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Saúde

Saúde

Campanha nacional de multivacinação para crianças e adolescentes começa segunda-feira

Por Gabrielle Pacheco 29/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de mobilizar pais e responsáveis a colocarem em dia a caderneta de vacina de seus filhos, começa na próxima segunda-feira, 31, com término previsto em 30 de outubro, a Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização do Esquema Vacinal para todas as crianças e adolescentes menores de 15 anos.

O atendimento acontecerá de segunda à sexta-feira das 8h30min às 11h30min e das 13h às 16h30min, na UBS do Centro. Os pais ou responsáveis devem trazer as cadernetas de vacinação de seus filhos. Estas serão analisadas e caso tenham vacinas a serem realizadas será agendado um horário para atualizá-la. Com as vacinas em dia será emitido um atestado de vacina.

A importância da realização desta estratégia é garantir o controle e eliminação das doenças imunopreveníveis. A meta é atualizar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias), com esquemas vacinais diferenciados, o que impõe uma complexidade para a garantia de manutenção de altas coberturas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2020 0 Comentários 484 Visualizações
Vacina
Saúde

Como escolher uma vacina segura contra a Covid-19?

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante do anúncio de que países como a Rússia e China estão na fase final dos testes da vacina contra a Covid-19 e que o Brasil poderá ter ainda esse ano doses imunizatórias, muitas pessoas estão se perguntando: como escolher uma vacina segura?

A resposta não tem muito segredo. Segundo o pneumologista do Super Dr. Saúde Integrada, Pedro Compasso, todas as vacinas aprovadas e regulamentadas pelos órgãos mundiais da saúde são consideradas seguras e devem ser utilizadas pela população. No Brasil as vacinas contra Covid-19 deverão ser aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para, então, serem liberadas.

O médico explica que as pessoas precisam acreditar na idoneidade do processo científico e da produção da vacina, independente do país ou laboratório que esteja fabricando. “Temos que nos despir do viés político e ideológico e partir do princípio que a ciência e o laboratório trabalham arduamente para produzir uma vacina eficiente, acessível e capaz de proteger a população com o seu efeito”, diz.

“A população não deve ficar com o pé atrás com a segurança e eficácia da primeira vacina, porque ela estará regulamentada.”

Para ele, a população  não deve deixar de se imunizar com a primeira vacina regulamentada para aguardar uma segunda ou terceira acreditando que serão melhores. “Todas as vacinas que estejam regulamentadas pelos órgãos de saúde serão consideradas seguras, sim. Imagina se tivéssemos antipatia com a vacina da poliomielite, varíola ou do sarampo? A população não deve ficar com o pé atrás com a segurança e eficácia da primeira vacina, porque ela estará regulamentada”, afirma.

Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 169 vacinas sendo desenvolvidas contra a Covid-19. Seis estão na terceira e última fase, destas, três estão sendo testadas no Brasil.

Medidas de proteção

Até quando teremos que adotar o distanciamento, o isolamento social e usarmos a máscara de proteção? “Enquanto não tivermos imunização em massa – o que não será igual erradicação da doença, porque a vacina não vai acabar com o vírus, mas impedir que as pessoas fiquem doentes, principalmente nas formas graves -, será necessário que se continue usando a máscara e adotando todas as medidas de proteção”, afirma o pneumologista.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 573 Visualizações
Saúde

Imunoterapia é aprovada no Brasil para tratamento de câncer de fígado, um dos mais letais

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dois meses depois da FDA, a agência regulatória americana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar o uso da imunoterapia atezolizumabe associada ao antiangiogênico bevacizumabe, ambos da Roche, para a primeira linha de tratamento do carcinoma hepatocelular, o câncer de fígado, metastático, irresecável ou sem tratamento prévio. O Global Cancer Observatory estima 700 mil mortes ao ano causadas pela doença, sendo o quarto tipo de câncer mais letal no mundo. Atualmente, a American Cancer Society aponta que somente 18% dos pacientes diagnosticados com câncer de fígado estarão vivos em cinco anos. No Brasil, foram 9.711 mortes em 2015, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O estudo de fase III IMbrave150, publicado em maio no periódico The New England Journal of Medicine, demonstrou que a combinação de atezolizumabe com bevacizumabe foi capaz de proporcionar um ganho significativo de sobrevida global e sobrevida livre de progressão, reduzindo o risco de morte em 42% comparado ao sorafenibe, terapia-alvo aprovada em 2009. O perfil de segurança da combinação foi consistente com os dos medicamentos em monoterapia e novos efeitos adversos ou inesperados não foram identificados.

De acordo com o oncologista Gustavo Fernandes, diretor do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, a quimioterapia convencional não tem benefício para esses pacientes. Já a terapia-alvo trouxe benefícios por muitos anos, mas foi superada pela combinação de imunoterapia e antiangiogênico largamente, com taxa de resposta muito superior, além de ganho de sobrevida global em um ano. Assim como em outras doenças em que a imunoterapia foi ativa, é real a possibilidade de que uma proporção dos pacientes esteja bem e com doença controlada em longo prazo, por anos. “É uma forte evidência de novo padrão de tratamento com potencial de transformar a história natural da doença”, considera.

“É um grande progresso a aprovação de uma nova terapia sistêmica para o carcinoma hepatocelular avançado, associada a desfechos ainda melhores do que aqueles observados previamente com outros medicamentos”, avalia Paulo Lisboa Bittencourt, coordenador da Unidade de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital Português-Bahia e presidente do Instituto Brasileiro do Fígado.

O hepatologista explica que a doença acomete principalmente pessoas com cirrose (98% dos casos, segundo um estudo brasileiro de 2009), causada por hepatites virais B e C, gordura no fígado (esteatose) ou consumo abusivo de álcool. Bittencourt acrescenta que a cirrose e o câncer de fígado não apresentam sintomas nos estágios iniciais. Levantamento recente do Datasus revela que 62% dos brasileiros com carcinoma hepatocelular tiveram diagnóstico tardio. A maioria deles nem sabia ser portador de cirrose.

“Quem tem carcinoma hepatocelular não tem apenas um tumor, mas duas doenças: câncer e cirrose. A depender do seu estágio, o tratamento pode incluir cirurgia, transplante de fígado, radiologia intervencionista e terapia sistêmica. No estágio avançado, apenas a terapia sistêmica tem evidência de benefício”, completa o médico.

Atezolizumabe em combinação com bevacizumabe é o primeiro e único regime de imunoterapia aprovado para o câncer de fígado. “Hoje mais de 50% dos diferentes tipos de câncer podem ser tratados com imunoterapia e esse percentual aumentará ainda mais nos próximos anos”, acredita o oncologista Gustavo Fernandes.

A Roche possui um programa de desenvolvimento para o atezolizumabe, incluindo estudos de fase III em andamento, em diferentes tipos de câncer de pulmão, geniturinário, pele, mama, gastrintestinal, ginecológico e de cabeça e pescoço. Esses estudos avaliam o atezolizumabe isoladamente ou em combinação com outros medicamentos.

Sobre a Roche

A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a Roche se tornou líder em medicina personalizada – estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível.

É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, infectologia, oftalmologia e doenças do sistema nervoso central. É também líder mundial em diagnóstico in vitro e tecidual do câncer, além de ocupar posição de destaque no gerenciamento do diabetes.

Fundada em 1896, a Roche busca constantemente meios mais eficazes para prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo de modo sustentável para a sociedade. A empresa também visa melhorar o acesso dos pacientes às inovações médicas trabalhando em parceria com todos os públicos envolvidos. Trinta medicamentos desenvolvidos pela Roche fazem parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos que podem salvar vidas, antimaláricos e terapias contra o câncer. Além disso, pelo 11º ano consecutivo, a Roche foi reconhecida como a empresa mais sustentável na Indústria Farmacêutica pelos Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).

Com sede em Basileia, na Suíça, o Grupo Roche atua em mais de 100 países e, em 2019, empregou cerca de 97.000 pessoas em todo o mundo. No mesmo ano, a Roche investiu 11,7 bilhões de francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e suas vendas alcançaram 61,5 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é um membro integral do Grupo Roche. A Roche é acionista majoritária da Chugai Pharmaceutical, no Japão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 668 Visualizações
Saúde

Nova Petrópolis inicia 2ª etapa da ampliação de testagens nos serviços essenciais

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nova Petrópolis iniciou nesta quarta-feira, 26 de agosto, a 2ª fase da ampliação de testagens em trabalhadores dos serviços essenciais. Os profissionais que atuam nas farmácias do Município serão testados pela equipe do Disque Coronavírus, mediante agendamento prévio.

Na 1ª fase da ação de rastreio e busca ativa de infectados assintomáticos pela Covid-19, o Município aplicou 316 testes rápidos em trabalhadores de 22 supermercados, mercados, fruteiras, padarias, açougues e similares, no período de 20 de julho a 14 de agosto. Apenas um teste resultou positivo para Covid-19. O paciente foi orientado ao isolamento domiciliar e já está recuperado.

“A testagem de indivíduos assintomáticos é uma importante estratégia porque tira de circulação alguém que pode infectar mais indivíduos suscetíveis. A identificação rápida de alguém infectado permite o monitoramento do indivíduo e dos contactantes, reduzindo o potencial de transmissão comunitária. Além disso, a medida contribui para o retorno seguro às atividades econômicas”, destaca a secretária Municipal de Saúde e Assistência Social, Cláudia Silvane Pires.

A aplicação de testes nos trabalhadores de postos de combustíveis, integrantes do grupo da 3ª fase da ampliação de testagens, será iniciada após a conclusão da etapa em andamento. As farmácias que não foram contatadas pelo Disque Coronavírus podem entrar em contato pelo e-mail [email protected]; pelo fone ou WhatsApp no número (54) 9-9983-7163 ou ainda através do link https://wa.me/555432982660; de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30min e das 13h30min às 17h.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Saúde

Papa Francisco doa respiradores para o Hospital São Lucas da PUCRS

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quinta-feira, 27, um representante enviado pelo Papa Francisco estará no complexo hospitalar do Hospital São Lucas da PUCRS (HSL) para formalizar a doação de quatro respiradores e um aparelho de ultrassom utilizado para exames de captação de imagens de tecidos ou fluxos sanguíneos. 

O emissário Antonio Guizzetti será recebido em Porto Alegre pelo arcebispo metropolitano, Dom Jaime Spengler, pelo reitor da PUCRS, Irmão Evilázio Teixeira, e pelo diretor-geral do Hospital, Leandro Firme. Durante a visita, o grupo circulará pelas dependências do HSL, passando pelo Centro Clínico, Centro de Diagnóstico de Imagem e também pelos ambulatórios onde atualmente é conduzido o estudo da testagem da vacina contra o coronavírus.

 

“Este ato de solidariedade (…) é fundamental para que sigamos fortalecidos e atuantes na nossa missão de cuidado e promoção à vida.”

Os equipamentos doados serão direcionados para a UTI que acolhe exclusivamente os pacientes com Covid-19. Para ajudar no atendimento à doença na Região Metropolitana, o Hospital vem ampliando gradativamente a sua oferta de leitos para pacientes contaminados com o coronavírus. Atualmente, 46 leitos estão disponíveis na UTI Covid-19 e outras 104 unidades para a Enfermaria.

Segundo o reitor da PUCRS, Irmão Evilázio Teixeira, “este ato de solidariedade da Igreja, bem como todo apoio recebido de nosso arcebispo e chanceler de nossa Universidade, Dom Jaime Spengler, é fundamental para que sigamos fortalecidos e atuantes na nossa missão de cuidado e promoção à vida”. Para o diretor-geral do Hospital, Leandro Firme, a doação é uma importante soma aos esforços da instituição. “A contribuição é reflexo dos movimentos que temos feito no combate à pandemia. É uma honra para nós estar entre os hospitais escolhidos pelo Vaticano”, celebra. 

 

“A contribuição é reflexo dos movimentos que temos feito no combate à pandemia.”

Segundo comunicado enviado pelo Vaticano, a motivação do pontífice com o programa de auxílio busca “encontrar os meios necessários para salvar e curar muitas vidas humanas”, sobretudo em países como o Brasil, que majoritariamente sofre por causa da emergência epidemiológica da Covid-19. 

 
Foto: Bruno Todeschini/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 781 Visualizações
Saúde

Cases de startups validam a experiência da telemedicina no país

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Era Digital é uma realidade que veio para ficar, mas os reflexos na área da saúde estão cada vez mais reais devido à pandemia, que abriu novas possibilidades à telemedicina. Além de evitar que muitos pacientes recorram aos hospitais em casos mais leves de saúde, as consultas à distância mediadas pela tecnologia também aumentam a segurança em meio à pandemia e colaboram com o isolamento social. O receio inicial de como a adaptação aconteceria quase não existe mais, como no case da Fácil Consulta, startup de Pelotas (RS) que em março já havia disponibilizado ferramentas para a telemedicina e agora observa o retorno positivo.

A principal dúvida dos pacientes ainda é sobre quando as consultas à distância são mais indicadas. De acordo com as orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) desde a liberação do serviço, a telemedicina é uma alternativa principalmente em casos de retornos, indicação de exames complementares ou dúvidas gerais, por exemplo. Para o órgão, a consulta virtual deve ser vista como apoio à consulta física, que pode ocorrer anteriormente ou posteriormente, quando necessário.

Para o cofundador e CMO da Fácil Consulta, Patrick Goulart, a nova modalidade está atendendo muito bem as expectativas. “Por ser uma novidade também para nós, não sabíamos o que esperar, mas com a possibilidade de disponibilizar atendimento para todo país, estamos crescendo consideravelmente o número de agendamentos”, explica. A startup disponibilizou tanto a possibilidade de consultas médicas à distância quanto acolhimento psicológico e orientações gratuitas devido à pandemia.

O Psiquiatra Dr. Renard Cogno Azubel , que atende no consultório em Pelotas e todo o país através da telemedicina pela Fácil Consulta, destaca que a adaptação dos pacientes está sendo muito positiva, principalmente devido à praticidade e flexibilidade de horários. A especialidade do profissional, inclusive, é uma das que mais se registrou aumento na procura pela marcação de consultas, segundo Patrick Goulart. “Não temos como afirmar qual a relação direta disso com a pandemia e o isolamento social, mas a Psiquiatria e a Psicologia tiveram aumentos significativos no agendamento”, salienta. Na visão do Dr. Renard Azubel, o atendimento presencial continuará sendo de grande valor, mas com mudanças. “Ter ferramentas alternativas para atender ao paciente é muito bem-vindo pelo médico que preza a boa assistência sem deixar de se adaptar às novas realidades”, diz ele.

Segundo as principais operadoras de planos de saúde do país, a procura pela telemedicina teve crescimento de até 15 vezes nos últimos meses, mas a proposta de startups como a Fácil Consulta é democratizar ainda mais o acesso à saúde no país para quem não possui um plano. Criada em 2017, a empresa permite a marcação de consultas médicas a valores mais acessíveis e menos tempo de espera através do seu site . Hoje, já são mais de 450 médicos cadastrados e atendimentos presenciais em cidades como Pelotas (RS), Santa Maria (RS), Maringá (PR), Florianópolis (SC), entre outras.

Sendo uma empresa que tem a tecnologia como base desde a sua criação, a Fácil Consulta também avalia a implantação da telemedicina como um desafio, mas comemora o sucesso em apresentar soluções com agilidade. “Todo novo desafio nos tira da zona de conforto e a telemedicina não foi diferente. Acreditamos que essa modalidade veio para ficar”, afirma Goulart. Segundo ele, novas adaptações e melhorias são realizadas continuamente no sistema do site que hoje viabiliza de forma segura as consultas online. “Estamos preparados para continuar expandindo para outros estados do país e entregar a melhor experiência em agendamento e realização de consultas, sejam elas presenciais ou por teleatendimento”, ressalta.

Agendamentos práticos e custo-benefício

O Fácil Consulta é focado em oferecer consultas particulares que podem chegar a valores de até 60% abaixo do agendamento normal. Já para os profissionais, a proposta auxilia a aumentar em até 95% a taxa de presença nos consultórios. “Aceitamos somente profissionais com CRM válido, o que aumenta a segurança para os pacientes”, ressalta o CMO da startup. Além de Pelotas, Santa Maria e Maringá, o Fácil Consulta também disponibiliza marcações nas cidades de Caxias do Sul, Joinville, Florianópolis e Londrina. Ao todo, já foram mais de 19.000 consultas realizadas, atendendo cerca de 40 especialidades médicas.

Sobre o Fácil Consulta

O Fácil Consulta foi desenvolvido para revolucionar, ampliar e facilitar o acesso à saúde para a população brasileira. Para isso conta com uma plataforma online que lista os horários disponíveis em consultórios de dezenas de especialidades médicas. Depois de instalar o app ou acessar o site, basta que o paciente faça a busca do profissional utilizando alguns filtros e, pronto: em poucos passos, a consulta estará agendada. Um dos grandes diferenciais da consulta marcada pelo Fácil Consulta é o valor muito mais acessível que o de um atendimento particular, podendo variar por especialidade. Outro diferencial relevante é a possibilidade do paciente ter disponível a foto do profissional e suas qualificações, avaliações e opiniões de outros pacientes que já consultaram com o profissional, assim, o Fácil Consulta traz uma maior tranquilidade para aquela pessoa que não conhece o profissional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 672 Visualizações
Saúde

Feevale realiza 16 mil testes de Covid-19 em 150 dias

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale realizou em seu Laboratório de Microbiologia Molecular, até a última sexta-feira, 22, um total de 16.611 exames de diagnóstico da Covid-19. Nesta terça-feira, 25, a Instituição completa 150 dias de prestação desse serviço para a comunidade. As primeiras amostras foram analisadas em 29 de março.

Hoje, a Feevale recebe amostras de 38 municípios conveniados, em sua maioria dos vales do Sinos e do Caí. O material – secreção respiratória dos pacientes com suspeita de estarem infectados – é coletado nos espaços de saúde dessas cidades e encaminhado à Universidade. Além disso, a Instituição realiza testes para as empresas, já tendo atendido, até o momento, 152. Os exames, tanto para os municípios como para as organizações, ficam prontos de 24h a 48h a partir do recebimento dos materiais.

O reitor Cleber Prodanov ressalta que a Feevale se aliou à sociedade para oferecer alternativas que possibilitem a saúde da coletividade e, também, o funcionamento das organizações. “Buscamos desenvolver ações tecnológicas e inovadoras, visando dar apoio às municipalidades e às empresas para o enfrentamento da pandemia”, afirma. Ele lembra que o Laboratório de Microbiologia Molecular não só investiga toda a questão envolvendo vírus, doenças e suas complexidades, mas também dá respostas e traz soluções. “Por ser inovadora, empreendedora, solidária e comunitária, a Feevale se envolveu nesse processo desde o início e tem, neste e em tantos outros laboratórios, uma maneira de colaborar nos momentos difíceis para a sociedade”, complementa.

Percentual de amostras positivas

Dos 16.611 testes realizados até agora, 3.941 foram positivos, o que representa uma média de 24% de pacientes diagnosticados com Covid-19. Somente na última sexta-feira, 22, foram analisadas 115 amostras, sendo 29 positivas.

O professor do mestrado em Virologia, Fernando Spilki, diz que houve um volume crescente de amostras positivas ao longo desses 150 dias. “Partimos da faixa de 5% de casos positivos para uma situação mais crítica, que foi em julho e início de agosto, onde em alguns dias passamos da faixa de 30% e chegamos, inclusive, na faixa dos 50%”, lembra o pesquisador.

Spilki destaca que a fase atual é de estabilização, com o percentual de casos positivos se mantendo por volta de 25%. Segundo ele, esse tipo de análise, no entanto, é suscetível a vieses, pois às vezes depende, por exemplo, do tipo de amostra de paciente que está chegando para avaliação. “Mas esse percentual reflete o que temos visto nas estatísticas gerais, onde são compilados os dados de todos os laboratórios que participam no Rio Grande do Sul. Temos uma estabilização, embora em níveis altos, mas precisamos observar como fica esta semana e a próxima, com algumas flexibilizações, para vermos se isso se mantém”, fala o professor, acrescentando que espera que até o final deste mês ou metade de setembro os números comecem a declinar, conforme mostram alguns modelos.

Sobre o laboratório

Uma das primeiras avaliações de ensaio de proficiência de Covid-19 realizadas no mundo apontou que o Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale está plenamente adequado e certificado para oferecer testes laboratoriais. A iniciativa foi da Controllab, que disponibilizou a laboratórios a avaliação dos resultados, como forma de auxiliar na análise do desempenho analítico dos seus sistemas.

O ensaio de proficiência é uma ferramenta que serve para determinar o desempenho do laboratório. Aliado ao controle interno e a uma gestão comprometida com a qualidade, promove um profundo conhecimento dos processos de análise, garantindo, assim, a confiabilidade dos seus resultados. A partir de relatórios, o laboratório pode verificar o seu desempenho e identificar melhorias relacionadas à sistemática de ensaio, equipamentos e corpo técnico.

Foto: Eduardo Bettio/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2020 0 Comentários 506 Visualizações
Saúde

Nutrição na pandemia é tema de palestra do Hospital Moinhos de Vento

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Manter a alimentação saudável garante uma boa nutrição e o funcionamento adequado do corpo. Neste período de pandemia, além dos cuidados de higiene, consumir alimentos apropriados e água potável contribui para o fortalecimento do sistema imunológico e para a manutenção e recuperação da saúde.

Para detalhar esse assunto, o Hospital Moinhos de Vento promove, quarta-feira (26), às 14h, mais uma edição do Encontro Juntos, com a palestra “Cuidados Nutricionais na Pandemia”. O objetivo é promover troca de experiências, informações e apoio a quem está em tratamento oncológico, a seus familiares ou interessados no tema. O evento — online e gratuito —contará com a interação do público pelo chat.

Participarão do bate-papo a coordenadora assistencial do Serviço de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, a enfermeira Taiana Saraiva; a liderança do Serviço de Nutrição Clínica do Hospital, Camila Becker Veronese; a nutricionista assistencial do Serviço de Oncologia, Vanessa Alves; e o coordenador de Gastronomia e chef do Bistrô do Hospital Moinhos, Samir Quaresma. As inscrições podem ser feitas pelo site da instituição, e a atividade será transmitida pelo canal no Youtube.

Encontro Juntos

Promovido pelo Hospital Moinhos de Vento, o Juntos é um encontro mensal que reúne pacientes com câncer, familiares e interessados. O objetivo é proporcionar um espaço de trocas de experiências, orientações sobre temas específicos. Inicialmente, sua proposta era criar um grupo voltado a mulheres com câncer de mama. Dois anos após o lançamento, o evento mudou sua abordagem e passou a contemplar todas as especialidades oncológicas e ambos os sexos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2020 0 Comentários 627 Visualizações
Saúde

Reunião na Câmara dos Deputados alerta para necessidade de apoio a pacientes com Doenças Raras

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma iniciativa foi da CEXCORVI – Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizou na segunda-feira, 17, um encontro onde os participantes debateram temas como acesso a consultas, reabilitação e medicamentos durante a pandemia. O evento foi realizado de forma presencial pelos deputados em Brasília, com participação dos convidados por vídeo. Foi destacada a necessidade de manutenção de terapias de apoio durante a pandemia com observação de protocolos adequados e também chamaram a atenção durante o encontro os relatos da falta de medicamentos de uso continuo e a necessidade de realização de infusão domiciliar.

“Sabemos que 80% das Doenças Raras são de origem genética. A SBGM com seu papel educativo se preocupou muito tanto em dar informações para médicos e profissionais que trabalham com Doenças Raras, como para a população”, afirmou a presidente da SBGM, Têmis Maria Félix.

O relato mostrou ações importantes promovidas pela SBGM desde o início da pandemia. Entre elas estiveram a elaboração de Notas Técnicas para pacientes com Doenças Raras. O primeiro conteúdo foi voltado ao médico geneticista para que ele tivesse um norteador de suas tomadas de decisões. Após, foi dada uma orientação para que fossem mantidos em pacientes com Doenças Raras alguns cuidados necessários como a imunização contra a gripe, por exemplo. Além disso, foram feitos protocolos específicos para diferentes tipos de doenças.

Um levantamento feito durante a pandemia mostrou que houve 26% de pacientes que sofreram com a falta de medicamentos. Em algumas situações foram feitas ações de tele atendimento e a pesquisa mostrou que em 51% dos casos o acolhimento feito de forma virtual foi resolutivo.

“O atendimento ao paciente com Doença Rara vai além do medicamento, isso é importante frisar. Um indivíduo com doença crônica não pode parar seu tratamento. Em dois meses, dependendo do caso, o cenário pode ser irreversível considerando um paciente com Doença Rara. A falta de acesso foi uma coisa grave. Temos pacientes que estão há cinco meses sem fazer fonoterapia ou fisioterapia o que seria fundamental para sua recuperação”, completou Têmis.

Também participaram do encontro a coordenadora-geral das Pessoas com Doenças Raras do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – MDH, Adriana Haas Villas Bôas; presidente do Instituto Vidas Raras, Regina Próspero; coordenador Editorial do Muitos Somos Raros, Vinicius Volpi, a médica Geneticista do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, Letícia Lima Leão e a médica pediatra intensivista e gerente de Pediatria do Hospital Infantil João Paulo II de BH, Deise Felix Quintão Correa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 545 Visualizações
Saúde

Pesquisa revela os efeitos psicossociais na população durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada pela Universidade Feevale busca compreender os efeitos psicossociais gerados nas pessoas durante a pandemia. O estudo O isolamento social e os efeitos causados na população está sendo desenvolvido pelas professoras Sabrina Daiana Cúnico e Carmen Regina Giongo, do curso de Psicologia (graduação e mestrado), e pela acadêmica Diana Flores, do curso de Psicologia, que atua como auxiliar de pesquisa no projeto.

Até o momento, o projeto conta com a participação de 430 voluntários, entre homens e mulheres, com idades entre 18 e 70 anos, que responderam a um questionário on-line disseminado nas redes sociais. O estudo, em fase inicial, revela que 89,2% dos participantes concordam com a ideia de que o isolamento social pode diminuir os danos causados pelo novo coronavírus. No entanto, apenas 47% das mulheres e 41,1% dos homens estão conseguindo manter o distanciamento, sendo que 56,8% estão saindo uma ou duas vezes de casa durante a semana.

O projeto também observa os impactos causados à saúde mental da população. Nesse contexto, 63,5% das pessoas responderam que estão angustiadas, 36,9% irritadas, 33,8% nervosas e 25,2% tristes. Esse sofrimento faz com que 36,2% dos voluntários tenham insônia, 34,8% dor de cabeça, 32,2% inquietação e 26,1% vontade de chorar.

Para a pesquisadora Sabrina Cúnico, a rápida propagação da Covid-19, juntamente com a lotação dos hospitais, trouxe impactos na saúde pública e demandou mudanças drásticas no funcionamento dos serviços de saúde e nos modos de convívio e práticas sociais. “Os resultados encontrados, ainda que preliminares, apontam para a importância de se colocar em prática planos governamentais de enfrentamento ao novo coronavírus que priorizem também questões de saúde mental em suas ações”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 535 Visualizações
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