Mais vistas
Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo...
Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em...
Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio...
Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de...
Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Encontro em Porto Alegre reúne lideranças em formação sobre tomada...
Parque do Caracol anuncia parceria com Laura Bier
Escola de Morro Reuter é premiada no Alfabetiza Tchê
Abandono de cães mobiliza resgate em Lomba Grande
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Saúde

Saúde
Saúde

Secretaria da Saúde prepara distribuição de vacinas no RS

Por Eduarda Ferreira 19/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A Secretaria da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul prepara para esta terça-feira (19) o envio das doses da vacina contra a Covid-19 para todos os municípios do Estado. Assim, o lote que chegou nesta segunda-feira (18) deverá ser distribuído entre as 18 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS). As doses enviadas ao RS foram fabricadas pelo Instituto Butantan e distribuídas pelo Ministério da Saúde.

Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente em hospitais, Atenção Básica e rede de urgência e emergência. Além disso, compõem a primeira fase da vacinação as pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) e população indígenas aldeadas. Assim, serão encaminhadas 170,8 mil doses aos municípios, aproximadamente a metade do recebido. A quantidade remanescente fica reservada para o posterior envio destinado à segunda dose desse público, prevista para aplicação entre duas e quatro semanas após a primeira aplicação. Para isso, o envio – a partir de Porto Alegre – será realizado por via terrestre e aérea, com o apoio da frota de aviões da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Entre o público destinado para o início da campanha, 138 mil doses são destinadas aos trabalhadores da saúde. Isso representa 34% estimado para esse grupo no Estado. Por isso, a orientação é que sejam vacinados aqueles que lidam de forma mais direta com pessoas com a Covid-19, em hospitais, Samu e na Atenção Básica.

Conforme o recebimento de doses, os demais integrantes da área da saúde serão gradativamente incluídos. No total, o público de trabalhadores do setor da saúde estimado é de 400 mil pessoas no RS. Além disso, outras 9,8 mil doses estão previstas para as pessoas 60 anos ou mais institucionalizadas, deficientes institucionalizados e trabalhadores de Instituições de Longa Permanência de Idosos. Para a comunidade indígena que vive em aldeias, são mais 14 mil doses destinadas.

Local de destino e número doses:

  • Porto Alegre: 51.600
  • 1ª CRS (sede Porto Alegre – 65 municípios): 26.000
  • 2ª CRS (sede Frederico Westphalen – 26 municípios): 4.360
  • 3ª CRS (sede Pelotas – 22 municípios): 12.400
  • 4ª CRS (sede Santa Maria – 32 municípios): 8.400
  • 5ª CRS (sede Caxias do Sul – 49 municípios): 14.000
  • 6ª CRS (sede Passo Fundo – 62 municípios): 10.200
  • 7ª CRS (sede Bagé – 6 municípios): 1.760
  • 8ª CRS (sede Cachoeira do Sul – 12 municípios): 2.720
  • 9ª CRS (sede Cruz Alta – 13 municípios): 1.920
  • 10ª CRS (sede Alegrete – 11 municípios): 4.000
  • 11ª CRS (sede Erechim – 33 municípios): 5.360
  • 12ª CRS (sede Santo Ângelo – 24 municípios): 3.560
  • 13ª CRS (sede Santa Cruz do Sul – 13 municípios): 4.400
  • 14ª CRS (sede Santa Rosa – 22 municípios): 2.360
  • 15ª CRS (sede Palmeira das Missões – 26 municípios): 6.040
  • 16ª CRS (sede Lajeado – 37 municípios): 4.240
  • 17ª CRS (sede Ijuí – 20 municípios): 3.200
  • 18ª CRS (sede Osório – 23 municípios): 4.280
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2021 0 Comentários 503 Visualizações
governo
Saúde

Covid no RS: duas regiões em laranja e 19 em vermelho

Por Gabrielle Pacheco 18/01/2021
Por Gabrielle Pacheco

O mapa definitivo da 37ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado tem 86% do Estado em alerta para risco epidemiológico alto ao coronavírus. No mapa preliminar, era 89,5%. A redução ocorreu porque o Gabinete de Crise decidiu pelo deferimento de um dos três pedidos de reconsideração feitos por associações regionais e municípios, que solicitaram a permanência em bandeira laranja.

