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Cultura

Cultura

Sociedade Polônia é declarada entidade de utilidade pública em Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 11/02/2026
Por Marina Klein Telles

A Sociedade Polônia foi oficialmente declarada entidade de utilidade pública pelo Município de Porto Alegre, conforme a Lei nº 14.442, de 29 de dezembro de 2025, aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Sebastião Melo.

A iniciativa teve o apoio do vereador Tiago Albrecht e do Secretário Municipal de Parcerias, Giuseppe Riesgo, a partir da mobilização da presidente do Conselho Deliberativo, Lilian Kielbowicz Jung, do conselheiro Daniel Ehlers e de integrantes do Grupo Folclórico Polônia.

O reconhecimento tem como base a Lei nº 2.926/1966 e destaca a relevância da atuação cultural e social da entidade ao longo de sua trajetória de quase 130 anos na capital gaúcha. A Sociedade Polônia desenvolve um trabalho contínuo de preservação das tradições, formação artística e promoção da cultura por meio da dança e de atividades culturais abertas à comunidade. “Esta Lei é muito significativa para a Sociedade Polônia, pois valida oficialmente o trabalho cultural e social que desenvolvemos há anos em Porto Alegre”, destaca o presidente da entidade, Mariano Hossa.

A declaração de utilidade pública reforça a importância institucional da entidade e amplia as possibilidades de parcerias e projetos culturais, reconhecendo oficialmente o impacto positivo gerado para a cidade de Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2026 0 Comentários 98 Visualizações
Cultura

Carnaval descentralizado de Novo Hamburgo é iniciado no bairro Primavera

Por Jonathan da Silva 10/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Carnaval 2026 de Novo Hamburgo teve início neste sábado (7), no bairro Primavera, com a realização do Primavera Folia, evento promovido pela Escola de Samba Cruzeiro do Sul na descida da Rua Osvaldo Cruz. O evento marcou a abertura de um circuito descentralizado organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, que levará a programação para diferentes bairros até março.

A estreia do novo formato ocorreu nas ruas do bairro Primavera e reuniu moradores, famílias e representantes culturais. A proposta da administração municipal é substituir o modelo concentrado em um único espaço por uma programação distribuída ao longo de três finais de semana em diferentes regiões da cidade, contemplando comunidades onde as escolas de samba estão inseridas.

O secretário municipal de Cultura e Turismo de Novo Hamburgo, Angelo Reinheimer, afirmou que o modelo busca ampliar a participação popular. “Esse formato aproxima cultura, comunidade e território”, ressaltou o titular da pasta.

Simbolismo para o bairro

O presidente da Escola de Samba Cruzeiro do Sul, Deivis Rafael da Silva, destacou o significado da abertura para o bairro e para a cidade. “Carnaval é resistência e cultura negra em movimento”, enfatizou da Silva, que também ressaltou a trajetória da Sociedade Cruzeiro do Sul, que completa 104 anos e foi fundada antes da criação oficial de Novo Hamburgo, apontando a presença histórica da população negra na formação do município. “O carnaval nunca se extinguiu, permanecendo vivo nas comunidades mesmo em períodos difíceis. Celebrar o carnaval é reconhecer o passado e projetar um futuro mais justo”, acrescentou o presidente.

Próximas datas

O Circuito de Carnaval de Rua 2026 terá sequência no dia 22 de fevereiro, às 20h30min, com o evento Rondônia Folia, da escola Protegidos, na rua Karl Wilhelm Schinke, com saída do Ginásio da ABAMF. Já no dia 14 de março, às 15h, ocorre o evento Identidade e Resiliência, promovido pelos Marujos, na rua Boa Saúde, s/n, no Parque do Trabalhador.

Foto: João Mendonça/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Cultura

Mardi Grezz, de Luciano Leães, leva tradição do Mardi Gras a Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 10/02/2026
Por Jonathan da Silva

O pianista Luciano Leães realiza o evento Mardi Grezz em Porto Alegre na sexta-feira, 13 de fevereiro, às 21h, no Grezz, localizado na Rua Almirante Barroso, 328. O espetáculo é inspirado no Mardi Gras de New Orleans, com repertório baseado em jazz, soul, funk, R&B e elementos da música brasileira, proposta que busca recriar a atmosfera da festividade da cidade norte-americana.

O Mardi Gras, expressão francesa que significa “Terça-Feira Gorda”, é uma festividade tradicional de New Orleans marcada por desfiles, fantasias, música e distribuição de colares coloridos. A celebração é associada à cultura local, com influência do jazz e de manifestações populares da Louisiana.

Repertório e formato do show

Durante a apresentação, Luciano Leães e banda executam músicas associadas ao carnaval de New Orleans, com espaço para improvisos e referências às chamadas “second lines”, tradição de desfiles de rua da cidade norte-americana. O repertório é interpretado dentro do estilo do pianista, ligado ao chamado piano de New Orleans.

Quem é Luciano Leães

O pianista Luciano Leães foi nomeado “The Brazilian Professor” pela revista inglesa Blues Matters! e é citado pelo Jazz Museum de New Orleans como um dos representantes do piano de New Orleans na América Latina. Com cerca de 30 anos de carreira, foi o primeiro pianista brasileiro a se apresentar no New Orleans Jazz Museum. Ao longo da trajetória, dividiu o palco com Carey Bell, Hubert Sumlin, Jesse Harris, Tony Coleman e Annika Chambers.

Luciano Leães recebeu quatro Prêmios Açorianos e participou de festivais como o Montreal Jazz Festival, New Orleans Jazz Fest e Lucerne Blues Festival. Em 2013, abriu o show de Elton John em Porto Alegre.

Serviço

  • O quê: Mardi Grezz
  • Quando: Quarta-feira, 13 de fevereiro, às 21h
  • Onde: Grezz (Rua Almirante Barroso, 328, em Porto Alegre)
  • Quanto: os ingressos são gratuitos e devem ser retirados pela plataforma Sympla
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 116 Visualizações
Cultura

Porto do Som lança single “Perrenguinho” com o Grupo Chocolate

Por Jonathan da Silva 10/02/2026
Por Jonathan da Silva

A banda Porto do Som lança nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, o single inédito “Perrenguinho”, com participação do Grupo Chocolate, em todas as plataformas digitais. O lançamento faz parte do projeto audiovisual “Imersão 360°”, gravado em Dois Irmãos, que marca os 26 anos de carreira do grupo.

A faixa integra o mais recente DVD da banda e reúne a Porto do Som e o Grupo Chocolate em uma colaboração que une diferentes estilos dentro da música popular.

Projeto Imersão 360°

O DVD “Imersão 360°” foi gravado em Dois Irmãos e propõe uma experiência audiovisual com captação imersiva e estrutura técnica voltada à proximidade entre artistas e público. O trabalho celebra os 26 anos da Porto do Som e conta com participações de Rainha Musical, Brilha Som, Nave Som, Banda Rosas e Grupo Chocolate.

Antes de “Perrenguinho”, o projeto já havia lançado o single “A Dançar”, em parceria com a Banda Rosas, além de uma releitura ao vivo de “5 Dias”, música do repertório da banda.

Porto do Som

A Porto do Som soma mais de 14 milhões de visualizações no YouTube, 25,5 milhões de streams no Spotify e cerca de 200 mil ouvintes mensais na plataforma. A banda também prepara a circulação da turnê “Imersão 360°” por diferentes regiões do país.

Disponibilidade

“Perrenguinho”, da Porto do Som com participação do Grupo Chocolate, estará disponível em todas as plataformas digitais a partir desta quinta-feira, 12 de fevereiro. Mais informações estão sendo divulgadas pelo perfil @portodosom_oficial nas mídias sociais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Cultura

Casa da Orquestra avança na primeira etapa com entrega do estudo técnico de caracterização do imóvel histórico

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

O projeto da Casa da Orquestra deu um passo decisivo com a entrega dos Levantamentos e do Estudo Técnico de Caracterização do Antigo Salão Schmitt-Streb. Esta é a primeira etapa do Projeto de Restauro Arquitetônico encomendado pelo Instituto Arlindo Ruggeri (IAR) para o restauro do imóvel histórico localizado no bairro Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo (RS). Depois de requalificado, ele abrigará os projetos desenvolvidos pelo IAR, incluindo a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo. O documento, produzido nos últimos meses pela equipe do arquiteto Jorge Stocker Jr., reúne o levantamento da edificação realizado com laser scanner 3d, além de análises históricas, arquitetônicas, estruturais e estratigráficas que servirão de base para as próximas etapas do restauro.

O trabalho mostra características originais de uma edificação profundamente modificada ao longo do século XX, mas que ainda mantém camadas importantes de sua história. Segundo Stocker, a principal descoberta está justamente na possibilidade de recompor elementos da fachada original. “Tínhamos dúvida se conseguiríamos restaurar o padrão construtivo da casa, tão descaracterizada ao longo do tempo”, explica o arquiteto. “Encontramos uma base de coluna que vai nos ajudar a reconstituir parte da decoração da fachada. Encontrar esses elementos remanescentes foi um achado porque nos permite propor uma restauração qualificada.”

A pesquisa também revelou surpresas na fachada dos fundos do imóvel, onde intervenções mais recentes haviam ocultado completamente seu aspecto original. “Na fachada dos fundos, sobre a qual não se tinha ideia em função de um anexo construído, encontramos grandes arcos de varanda. Não esperávamos esse tipo de arcos amplos. Essa descoberta muda nossa compreensão da composição original e nos direciona para que possamos deixar o restauro ainda mais respeitoso ao aspecto idealizado pelos seus construtores”.

Diagnóstico do estado de conservação

A etapa entregue ao Instituto reúne levantamento arquitetônico, histórico, análise iconográfica, prospecções cromáticas, estudo das estruturas e documentação fotográfica do imóvel e do seu entorno. Trata-se de uma investigação que parte das camadas de pintura e reboco até a leitura da evolução arquitetônica, relacionando a história da casa ao desenvolvimento urbano de Hamburgo Velho.

De acordo com Stocker, o diagnóstico mostra que boa parte dos danos atuais não decorre apenas do abandono, mas de intervenções sucessivas que alteraram o comportamento estrutural da edificação. “Há uma estrutura de concreto acrescentada no século XX que está danificando a alvenaria. O diagnóstico é fundamental para entendermos o que precisa ser retirado e como estabilizar o sistema construtivo original”, explica.

Com o estudo de retirada de partes incompatíveis com o bem tombado concluído, a equipe passa agora a estudar as possibilidades de reorganização do conjunto arquitetônico e das novas estruturas que deverão ser implantadas. “Com as demolições, estamos pensando as novas configurações e o novo anexo que será construído para dar conta das necessidades do Instituto”, completa Stocker.

Transformar a história em futuro

Para o Instituto Arlindo Ruggeri, o estudo técnico é uma etapa simbólica: marca o início concreto da recuperação de um dos imóveis mais emblemáticos de Hamburgo Velho e o início dos trabalhos que permitirão devolver vitalidade cultural a esse patrimônio. “Estamos falando de um imóvel histórico no coração de Hamburgo Velho, que tem tudo para se tornar um polo de cultura, educação musical e memória. Esse estudo reafirma que o restauro é possível e que estamos no caminho certo. Para nós, é emocionante ver ganhar forma um espaço que acolherá ensaios, formação musical e a vida cotidiana das nossas orquestras”, afirma o diretor artístico da OSNH, Gustavo Müller.

Com a etapa de caracterização concluída, o próximo estágio envolverá a elaboração das diretrizes de restauro e do projeto arquitetônico que definirá tanto a recuperação das partes históricas quanto as novas instalações necessárias ao funcionamento do Instituto. A expectativa é que, ao final do processo, o antigo Salão Schmitt-Streb recupere seu valor histórico e simbólico, tornando-se a Casa da Orquestra, um espaço de criação, formação e encontro da música hamburguense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 54 Visualizações
Cultura

Porto Verão Alegre encerra 27⁠ª edição comemorando crescimento de público e impactos positivos na economia criativa

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Consolidado como um dos maiores e mais representativos festivais multiculturais do Brasil, o Porto Verão Alegre encerra sua 27⁠ª edição com muitos motivos para comemorar. Em um mês intenso de programação, o evento ocupou 17 espaços culturais da capital gaúcha, recebendo cerca de 40 mil espectadores em suas plateias. 144 atrações passaram pelos palcos do festival, entre peças teatrais, shows musicais e performances de dança para públicos de diferentes idades. Ao todo, foram 246 sessões realizadas entre os dias 8 de janeiro e 8 de fevereiro, abrigando montagens de diversos estilos, de comédias, stand-ups, dramas e musicais a espetáculos de dança, infantis, espíritas, de ilusionismo e experimentais, diversos deles com acessibilidade, com recursos de audiodescrição e tradução para Libras.

“Entregar mais uma edição do Porto Verão Alegre nos deixa com aquele sorriso meio bobo de quem sabe que está aprontando alguma coisa boa. É uma felicidade que mistura emoção, alívio, cansaço gostoso e orgulho. Orgulho de ver a cidade novamente ocupada por artistas, plateias diversas, risadas, aplausos e encontros. O festival segue fiel ao que sempre foi: inclusivo, acessível, com ingressos pensados para caber no bolso e, sobretudo, para caber na vida real das pessoas”, avalia Zé Victor Castiel, um dos organizadores do evento.

O evento, que surgiu em 1999 para gerar trabalho para a classe artística em um momento em que a cidade ficava praticamente parada, também foi responsável por impactar positivamente a economia da capital gaúcha em mais um ano. Somente nesta edição, o Porto Verão Alegre gerou mais de 1,5 mil postos de trabalho diretos e 5 mil indiretos, envolvendo profissionais que vão muito além dos que estão em cima do palco, como também equipes de produção, técnica, administração, comunicação e transporte.

“Atrizes, atores, músicos, escritores, bailarinas, bailarinos, cineastas, técnicos e todos os outros ‘invisíveis indispensáveis’ transformam um festival como o Porto Verão Alegre numa espécie de organismo vivo, que respira ideias, transpira emoção e insiste em existir mesmo quando o mundo sugere o contrário. É essa gente, absolutamente necessária, que faz o festival pulsar de verdade”, destaca Rogério Beretta, coidealizador e organizador do evento.

Em seu 27º ano consecutivo de atividades, o festival foi além de clássicos do teatro gaúcho, trazendo para a capital gaúcha importantes nomes que circulam pelo centro do país, como Thiago Lacerda, Nany People e Grace Gianoukas, além de ampliar a presença de atrações musicais em sua agenda. O evento recebeu nomes como Arrigo Barnabé, a banda Maskavo e o duo formado por André Abujamra e Marcos Suzano, além de promover reencontros com músicos como Nei Lisboa, Renato Borghetti e Kleiton & Kledir, e realizar a estreia da nova turnê de Duca Leindecker e o show comemorativo de 40 anos da Graforréia Xilarmônica.

A edição 2026 ainda trouxe novidades, como um palco dedicado à brasilidade. Durante as quintas-feiras do mês de janeiro, o Grezz se transformou no Palco Petrobras, reunindo importantes nomes da música brasileira, entre eles Chico Brown, filho de Carlinhos Brown e neto de Chico Buarque. Ainda passaram por lá as cantoras Andréa Cavalheiro e Glau Barros, uma apresentação intimista de Thedy Corrêa, e a fusão de estilos de Paola Kirst com o Kiai Grupo.

Também estrearam na programação o Teatro Simões Lopes Neto e o Galpão Floresta Cultural, que se juntaram aos outros espaços que já participaram do festival em outros anos – o Bar do Nito, o Bar Ocidente, a Casa de Espetáculos, o Centro Histórico-Cultural Santa Casa, o Instituto Ling, o Teatro do Goethe-Institut, o Teatro AMRIGS, o Teatro CIEE-RS Banrisul, o Teatro Oficina Olga Reverbel, o Teatro Unisinos e a Zona Cultural, além do Teatro Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mario Quintana; e o Teatro Renascença e a Sala Álvaro Moreyra, ambos no Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues.

O 27º Porto Verão Alegre foi apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, com Lei de Incentivo à Cultura. Teve como patrocinador apresentador a Petrobras, patrocínio Master do Banrisul, patrocínio Gold da Vero e patrocínio de Unisinos, Zaffari e Crown Embalagens. O festival teve apoio de Fraport, Grupo RBS, Panvel, SengeRS e Unimed e apoio cultural do Instituto Ling. Foi realizado pela Mais Produções, Mezanino Produções, Gana&Voga e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro. Onde tem patrocínio, tem Governo do Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Cultura

Sedac lança edital da LIC e prevê R$ 70 milhões para 250 projetos em 2026

Por Jonathan da Silva 09/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul (Sedac) lançou o primeiro edital de 2026 da Lei de Incentivo à Cultura (LIC) nesta quinta-feira (5), voltado a eventos culturais do segundo semestre. A pasta também anunciou um calendário com quatro editais ao longo do ano, prevendo a seleção de 250 projetos e investimento de R$ 70 milhões por meio de captação com abatimento de ICMS.

O lançamento do Edital 05/2026 – Eventos Culturais do 2º Semestre de 2026 ocorre junto à publicação da Instrução Normativa 01/2026, tornada pública em 29 de janeiro, que estabelece o cronograma anual do mecanismo.

O governo do Estado, por meio da Sedac, segue fortalecendo os mecanismos de fomento à cultura com o lançamento do primeiro de quatro certames da LIC previstos para 2026 e com a divulgação prévia do calendário anual de editais. A medida busca facilitar o planejamento dos agentes culturais interessados em buscar financiamento para seus projetos e reforçar nosso compromisso com uma política pública transparente, acessível e necessária”, destacou o secretário estadual da Cultura, Eduardo Loureiro.

Primeiro edital do ano

O edital lançado é direcionado ao incentivo de 135 eventos culturais com realização prevista para o segundo semestre de 2026. As inscrições ficam abertas das 10h de quinta-feira (5) até as 16h59min de 31 de março, pela página do Pró-Cultura RS. O valor disponibilizado para captação chega a R$ 41 milhões, distribuído entre duas categorias: eventos culturais setoriais e eventos culturais temáticos.

A categoria de eventos setoriais contempla festivais, mostras e outras ações ligadas a diferentes setores culturais, independentemente do número de edições já realizadas, exceto iniciativas itinerantes e de circulação. Há vagas asseguradas para artes cênicas (8), artes visuais (4), audiovisual (3), culturas populares (5), literatura (8) e música (22). Cada projeto pode solicitar entre R$ 100 mil e R$ 350 mil.

Mudanças nas regras

Em relação ao edital de 2025, duas alterações foram feitas para os eventos setoriais. A primeira é a possibilidade de participação de projetos em primeira edição. A segunda trata dos percentuais obrigatórios de financiamento complementar, já que a LIC não cobre a totalidade dos custos: os índices passam a ser de 10% para eventos com até cinco edições, 20% para até 10 edições e 30% para mais de 10 edições.

Eventos temáticos

A linha de eventos temáticos abrange atividades artístico-culturais em festas populares tradicionais e programações culturais em eventos municipais e regionais, também sem exigência de número mínimo de edições anteriores. O edital garante vagas para celebrações religiosas (20), celebrações típicas (5), festas e feiras (13) e festejos farroupilhas (17).

Nessa categoria, os valores solicitados devem variar entre R$ 50 mil e R$ 200 mil, com obrigatoriedade de destinar ao menos 60% do recurso à remuneração de atividades artísticas e criativas.

Além das vagas asseguradas, 30 vagas adicionais serão distribuídas entre eventos setoriais e temáticos com base em critérios de regionalização e de equilíbrio entre as categorias. A divulgação dos projetos contemplados está prevista até 16 de junho.

Calendário anual

De acordo com a Instrução Normativa 01/2026, a Sedac lançará quatro editais da LIC neste ano. O cronograma prevê inscrições para Eventos Culturais do 2º Semestre de 2026 em fevereiro e março; Patrimônio e Espaços Públicos de Cultura em abril e maio; Produção e Fruição Cultural em junho e julho; e Eventos Culturais do 1º Semestre de 2027 em agosto e setembro.

A distribuição de vagas considera o desempenho da LIC em 2025 e reserva cerca de 25% do total para equilibrar a demanda entre áreas e segmentos e ampliar a descentralização regional dos recursos.

Resultados da LIC em 2025

No ano passado, por meio de quatro editais, a Sedac recebeu 1.170 inscrições na LIC, das quais 244 foram contempladas. O limite anual de R$ 70 milhões foi totalmente executado, com participação de 397 empresas em 984 patrocínios. Os repasses adicionais incentivados e não incentivados destinados ao Fundo de Apoio à Cultura (FAC) superaram R$ 18 milhões e R$ 4 milhões, respectivamente.

O que é a LIC

A LIC é um mecanismo de fomento indireto que permite às empresas destinar parte do ICMS devido ao patrocínio de projetos culturais aprovados pela Sedac. O instrumento foi criado pela Lei 10.846/1996 e atualmente é regido pela Lei 13.490/2010, que instituiu o Sistema Estadual Unificado de Apoio e Fomento às Atividades Culturais (Pró-Cultura RS), voltado à aplicação de recursos de fomento direto e indireto nas políticas públicas de cultura.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 132 Visualizações
Cultura

Margs abre duas exposições sobre Nervo Óptico e Carlos Pasquetti

Por Jonathan da Silva 09/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), instituição da Secretaria da Cultura do Estado (Sedac), realiza nos primeiros meses de 2026 duas exposições interligadas em Porto Alegre, “Carlos Pasquetti – Espaços para esconderijos” e “Nervo Óptico 50 anos – Um manifesto”. O objetivo é de revisitar marcos históricos da instituição e da arte contemporânea no sul do Brasil, a partir de pesquisas curatoriais e de obras e documentos reunidos em mostras abertas ao público com entrada gratuita.

História do grupo Nervo Óptico

A exposição “Nervo Óptico 50 anos – Um manifesto” relembra a mostra-manifesto realizada em 1976 no Margs por um grupo de artistas que passou a ser denominado Nervo Óptico. Na época, o museu funcionava no Edifício Paraguay, na avenida Salgado Filho, em Porto Alegre. O evento, intitulado “Atividades continuadas”, incluiu apresentação de trabalhos, debates e a leitura de um manifesto assinado coletivamente. Em abril de 1977, os artistas lançaram o cartazete “Nervo Óptico”.

A mostra atual reúne trabalhos e documentação do período de atuação coletiva do grupo, que se estendeu até 1978, provenientes de coleções pessoais e de acervos institucionais. A curadoria-geral é do diretor do museu, Francisco Dalcol, em interlocução com os artistas Clovis Dariano, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos. A exposição permanece em cartaz até 26 de abril, no 2º andar do Margs.

Retrospectiva de Carlos Pasquetti

Em diálogo com a mostra sobre o grupo, o museu apresenta “Carlos Pasquetti – Espaços para esconderijos”, retrospectiva dedicada ao artista Carlos Pasquetti (1948–2022), que integrou o Nervo Óptico. Um mês antes da exposição-manifesto de 1976, Pasquetti teve sua primeira individual apresentada pelo Margs, agora revisitada. A exposição reúne obras de acervos institucionais e coleções particulares, trabalhos históricos recuperados e propostas inéditas realizadas a partir de projetos deixados pelo artista. A iniciativa é promovida pelo Margs em colaboração com o Acervo Pasquetti, mantido pela família do artista. A curadoria é do diretor do museu, Francisco Dalcol, e dos curadores convidados Alexandre Copês e Nelson Azevedo. A mostra segue até 29 de março, no 1º andar do museu.

Programa expositivo

As duas exposições integram o programa “História do Margs como história das exposições”, por meio do qual a instituição desenvolve pesquisas sobre sua trajetória, acervo e artistas que expuseram no museu, com foco em episódios e mostras do passado e suas repercussões.

Visitação

O Margs informa que o plano de recuperação, exposições e atividades educativas conta com patrocínio direto do Banrisul e patrocínios via Lei de Incentivo à Cultura Federal do Santander, da Hyundai e da EDP. As exposições podem ser visitadas de terça-feira a domingo, das 10h às 19h, com último acesso às 18h, nos 1º e 2º andares do museu, localizado na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre. Visitas mediadas devem ser agendadas pelo e-mail educativo@margs.rs.gov.br. A entrada é gratuita.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 71 Visualizações
Cultura

Campeões do Crioulaço são definidos após 12 horas de disputa em Vacaria

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Depois de mais de 12 horas de competição de alto nível técnico, quatro duplas dividiram o prêmio maior do Crioulaço no Rodeio de Vacaria entre as 200 que participaram da prova no Parque de Rodeios Nicanor Kramer da Luz, compartilhando o prêmio de R$ 60 mil após 23 voltas de final.

Um dos vencedores foi o ginete Gilson Santos, que destacou a importância de uma prova exclusiva de Cavalo Crioulo no maior torneio de laço do Rio Grande do Sul. O ginete competiu com a égua Herança da Santa Elfrena, exemplar que também conquistou o título de Melhor Égua de Laço na disputa. A dupla foi composta por Israel Freitas e Pampeana dos Três Pastores (Box 82). “Comecei a laçar aos seis anos de idade, foi uma satisfação muito grande participar do Crioulaço. Foi uma laçada maravilhosa, o gado estava muito bom. É ótimo ver o Cavalo Crioulo em uma das maiores laçadas do Rio Grande do Sul”, comemora Santos.

As outras três duplas vencedoras foram Pompílio Ramos, com Presilha da Santo Anjo, e Gustavo Sartorelli, com Penumbra da Fazfar (Box 161); Lucas Vanaz, com Don Basto Hecho a Mano, e Alan Ferraz, com Sobradinho Campero, (Box 118); e Adrian Pereira, com Catanduva Sentença, e Leandro Rafaeli, com Maragata do Cipó, (Box 112).

Promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), esta é a segunda vez que o Crioulaço integra a programação do rodeio. Segundo o presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, é muito importante a participação da associação em provas que envolvem a raça Crioula. “É uma satisfação voltar à Vacaria, não como competidor, mas como representante dessa entidade que tanto amamos. É gratificante ver o nível que o evento alcançou, cada vez mais tradicional e qualificado. Grande volume de participantes e de público. Com certeza, o Crioulaço é uma das nossas modalidades mais importantes”, afirmou o dirigente, que acompanhou pessoalmente as disputas.

Mudanças tecnológicas na competição

Neste ano, a participação do Cavalo Crioulo nas provas do 36º Rodeio de Vacaria contou com uma parceria inovadora entre a ABCCC e o Mundo do Laço, sistema especializado em eventos de Laço Comprido e rodeios. A partir da união, a realização de inscrições e acompanhamento de resultados das modalidades promovidas pela associação puderam ser acompanhados no endereço mundodolaco.com. A medida garante mais agilidade nas inscrições, maior confiabilidade na conferência dos animais e rapidez na apresentação dos resultados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 148 Visualizações
Cultura

Festa da Uva começa a receber as primeiras uvas que serão distribuídas gratuitamente

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

A Festa da Uva iniciou o recebimento das uvas que serão distribuídas gratuitamente ao público durante a edição de 2026, que acontece de 19 de fevereiro a 8 de março no Parque de Eventos Mário Bernardino Ramos, em Caxias do Sul.

Até o momento, o volume total entregue pelos produtores locais soma cinco toneladas, que estão sendo armazenadas em câmara fria na Propriedade Zanette Produção e Seleção de Frutas, em São Gotardo, para garantir qualidade no momento da distribuição.

O registro da etapa de recebimento contou com a presença da rainha Elisa D’Mutti e das princesas Letícia Comin e Júlia Scopel, além das embaixatrizes Évelen Gonzaga de Morais e Jovana Ecker Varela, que acompanharam os trabalhos no local.

Os valores pagos aos agricultores variam conforme a classificação da fruta: R$ 4,00 o quilo da uva convencional, R$ 5,00 o quilo da uva protegida e R$ 6,50 o quilo da uva orgânica.

A participação ativa dos produtores na entrega da fruta reforça o papel da agricultura familiar e da produção frutícola na construção da experiência comunitária da Festa da Uva, que integra tradição, cultura e identidade local.

A 35ª edição da Festa Nacional da Uva é realizada com incentivo da Lei Rouanet do Ministério da Cultura do Brasil e financiada pela Lei Pró-Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. A Festa da Uva 2026 conta com o patrocínio de HDI Seguros, Banrisul, Marcopolo, RandonCorp, Sicredi Pioneira, Sulgás, Supermercados Andreazza, Unimed Serra Gaúcha, Vantajão Atacado, Vero e Sulcorte. O evento tem como apoiadores FSG – Centro Universitário, Fusopar, CSG, Orquídea, Sanmartin, Biglia Advocacia, Eaton, Mebrafe, DRSUL Nissan, Susin Francescutti, Ou, Soprano, BRDE, Agrimar, PHD Guindastes, Global Prime Wood, Guinchos Vanin, Weloze, Dallemole Estruturas Metálicas e Consevitis-RS. A realização da Festa da Uva é da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul e do Ministério da Cultura – Governo Federal – ao lado do povo brasileiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 123 Visualizações
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