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Saúde

Saúde

AGU confirma regra que impede farmácias de manipular fórmulas com Cannabis

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na justiça a validade de regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbem a manipulação de produtos com ativos derivados da Cannabis sativa – planta da qual se produz a maconha.

Uma farmácia de manipulação de alimentos naturais e cosméticos havia ingressado com uma ação judicial, com pedido de tutela de urgência, requerendo que fosse declarada a ilegalidade de dois artigos de uma Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa que trata do assunto. Com a medida, a empresa pretendia manipular os produtos com ativos derivados da Cannabis sativa sem qualquer restrição de autorização sanitária e alegava que não se diferenciaria da indústria farmacêutica. Para a autora da ação, as restrições impostas pela Anvisa criariam uma reserva de mercado que violaria a livre iniciativa e a liberdade econômica. A 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal já havia negado o pedido, mas a empresa recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

Em defesa da União, a AGU sustentou que a resolução foi editada no âmbito do poder conferido à Anvisa de regular, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública. Esclareceu que podem ser extraídas da Cannabis substâncias entorpecentes que causam efeitos nocivos à saúde, como alucinações, paranoia e confusão mental. Ainda de acordo com os procuradores federais, é preciso estabelecer requisitos técnicos complexos para fabricação, importação, comercialização, prescrição, monitoramento e fiscalização de produtos à base de Cannabis para fins medicinais, uma vez que os derivados da planta podem ser desviados para fins ilícitos.

A 5ª Turma do TRF1 acolheu os argumentos da AGU e negou o pedido da empresa. “Com essa decisão, o Judiciário reafirma a legalidade da atuação da Agência na liberação de produtos à base de cannabis para fins essencialmente medicinais. A Anvisa vem adotando cautela nesse assunto, já que são produtos que ainda não tem eficácia, segurança e qualidade totalmente estabelecidos, então é preciso que se sigam as etapas necessárias para que ao final esses produtos apresentem os benefícios”, avalia a Procuradora Federal Lucia Penna.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 575 Visualizações
Saúde

De 25 países, Brasil é o segundo menos favorável à legalização do aborto

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil está entre os menos favoráveis em relação à prática do aborto. É o que mostra a pesquisa Global Views on Abortion, realizada anualmente pela Ipsos com 25 países de todo o globo. Dentre 1.000 entrevistados brasileiros, apenas 16% acreditam que o aborto deveria ser permitido indiscriminadamente, ou seja, sempre que uma mulher assim o desejar. A média global é de 44%.

O posicionamento do Brasil coloca o país como o mais intolerante ao aborto no ocidente, juntamente com o Peru, e como um dos três mais intolerantes no mundo inteiro, se considerarmos as 25 nações analisadas. O Peru está empatado com o Brasil, também com 16% de favorabilidade à escolha da mulher. O único país com índice ainda mais baixo que o dos dois países sul-americanos é a Malásia, com 10% favoráveis à interrupção da gravidez sempre que uma mulher optar por fazê-lo.

Na metodologia do estudo, os respondentes deveriam escolher a frase mais representativa de seu ponto de vista:

  • O aborto DEVE ser permitido sempre que uma mulher assim o desejar;
  • O aborto DEVE ser permitido em determinadas circunstâncias, por exemplo, no caso de uma mulher ter sido estuprada;
  • O aborto NÃO deve ser permitido em hipótese alguma, exceto quando a vida da mãe estiver em risco;
  • O aborto NUNCA deve ser permitido, não importando sob quais circunstâncias; e, finalmente, não sei/prefiro não responder.

Enquanto 16% dos brasileiros partilham de um ponto de vista totalmente favorável em relação ao aborto, 38% creem que deve ser permitido em casos específicos, como estupros. Entre os desfavoráveis, 21% acham que não deve ser permitido em momento algum, somente se a saúde da grávida estiver em risco, já 13% não apoiam a permissão do aborto em nenhuma circunstância. Por fim, 12% dos ouvidos no Brasil não souberam ou não quiseram opinar sobre o tema.

Foto: Reprodução/Unsplash | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 580 Visualizações
Saúde

Santa Maria é recordista em casos de esclerose múltipla

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Santa Maria é a cidade brasileira com maior número de diagnósticos de esclerose múltipla (EM) no Brasil. Com uma média nacional entre 15 e 18 casos para cada 100 mil habitantes, o município do Rio Grande do Sul registra 27 casos para a mesma proporção. No total, o país tem cerca de 40 mil casos de EM, uma doença com uma ampla diversidade de sinais e sintomas, o que dificulta seu diagnóstico precoce.

