Mais vistas
Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo...
Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em...
Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio...
Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas
Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Encontro em Porto Alegre reúne lideranças em formação sobre tomada...
Parque do Caracol anuncia parceria com Laura Bier
Abandono de cães mobiliza resgate em Lomba Grande
Escola de Morro Reuter é premiada no Alfabetiza Tchê
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Saúde

Saúde

Edital da Feevale seleciona médicos para os programas de residência médica

Por Gabrielle Pacheco 14/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale lançou o Edital N. º 01/2020 – Coreme, que consiste no processo seletivo para o ingresso de médicos nos programas de residência médica da Instituição. Com o objetivo de qualificar profissionais médicos, a Instituição selecionará candidatos, para iniciar a residência médica em março de 2021.

Os programas oferecidos pela Feevale, reconhecidos pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), são: Medicina de Família e Comunidade e Pediatria. As inscrições permanecerão abertas até o dia 14 de outubro e podem ser realizadas no site www.feevale.br/residenciamedica, mesmo endereço em que mais informações como, por exemplo, investimento e etapas do processo, podem ser obtidas.

Sobre os programas

Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade

O programa tem como objetivo formar médicos para atuar na Atenção Primária à Saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), compondo equipes multidisciplinares, com uma prática integradora e resolutiva, com excelência clínica para atender a pessoas em todas as fases do ciclo vital, nos contextos individual, familiar e coletivo. A carga horária total da residência é de 5.760 horas.

Programa de Residência Médica em Pediatria

O objetivo da residência médica em Pediatria é formar um médico pediatra capaz de prestar assistência integral à criança e ao adolescente em crescimento e desenvolvimento, realizando a busca ativa de novos conhecimentos, participando dos processos educativos dos pacientes e de seus familiares em relação às questões de saúde mais prevalentes, atuando em equipe interdisciplinar e nas diversas áreas que compõem a especialidade. A residência possui a carga horária total de 8.640 horas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2020 0 Comentários 663 Visualizações
Saúde

Centro de Atenção Psicossocial promove ações para o setembro amarelo

Por Gabrielle Pacheco 11/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

No mês de prevenção ao suicídio, o Centro de Atenção Psicossocial – CAPS Vida Nova, promove ações que envolvem os servidores públicos, os usuários e a comunidade. Capacitações, visitas domiciliares e entrega de materiais alusivos ao Setembro Amarelo fazem parte da programação proposta pelo espaço de saúde mental de Nova Petrópolis. A data que marca a conscientização e alerta dos órgãos de saúde e da comunidade é 10 de setembro – Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

“Falar sobre o suicídio é fundamental e esse diálogo proporciona novas perspectivas e alerta à comunidade. O trabalho realizado pelos profissionais no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Vida Nova é muito importante para que os usuários e a comunidade aprendam a reconhecer e gerenciar as emoções que contribuem para o enfrentamento das adversidades da vida de maneira saudável. Todo momento é oportuno para falar sobre o suicídio, mas, durante o mês alusivo à prevenção, convidamos todos para uma ação de empatia e diálogo com o outro. Converse e, se precisar, peça ajuda!”, enaltece a secretária Municipal de Saúde e Assistência Social, Cláudia Pires.

A coordenadora do CAPS Vida Nova, Carina Corrêa da Silva, destaca a importância da atuação da equipe do Centro de Atenção Psicossocial durante a pandemia. “Mantemos os atendimentos dos nossos pacientes de maneira segura e com todas as medidas de proteção da equipe e dos usuários e disponibilizamos um contato por Whatsapp para facilitar o contato da população.

Durante o mês de setembro, a equipe do CAPS fará a entrega de “Sementes do Cuidado” com mensagem alusiva ao Setembro Amarelo, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social e outros pontos de atenção à saúde do Município. Os usuários do CAPS receberão um “Kit Setembro Amarelo” em suas residências. As sacolas confeccionadas pelos profissionais da equipe com material reciclado irão conter atividades de estimulação cognitiva para os usuários das oficinas, sementes de girassol para plantio e mensagem alusiva ao Setembro Amarelo. Junto com o kit também será enviada uma imagem da obra de Van Gogh para colorir com lápis de cor; a peça personalizada pelos usuários será exibida no CAPS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2020 0 Comentários 933 Visualizações
Vacina brasileira
Saúde

Vacina brasileira contra a Covid-19 avança nas pesquisas

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma vacina brasileira contra o Covid-19 recebeu investimentos de reforço. A Versamune®-CoV-2FC, como é chamada, passou a contar com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Da mesma forma, está prestes a receber aprovação para financiamento pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Como resultado, espera-se acelerar o desenvolvimento dos testes necessários para habilitação da vacina perante a Anvisa.

“A tecnologia (…) possibilitará sua fabricação em território brasileiro e licenciamento aos demais países.”

O imunizante é fruto de uma parceria da empresa brasileira de biotecnologia Farmacore com a PDS Biotechnology Corporation. Trata-se da combinação de uma proteína SARS-CoV-2 recombinante com a nanotecnologia da plataforma Versamune®, uma tecnologia patenteada para a ativação das células T. “A tecnologia de produção da vacina é de fácil escalonamento. Dessa maneira, possibilitará sua fabricação em território brasileiro e licenciamento aos demais países”, explica Helena Faccioli, CEO da Farmacore.

Tecnologia de inovação na vacina

O projeto prevê a produção e teste de um antígeno composto pelas proteínas S do SARS-Cov2 (Covid 19). Junto a nove imunogênicos, a tecnologia é capaz de provocar uma resposta imunológica para produção de anticorpos de combate ao coronavírus. Esta é uma inovação importante para diferenciar a vacina daquelas que estão sendo testadas mundo afora, afirma Helena. “Ao mesmo tempo em que induz a produção de anticorpos pelo mecanismo de imunidade adaptativa, também reforça a resposta imunológica diretamente no sistema de defesa celular. Ou seja, forma um poderoso ‘combo’, numa inovação científica de extremo valor”, diz.

Em conclusão, essa será a primeira vacina contra o coronavírus desenvolvida inteiramente no país. Helena reitera que ela possui potencial de integrar os esforços globais na busca de uma prevenção definitiva contra os efeitos da pandemia. Isso ocorre de tal forma que os pesquisadores encontram-se num cronograma acelerado. O objetivo, ela explica, é realizar os testes pré-clínicos até outubro desse ano e o início de testes clínicos no primeiro trimestre de 2021. É provável que a produção industrial inicie, se tudo ocorrer como programado, no segundo semestre de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2020 0 Comentários 723 Visualizações
Saúde

Empatia e atenção aos sinais são cuidados fundamentais com a saúde mental na infância

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ciclo de Palestras Amrigs realizou a sua terceira edição do ano falando sobre a saúde mental na infância e os impactos da Covid-19 na mentalidade dos pequenos, que tem sua convivência limitada durante este período de escolas fechadas. O evento ocorreu de forma online na sexta-feira (4).

Com a pandemia do coronavírus e as medidas de isolamento social, a preocupação com a saúde mental das crianças se intensificou e impôs um desafio aos pais, que precisam redobrar o cuidado e a atenção aos sinais.

A psiquiatra Graziela Smaniotto Rodrigues, que atua na área da Infância e Adolescência em consultório particular e no Hospital Psiquiátrico São Pedro RS, destacou que o momento que vivemos é, de fato, excepcional e está afetando a cabeça das crianças e adolescentes, pois elas não estão “convivendo com seus semelhantes” na fase da vida em que isso é mais essencial.

“A criança tem que brincar. O brincar é a expressão da saúde, da vida, para as crianças e o isolamento social traz sim um sofrimento em relação a isso. Portanto, neste momento, observamos um aumento na demanda emocional nesta faixa etária”, explicou.

Segundo Graziela, para identificar que algo não está bem com seus filhos, os pais devem se basear em três itens norteadores na hora de atuar na prevenção: “Perguntar, ouvir e procurar, sempre com empatia, é fundamental e demonstra apoio e compreensão”.

De acordo com a médica, existem sinais que são possíveis observar caso um quadro de depressão esteja sendo desenvolvido. “Uma criança ou adolescente que está muito preocupada com a morte, ideias suicidas, tentando entender essas questões de morte, diminuição do autocuidado, hábitos de sono, drogas, uso de álcool e alterações de humor. Todas estas são ações que nos fazem pensar tanto em transtorno suicida ou psiquiatra”, indicou.

O tema foi debatido em conjunto com o médico Fernando Godoy Neves, coordenador do Comitê de Prevenção de Suicídio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul (APRS), que chamou atenção para os adolescentes, crianças e idosos estarem entre as faixas etárias mais atingidas mentalmente pela pandemia e pelas restrições impostas pelo isolamento social.

“Na pandemia dois grupos estão sendo mais afetados. Os pequenos de idade escolar, da criança ao adolescente, pela mudança na rotina, nas restrições, e os idosos, por serem de risco. Além disto, os pais e a população em casa, com todo sofrimento, medo, preocupação financeira, impacta no ambiente em que essa criança vem evoluindo. É uma situação realmente delicada”, ressaltou.

A atividade, que contou com o apoio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, foi aberta ao público e transmitida por plataforma digital com a participação de mais de cem pessoas conectadas durante a apresentação. A transmissão ficará disponível no canal do YouTube da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs).

Ciclo de Palestras – Setembro da Pessoa Idosa

A próxima edição do Ciclo de Palestras AMRIGS será dedicada à Pessoa Idosa. O tema do evento será “Depressão, Suicídio e Conscientização sobre Alzheimer”. A atividade está prevista para o dia 15 de setembro, às 19h, com transmissão pelo Sympla Streaming.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2020 0 Comentários 745 Visualizações
Saúde

Trensurb inicia quarta fase de campanha de prevenção à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Trensurb já está veiculando a quarta fase da sua campanha de contribuição à prevenção à Covid-19. A nova campanha foca em três conceitos essenciais para vencer os novos desafios que a pandemia tem trazido a todos: o cuidado, a responsabilidade e a higiene. A proposta da campanha é conscientizar sobre a responsabilidade coletiva e o cuidado necessário não só consigo, mas com todos. É hora de colocar em prática todo o conhecimento disseminado nos meses de pandemia que se passaram.

“Nesse novo tempo, a vida segue, porém a mudança de comportamento, a responsabilidade de cada um e a manutenção da higienização são fundamentais para um convívio social sem riscos”, ressalta o gerente de Comunicação Integrada da Trensurb, Jânio Ayres. “É preciso consolidar essa nova postura, responsável, nos ambientes públicos, só assim teremos a segurança que todos queremos no transporte público, cada um fazendo a sua parte”, conclui.

Os conteúdos da campanha da Trensurb são veiculados por meio de avisos sonoros no metrô, na programação do Canal Você – que conta com monitores nos trens e estações – e nos perfis da empresa nas redes sociais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2020 0 Comentários 481 Visualizações
Saúde

AGU lança cartilha sobre Atenção à Saúde Mental

Por Gabrielle Pacheco 06/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) deu início à campanha Setembro Amarelo – Sua Vida tem Valor. Combater o estigma relacionado ao adoecimento mental, conscientizar as pessoas de que o suicídio existe e é um problema de todos e divulgar informações sobre os fatores de risco e de proteção relacionados a esse problema de saúde pública são os objetivos da campanha.

“A prevenção do suicídio não é algo simples. No entanto, quanto mais se conhece e se compreende quais os principais fatores de proteção e de risco, mais possibilidades temos de dar a devida atenção com vistas à prevenção. Por isso, é preciso falar sobre o tema de forma consciente e esclarecedora”, afirma a psicóloga e servidora Dulciana Elis Zanatta.

A Cartilha de Orientações de Atenção à Saúde Mental tem a finalidade de orientar sobre os procedimentos que deverão ser adotados pelo apoiador ao identificar sofrimento mental e emocional de membros, servidores e demais pessoas no ambiente de trabalho.

Saúde pública

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, mas que 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados. O suicídio é apontado como a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. No Brasil, são registrados aproximadamente 12 mil suicídios por ano. A partir da década de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar o suicídio um problema de saúde pública e incentivou a criação de planos nacionais para sua prevenção.

Em abril de 2019, o governo federal publicou a Lei n° 13.819, que institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, que tem entre seus objetivos estimular a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios a prevenir a violência autoprovocada e a promover a saúde mental.

Desde 2015, o dia 10 de setembro é lembrado como o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2020 0 Comentários 804 Visualizações
Saúde

Setembro é o mês para lembrar da doença de Alzheimer

Por Gabrielle Pacheco 04/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Lembrado como o Mês Mundial da Doença de Alzheimer, setembro começou trazendo boas perspectivas no sentido de aumentar a conscientização sobre a demência e diminuir o estigma ainda associado a essa condição. A partir de uma iniciativa do médico geriatra Leandro Minozzo, professor do curso de Medicina da Universidade Feevale, estão sendo discutidas, em âmbito municipal, estadual e nacional, políticas públicas para o enfrentamento da doença.

Ao atender pacientes com Alzheimer e suas famílias, Minozzo percebeu, ao longo dos anos, a falta de uma articulação pública para dar conta de tantos problemas. “Hoje, no Brasil, temos uma dificuldade muito grande em fazer o diagnóstico de demência e de Alzheimer. A estimativa é que o país tenha 700 mil pessoas com demência, que sequer tiveram diagnóstico da doença”, afirma.

O livro mais recente de Minozzo – Como enfrentar o Alzheimer e outras demências – a necessidade urgente de construção de políticas públicas no Brasil – traz à tona o assunto. A obra mostra o que está sendo feito internacionalmente, como o plano global da Organização Mundial de Saúde (OMS), que dá rumos para a construção de políticas para Alzheimer, e também aborda temas como o Sistema Único de Saúde (SUS) e os recursos que podem ser aproveitados para tal fim.

Em 2018, quando o livro começou a ser escrito, Minozzo procurou políticos, para que eles apresentassem projetos de lei, visando à construção de um plano nacional de enfrentamento da doença, para que, assim, a realidade das pessoas com Alzheimer pudesse ser transformada. Nos últimos dias, um projeto de lei foi aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal de Novo Hamburgo, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado deu parecer favorável a uma proposta e, no Senado, também houve a apresentação de um projeto.

Minozzo diz que é com alegria que vê o conhecimento acadêmico se materializar, ainda mais no mês em que se busca, por meio de um movimento mundial, aumentar a conscientização sobre a demência e o Alzheimer, diminuindo o estigma ainda associado a essa condição. “É possível que tenhamos políticas públicas e isso me deixa muito feliz e esperançoso de que as pessoas consigam, nos próximos anos, ter um tratamento mais digno”, destaca. A partir de sua iniciativa, estão em tramitação os seguintes projetos de lei.

Câmara Municipal de Novo Hamburgo

O Legislativo hamburguense aprovou, no dia 31 de agosto, projeto de lei que cria uma política municipal de enfrentamento à doença de Alzheimer e outras demências. De autoria do vereador Enio Brizola, o projeto ainda será submetido a uma segunda votação. “É uma lei que não vai envolver custos, somente esforços na unificação das ações, com transversalidade por meio de encontros dos profissionais e de monitoramento na rede pública de saúde”, diz o vereador.

Assembleia Legislativa

Está tramitando um projeto de lei de autoria do deputado Issur Koch, que institui, no Rio Grande do Sul, a política de enfrentamento à doença de Alzheimer e outras demências. No dia 22 de agosto, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia deu parecer favorável à proposta. “Essa enfermidade precisa de uma atenção especial do poder público por atingir não apenas o paciente, mas a família como um todo. O Rio Grande do Sul, em virtude de sua qualidade de vida e da elevada faixa etária, apresenta uma das mais altas incidências da doença”, afirma o deputado, acrescentando que a proposição é para que haja uma política com legislação efetiva e, principalmente, capaz de atuar na busca por ações e soluções para esses pacientes e familiares.

Senado Federal

O senador Paulo Paim apresentou projeto de lei que cria a política nacional de enfrentamento à doença de Alzheimer e outras demências. O texto determina que o Ministério da Saúde desenvolva campanhas de orientação e conscientização e também prevê apoio do SUS à pesquisa e ao desenvolvimento de tratamento e medicamentos para essas doenças. “Entidades internacionais apontam que, em 2030, a prevalência na população total aumentará cerca de 50% nos países de renda alta, e cerca de 80% nos países de renda baixa e média. Até 2050, se nenhum novo tratamento tiver sucesso em retardar essa evolução, mais de 130 milhões poderão sofrer de alguma forma de demência e entre 60% e 70% desses pacientes terão Alzheimer”, alerta o senador.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2020 0 Comentários 618 Visualizações
Saúde

Médicos veterinários também são profissionais de Saúde Pública

Por Gabrielle Pacheco 03/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O espectro de atuação do médico-veterinário é muito amplo, especialmente na área de saúde pública. Pela falta de informação e de conhecimento por parte de políticos, personalidades e profissionais de imprensa sobre esse vasto campo de exercício profissional, acabou causando perplexidade a nomeação do presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal (CRMV-DF), o médico-veterinário Lauricio Monteiro Cruz, para assumir o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, do Ministério da Saúde.

No entanto, o mesmo cargo já vinha sendo ocupado, de forma interina, por um médico-veterinário, o servidor de carreira do ministério Marcelo Yoshito Wada, com 22 anos de experiência profissional, o que não era tratado com estranheza dentro do meio científico, nem pelas equipes multidisciplinares do ministério. Inclusive, o departamento conta com outros 14 médicos-veterinários.

Lauricio, servidor público do Distrito Federal, chega ao cargo com 31 anos de atuação, na área de políticas públicas e no Sistema Único de Saúde (SUS). Seu desafio é contribuir para as políticas de prevenção e controle de doenças transmissíveis; de notificação de enfermidades; de investigação e vigilância epidemiológica; de orientação e supervisão da utilização de imunobiológicos; de investigação de surtos e epidemias, em especial doenças emergentes; de programação de insumos na área de Vigilância em Saúde; e suporte técnico aos estados e municípios. Estarão também sob a sua responsabilidade a coordenação dos principais agravos à saúde, como a dengue e a malária, duas patologias de grande magnitude no Brasil.

Saúde Pública

O médico-veterinário cuida de você. Nem todo o mundo sabe, mas 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, além disso, 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre (pág. 13, edição 84 da Revista CFMV). De acordo com a Lei nº 5517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as zoonoses, é uma das funções do médico-veterinário, um profissional de saúde reconhecido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) desde 1998.

Como consequência, médicos-veterinários fazem parte das equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), desde 2011, realizando ações de educação em saúde e visita aos lares brasileiros para prevenir e diagnosticar o risco à saúde das zoonoses, como raiva, leptospirose, brucelose, tuberculose, dengue e febre amarela, dentre outras doenças que têm animais como hospedeiros ou vetores.

Saúde Única

Estudos recentes publicados pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pela revista Science apontam a Saúde Única – união de conhecimentos entre as saúdes pública, veterinária e ambiental – como abordagem para prevenir e responder a novos surtos de doenças zoonóticas e pandemias. O médico-veterinário é o profissional que reúne essas competências e sua atuação vai muito além do cuidado com a saúde e o bem-estar dos animais e dos atendimentos em clínicas, hospitais e consultórios veterinários.