O pedido de Guaíba foi aceito. O Gabinete de Crise entendeu que, mesmo com aumento de internações na região nos últimos sete dias, os números indicam redução da velocidade epidemiológica. Além disso, houve diminuição de óbitos na semana, apesar de ainda seguir em número considerável, e elevação da capacidade de leitos em comparação à semana anterior. Como a região não tem plano de cogestão, os protocolos seguem os da bandeira laranja do Distanciamento Controlado.

Mapa definitivo da 37ª rodada traz duas regiões em risco médio e 19 em risco alto (Reprodução/Governo do Rio Grande do Sul)

A região 9 (Guaíba) compreende 19 municípios, sendo que três já se enquadravam no benefício da regra que define que zero óbito e zero internação nos últimos 14 dias permite utilizar os protocolos da bandeira laranja. São eles Chuvisca, Dom Feliciano, Mariana Pimentel.

O segundo recurso, de Passo Fundo, foi indeferido. O Gabinete de Crise considerou que a região tem elevado número de hospitalizações confirmadas com Covid-19 e, ao mesmo tempo, está inserida em uma macrorregião com capacidade hospitalar em situação de alerta. Um terceiro pedido, oriundo de município, foi encaminhado sem haver previsão legal no decreto estadual do Distanciamento Controlado. Por este motivo, o recurso foi caracterizado como “não conhecido”, ou seja, não foi considerado válido.

Das 21 regiões Covid, 19 estão em cogestão e podem adotar protocolos próprios, elaborados pelas respectivas associações regionais. Apenas as regiões de Guaíba (que teve a solicitação deferida nesta 37ª rodada) e Uruguaiana não aderiram à gestão compartilhada.

O Gabinete reforça que, mesmo com o início do plano de vacinação – antecipado para esta segunda-feira (18/1) –, a pandemia não acabou, sendo necessário seguir com todos os cuidados. O mapa continua refletindo o risco alto de esgotamento da capacidade hospitalar e velocidade de propagação do vírus no Estado.

Foto: Divulgação
18/01/2021 0 Comentários 697 Visualizações
vacinação
Saúde

Vacinação contra Covid-19 começa nesta segunda-feira no RS

Por Eduarda Ferreira 18/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Com a autorização do Ministério da Saúde (MS), o governo do Estado do Rio Grande do Sul antecipará o início da vacinação contra a Covid-19 para esta segunda-feira (18).  Assim, o governador Eduardo Leite foi ao Centro de Distribuição Logística do MS, em Guarulhos (SP), receber de forma simbólica as primeiras 341,8 mil doses destinadas aos gaúchos.

Conforme Leite, o RS possui uma rede de saúde bem distribuída e toda a logística já preparada para a imunização. “Vamos receber as doses na tarde desta segunda e iniciar ainda hoje o processo de imunização. Para isso, já estamos com transporte, rede de frio, seringas agulhadas prontas para iniciar esse grande processo de vacinação assim que as doses chegarem à capital gaúcha”, comemorou. “Além disso, em 24 horas, as doses estarão em todas as regiões do Estado, para que elas também possam iniciar a aplicação, respeitando as faixas definidas no Plano Nacional de Imunizações (PNI)”, finalizou o governador.

Ao Rio Grande do Sul, estão sendo enviadas 341,8 mil doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceira com o laboratório Sinovac. Assim, 311.680 doses são destinadas aos grupos prioritários (profissionais da saúde da linha de frente e idosos que vivem em instituições de longa permanência) e outras 30.120 à população indígena.

Importância da vacinação

O Estado fará um ato inicial de vacinação em Porto Alegre para aplicar as primeiras doses. Conforme o governo, os detalhes da cerimonia ainda estão em definição. “Será um ato simbólico, uma forma de reconhecimento a todas as pessoas que estão há meses se arriscando para salvar vidas”, explicou Leite. “O importante é que já começaremos a vacinação com um grande volume. São mais de 340 mil doses no RS, o que garantirá a imunização de uma grande parte da rede hospitalar, das pessoas que estão mais expostas ao vírus, e em curto espaço de tempo”, destacou o governador.

A expectativa, segundo informações repassadas pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, aos governadores que participaram do início do processo de distribuição da CoronaVac, é que novas doses cheguem aos país nos próximos dias. Além disso, o ministro conta com a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a vacina envasada no Brasil seja incorporada ao PNI. “A vacina é a solução para permitir que as pessoas estejam mais tranquilas para conviverem, se encontrarem e poderem circular. Assim também permite retomarmos a economia e, evidentemente, preservarmos vidas”, afirma Leite. “Agradecemos ao Ministério da Saúde, que faz a aquisição das doses e que garante, dentro do PNI, que é a cultura do Brasil, a imunização de todos os brasileiros em todos os Estados”, acrescentou o governador.

Foto: Felipe Dalla Valle/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2021 0 Comentários 633 Visualizações
pele
Saúde

Médicos alertam para cuidados com as doenças de pele no verão

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A temporada de verão chegou e com ela é preciso de atenção redobrada com as doenças de pele. A partir disso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS) orienta que é preciso ter cuidado e estar atento, especialmente quanto às situações mais comuns que são as micoses, brotoejas e manchas e sardas brancas.

Uma ocorrência frequente é em relação a micose, quando fungos encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor e umidade. Assim, pés, virilha e unhas são os lugares mais atraentes para eles, mas isso não significa que outras partes do corpo estejam imunes. Portanto, secar-se bem após o banho e tentar manter as áreas mais suscetíveis secas é a melhor forma de evitá-la.

Além disso, as brotoejas são pequenas bolinhas que surgem devido ao suor, principalmente nas dobras da própria pele. Podem ser bolhas transparentes com pouca coceira ou “bolinhas” avermelhadas que coçam bastante. Com isso, o recomendado é o uso roupas leves e soltas, além evitar locais muito abafados que propiciam o suor excessivo.

Por fim, as sardas brancas representam danos que os raios solares causam na pele, levando a destruição das células que estimulam a melanina. Já as manchas senis ou melanoses solares, em geral, são escuras, de coloração entre castanho e marrom. Ambas podem surgir em áreas cronicamente expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros. Essas são causadas pela ação cumulativa da radiação solar e a melhor forma de evitá-las é uso de protetor solar e cuidados em geral com horários de exposição. Além disso, a recomendação é sempre consultar o Dermatologista para saber quais cuidados específicos a saúde da sua pele.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
vacinação
Saúde

Governo do Estado prepara estrutura para vacinação contra Covid-19

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Com previsão de o Ministério da Saúde iniciar a campanha de vacinação contra a Covid-19 na segunda quinzena de janeiro, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, juntamente com diretores e técnicos da Secretaria da Saúde (SES) do Governo do RS debateram nesta quarta-feira (13) o detalhamento do plano estadual de vacinação. Assim, conforme informações do governo do Estado, enquanto não existem definições específicas do governo federal para a data de início da campanha e a quantidade de doses a ser enviada aos Estados, a equipe da SES alinha estratégias para a logística de vacinação no RS.

“Assim que a vacina chegar ao Rio Grande do Sul, já temos estrutura e planejamento para iniciar a vacinação”, afirma Arita. Além disso, de acordo com a diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Cynthia Molina-Bastos, o processo de vacinação contra a Covid-19 será o mesmo de outras campanhas de imunização, como a da influenza, realizada anualmente. A secretária Arita informou que o Ministério da Saúde sinaliza adquirir todas as vacinas liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e fará a distribuição das doses de forma igualitária entre os Estados. Da mesma forma, o governo do Estado distribuirá aos municípios quantidade proporcional à população a ser vacinada.

Conforme Plano Nacional de Imunização, os grupos prioritários para a campanha são profissionais em contato direto com o vírus. Neste caso, pessoas que trabalham em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), centros de triagem e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); idosos em lares de longa permanência; idosos fora desses lares com mais de 70 anos; indígenas e quilombolas. A estimativa é de que cerca de 1 milhão de pessoas façam parte dessas populações. “Como a quantidade a ser recebida inicialmente talvez não seja suficiente, teremos de adotar critérios. Assim, se tivermos que fazer escolhas, os primeiros a receber serão profissionais que trabalham diretamente no atendimento a pacientes Covid”, ressalta Arita.

Insumos e armazenamento necessários

Em relação às agulhas e seringas para a vacinação, a SES afirma que no fim de 2020 o estoque disponível era de 4,5 milhões de seringas. Além disso, foram adquiridas, por registro de preços, mais 10 milhões de seringas agulhadas. A entrega desses insumos aos municípios será escalonada e integrada com a distribuição da vacina. De acordo com a secretária, esses itens, além da possibilidade de recebimento de agulhas e seringas do Ministério da Saúde somados aos estoques dos municípios, serão suficientes para atender toda a demanda da vacinação contra a Covid e das outras campanhas que ocorrem em paralelo (como influenza, sarampo e todo o calendário básico de vacinação).

Sobre armazenamento de vacinas, Arita destacou: “temos capacidade adequada tanto em Porto Alegre como nas Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) para armazenar e conservar as vacinas da Covid”. Nas últimas semanas, a SES fez a entrega de 43 câmaras de conservação no interior. Somadas às já existentes nas CRS, agora totaliza estrutura de 96 câmaras refrigeradas.

Logística da vacinação

A rede de logística de vacinação do Rio Grande do Sul é formada por 18 Centrais Regionais de Frio (uma em cada CRS), uma Central Estadual de Distribuição e Armazenamento de Imunobiológicos (Ceadi), dois Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries) – um estadual e um do município de Porto Alegre. Além disso, há cerca de 1.800 salas de vacinas em todo o Estado.

A Ceadi tem área de armazenamento de 160 m³, composta por duas câmaras frigoríficas fixas (total de 94 m³) e um contêiner externo auxiliar (59 m³), todos funcionando em temperatura na faixa de 2°C a 8°C. Assim, de imediato, é possível armazenar até 3 milhões de doses de vacina. Para a distribuição pelo Estado, a Ceadi tem um caminhão baú refrigerado, com capacidade de transportar até 600 mil doses por vez. Mais um caminhão baú chegará em fevereiro, e há possibilidade de locação de mais dois veículos e parceria com empresas privadas ou órgãos estatais. “Para agilizar o processo, as coordenadorias e municípios podem vir até Porto Alegre buscar”, informou Arita.

Autonomia dos municípios

Em cada município, a gestão local poderá definir as melhores formas de vacinar sua população e evitar aglomerações, como indicar locais e horários que funcionem melhor para cada realidade. “Também poderão ser deslocados profissionais vacinadores aos lares de idosos e em casos em que as pessoas tenham dificuldades de locomoção”, exemplificou a secretária.

Por fim, o secretário-executivo do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-RS), Diego Espíndola, afirma que os municípios e o Estado trabalham juntos para garantir agilidade e acesso da população à vacinação. “Queremos levar essa vacina aos quatro cantos do RS. Para isso, estamos ampliando a rede de frio do Programa Estadual de Imunizações, que faz com que os gaúchos possam se vacinar o quanto antes”, acrescenta Espíndola.

Foto: Marília Bissigo /Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 738 Visualizações
saúde mental
Saúde

Pesquisa alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Janeiro Branco é uma campanha nacional, iniciada em 2014, que visa promover e efetivar, em todo o país, ações de promoção aos cuidados relacionados à saúde metal. Além disso, a pandemia de Covid-19 e o isolamento provocado por ela afetaram ainda mais a saúde emocional da população neste último ano, que está. Com isso, a Universidade Feevale divulga pesquisa recente que alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental.

A pesquisa, realizada pelas professoras Sabrina Cúnico e Carmem Giongo, do mestrado em Psicologia da Universidade Feevale, mostrou um resultado preocupante. Isso porque, o estudo, que contou com a participação de 428 pessoas, sendo 321 mulheres e 107 homens, com idades entre 18 e 70 anos, identificou altos índices de insônia (36,2%), dor de cabeça (34,8%), inquietação (32,2%) e vontade de chorar (26,1%) entre os entrevistados. Além disso, eles ainda mencionaram ter sentido angústia (63,5%), irritação (36,9%), tristeza (25,2%) e nervosismo (33,8%), entre outros sintomas.

A pesquisa também apontou o que os participantes têm sentido mais falta durante esses meses de isolamento. Passeios (71%), encontro com amigos (68,9%), encontro com familiares (61,2%), rotina (58,8%) e exercícios físicos (36,4%) foram as atividades mais citadas. O estudo diz ainda que as pessoas estão buscando valorizar mais a vida (30,8%), desejam que os cidadãos tenham condições de alimentação, saúde, educação, moradia e renda (27, 5%), tenham mais consciência sobre o consumismo e poluição (15,8%), se importem mais em estarem presentes em momentos importantes (14,9%) e possam retomar a rotina sem prejuízos (14,2%).

Pandemia e saúde mental

O mesmo público afirma que a pandemia proporcionou momentos de reflexão e mudança (34,3%), de valorização da vida e das pequenas coisas (18,9%), da importância de estar em casa e possuir tempo para a família (17,2%) e das relações/interações com o outro (13,8). Pelo ponto de vista negativo, destacam-se a crise econômica e o desemprego (27,1%), a situação da saúde e do aumento de casos e mortes (24%), o distanciamento social (13,7), o medo e a ansiedade (10%) e a desigualdade social (10%).

A professora Sabrina, que lidera o estudo, destaca que a pandemia potencializou o adoecimento mental da população. “As pessoas estão realmente cansadas de estar em isolamento, pelo tempo em que a pandemia está imposta, bem como pela incerteza da vacina e da cura da doença”, destaca. Além disso, segundo ela, pelo fato de os seres humanos serem indivíduos relacionais, que precisam da presença e da troca externa, a falta disso aumenta esse impacto. “A pandemia mostrou que o contato via redes sociais, que aproxima mas é superficial, não é suficiente”, pondera.

Ainda conforme a docente, são necessárias novas companhas de conscientização para que as pessoas busquem ajuda profissional, por meio de terapias, teleterapias ou outras formas para evitar o seu adoecimento mental. “É importante que a pessoa estabeleça uma rotina entre trabalho e lazer, faça coisas que goste e procure novos hábitos saudáveis. Também é importante que compartilhe seus momentos de angústias com outras pessoas, para desabafar e amenizar o sofrimento”, complementa.

Atendimento à comunidade

O Centro Integrado de Psicologia (CIP) da Universidade Feevale está aberto para atender a comunidade. Para agendar o atendimento, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3686-8800, ramal 8620.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 633 Visualizações
leitos Covid
Saúde

Governo do Estado inicia a abertura de novos leitos Covid

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O governo do Estado inicia, nesta quarta-feira (13), o processo de abertura de novos leitos Covid e de reativação dos que haviam sido fechados. A medida foi tomada porque a Secretaria da Saúde projeta aumento do número de casos de Covid-19 neste verão. Assim, para suprir a eventual demanda, 100 leitos serão abertos e reativados, e 68 novas unidades ficarão de retaguarda operacional, para serem habilitadas conforme a necessidade.

Os municípios de Cruz Alta e Osório serão os primeiros a disponibilizar os novos leitos nesta quarta (13). Com isso, no Hospital São Vicente de Paulo, em Osório, serão abertos 10 unidades em UTI. O mesmo número será inaugurado no Hospital São Vicente de Paulo de Cruz Alta. Assim, todos estarão disponíveis por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, há a previsão de entrega de mais 80 leitos novos e reativados em Pelotas, Porto Alegre e Canoas. Já os outros 68 de retaguarda serão abertos em Porto Alegre.

Macrorregião Missioneira

Classificada em bandeira vermelha na 36ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado, a região Covid de Cruz Alta tem, até esta terça-feira (12/1), 32 leitos de UTI adulto (18 leitos SUS e 14 leitos privados), dos quais 22 estão ocupados. Além disso, existem 211 leitos clínicos para atendimento da Covid-19 na região, dos quais 16 estão ocupados.

A região Covid de Cruz Alta pertence à macrorregião Missioneira, que comporta 167 leitos de UTI adulto – 137 leitos SUS e 30 privados. O percentual de ocupação, nesta terça (12), é de 74,9% (125 leitos ocupados). Há 978 leitos clínicos para atender a doença, dos quais 147 estão ocupados. Desta forma, desde o início da pandemia, a macrorregião Missioneira colocou mais 74 leitos de UTI em funcionamento, todos para tratar exclusivamente a Covid-19.

Macrorregião Metropolitana

Também em bandeira vermelha na 36ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado, o município de Osório pertence à região Covid de Capão da Canoa. Na região, são 52 leitos de UTI adulto, dos quais 51 são de atendimento SUS e um é privado. Assim, no total, 47 leitos estavam ocupados nesta terça (12). Há, ainda, 77 leitos clínicos de UTI adulto na região.

A região Covid de Capão da Canoa se situa na macrorregião Metropolitana. Nesta são 1.372 leitos de UTI adulto, dos quais 990 são leitos SUS e 382, privados. Na última terça-feira (12), 78,8% estão ocupados. Existem, no total, 2.107 leitos clínicos disponíveis para atender pacientes da Covid-19. Desde o início da pandemia, a macrorregião Metropolitana colocou mais 497 leitos de UTI exclusivamente Covid em funcionamento.

HOSPITAIS COM LEITOS NOVOS E REATIVADOS

  • Hospital São Vicente de Paulo (Osório) – 10
  • Hospital São Vicente de Paulo (Cruz Alta) – 10
  • Hospital Universitário São Francisco (Pelotas) – 10
  • HPS de Porto Alegre – 10
  • Hospital Vila Nova (Porto Alegre) – 16
  • Hospital Restinga (Porto Alegre) – 10
  • Hospital Universitário (Canoas) – 15
  • Hospital Beneficência Portuguesa de Porto Alegre – 19

HOSPITAIS COM LEITOS OPERACIONAIS DE RETAGUARDA

  •  Hospital Cristo Redentor (Porto Alegre) – 18
  • Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre – 30
  • Hospital de Clínicas (Porto Alegre) – 20
Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 613 Visualizações
Saúde

Governo do RS assegura aquisição de 10 milhões de seringas para vacinação

Por Eduarda Ferreira 12/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O pregão eletrônico realizado pelo governo do Estado para a compra de 10 milhões de seringas foi concluído com sucesso. Conforme informações do Governo do RS, a licitação, promovida na modalidade de Registro de Preços, garante à administração pública, pelo período de um ano, o fornecimento de seringas pelo preço acertado durante o processo. Assim, os insumos ficam em R$ 0,36 por unidade, abaixo dos R$ 0,69 estabelecidos como referência pela Subsecretaria Central de Licitações do Estado (Celic), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). Assim, a economia será de quase 48% e o material terá um custo total de R$ 3,6 milhões, ante R$ 6,91 milhões projetados inicialmente.

A licitação teve grande êxito, em especial por se tratar de item de alta procura voltado ao combate à pandemia.

A licitação para a compra de seringa hospitalar foi uma demanda de três órgãos do governo estadual, em especial da Secretaria da Saúde (SES), para ser utilizada em campanhas de vacinação, incluindo a previsão de imunização contra o coronavírus no Estado. O pregão eletrônico foi iniciado na quinta-feira (7), finalizado na sexta-feira (8) e terá o resultado publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (12).

Agilidade na licitação

O secretario da SPGG, Claudio Gastal, destaca a eficiência das negociações. “Ao longo da pandemia, tivemos pelo país processos de compra realizados sem sucesso, com preços elevados e suspeitas por não ter a devida transparência. Aqui no RS, mais uma vez, a equipe da Celic conclui um certame essencial, que trará mais segurança e qualidade nos serviços prestados à população”, afirma Gastal.

Assim, os certames na modalidade de Registro de Preços garantem tanto para o comprador (governo) como para a empresa fornecedora uma expectativa de aquisição. Nesse caso, o movimento realizado pelo Estado garantiu o preço e a quantidade estipulada na licitação pelos próximos 12 meses. A efetivação da compra, ou seja, o pagamento e a entrega dos materiais, poderá ser realizada de acordo com a demanda do órgão ao longo deste período.

“A licitação teve grande êxito, em especial por se tratar de item de alta procura voltado ao combate à pandemia. O certame contou com uma disputa entre três participantes, não tivemos interposição de recurso e a sessão eletrônica foi concluída no mesmo dia da abertura”, destaca a subsecretária da Celic, Marina Dacroce. “Além disso, a economia e a celeridade na tramitação dada pela equipe da Celic, desde o início da demanda, também demonstram a adequação do planejamento e da condução do processo”, conclui.

Vacinação

Com as 10 milhões de unidades asseguradas, o material se somará às 4,5 milhões de seringas em estoque no Estado. Além disso, existem 5 milhões de agulhas que podem ser usadas em outras seringas, caso necessário, uma garantia para o início da imunização contra o coronavírus tão logo as vacinas sejam disponibilizadas.

Precisamos colocar em prática toda a estrutura necessária para essa campanha tão esperada.

“Para operacionalizar a campanha da vacinação da Covid-19, além do imunizante, o governo do Estado vem trabalhando em um Plano Estadual de Vacinação desde 2020. Precisamos colocar em prática toda a estrutura necessária para essa campanha tão esperada”, afirma a secretária da Saúde, Arita Bergmann. “Nesse sentido, nos preocupamos com questões como rede de frio, transporte e seringas. Além de ter em estoque, foi fundamental o sucesso do registro de preços, não só pela questão da economia, mas principalmente por poder contar com as seringas já em janeiro e podermos dar segurança ao desenvolvimento da campanha no Estado do Rio Grande do Sul”, finaliza.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/01/2021 0 Comentários 509 Visualizações
Saúde

Pesquisadores identificam nova variante do coronavírus no RS

Por Eduarda Ferreira 11/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Análises preliminares realizadas a partir de amostras coletadas no Rio Grande do Sul, no início de dezembro, indicam a presença, na proteína S, da variante E484K, mesma mutação do coronavírus identificada no Rio de Janeiro. Para isso, um estudo é realizado por pesquisadores que atuam no Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale e no Laboratório de Bioinformática (Labinfo) do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Com isso, os pesquisadores estão finalizando a análise do genoma completo de 92 amostras virais de circulação recente no RS, onde também descrevem uma possível nova linhagem do Sars-Cov-2 circulante no Estado e a sua dispersão para outras regiões do Brasil. “Com o objetivo de colaborar com a comunidade científica no enfrentamento da Covid-19, os genomas sequenciados foram depositados em bases internacionais e em breve a caracterização dessas amostras serão descritas em publicação científica de amplo acesso”, afirma o professor Fernando Spilki, que é coordenador do Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale e da Rede Corona-ômica-BR, iniciativa da Rede Vírus, do MCTI, da qual fazem parte os dois laboratórios envolvidos na pesquisa.

Spilki e a coordenadora do Laboratório de Bioinformática do LNCC, Ana Tereza Vasconcelos, ressaltam que estão adiantando essas informações da análise do genoma para alertar as autoridades sanitárias, visto que os estudos e, inclusive, eventuais dispersões da Covid-19, são extremamente importantes para a segurança de todos. “A crescente diversidade genética do Sars-Cov-2 encontrada nesse estudo e em trabalhos recentes no Brasil reitera a importância da constituição de redes de sequenciamento e análises genéticas colaborativas para a realização de vigilância genômica”, alertam os pesquisadores. Além disso, eles ressaltam a necessidade de investimento em pesquisa e formação de recursos humanos, de forma contínua, para o enfrentamento dessa pandemia e de futuros desafios de saúde pública no país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2021 0 Comentários 571 Visualizações
mapa preliminar
Saúde

Governo do RS mantém maioria do mapa da 33° semana na bandeira vermelha

Por Gabrielle Pacheco 22/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido aos altos índices de contágio e internações por Covid-19 no Rio Grande do Sul, o Gabinete de Crise do Governo do Estado indeferiu, nesta segunda-feira (21), os dois pedidos de reconsideração enviados pelas regiões de Cachoeira do Sul e Passo Fundo à classificação preliminar da 33ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado. Assim, o mapa definitivo permanece com 20 das 21 regiões em bandeira vermelha. Nesta rodada, a única região Covid classificada em bandeira laranja (risco médio) foi Guaíba. Além disso, o recurso requisitado pelo município de Cachoeirinha para regredir da bandeira vermelha também foi negado.

Na decisão, baseada nos indicadores do Distanciamento Controlado, ficou evidenciado que o Estado apresenta um aumento de pacientes internados em UTI e de óbitos por Covid-19. Assim, Passo Fundo, por exemplo, tem uma taxa de ocupação de leitos de UTI acima de 80%. Desta forma, conforme informações do Governo do Estado, o cenário atual do Estado é preocupante, pois apresenta a quarta maior taxa semanal de óbitos do país. A média móvel de óbitos por data de inclusão no RS acumula aumento de 23% em relação à semana passada, chegando ao patamar de 71,1 óbitos por dia, o maior desde o início da pandemia, e superando o total de 8 mil óbitos. Além disso, nos leitos de UTI, houve elevação significativa no número de confirmados, passando de 928 para 966, entre os dias 19 e 20 de dezembro.

rodada

Mapa definitivo da 33° rodada (divulgação)

 

Sistema de cogestão

O sistema de cogestão regional, suspenso na primeira quinzena de dezembro, voltou a valer na última terça-feira (15).  Dessa forma, desde sábado (19), o Estado passou a ter 19 das 21 regiões Covid em cogestão, com a adesão de Bagé, que agora também pode adotar protocolos próprios, elaborados pelas respectivas associações regionais. Entretanto, as regiões de Guaíba e Uruguaiana não aderiram à gestão compartilhada.

Confira os protocolos próprios de cada região em https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional

Regra 0-0

Nesta 33ª rodada, 478 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha, somando 10,9 milhões de habitantes, que corresponde a 96,4% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Desses, 167 municípios (733,8 mil habitantes, 6,5% da população gaúcha) podem adotar protocolos de bandeira laranja porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Clique aqui e acesse a lista de municípios que se encaixam na Regra 0-0

RESUMO DA 33ª RODADA

BANDEIRA VERMELHA (20)
Bagé (em cogestão)
Cachoeira do Sul (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Cruz Alta (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Erechim (em cogestão)
Ijuí (em cogestão)
Lajeado (em cogestão)
Novo Hamburgo (em cogestão)
Palmeira das Missões (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Pelotas (em cogestão)
Porto Alegre (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Santa Maria (em cogestão)
Santa Rosa (em cogestão)
Santo Ângelo (em cogestão)
Taquara (em cogestão)
Uruguaiana

BANDEIRA LARANJA (1)
Guaíba

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/12/2020 0 Comentários 653 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 305 | Abr 2026

Entrevista | Sergio Luis Patzlaff aborda o impacto da gestão incremental para gerar resultados

Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

Moda | Tricofest chega a sua 5ª edição com as principais tendência outono/inverno

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Após empatar série, União Corinthians encara o Flamengo de novo nesta segunda

  • 2

    Canoas Shopping completa 28 anos com R$ 15 milhões em investimentos

  • 3

    Fashion Experience, a passarela onde tudo começa: Calçados Beira Rio S.A.

  • 4

    Bolinho de aipim gigante é preparado em festa municipal de São José do Hortêncio

  • 5

    Campo Bom testa materiais para pavimentação de ruas

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO