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Cultura

Cultura

Duas décadas de pista: Blow Up celebra 20 anos no Ocidente com show tributo a Tim Maia

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

Uma das festas mais queridas da noite de Porto Alegre chega a um marco especial. No sábado, 21 de março, a Blow Up celebra 20 anos de história no Bar Ocidente — duas décadas de sábados memoráveis, sempre com pista cheia, gente bonita e muita música boa.

Para marcar a data, a festa ganha uma atração luxuosa: show tributo a Tim Maia com Tonho Crocco e banda. No repertório, clássicos que atravessam gerações e seguem fazendo todo mundo cantar e dançar — um verdadeiro baile soul para marcar o aniversário da Blow Up.

A noite traz também a energia tradicional da festa com a Blow Up Crew, o time de DJs oficial, comandando duas pistas, misturando pop, rock, electro e hits de todos os estilos e épocas, em uma celebração feita para dançar junto até o amanhecer.

E como toda boa festa de aniversário, o público também faz parte da comemoração. Aniversariantes de março não pagam ingresso e ainda garantem desconto para seus convidados, mediante cadastro prévio pelo Instagram da festa. As vagas são limitadas.

Durante a noite, o clima de celebração continua com combo duplo até as 23h e rodadas aleatórias de espumante, ajudando a brindar essas duas décadas de uma festa que se tornou parte da memória afetiva da noite porto-alegrense.

Serviço

Blow Up – 20 anos – @tonablowup

Sábado, 21 de março – 22 horas

Bar Ocidente – Avenida Osvaldo Aranha, 960 – Porto Alegre

Ingressos pela Sympla

Atração especial: Tributo a Tim Maia com Tonho Crocco e banda

DJs: Blow Up Crew em duas pistas

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Cultura

Ospa inicia programação de 2026 da Série Música de Câmara com obras de Mozart, Beethoven e Aguiar

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) – fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) – retoma a Série Música de Câmara para mais uma temporada de recitais gratuitos nas tardes de sábado. A primeira apresentação de 2026 ocorre no próximo sábado (14/3), às 17h, levando à Sala de Recitais do Complexo Cultural Casa da Ospa o recital “Sonatas e Miniaturas”, com músicas de Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig van Beethoven e Ernani Aguiar tocadas por piano e cordas. A apresentação tem entrada gratuita, por ordem de chegada.

Com duos entre o pianista André Carrara, o violinista Giovani dos Santos e o violista João Senna, todos músicos da Orquestra, o recital inicia com “Sonata para Violino e Piano em Mi menor, KV 304”, de Mozart (1756-1791), tocada por Carrara e Santos. Segundo o pianista, a música, composta em 1778, reflete o luto do autor pela morte da mãe, além de outras circunstâncias desafiadoras que enfrentou no mesmo período. A seguir, Santos e Senna tocam os “Duos de Prados”, do brasileiro Aguiar. A composição interpretada pelo duo de cordas faz uma homenagem à cidade mineira de Prados em seis movimentos. Carrara destaca o penúltimo deles: “a obra é conhecida pela sua vivacidade rítmica e pela beleza melódica da Cantilena”.

Encerrando a apresentação, o duo de piano e violino volta com “Sonata para Violino e Piano nº 5 em Fá Maior, Op. 24”, de Beethoven (1770-1827). Composta em um período em que o autor se afastava da influência de Mozart, sua “Sonata” é uma obra “solar, pastoral e cheia de esperança”, em oposição à melancolia da primeira música do recital, como frisa Carrara, e foi apelidada de “Primavera”.

Série Música de Câmara

Em 2026, a Série Música de Câmara segue trazendo recitais à Casa da Ospa uma vez por mês, sempre nos sábados, às 17h. As apresentações têm entrada gratuita, por ordem de chegada, e contam com estacionamento gratuito no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff).

Os recitais trazem grupos compostos tanto por músicos da Ospa quanto por convidados, com repertórios para pequenas formações, que tocam em clima intimista na Sala de Recitais do Complexo Cultural Casa da Ospa. Após a primeira apresentação, no sábado (14/3), estão previstas sessões em 11 de abril e 9 de maio, com diferentes grupos e repertórios. A programação de grupos de câmara segue até o fim do ano, e novas datas serão anunciadas nos próximos meses.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 58 Visualizações
Cultura

Corte italiana mantém restrições à cidadania por descendência

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Corte Constitucional da Itália rejeitou os questionamentos apresentados contra a lei que restringe o reconhecimento da cidadania italiana por descendência, mantendo válidas as mudanças introduzidas pelo Decreto-Lei nº 36/2025, posteriormente convertido na Lei nº 74/2025. A decisão analisou recursos encaminhados pelo Tribunale di Torino e considerou infundadas ou inadmissíveis as alegações de inconstitucionalidade.

A decisão foi acompanhada diretamente na Itália pela empresária Ariela Tamagno Rech, CEO da TMG Cidadania Italiana, que está no país para observar de perto os desdobramentos jurídicos relacionados ao tema. “A decisão divulgada até agora se refere apenas a um dos processos analisados pela Corte, especificamente o caso apresentado pelo Tribunal de Torino. Ainda não temos a sentença completa, apenas um comunicado oficial, por isso é importante aguardar a publicação do julgamento para entender todos os fundamentos e os próximos caminhos jurídicos. É um cenário que continua em andamento. Podemos dizer que foi uma etapa importante, mas o debate não termina aqui, porque novas audiências já estão previstas nos próximos meses, em abril e junho, e o tema seguirá sendo analisado pelas instâncias da justiça italiana”, afirma.

O julgamento ocorre em um momento de grande interesse internacional pelo tema, especialmente em países com forte presença de descendentes de italianos, como o Brasil. A nova legislação altera a lógica anterior do reconhecimento ilimitado da cidadania por descendência e estabelece critérios mais restritivos para a transmissão do direito a quem nasceu fora da Itália e possui outra cidadania.

A presença de Ariela no país também tem relação direta com o trabalho desenvolvido pela empresa. Fundada a partir da própria experiência da empresária com o processo de cidadania italiana, a TMG Cidadania Italiana atua no reconhecimento do direito de descendentes italianos e oferece acompanhamento estratégico em todas as etapas do processo.

Atualmente, a empresa trabalha com uma estrutura internacional voltada ao reconhecimento da cidadania por descendência, incluindo pesquisa genealógica, busca de documentos no Brasil e na Itália, análise jurídica, retificações documentais e condução do processo por via administrativa ou judicial.

O acompanhamento começa na análise da linha familiar e segue até o reconhecimento final da cidadania, com estratégia individualizada para cada família. Ao longo dos anos, a empresa já acompanhou centenas de processos envolvendo milhares de pessoas dentro de diferentes famílias.

Entre os diferenciais da operação está a estrutura de suporte na própria Itália. A empresa mantém uma casa na região do Vêneto, utilizada para apoiar clientes durante etapas presenciais do processo e para acompanhar procedimentos diretamente no país.

A TMG atende clientes de todo o Brasil e também brasileiros que vivem no exterior. Embora haja maior concentração de descendentes nas regiões Sul e Sudeste, a demanda pelo reconhecimento da cidadania italiana tem crescido em diferentes partes do país.

Segundo Ariela, além do direito de origem, muitas famílias também enxergam a cidadania italiana como uma possibilidade de ampliar oportunidades de mobilidade internacional, estudos, trabalho e investimentos em outros países. “A cidadania italiana permite viver, estudar e trabalhar em qualquer país da União Europeia, mas o impacto vai além disso. Em muitos casos, estamos ajudando famílias a reconstruir sua própria história, resgatando documentos e trajetórias de bisavós e tataravós. É um processo que conecta pessoas às suas origens e à identidade familiar”, aponta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Cultura

Maria do Relento relança “Só Uma Canção” e se apresenta em São Leopoldo no domingo

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

A banda gaúcha Maria do Relento lançou o single “Só Uma Canção”, já disponível em plataformas digitais, e apresentará a nova fase do trabalho em show neste domingo, dia 15 de março, às 18h, na República das Cervejas, em São Leopoldo, com entrada franca. A música é uma releitura de um clássico do final dos anos 1980 e integra a programação de apresentações da banda na região.

A canção foi originalmente lançada no álbum Para Cantar, Dançar e Sonhar (1989), da banda Barbarella, e é a versão em português de “I Wanna Hear Your Heartbeat (Sunday Girl)”, do grupo europeu Bad Boys Blue, composta por K. Van Haaren e T. Hendrik, com adaptação de Edson Leite.

Nova versão da música

Na releitura da Maria do Relento, “Só Uma Canção” recebe novos arranjos com sonoridade de pop rock, incluindo referências ao funk dos anos 1970 e à atmosfera dançante associada às pistas da década de 1980. A versão em clipe da música deverá ser disponibilizada na próxima semana no YouTube.

A gravação do single foi realizada em Porto Alegre, no Hill Valley Studio, e conta com participações especiais do músico Fred Chernobyl, da banda Comunidade Nin-Jitsu, além de Augustto Lima e Volmir Vermuth, integrantes da Barbarella, grupo que lançou a versão brasileira da música no final dos anos 1980.

Formação da banda

Atualmente, a Maria do Relento é formada por Peppe Joe (vocal), Jazzner Mess (bateria), Kako Kanidia (baixo) e Lippy Chagas (guitarra). Com mais de três décadas de atividade, o grupo mantém apresentações e lançamentos no cenário do rock gaúcho.

Apresentação em São Leopoldo

O show de lançamento do single em São Leopoldo ocorre no dia 15 de março, às 18h, na República das Cervejas, com entrada gratuita. A apresentação integra a agenda da turnê intitulada Tour 32 Giros.

Além da apresentação em São Leopoldo, a banda também realizará no dia 14 de março em Casca, no evento Beerday Casca, também com entrada franca; no dia 20 de março em Novo Hamburgo, no O Lorde Bar; e no dia 28 de março em Santa Cruz do Sul, no Tênis Clube.

O single “Só Uma Canção” está disponível nas plataformas digitais pelo link music-stream.lnk.to/soumacancao.

Foto: Marcelo Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 100 Visualizações
Cultura

Livro e websérie registram saberes de benzedeiras em Rolante

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

O projeto “Entre Rosários, Ervas e Garrafadas – As Guardiãs da Cura em Rolante” será lançado neste sábado, 14 de março, às 15h, no Espaço Cultural de Rolante. A iniciativa reúne um livro em formato e-book e uma websérie que registram saberes tradicionais de cura presentes no município, a partir das histórias de seis benzedeiras. O trabalho foi desenvolvido pela escritora Neidi Regina Friedrich em parceria com a equipe do projeto Entre Rezadeiras e busca documentar práticas e memórias relacionadas à espiritualidade e ao cuidado comunitário.

Durante o projeto, a equipe percorreu diferentes localidades de Rolante para ouvir e registrar relatos de benzedeiras que atuam no município. O resultado desse processo é a produção de um livro digital e de uma websérie em que a narrativa escrita, os relatos orais e os registros audiovisuais apresentam trajetórias e práticas ligadas à tradição de cura.

Guardiãs da cura retratadas

Cada benzedeira participante do projeto é apresentada em um capítulo do livro e em um episódio da websérie. As histórias registradas abordam experiências de espiritualidade, cuidado e transmissão de saberes ao longo das gerações.

As guardiãs retratadas no projeto são Alzira Thiesen da Silva, apresentada no capítulo A força da roça; Ida, em Uma missão aceita por amor; Bibiana, em Devoção que atravessou o Atlântico; Helena (Neca), em A herança do pai; Marli, em Fé ancorada pelas ancestrais; e Stela, em A autonomia da fé.

Acesso ao conteúdo

O evento de lançamento será aberto ao público e ocorrerá no Espaço Cultural de Rolante. Após o lançamento, o livro será disponibilizado gratuitamente em formato e-book, enquanto a websérie será publicada no canal do projeto Entre Rezadeiras no YouTube.

O que é o projeto Entre Rezadeiras

O Entre Rezadeiras é um projeto independente que busca registrar por meio de livros as histórias e experiências de mulheres que atuam em práticas espirituais e de cuidado em diferentes comunidades. A iniciativa começou a ser desenvolvida em 2017 pela escritora Neidi Regina Friedrich.

