Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Gramado entra no top 10 imobiliário nacional com R$ 420...
Treino de Carnaval reúne nadadores no Lago Guaíba em Porto...
Volta às aulas com música e imaginação: Orquestra de Brinquedos...
Feevale está com inscrições abertas para o Jovem Aprendiz até...
Indústria do tabaco deve contratar 9,1 mil safreiros em Santa...
Festa de aniversário de Esteio vai ser aberta com talentos...
Nova Petrópolis lança plano de patrocínio para a Magia da...
Cerâmica Lila Thiesen promove vivência exclusiva em celebração ao Dia...
Troco Solidário da UnidaSul arrecada R$ 534 mil no RS...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Business

Business

Indústria calçadista criou 7,7 mil vagas de emprego no primeiro quadrimestre

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista gerou 7,7 mil postos de trabalho durante o primeiro quadrimestre de 2024 de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). 1,13 mil vagas foram criadas em abril. Com o resultado, o setor encerrou os quatro primeiros meses empregando diretamente 288,28 mil pessoas, número que representa 4,9% de redução em relação ao registro de abril de 2023.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que existe uma retomada em curso, principalmente em função da melhora das vendas no mercado doméstico. “Devemos encerrar o ano com crescimento entre 2,2% e 3,8% no consumo interno de calçados. Com isso, a atividade deve registrar incremento produtivo entre 0,9% e 2,2% em 2024. Tivemos bons resultados na feira BFShow, no final de maio, e estamos otimistas para as vendas na segunda parte do ano”, ressalta Ferreira.

De acordo com o dirigente, embora não tenha sido com a taxação esperada pelo setor, a retomada do imposto de importação para remessas de até US$ 50 do e-commerce internacional, em 20%, deve ajudar na produção nacional, refletindo também no nível de emprego. “Também temos a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024, o que foi uma conquista importante”, acrescenta o executivo.

Estados

De acordo com os dados, o maior empregador do setor calçadista no Brasil continua sendo o Rio Grande do Sul, que tem cerca de um terço da mão de obra da atividade no país. Nos primeiros quatro meses do ano, a indústria gaúcha de calçados gerou mais de 3 mil novos postos de trabalho, encerrando o período com 87,3 mil empregos diretos na atividade, o que representa 3,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado que mais emprega no setor também segue sendo o Ceará. Entre janeiro e abril, as fábricas cearenses de calçados perderam 434 postos, encerrando o mês quatro com 64,72 mil empregos diretos na atividade, 3,4% menos do que no mesmo período do ano passado.

O terceiro maior empregador da atividade no Brasil foi a Bahia, que nos primeiros quatro meses do ano perdeu 117 postos no setor. Com o resultado, as fábricas baianas encerraram abril com 39,62 mil empregos diretos, 9,1% menos do que no mesmo mês de 2023.

Com a criação de 2,82 mil empregos nos quatro primeiros meses do ano, São Paulo encerrou o período com 32,63 mil postos de trabalho na atividade, 5,2% menos do que no intervalo correspondente de 2023.

Rio Grande do Sul

Embora os resultados sejam positivos, Ferreira alerta que o mês de maio foi de “instabilidade” para a indústria gaúcha, que responde por 24% da produção nacional do setor. Durante todo o mês, o setor foi atingido pelas enchentes que assolaram o estado. Segundo o executivo, para mitigar o problema, a entidade está solicitando para que sejam liberados o quanto antes os créditos para as empresas atingidas, visando honrar seus compromissos com folha de pagamentos e fornecedores.

Os dados completos do estudo da Abicalçados podem ser conferidos no link.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 350 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 2,7% em maio, mas receita cai 10,4%

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

O volume de exportações de carne suína do Brasil para o exterior totalizou 104,5 mil toneladas em maio conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o que representa um crescimento de 2,7% em relação ao que foi embarcado no mesmo período do ano passado, com 101,7 mil toneladas. No entanto, a receita gerada pelos produtos exportados foi de US$ 225,2 milhões, uma queda de 10,4% no saldo de maio de 2023, quando o saldo foi de US$ 251,4 milhões. Para os cálculos, são considerados tanto itens em natura quanto os processados.

No total do ano, de janeiro a maio, as exportações de carne suína somam 506,6 mil toneladas, o que significa um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período de 2023, que contabilizou 481,1 mil toneladas exportadas. Todavia, a receita gerada foi 7,3% inferior a do recorte do ano anterior. Neste ano, o valor somado é de US$ 1,064 bilhão, enquanto em 2023 o saldo foi de US$ 1,149 bilhão.

De acordo com o presidente da APBA, Ricardo Santin, o ritmo das exportações segue paralelo positivo em relação ao recorde obtido em 2023. “A Ásia e nações das Américas seguem como ‘motor’ das vendas internacionais do setor, porém, com mudanças no tabuleiro dos principais importadores. A expectativa é que tenhamos resultado equivalente ou superior aos registrados no ano passado, porém, com maior presença de outros destinos”, pontua Santin.

Rua demonstra otimismo com os resultados

Principais destinos

A China segue como o principal importador da carne suína brasileira, somando 111,4 mil toneladas importadas entre janeiro e maio, número que no entanto é 36,7% menor do que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Em crescimento estão as Filipinas, que importaram 70,2 mil toneladas, número 84,8% maior que o recorde da mesma época de 2023. Na sequência dos maiores importadores aparecem o Chile, com 43,017 mil toneladas (aumento de 25,7%), Hong Kong, com 43,006 mil toneladas (queda de 16,2%), Singapura, com 32,3 mil toneladas (aumento de 11,2%) e Japão, com 27,4 mil toneladas (aumento de 92,8%).

O fluxo de exportações para a Ásia está ganhando novos contornos, com o notável crescimento das vendas para Filipinas, Singapura e Japão, assimilando as quedas das importações chinesas e ampliando a capilaridade das exportações brasileiras.  Ao mesmo tempo, vemos um antigo parceiro do Brasil, a Rússia, retomando as importações do produto”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Estados que mais exportam

Santa Catarina segue como o estado brasileiro que mais exporta carne suína. De janeiro a maio, SC soma 280,5 mil toneladas exportadas, o que representa um crescimento de 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2023. Na sequência, aparecem os outros dois estados do sul: o Rio Grande do Sul, com 106,2 mil toneladas (queda de 4,1%) e o Paraná, com 65,3 mil toneladas (queda de 1,75%). Mato Grosso, com 14,8 mil toneladas (aumento de 46,3%) e Mato Grosso do Sul, com 11 mil toneladas (crescimento de 1,4%) completam o top 5.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 333 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh gera boas expectativas para exportações no segundo semestre

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Expo Riva Schuh, uma das maiores feiras de calçados do mundo, abre o calendário de mostras comerciais do segundo semestre. A participação brasileira no evento que acontece nos dias 15 a 18 de junho, está, mais uma vez, confirmada com o apoio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). No total, serão 49 marcas, que farão negócios com compradores dos principais players de mais de 100 países.

Segundo Paola Pontin, coordenadora de Negócios da Abicalçados, por ser a primeira mostra que apresenta as coleções de Primavera-Verão no exterior, a Expo Riva Schuh costuma balizar as expectativas para os demais eventos do calendário do Brazilian Footwear. “A edição de junho, especificamente, apresenta coleções que respondem por mais de 70% das vendas da indústria calçadista brasileira, por isso a expectativa é sempre bastante positiva”, projeta.

Marcas gaúchas

Outro destaque da participação nacional na Expo Riva Schuh é a presença de marcas gaúchas, muitas delas atingidas pelas enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio. Segundo Paola, das 49 marcas confirmadas, 37 são do Estado. “As empresas gaúchas, desde o princípio da catástrofe climática, vêm demonstrando grande resiliência. Na BFSHOW, ocorrida em maio, já fizeram ótimos negócios, e agora partem para mais uma empreitada importante em busca de manter a performance positiva e gerar negócios que garantirão empregos de milhares de pessoas ao longo de 2024”, avalia a coordenadora.

Estão confirmadas na feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Actvitta, ADG Export, Ala, Andacco, Arezzo, Awana Group, Azaleia, Beira Rio, Bibi, Boaonda, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Copacabana, Democrata, Eléia, Grendha, GVD International, Hello Kitty, Itapuã, Jorge Bischoff, Klin, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Polo Go, Ramarim, Schutz, Stéphanie Classic, Valentina, Variettá, Werner, West Coast, WorldColors Brasil, Zatz e Zaxy.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 318 Visualizações
Business

Novas tendas de campanha são instaladas em Eldorado Sul e Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

Foram instaladas em Porto Alegre e Eldorado do Sul, na sexta-feira (7), mais três tendas de campanha para atendimentos de saúde. Na capital, é a segunda destinada ao município – a primeira fica no bairro Humaitá. As estruturas fazem parte de termo de colaboração entre a Secretaria da Saúde (SES) e o Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (Sesi/RS).

Nas tendas, são ofertados serviços de atendimento clínico e psicossocial. Os espaços contam com médico, enfermeiro, técnico em enfermagem, psicólogo e assistente social. Os profissionais disponíveis podem variar conforme cada município. As tendas de campanha atendem das 8h às 17h. No total, quatro tendas estão instaladas.

Endereços das tendas

  • Porto Alegre
    – Humaitá (R. Frederico Mentz, 143)
    – Sarandi (Av. 21 de abril, praça Lamadosa)
  • Eldorado do Sul
    – Unidade de Saúde Loteamento (R. Antônio Mariante – Lot. Popular)
    – Unidade de Saúde Cidade Verde (R. Batori José Rodrigues dos Santos, 75)

O objetivo é ofertar atendimento em locais onde as Unidades de Saúde foram atingidas pelas águas das enchentes. O Sesi realiza o empréstimo da estrutura para que as demandas de saúde possam ser atendidas nos territórios enquanto não é possível retomar os espaços danificados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Serão 80 tendas, sendo 40 instalações duplas, divididas em uma parte clínica e uma parte psicossocial. As tendas estão sendo ofertadas às cidades de Canoas, Cruzeiro do Sul, Eldorado do Sul, Estrela, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, São Leopoldo, São Jerônimo, São José do Norte, Sarandi e Venâncio Aires. Elas serão instaladas conforme acordado com cada município.

Ainda, serão fornecidas 24 unidades móveis de saúde para os municípios de Canoas, Eldorado do Sul, Guaíba, Montenegro, Porto Alegre, São Jerônimo, São Leopoldo e Sinimbu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 341 Visualizações
Business

Enchentes provocam queda de 15,6% nas vendas da indústria gaúcha em maio

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

Publicada nesta sexta-feira (7), a terceira edição do Boletim Econômico-Tributário da Receita Estadual sobre os impactos das enchentes nas movimentações econômicas dos contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços (ICMS) do RS indica queda de 15,6% nas vendas da indústria em maio de 2024. A comparação é frente ao mesmo mês de 2023. Entre os destaques da publicação estão os efeitos na emissão de notas fiscais e na arrecadação, além da visão detalhada dos setores de agroindústria, alimentos e insumos agropecuários.

O volume de vendas das indústrias do RS foi mais impactado nos setores de insumos agropecuários, com menos 39,1% em maio, metalmecânico, com menos 24,4%, e de pneumáticos e borrachas, com menos 18,2%. Os segmentos de têxteis e vestuário, com menos 17,2%, e de Madeira, Cimento e Vidro, com menos 16,1%, também estão com desempenho pior que a média geral da indústria gaúcha em comparação como mesmo período do ano anterior (-15,6%). Apesar disso, todos os setores analisados já apresentam sinal de retomada após o momento mais crítico da crise meteorológica – a queda geral média chegou a ser de menos 37,3% na primeira semana do mês.

Na visão por região do Rstado, as maiores baixas são verificadas na Fronteira Noroeste (-63,2%), no Alto do Jacuí (-28,6%), no Vale do Rio dos Sinos (-26,2%), no Vale do Taquari (-26,0%) e no Vale do Caí (-25,9%). A Região Metropolitana tem índice de menos 21,2% na comparação das vendas da indústria em maio de 2024 e 2023.

Detalhamento setorial

A terceira edição do boletim aprofunda os dados relativos a três setores da economia gaúcha: agroindústria, alimentos e insumos agropecuários.

Dos 1,3 mil estabelecimentos da agroindústria contribuintes do ICMS, 89% deles estão em municípios afetados (24% em estado de calamidade e 65% em estado de emergência). Eles respondem por 88% da arrecadação do setor. Desses, 12% estão em áreas que foram inundadas, representando 15% da arrecadação setorial. O volume de vendas no mês de maio em comparação a maio de 2023 caiu 9,9%.

Já no setor de alimentos, a queda no volume de vendas em maio foi menor: 5,3%. As baixas estão concentradas nas regiões do Vale do Taquari, com menos 31,6%, e do Vale do Rio dos Sinos, com menos 26,1%. Dos 8,3 mil estabelecimentos do setor, 92% estão em municípios afetados (50% em estado de calamidade e 42% em estado de emergência). Eles respondem por 94% da arrecadação do setor. Desses, 18% estão em áreas que foram inundadas, representando 33% da arrecadação setorial.

O setor de insumos agropecuários, por sua vez, é o mais afetado entre todos os analisados, com menos 39,1% no volume de vendas em maio. A perda foi impulsionada principalmente pela Região Sul (que concentra mais de metade das vendas e apresentou redução de 35,9%) e pelo Vale do Rio dos Sinos, com menos 63,8%. Dos 2,8, mil estabelecimentos do setor, 84% estão em municípios afetados (22% em estado de calamidade e 62% em estado de emergência). Eles respondem por 74% da arrecadação do setor. Desses, 9% estão em áreas que foram inundadas, representando 18% da arrecadação setorial.

Arrecadação de ICMS caiu 16,1%

O fechamento do mês também revela os primeiros impactos na arrecadação de ICMS. O valor projetado para o período de 1º a 3 de maio, antes das enchentes, era de R$ 3,97 bilhões. Na prática, entretanto, foram arrecadados R$ 3,33 bilhões, ou seja, uma redução de R$ 640 milhões (-16,1%). Pelo fato de o ICMS refletir as operações do mês anterior, a expectativa é que junho tenha queda mais acentuada.

44 mil estabelecimentos em áreas inundadas

Conforme apurado, 91% dos 278 mil estabelecimentos contribuintes do ICMS no RS estão situados em municípios em estado de calamidade pública ou em situação de emergência, conforme o Decreto 57.626/24. Em média, eles respondem por 93% da arrecadação e 90% das vendas entre empresas. A publicação indica ainda que 44 mil estabelecimentos (16% do total), responsáveis por 27% da arrecadação de ICMS no RS, estão situados em áreas que foram inundadas.

Impactos na atividade econômica

O valor das operações realizadas por empresas gaúchas teve uma queda de 20% nos últimos sete dias de maio em comparação ao mesmo período de abril. Isso significa uma redução de R$ 630 milhões em operações diárias. A queda percentual chegou a ser de 55% no pior momento da crise, conforme números atualizados. Já o número de empresas que emitiram nota fiscal no RS caiu 12% nos últimos sete dias. O indicador chegou a mostrar redução de 37% no início de maio.

Medidas implementadas até o momento

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) e a Receita Estadual monitoram permanentemente as necessidades e buscam soluções para mitigar os impactos e atender os contribuintes durante o período de calamidade, bem como facilitar a recuperação das empresas que foram mais severamente impactadas pelos alagamentos e deslizamentos em diferentes regiões gaúchas.

Entre as medidas já implementadas estão: prorrogação de prazos de pagamento para estabelecimentos de todos os municípios gaúchos (ICMS em geral e Simples Nacional); prorrogação de prazos para entrega das declarações; prorrogação de prazos processuais e demais atos administrativos; inibição das negativações na Serasa; benefício de isenção de ICMS para compra de ativos imobilizados para estabelecimentos em munícipios em estado de calamidade ou de emergência; benefício de não estorno dos créditos de ICMS dos bens danificados ou perdidos do estoque nas enchentes para estabelecimentos em munícipios em estado de calamidade ou de emergência; entre outras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 363 Visualizações
Business

Dia dos Namorados pode iniciar a recuperação das vendas do comércio gaúcho

Por Marina Klein Telles 07/06/2024
Por Marina Klein Telles

Celebrado em 12 de junho o Dia dos Namorados é a primeira data representativa do comércio após a calamidade que atingiu o Rio Grande do Sul em maio e pode representar o passo inicial para a recuperação das vendas dos lojistas gaúchos. Ainda que esse fator impacte na projeção de vendas para essa data comemorativa, a FCDL-RS estima uma movimentação financeira entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões, o que, no atual cenário é um indicador positivo.

Sexta data comemorativa mais importante do comércio em termos de volume de vendas o Dia dos Namorados traz um componente emocional muito forte e uma característica diferenciada, que é a compra de presentes em duplicidade, uma vez que cada integrante do casal adquire pelo menos uma lembrança.

“Acreditamos que o Dia dos Namorados pode marcar a retomada dos negócios em grande escala no comércio do Rio Grande do Sul, sendo fundamental que os casais busquem efetuar suas compras nas lojas das cidades onde residem. Isso é importante para ajudar na recuperação dos negócios, na manutenção e geração de emprego e renda”, avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Nesse processo de recuperação os segmentos de vestuário, calçados e acessórios devem ser os mais beneficiados, pois tradicionalmente eles recebem a preferência do consumidor na hora da compra do presente. Utilidades domésticas, eletroeletrônicos, perfumaria e cosméticos também aparecem como opções lembradas pelos casais. Além disso, bares e restaurantes têm o seu movimento ampliado no dia 12 de junho.

Pelo que aconteceu no estado há poucos dias, a FCDL-RS projeta um ticket médio na aquisição de presentes neste ano inferior ao de 2023, ficando na casa dos R$ 150,00 por pessoa. “O Dia dos Namorados vai ser um momento importante para o comércio do Rio Grande do Sul mostrar, mais uma vez, a sua capacidade de resiliência e de superação. Estamos empenhados em fazer os lojistas gaúchos recuperarem seus negócios e seguirem fazendo a diferença no círculo virtuoso da economia do estado. Com garra, determinação e, principalmente, um auxílio célere e imediato dos poderes constituídos, isso vai ocorrer mais rápido do que pensamos”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Setcergs e governo estadual se unem por medidas de incentivo ao setor do transporte rodoviário de cargas

Por Jonathan da Silva 07/06/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do RS (Setcergs) apresentou ao Governo do Estado o Programa Movendo RS/Pró-Cargas, que propõe uma série de ações para recuperar o ecossistema do transporte rodoviário de cargas no Rio Grande do Sul. A iniciativa busca oferecer incentivos para a renovação e manutenção das frotas, infraestrutura e empregos, em resposta aos impactos das enchentes, que também afetaram transportadores em todo o estado. O encontro foi realizado na sede do Setcergs, na manhã desta quinta-feira (6), e contou com a participação dos subsecretários da fazenda do RS, Ricardo Neves Pereira, Edison Franchi e Luis Fernando Crivelaro, além da equipe do Grupo Especializado Setorial – Transporte (GES), da Receita Estadual.

No encontro, Secretaria Estadual da Fazenda e Setcergs firmaram o compromisso de agir de forma conjunta para implementar melhorias no setor que incentivem o investimento e a reconstrução do estado, buscando corrigir situações históricas que geraram perda de competitividade no transporte do estado em comparação aos demais estados, tais como Santa Catarina que, embora possua um PIB menor consegue emplacar mais equipamentos que o RS.

De acordo com o presidente do Setcergs, Sérgio Mário Gabardo, um período de decadência para os transportadores se desencadeou desde a pandemia. “Hoje, cerca de 95 a 98% das empresas enfrentam dificuldades, e estamos testemunhando uma migração de empresas de fora que vêm prestar serviços aqui, pois não estamos conseguindo ser competitivos. Apesar desses desafios, temos a melhor mão de obra da América Latina e podemos afirmar que não há lugar melhor para se ter uma empresa do que no Rio Grande do Sul, devido à qualidade da nossa mão de obra”, analisou Gabardo.

O diretor de Gestão do Setcergs, Roberto Machado, salientou que com a atual calamidade pública, praticamente todas empresas do estado sofreram prejuízos. “Foram mais de 60 estradas afetadas e mais de vinte pontes que precisarão ser reconstruídas. Os desvios elevam os custos e aumentam o tempo de entrega. Se perde faturamento e daí vem o prejuízo”, descreveu Machado.

Diante do cenário, o sindicato apresentou uma lista de pleitos aglutinados em programa de incentivo fiscal e administrativo. O Movendo RS/Pró-Cargas propõe medidas emergenciais e incentivos fiscais para garantir a sobrevivência dos transportadores gaúchos e gerar investimentos, empregos e riqueza ao estado. Os detalhes do programa foram apresentados pelo assessor jurídico do Setcergs, Fernando Massignan, e pelo coordenador da Comissão de Assuntos Tributários, Valmor Scapini.

Reunião entre sindicato e secretaria

O programa está estruturado em três pilares que contemplem incentivos na aquisição e recondicionamento de equipamentos, melhora na política de créditos tais como pneus, peças e outros itens, de modo a incentivar o ecossistema desses setores – indústria, comércio e transporte gaúcho-, bem como se sugeriu a adequação do processo administrativo e dos procedimentos burocráticos de emplacamento e licenciamento.

Fotos: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 1 Comentário 358 Visualizações
Business

Acist-SL dialoga com empreendedores de São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Acist-SL promoveu uma reunião com seus integrantes nesta segunda-feira (3) para ouvir demandas de grupos autônomos de empreendedores de vários bairros de São Leopoldo. Em pauta esteve a necessidade de propor medidas emergenciais para ajudar os microempreendedores atingidos pela catástrofe climática.

“Todos temos o mesmo propósito, que é reconstruir nossa cidade e retomar a economia o mais rápido possível. E unirmos as nossas forças, para encaminhar nossas demandas de forma integrada, vai nos fortalecer”, destaca o diretor comercial da Acist-SL, Eliézer Brazil.

Participaram do encontro Ariel Brandão (World Dance Animações), Caroline Bergonsi Dresch (Centro de Treinamento Summit), Maria Helena Fleck (Ágile Comunicação), Feliciano Novaroski Junior (Lembrei de Ti) e Elisabete Corrêa da Silva (ECS Contabilidade). Também estiveram presentes Raquel Mazuco, diretora de Comunicação e Marketing da Acist-SL, Maiara Fangueiro, gerente executiva da Entidade, e Iara Cristiane Mello, assistente da Caixa/Unisinos.

Dentre as solicitações apresentadas pelos empreendedores, duas já integram o documento elaborado pela Acist-SL e apresentado na Câmara Temática da Indústria, que é a isenção do IPTU e da taxa de água. Também está sendo pleiteada uma linha de financiamento especial para empreendedores com restrição de crédito ou não se enquadra nas exigências dos programas já existentes. “Precisamos de capital de giro para colocar nossas empresas em funcionamento, pois ficamos sem infraestrutura e sem produtos para voltarmos a operar”, apontou Ariel Brandão, representando o grupo Empreendedores Unidos Zona Norte São Leopoldo.

Caroline Dresch, em nome do Movimento 201, destacou que um dos objetivos é também divulgar a rede de solidariedade e de apoio entre os empresários. O resultado foi a criação de uma conta na rede social Instagram chamada Movimento 201 – em alusão aos 201 anos da Imigração Alemã, que será celebrado em 2025. “Este ano, não teremos como comemorar o bicentenário. Mas podemos agir para o futuro”, destacou Caroline.

Eliézer relatou todas as ações que a Acist-SL vem desenvolvendo para contribuir para a retomada das atividades econômicas, como os pleitos para os diversos poderes públicos para atender de modo urgente as necessidades dos empresários, a participação no Ecossistema de Inovação (Re)Construção, que vem discutindo o presente e o futuro da cidade, dentre outras. Ele colocou a estrutura da entidade à disposição de todos, independente de serem associados ou não e também para integrar-se aos movimentos. “Juntos, teremos mais voz, vez e relevância”, aponta o diretor.

Brandão, em nome dos demais, agradeceu a disponibilidade da Acist-SL, apontando que a entidade passa a ser também porta-voz do grupo.

Na terça (4), ocorreu novo encontro dos empreendedores, desta vez promovido pela Sicredi Pioneira com a adesão das entidades Acist-SL, CDL São Leopoldo, Sindilojas e Assemplife e participação da Sedettec.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2024 0 Comentários 354 Visualizações
Business

Núcleo da Mulher Empreendedora da CDL-NH realiza primeiro evento do ano

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

O Núcleo da Mulher Empreendedora (NME) da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) realiza na última quinta-feira do mês de junho, dia 27, o talk show Trajetórias que Transformam, primeiro evento da agenda do ano. As inscrições devem ser realizadas pelo WhatsApp (51) 3582-3535. O custo é de R$ 40 para sócio e R$ 60 para não sócio. Todo valor dos ingressos será revertido para compra de mantimentos para pessoas atingidas pelas enchentes.

 O evento, que abordará as experiências e desafios do empreendedorismo feminino, começará às 19h, no Salão Nobre da CDL-NH, localizado na Rua Domingos de Almeida, 708, Centro de Novo Hamburgo. A ação contará com a participação da jornalista e podcaster Roberta Pschichholz e a empreendedora social Iara Virginia da Silva. O painel será conduzido pela consultora de imagem estilo Dallen Fragoso.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2024 0 Comentários 348 Visualizações
Business

Escola gaúcha Sonata Brasil prepara imersão com empresários na Itália

Por Jonathan da Silva 06/06/2024
Por Jonathan da Silva

A escola de negócios gaúcha Sonata Brasil está finalizando os preparativos para o início de mais uma imersão internacional, desta vez em Florença, na Itália. Por lá, um grupo de 13 empresários brasileiros aprenderá lições sobre liderança, empreendedorismo e inovação. O roteiro inclui uma passagem pela cidade de Roma e uma visita exclusiva à Capela Sistina e aos Museus Vaticanos. A imersão acontecerá de 9 a 15 de junho.

A Sonata acredita que a verdadeira formação de líderes vai além do conhecimento técnico ensinado nas escolas de gestão. A imersão na Itália proporcionará justamente uma compreensão mais profunda não só do legado do país, mas de sua aplicação prática nos desafios contemporâneos. Vamos trazer a sabedoria clássica para a gestão dos negócios e utilizá-la como ferramenta para desenvolver o humano por trás de cada profissional”, explica a educadora e cofundadora da Sonata Brasil, Soraia Schutel.

Além disso, entre 24 e 29 de setembro, um segundo grupo desembarca em Portugal para estudar o legado dos templários e as raízes da relação entre o país europeu e o Brasil. Os integrantes da imersão portuguesa terão ainda a oportunidade de participar de uma certificação exclusiva em Psicologia Positiva pela Universidade de Lisboa, customizada para lideranças brasileiras com a participação da professora Helena Marujo, referência na área.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2024 0 Comentários 495 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Gramado entra no top 10 imobiliário nacional com R$ 420 milhões em vendas e atrai arquitetura global

  • 3

    Treino de Carnaval reúne nadadores no Lago Guaíba em Porto Alegre

  • 4

    Volta às aulas com música e imaginação: Orquestra de Brinquedos retorna a Porto Alegre

  • 5

    Feevale está com inscrições abertas para o Jovem Aprendiz até o dia 27 de fevereiro

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO