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Instabilidade gerada por crise na Venezuela impõe cenário de cautela para indústria gaúcha, avalia Fiergs

Por Marina Klein Telles 07/01/2026
Por Marina Klein Telles

O Sistema Fiergs avalia que o agravamento das tensões entre Estados Unidos e Venezuela, intensificadas após a captura de Nicolás Maduro no último fim de semana, impõe um cenário de cautela e pode repercutir nos negócios da indústria gaúcha, ao ampliar a sensação de insegurança e instabilidade na região, mesmo que os impactos diretos sejam restritos.

Para o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, episódios como esse tendem a elevar o grau de incerteza nos mercados, com efeitos sobre custos de produção e decisões de investimento. “A relação comercial com a Venezuela já não tem hoje o peso que teve no passado. Houve um período em que a indústria de transformação do Rio Grande do Sul, especialmente máquinas e equipamentos, teve uma presença muito forte nesse mercado, o que se perdeu ao longo dos anos”, afirma.

Dados do Conselho de Comércio Exterior (Concex) e da Unidade de Estudos Econômicos (UEE) do Sistema Fiergs indicam que as relações comerciais entre o Rio Grande do Sul e a Venezuela vem apresentando clara deterioração ao longo dos anos. Entre janeiro e novembro de 2025, o país caribenho respondeu por apenas 0,5% das exportações gaúchas (US$ 97,4 milhões) e 0,2% das importações (US$ 21 milhões), ocupando, respectivamente, a 34ª e a 42ª posições no ranking estadual.

O desempenho contrasta com o observado há cerca de uma década, quando a Venezuela figurava como o oitavo principal destino das exportações do estado, concentrando aproximadamente 2,4% das vendas externas (US$ 446,9 milhões). Desse total, 86,6% das exportações tinham origem na indústria de transformação.

A perda de espaço foi ainda mais expressiva em alguns segmentos industriais. As exportações de veículos, tratores, máquinas e equipamentos, que somaram US$ 216,9 milhões em 2011, recuaram para cerca de US$ 9 milhões em 2024, o que representa uma retração próxima de 95,8%. Apesar disso, o Rio Grande do Sul segue respondendo por cerca de 13% das exportações brasileiras destinadas à Venezuela, mantendo-se como o segundo maior exportador e o quarto maior importador entre os estados nesse fluxo.

Atualmente, as vendas gaúchas para o mercado venezuelano estão fortemente concentradas no agronegócio e na indústria de alimentos. Os cereais, com destaque para o arroz, representam 51,5% das exportações. No sentido inverso, 96,2% das importações são compostas por adubos e fertilizantes. “O arroz é um caso sensível. O estado enfrenta preços pressionados, mercado interno saturado e a entrada de uma nova safra. A Venezuela sempre foi um destino importante, e qualquer instabilidade adicional afeta diretamente esse equilíbrio.”, ressalta Bier. Setores como o tabaco e a indústria moveleira da serra gaúcha também figuram entre os mais expostos a esse tipo de instabilidade.

O presidente do Sistema Fiergs manifesta ainda a expectativa de que o cenário se estabilize no curto prazo e de que haja avanços socioeconômicos na Venezuela. “Esperamos uma normalização da situação. Há diferentes caminhos possíveis, como novas eleições, acordos internacionais ou entendimentos sobre o petróleo venezuelano. A tendência é de recuperação. Para a economia e a população da Venezuela, é improvável que a situação se agrave ainda mais.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 158 Visualizações
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Exportações de carne de frango confirmam projeções positivas e fecham ano com alta de 0,6%

Por Marina Klein Telles 07/01/2026
Por Marina Klein Telles

Após superar um dos momentos mais desafiadores da história do setor produtivo, a avicultura brasileira encerra o ano de 2025 com boas notícias. De acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram, no ano, 5,324 milhões de toneladas ao longo dos 12 meses de 2025, volume que supera em 0,6% o total exportado em 2024, com 5,294 milhões de toneladas — estabelecendo novo recorde para as exportações anuais do setor.

O resultado foi consolidado pelos embarques realizados durante o mês de dezembro. Ao todo, foram embarcadas 510,8 mil toneladas de carne de frango no período, volume 13,9% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2024, com 448,7 mil toneladas.

Com isso, a receita total das exportações de 2025 alcançou US$ 9,790 bilhões, saldo 1,4% menor em relação ao registrado em 2024, com US$ 9,928 bilhões. Apenas no mês de dezembro, foram registrados US$ 947,9 milhões, número 10,6% maior em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 856,9 milhões. “O ano foi marcado pela resiliência do setor e pela superação de um dos maiores desafios da história da avicultura nacional, com o registro de um foco, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais. Fechar o ano com resultados positivos, conforme previu a ABPA, é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026, ampliando a presença brasileira no mercado global, em compasso com a produção do setor esperada para o ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino das exportações de carne de frango em 2025, os Emirados Árabes Unidos importaram 479,9 mil toneladas (+5,5% em relação a 2024), seguidos pelo Japão, com 402,9 mil toneladas (-0,9%), Arábia Saudita, com 397,2 mil toneladas (+7,1%), África do Sul, com 336 mil toneladas (+3,3%), e Filipinas, com 264,2 mil toneladas (+12,5%).

“O restabelecimento total dos embarques após os impactos da Influenza Aviária já sinaliza positivamente nos números das exportações. É o caso dos embarques para a União Europeia, que registraram alta de 52% nos volumes exportados em dezembro, e da China, que, em um curto período, já importou 21,2 mil toneladas. São indicadores que projetam a manutenção do cenário positivo para o ano de 2026”, ressalta Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 102 Visualizações
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Comércio de Santa Cruz do Sul amplia horário para impulsionar vendas de Natal

Por Jonathan da Silva 17/12/2025
Por Jonathan da Silva

O comércio varejista de Santa Cruz do Sul iniciou nesta quarta-feira (17) um horário estendido de atendimento como estratégia para a reta final das vendas natalinas. As lojas da cidade funcionarão até as 21h nos dias 17, 18 e 19, até as 19h no sábado, dia 20, e das 16h às 22h no domingo, 21, conforme calendário divulgado pelo setor.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região, Mauro Spode, avalia que o período combina renda disponível, hábito cultural e ambiente urbano preparado. “Existe uma tradição muito forte de ir às lojas à noite neste período, de circular pelo centro, comparar produtos e aproveitar o clima de Natal. O comércio está organizado para receber bem, com vitrines atrativas, variedade e atendimento qualificado. Esse conjunto cria um ambiente propício para transformar intenção em venda”, afirma Spode.

Pesquisa de final de ano

A expectativa positiva também se apoia na Pesquisa de Final de Ano 2025 da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), que aponta um ticket médio de R$ 166,93 por presente e um gasto total estimado de R$ 742,43 por consumidor no estado, com predominância das compras no comércio de rua. Para Mauro Spode, os números indicam um consumo cauteloso, porém consistente, impulsionado pela circulação do 13º salário e pela proximidade do Natal.

Estratégias para potencializar as vendas

A executiva do Sindilojas-VRP, Gicele de Arruda, ressalta que o cenário exige ações estratégicas dos lojistas. “O consumidor chega mais informado, transita entre o on-line e o presencial e valoriza confiança. As lojas que comunicam bem nas redes, utilizam ferramentas digitais para facilitar a venda e mantêm equipes preparadas tendem a se destacar. O horário estendido amplia oportunidades, mas a estratégia é o que transforma movimento em faturamento”, pontua Gicele.

Calendário completo do horário especial

Nos dias 22 e 23 de dezembro, o comércio permanecerá aberto até as 22h. Na véspera de Natal, dia 24, e na véspera de Ano-Novo, 31, o funcionamento será até as 16h.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/12/2025 0 Comentários 192 Visualizações
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Indústria Sulboro inaugura unidade de R$ 25 milhões em Montenegro

Por Jonathan da Silva 16/12/2025
Por Jonathan da Silva

A empresa Sulboro inaugurou nesta terça-feira (16) uma nova unidade no Distrito Industrial de Montenegro, com um investimento de R$ 25 milhões. A inauguração da fábrica, que desenvolve soluções à base de boro para a agricultura, contou com a presença do prefeito Gustavo Zanatta (Republicanos) e integra a estratégia de expansão da empresa, que também possui uma unidade em Canoas.

O coquetel de lançamento reuniu autoridades, empresários e convidados. A solenidade foi conduzida pelos diretores da Sulboro, Fábio Barp, Filipe Barp e Elton Alessi, além do fundador do grupo, Teovino Barp. Após a cerimônia, os participantes realizaram um tour para conhecer as dependências e os processos produtivos da nova unidade. Estiveram presentes representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, do diretor municipal de Indústria e Comércio de Montenegro, Junior Schneider, e do gerente de Contratos e Convênios, Silvio Kaél, além de lideranças empresariais.

Impacto local

O prefeito Gustavo Zanatta destacou a importância do empreendimento para o município. “A Sulboro representa o tipo de parceria que buscamos fortalecer: uma empresa sólida, comprometida com o desenvolvimento e com soluções que impactam positivamente a produção de alimentos”, afirmou o chefe do executivo montenegrino, que ressaltou que o município ofereceu incentivos fiscais e recursos para a preparação do terreno, e que a empresa contribui com a geração de empregos.

O prefeito também mencionou o contexto de desenvolvimento do município, lembrando que Montenegro alcançou a 10ª posição no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal no Rio Grande do Sul em 2025, resultado de investimentos em saúde, educação e geração de emprego.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2025 0 Comentários 156 Visualizações
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Exportações industriais do RS para os EUA caem 39% em quatro meses

Por Jonathan da Silva 16/12/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul para os Estados Unidos recuaram 39% nos últimos quatro meses, de agosto a novembro de 2025, período em que estão em vigor novas tarifas norte-americanas. De acordo com um estudo especial do Sistema Fiergs divulgado nesta terça-feira (16), 88% dos produtos industriais gaúchos continuam fora das listas de isenção tarifária, tornando o RS o estado mais afetado entre os cinco maiores exportadores para o mercado americano.

As vendas externas da indústria gaúcha para os Estados Unidos somaram US$ 393,8 milhões no período de agosto a novembro, uma queda de US$ 252,1 milhões em comparação com os mesmos quatro meses de 2024. O presidente da Fiergs, Claudio Bier, manifestou preocupação com a situação. “A permanência das taxações em segmentos da indústria que impactam diretamente a produção gaúcha nos preocupa e gera insegurança, comprometendo investimentos, faturamento e geração de empregos nas empresas, especialmente em um cenário de incertezas na economia doméstica”, afirmou Bier.

Estratégia de compensação em outros mercados

Enquanto as vendas aos EUA caíram drasticamente, os embarques para os demais mercados apresentaram um crescimento de 2,5% em receita no mesmo período de quatro meses. Esse avanço foi sustentado por um aumento de 318,5% nas quantidades exportadas, acompanhado por uma queda de 75,8% nos preços médios. Segundo a pesquisa, esse movimento indica uma estratégia das empresas para reduzir perdas no curto prazo, aumentando o volume de vendas a preços menores para outros países.

Influência no resultado geral de novembro

O fraco desempenho no mercado norte-americano impactou diretamente o resultado geral das exportações industriais do estado em novembro, contribuindo com um efeito negativo de 4,2 pontos percentuais. No mês passado, as exportações totais da indústria de transformação gaúcha recuaram 11,9% na comparação com novembro de 2024, somando US$ 1,4 bilhão. Apenas sete dos 23 segmentos industriais pesquisados registraram crescimento no mês, com destaque negativo para Alimentos (-20%), Tabaco (-20,5%) e Produtos de metal (-45,5%). O setor de Máquinas e equipamentos teve o principal resultado positivo, com alta de 39,6%.

Acumulado do ano

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, as exportações da indústria gaúcha totalizaram US$ 15,1 bilhões, mantendo uma trajetória de crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, o estudo aponta sinais de desaceleração ao longo do segundo semestre. O desempenho mais robusto foi observado no primeiro trimestre, com crescimento de 5,8%. O período de agosto a novembro de 2025 registrou queda de 1,9% nas vendas externas totais do estado, sendo que os Estados Unidos foram responsáveis por -4,2 pontos percentuais desse resultado negativo.

O tarifaço

As tarifas americanas que impactam as exportações brasileiras consistem em uma sobretaxa de 40% somada a uma alíquota já existente de 10%, totalizando 50% para a maioria dos produtos. O estudo do Observatório da Indústria aponta que, em 2024, apenas 12% do valor total exportado pelo Rio Grande do Sul para os Estados Unidos estava coberto por algum tipo de isenção tarifária. Essa é a menor taxa de cobertura entre os cinco estados brasileiros que mais exportam para os EUA, deixando 88% das exportações industriais gaúchas expostas às tarifas totais.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/12/2025 0 Comentários 159 Visualizações
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Banrisul anuncia vencedores de programa de aceleração de startups

Por Jonathan da Silva 16/12/2025
Por Jonathan da Silva

O Banrisul anunciou na última semana as startups vencedoras do Banritech Fly, seu programa de aceleração, após o evento “Pitch Day”, realizado na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre. As empresas Celero, do Paraná, Lihai, de Santa Catarina, e Hyven, do Rio Grande do Sul, foram selecionadas por suas propostas consideradas inovadoras e soluções escaláveis, após dois meses de imersão, mentorias e apresentações.

A startup Celero, participante do Desafio Agregador Financeiro PJ, conquistou o primeiro lugar e receberá uma viagem para um evento internacional de sua escolha. A Lihai, do Desafio Programa Fidelidade, ficou em segundo lugar, e a Hyven, do Desafio Gestão de Imóveis, garantiu a terceira colocação. As segundas e terceiras colocadas ganharam participação no Web Summit Rio, com deslocamento e hospedagem incluídos.

Encerramento do ciclo

O diretor de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital do Banrisul, Carlos Malafaia, comentou sobre o encerramento do ciclo. “Chegamos ao fim de mais um ciclo em que buscamos nos aproximar de startups alinhadas ao momento do banco, com soluções prontas para serem aplicadas e escaladas no mercado”, destacou Malafaia.

O CEO da startup vencedora Celero, João Augusto Betenheuzer, ressaltou a qualidade do programa. “Toda a proposta do programa foi sensacional e muito bem conduzida pelo banco e pelo Tecnopuc. Para nós, foi fundamental participar de uma iniciativa com um propósito tão claro”, afirmou Betenheuzer.

Metodologia do programa

Ao longo de dois meses, as startups selecionadas participaram de trilhas estruturadas com encontros coletivos temáticos e sessões de mentoria individual online. Os encontros abordaram conteúdos como jurídico e contratações, experiência do usuário, segurança da informação, marketing, growth e finanças. A líder do Tecnopuc Crialab, Stella Sapper, explicou a dinâmica. “Tivemos uma troca muito rica com as startups ao longo desse período. Cada trilha foi desenhada para oferecer ferramentas práticas, permitindo que testassem e evoluíssem suas soluções, acelerando a curva de aprendizagem e ampliando as chances de gerar inovação aplicável”, destacou Stella.

O que é o Banritech Fly

O Banritech Fly é um programa de aceleração voltado para startups em estágio de tração, desenvolvido pelo hub de inovação do Banrisul, o Banritech, com apoio técnico do Tecnopuc, o Parque Científico e Tecnológico da PUCRS. A iniciativa busca unir a estrutura do banco com a expertise de um ambiente de inovação, envolvendo diversos atores do ecossistema de empreendedorismo e tecnologia do estado.

Foto: Aline Rimolo/Comunica Mais Assessoria/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2025 0 Comentários 179 Visualizações
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Solução para o mercado de trabalho desenvolvida no Feevale Techpark é a grande vencedora do BRDE Labs RS 2025

Por Marina Klein Telles 12/12/2025
Por Marina Klein Telles

Em cerimônia no Kawa Bar, em Porto Alegre, foram conhecidas, na quinta-feira, 11, as quatro startups vencedoras do BRDE Labs RS 2025. Em sua sexta edição, o programa é realizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sendo o quinto ano em parceria com a Universidade Feevale, por meio do Feevale Techpark.

A grande vencedora de 2025 é a Loftytec Softwares, startup incubada no Feevale Techpark em Novo Hamburgo criadora de uma plataforma que visa facilitar a busca por vagas de trabalho. Em forma de rede social, tem o objetivo de aproximar o contato entre candidatos e empregadores. “Nosso propósito maior é trazer mais pessoas para conhecer o Grimpei, para que façam o uso do aplicativo. A nossa base cresceu aqui, principalmente no Vale do Sinos e Porto Alegre, e a nossa ideia é conseguir expandir e abranger todo o nosso estado, nesse primeiro momento, e conseguir levar isso para mais pessoas”, explica o CEO André Fernando Ferreira.

As quatro startups mais bem avaliadas receberam os principais prêmios em dinheiro, que totalizam quase R$ 190 mil. Conheça cada uma:

1° – Loftytec Softwares (Novo Hamburgo), receberá R$ 94 mil: com a plataforma Grimpei, visa resolver a crise de empregabilidade operacional, aproximando candidatos e empregadores
2° – SIAPESQ – Sistema de Inteligência Artificial em Pesquisa Ambiental (Rio Grande), receberá R$ 47 mil: deeptech de blue economy que desenvolve softwares personalizados de IA para monitoramento, conservação e gestão sustentável de fauna, flora e recursos hídricos, tornando a pesquisa ambiental acessível através de modelos de negócios SaaS
3° – Masima – Macunaíma Soluções em Imagens Médicas (Porto Alegre), receberá R$ 29 mil: healthtech direcionada para a análise quantitativa de exames de imagem cerebrais que fornece ferramentas de auxílio diagnóstico para médicos
4° – Grana.ai Tecnologia Ltda (Porto Alegre), receberá R$ 17,8 mil: transforma recebíveis em oportunidades, conectando crédito inteligente a quem mais precisa, com agilidade e segurança

O reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a alegria da Instituição em ser parceira do BRDE, pela quinta vez, nesta iniciativa, que se soma a outras da Universidade e que faz com que o Rio Grande do Sul tenha se destacado em termos de inovação. “E os parques tecnológicos contribuem para este ambiente de inovação e empreendedorismo. No caso do Feevale Techpark, já são mais de 20 anos de operação, fazendo a relação entre pesquisa científica, atividade acadêmica, com o empreendedorismo e a inovação. Temos mais de 120 empresas ligadas ao parque, e essa experiência é a que trazemos para apoiar o BRDE nesse programa, que aqui, hoje, reconhece aquelas startups que participaram do processo no ano de 2025”, declarou.

Representando o governador Eduardo Leite, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, salientou que o BRDE Labs integra um conjunto de ações no sentido de fortalecer a inovação nos mais diferentes setores. “O apoio à inovação representa um eixo central do nosso plano de desenvolvimento. É estratégico para impulsionar a economia e nosso trabalho é de conexão, prospectando novos investimentos, como estamos alcançando no setor de data centers”, frisou ele. O secretário observou ainda que o governo do Estado vem implementando também a inovação no setor público com o propósito de “ganhar em agilidade em todos os processos”.

Para o diretor de Operações do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior, o programa já está consolidado como um importante mecanismo de apoio ao ecossistema de inovação. O banco é referência em termos de financiamento ao setor em toda a região Sul, além de atuar através de fundos de investimento. “O programa aproxima startups do mercado, ajudando a transformar boas ideias em modelos de negócio viáveis. Acelerar startups é impulsionar soluções inovadoras, ampliar a competitividade da nossa economia e reter talentos aqui no nosso Estado”, frisou Ranolfo.

O evento contou, ainda, com as presenças da secretária Relações Institucionais do governo do Estado, Paula Mascarenhas; do diretor de Planejamento do BRDE, Leonardo Busatto; da diretora de Inovação da Universidade Feevale, Manuela Bruxel; do coordenador do Feevale Techpark, Matheus Pereira; e do gerente de Planejamento do banco e coordenador do BRDE Labs RS, Alexander Lietzke.

12/12/2025 0 Comentários 142 Visualizações
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Oportunidades de negócios em Dubai são apresentadas no Prato Principal da ACI

Por Jonathan da Silva 12/12/2025
Por Jonathan da Silva

A cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, foi apontada como um mercado promissor para a exportação de calçados de alto valor agregado e móveis premium brasileiros, durante palestra no evento Prato Principal da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), nesta quinta-feira (11), no Swan Hotel, em Novo Hamburgo. A exposição foi feita pelo diretor de negócios para a América Latina da empresa Decisive Zone, Fernando Xavier, que detalhou dados de mercado e mecanismos de inserção para empresas brasileiras.

Potencial para o setor calçadista

Durante a palestra, Xavier informou que o mercado de calçados em Dubai movimentou US$ 1,26 bilhão em 2024, com projeção de crescimento para US$ 2 bilhões até 2033. Ele atribuiu a expansão a fatores regionais. “O Oriente Médio e África como um todo projetam que o mercado de calçados e artigos de couro ultrapasse o montante de US$ 28 bilhões em breve, impulsionado pelo forte poder aquisitivo, pelo turismo e pela adoção de canais de venda mais modernos”, explicou o especialista.

Móveis de madeira maciça como nicho

Outro segmento destacado foi o moveleiro. O mercado dos Emirados Árabes Unidos é estimado em US$ 4 bilhões ao ano, com Dubai representando cerca de 40% desse valor. Segundo o palestrante, o maior nicho para o Brasil nesse setor é o de móveis de madeira maciça e premium, produtos que têm boa aceitação devido à madeira, ao design e à qualidade.

Acordos comerciais

Xavier também ressaltou que os Emirados Árabes Unidos possuem acordos comerciais com dez países e dois blocos econômicos, totalizando acesso a mais de 2 bilhões de consumidores, incluindo mercados como Índia, Indonésia, Israel e Turquia. O palestrante mencionou que outros acordos, inclusive com países das Américas, estão em andamento. “A partir do momento em que você se instala em Dubai, o seu cartão de visitas passa a ser outro”, afirmou o especialista, destacando a posição estratégica da cidade. Xavier também citou que fundos soberanos dos EAU têm interesse em investir no Brasil.

Missão empresarial programada para 2026

Para viabilizar o contato direto dos empresários com esse mercado, a ACI e a empresa Gramado Premium vão promover uma missão empresarial a Dubai em abril de 2026. A programação inclui contatos com câmaras de comércio, visitas a zonas francas e reuniões com grandes distribuidores locais.

O destino

O palestrante forneceu dados contextuais sobre Dubai, que tem um PIB de US$ 120 bilhões e cujas principais atividades são comércio e logística (25%), serviços financeiros (15%), construção e imobiliário (14%), turismo e hospitalidade (12%), manufatura e indústria leve (10%) e petróleo e gás (2%). A cidade tem 4 milhões de habitantes, sendo 90% expatriados. O regime tributário oferece isenção de imposto de renda para pessoa física, isenção de imposto sobre herança e isenção para consumo de produtos e serviços. Para pessoa jurídica, há isenção para lucros até US$ 100 mil, com alíquota de 9% para o valor que exceder esse limite.

Entrega de certificados e homenagens

Além da palestra, o evento contou com a entrega de certificados aos vice-presidentes da ACI, homenagens aos ex-presidentes da entidade e o descerramento da placa da gestão 2024/2025, comandados pelo presidente da associação, Robinson Klein.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2025 0 Comentários 134 Visualizações
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Desempenho da indústria gaúcha tem quinta queda consecutiva em outubro

Por Marina Klein Telles 12/12/2025
Por Marina Klein Telles

O Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) registrou em outubro a quinta queda consecutiva, com recuo de 1,8% em relação a setembro. Entre os componentes do indicador, as compras industriais apresentaram a maior retração (-6,9%), o que indica expectativa de redução da produção, seja por demanda mais fraca ou por estoques elevados. Os dados foram divulgados na quinta-feira (11) pelo Sistema Fiergs. “A queda da atividade industrial em outubro reflete um ambiente claramente desfavorável, marcado por juros altos, incertezas fiscais e o impacto das tarifas americanas. Sem mudanças nesse panorama, a reversão da trajetória negativa da indústria gaúcha não ocorrerá no curto prazo. A FIERGS seguirá cobrando condições mais favoráveis para que o setor volte a crescer”, afirma o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier.

Outros componentes também tiveram desempenho negativo: faturamento real (-2,6%), emprego (-0,4%) e massa salarial real (-0,2%). Já a utilização da capacidade instalada teve um leve avanço de 0,2 ponto percentual, passando de 78,3% para 78,5%. As horas trabalhadas na produção permaneceram estagnadas.

Acumulado do ano

No acumulado dos 10 primeiros meses de 2025, houve recuo de 0,3% em relação ao mesmo período de 2024. Entre os componentes, registraram alta no ano a massa salarial real (2,7%), as compras industriais (1,3%) e o emprego (1,4%). Já faturamento real (-1,6%), horas trabalhadas na produção (-1,4%) e utilização da capacidade instalada (-1,1 ponto percentual) tiveram queda.

A atividade industrial apresentou comportamento heterogêneo até outubro. Dos 15 segmentos analisados, oito recuaram e sete avançaram. O índice foi pressionado especialmente por Veículos Automotores (-9,9%) e Couros e Calçados (-6,3%). Por outro lado, o desempenho geral foi sustentado por altas expressivas em Equipamentos de Informática e Eletrônicos e Tabaco (ambos 13,2%), além de Máquinas e Equipamentos (12,4%).

Comparação com 2024

Na comparação com outubro de 2024, o IDI-RS caiu 5,2%. O resultado negativo foi influenciado pela retração disseminada entre os componentes do índice. O principal destaque foi a forte queda das compras industriais (-13,7%), sinalizando demanda menor por insumos e maior cautela do setor produtivo. Também contribuíram para o recuo a baixa de 9,6% no faturamento real, a redução de 2,5% nas horas trabalhadas na produção e a perda de dinamismo na utilização da capacidade instalada (UCI), que diminuiu 1,8 ponto percentual. Em sentido oposto, apenas os indicadores relacionados ao mercado de trabalho tiveram desempenho positivo: a massa salarial real cresceu 1,6% e o emprego industrial subiu 0,6%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2025 0 Comentários 109 Visualizações
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FCCS-RS projeta cenário econômico desafiador para 2026

Por Jonathan da Silva 11/12/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS) projetou, em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (10), um cenário econômico desafiador para 2026, com juros altos, câmbio pressionado e crescimento modesto do PIB. A entidade prevê que a taxa Selic deverá permanecer acima de 12%, o câmbio próximo de R$ 6,00 e o crescimento do PIB em torno de 1,5%.

O presidente da FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, e o economista Gustavo Inácio de Moraes apresentaram a análise. Eles apontaram que a redução de juros pode se acelerar no segundo semestre de 2026, mas níveis inferiores a dois dígitos estão “fora de discussão”. “Lamentavelmente, problemas estruturais, como o crescimento de obrigações fiscais, a dificuldade de geração de poupança de fundos emprestáveis e uma carência de mão de obra qualificada compromete o crescimento da economia brasileira, obrigando a conviver com uma expectativa abaixo do seu potencial também em 2026, seja no contexto regional, bem como no nacional”, ressaltou o presidente Vitor Augusto Koch.

O economista Gustavo Inácio de Moraes destacou que a permanência de juros altos em 2025 afetará o mercado de trabalho e que eventuais reduções de juros poderiam causar novas desvalorizações do real. “Não se pode esperar, como tendência, novos recuos na taxa de câmbio, exceto por sinalizações advindas do cenário político. Eventuais reduções de juros, ademais, teriam como impacto novas desvalorizações do real devido a menores ganhos proporcionados pela renda fixa”, ressaltou Moraes.

Balanço do desempenho econômico em 2025

A FCCS-RS avaliou que, em 2025, o Brasil e o Rio Grande do Sul cresceram pouco devido à falta de mão de obra, ausência de políticas públicas proativas, infraestrutura precária e crédito caro. O crescimento do país foi projetado em cerca de 2,25%, enquanto no Rio Grande do Sul ficou em 1,6%. O comércio de bens não duráveis sustentou a atividade, enquanto os duráveis sofreram com juros altos. No estado, o setor de serviços teve desempenho negativo, perdendo atividades para outros estados. “Com juros altos e endividamento das famílias em alta, a contratação de crédito é dificultada., fazendo com que o segmento do comércio de bens duráveis e, portanto, de maior valor agregado tivesse, em 2025,um desempenho baixo nos estados do sul do Brasil”, expressou o presidente da entidade.

Desafios e estratégias para o comércio físico

Koch e Moraes também abordaram os desafios do comércio físico frente ao crescimento das compras online. Eles afirmaram que, para se manter competitivo, o comércio físico deve apostar na qualificação, fazer uso da inteligência artificial e pressionar por políticas públicas que ampliem o poder de compra da população. A entidade avalia que um comércio físico fortalecido poderá contribuir para a revitalização de cidades e bairros, estimulando a geração de renda e a circulação de pessoas.

Aspecto positivo citado para o consumo

Um aspecto positivo citado pela federação para 2026 é a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais, o que, segundo a projeção, pode gerar uma expectativa de vendas um pouco mais robustas no comércio estadual.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2025 0 Comentários 115 Visualizações
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