Desde 2006, uma lei federal estabeleceu o dia 30 de agosto como o Dia nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, e o mês todo ganhou o título de “Agosto Laranja” para alertar sobre os sinais e disseminar informações sobre a doença que é mais comum entre mulheres jovens (de 20 a 40 anos).

“Os sintomas mais comuns da esclerose múltipla são a fadiga, problemas de visão (diplopia, neurite óptica, embaçamento), motores (perda de força ou função; perda de equilíbrio) e alterações sensoriais (formigamentos, sensação de queimação) e indicam que muito provavelmente esse indivíduo é portador de EM, uma doença neurológica crônica autoimune, que provoca falhas de conexão entre os neurônios”, explica o neurologista, Juarez Silva Lopes, um dos autores do estudo que aponta Santa Maria como a recordista de casos no Brasil.

Nas pessoas afetadas pela EM, as células imunológicas invertem seu papel: ao invés de protegerem o sistema de defesa do indivíduo, passam a agredi-lo, produzindo inflamações. As inflamações afetam particularmente a bainha de mielina – uma capa protetora que reveste os prolongamentos dos neurônios, denominados axônios, responsáveis por conduzir os impulsos elétricos do sistema nervoso central para o corpo e vice-versa. O diagnóstico é basicamente clínico, complementado por exames de imagem como, por exemplo, a ressonância magnética.

E por conta da diversidade de sintomas, às vezes leva-se tempo até o diagnóstico, essa demora impacta negativamente, já que a doença é progressiva. “O diagnóstico precoce é o maior aliado do paciente, exatamente por isso, precisamos falar sempre sobre a esclerose múltipla. A doença é incurável, mas sua evolução pode ser controlada, garantindo qualidade de vida”, explica o neurologista.

A EM geralmente surge sob a forma de surtos recorrentes, sintomas neurológicos que duram ao menos um dia, mas isso varia de paciente para paciente. “Por isso, é importante não se comparar com outros pacientes, a doença tem perfis distintos. A progressão, a gravidade e a especificidade dos sintomas são imprevisíveis e mudam de uma pessoa para outra”, finaliza o médico.

Sobre a esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença que compromete o sistema nervoso central. É um processo de inflamação crônica de natureza autoimune que pode causar desde problemas momentâneos de visão, falta de equilíbrio até sintomas mais graves, como cegueira e paralisia completa dos membros. A doença está relacionada à destruição da mielina – membrana que envolve as fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos no cérebro, medula espinhal e nervos ópticos. A perda da mielina pode dificultar e até mesmo interromper a transmissão de impulsos. A inflamação pode atingir diferentes partes do sistema nervoso, provocando sintomas distintos, que podem ser leves ou severos, sem hora certa para aparecer. A doença geralmente surge sob a forma de surtos recorrentes, sintomas neurológicos que duram ao menos um dia. A maioria dos pacientes diagnosticados são jovens, entre 20 e 40 anos, o que resulta em um impacto pessoal, social e econômico considerável por ser uma fase extremamente ativa do ser humano. A progressão, a gravidade e a especificidade dos sintomas são imprevisíveis e variam de uma pessoa para outra. Algumas são minimamente afetadas, enquanto outras sofrem rápida progressão até a incapacidade total. É uma doença degenerativa, que progride quando não tratada. É senso comum entre a classe médica que para controlar os sintomas e reduzir a progressão da doença, o diagnóstico e o tratamento precoce são essenciais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 675 Visualizações
Saúde

Quadro de saúde do Papa Emérito Bento XVI chama atenção para os cuidados com a Erisipela

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma doença infecciosa que se caracteriza por erupções na pele, geralmente com dor intensa. O caso recente divulgado nas mídias internacionais chama a atenção para a gravidade da doença e importância dos devidos cuidados e tratamento. A erisipela é uma reação inflamatória da pele que atinge a derme e a camada de gordura, com importante edema, resultado de forma superficial de infecção bacteriana.