Entre as obras produzidas pelo projeto estão os livros Madrinha Conceição – Entre Cruzeiros, Hinos e Orixás e Madrinha Diolinda – Entre Terços, Rezos e Daime, além do atual projeto Entre Rosários, Ervas e Garrafadas – As Guardiãs da Cura em Rolante.

Quem é Neidi Regina Friedrich

A escritora Neidi Regina Friedrich é rezadeira e também autora do livro Entre Xales, Cachimbos, Mulheres e Xamãs. Ela atua com práticas ligadas à umbanda e é uma das guardiãs do Centro Espiritual Pachamama, instituição sem fins lucrativos que desenvolve atividades relacionadas ao xamanismo, umbanda, rodas de cura e medicinas da floresta.

Enfermeira de formação, possui mestrado e doutorado em Educação, com estudos voltados à espiritualidade, saúde indígena, medicina tradicional indígena e xamanismo. É especialista em educação popular, saúde da família e humanização na gestão em saúde.

Ao longo da carreira, atuou em diferentes áreas da saúde pública e educação, incluindo trabalhos com crianças e adolescentes, atenção básica, saúde mental e políticas públicas voltadas à educação em saúde. Também trabalhou na Escola de Saúde Pública da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, onde coordenou o Núcleo de Educação em Saúde da População Indígena e do/a Negro/a e a Política Estadual de Saúde Indígena.

Serviço

  • O quê: Lançamento do livro e da websérie Entre Rosários, Ervas e Garrafadas – As Guardiãs da Cura em Rolante
  • Quando: Sábado, 14 de março, às 15h
  • Onde: Espaço Cultural de Rolante
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 115 Visualizações
Cultura

Intervenção transforma escadaria da Praça da Matriz em memorial a vítimas de feminicídio

Por Jonathan da Silva 11/03/2026
Por Jonathan da Silva

Uma intervenção artística promovida pelo Museu de História Julio de Castilhos está sendo realizada nesta quarta-feira (11), das 10h às 17h, na escadaria do Monumento a Julio de Castilhos, na Praça da Matriz, no Centro Histórico de Porto Alegre. Intitulada “História que Sangra – Do documento à presença/ausência”, a ação transforma o espaço em um memorial temporário dedicado a mulheres vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul e integra a programação do Mês da Mulher.

A iniciativa é organizada pelo museu, instituição vinculada à Secretaria da Cultura do estado, e busca chamar atenção para o crescimento dos casos de feminicídio no Rio Grande do Sul, além de promover reflexão sobre memória e violência contra mulheres.

Memorial temporário

No centro da escadaria serão instaladas 80 mãos em gesso, representando as 80 mulheres vítimas de feminicídio registradas no estado em 2025. Ao lado delas, mãos pretas simbolizarão as mulheres assassinadas em 2026 até a data da montagem da intervenção.

A instalação foi concebida por servidoras e estagiárias do Museu de História Julio de Castilhos e utiliza moldes de luvas cirúrgicas. O material remete tanto ao cuidado quanto à investigação, em referência à preservação da memória e à dimensão de violência presente nos casos.

Segundo a museóloga e coordenadora da ação, Doris Couto, a proposta busca relacionar memória histórica e acontecimentos contemporâneos. “O museu preserva memórias. Quando mulheres são assassinadas, o que se perde não é apenas uma vida – é uma história que deixa de existir. Diante disso, silenciar também seria uma forma de apagamento”, afirma Doris.

Fitas com desejos de futuro

A intervenção também apresentará fitas com desejos de futuro escritos por mulheres que visitaram o museu entre 2022 e 2023 durante atividades culturais da instituição. Entre as palavras registradas estão “respeito”, “igualdade” e “liberdade”.

Segundo os organizadores, a presença desses registros busca estabelecer um contraponto entre histórias interrompidas pela violência e expectativas de futuro manifestadas pelas visitantes.

Contexto de políticas públicas

A ação ocorre em um momento de discussão sobre políticas públicas relacionadas à proteção das mulheres no Estado. Na terça-feira (10), no Palácio Piratini, o governador Eduardo Leite (PSD) lançou o Programa Estadual de Proteção e Promoção dos Direitos das Mulheres.

O programa reúne ações voltadas ao fortalecimento da rede de proteção, prevenção da violência e promoção da autonomia feminina no Rio Grande do Sul. A iniciativa prevê investimento de R$ 71 milhões em medidas organizadas em quatro eixos: governança, acolhimento, capacitação e desenvolvimento, e enfrentamento à violência.

A intervenção ocupará o espaço da escadaria apenas durante o período da atividade. De acordo com os organizadores, todos os elementos utilizados são removíveis e serão instalados sem perfurações ou fixações na estrutura do patrimônio histórico.

Mesmo com o museu temporariamente fechado para restauro, a instituição afirma que ações externas buscam manter a participação do Museu de História Julio de Castilhos em debates públicos relacionados à memória, história e questões sociais contemporâneas.

Serviço

  • O quê: intervenção artística “História que Sangra – Do documento à presença/ausência”, do Museu de História Julio de Castilhos
  • Quando: quarta-feira, 11 de março, das 10h às 17h
  • Onde: escadaria do Monumento a Julio de Castilhos, Praça da Matriz, Centro Histórico de Porto Alegre
Foto: Ana Lagazzio/MHJC/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2026 0 Comentários 118 Visualizações
Cultura

Projeto Ecos leva performances sobre crise ambiental a quatro cidades do RS

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

O projeto Ecos – Crise e Criação realiza apresentações gratuitas em espaços públicos de Maquiné, Osório, Canoas e Porto Alegre nos dias 15 e 16 de março, com performances que abordam a crise ambiental contemporânea. A iniciativa reúne 12 artistas e é resultado de um laboratório intensivo de pesquisa e criação em Artes Cênicas realizado durante dez dias no Ponto de Cultura AMÓ – Lugar de Bem Viver, em Maquiné. O projeto foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, com realização do Ministério da Cultura e financiamento da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul.

As apresentações ocorrem no domingo, dia 15, às 11h, no Balneário Municipal de Maquiné, e às 15h, na Vila Olímpica, em Osório. Na segunda-feira, 16, as performances serão realizadas às 11h no Calçadão de Canoas e às 16h no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico de Porto Alegre.

Processo de criação

O trabalho reúne 12 performers que ocupam o espaço público com ações corporais e vocais desenvolvidas a partir das experiências vividas durante a residência artística. As apresentações abordam temas relacionados à crise ambiental, como enchentes, secas severas, erosão, poluição e o uso de agrotóxicos.

A criação foi desenvolvida durante a residência do projeto, realizada de 9 a 16 de março em Maquiné, município localizado em área de Mata Atlântica e que enfrentou quatro enchentes no período de um ano. Durante o processo, os artistas participaram de saídas de campo em locais afetados por desastres ambientais, encontros com comunidades tradicionais e conversas com especialistas em meio ambiente.

A orientação artística do trabalho foi realizada pela atriz Tânia Farias, enquanto a orientação musical ficou a cargo do músico Sérgio Bai.

Participação dos artistas

A performance foi criada coletivamente pelos artistas Agêlú, Alex Pantera, Elis, Gabriela Soledad Tomasín, Harú, Jacs, Jade Rocha, Kalisy Cabeda, Marina Zoé, Murillo Munii, Pascal Berten e Sandra Bittencourt.

Segundo a organização, o trabalho foi concebido como um processo em desenvolvimento, no formato de work in progress, permitindo que a criação tenha novos desdobramentos após a circulação inicial das apresentações.

Etapas do projeto

O projeto Ecos – Crise e Criação é dividido em três etapas: oficina comunitária de teatro, residência artística e circulação da performance. A oficina é gratuita, tem duração de seis meses e é voltada à comunidade de Maquiné e região, especialmente jovens.

As atividades abordam a crise ambiental em níveis local e global por meio de práticas teatrais, jogos de improvisação e criação cênica.

Todo o processo do projeto está sendo registrado em audiovisual e resultará em um vídeo-documentário que será disponibilizado em plataforma online. De acordo com a organização, a iniciativa parte da reflexão sobre a catástrofe ambiental recente ocorrida no Rio Grande do Sul e busca discutir modos de produção, consumo e relação com a natureza por meio da arte.

Serviço

  • O quê: performances do projeto Ecos – Crise e Criação
  • Quando: 15 e 16 de março
  • Onde:
    15 de março – 11h, Balneário Municipal de Maquiné; 15h, Vila Olímpica de Osório
    16 de março – 11h, Calçadão de Canoas; 16h, Largo Glênio Peres, Centro Histórico de Porto Alegre
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Cultura

Gr​upo Ueba inicia segunda edição do projeto Arte no Moinho em Caxias do Sul

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Ueba Produtos Notáveis realiza a estreia da segunda edição do projeto Arte no Moinho neste sábado, 14 de março, às 16h, no Centro Cultural Moinho da Cascata, em Caxias do Sul. A iniciativa promove encontros artísticos entre companhias teatrais gaúchas ao longo de cinco finais de semana, entre março e junho, com apresentações abertas ao público e atividades de intercâmbio entre artistas. O projeto é realizado pelo Grupo Ueba e pelo Moinho da Cascata, com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (LIC Pró-Cultura RS) e do Governo do Estado, além de patrocínio de empresas parceiras.

Na abertura da programação, o Grupo Ueba apresenta o espetáculo “O Cavaleiro e o Dragão do Tempo” no sábado, dia 14. No domingo, 15, também às 16h, o grupo convidado Tribu di Arteiros sobe ao palco com a peça “Estação Tac Tic”. As apresentações são gratuitas e voltadas ao público de todas as idades.

O que é o projeto

O projeto Arte no Moinho foi lançado em 2025 com o objetivo de promover encontros entre grupos de teatro de diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Nesta segunda edição, a programação novamente será realizada durante cinco finais de semana, combinando apresentações do repertório do Grupo Ueba aos sábados e espetáculos de grupos convidados aos domingos.

Além das apresentações abertas ao público, o projeto prevê atividades internas de intercâmbio entre as companhias participantes. Durante essas atividades, os grupos realizam encontros de pesquisa, nos quais compartilham técnicas, experiências e processos criativos.

Os encontros são conduzidos pelo pesquisador Márcio Silveira e resultam na produção de um dossiê com registros das trocas realizadas entre os participantes.

Participação do Tribu di Arteiros

O grupo Tribu di Arteiros, convidado para a estreia do projeto, foi fundado em 2010 pela artista Rosmeri Lorenzon e atualmente tem sede na cidade de Feliz. A companhia desenvolve intervenções artísticas e espetáculos teatrais com repertório que inclui projetos como Trilhas Literárias e Comboios Artísticos itinerantes.

Segundo a organização do projeto, o grupo já recebeu mais de 60 prêmios e participou de eventos internacionais representando o Brasil. A companhia também realiza oficinas sustentáveis para crianças e workshops de formação para professores, além de participar de eventos temáticos e produções especiais.

Origem do projeto

De acordo com os fundadores do Grupo Ueba, Aline Zilli e Jonas Piccoli, o projeto Arte no Moinho surgiu com a proposta de promover intercâmbio entre grupos teatrais de diferentes regiões do Estado. “O projeto foi um sucesso na primeira edição, realizada no primeiro semestre de 2025, e retorna agora em sua segunda edição com o mesmo propósito de impactar o público com arte de qualidade e gratuita, e ao mesmo tempo contribuir para a atualização e o futuro do teatro. Acreditamos que os aprendizados e as trocas entre os grupos reverberam em novas produções e em outros aprimoramentos”, afirmam.

Espetáculos de estreia

A peça O Cavaleiro e o Dragão do Tempo apresenta uma trupe de circo-teatro que narra a jornada de um cavaleiro em busca de derrotar Chronos, o Dragão do Tempo. O espetáculo utiliza formas animadas e bonecos para contar a história de uma aventura conduzida por uma narrativa de humor e fantasia.

Já o espetáculo Estação Tac Tic, apresentado pelo grupo Tribu di Arteiros, é ambientado em uma estação de trem e tem como personagem principal a palhaça Mirabel, que aguarda sua vez de embarcar. A encenação utiliza elementos de clown e interação com o público para abordar temas relacionados ao tempo e à infância.

Serviço

  • O quê: Projeto Arte no Moinho – segunda edição
  • Quando: 14 de março, às 16h (O Cavaleiro e o Dragão do Tempo – Grupo Ueba) e 15 de março, às 16h (Estação Tac Tic – Grupo Tribu di Arteiros)
  • Onde: Centro Cultural Moinho da Cascata (Rua Henrique Riboldi, 69, bairro Marechal Floriano, Caxias do Sul)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Gio Boff/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Cultura

Espetáculo teatral encerra programação do Festejando Campo Bom Verão

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

A programação do Festejando Campo Bom Verão, realizada em comemoração ao aniversário do município de Campo Bom, será encerrada neste sábado, 14 de março, com a apresentação do espetáculo “Senta que o Teteco vai chegar”, do Circo Teatro Teleco. A atividade ocorre às 18h, no Auditório Marlise Saueressig, no Teatro do CEI, com entrada gratuita, como parte das ações culturais promovidas pela Prefeitura para celebrar o aniversário da cidade e reunir a comunidade em atividades de lazer e cultura.

Ao longo das últimas semanas, o Festejando Campo Bom Verão reuniu moradores em diferentes atividades culturais e de entretenimento. A programação integrou as celebrações de aniversário do município e teve como objetivo promover momentos de convivência e aproximar a população das iniciativas culturais desenvolvidas na cidade.

Espetáculo de encerramento

A apresentação “Senta que o Teteco vai chegar”, do Circo Teatro Teleco, encerra o ciclo de atividades do evento. O espetáculo reúne elementos de teatro, humor e referências da tradição circense presentes no trabalho do grupo.

A proposta da apresentação é voltada a públicos de diferentes idades e apresenta uma narrativa que combina linguagem teatral e recursos característicos do circo.

Serviço

  • O quê: espetáculo teatral “Senta que o Teteco vai chegar”, do Circo Teatro Teleco, dentro da programação do Festejando Campo Bom Verão
  • Quando: sábado, 14 de março, às 18h
  • Onde: Auditório Marlise Saueressig (Teatro do CEI), em Campo Bom
  • Quanto: entrada gratuita
Foto: Iago JC/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 106 Visualizações
Cultura

Fundação Marcopolo abre nova turma em projeto de valorização de jovens talentos criativos

Por Marina Klein Telles 10/03/2026
Por Marina Klein Telles

Se os jovens das cidades mais criativas do mundo produzem arte e moda, Caxias do Sul não pode ficar de fora. É com essa motivação em mente que a Fundação Marcopolo está com inscrições abertas para a 3ª edição do Programa Amplificador, que vai impulsionar jovens talentos criativos, de 16 a 29 anos, que já estudam ou atuam nas áreas de moda, música e eventos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 20 de março, por meio de formulário online (clique aqui para se inscrever).

A partir de abril, os selecionados participarão de oficinas de Beatmaker e Produção Musical, Produção de Eventos, Canto e Moda, com encontros semanais na Biblioteca Parque. O Programa Amplificador conta com direção artística da designer Julia Webber, do rapper e escritor Chiquinho Divilas e do instrumentista Beto Scopel.

“A ideia principal do Amplificador é fazer com que esses jovens, que já têm talento e potencial, possam ter um apoio artístico. Aí que entra o trabalho da Fundação Marcopolo, dando visibilidade, amplificando o alcance dessas pessoas, para que elas sejam as próximas protagonistas da cena artística e que possam levar o nome da nossa cidade”, resume Scopel.

Realizado anteriormente em 2022 e 2024, o Amplificador envolveu adolescentes e jovens de 12 a 18 anos em oficinas de moda, música, dança, audiovisual e artes, fortalecendo a criatividade, a autoestima e o protagonismo juvenil. Na edição 2024, resíduos têxteis da fabricação de ônibus da Marcopolo se transformaram em moda autoral, em processos de upcycling. O resultado ganhou forma em um desfile-show realizado no bairro Fátima, em Caxias do Sul, que transformou a rua em palco cultural, levando arte, design e pertencimento à comunidade.

Os impactos sociais, culturais e ambientais da iniciativa foram reconhecidos nacionalmente. No ano passado, o Programa Amplificador recebeu medalha de prata no 15º Prêmio Brasileiro de Design, na categoria Design de Impacto Social – Prosperidade.

Mais informações pelo WhatsApp (54) 99224-8949.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 92 Visualizações
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