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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Empresa participa da FIMEC com o apoio da Prefeitura de Estância Velha

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A empresa de couros Curtidora Ribeirãozinho (CR Leather), localizada no bairro Rincão da Saudade, confirmou participação na Fimec 2026 com incentivo da Prefeitura de Estância Velha. A feira ocorre de 3 a 5 de março de 2026, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, reunindo empresas da cadeia produtiva do couro e do setor calçadista.

A Curtidora Ribeirãozinho receberá um subsídio de 50% do investimento para participação no evento, limitado a R$ 6 mil. “Estamos muito satisfeitos em contar com o apoio da Prefeitura de Estância Velha, que desde o primeiro contato com o edital demonstrou profissionalismo e comprometimento. Acreditamos que esses incentivos são fundamentais para fortalecer o couro autoral e impulsionar ainda mais o nosso crescimento”, destaca Claudemir Lorenzi, estilista da CR Leather.

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDEIT), a Prefeitura mantém o compromisso de apoiar micro e pequenas empresas na prospecção de novos negócios, ampliando mercados e fortalecendo o setor coureiro-calçadista, segmento estratégico para a economia local e regional. O incentivo integra a política municipal de fomento ao desenvolvimento econômico e vem sendo realizada há pelo menos cinco anos.

Além da Fimec, o município também disponibiliza, anualmente, incentivo para participação na Inspiramais, ampliando as oportunidades de inserção das empresas estancienses em eventos de relevância nacional e internacional. “Esta é uma forma que encontramos para incentivar nossas empresas e empresários. A participação em eventos como esse traz impactos expressivos para a nossa economia”, explica o prefeito Diego Francisco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 247 Visualizações
Ensino

Em parceria com o Senai-RS, Braskem oferece capacitação gratuita para a indústria

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Programa Qualifica Indústria está com inscrições abertas para uma nova edição do curso de Caldeireiro em Montenegro. Gratuita, a iniciativa promovida pela Braskem em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) oferece 25 vagas. Podem participar homens e mulheres com idade mínima de 18 anos. As inscrições devem ser realizadas de 25/02 até o dia 04/03, diretamente no Senai de Montenegro (Rua Juvenal Alves de Oliveira, 850), local onde serão realizadas as aulas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3961.0920.

Com carga horária total de 180 horas, as aulas ocorrerão de 09/03 a 14/05, sempre de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h. Os participantes do programa são capacitados em conteúdos técnicos que vão desde a montagem e manutenção de equipamentos e tubulações de caldeiraria, até processos que envolvem a conformidade para com Normas Regulamentadoras (NR) relacionados à segurança e saúde do trabalhador.

Segundo o gerente de Relações Institucionais da Braskem no RS, Daniel Fleischer, o curso já formou 71 alunos em pelo menos 4 edições, sendo uma das principais ferramentas da companhia focada na geração de oportunidades para o mercado de trabalho. “Essa iniciativa traz uma proposta acessível para quem busca atuar na indústria. O curso oferece uma metodologia de ensino eficaz em um curto espaço de tempo, contribuindo para o desenvolvimento dos alunos e, consequentemente, das comunidades em que estamos inseridos”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 263 Visualizações
Variedades

Prazo para inscrições no Fundo Social da Sicredi Pioneira termina na próxima semana

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Entidades interessadas em participar da edição de 2026 do Fundo Social da Sicredi Pioneira têm até o dia 6 de março para garantir a inscrição. Desenvolvido desde 2015, o programa busca fortalecer as comunidades da região através de iniciativas educacionais, culturais e de esporte inclusivo. Para isso, destina parte dos resultados financeiros da cooperativa para apoiar ações de instituições sem fins lucrativos. O cadastro deve ser feito pelo site sicredipioneira.com.br/social-e-educacional/fundo-social.

Reconhecido como o programa de maior abrangência da Sicredi Pioneira, o Fundo Social já destinou mais de R$ 19,4 milhões desde a sua criação, viabilizando 2.537 projetos e impactando diretamente mais de 859 mil pessoas. Somente em 2025, foram 409 projetos contemplados, com investimento superior a R$ 4 milhões e mais de 125 mil pessoas beneficiadas. “O Fundo Social representa a materialização do cooperativismo em sua essência: pessoas cuidando de pessoas. Ele é a ponte que transforma recursos em oportunidades, sonhos em ações concretas e boas ideias em impacto real”, destaca a gerente de Atuação Social e Educacional, Alini Cossul Martinelli.

Podem participar entidades sem fins lucrativos (pessoa jurídica) associadas à Sicredi Pioneira até 31 de dezembro de 2025, com atuação nas áreas de educação, cultura ou esporte inclusivo, e que desenvolvam os projetos em um dos 21 municípios da área de ação da cooperativa. Cada entidade pode inscrever um único projeto, com valores de apoio que variam entre R$ 3 mil e R$ 15 mil, conforme critérios definidos em regulamento.

Entre as iniciativas que podem ser contempladas estão projetos educacionais, como ampliação do acervo de bibliotecas, formação de profissionais e atividades de preservação ao meio ambiente; projetos culturais, envolvendo música, dança, teatro e outras expressões artísticas; e projetos esportivos inclusivos, como bolsas em escolinhas, aquisição de materiais e contratação de instrutores. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente no site da Sicredi Pioneira, através do link sicredipioneira.com.br/social-e-educacional/fundo-social.

De acordo com Martinelli, a expectativa para esta edição é dar continuidade à trajetória de crescimento e impacto do programa. “A ideia é fortalecer ainda mais as entidades e potencializar projetos que atuem no presente, ajudando a construir um futuro melhor para as comunidades”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 238 Visualizações
Business

49ª Fimec projeta reunir 20 mil visitantes em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Negócios, inovação e conexões internacionais voltam a movimentar o setor coureiro-calçadista com a realização da 49ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes). De 3 a 5 de março, a Fenac, em Novo Hamburgo, será palco do principal evento do segmento na América Latina, reunindo mais de 400 expositores e cerca de 20 mil visitantes do Brasil e do exterior, em 30 mil m² de área.

Reconhecida como a principal feira do setor na América Latina, a Fimec apresenta soluções integradas para toda a cadeia produtiva, desde matéria-prima, couros e componentes até máquinas, equipamentos, tecnologia, design, processos industriais e soluções sustentáveis. Com forte presença internacional, especialmente de países da América Latina, a feira consolida seu posicionamento como ambiente estratégico para geração de negócios, conexões globais e fortalecimento do cluster coureiro-calçadista.

Segundo Marlos Schmidt, diretor-presidente interino da Fenac, esta edição reforça o papel do evento como plataforma de atualização e desenvolvimento do setor. “Durante três dias, a Fimec apresentará o que há de mais inovador no setor coureiro-calçadista, com o propósito de impulsionar negócios, fortalecer a cadeia produtiva e promover o desenvolvimento econômico do cluster”, destaca. “Nossa expectativa é extremamente positiva, pois a Fimec já é uma feira consolidada, então nosso desafio é de mobilização para fortalecimento, que será medida pelo impacto das visitas aos nossos expositores”, pontua Schmidt.

O diretor-presidente ainda contextualiza que, para Novo Hamburgo, as feiras da Fenac têm uma entrega para comunidade da cidade e região de extrema relevância e reconhecimento. “São nas feiras, sendo a Fimec a maior delas, que recebemos visitantes do mundo todo, com hotéis lotados, rede gastronômica com muita demanda, comércio e serviços sendo impactados direta e indiretamente. Ou seja, trata-se de um evento que ultrapassa uma entrega setorial, estamos falando de um retorno para Novo Hamburgo e toda região”, avalia.

O credenciamento para profissionais do setor é gratuito e pode ser realizado pelo site oficial www.fimec.com.br. Por se tratar de um evento profissional, o acesso é permitido apenas para maiores de 14 anos.

Melhorias na infraestrutura e novidades desta edição

Nesta edição, expositores e visitantes da Fimec poderão usufruir do estacionamento ampliado da Fenac, além de novos pisos nos pavilhões 5 e 6, que representam a maior parte da área superior do centro de eventos. “Essa é uma demanda antiga que foi encaminhada no ano passado e entregue agora, véspera da feira. Trata-se de uma entrega importante, melhorando a experiência dos expositores e visitantes”, reforça Schmidt.

Uma das novidades desta edição é a abertura oficial antecipada da feira, na segunda-feira, dia 2 de março, às 18h30. Na sequência, ocorrerá a 22ª edição do Prêmio Lançamentos Fimec, uma das mais tradicionais premiações do setor no Brasil. O prêmio reconhece as melhores soluções e profissionais da feira em oito categorias, incluindo Componentes, Couros, Máquinas, Sustentabilidade e Inovação, além das categorias de Liderança Profissional.

Projeto Bem-vindo amplia presença de compradores estratégicos

Entre as novidades desta edição está o Projeto Bem-vindo, iniciativa criada para ampliar a presença de compradores estratégicos nacionais e internacionais e fortalecer a retomada de polos que estiveram ausentes nas últimas edições.

A ação contempla ativações em polos calçadistas como Jaú, Franca, Birigui, Nova Serrana e São João Batista, além de articulações internacionais com Argentina, Peru, Colômbia e Panamá, entre outros. Como incentivo, o projeto oferece duas noites de hospedagem para compradores convidados por meio das entidades parceiras. “O clima é de grande otimismo. Encerramos o prazo de inscrições com um resultado extremamente positivo. Já contamos com a presença confirmada de compradores convidados pelas entidades apoiadoras da feira, o que reforça a relevância e o potencial de geração de negócios do evento”, ressalta Schmidt.

Fábrica Conceito 2026 terá seis linhas de produção e operação ao vivo dentro da feira

Um dos principais destaques da programação é a Fábrica Conceito 2026, que chega à sua maior edição, com seis linhas de produção funcionando simultaneamente. Reconhecida como a única iniciativa do mundo a operar uma fábrica em tempo real dentro de uma feira setorial, a ação permitirá que os visitantes acompanhem, na prática, a aplicação de tecnologias e processos inovadores na fabricação de bolsas e calçados.

O projeto é realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria Empresarial e a Fenac. Participam desta edição as marcas Klin, Fiber e Cravo & Canela, além de alunos do Senai Calçado. “Na 49ª Fimec, a Fábrica Conceito une inovação e prática. É uma oportunidade de ver a produção do futuro acontecendo ao vivo, inspirando e reforçando o papel da nossa indústria global”, afirma Schmidt.

Durante os três dias de feira, a expectativa é produzir cerca de 120 bolsas e mais de 3 mil pares de calçados. Entre os destaques estão modelos com cabedal em knit produzido com fios reciclados de PET, solados em poliuretano expandido (E-TPU), bolsas em couro com técnicas modernas de fabricação e modelos desenvolvidos por alunos do Senai, incluindo uma bota feminina em couro e um tênis escolar voltado a projeto social.

Fórum CICB de Sustentabilidade debate Inteligência Artificial e transformação da indústria do couro

No dia 4 de março, a programação técnica contará com o Fórum CICB de Sustentabilidade 2026, que terá como tema “Indústria e Transformação com Inteligência Artificial”. O encontro reunirá especialistas e lideranças empresariais para discutir como a IA está impactando a operação, a gestão e os avanços em ESG na cadeia produtiva do couro.

O fórum é promovido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, por meio do projeto Brazilian Leather.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 235 Visualizações
Cultura

Estão abertas as inscrições para os estabelecimentos gastronômicos interessados em participar da Magia da Páscoa de Nova Petrópolis

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Estão abertas as inscrições para os estabelecimentos gastronômicos interessados em participar da Magia da Páscoa de Nova Petrópolis, evento que ocorre de 20 de março a 5 de abril, na Rua Coberta e Praça das Flores. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição e encaminhá-la, junto com fotos dos produtos a serem comercializados, até o dia 27 de fevereiro, pelo WhatsApp (54) 3281-8403. Acesse a Ficha de Inscrição ao final desta notícia.

Serão disponibilizados estandes de 3mX3m = 9m², por R$ 3.800,00. Além disso, há taxas de comercialização e de vistoria sanitária. As empresas interessadas devem anexar na ficha de inscrição a Certidão Negativa de Débitos Municipais e o Alvará Sanitário em dia.

Todos os expositores devem respeitar o horário de funcionamento da Área Gastronômica da Magia da Páscoa 2026, de 20 de março a 5 de abril. Os espaços devem permanecer abertos nas segundas-feiras, terças-feiras, quartas-feiras e quintas-feiras, das 11h às 18h (negociável), e nas sextas-feiras, sábados e domingos, das 9h às 20h.

A Magia da Páscoa 2026 é uma realização da Prefeitura de Nova Petrópolis, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, em parceria com a Associação Tchon Ji. Mais informações no Instagram e Facebook do evento, em @magiadapascoanp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 178 Visualizações
Saúde

Combate ao vape ganha força com articulação entre Ministério Público e entidades da saúde

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O aumento acelerado do uso de cigarros eletrônicos, especialmente entre adolescentes e jovens, acendeu um alerta no Rio Grande do Sul. Na manhã desta sexta-feira, dia 20 de fevereiro, representantes do Ministério Público Estadual e de entidades médicas, entre elas a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), reuniram-se no Auditório Marcelo Kuffner, em Porto Alegre, para estruturar uma campanha integrada de combate ao uso de vape. A mobilização pretende alinhar estratégias, ampliar a conscientização e coordenar ações de prevenção e responsabilização diante de um cenário considerado preocupante por especialistas.

O vape, também conhecido como cigarro eletrônico ou pod, é um dispositivo movido a bateria que aquece um líquido com nicotina e outras substâncias químicas para produzir vapor inalável, prática associada a dependência precoce e possíveis lesões pulmonares.

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Educação, Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, Cristiane Corrales, destacou que o enfrentamento exige articulação ampla e contínua.
“A pauta que nos reúne é urgente: o crescimento do uso de cigarros eletrônicos, inclusive entre adolescentes. Sabemos que não é um desafio simples, pois estamos diante de um comércio ilegal esquematizado, com jovens como público consumidor. Por isso, é fundamental atuarmos de forma integrada, priorizando a conscientização e a prevenção, sem deixar de lado o papel institucional do Ministério Público na responsabilização e repressão, quando necessário”, afirmou.

A AMRIGS esteve representada no encontro pelo gerente geral, Ronald Greco, que ratificou o apoio da entidade ao movimento. “Esse é um tema relevante e por isso colocamos à disposição o Centro de Eventos da AMRIGS, com espaços multifuncionais que podem ser palco de grandes mobilizações e debates qualificados. Estamos juntos para apoiar essa iniciativa e contribuir com o que for necessário”.

A editora da próxima edição da revista científica da AMRIGS, Trends in Health Sciences, a psiquiatra Patrícia Saibro, também participou do evento e alertou para o poder econômico da indústria do tabaco e para as estratégias históricas de reposicionamento de produtos com alto potencial de dependência. “Estamos lidando com uma indústria extremamente potente. O cigarro eletrônico foi apresentado como alternativa de redução de danos, entrou como um suposto aliado e acabou se tornando um grande vilão. O vape tem um potencial adictivo extremamente superior. A nicotina sintética gera muito mais dependência e, diferentemente do cigarro tradicional, não provoca desconforto inicial. Isso faz com que a conversão da experimentação para o uso regular aconteça de forma muito rápida”, alertou Dra. Patrícia.

Segundo ela, dados de levantamento nacional sobre consumo de álcool e outras drogas indicam que 76% das pessoas que experimentam o vape passam a utilizá-lo de forma regular, evidenciando o elevado risco de dependência.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos e da Proteção aos Vulneráveis do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Leonardo Menin, ressaltou que a conscientização deve ser o eixo central da mobilização. “Seja na administração pública, nos movimentos sociais ou no Terceiro Setor, todos têm algo a contribuir nessa discussão. Informar, orientar e mobilizar é o nosso papel fundamental a partir deste encontro”.

A procuradora da República, Ana Paula Medeiros, vinculada ao Núcleo de Cidadania e Saúde, reforçou a importância da atuação conjunta. “Quando falamos em saúde pública, sabemos que a prevenção é o caminho mais efetivo. Paralelamente, existe a dimensão da repressão, especialmente diante da importação irregular desses produtos. A atuação integrada é imprescindível”, avaliou.

O médico urologista e associado da AMRIGS, Luciano Zuffo, chamou atenção para o avanço do consumo também entre jovens adultos e para os impactos futuros no sistema de saúde. “Estamos diante de uma epidemia silenciosa, que muitas vezes acontece dentro de casa, sem que os pais percebam. Esse é um problema que terá reflexos na saúde pública e na economia. Precisamos agir de forma coletiva”, declarou Dr. Luciano.

A reunião contou ainda com a presença das presidentes da Sociedade de Cirurgia Torácica do Rio Grande do Sul (SOCITORS), Dra. Fabíola Perin; da Sociedade de Terapia Intensiva do Rio Grande do Sul (SOTIRGS), Dra. Taiane Vargas; e da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul (SPTRS), Dra. Caroline Freiesleben.

A campanha será estruturada com foco em prevenção, informação qualificada e articulação institucional, envolvendo escolas, famílias, órgãos de segurança e entidades da área da saúde. A orientação é que pais, educadores e profissionais busquem informações em fontes oficiais e acompanhem os canais do Ministério Público Estadual e da AMRIGS para conhecer as próximas etapas da ação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 213 Visualizações
Variedades

Assembleia vota projeto que amplia adesão de empresas para destinar ICMS para a Segurança Pública por meio do PISEG

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Lei criada em 2018 a partir da mobilização da sociedade civil, o Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (PISEG) tem um avanço importante a ser concretizado na próxima terça-feira (24/02) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Para este dia, está prevista a votação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 291/2023 que elimina a exigência de uma contrapartida financeira das empresas dispostas a aderirem ao programa. A proposta busca ampliar a participação do setor empresarial e fortalecer os investimentos em equipamentos e viaturas para os órgãos de segurança pública no Estado.

Uma das entidades idealizadoras do PISEG, o Instituto Cultural Floresta apoia a iniciativa e avalia que a alteração irá fortalecer ainda mais o programa.

Para o presidente do Instituto, Claudio Goldsztein, a proposta elimina uma trava que vinha dificultando a adesão, especialmente em períodos de retração econômica. “Ao simplificar o processo e permitir que mais recursos sejam aplicados no aparelhamento das forças de segurança, ampliamos a capacidade de investimento e reforçamos a parceria entre o setor privado e o poder público. Por isso, é fundamental que a sociedade e entidades acompanhem a votação para que este projeto tão importante seja aprovado por unanimidade, sem influências ideológicas ou partidárias. Deputado que é contra criminosos e se preocupa com o cidadão de bem votará pela aprovação do projeto 291/2023”, afirma Goldsztein.

De autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), o projeto revoga o dispositivo da Lei Complementar nº 15.224/2018 que condiciona a adesão ao programa ao repasse adicional de 10% do valor compensado ao Fundo Comunitário Pró-Segurança. Atualmente, além de destinar até 5% do ICMS devido ao Estado ao PISEG, as empresas precisam realizar esse aporte adicional como condição para habilitação.

Desde sua implementação, em 2018, o programa já viabilizou R$ 251 milhões aplicados em 236 municípios gaúchos para aquisição de bens e equipamentos, como cerca de 300 viaturas, 2.000 armas e centenas de outros itens como coletes balísticos, rádios comunicadores, câmeras, botes, drones e sistemas de videomonitoramento.

Sobre o ICF

O Instituto Cultural Floresta (ICF) é uma organização da sociedade civil formada por empresários e lideranças gaúchas com atuação voltada à melhoria da segurança pública e engajamento da sociedade civil em pautas importantes para o Rio Grande do Sul. O ICF atuou com muita intensidade apoiando hospitais e órgãos de segurança durante a pandemia e, desde as enchentes de 2024, tem atuado na recuperação de áreas atingidas, com destaque para mais de 50 escolas recuperadas, e no desenvolvimento de soluções estruturantes para comunidades em situação de vulnerabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 244 Visualizações
Cidades

CPI dos Pedágios cobra suspensão do leilão do Bloco 2 e alerta para tarifas “muito caras” em audiência pública em Lajeado

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A CPI dos Pedágios da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou, na noite da sexta-feira (20), audiência pública na Câmara Municipal de Lajeado para debater os impactos do Bloco 2 de rodovias, cujo leilão está marcado para 13 de março. A atividade reuniu lideranças regionais, representantes de entidades, vereadores, prefeitos e moradores do Vale do Taquari e da Região Norte, que manifestaram preocupação com o modelo de concessão proposto pelo governo de Eduardo Leite.

O Bloco 2 prevê concessão por 30 anos em 408 quilômetros de estradas, com instalação de 24 pórticos de cobrança em sistema free flow, distribuídos em 32 municípios — média de um pórtico a cada 17 quilômetros — e tarifa-teto de R$ 0,19 por quilômetro rodado. Para o relator da CPI, deputado Miguel Rossetto (PT), o modelo impõe um pedágio “muito caro” à população e à economia regional. Como exemplo, citou o impacto direto no transporte de cargas: um caminhão de três eixos que hoje paga cerca de R$ 30 no trajeto Lajeado–Passo Fundo passaria a desembolsar aproximadamente R$ 200. “Isso desequilibra a relação econômica da região e penaliza caminhoneiros, consumidores e empresas”, afirmou.

Rossetto destacou ainda as críticas técnicas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), que apontou taxa de retorno “artificialmente elevada” às concessionárias e estimou a transferência de cerca de R$ 1 bilhão dos usuários para as empresas sem justificativa adequada. “Há desequilíbrios graves no contrato. Não é razoável fechar um acordo de 30 anos de forma apressada”, alertou. Segundo o relator, a CPI já ouviu o TCE-RS, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (Agergs) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e vai ouvir o governo do Estado na próxima semana.

A audiência também trouxe à tona a experiência do Bloco 3, na Serra Gaúcha, citada como alerta: após quase quatro anos de cobrança e reajustes anuais, não houve duplicação de trechos prometidos. Além disso, Rossetto observou que a própria agência reguladora ainda não concluiu a avaliação do sistema free flow, o que reforça a necessidade de cautela antes de firmar um contrato de longo prazo.

Para a CPI, há alternativas mais econômicas para garantir investimentos, segurança e qualidade nas rodovias sem impor tarifas abusivas. O relator defendeu a revisão do modelo e a consideração de soluções com maior protagonismo da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), além do uso de recursos do FUNRIGS para viabilizar obras. “O Estado tem dinheiro. Precisamos buscar alternativas que preservem o interesse público, garantam investimentos e estabeleçam uma tarifa razoável. Um contrato de 30 anos mal feito é um desastre”, reforçou.

Ao final, Rossetto lamentou a manutenção do leilão para 13 de março e classificou a decisão como temerária diante das críticas técnicas e da ausência de uma posição final do TCE-RS. “Vamos insistir na suspensão do leilão para corrigir o modelo. Quem paga a conta é o usuário, o caminhoneiro, o cidadão de Lajeado e do Vale do Taquari. Queremos uma região mais integrada, desenvolvida e com infraestrutura melhor, sem sangrar a economia local.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 275 Visualizações
Cultura

Na Costa Doce, Crioulaço entrega R$ 15 mil em premiações

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Abrindo as provas campeiras do Rodeio Crioulo de Barra do Ribeiro (RS), o Crioulaço Agrária Nutrição Animal distribuiu R$ 15 mil em premiações e consagrou, na Força A, as duplas de ginetes Inácio Tolotti e Kauan Toledo e Mauricio Quadros e João Guilherme. Com o maior valor distribuído em competições da região, as duplas vencedoras das Forças A, B e L receberam R$ 2 mil em dinheiro, mais ração Agrária Nutrição Animal: 30 sacos para a Força A, 20 para a B e 10 para a C. Em parceria com a Cervejaria GG, todas as duplas campeãs das três categorias, também levaram para casa 100 litros de cerveja, sendo que as vencedoras da Força A ainda foram convidadas para uma visita exclusiva à fábrica da empresa em Rio Grande (RS), para beber direto da fonte.

Na Força B, Francisco Cardoso e Tiago Soares e a dupla Patrick Pinheiro e Rodrigo Braga levaram os prêmios. Já na Força C, Jairo Lima e Carlos Freitas dividiram o pódio com Adriano Silveira e João Batista. “Primeiramente, agradecer a Deus. Em segundo, aos realizadores e ao meu parceiro Adriano. E quero agradecer também aos nossos animais, que geralmente as pessoas não lembram deles. Mas, com cabo de vassoura não se ganha nada. É a nossa raça Crioula que nos proporciona isso”, salientou Batista.

Na segunda etapa do circuito, disputada na pista do Acampamento Farroupilha Nenê Naibert, o Laço Criador teve Alex Silva, Lucas Feijó e Pedro Feijó vencendo nas Forças A, B e C, respectivamente. Já o título de melhor animal ficou com Mirada de São Crispim, de Bernardo Lunardelli Malcorra e Ritiele Barros de Guaíba (RS), da Cabanha JCL.

Daniel Rossato Costa foi o responsável técnico da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) em pista na tarde da sexta-feira (20/02). Ele destacou o bom número de duplas inscritas no certame, cuja segunda edição aconteceu em menos de um mês após a primeira etapa no Rodeio Vem pra Guaíba Tchê, assinalando a importância destes eventos dentro do projeto de expansão do Cavalo Crioulo. “A associação aposta muito nisso, ela quer cada vez mais que esses eventos se espalhem. É muito necessário e é extremamente saudável para a expansão do nosso cavalo. E a modalidade de Crioulaço mexe com o número de cavalos em todo um ciclo, com cerca de 70% de todo o movimento”, apontou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 206 Visualizações
Projetos especiais

Casa Vitória consolida Canela como referência no acolhimento a mulheres vítimas de violência

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Diante dos números alarmantes da violência doméstica registrados nos últimos tempos no Rio Grande do Sul, no último domingo, 22 de fevereiro — data que marca o Dia Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher — a Prefeitura de Canela destaca o trabalho desenvolvido pela Casa Vitória, serviço mantido pelo Município e referência no acolhimento de mulheres em situação de violência.
Única casa de acolhimento a mulheres da Região das Hortênsias, a Casa Vitória integra uma rede de proteção estruturada e atuante, que envolve Judiciário, forças de segurança, assistência social e comunidade. O espaço oferece atendimento especializado e, em casos de risco, abrigo seguro para mulheres e seus filhos.

Desde a sua implantação, a Casa Vitória já realizou 1.215 atendimentos a mulheres que sofreram algum tipo de violência — física, verbal, psicológica, patrimonial, entre outras. Até janeiro de 2026, foram registrados 73 abrigamentos e 96 crianças acolhidas juntamente com suas mães.

A coordenadora Manoela Negrelli explica que a violência psicológica — caracterizada por xingamentos, depreciação e humilhações — é o tipo mais recorrente identificado pela equipe. “Toda mulher que registra a agressão com base na Lei Maria da Penha é encaminhada para o nosso atendimento”, destaca.

Ela reforça que a denúncia é fundamental para interromper o ciclo da violência. Quando não há medidas para cessar as agressões, os casos podem evoluir para feminicídio. Nem todas as mulheres atendidas necessitam de abrigamento, já que essa é uma medida excepcional, adotada quando não há local seguro e existe risco iminente. Nesses casos, a Delegacia da Polícia Civil aciona a equipe de plantão da Casa Vitória, que realiza o acolhimento da vítima e de seus filhos, se houver.

No local, as acolhidas recebem acompanhamento de assistente social e psicóloga, com avaliação individual das necessidades — como vagas em escola para os filhos, inserção no mercado de trabalho e atendimento médico. Também são fornecidos vestuário, kit de higiene e alimentação. A residência conta com segurança 24 horas para garantir a proteção das vítimas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 226 Visualizações
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