimento sem cirurgia

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A vida moderna trouxe facilidades para a rotina, mas também acarretou uma série de hábitos cada vez menos saudáveis. Da alimentação baseada em comidas industrializadas até o sedentarismo induzido pelo dia a dia turbulento e tecnológico, forma-se a equação que multiplica o número de pessoas que vivem em guerra com a balança.

Atenta à saúde, a medicina se reinventa em recursos para quem precisa vencer o excesso de peso. Uma das soluções é o balão intragástrico, que dispensa a internação hospitalar e auxilia na perda média de 15% do peso do paciente em um semestre.

Especialista no procedimento e em Cirurgia Geral, Dr. Fábio Strauss explica que a técnica consiste na colocação temporária de um balão de silicone no interior do estômago.

“A presença do balão reduz o espaço destinado à comida e induz o estômago a enviar estímulos para o cérebro, gerando a sensação de saciedade e levando a pessoa a comer menos”, detalha.

Dr. Fábio Strauss, especialista em Cirurgia Geral | Foto: Divulgação

Segundo ele, a indicação é para pessoas com índice de massa corporal (IMC) superior a 27 ou que apresentem doenças agravadas pelo sobrepeso.

Vantagens e cuidados

Outra vantagem é que, por não ser um método invasivo, o procedimento é realizado com sedação muito semelhante a um exame de endoscopia, sem internação em hospital e com mínimos riscos.

Segundo Dr. Strauss, o balão é introduzido vazio pela boca do paciente e, já dentro do estômago, é preenchido com soro fisiológico e corante azul. “A tonalidade é acrescentada para servir de alerta ao paciente caso o balão se rompa acidentalmente”, alerta ele.

A colocação leva cerca de 30 minutos e deve ser seguida por um repouso de duas a três horas. Em seis meses, o balão é retirado através da endoscopia com sedação.

Como todo procedimento, o balão intragástrico requer cuidados e novos hábitos. Nos primeiros dias de adaptação do corpo, por exemplo, pode provocar náuseas e vômitos. Deve-se ingerir pequenos goles e porções e evitar o consumo de frituras, molhos e temperos fortes, comidas ácidas e cafeínados.

Além disso, a alimentação balanceada e a prática de exercícios são fundamentais para que o emagrecimento seja bem-sucedido. “Os hábitos de vida do paciente são fatores cruciais neste processo. É necessário encarar o balão como um eficiente aliado e não como uma saída fácil e singular. A caminhada do emagrecimento é sempre plural”, pondera Dr. Strauss.

Foto: Reprodução/Freepik | Fonte: Assessoria
02/09/2019 0 Comentários 747 Visualizações
Saúde

Debate sobre inovações da medicina respiratória

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diagnósticos mais rápidos e precisos, tratamentos inovadores e o uso da cirurgia robótica na medicina respiratória foram discutidos em Porto Alegre, no 2º Simpósio Internacional do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica.

Promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, o evento ocorreu na tarde de sexta-feira (30) e durante todo o sábado (31), no Hotel Sheraton. Especialistas nacionais e internacionais apresentaram palestras voltadas à atualização dos profissionais nas técnicas de manejo das doenças respiratórias.

Para o coordenador do simpósio e Chefe do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Hospital Moinhos de Vento, Marcelo Gazzana, a rápida evolução da tecnologia e as descobertas cientificas tornam cada vez mais necessários o treinamento e a atualização dos pneumologistas e cirurgiões.

“É sempre oportuno ir além das fronteiras para conhecer e divulgar novas técnicas e possibilidades. Nossa intenção é promover a troca de conhecimentos para qualificar ainda mais os tratamentos oferecidos aos pacientes, desde as doenças mais prevalentes, como a asma, até as mais complexas e desafiadoras, como o câncer de pulmão”, avaliou Gazzana.

A Gerente Médica do Hospital Moinhos de Vento, Gisele Nader, lembrou que o serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica vem se fortalecendo não só pelo investimento em tecnologia de ponta, mas também pela qualificação dos médicos.

“Nos próximos meses nossa equipe contará com mais dois profissionais certificados em cirurgia robótica.”

Em novembro de 2018, a instituição gaúcha realizou a primeira cirurgia robótica torácica do Sul do Brasil.

Cirurgia robótica

Diversas conferências do simpósio destacaram os resultados promissores da cirurgia robótica no tratamento das doenças respiratórias e torácicas. Para o secretário da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica, Ricardo Terra, um dos palestrantes, a tecnologia apresenta vantagens ao permitir cirurgias minimamente invasivas. Isso acontece, segundo ele, sobretudo pela flexibilidade dos instrumentos e pela visão 3D que proporciona ao cirurgião.

“Especialmente no tórax, a cirurgia robótica tornou o procedimento cirúrgico mais preciso e menos traumático”, indicou o professor da USP, destacando que a novidade provocou uma importante expansão tanto no volume como na complexidade dos procedimentos realizados.

As novas formas de exame e diagnóstico também foram apontadas pelos especialistas como grandes inovações. De acordo com Maria Teresa Ruiz Tsukazan, cirurgiã torácica do Hospital Moinhos de Vento, a instituição tem apostado nos procedimentos de ecobroncoscopia (Ebus) para ampliar a precisão do diagnóstico e a avaliação do estágio em tumores de pulmão.

“Fomos os primeiros a adquirir esse equipamento no Estado e a contar com profissionais capacitados no exterior para operá-lo”, sublinhou.

Asma em debate

No sábado, o simpósio aprofundou as discussões sobre os diagnósticos e tratamentos da asma, doença crônica que voltou às rodas de conversa desde a morte da escritora Fernanda Young, no último domingo (25).

Os pneumologistas Leandro Genehr Fritscher, Flavia Gabe Beltrami e Pierangelo Tadeu Baglio, do Hospital Moinhos de Vento, participaram de uma mesa redonda sobre a educação de pacientes asmáticos, os casos que não respondem aos tratamentos e as perspectivas da medicina personalizada.

Completou o debate o pneumologista Bernardo Henrique Ferraz Maranhão, professor da Faculdade de Medicina da UniRio e ex-presidente da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio de Janeiro.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2019 0 Comentários 581 Visualizações
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