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Luciano Maurina assume como gerente-executivo da CDL-NH

Por Marina Klein Telles 17/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) passa a contar com um novo gerente-executivo. Luciano de Oliveira Maurina assumiu recentemente a função e chega para contribuir com a gestão da entidade e com o desenvolvimento de projetos voltados aos associados e ao fortalecimento do comércio local.

Bacharel em Administração, Maurina possui formação em Gestão Estratégica de Pessoas e em Gestão de Equipes Co-criativas, além de mestrado em Indústria Criativa. Atuava na Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH), onde foi coordenador de Inovação, gestor de projetos e professor. Ao longo de sua trajetória profissional, soma 12 anos de experiência na área de hotelaria e oito anos dedicados à educação.

Para o presidente da CDL-NH, Leonardo Lessa, a chegada do novo gerente-executivo reforça o trabalho desenvolvido pela entidade. “Acreditamos que a experiência e a visão de gestão do Luciano irão contribuir para qualificar ainda mais nossas ações, ampliando o relacionamento com os associados e impulsionando iniciativas que beneficiem o comércio de Novo Hamburgo”, afirma.

Maurina destaca que assume o novo desafio com entusiasmo. “É uma honra integrar a CDL-NH e contribuir com uma instituição que tem papel relevante no desenvolvimento do comércio e da cidade. Chego com o compromisso de somar aos projetos em andamento e fortalecer ainda mais a relação com os associados”, ressalta.

Foto: Stephany Foscarini/divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2026 0 Comentários 123 Visualizações
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Gramado recebe imersão “O Turismo do Amanhã” que propõe virada estratégica para empresas do setor

Por Marina Klein Telles 16/03/2026
Por Marina Klein Telles

Em um dos destinos mais consolidados do país, Gramado, na Serra Gaúcha, profissionais do turismo, gestores de empresas e operadores terão a oportunidade de repensar estratégias e enxergar novas oportunidades de crescimento. A imersão presencial “O Turismo do Amanhã”, realizada pela tiqueteira Parksnet, nos dias 20 e 21 de março, no Hotel Master, propõe dois dias de análise prática de negócios com apoio de inteligência artificial e especialistas do mercado. As vagas são limitadas e os ingressos estão disponíveis no site https://oturismodoamanha.com.br/, por tempo limitado com valor promocional de R$ 699,00.

Com especialistas que acumulam experiência em projetos relevantes de entretenimento, hospitalidade e marketing, a proposta do encontro é a de ser mais do que uma sequência de palestras e provocar uma revisão profunda dos modelos tradicionais de gestão e vendas no turismo e oferecer aos participantes um ambiente de análise estratégica e construção de soluções concretas para suas empresas. “O turismo vive uma mudança silenciosa, mas profunda. Quem continuar operando apenas com processos tradicionais corre o risco de perder competitividade. A proposta do evento é mostrar caminhos práticos para que as empresas evoluam sem perder sua essência”, destaca o CEO da Parksnet, Thiago Samejima.

Nessa direção, ao longo da programação, agências, operadores, gestores de negócios e de equipes terão acesso a conteúdos sobre automação de processos com inteligência artificial, desenvolvimento de sistemas comerciais mais eficientes e estratégias de posicionamento. “A inteligência artificial não veio para substituir o turismo humano, que é feito de experiência e emoção. Ela veio para liberar tempo, organizar rotinas e operações e permitir que os profissionais foquem no que realmente importa que é criar experiências memoráveis”, acrescenta Samejima.

O evento inclui coffee break exclusivo durante os intervalos, kit especial entregue aos inscritos e brindes preparados para a ocasião, além de os participantes passarem a integrar um grupo VIP por 30 dias após a realização do encontro, um espaço extra destinado à continuidade das conversas, compartilhamento de insights e aprofundamento das estratégias discutidas durante a imersão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2026 0 Comentários 119 Visualizações
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Produtores de leite enfrentam início de ano difícil, mas setor projeta reação nos próximos meses

Por Marina Klein Telles 16/03/2026
Por Marina Klein Telles

Os primeiros meses de 2026 foram marcados por remuneração abaixo do esperado para os produtores de leite no Rio Grande do Sul. Em muitos casos, o valor pago pelo litro ficou inferior ao próprio custo da atividade. A avaliação é do presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, ao analisar o comportamento do mercado no início do ano e as perspectivas para o setor.

Segundo Tang, janeiro e fevereiro apresentaram um cenário especialmente difícil para as propriedades leiteiras. Conforme o dirigente, a situação se tornou insustentável em diversas fazendas. “Muitos produtores estão recebendo menos pelo litro entregue ao laticínio do que gastam para produzi-lo. Isso obriga o produtor a buscar alternativas para manter a atividade, como vender parte do rebanho ou recorrer a empréstimos para cobrir despesas e, consequentemente, acumulando dívidas”, explica.

Embora a baixa remuneração seja uma realidade nacional, Tang ressalta que, no Rio Grande do Sul, o problema é agravado por fatores climáticos que vêm afetando o setor nos últimos anos. O Estado enfrentou uma sequência de estiagens, intercaladas com períodos de enchentes, o que dificultou a produção de alimento para os animais.

Tang enfatiza que a alimentação do rebanho é um dos principais componentes do custo de produção do leite. “Quando o produtor não consegue produzir pastagem ou silagem suficientes, precisa comprar insumos no mercado, o que reduz ainda mais a margem de lucro da atividade”, explica.

Apesar do cenário negativo no início do ano, o presidente da Gadolando observa sinais de estabilização nos preços. Em fevereiro, segundo ele, a queda nos valores pagos ao produtor já foi menor e, no início de março, há indicação de um leve aumento. “A expectativa é de que a reação se consolide entre abril e junho, quando o preço do leite deve subir gradualmente, impulsionado por fatores de mercado e também por mudanças sazonais no consumo”, projeta.

Entre os fatores mencionados pelo dirigente está o retorno das aulas, que tende a elevar a demanda por produtos lácteos, além da chegada de períodos mais frios do ano. “Outono e inverno normalmente favorecem o consumo de leite e derivados, o que contribui para uma recuperação gradual dos preços”, afirma.

Tang lembra que o comportamento do mercado costuma ser cíclico, com preços mais fracos entre novembro e janeiro e recuperação ao longo do outono. “No entanto, em 2025 esse padrão não se confirmou. Mesmo durante o inverno, período que tradicionalmente garante melhor remuneração ao produtor, os valores continuaram em queda”, aponta.

Para o presidente da Gadolando, esse cenário comprometeu a capacidade financeira das propriedades. “Esses meses de inverno são quando o produtor deveria conseguir formar um caixa para enfrentar o restante do ano. Quando isso não acontece, toda a sustentabilidade da atividade fica comprometida”, destaca.

Outro fator que pode contribuir para reduzir custos neste período é o clima mais ameno. “Com temperaturas mais baixas, diminui o estresse térmico das vacas, o que melhora a produção. Além disso, após a colheita de grãos, muitos produtores conseguem implantar pastagens de inverno, reduzindo gastos com alimentação”, lembra.

Mesmo com essas perspectivas, Tang alerta que o setor segue pressionado por fatores externos, especialmente pelas importações de lácteos. Segundo ele, a entrada de produtos, principalmente da Argentina e do Uruguai, tem impactado negativamente o mercado interno. “Temos pedido medidas do governo para conter temporariamente essas importações e também a aplicação de instrumentos como o antidumping, que está em análise. A entrada desenfreada de leite e derivados tem prejudicado enormemente o produtor brasileiro”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2026 0 Comentários 106 Visualizações
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Evento na ACI apresenta boas práticas de NR-01 para empresas

Por Marina Klein Telles 16/03/2026
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de proporcionar a profissionais da área de recursos humanos, empresários e gestores de equipe o acesso a informações, conceitos e boas práticas de NR-01, o evento Gestão que Inspira que a ACI realiza na próxima quinta-feira, 19 de março, das 8h às 12h, tem programação com duas palestras e um talk show.

Palestra 01 – Práticas de bem-estar na Metadados. Andréia da Silva, gestora de pessoas na empresa, apresentará o Programa Sintonizen, o papel da gestão e liderança, a importância da cultura organizacional e a relevância do RH.

Palestra 02 – Saúde mental na prática: o case Kepler Weber. Simone Lisboa, diretora de gente e gestão da empresa, apresentará por que o tema é urgente, os três pilares científicos e o que as empresas podem fazer agora.

Talk show – NR-01 na prática

Os palestrantes Luciane Ramos, especialista em medicina do trabalho, Alexandre Eberle Alves, engenheiro de segurança do trabalho, e Ieda Rhoden, psicóloga organizacional e do trabalho, consultora de empresas e professora da Unisinos, vão debater o tema NR-01 e responder a perguntas dos participantes.

Os inscritos serão recepcionados a partir das 8h. Às 8h15min, terá início o evento. Às 10h10min, haverá intervalo com café e, às 12h, será feito o encerramento. O local é o auditório da ACI (Rua Joaquim Pedro Soares, 540, em Novo Hamburgo).

O investimento é de R$ 85,00 para sócio e de R$ 127,50 para não sócio. Há desconto para inscrições em maior número: de três a cinco participantes, 10%. Acima de seis participantes, 15%. Haverá emissão de certificado de participação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2026 0 Comentários 158 Visualizações
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JTI apresenta espaço renovado e experiências inéditas na Expoagro Afubra 2026

Por Marina Klein Telles 16/03/2026
Por Marina Klein Telles

A JTI participa, de 24 a 27 de março, de mais uma edição da Expoagro Afubra, em Rincão Del Rey, Rio Pardo (RS), com um espaço que mantém a presença já consolidada da JTI na Expoagro e, nesta edição, apresenta novidades, ambientes aprimorados e novas experiências voltadas ao produtor e visitantes.

Para 2026, assim como tem sido a participação da empresa na feira ao longo dos últimos anos, o estande da JTI traz ambientes dedicados a diversas etapas da produção, desde o manejo das mudas até dinâmicas em lavoura, cuidados com o solo e cura e qualidade do tabaco, reforçando a importância da adoção de práticas responsáveis no campo. O objetivo é fortalecer o Sistema Integrado de Produção (SIPT), modelo consolidado que sustenta a parceria entre empresa e produtores e contribui para a sustentabilidade do setor, além de destacar a evolução contínua promovida em parceria com os produtores, que estão no centro da estratégia de negócio da companhia.

A participação da JTI na feira reforça o compromisso da empresa com os produtores integrados, que são protagonistas do desenvolvimento da cadeia produtiva e a razão pela qual o espaço é planejado para promover troca, aprendizado e diálogo direto com as equipes técnicas. A presença da JTI na Expoagro também evidencia a importância da cultura do tabaco para o Sul do Brasil, atividade que sustenta milhares de famílias rurais e desempenha papel relevante na economia regional.

Além do conteúdo técnico, a JTI também leva para a Expoagro alguns de seus programas, como o JTI Bio, ARISE e Saúde e Bem-Estar em Campo. Esses programas fazem parte da agenda ESG da JTI no campo, contribuindo para o desenvolvimento sustentável, para o bem-estar das famílias produtoras e para a adoção contínua de boas práticas agrícolas.

Para tornar a visita ainda mais dinâmica, a empresa apresenta duas experiências interativas inéditas: um game sobre NTRM (material estranho), que estimula o aprendizado de forma leve e educativa, e uma imersão em realidade virtual que conduz o visitante por toda a cadeia da JTI no Brasil, mostrando da produção à indústria o percurso do tabaco dentro da companhia até chegar a seus consumidores. As atividades foram concebidas para facilitar o aprendizado prático, estimular a troca de conhecimento e disseminar boas práticas entre produtores, técnicos e visitantes, tornando a visita mais interativa e aplicável ao dia a dia no campo.

Com a proposta “viva a experiência JTI”, o estande convida produtores, parceiros e visitantes a conhecer de perto tecnologias, práticas e iniciativas que refletem a visão da empresa para o futuro sustentável da cultura.

“Preparamos um espaço pensado para receber nossos produtores, parceiros e demais visitantes de forma interativa, confortável e lúdica, sem abrir mão da parte técnica, que é fundamental para o dia a dia no campo. Por isso, nosso estande segue focado na demonstração das práticas recomendadas para uma produção de tabaco de qualidade e alinhada à sustentabilidade do setor”, afirma Cristina Quatke, gerente de Assuntos Corporativos e Comunicação.

A JTI convida a todos a visitarem a 24ª Expoagro Afubra, de 24 a 27 de março, e também o estande da empresa, que estará no mesmo local dos anos anteriores, em frente à Emater.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2026 0 Comentários 149 Visualizações
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Entrega de unidades móveis de saúde do Sistema Fiergs ao governo do RS marca fim de projeto vinculado a enchentes

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

Um momento que representa a transformação de uma resposta emergencial em um legado permanente para a sociedade gaúcha. Foi assim que o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, definiu o evento de entrega de sete unidades móveis de saúde (UMOs) ao governo do estado, nesta sexta-feira (13), no Pavilhão de Exposições da entidade. A doação das unidades marcou o encerramento do projeto de apoio às populações afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, desenvolvido pelo Sistema FIERGS, por meio do Serviço Social da Indústria (Sesi-RS) e com apoio do Conselho Nacional do Sesi. A iniciativa mobilizou R$ 65 milhões e realizou mais de 418 mil atendimentos em saúde.

Destinadas à Secretaria Estadual de Saúde (SES), as unidades móveis foram projetadas especificamente para levar infraestrutura de saúde a territórios com lacunas assistenciais, atuando também com capacidade de resposta imediata em emergências climáticas. Os veículos possuem consultório, área de triagem e espaço para procedimentos, sendo equipados com aparelhos de diagnóstico e instrumental completo.

Bier destacou que, diante da tragédia climática de 2024, o Sistema FIERGS se mobilizou rapidamente para apoiar indústrias e comunidades atingidas. “Desde o início, tivemos o compromisso de transformar essa resposta em soluções duradouras para fortalecer o sistema de proteção social do nosso estado. A experiência acumulada durante meses de atendimento às populações agora se transforma em algo permanente. Desejo que essas unidades sejam mais um símbolo da cooperação e da capacidade de reconstrução do nosso povo e da nossa indústria”, ressaltou o presidente.

O superintendente do Conselho Nacional do Sesi, Sérgio Mendonça, concordou que essa iniciativa demonstra como a mobilização do Sistema Indústria foi fundamental para apoiar a população gaúcha em um momento de grande adversidade: “Ao transformar a resposta emergencial às enchentes em infraestrutura permanente de saúde, o projeto deixa um legado importante para o estado. As unidades móveis ampliam o acesso ao atendimento em territórios que ainda enfrentam lacunas assistenciais e fortalecem a rede pública para responder também a futuras situações de emergência”.

A importância da colaboração das entidades para ampliar o cuidado com a população gaúcha em um momento tão difícil como o período das enchentes também foi enfatizada pela secretária estadual de Saúde, Arita Bergmann. “As parcerias entre instituições, como a do governo do estado com a FIERGS, por meio do Sesi, são muito significativas, pois representam a união de forças durante a calamidade para cuidar das pessoas, promover a saúde e salvar vidas. Por isso, fica aqui o reconhecimento e o aplauso à atuação das instituições parceiras no Rio Grande do Sul”, declarou Arita.

O vice-presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Jonas Hauschild, salientou que essa doação representa o tamanho da solidariedade dos gaúchos e será fundamental para os municípios. “Gostaria de parabenizar o Sistema FIERGS por essa ação bonita. Agora, o governo do estado tem mais essa possibilidade para, caso aconteça alguma situação difícil, poder estar perto das pessoas ajudando ainda mais”, disse Hauschild.

Como são as unidades

Cada uma das unidades móveis de saúde doadas ao governo possui dois consultórios integrados, que permitem atendimento simultâneo em saúde assistencial e saúde mental; conforto térmico e acústico, com climatizador e isolamento para maior privacidade; mobiliário planejado; câmara fria de vacinas, com capacidade para 8,1 mil doses.

Além disso, as UMOs foram projetadas para funcionamento independente em qualquer localidade. Por isso, contam com um sistema hídrico com capacidade de 180 litros, sistema fotovoltaico de 2.240W, gerador a gasolina para até oito horas sem energia externa, toldo externo para garantir uma área de espera protegida para a população, bem como mobilidade facilitada, já que podem ser conduzidas por motoristas com CNH categoria B.

Números do projeto

Lançado em maio de 2024, o projeto de apoio às populações afetadas pelas enchentes no RS mobilizou R$ 65 milhões em diferentes ações de auxílio. A iniciativa foi estruturada em três fases: assistência (de maio a junho de 2024), restabelecimento (de julho de 2024 a janeiro de 2025) e reconstrução (de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026). Confira os principais números do projeto:

Na última etapa do projeto, como estratégia para garantir a perenidade das ações, foi lançado um Protocolo de Resposta às Emergências Climáticas por Inundação para a Indústria, durante a COP30, e o documentário “Quando a Água Baixar”, que retrata a resposta da entidade às enchentes. Também foi desenvolvido um aplicativo de comunicação comunitária para situações de emergência, chamado Rede Alerta, e uma landing page da iniciativa (legadoenchentes.sesirs.org.br).

Confira os principais números do projeto:

  • R$ 65 milhões de investimento total
  • Oito meses de operação contínua em atendimentos de saúde
  • Mais de 418 mil atendimentos de saúde
  • 20 municípios atendidos com estruturas provisórias e/ou profissionais de saúde
  • Mais de 90 unidades provisórias de atendimento de saúde instaladas
  • Mais de 200 profissionais de saúde mobilizados
  • Mais de 2,6 mil pessoas acolhidas em abrigos
  • Mais de 99 mil cestas básicas doadas
  • Mais de 3,9 mil atendimentos de saúde bucal em ambiente escolar realizados em Eldorado do Sul
  • Mais de 1,6 mil atendimentos de baixa e média complexidade realizados em hospital de campanha
  • Mais de 100 unidades de saúde contempladas com doação para reestruturação
  • Mais de 150 grupos de acolhimento, capacitação, workshops e desenvolvimento de lideranças locais realizados em Eldorado do Sul
  • Sete unidades móveis de saúde doadas ao governo do Estado
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 153 Visualizações
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Universidade Feevale será responsável pela curadoria do eixo de Inovação e Tecnologia do CB Expo.Summit

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

A inovação e o empreendedorismo deram o tom da noite da quarta-feira, 11, no Teatro do CEI, durante o encontro que marcou o lançamento oficial do Campo Bom Expo.Summit, evento que pretende colocar Campo Bom no mapa da inovação regional. A iniciativa conta com a parceria estratégica da Universidade Feevale, que participa da construção e da execução do evento, fortalecendo a conexão entre conhecimento, tecnologia e desenvolvimento local.

No CB Expo.Summit, a Feevale será responsável pela curadoria do eixo de Inovação e Tecnologia, além de atuar na organização da Vila de Startups, em iniciativas de fomento ao empreendedorismo e na execução do evento. Durante o encontro de lançamento, o público acompanhou um painel voltado à inovação, tecnologia e às novas oportunidades de desenvolvimento econômico, com a participação de José Renato Hopf, presidente do South Summit Brazil, e Patricia Palermo, economista-chefe da Fecomércio-RS. O momento reuniu lideranças, entidades, empresários e representantes da comunidade.

Segundo o reitor da Universidade Feevale, um ecossistema de inovação só se sustenta quando há a integração entre três forças fundamentais: o poder público, os empreendedores e a academia.”A universidade tem um papel essencial nesse processo. É o ambiente onde existem pesquisa, educação, empreendedorismo e inovação, e é isso que forma as bases para o desenvolvimento de uma região”, afirmou.

CB Expo.Summit acontece em maio

O CB Expo.Summit está marcado para os dias 20 e 21 de maio e será realizado no Complexo CEI e na Rua Coberta, em Campo Bom. A proposta é transformar os espaços em um grande ambiente de troca de conhecimento, networking e apresentação de soluções inovadoras.

A programação contará com dois palcos principais: o Palco 360°, localizado na Rua Coberta e integrado aos estandes de exposição, e o Teatro do CEI, que receberá palestras e bate-papos com convidados.

Entre os palestrantes confirmados estão Mateus Barcelos de Menezes, founder e CEO da Meu Sapato Preto; Jéssika Yuri Otomo e Vanessa Veiga, co-founders e consultoras em e-commerce da Y2V Digital; Marcio Negro, head de Produtos Digitais da Usaflex e consultor de e-commerce; e Ronaldo Aloise Júnior, da Tellescom Semicondutores.

As inscrições para o evento já estão abertas e podem ser realizadas pelo link: https://sigevent.pro/feevale/visitantes/?id_edicao=365&linguagem=portugues.

A programação completa será divulgada em breve. Para acompanhar as novidades, siga o perfil oficial do evento no Instagram: https://www.instagram.com/cbexpo.summit.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 163 Visualizações
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Reparasul 2026 anuncia expansão e novo formato segmentado

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

A próxima edição da Reparasul – Feira de Autopeças e Equipamentos para Reparação Automotiva já tem data marcada e promete marcar um novo momento para o setor no Sul do Brasil. O evento ocorrerá de 11 a 14 de novembro de 2026, na Fenac, em Novo Hamburgo/RS, e contará com mudanças estruturais, incluindo ampliação da área de exposição e novo formato organizado por segmentos do mercado.

Reconhecida como a principal feira voltada ao setor de reposição e reparação automotiva da região Sul do país, a Reparasul reúne marcas líderes, lançamentos tecnológicos e iniciativas de capacitação técnica para profissionais, empresários e especialistas do segmento. Após o sucesso de 2024, a feira volta a acontecer neste ano, consolidando seu calendário bienal.

O lançamento oficial da edição ocorreu na noite desta quinta-feira (12), em um evento que reuniu lideranças da Fenac e das entidades setoriais parceiras. Entre os representantes presentes estavam: Paulo Fernando Paim, presidente do Sindirepa RS (Sindicato da Indústria da Reparação de Veículos e Acessórios no Estado do Rio Grande Do Sul); Luciano Saldanha, presidente da CARS (Comitê da Cadeia Produtiva do Setor Automotivo de Recuperação e Serviços) e representante do Sincopeças RS (Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e de Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Rio Grande do Sul) e da ASDAP; e Beatriz Ferreira Reichert, presidente da Auto Rede.

“Agrademos a todas as entidades por colocar a Fenac como parceira deste setor tão importante para a economia. Neste ano vamos fortalecer a feira e fazer um evento do tamanho que este setor merece”, enfatizou Marlos Schmidt, diretor-presidente interino da Fenac.

Nova organização da feira

Entre as novidades anunciadas para a edição de 2026 está a ocupação dos pavilhões superiores da Fenac, o que permitirá uma expansão significativa do espaço destinado aos expositores. A mudança acompanha o crescimento da feira e a demanda cada vez maior de empresas interessadas em participar do evento. Segundo o coordenador da Reparasul, Tiago Mello, a expectativa é de uma edição recorde. “Acreditamos que esta será a maior edição da história. Temos um público fiel que reconhece a feira como o epicentro de inovação e atualização para o reparador automotivo gaúcho”, destacou

Outra transformação importante será a setorização da feira, com áreas organizadas de acordo com diferentes perfis da cadeia automotiva. O layout passará a contar com espaços específicos voltados a: fabricantes, distribuidores, lojistas e concessionárias, criando um ambiente mais direcionado para networking e geração de negócios. “A proposta é facilitar a circulação do público, aproximar empresas com interesses comuns e tornar a experiência dos visitantes mais estratégica e produtiva”, explicou Mello.

Conexão com o setor

A força da Reparasul também está ligada ao apoio institucional de entidades representativas do mercado automotivo no Rio Grande do Sul. Para a edição de 2026, o evento contará novamente com a parceria de organizações como Cars, Aravat, Aserv, Asdap, Auto Rede, Microempa, Sincopeças RS e Sindirepa RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 136 Visualizações
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Na Expodireto, Fiergs, Simers e InvestRS apontam como RS pode se beneficiar do acordo Mercosul-UE

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

O acordo entre Mercosul e União Europeia (UE), que deve entrar em vigor nos próximos meses, apresenta potencial para ampliar mercados, atrair investimentos e impulsionar a indústria gaúcha de máquinas e implementos agrícolas. A avaliação foi feita por representantes do setor e especialistas durante painel promovido por Sistema FIERGS, Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do RS (Simers) e InvestRS, na terça-feira (10), na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. Segundo os participantes, a qualificação da mão de obra e a indústria moderna colocam o Rio Grande do Sul em posição estratégica para aproveitar as oportunidades do acordo. 

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destacou que o tratado, ao facilitar o comércio entre os países dos dois blocos, deve redesenhar as relações comerciais internacionais. “Pode abrir novas oportunidades de mercado e impor desafios relevantes. Para o setor de máquinas e implementos agrícolas é fundamental compreender esse novo cenário internacional e identificar caminhos concretos para o fortalecimento da indústria local”, afirmou Bier, que também preside o Simers. 

O gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Sistema FIERGS, Luciano D’Andrea, ressaltou que o acordo entre Mercosul e União Europeia foi amplamente negociado e que seus benefícios dependem também de políticas internas que reduzam o chamado Custo Brasil. “Com avanços em infraestrutura e desburocratização, o setor tende a ganhar competitividade e ampliar sua presença internacional”, observou. 

Atualmente, a União Europeia representa apenas 4,17% das exportações gaúchas de máquinas e implementos agrícolas, o que expõe o potencial de crescimento. Além disso, o aumento das cotas de venda de arroz e de outros produtos agrícolas para o bloco europeu pode impulsionar a produção no campo, o que tende a estimular também a demanda por máquinas no mercado interno. “Hoje nossa relação com a UE nesse setor é relativamente equilibrada, mas podemos ver aumento de investimentos com a chegada de novas indústrias, gerando empregos e desenvolvimento tecnológico. O acordo também deve estimular a troca de conhecimento e de novas tecnologias entre os blocos”, disse D’Andrea. 

O presidente da InvestRS, Rafael Prikladnicki, ressaltou que o estado está preparado para ampliar e intensificar a relação econômica com países do chamado norte global. “Precisamos mostrar o que já temos de melhor e buscar investimentos. Temos capital humano qualificado e um setor industrial consolidado. É fundamental que a União Europeia conheça esse potencial”, afirmou. 

A perda de espaço da indústria de máquinas no Leste Europeu em função da guerra entre Rússia e Ucrânia também abre oportunidades para o Brasil. Segundo a vice-presidente do Simers, Carolina Rossato, o agronegócio moderno e sustentável brasileiro é um diferencial importante. “Além da mão de obra qualificada, temos uma agricultura cada vez mais verde. O consumidor internacional considera esse fator. O Brasil tem potencial para ocupar parte do mercado que a Europa perdeu e, inclusive, oferecer tecnologias que ajudem a modernizar o agricultor europeu”, defendeu. 

Os principais dados do setor foram apresentados pelo economista-chefe da FIERGS, Giovanni Baggio, que destacou a relevância do agronegócio para a economia gaúcha. O estado reúne 566 indústrias do segmento de máquinas agrícolas, quase 25% da indústria de máquinas do Brasil. Esses estabelecimentos geram mais de 30 mil empregos e somam US$ 551,3 milhões em exportações, principalmente para Argentina, Paraguai e Estados Unidos. “Pensando nas perspectivas do setor, temos fatores positivos como a melhora das condições econômicas na Argentina e boas projeções de crescimento no Paraguai. Por outro lado, os desafios incluem incertezas tarifárias nos Estados Unidos e a alta no preço do petróleo e dos fertilizantes devido ao conflito no Oriente Médio”, avaliou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 180 Visualizações
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Sucessão rural ganha novo fôlego com protagonismo jovem

Por Marina Klein Telles 13/03/2026
Por Marina Klein Telles

No Brasil, apenas 30% das propriedades rurais familiares chegam à segunda geração e menos de 5% à terceira, de acordo com o IBGE. Embora mais de 80% das propriedades rurais sejam administradas por famílias, a transição entre gerações é frágil e muitas vezes interrompida por falta de planejamento sucessório, migração urbana e limitações de acesso a crédito e tecnologia.

Além disso, dados do Censo Agropecuário indicam o envelhecimento progressivo da população rural, com crescimento no número de produtores acima dos 55 anos, enquanto a presença de jovens ainda é limitada.

Pesquisa realizada pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que grande parte dos jovens rurais demonstra interesse em permanecer no campo, desde que tenha acesso a capacitação, renda e perspectivas de desenvolvimento profissional. O estudo reforça que a sucessão rural está diretamente ligada à qualificação e à gestão eficiente das propriedades.

Diante desse cenário desafiador, algumas cadeias produtivas têm buscado estruturar mecanismos de estímulo à permanência dos jovens no campo, investindo em qualificação, planejamento sucessório e profissionalização da gestão. Iniciativas articuladas entre produtores, empresas e instituições de formação vêm demonstrando que, quando há apoio técnico e perspectivas econômicas claras, a sucessão rural deixa de ser um problema estrutural e passa a ser um processo organizado.

Na Região Sul do País, a cadeia produtiva do tabaco tem apresentado exemplos consistentes dessa transição geracional, com jovens que lideram transformações produtivas e a diversificação, profissionalizam a gestão das propriedades e incorporam tecnologias e práticas sustentáveis que ampliam a competitividade dos empreendimentos familiares.

É nesse contexto que o Instituto Crescer Legal atua na formação de jovens do meio rural, promovendo o desenvolvimento de habilidades profissionais, gestão empreendedora e desenvolvimento de competências que fortalecem a sucessão como processo planejado. “Ao estimular que os jovens rurais fortaleçam a sua identidade, valorizem os conhecimentos da sua família e se reconhecem enquanto agentes de transformação em suas comunidades, o Instituto proporciona que eles vislumbrem no meio rural a possibilidade de construírem os seus projetos de vida”, explica a gerente Nádia Fengler Solf. “O nosso Programa de Aprendizagem Profissional Rural proporciona uma abertura de novos horizontes, de possibilidades para o futuro dos jovens. E ao fomentar o trabalho colaborativo, a pesquisa e a inovação permite que eles estejam preparados para fazer boas escolhas e reconheçam a importância de continuar buscando conhecimento técnico e acadêmico para desenvolver as suas atividades de forma sustentável no campo”, acrescenta.

Um exemplo desse impacto é de Rafael Elias Muller, de 20 anos. Filho de produtores de tabaco, ele ingressou aos 16 anos no curso de Gestão Rural e Empreendedorismo do ICL como Jovem Aprendiz Rural em Paraíso do Sul (RS).

“No início, eu ainda não sabia muito bem o que queria e reconhecia pouco as potencialidades do meio rural. Por meio dos estudos, percebi a riqueza da nossa propriedade rural e as possibilidades de empreender, o que despertou em mim o interesse em ser o futuro sucessor dos negócios da família”, conta Rafael.

Hoje, o jovem produtor rural atua na produção de tabaco, milho, hortaliças e outras culturas ao lado da família e planeja consolidar seu projeto de vida no campo. Além da decisão de permanecer na atividade rural, Rafael destaca ganhos comportamentais e de gestão proporcionados pela formação, como melhoria na comunicação, convivência em grupo e entendimento da importância da gestão eficiente, diversificação de plantio e adoção de tecnologias.

Outro exemplo é de Josemir Gabriel Pinz Blank, egresso da turma de 2023 do Programa de Aprendizagem Profissional Rural em São Lourenço do Sul (RS). A participação no curso ampliou horizontes e fortaleceu a autoestima do jovem, ao mesmo tempo em que valorizou o trabalho desenvolvido na propriedade de sua família.

Josemir desenvolveu um projeto voltado à ampliação do pequeno orquidário existente na propriedade. O trabalho final foi premiado em um programa de financiamento e o jovem conseguiu recursos para expandir a produção. A expansão está programada para o primeiro trimestre de 2026. “Tudo o que aprendi ficará para sempre como uma base sólida que vou levar para a vida e que continuará trazendo benefícios para toda minha família”, afirma o jovem.

Avaliação de impacto realizada pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social aponta que o Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal contribui para o aumento da intenção de permanência dos jovens no meio rural, fortalece competências empreendedoras e gera impactos positivos também na gestão das propriedades familiares.

O Programa de Aprendizagem Profissional Rural já certificou mais de 1.200 jovens em Gestão Rural e Empreendedorismo desde a sua implantação. “Focamos na qualificação de adolescentes do meio rural por meio de atividades práticas e teóricas no contraturno escolar. A formação integra educação contextualizada, gestão e empreendedorismo, e  fortalece as competências necessárias para que os jovens enxerguem sua permanência no campo como uma trajetória profissional viável e gratificante”, explica Nádia Solf.

Ao investir no desenvolvimento de jovens aprendizes rurais, o Instituto Crescer Legal contribui para transformar um desafio histórico do campo brasileiro em oportunidade de renovação e fortalecimento da agricultura familiar, mostrando que a sucessão rural pode deixar de ser um entrave e se tornar um diferencial competitivo para o campo brasileiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/03/2026 0 Comentários 133 Visualizações
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