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Representação sindical evita aumento de ICMS e preserva até R$ 60 mil nas empresas

Por Jonathan da Silva 29/09/2025
Por Jonathan da Silva

A atuação do Sindilojas Vale do Rio Pardo (Sindilojas-VRP), em conjunto com a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), por meio da plataforma Representa+, garantiu a preservação de até R$ 60 mil no caixa de empresas em apenas seis meses de 2024. A economia ocorreu após articulação que impediu o aumento da alíquota de ICMS de 17% para 19%, medida que teria elevado em 11,76% os valores pagos mensalmente em tributos.

De acordo com a Fecomércio-RS, somente em 2024 foram acompanhados 3.122 projetos em tramitação na Câmara dos Deputados, no Senado e na Assembleia Legislativa. Desse total, 331 receberam posicionamento consolidado da entidade, que ampliou a articulação com parlamentares e o Poder Executivo para assegurar os interesses do comércio e dos serviços.

O gerente de relações governamentais da Fecomércio-RS, Lucas Schifino, destacou que a ferramenta Representa+ aproxima os empresários das decisões políticas. “Quando a gente fala vida política parece uma coisa muito distante, mas praticamente todos os dias têm uma lei sendo aprovada que afeta a rotina das nossas empresas, positiva ou negativamente, mais burocracia, mais imposto, coisas que realmente interessam as empresas”, afirmou Schifino.

Impacto direto nas empresas

Segundo cálculos da entidade, em uma empresa com faturamento mensal de R$ 100 mil, a mudança na alíquota teria aumentado a carga tributária de R$ 17 mil para R$ 19 mil, resultando em R$ 12 mil a mais em apenas seis meses. Em empresas de maior porte, a economia chegou a R$ 60 mil no mesmo período.

O presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, ressaltou o papel do sindicato na preservação da competitividade. “Muitas vezes os empresários se perguntam qual é a utilidade de uma entidade. O que ocorreu em 2024 comprova que a representação organizada protege o caixa das empresas, garante competitividade e cria condições para que recursos sejam aplicados em folha de pagamento, estoque e expansão dos negócios”, comentou Spode.

Resultados e participação dos empresários

A análise da Fecomércio-RS apontou que 56% das proposições legislativas em tramitação divergiam dos interesses do setor, enquanto 44% estavam em consonância. Ainda assim, em um cenário considerado desafiador, como os projetos emergenciais após as enchentes de maio de 2024, a entidade obteve 47,2% de taxa de sucesso: dos 2.703 projetos em que pediu apoio, 1.277 tiveram desfecho positivo.

Para Spode, os resultados reforçam a importância da atuação coletiva. “Quando atuamos juntos, os resultados aparecem. É esta unidade que garante conquistas reais e que dá aos empresários a certeza de que suas demandas estão representadas nos espaços de decisão”, afirmou o dirigente.

O que é a plataforma Representa+

O Representa+ é uma ferramenta digital desenvolvida pela Fecomércio-RS que organiza e disponibiliza o acompanhamento de projetos políticos e leis de interesse do varejo e serviços. O acesso é feito por meio do CNPJ da empresa, permitindo sugerir pautas, indicar prioridades e acompanhar em tempo real a atuação junto aos poderes legislativo e executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2025 0 Comentários 194 Visualizações
Business

“Se sua empresa não está crescendo, ela está morrendo”, diz palestrante do Prato Principal

Por Marina Klein Telles 26/09/2025
Por Marina Klein Telles

O empresário Eduardo Cansi, CEO da Apta Resinas e fundador da Mentoria Reborn, foi provocador em sua palestra no Prato Principal da ACI na quinta-feira, 25. “Se sua empresa não está crescendo, ela está morrendo”, disse aos cerca de 160 participantes. Em tom de alerta, destacou que crescer é uma espécie de lei natural do mercado e empresa que não cresce tem sua participação abocanhada por outras que crescem.

Na tradicional reunião-almoço mensal comandada pelo presidente da ACI, Robinson Klein, Cansi – ex-vice-presidente de gestão estratégica na gestão 2022-2023 – destacou as fases e os fundamentos da sua bem-sucedida jornada empresarial, iniciada em 2002, ao associar-se a uma pequena empresa que deu origem à Apta Resinas. Naquele ano, o faturamento foi de R$ 1 milhão. Em 2025, deve chegar a R$ 1 bilhão este ano.   “Os principais fatores são técnica de negociação, isto é, domínio do papel de empresário no mercado, e autoconhecimento, que me permitem expandir os limites internos, mas também são importantes a ambiência, que gera conexões intencionais para o crescimento, e o renascimento, que é a chave para bilhões de faturamento”, explicou.

A Apta é uma empresa especializada no desenvolvimento de aplicações e comercialização de resinas termoplásticas de engenharia e poliolefinas e utiliza um modelo de gestão simbolizado por uma acrópole. A base é a cultura de alta performance e o topo é um modelo de negócios escalável, sustentado por pilares como processos eficientes e eficazes, gestão de talentos humanos, agressividade comercial, excelência operacional e austeridade financeira.  “A base tem que ser sólida para não corroer o negócio”, enfatizou. Cansi disse que a responsabilidade de gerenciar é da liderança, que deve cuidar de cada variável e dispor de informações essenciais para a tomada de decisões. Conforme o palestrante, o modelo de negócios da Apta não tem teto (limite) para poder crescer exponencialmente e os dados recebem atenção especial. “Temos relatório diário de desempenho dos vendedores e monitoramos o DRE”, exemplificou. 

Expansão interna

Mas apenas técnica e dados não são suficientes para o sucesso. Empresas devem cuidar da gestão das emoções e do comportamento das suas equipes. “É preciso reconhecer que as pessoas são importantes na prática”, enfatizou Cansi.

Mentoria Reborn

Desde 2022, Eduardo Cansi dedica-se também a uma nova atividade. A Mentoria Reborn foi criada por ele após uma viagem a Israel e o batismo no Rio Jordão. Desde então, compartilha as suas experiências com outros empresários da região. No início, eram cinco mentorados. Hoje, são 11, cujos negócios, conforme Cansi, vêm obtendo faturamento crescente a partir da superação de limites que eles mesmos se impunham. “São empresários ensinando outros empresários a sair da zona de conforto, destravar limites autoimpostos e abrir as portas do crescimento”, definiu. Através da mentoria, Eduardo Cansi também busca resgatar a pujança do Vale do Sinos. “A região necessita de empresas e empresários fortes que melhorem a vida dos funcionários, das famílias e da comunidade. Progresso é igual felicidade”, concluiu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 150 Visualizações
Business

Fecomércio-RS divulga resultados da PEIC-RS de agosto

Por Marina Klein Telles 26/09/2025
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS divulgou os resultados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS), da CNC, que apontou um percentual de 85% de famílias endividadas em agosto de 2025, levemente abaixo do mês anterior (85,3%). Os dados foram coletados em Porto Alegre nos últimos dez dias de julho.

O levantamento indica que o percentual de famílias com contas em atraso passou de 25,4% em julho para 24,4% em agosto, mantendo-se abaixo do observado em agosto de 2024 (39,1%). O tempo médio de atraso nos pagamentos aumentou de 31,4 para 32,6 dias, praticamente em linha com o registrado em agosto de 2024 (32,8 dias). A pesquisa também mostra que 2,6% das famílias declararam não ter condições de regularizar nenhuma parte de suas dívidas em atraso nos próximos 30 dias, proporção levemente inferior à de julho (2,7%) e menor que a de agosto de 2024 (3,7%). Entre as famílias endividadas, a parcela da renda comprometida com dívidas foi de 29,1% em agosto, resultado praticamente estável em relação a julho (29,0%) e superior ao registrado em agosto de 2024 (28,1%). Já o tempo médio de comprometimento com dívidas recuou levemente, de 7,0 para 6,9 meses, mas segue acima do nível observado no mesmo período do ano passado (6,7 meses).

“Os resultados revelam um quadro em que, apesar dos dados de agosto indicarem que menos famílias estão endividadas e inadimplentes, aquelas que permanecem nessa condição enfrentam dívidas longas e com peso relevante no orçamento. Com uma política monetária restritiva por um período bastante prolongado como a que temos vivido, a capacidade de pagamento das famílias pode ficar cada vez mais limitada”, avaliou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS. Confira os dados completos e a análise econômica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 134 Visualizações
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SindiTabaco destaca pioneirismo da indústria no Contexto ESG

Por Marina Klein Telles 26/09/2025
Por Marina Klein Telles

O evento Contexto ESG, realizado na manhã de quarta-feira, 25 de setembro, no Clube de Leituras, em Venâncio Aires (RS), reuniu empresários, representantes de instituições, estudantes e profissionais da área para debater e trocar experiências sobre as práticas de ESG — sigla para Ambiental, Social e Governança.

A programação foi organizada pela Bem Responsabilidade Social e Sustentabilidade, com apoio da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Venâncio Aires (Caciva). O objetivo foi trazer informações e apresentar iniciativas práticas para que empresas e instituições compreendam como aplicar o conceito de ESG no dia a dia.

A abertura foi conduzida pela gestora da Bem, Lídia Schwantes, que destacou a importância da pauta para a construção de empresas mais conscientes e conectadas com as transformações sociais e ambientais. Romeo Balzan, superintendente de Cooperativismo da Fundação Sicredi, palestrou sobre Cooperativismo e ESG: atitudes que inspiram e transformam”.

Durante o evento, foram apresentados cases de ações relacionadas ao tema, sendo três deles de associadas ao SindiTabaco: CTA, China Brasil e Alliance One. A programação encerrou com a participação do SindiTabaco, da Fruki Bebidas e da Madeireira Haas no painel que debateu o “ESG aplicado às organizações”.

A vice-presidente de Responsabilidade Social do SindiTabaco, Cristina Quatke, destacou o compromisso histórico do segmento com práticas sustentáveis. Segundo ela, o setor é pioneiro em diversas ações alinhadas ao ESG, muitas das quais implementadas antes mesmo da existência de legislações específicas.

No pilar ambiental, foram destacadas iniciativas como o incentivo a boas práticas agrícolas, reflorestamento para uso sustentável de lenha, uso responsável de defensivos agrícolas e o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, uma ação de logística reversa implantada antes mesmo da obrigatoriedade legal.

Na dimensão social, Cristina ressaltou os programas de proteção à infância e adolescência, como a criação do Instituto Crescer Legal, que atua na formação de jovens rurais por meio da Lei da Aprendizagem. Também foram abordadas ações de saúde e segurança do produtor, incentivo à diversificação de renda nas propriedades e promoção do trabalho decente no meio rural.

No eixo de governança, o setor se destaca por sua participação ativa em fóruns regulatórios, práticas de compliance, certificações, auditorias independentes e a constante comunicação transparente por meio de relatórios e publicações institucionais.

Sistema Integrado como diferencial estratégico

Cristina enfatizou ainda o papel estratégico do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), modelo adotado pelo setor, que permite a assistência técnica gratuita aos produtores rurais. Essa prática assegura que as diretrizes ESG sejam efetivamente implementadas nas propriedades, muitas delas familiares e de pequeno porte. “A assistência técnica oferecida pelas empresas garante que os compromissos ESG se traduzam em resultados concretos e sustentáveis, seja na preservação do meio ambiente, seja na promoção do trabalho seguro e digno no campo”, destacou.

ESG como fator de competitividade internacional

Cristina também lembrou que o Brasil é líder mundial em exportação de tabaco e que o cumprimento de práticas ESG é cada vez mais exigido pelos clientes. Segundo ela, a ausência dessas práticas pode acarretar barreiras comerciais, dificuldades de acesso a crédito e perda de certificações. “Empresas alinhadas ao ESG estão mais preparadas para enfrentar riscos, atender legislações e gerar valor de forma mais sustentável. No nosso setor, isso se traduz em competitividade, credibilidade e responsabilidade com a sociedade e o meio ambiente”, concluiu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 193 Visualizações
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Empresas aniversariantes em setembro recebem homenagem no Prato Principal

Por Marina Klein Telles 26/09/2025
Por Marina Klein Telles

Doze empresas associadas que aniversariam em setembro tiveram um momento especial durante o Prato Principal que a ACI realizou na quinta-feira, 25, no Centro de Eventos do Hotel Swan Novo Hamburgo.

Os seus representantes na cerimônia receberam o troféu alusivo e, ao final, posaram para foto coletiva com o presidente Robinson Klein, que comandou a cerimônia. A homenagem durante o Prato Principal é um evento já tradicional da entidade e obedece ao critério de fundação a cada cinco anos.

15 anos
Ipog Instituto de Pós-Graduação | Tatiana Manuela Bottcher

20 anos
Ambiética Assessorai Ambiental | Gustavo Müller

30 anos
Embalagem Carton Pack Ltda | Inácio Nei de Siqueira e Pâmela de Siqueira
Oksebra do Brasil | Vanderlei Leopoldo Külzer
Orisol do Brasil | Diego Diehl e Fábio Couto

35 anos
Projetec Tecnologias Integradas | Daniel Juliano Fleck
Organizações Contáveis Veja | Fernando Müller Dias

40 anos
Calçados Bebecê | Gislaine Adriana da Silva
SLV Contábeis | Sara Hecker Felippio

50 anos
Calçados Sandra | Egon Cláudio Schmittt
Imobiliária Walric | Rodrigo Schuck
Máquinas Erps | Vanessa Bibiana e Marlos Davi Schmidt

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria-
26/09/2025 0 Comentários 205 Visualizações
Business

Ailos Viacredi Alto Vale participa de feirão de veículos com lojas parceiras

Por Marina Klein Telles 25/09/2025
Por Marina Klein Telles

Essa semana tem Feirão Auto em quatro cidades da região com atuação da Cooperativa Ailos Viacredi Alto Vale. Vinte e seis lojas estarão com promoções especiais e taxas diferenciadas para cooperados Viacredi. “Oportunidade de realização do sonho de muitas famílias, que é a troca de carro”, salienta Jonatan Jensen, gerente regional da cooperativa. “A gente faz essa parceria junto com os lojistas para trazer mais possibilidades, primeiro de vendas, e para os cooperados, oportunidades de compras com taxas diferenciadas e aprovações rápidas” acrescenta Jensen.

Jonatan Jensen

A ação será nesta sexta-feira e sábado, dias 26 e 27, em Sapiranga Campo Bom e Novo Hamburgo. Em Estância Velha vai até domingo, dia 28. Sempre das 8 horas às 17 horas.

Em Sapiranga, participam as lojas Rodrigo Veículos, D_Ponti Veículos, DLM Comércio de Veículos, Autovia, Nando Veículos e Kenneduly Veículos; em Campo Bom, as concessionárias cadastradas são PointCar, BigCar, Moschen Veículos, Bueno Berft, 4A Motors, Friends Veículos e EstiloCar; em Novo Hamburgo, estão na campanha a Bagunça Automóveis, Opção Multimarcas, Brunes Multimarcas, DiasCar, Juliano Veículos, AMV Veículos, TopCar, Excellence Motors, VR Multimarcas, 2A Motors, Specht Automóveis, William Automóveis; e Estância Velha, o BetinhoCar Multimarcas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2025 0 Comentários 201 Visualizações
Business

Fiergs recebe BNDES para esclarecer dúvidas sobre linhas de crédito emergenciais a indústrias

Por Marina Klein Telles 25/09/2025
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de apresentar as linhas de crédito e os programas de apoio às indústrias afetadas pelo aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos, o Sistema Fiergs recebeu em sua sede, na quarta-feira (24), a Caravana Brasil Soberano, promovida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O evento reuniu representantes de empresas exportadoras do Rio Grande do Sul e uma equipe técnica do BNDES, que detalhou medidas emergenciais do governo federal e esclareceu dúvidas sobre público-alvo e elegibilidade.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, destacou a importância do esforço conjunto que vem sendo feito para auxiliar as indústrias gaúchas exportadoras, fortemente impactadas pelas tarifas de 50%. “Trata-se de um encontro focado em soluções práticas para os maiores desafios que a indústria gaúcha enfrenta neste momento: o impacto das tarifas de importação dos Estados Unidos e a urgência da modernização tecnológica. Temos a chance de receber orientações diretamente dos especialistas do BNDES, o que é fundamental para nós”, reforçou.

Durante o evento, a equipe multidisciplinar do BNDES apresentou detalhes sobre as linhas de crédito emergenciais do Plano Brasil Soberano e os programas BNDES Mais Inovação e Crédito 4.0. O chefe do Departamento de Relacionamento do BNDES, Arthur Rezende, comentou que as iniciativas oferecidas pelo banco podem ajudar a reforçar pontos defendidos pelo Sistema Fiergs, como a competitividade e a inovação, dois dos quatro pilares da gestão de Bier.

Diante de dados sobre as exportações gaúchas, que têm como segundo principal destino os Estados Unidos, Rezende explicou os objetivos do programa Brasil Soberano: “Queremos apoiar os exportadores, sobretudo para a manutenção da atividade econômica, para a preservação e geração de empregos, que é um aspecto social importante, para a modernização e adaptação da atividade produtiva e para a diversificação de mercados internacionais, que também é uma adaptação importante”, disse.

Após a apresentação, a equipe esclareceu dúvidas específicas dos participantes, especialmente relacionadas ao público-alvo e à elegibilidade dos programas. A abertura do evento foi conduzida pelo diretor do CIERGS Marcus Coester.

Confira abaixo as condições para acessar cada uma das linhas de crédito:

Apoio a exportadoras

Linha Brasil Soberano

  • Programa emergencial para mitigar impactos de tarifas externas (ex.: EUA).
  • Recursos totais: R$ 40 bilhões – R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) + R$ 10 bilhões do BNDES.
  • Finalidades:  Capital de giro; Investimentos em adaptação produtiva; aquisição de bens de capital e busca de novos mercados.
  • Critério: empresas que tiveram perda abrupta de exportações (superior a 5% do faturamento).
  • Limites de financiamento: Até R$ 150 milhões para investimentos em bens de capital.
  • Capital de giro: valores escalonados conforme porte da empresa (PMEs em torno de R$ 35 milhões).
  • Prazos e carências: variam por modalidade, geralmente entre 5 e 10 anos, com carência de 12 a 24 meses.
  • Condição especial: empresas que optarem por condições essas condições devem se comprometer a manter ou ampliar empregos.

Inovação e digitalização

Crédito Indústria 4.0

  • Financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos direto e em instituições credenciadas pelo BNDES em áreas como robótica, IoT, inteligência artificial, computação em nuvem e automação.
  • Modalidade direta: a partir de R$ 10 milhões (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) e R$ 20 milhões (demais regiões).
  • Modalidade indireta: até R$ 50 milhões por cliente a cada 12 meses.
  • Prazo: de 108 a 120 meses, com carência de até 24 meses.

Digitalização pelo Brasil Mais Produtivo

  • Apoio à elaboração e implementação de planos de digitalização, com consultoria técnica do Senai-RS.
  • Financiamento de até R$ 15 milhões por cliente a cada 12 meses, via agentes financeiros credenciados.
  • Inclui aquisição de máquinas, softwares, obras civis, consultorias e treinamentos.

Investimento em P&D e plantas pioneiras

  • Operações diretas e indiretas não automáticas. Financiamentos a partir de R$ 10 milhões (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) e R$ 20 milhões para demais regiões.
  • Apoio a planos de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação.
  • Participação de até 100% e prazos de até 16 anos.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2025 0 Comentários 236 Visualizações
Business

Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 acontece na próxima semana

Por Marina Klein Telles 24/09/2025
Por Marina Klein Telles

A Universidade Feevale está terminando os preparativos para o Novo Hamburgo Feevale Summit 2025, que acontecerá nos dias 30 de setembro e 1º e 2 de outubro, no Câmpus II da Instituição, em Novo Hamburgo (ERS-239, 2755) e em espaços da cidade. Com o mote Inspirando ideias. Construindo futuros, o evento chega à sua terceira edição, consolidado como um dos principais eventos gratuitos de inovação e empreendedorismo do Rio Grande do Sul. Ainda há vagas para as atividades, e as inscrições devem ser realizadas no site nhfs.feevale.br.

“Com a expertise adquirida nas duas edições anteriores e a força da nossa rede de parceiros, temos a convicção de que o Novo Hamburgo Feevale Summit posicionará ainda mais o município e a Universidade Feevale no ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul e do país”, afirma o reitor José Paulo da Rosa. “As empresas precisam reforçar as suas conexões e o evento será uma oportunidade para isso. A ideia é, cada vez mais, gerar conteúdos e mostrar o que temos de melhor em nossas comunidades”, complementa a diretora de Inovação da Feevale, Manuela Bruxel.

A palestra de abertura será ministrada pelo pesquisador e professor Alexandre Pellaes. O evento acontece no primeiro dia de atividades, 30 de setembro, a partir das 19h30min, no Teatro Feevale. Com o tema Você aprendeu a trabalhar errado e eu também – e agora?, Pellaes, mestre em Psicologia do Trabalho pela Universidade de São Paulo (USP) e fundador da Exboss, abordará futuro do trabalho, liderança e novos modelos de gestão. No acesso a esta atividade, solicita-se a doação de 2kg de alimentos não perecíveis, que serão, posteriormente, repassados a entidades da região.

Feira de Empregabilidade

Um dos destaques do Novo Hamburgo Feevale Summit é a Feira de Empregabilidade, que faz parte do 17º Trame – Trabalho e Mercado e busca promover a interação entre o mercado de trabalho e a formação profissional, aproximando os visitantes das vagas de emprego e estágio oferecidas pelas 22 empresas participantes. A feira acontecerá nos dois dias do evento, na Rua Coberta, das 12h às 21h.

Durante o evento, basta o candidato interessado visitar o expositor de sua preferência, que apresentará suas vagas e empresa. O cadastro do currículo é feito na hora, e serão disponibilizadas em torno de 600 vagas, entre estágios e efetivos, em diferentes áreas.

Mais de 130 palestrantes em três palcos

O Novo Hamburgo Feevale Summit 2025 trará, ainda, mais de 130 palestrantes em diversas áreas para apontar tendências, inspirar o público e fortalecer o ecossistema de inovação. Serão três palcos temáticos, que terão programação simultânea no Câmpus II da Universidade Feevale. Confira alguns dos palestrantes de cada um dos palcos:

Negócios Conscientes (prédio Convivência)

– Anna Quadros, gerente de Comunicação e Marketing da Central Sicredi Sul
– Flávio Steffens, sócio do Vakinha
– Roberta Pletsch, diretora da Merkator e Marlos Schmidt, presidente da Fenac
– Roger Wingert, CEO do Grupo Unity

Conexões 360º (Rua Coberta)

– Jeremias Goedert, Head de TI no Sport Club Internacional, e Tiago Hendges, gerente de TI do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense
– Rodrigo Cury, especialista em Inovação na Fruki Bebidas e conselheiro na Apdesign
– Marcus Tonin, o Marketeiro Confesso
– Dóris Baumer e Leonardo Maciel, fundadores da Don Comunicação Digital

Inspira (Salão de Atos)

– Daniella Damasio, sócia-fundadora e diretora de Experiência do Cliente da Asellas
– Rosane Machado, consultora e fundadora da Romabc
– Rafael Cramer Balle, diretor do Departamento de Fomento da Secretaria da Cultura do RS
– Roberto Santos, estrategista de Negócios
– Edmilson Milan, CEO do Prêmio Exportação RS

Demais atrações

Entre as demais atrações, estão confirmadas a Vila de Startups e a Rodada de Negócios, além de painéis, atividades culturais e roteiros turísticos no município. Em um total de 62 horas de programação, as duas primeiras edições contaram com cerca de 5.400 participantes, 370 empresas e 150 speakers, além de oferecer três mil vagas de emprego por meio da Feira de Empregabilidade.

–  Be International: universidades parceiras da Feevale compartilham experiências e promovem palestras em outros idiomas, conectando os participantes com o universo acadêmico internacional.
– Vila de Startups: espaço para que startups de diferentes ecossistemas apresentem seus modelos de negócio, com o objetivo de gerar visibilidade e conexões estratégicas.
– Rodada de Negócios: momento de networking entre empresas e startups, com foco na resolução de desafios reais do mercado e geração de parcerias.
– Podcast ao vivo: durante todo o evento, será realizada a transmissão e gravação de podcasts com a participação de palestrantes, patrocinadores e correalizadores, debatendo temas relevantes do universo da inovação.
– Open Labs: os laboratórios da Universidade Feevale estarão abertos à visitação, permitindo que a comunidade conheça de perto as estruturas e tecnologias disponíveis.
– Open City: roteiros turísticos especiais por Hamburgo Velho e Caminhos de Lomba Grande proporcionam vivências culturais e valorizam o patrimônio local.
– Vila Gastronômica: empreendedores da região apresentarão diversas opções gastronômicas, promovendo sabores locais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 261 Visualizações
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Documento com propostas para auxiliar setor calçadista é entregue à bancada gaúcha e ao Governo Federal

Por Marina Klein Telles 24/09/2025
Por Marina Klein Telles

Na terça-feira, 23, em Brasília/DF, o diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), Fauston Saraiva, e o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICTC), Juliano Mappeli, entregaram um documento com reivindicações de entidades empresariais gaúchas aos senadores Luiz Carlos Heinze e Paulo Paim, ao deputado Marcel van Hattem e à secretária-adjunta de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Daniela Matos.

O documento é assinado pelos presidentes da ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Robinson Klein; do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas (SICTC), Márcio Port dos Santos; do Sindicato das Indústrias do Calçado de Novo Hamburgo, Paulo Ricardo da Silva; da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Calçado e do Vestuário do Estado do Rio Grande do Sul (Feticvergs), João Nadir Pires; do Sindicato dos Sapateiros de Três Coroas (Sindisapateirostc), Erni Rinker; e do Conselho estratégico do movimento The South Base, Marlos Schmidt.

Nele, são destacados os impactos negativos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras em geral e, em especial, de calçados do Rio Grande do Sul (Vale do Sinos e Vale do Paranhana). A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) alerta para o risco de perda de 140 mil empregos, se a situação não mudar, além da possibilidade de redução de estoques e produção de 20% a 30%. 

O setor calçadista do Rio Grande do Sul, principalmente os vales do Sinos e do Paranhana, é um dos mais afetados pela tarifa de 50% em vigor desde 6 de agosto, após uma elevação de 40% sobre a alíquota anterior de 10% (abril de 2025). O estado é o maior exportador de calçados em valor agregado do Brasil, respondendo por mais de 80 mil empregos diretos e cerca de 100 mil indiretos. Em 2024, exportou US$ 568,2 milhões em calçados, sendo os EUA o destino de 47,5% das vendas internacionais de calçados de couro, o que torna o mercado norte-americano crucial para o setor.

Dados recentes apontam queda nas exportações. Em agosto de 2025, as vendas de calçados aos EUA caíram 17,6% em volume (803,7 mil pares) e 1,4% em receita (US$ 21,4 milhões), em relação a agosto de 2024. Também há risco de perda de empregos. Conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o setor calçadista no RS pode perder 3,9 mil empregos diretos nos próximos 12 meses e os impactos indiretos podem atingir até 20 mil postos de trabalho na cadeia produtiva. Um exemplo concreto das dificuldades enfrentadas é a indústria Mulher Sofisticada, de Três Coroas, que paralisou a produção e pediu autofalência na semana passada, resultando na demissão de 77 trabalhadores.

Concorrência desleal

A tarifa incentivou a importação de calçados chineses e vietnamitas a preços mais baixos, agravando a competitividade das empresas brasileiras. Em agosto de 2025, as importações de calçados da China no Brasil cresceram 41,5%, com preços médios 18,2% mais altos. “Esses números evidenciam a gravidade da situação, que compromete não apenas as empresas exportadoras, mas toda a cadeia produtiva, incluindo fornecedores, varejo e logística, com impactos socioeconômicos significativos no RS”, afirma Fausto Saraiva.

Propostas apresentadas ao Governo Federal

Conforme as entidades que assinam o documento, quatro soluções, se adotadas de forma urgente pelo Governo Federal, podem mitigar os prejuízos às empresas exportadoras e à cadeia produtiva associada.

1 – Isenção de impostos por tempo indeterminado 

Isenção total de tributos federais (como PIS, Cofins e IPI) sobre a produção destinada à exportação, sem prazo definido, até que as negociações com os EUA resultem na redução ou eliminação da tarifa de 50%. A isenção reduz os custos de produção, permitindo que as empresas mantenham preços competitivos no mercado internacional, mesmo com a tarifa. A medida também beneficia a cadeia produtiva, como fornecedores de couro e componentes, que dependem das exportações. Se adotada, ajudará a preservar empregos e manter a competitividade do setor, evitando perdas estimadas em US$ 15 milhões anuais apenas na região de Franca (SP), com impactos semelhantes no RS.

2 – Desoneração da folha de pagamento por tempo indeterminado

As entidades propõem a desoneração completa da folha de pagamento para empresas exportadoras e da cadeia produtiva, sem prazo definido, com foco na redução de encargos trabalhistas (como o INSS patronal). A inserção do calçado brasileiro na lista de isenção da taxa por parte do governo americano seria medida mais efetiva para sanar os prejuízos correntes, alternativamente. O benefício aos calçados private label, isto é, de marcas americanas, também ajudaria.

A desoneração aliviaria os custos operacionais, permitindo que as empresas mantenham seus quadros de funcionários e evitem demissões em massa. No RS, o setor calçadista emprega diretamente 80 mil trabalhadores, e a desoneração pode evitar a perda de 3,9 mil empregos diretos projetada para os próximos 12 meses. Os impactos esperados são manutenção de empregos e estabilidade econômica nas regiões produtoras, como os vales do Sinos e Paranhana, além de incentivo à contratação.

3 – Ampliação do Programa Reintegra

Aumentar a alíquota do Reintegra para 5% para grandes e médias empresas e 8% para micro e pequenas empresas, com validade até dezembro de 2027, e permitir a retroatividade de créditos para exportações realizadas desde julho de 2024. O Reintegra devolve parte dos tributos pagos na cadeia produtiva, reduzindo custos e aumentando a competitividade. A alíquota atual (0,1% para grandes empresas e 3% para pequenas) é insuficiente frente à tarifa de 50%. A retroatividade daria fôlego financeiro imediato às empresas. A redução do impacto financeiro da tarifa, com estimativa de até R$ 5 bilhões em créditos tributários, beneficiaria empresas de todos os portes.

4 – Prorrogação de prazos para exportações no regime de drawback

A proposta é prorrogar por 12 meses os prazos para exportações no regime de drawback, sem multas ou juros, para empresas afetadas pela tarifa. Em 2024, US$ 10,5 bilhões das exportações brasileiras para os EUA foram realizadas via drawback. A prorrogação evita penalidades às empresas que não conseguirem cumprir os prazos de exportação devido à tarifa. A medida deve proporcionar alívio financeiro para exportadores, com impacto fiscal neutro, pois apenas posterga obrigações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 197 Visualizações
Business

Braskem celebra a trajetória de 15 anos dos polímeros de fonte renovável feitos da cana-de-açúcar

Por Marina Klein Telles 23/09/2025
Por Marina Klein Telles

Com a demanda crescente por produtos renováveis, a Braskem comemora 15 anos do lançamento do polietileno (PE) I’m greenTM bio-based, um marco que reforçou a liderança global da companhia em biopolímeros. Produzido no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), é reconhecido mundialmente como um dos casos mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil. Desde a partida da planta, em 2010, a sua produção evitou a emissão de 8 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

 “Comemorar a trajetória de I’m greenTM bio-based é celebrar o protagonismo da Braskem e do Brasil na transição global para uma indústria de baixo carbono e circular. As equipes que atuam no RS e participam desde a concepção do projeto se orgulham da trajetória dessa inovação que cria valor para a cadeia produtiva do setor, para os clientes e para a sociedade”, afirma o diretor industrial da Braskem no RS, Nelzo Silva.

A planta de eteno renovável partiu com capacidade de produção de 200 mil toneladas anuais. Atualmente, sua capacidade produtiva é de 275 mil toneladas/ano, o que representa um aumento de 37% em relação ao projeto inicial, fortalecendo o crescimento da empresa como referência no desenvolvimento de soluções renováveis.

O objetivo da Braskem é expandir a sua capacidade produtiva de bioprodutos e produtos bio-atribuídos para 1 milhão de toneladas até 2030 em outras frentes de crescimento. Atualmente, a matéria-prima é utilizada em três produtos de fonte renovável: o polietileno, usado em diversas aplicações, como embalagens, o EVA, muito usado em solado de calçados, e a cera de Polietileno, usada na produção de adesivos, cosméticos, entre outros.

Diversas iniciativas globais estão em andamento para viabilizar esse avanço. Entre as quais, o desenvolvimento de novos bioprodutos e negócios sustentáveis apoiado pelos centros de inovação da Braskem, como o laboratório de Lexington (EUA), focado na busca por novas soluções renováveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 224 Visualizações
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