“Ocorre com mais freqüência nos pés e pernas, em geral associada a deficiência na circulação venosa e a lesões prévias das regiões, ditas portas de entrada para bactérias, como ferimentos após prurido (coceira), manipulação errada das unhas ou mesmo infecções fúngicas não tratadas que evoluem com fissuras entre os dedos. Pode ocorrer, ainda, em outras regiões, especialmente em pacientes idosos, imunossuprimidos, obesos ou portadores de doenças que afetem o funcionamento adequado da pele”, explica a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS, Clarissa Prati.

As situações mais sérias tendem a ocorrer em pessoas com baixa imunidade, caso de idosos, diabéticos fora de controle e indivíduos em tratamento de quimioterapia. O tratamento consiste na maioria das vezes no uso de medicamentos para dor, febre e antimicrobianos, por vezes endovenoso, dependendo da gravidade e extensão do quadro e condição clínica do paciente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 701 Visualizações
Saúde

Agosto Dourado: aleitamento materno faz bem para a saúde e para o planeta

Por Gabrielle Pacheco 17/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A amamentação traz uma série de benefícios para a saúde do bebê e da mãe. Para o recém-nascido, pode prevenir doenças infecciosas, cáries, infecções respiratórias, além de influenciar no aumento do nível intelectual. Para a mãe, traz efeitos na redução do risco de câncer de mama e de ovários. E os reflexos positivos do aleitamento materno podem ser sentidos, também, na diminuição das taxas de internações hospitalares na infância.

Essas são algumas das mensagens da campanha do Agosto Dourado de 2020, da Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA), que tem o apoio do Hospital Moinhos de Vento. O tema deste ano é “Apoie o aleitamento materno por um planeta saudável”, com o objetivo de informar, divulgar, engajar e implementar ações de amamentação para melhorar a saúde do planeta e das pessoas.

A premissa é de que o aleitamento é um dos melhores investimentos para salvar vidas infantis, promover o desenvolvimento dos indivíduos e das nações, além de ser uma prática sustentável e ecológica. É o que destaca Andreia Amorim, enfermeira e coordenadora assistencial da Maternidade Hilda Gerdau Johannpeter, do Hospital Moinhos.

“O leite materno é um alimento natural, renovável e biologicamente seguro, trazendo benefícios para os ecossistemas e a natureza.”

Acompanhamento e capacitação

Ao longo de todo o mês, o Hospital busca conscientizar a sociedade, por meio de ações internas e externas, a respeito da importância desse ato. O espaço da maternidade foi decorado com balões e cartazes, trazendo ainda banners informativos que reforçam os benefícios da amamentação. “É recomendado que comece na primeira hora após o nascimento, indo até os seis primeiros meses de vida. E, até os dois anos de idade, sendo complementar à introdução de outros alimentos”, explica Andreia.

O Hospital Moinhos realiza uma série de ações de acompanhamento do aleitamento das pacientes. As equipes recebem capacitações semestrais para que estejam sempre atualizadas, prestando uma assistência individualizada às mães e sua rede de apoio. “Além disso, temos em nossa equipe duas enfermeiras que são consultoras de amamentação, possibilitando um diferencial no cuidado das mamães que estão com dificuldades em amamentar”, destaca Andreia.

Para os bebês que estão na UTI neonatal, é realizada a colostroterapia, método pelo qual uma gota do colostro (leite produzido nos primeiros dias após o parto) é aplicada na mucosa oral do recém-nascido. “Em nosso acompanhamento, buscamos que 85% dos bebês estejam mamando no seio materno. No mês de julho, alcançamos um índice de 91%, que é muito significativo”, celebra a enfermeira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2020 0 Comentários 739 Visualizações
Saúde

Após surto de coronavírus, emergência do HMGV é reaberta

Por Gabrielle Pacheco 14/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com 203 casos ativos de Covid-19 em Estância Velha, o serviço de controle de infecção hospitalar do Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV) confirmou na noite de quarta-feira, 12, às 19h, um surto de coronavírus na emergência do local. No total foram três profissionais (equipe da enfermagem) que por meio do teste PCR testaram positivo. Uma profissional adquiriu a doença por meio de um paciente e os outros podem ter relação com este contato. Os trabalhadores estão afastados, em isolamento domiciliar e passam bem.

Na casa de saúde existem oito pacientes (dois confirmados e seis suspeitos) internados por coronavírus na unidade respiratória. Além disso, mais dois funcionários estão afastados e sendo monitorados. Desde o início da pandemia, 46 estancienses foram internados com síndrome respiratória aguda grave (SARS) no HMGV, destes, 24 foram transferidos para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais da região.

Conforme o diretor da casa de saúde, Ismael Nervo, o foco inicial do surto ocorreu por causa de um procedimento de intubação de um destes 24 pacientes com Covid-19 para a transferência a um leito da UTI. “Surto se dá quando tem no mínimo três pessoas infectadas conforme nota técnica 02/2020 – NVES/DVS/CEVS/SES, revisada no dia 30 de julho”, explica.

Já a Administração Municipal é responsável por obedecer todos os protocolos recomendados, notificar a Secretaria da Saúde do Estado e Centro Estadual de Vigilância em Saúde, manter a quarentena dos materiais, desinfectar toda a área e sensibilizar a equipe.

Ações eficazes

O secretário municipal da Saúde, Vitor Berlitz, ficou preocupado ao receber a notícia, mas hoje está mais tranquilo devido à agilidade em que todas as medidas necessárias foram tomadas, juntamente com a secretaria, direção e controle de infecção do HMGV. “Já na parte da noite iniciou a limpeza e desinfecção de superfícies em toda a estrutura física e equipamentos no setor da emergência. Esta ação interrompeu os atendimentos naquela área a fim de evitar a contaminação cruzada dos ambientes”, ressalta. Berlitz ainda destaca que as sanitizações dos ambientes são realizadas com frequência conforme escala ou necessidade, ou seja, é prática habitual na instituição. Nos próximos dias, a atenção será voltada aos funcionários presentes para detectar diagnósticos precoces de possíveis novos casos ou surtos.

Como ficou o atendimento

Das 19h às 13h, totalizando 18h com restrição de acesso ao hospital. De acordo com o diretor Nervo, o hospital não deixou de atender emergências, apenas houve a restrição de atendimentos a casos eletivos e pouco urgentes. Portanto, não foi preciso transferir pacientes, eles ficaram em um ambiente seguro. “Os pacientes que foram triados, avaliados e o estado não foi considerado grave, foram recomendados que procurassem o hospital mais tarde ou a unidade de saúde do seu bairro”, comenta. Os atendimentos foram liberados às 13h e a normalização ocorre durante a tarde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2020 0 Comentários 534 Visualizações
Saúde

Relação do médico com a Inteligência Artificial e Big Data será tema de evento online

Por Gabrielle Pacheco 14/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A relação do médico com as novas tecnologias tem despertado muita atenção e por conta disso será tema de um evento promovido pelo Departamento Universitário da AMRIGS. A palestra vai abordar a Inteligência Artificial e a Big Data que é a área do conhecimento que estuda como tratar, analisar e obter informações a partir de conjuntos de dados. O palestrante será Ives Cavalcante Passos, professor de Psiquiatria da UFRGS.

A palestra acontece no dia 15 de Agosto de 2020, às 16 horas, via Sympla Streaming. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na própria plataforma Sympla até o próximo sábado (15) às 14h. Haverá emissão de certificado. Outras informações podem ser obtidas através do link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2020 0 Comentários 698 Visualizações
Saúde

Hospital Lauro Reus de Campo Bom recebe doação de desumidificadores

Por Gabrielle Pacheco 14/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Na manhã desta quinta-feira , dia 13, o Hospital Lauro Reus recebeu quatro novos aparelhos para auxiliar ainda mais no atendimento dos pacientes. Os equipamentos são desumidificadores que foram doados pelo Lions Clube Campo Bom para a Administração Municipal. O prefeito Luciano Orsi, agradeceu a equipe pela ação. “Esses equipamentos serão muito úteis para o nosso hospital e, com certeza, farão a diferença para a gente poder dar um tratamento ainda mais eficaz para os nossos pacientes”, disse.

Para o representante do Lions Clube Campo Bom, Jeferson Eroni Gonçalves, é importante auxiliar na saúde dos moradores da cidade. “Com o início da pandemia nós procuramos verificar a necessidade de equipamentos do hospital e buscamos, através da Prefeitura, identificar quais equipamentos eram necessários, então percebemos que o Lions poderia ajudar doando os desumidificadores”, relatou. O engenheiro eletrônico e coordenador de manutenção da casa de saúde, Dieison Monteiro, explica que os aparelhos ajudam a manter a umidade controlada do ambiente. “Por exemplo, a central de tomografia precisa da temperatura e umidade controlada do equipamento. Com o desumidificador conseguimos manter estabilizado”, contou.

Foto: Nadine Funck/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2020 0 Comentários 670 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento disponibiliza cursos gratuitos do projeto Paciente Seguro

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas as inscrições para seis cursos online gratuitos nas áreas de Gestão e Modelo de Melhoria, voltados à segurança do paciente. A iniciativa é do Projeto Paciente Seguro, desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento, dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), em parceria com o Ministério da Saúde. O projeto tem como objetivo desenvolver equipes capazes de multiplicar práticas para outros hospitais, com acompanhamento e apoio na implementação de protocolos prioritários de segurança do paciente, prevenção e análise de eventos adversos.

O Projeto Paciente Seguro disponibiliza cursos no formato EAD, com abordagem multidisciplinar, e que estão disponíveis, de forma gratuita, para profissionais de saúde de todo o país.  A líder do projeto, Daniela dos Santos, lembra que os cursos possibilitam acesso a uma formação de qualidade e que podem auxiliar na prática de milhares de trabalhadores da saúde no Brasil: “Os cursos sobre Modelo de Melhoria, por exemplo, são os primeiros deste formato produzidos por especialistas nacionais e dentro do contexto brasileiro”, afirma.

Atualmente, o Paciente Seguro é desenvolvido em 57 hospitais de cinco regiões do país. Além de apoiar ações de educação nas instituições de saúde, busca contribuir para o suporte contínuo e para a estruturação de projetos de segurança do paciente. Como exemplo das metas, na higiene das mãos os hospitais apresentam adesão de 63%. As inscrições podem ser feitas na plataforma EAD do Hospital Moinhos de Vento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 750 Visualizações
Saúde

Prefeitura de Canoas orienta mães lactantes em caso de suspeita de covid-19

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Apenas na Clínica de Saúde da Mulher de Canoas, nascem 450 bebês por mês, o que leva a Prefeitura a se preocupar com as mães que estão amamentando seus filhos e com as dúvidas geradas em função da pandemia do novo coronavírus. É o caso de Michele Costa Gomes, que amamenta o pequeno Enzo de quatro meses e, embora ainda não tenha tido sintomas, afirma que o seu maior medo é ter que parar de amamentar, caso seja contaminada.  

“Cada dia uma pessoa fala uma coisa diferente e a gente não sabe muito bem no que acreditar. Eu não sei o que fazer caso fique com sintomas de Covid-19, acho que minha primeira reação seria parar de amamentar e ficar distante do Enzo”, comenta Michele.  

É para sanar essas dúvidas e auxiliar as mães canoenses que a Prefeitura de Canoas, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), vem orientando as mães para que não parem de amamentar seus filhos, mesmo que estejam com sintomas, suspeita ou já infectadas pela Covid-19. De acordo com o secretário da pasta, Fernando Ritter, os benefícios do aleitamento materno para a criança superam o risco de transmissão do vírus. 

“Estamos seguindo os protocolos de entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que apontam que, até o momento, não há comprovação científica de que o vírus seja transmitido pelo leite. Além disso, o leite materno traz inúmeros benefícios para a saúde da criança, fortalecendo, inclusive, seu sistema imunológico. Por isso, recomendamos que as mães diagnosticadas com Covid-19 ou que estejam com suspeitas continuem amamentando, caso estejam em condições clínicas para isso e sigam as recomendações de higiene”, explica Ritter.

A nutricionista da Prefeitura, Graça Patrícia Lourenço, orienta que, entre os cuidados, as mães devem lavar as mãos antes de tocar o bebê; higienizar a mama com água e sabão se tossir ou espirrar; usar máscara durante as mamadas; evitar falar ou tossir durante a amamentação; trocar a máscara imediatamente em caso de tosse ou espirro; trocar de roupa sempre que possível. “A mãe ainda tem a opção de fazer a retirada do leite por meio de bombas de extração ou de forma manual, com a higiene adequada, e que uma pessoa que não tenha o vírus alimente ou ofereça o leite materno à criança com um copinho e uma colher”, completa Graça. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 625 Visualizações
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