Capacitado para as atividades de inspeção e de vigilância sanitária dos produtos de origem animal consumidos pela população, o médico-veterinário trabalha para garantir alimentos saudáveis, mas, ao mesmo tempo, faz análise do solo e da água, visando à sustentabilidade ambiental nos ambientes de produção animal. Seu conhecimento em vigilância epidemiológica contribui em situações de surtos alimentares e outros agravos, transmissíveis ou não, no controle de zoonoses emergentes e reemergentes e nas campanhas de imunização. Exerce atividades em laboratórios, na pesquisa, no diagnóstico, na produção de imunobiológicos e participa da produção de vacinas e medicamentos de uso humano e animal.

A constante ameaça de novas pandemias originadas na interface homem-animal, como a covid-19, demonstra a necessidade de colaboração intersetorial, especialmente em vigilância, gerenciamento de riscos, biossegurança e comunicação. Na batalha contra a covid-19, em 2020, o médico-veterinário foi incluído pelo Ministério da Saúde entre os profissionais de saúde que poderiam atuar como voluntários da ação “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Segundo o ministério, 50% dos médicos-veterinários atuantes se cadastraram para participar e ajudar o país no esforço nacional de enfrentamento à pandemia.

“A MEDICINA VETERINÁRIA CURA A HUMANIDADE”

Assim como Lauricio, outros médicos-veterinários trabalham para configurar esse novo contexto de Saúde Única. É o caso do médico-veterinário Luis Eduardo Cunha, vice-presidente do Instituto Vital Brazil (IVB). Ele coordena uma equipe multidisciplinar, que conta com mais oito médicos-veterinários e trabalha na pesquisa com o soro produzido a partir de plasma de cavalos para tratamento e combate à doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). O instituto já anunciou o depósito de patente do novo soro para combater a covid-19.

Na Universidade São Paulo (USP), um estudo coordenado pelo médico-veterinário Marco Antonio Stephano estuda uma vacina por spray nasal contra a covid-19. A equipe desenvolveu uma nanopartícula, a partir de uma substância natural, na qual foi inserida uma proteína do vírus. Uma vez administrada, nas narinas, espera-se que o corpo produza anticorpos presentes na saliva, na lágrima, no colostro e em superfícies do trato respiratório, intestino e útero. “Além de inibir a entrada do patógeno na célula, a vacina impedirá a colonização deles no local da aplicação”, explica Stephano.

Tudo isso mostra que Louis Pasteur estava certo quando dizia: “A Medicina cura o homem, a Medicina Veterinária cura a humanidade.” Os médicos-veterinários são profissionais de saúde e, pelo seu conhecimento generalista, também podem ocupar cargos de gestão, atuando como secretários, diretores, coordenadores e gerentes de várias áreas estratégicas do comando da saúde, no Brasil e no mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Conselho Federal de Medicina Veterinária
03/09/2020 0 Comentários 595 Visualizações
Saúde

Campo Bom tem bons resultados na campanha de vacinação contra o vírus Influenza

Por Gabrielle Pacheco 03/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A cidade ultrapassou a meta estipulada na campanha. O alcance entre os idosos foi de 141,18% e nos profissionais da saúde chegou a 107,27%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2020 0 Comentários 503 Visualizações
Saúde

Número de ciclistas atropelados aumenta e SUS gasta R$ 15 milhões por ano com traumatizados

Por Gabrielle Pacheco 31/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quase 13 mil internações hospitalares causadas por atropelamento de ciclistas foram registradas no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2010. É o que mostra levantamento realizado pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), que aponta, ainda, para o gasto de R$ 15 milhões todos os anos para tratar ciclista traumatizados em colisão com motocicletas, automóveis, ônibus, caminhões e outros veículos de transporte. Além disso, na última década 13.718 ciclistas morreram no trânsito após se envolverem em algum acidente, 60% deles em atropelamentos.

“No trânsito, o maior deve sempre cuidar do menor, ou seja, o carro motorizado deve ter o cuidado maior com o ciclista”, pondera Antonio Meira Júnior, presidente da Abramet. Para ele, no entanto, é importante que o ciclista também cumpra as regras de trânsito. “É fundamental que conheça as regras de trânsito e cumpra as regras de trânsito. Devem evitar transitar por vias que não oferecem infraestrutura adequada ou sem equipamentos de segurança previstos em lei, como de proteção individual, lanternas, campainhas e espelhos retrovisores”, alerta.

De acordo com a Abramet, os dados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) e do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), ambos do Ministério da Saúde, mostram a urgência de ações que levem ao uso seguro desse meio de transporte. No período analisado, o número de atendimentos hospitalares desse tipo de acidente aumentou 57%, passando de 1.024, em 2010, para 1.610, em 2019. Só neste ano, até junho, pelo menos 690 internações foram registradas no SUS. Segundo o levantamento, 84% dos ciclistas internados eram do sexo masculino e metade dos ciclistas internados tinham entre 20 e 49 anos de idade.

Mesmo com redução do volume de veículos nas ruas e do isolamento social adotado em todo o País devido à pandemia, o número de internações de ciclistas acidentados continuou alto no primeiro semestre. Na comparação com igual período de 2019, as internações tiveram baixa de apenas 13%. “É uma queda pouco expressiva, se considerarmos que o primeiro semestre foi de quarentena. Isso pode estar associado ao aumento de velocidade e à imprudência, impulsionadas por esse momento de menor fiscalização”, avalia Carlos Eid, coordenador do Departamento de Atendimento Pré-Hospitalar da Abramet.

Na última década, houve aumento acentuado no número de internações nos estados do Rio Grande do Norte (1.250%), Pernambuco (678%) e Mato Grosso do Sul (400%). Em termos absolutos, São Paulo lidera com folga o primeiro lugar, com 4.546 internações registradas no período. Na sequência surge Minas Gerais, com 1.379. Roraima se destaca com o menor número de hospitalização de ciclistas por atropelamento: apenas quatro, duas em 2014 e outras duas em 2016, segundo os registros oficiais.

Fatalidade

Para a Abramet, a falta de infraestrutura adequada nas cidades, combinada à falta de campanhas educativas e de prevenção voltadas ao ciclista são o principal motivo do crescimento dos indicadores de vítimas. “É preciso reconhecer que ao longo dos últimos anos houve melhorias na estrutura de algumas cidades, sobretudo em grandes capitais como Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. No entanto, essas mudanças não acompanharam a crescente demanda de pessoas que utilizam as bicicletas como meio de transporte, esporte ou lazer”, complementa Meira Júnior.

Para ele, são necessários espaços físicos diferenciados, mais sinalização e ações educativas que alertem para o fato de que todos fazem parte do trânsito e devem ser respeitados. “Sem isso, esses indicadores continuarão subindo. É preciso uma mobilização do poder público, com o apoio das entidades médicas, para criar ações conjuntas e efetivas para combater este cenário”, acrescenta, frisando que a Abramet pode colaborar nesse esforço.

Os dados mapeados pela entidade indicam que, em média, 850 ciclistas morrem todos os anos por envolvimento em acidente de trânsito. Cerca de 60% das mortes foram registradas nas regiões Sul e Sudeste.

Segundo avaliam os médicos de tráfego, o uso de bicicletas no Brasil, antes associado ao lazer e à prática de exercícios, passou a ser adotado para atividades profissionais, especialmente serviços de entrega, aumentando a população de ciclistas no trânsito. “Diversos fatores estimulam essa migração, como o excesso de congestionamento nos grandes centros, o preço do combustível e o custo módico do veículo. Por isso, a bicicleta tornou-se opção competitiva de transporte, o que exige ainda mais nossa atenção”, disse Carlos Eid.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2020 0 Comentários 534 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 305 | Abr 2026

Entrevista | Sergio Luis Patzlaff aborda o impacto da gestão incremental para gerar resultados

Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

Moda | Tricofest chega a sua 5ª edição com as principais tendência outono/inverno

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo nesta segunda

  • 2

    Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em investimentos

  • 3

    Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio S.A.

  • 4

    Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas

  • 5

    Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de São José do Hortêncio

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO