Mais vistas
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Nova Petrópolis celebra o Dia da Cerveja com programação em...
Expoagas 2026 deve movimentar mais de R$ 800 milhões em...
Ana Castela fará show em Porto Alegre no dia 22
Renato Teixeira abre a programação de agosto do Teatro Feevale
Sábado Solidário mobiliza arrecadação de alimentos em 25 cidades gaúchas
Expoagas começa amanhã em Porto Alegre
Temporada de Inverno de Canela terá programação musical na Praça...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Autor

Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Entidades empresariais divulgam posicionamento contrário ao fim da escala 6×1

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Onze entidades empresariais do Vale do Sinos divulgaram nesta segunda-feira, 23, manifesto com posicionamento contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Veja o documento na íntegra: “O debate sobre o fim da escala 6×1 precisa ser tratado com responsabilidade e visão econômica — sem simplificações. O Brasil não enfrenta um problema de excesso de trabalho. O Brasil enfrenta um problema de baixa produtividade, falta de mão-de-obra qualificada, alto custo estrutural e perda de competitividade internacional.

Reduzir a jornada por imposição geral e uniforme sem enfrentar o custo Brasil, sem redução proporcional de salário e sem reduzir a insegurança jurídica, a complexidade tributária, o peso sobre a folha de pagamento, a baixa qualificação média dos profissionais e a infraestrutura deficiente não representa avanço social — representa aumento de custo.

A questão central é: quem paga essa conta? Não é o Estado. Não se trata de “torcida” a favor ou contra, mas sim abordar de o assunto com responsabilidade. É a empresa que investe com juros altos, paga tributos elevados, enfrenta burocracia, assume risco diariamente e mantém empregos mesmo em ciclos negativos.

Em um cenário de produtividade industrial abaixo dos concorrentes globais, informalidade crescente, margens comprimidas e pressão sobre preços, impor redução estrutural de jornada sem compensação produtiva significa aumento do custo por hora trabalhada, redução da competitividade, deslocamento de investimentos e risco ao próprio emprego que se pretende proteger.

Antes de discutir menos dias trabalhados, o Brasil precisa discutir como produzir mais por hora, como reduzir o custo sobre o emprego, simplificar regras, dar previsibilidade a quem investe e como melhorar a qualificação técnica. O verdadeiro compromisso social é gerar crescimento sustentável — e crescimento sustentável nasce da competitividade.”

Assinam o documento as seguintes entidades: SinmaqSinos, Sindimetal RS, ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Sindartcouro NH, Sindivest SL, Siab RS, Sindicis, Sinborsul, Abrameq, Sinduscon NH e SICNH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 239 Visualizações
Business

Arroz gaúcho enfrenta cenário desafiador e setor pede crédito, seguro e equidade regulatória

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta no Auditório Frederico Costa com o painel inaugural “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando Campo e Mercado”. O evento segue até 26 de fevereiro, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na abertura, o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, destacou que o encontro simboliza não apenas o início de uma nova safra, mas também a resiliência e a capacidade de superação do produtor rural diante de um cenário complexo. “Importante destacar que toda a programação do evento foi pensada justamente neste desafiador cenário que estamos enfrentando”, afirmou.

Nunes ressaltou que o Rio Grande do Sul vive uma conjuntura marcada por desafios e oportunidades. “O arroz, cultura que moldou nossa identidade produtiva, atravessa um período de forte atenção nacional. Estoques elevados, volatilidade de preços, endividamento, dificuldade de acesso a crédito, juros incompatíveis com a atividade e reiteradas fraudes setoriais de tipificagem no arroz ofertado ao consumidor são fatores que colocam o Rio Grande do Sul no centro da discussão sobre segurança alimentar”, declarou.

O dirigente alertou que a fragilidade da agricultura impacta diretamente a segurança alimentar e a economia. Segundo ele, o setor gera empregos, divisas e sustenta cadeias como transporte, indústria e comércio. Ao comparar políticas de apoio, destacou que na União Europeia cerca de 19% da renda dos produtores rurais vem do Estado, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de aproximadamente 11% e, no Brasil, varia entre 1% e 5%. “A tecnologia digital, cada vez mais presente, transforma a lavoura em um ambiente de precisão, onde cada decisão é tomada com base em dados e não mais em incertezas”, acrescentou.

O presidente defendeu ainda a necessidade de um seguro rural mais robusto e acessível, linhas de crédito compatíveis com o custo real de produção e infraestrutura logística eficiente para escoamento e armazenagem. “Que nossos concorrentes tenham que cumprir a mesma legislação, seja trabalhista, ambiental, tributária ou sanitária, que os nossos produtores”, defendeu.

O diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clênio Pillon, ressaltou a evolução tecnológica da agricultura nas últimas décadas. “Há 50 anos se plantava arroz com semeadora manual. Hoje vemos aqui essa verdadeira cidade da inovação. Uma revolução não apenas na lavoura arrozeira, mas na agricultura brasileira”, afirmou.

Pillon lembrou que, no início da década de 1970, o Brasil tinha cerca de 90 milhões de habitantes e produzia meia tonelada de cereais por habitante ao ano. “Hoje não produzimos apenas segurança alimentar, mas ajudamos a alimentar cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo”, comparou. Ele acrescentou que os desafios permanecem, especialmente na ampliação da soberania nacional na produção de insumos estratégicos para reduzir a dependência externa.

O superintendente do Senar, Eduardo Condorelli, avaliou o momento atual da orizicultura como delicado. “Poderia ser um problema para o país se a seca tivesse atingido 60% da colheita. Mas, lamentavelmente, a seca é no faturamento, não na produção. E, neste caso, o problema é só nosso”, observou. Condorelli destacou a capacidade técnica do orizicultor gaúcho. “Vocês representam o farol da agricultura do Rio Grande do Sul e é em vocês que os demais produtores se espelham”, declarou.

O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Alexandre Velho, enfatizou a expansão do evento ao longo dos anos. “Em 2013, lá em Mostardas, a abertura ocupava uma área de 4 hectares, com cerca de 27 ou 28 empresas. Ao chegar aqui na Embrapa este ano, me surpreendi mais uma vez com o tamanho da estrutura”, relatou. Velho observou que o evento contempla múltiplas culturas e tecnologias estratégicas. “As ferramentas disponibilizadas aqui são fundamentais neste processo”, pontuou.

Velho também chamou atenção para o valor nutricional do cereal e a necessidade de estimular o consumo. “O arroz não envolve apenas o valor pago ao produtor, mas também o seu valor nutricional. Por isso, o Irga colocou na rua uma campanha nacional para promover mudança de hábitos da população na questão do consumo e do valor nutricional do cereal”, afirmou.

O presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, lembrou que até 1997 o Brasil era importador de alimentos. “Em 27 anos nos tornamos uma potência agrícola, pecuária e silvícola, sendo o maior exportador líquido do mundo. E em cinco a dez anos seremos o maior produtor e exportador, e só o Brasil pode fazer isso”, enfatizou. Ele defendeu maior investimento em pesquisa. “Não podemos ter um orçamento limitado para a Embrapa. Precisamos investir mais para tornar viável inclusive a produção de etanol a partir do arroz”, argumentou.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, alertou para a queda de rentabilidade do produtor, que hoje recebe menos de R$ 1,25 por quilo de arroz produzido. “Isso é desanimador e prejudicial para uma economia em que 40% do PIB está ligado ao agronegócio”, avaliou. Ele ressaltou o impacto multiplicador do setor e pediu prioridade ao Rio Grande do Sul nas políticas federais. “Não há lugar neste Brasil onde exista produção agrícola que não tenha o trabalho de um gaúcho”, finalizou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 189 Visualizações
Business

Claudio Gastal é o novo diretor do Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

 O Sistema FIERGS terá um novo diretor à frente do Serviço Social da Indústria (Sesi), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) no Rio Grande do Sul. O cargo será assumido por Claudio Gastal, atual presidente do Badesul Desenvolvimento – Agência de Fomento do Estado do Rio Grande do Sul.

Com sólida trajetória na gestão pública e em iniciativas voltadas à competitividade e à modernização institucional, Gastal traz para o Sistema FIERGS a experiência acumulada em áreas como planejamento estratégico, governança, gestão de pessoas e transformação digital.

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destaca que além de sua atuação no governo do Rio Grande do Sul, Gastal desenvolveu carreira no Movimento Brasil Competitivo (MBC), organização dedicada à promoção da eficiência e da competitividade no país. Na oportunidade, exerceu diferentes funções de liderança, incluindo a de presidente executivo. “É um profissional preparado que terá muito a contribuir com o Sistema FIERGS”, ressalta Bier, destacando a grande experiência em gestão.

Desde 2023, está à frente do Badesul Desenvolvimento, onde conduz ações voltadas ao financiamento e ao desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.

À frente do Sesi, do Senai e do IEL no RS, Claudio Gastal terá como desafio dar continuidade às ações voltadas ao fortalecimento da indústria gaúcha, com foco na educação profissional, na inovação, na produtividade e no desenvolvimento das empresas e das pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 195 Visualizações
Cultura

Guaíba celebra a força do samba na eleição da Corte do Carnaval 2026

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A cidade de Guaíba viveu um domingo de pura energia, emoção e alegria com a eleição da Corte do Carnaval 2026. O evento aconteceu na Praia da Alegria, reunindo autoridades, lideranças culturais, representantes das escolas e blocos e centenas de moradores apaixonados pelo samba.

Organizado pelas Secretarias de Cultura e AgÇencia de Desenvolvimento, o evento contou com uma multidão animada que acompanhou cada momento da escolha da Rainha, Princesas e demais representantes da Corte.

Além da eleição da Corte, também foram reconhecidos os destaques da festa:

Melhor Torcida de Bloco: Bloco Bartira

Melhor Torcida de Escola de Samba: Escola Império Serrano

Melhor Grupo Show: Academia Cohab-Santa Rita

O clima foi de celebração e orgulho, reforçando a importância cultural do carnaval para o município.

E a festa já tem data e local marcados para ganhar ainda mais brilho: no dia 14 de março, a Avenida Nestor de Moura Jardim se transformará na Passarela do Samba Liberato Garcia, palco oficial do desfile do Carnaval de Guaíba 2026, onde a nova Corte fará sua estreia oficial diante do público.

Com samba no pé, carisma e representatividade, a Corte eleita promete levar o nome de Guaíba ainda mais longe, celebrando a diversidade, a tradição e a paixão que movem o carnaval da cidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 205 Visualizações
Cidades

Lumni Experience promove primeiro Luau das Estrelas em Gramado

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Lumni Experience, parque imersivo de luzes em Gramado-RS, promove o seu primeiro Luau das Estrelas, uma experiência sensorial que une música ao vivo e contemplação do céu em uma noite especialmente escolhida de lua minguante, período em que o céu se torna naturalmente mais escuro e ideal para observar estrelas.

A proposta do evento é transformar a noite em um momento único de desaceleração e encantamento. Em meio a milhares de luzes que compõem o cenário do parque, o público viverá uma atmosfera intimista, envolvente e cuidadosamente preparada para despertar os sentidos.

A trilha sonora da noite ficará por conta do saxofonista Roger Sax House, músico reconhecido em Gramado por seu talento e performances marcantes, trazendo sofisticação e emoção à experiência.

O evento contará ainda com a participação da Parks Net, agregando conectividade e apoio a essa noite especial.

Mais do que um evento, o Luau das Estrelas inaugura um novo capítulo na programação do parque e promete entrar para a história do Lumni como uma noite memorável, marcada por conexão, sensibilidade e a beleza do céu em sua forma mais intensa.

Em caso de chuva, o parque funcionará normalmente. O Luau das Estrelas, no entanto, será remarcado para uma nova data a ser divulgada oficialmente pelos canais do Lumni.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 190 Visualizações
Variedades

Setcergs e Federasul realizam terceiro e último encontro do Fórum de Debates sobre as rodovias gaúchas

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Setcergs e a Federasul promovem na próxima quarta-feira, 25 de fevereiro, às 13h30, na sede do SETCERGS em Porto Alegre, a 3º e última agenda do Fórum de Debates Setcergs | Federasul, encerrando o ciclo de encontros voltados ao diálogo qualificado entre o setor produtivo, entidades representativas e o poder público sobre o futuro das rodovias do Estado.

A moderação será conduzida pelo ex-governador Germano Rigotto e pelo presidente da FEDERASUL, Rodrigo Sousa Costa, com a presença do governador Eduardo Leite e do secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi. Nesta etapa final será apresentada a devolutiva institucional do Governo Leite em relação às contribuições construídas ao longo das duas agendas anteriores, realizadas em 21/1 e 4/2, na sede do Setcergs, a Casa das Rodas e Rodovias.

No primeiro encontro,  o governador Eduardo Leite apresentou a modelagem dos blocos 1 e 2, desenvolvida em parceria com os técnicos do BNDES e o Governo do Estado. Já no segundo encontro, o Governo do Estado recebeu sugestões e proposições de aprimoramento ao modelo apresentado. A terceira e última etapa desta quarta-feira trará mais uma vez representantes do Governo do Estado e quais proposições poderão ser incorporadas ao projeto, e de que forma serão realizadas.

O Fórum consolidou-se como um espaço estratégico de escuta e construção conjunta, reunindo lideranças empresariais, representantes institucionais e especialistas para tratar de temas estruturantes para a infraestrutura e a competitividade do Rio Grande do Sul.

O presidente do Setcergs, Delmar Albarello, destacou que as rodovias são parte essencial do desenvolvimento do Rio Grande do Sul e precisam ser debatidas com profundidade e base técnica. Segundo ele, o Fórum representa um momento oportuno para o futuro da logística no Estado, reunindo o setor privado, o poder público e a participação ativa da sociedade na construção de caminhos sustentáveis e eficientes.

Já o presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, afirmou que a iniciativa se consolida como uma oportunidade concreta para alinhar interesses, fortalecer o diálogo entre diferentes setores e construir soluções estratégicas para o futuro do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 193 Visualizações
Variedades

Litoral Norte do RS consolida novo polo imobiliário e empreendimento vende 55% do VGV em 30 dias

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Brávia Marina & Beach Club, condomínio náutico de alto padrão localizado no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, alcançou 55% do Valor Geral de Vendas (VGV) em apenas 30 dias após o lançamento. Com VGV estimado em R$ 410 milhões, o empreendimento integra o ciclo recente de investimentos que vem consolidando a região como o segundo maior mercado imobiliário do Estado, atrás apenas da Região Metropolitana de Porto Alegre.

Localizado em Maquiné, no limite com Xangri-Lá, o projeto reúne mais de 450 lotes, com metragens entre 300 m² e 600 m². Cerca de 70% das unidades são navegáveis, com valores que variam de R$ 600 mil a R$ 1,5 milhão.

O desempenho comercial do empreendimento acompanha o ritmo de expansão do mercado imobiliário regional. Segundo dados do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o volume de negociações no Litoral Norte avançou cerca de 23% em 2025, encerrando o ano com R$ 7,36 bilhões movimentados em Valor Geral de Vendas (VGV).

Nesse cenário, o Brávia Marina & Beach Club marca a estreia da AMIS Urbanizadora & Incorporadora no segmento de alto padrão. A empresa é presidida por Cesar Araújo Faria, executivo com mais de 35 anos de atuação na construção civil e no desenvolvimento de projetos imobiliários. Sócio-fundador da AMEC e do Grupo GAV Resorts, Faria participou da comercialização de mais de 20 mil lotes e acumula mais de 260 mil m² construídos ao longo da carreira.

Entre os diferenciais do empreendimento, o condomínio conta com uma marina com serviço de concierge náutico e terá uma piscina com praia artificial de 3,5 mil m² de lâmina d’água, cercada por mais de 5 mil m² de faixa de areia natural, formando quase um hectare de área praiana. O projeto inclui ainda píer flutuante, atracadouro, heliponto e áreas de lazer e convivência, além de um Beach Club na orla de Atlântida, em Xangri-Lá, com piscinas adulto e infantil, berçário, spa e restaurante com serviço de praia.

O perfil dos compradores reforça o posicionamento do empreendimento. Recentemente, Maria Dolores dos Santos Aveiro, mãe do jogador Cristiano Ronaldo, e Kátia Aveiro, irmã do atleta, adquiriram três terrenos na área navegável do condomínio, com metragens entre 500 m² e 600 m².

O investimento direto previsto é de R$ 115 milhões em obras e materiais. A estimativa é de geração de mais de 300 empregos diretos e entre 1 mil e 1,3 mil indiretos. O impacto econômico total do projeto é estimado entre R$ 200 milhões e R$ 220 milhões, com a participação de mais de 50 empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 253 Visualizações
Variedades

Deputados da CPI dos Pedágios pedem suspensão do leilão do Bloco 2 ao TCE e ao Ministério Público de Contas

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Deputados da CPI dos Pedágios da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul entregaram, na segunda-feira (23), ofício ao Ministério Público de Contas e ao Tribunal de Contas do Estado solicitando a suspensão imediata do leilão do Bloco 2 de concessões rodoviárias, previsto para 13 de março de 2026, na B3, em São Paulo.

Participaram da audiência o relator da CPI, Miguel Rossetto (PT), o presidente da Comissão, Paparico Bacchi (PL), e os deputados Sofia Cavedon e Halley Lino, ambos do PT. O documento foi entregue ao procurador-geral do Ministério Público de Contas, Ângelo Borghetti, e ao conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), Marco Peixoto, relator do processo do Bloco 2.

O pedido é fundamentado em novos elementos apurados pela CPI a partir de oitivas com representantes da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (AGERGS).

Segundo os deputados, as informações colhidas demonstram que é possível executar as obras e a manutenção das rodovias com custo menor ao usuário, e que o modelo de concessão proposto pelo governo Eduardo Leite repete erros já identificados no Bloco 3. “O Bloco 3 é uma experiência ruim e precisa ser considerada. Apresenta um conjunto de irregularidades que queremos evitar no Bloco 2. Por isso, pedimos a suspensão do leilão”, afirmou o relator da CPI, Miguel Rossetto.

O presidente da CPI, Paparico Bacchi, alertou para o impacto econômico do projeto. “Se o leilão for levado adiante da forma como está, será catastrófico para o Rio Grande do Sul”, declarou.

O deputado Halley Lino destacou que, além das irregularidades já apontadas pelo TCE, há fortes indícios de problemas no cálculo da taxa de retorno do projeto. “O WACC, com certeza, está manipulado, o que encarece artificialmente a tarifa para o usuário”, afirmou.

Já a deputada Sofia Cavedon ressaltou que o modelo do sistema de pedágio eletrônico free flow aplicado no Bloco 3 ainda não foi devidamente avaliado. “O balanço do free flow foi adiado. Ele poderia reduzir a tarifa, mas hoje é o principal responsável pelas multas no Bloco 3”, destacou.

Os parlamentares também apontaram que, no Bloco 3, nenhum quilômetro de rodovia foi duplicado, apesar da aplicação de três reajustes tarifários, e que o Conselho de Usuários não foi instalado, mesmo após três anos de vigência do contrato, em descumprimento contratual.

Outro ponto levantado pela CPI é que o Estado possui a EGR, empresa pública com responsabilidade legal para gestão e execução de obras em rodovias, mas que não foi consultada nem incluída nos estudos de modelagem encomendados pelo governo estadual ao BNDES. Segundo os deputados, a exclusão da EGR impediu a análise de uma alternativa que poderia resultar em tarifas menores para os usuários.

Diante desses fatos, os parlamentares pediram que o TCE e o Ministério Público de Contas adotem medidas cautelares para suspender o leilão do Bloco 2, evitando a consolidação de um contrato de longo prazo – 30 anos – com possíveis prejuízos ao erário e à população gaúcha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 202 Visualizações
Gastronomia

Gaúcha Salva acelera expansão e mira novos mercados após ciclo recorde de premiações e cerveja sem glúten

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Da panela artesanal ao parque fabril às margens da BR-386, em Bom Retiro do Sul, na região do Vale Taquari, distante 105 Km da capital gaúcha, a trajetória da Salva Craft Beer acompanha o amadurecimento do mercado cervejeiro premium no Sul do país. Fundada oficialmente em 2016 pelo administrador João Luís Giovanella, a marca gaúcha encerrou 2025 com 111 premiações nacionais e internacionais e uma capacidade instalada de 500 mil litros por mês, números que a colocam entre as mais premiadas do mundo no período.

O levantamento reúne os principais campeonatos do calendário cervejeiro, entre eles World Beer Cup, World Beer Awards, Brussels Beer Challenge, International Beer Challenge, European Beer Star, Brazilian Beer Awards, Concurso Brasileiro de Cervejas, CBC Brasil, Brasil Beer Cup, Copa Cerveja Brasil, Copa Sul-Americana de Cervejas, além de outras competições relevantes que analisam milhares de rótulos todos os anos.

No mês de agosto/2025, cervejaria gaúcha alcançou um feito histórico no World Beer Awards 2025, em Londres, um dos mais prestigiados concursos cervejeiros do planeta. A cerveja APA (American Pale Ale) foi consagrada como a melhor do mundo em sua categoria, colocando a cidade de Bom Retiro do Sul, o Rio Grande do Sul e o Brasil no mapa da excelência cervejeira internacional.

Inovação que gera inclusão: portfólio 100% sem glúten

No meio de 2025, a Salva anunciou um dos avanços mais inclusivos do mercado: todos os seus rótulos agora são oficialmente sem glúten. A mudança foi possível graças ao uso de uma enzima especial que quebra o glúten durante a produção, permitindo manter receita, perfil sensorial e qualidade inalterados. Antes do anúncio, foram realizados seis meses de testes laboratoriais contínuos para garantir segurança e repetibilidade do processo.

A decisão nasceu de um pedido de um amigo celíaco do fundador e evoluiu para um compromisso de inclusão. “É muito mais fácil transformar a fábrica inteira do que correr o risco de contaminar um único rótulo. Agora mais pessoas podem brindar. A cerveja ficou ainda mais leve, com drinkability maior, ganhou todo mundo”, explica João Giovanella.

A fábrica, com 2.500 m² em Bom Retiro do Sul, passou por ampliações recentes que elevaram a escala e a eficiência operacional. Sistemas de refrigeração e envase foram modernizados, reduzindo perdas e garantindo maior estabilidade produtiva. O movimento ocorre em um momento de segmentação do consumo no Brasil: enquanto o mercado de massa tende à estabilidade, o nicho artesanal e premium mantém expansão, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste.

No Rio Grande do Sul, a Salva afirma deter entre 25% e 30% de participação no segmento artesanal, apoiada em um portfólio que combina rótulos premiados e identidade regional. Entre eles, a linha “Bairrista”, que dialoga diretamente com o público gaúcho e ganhou nova fase neste verão. A marca relançou a latinha da premiada cerveja “Bairrista” em pontos estratégicos de varejo, incluindo a maior rede supermercadista de Santa Catarina, o Supermercado Angeloni, reforçando a ofensiva comercial no estado vizinho.

A aposta catarinense é central na estratégia de expansão. A empresa projeta crescimento de 15% em Santa Catarina em 2026, com meta de alcançar 10% de participação no mercado local. A ampliação da cobertura de distribuição e o fortalecimento da presença em grandes redes varejistas integram o plano.

Giovanella, que iniciou a produção caseira após viagem à Alemanha em 2007, transformou o hobby em negócio estruturado. Ex-presidente da Associação Gaúcha de Microcervejarias (AGM) e atual presidente do Instituto de Formação de Líderes (IFL) de Lajeado, ele também atua na coordenação da Câmara de Bebidas Regionais. No setor, é reconhecido pela defesa da profissionalização e pela busca de diferenciação técnica, foi responsável pelo primeiro lúpulo orgânico certificado no Brasil.

Para o empresário, o ciclo de premiações consolida um processo iniciado com investimentos industriais. “Os prêmios validam nossa consistência técnica. Eles chegam no momento em que ampliamos a fábrica e reforçamos processos. Qualidade e escala precisam caminhar juntas”, destaca Giovanella.

Expansão nacional com sotaque gaúcho

A estratégia para os próximos anos combina expansão geográfica e preservação da identidade regional. São Paulo e Rio de Janeiro aparecem como prioridades no radar comercial, sem perder de vista oportunidades no Centro-Oeste. “Queremos consolidar a Salva como uma das principais cervejarias independentes do país, mantendo a essência gaúcha”, diz.

O desafio, segundo ele, é crescer sem descaracterizar a proposta original. Em um mercado cada vez mais competitivo, onde grandes grupos disputam espaço com marcas locais, a diferenciação passa por portfólio consistente, inovação, como a série experimental “Quintas-Feiras”, e conexão cultural com o consumidor.

Em 2026, a Salva pretende transformar desempenho em marca histórica: buscar novos recordes de premiações, ampliar o portfólio com novas opções cervejeiras e consolidar presença nacional, tudo isso mantendo a identidade regional que a levou do fogão caseiro ao topo do ranking mundial, sem nunca perder sua essência gaúcha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 331 Visualizações
Variedades

Consumo em alta reposiciona carne suína no cardápio das famílias brasileiras

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A projeção da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) de crescimento aproximado de 2,5% no consumo per capita de carne suína em 2026 aponta para uma mudança consistente no comportamento alimentar do brasileiro. Com estimativa próxima de 19,5 kg por habitante ao ano, a proteína amplia presença nas refeições semanais, impulsionada por fatores como custo-benefício, diversidade de cortes e maior oferta de itens adaptados ao consumo doméstico.

Dados históricos da ABPA indicam que o consumo per capita de carne suína no Brasil estava próximo de 14 kg por habitante em 2010 e avançou de forma consistente ao longo dos anos. Ou seja, ao considerar essa evolução na série histórica, o consumo da proteína registrou crescimento em torno de 35% nos últimos 15 anos, movimento que reflete, também, a ampliação da oferta de produtos voltados ao consumo cotidiano.

No setor produtivo, a avaliação é de que essa evolução também reflete mudanças no portfólio disponível no varejo. “A carne suína passou a ocupar um espaço mais frequente nas refeições. O consumidor busca praticidade e variedade, e a indústria respondeu com cortes porcionados, linhas fatiadas e produtos voltados ao dia a dia”, afirma Weber Vaz de Melo, diretor geral de operações da Suinco, maior cooperativa processadora de carne suína de Minas Gerais.

Com sede em Patos de Minas, a cooperativa encerrou 2025 com cerca de 55 mil toneladas produzidas, sendo aproximadamente 95% destinadas ao mercado interno. Industrializados como presuntaria, linguiças e mortadelas já representam a maior parte do volume da empresa, reflexo de investimentos recentes em automação e modernização industrial. A ampliação de cortes porcionados e produtos de preparo rápido reflete a busca por soluções que dialoguem com diferentes perfis de consumo e regiões do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 231 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 309 | Agosto 2026

Entrevista | Márcio Madalena destaca o papel da Expointer no fortalecimento do agronegócio

Expointer | Caderno reúne destaques da 49ª edição do maior evento do agronegócio gaúcho

Negócios | Calçados Beira Rio expande fronteiras com inovação e sustentabilidade

Educação | Educação financeira prepara crianças e jovens para decisões mais conscientes

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 2

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 3

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 4

    Nova Petrópolis celebra o Dia da Cerveja com programação em 15 estabelecimentos

  • 5

    Expoagas 2026 deve movimentar mais de R$ 800 milhões em negócios

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO