Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis
Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo...
Câmara entrega primeira edição da honraria “Homens que Fazem por...
Escola Jorge Ewaldo Koch celebra 75 anos com programação especial...
Festa Colonial de Canela destaca gastronomia da agricultura familiar
Estudante de Picada Café conquista bolsa para intercâmbio na Europa
RS deve enfrentar tempo severo a partir de quinta-feira
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

Vale do Sinos

Política

Projetos mais votados do Vale do Sinos na Consulta Popular são conhecidos

Por Jonathan da Silva 31/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos (Consinos) concluiu, nesta quinta-feira (30), a apuração da Consulta Popular 2026, realizada entre os dias 20 e 26 de julho em todo o Rio Grande do Sul. Com votação totalmente digital, por meio de login no gov.br, o processo definiu como prioridades da região projetos voltados ao bem-estar animal e ao fortalecimento da Defesa Civil. As propostas eleitas receberão recursos do Orçamento Estadual de 2027, destinados à execução nos 14 municípios que integram o Consinos.

A Consulta Popular 2026 – Orçamento Estadual 2027 foi organizada e coordenada pelo Consinos em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). A homologação dos resultados está prevista para ocorrer até o dia 6 de agosto.

Projetos contemplados

As duas propostas mais votadas foram “Bem-Estar Animal: Serviços para o bem-estar animal, castração e emergências para pets, bem como estruturação de espaços e/ou criação da Farmácia Pública PET” e “Fortalecimento da Defesa Civil: Fortalecer a Defesa Civil com equipamentos e viaturas para proteger vidas, inclusive animais, e garantir respostas rápidas em enchentes e desastres, bem como estruturação de unidade móvel e implantação de Centro Municipal de Monitoramento e alerta antecipado”.

Os projetos dividirão igualmente o total de R$ 2.228.571,43 destinado à região. Cada iniciativa receberá R$ 1.114.285,72 e R$ 1.114.285,71, respectivamente, para execução ao longo de 2027.

Distribuição dos recursos

Os recursos serão distribuídos de forma igualitária entre os 14 municípios classificados: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul. Todos atingiram o percentual mínimo de participação, correspondente a mais de 0,3% dos eleitores de cada município.

A execução ocorrerá por meio de investimentos e convênios com as prefeituras. Conforme as regras da Consulta Popular, caso algum município não apresente seu plano de trabalho dentro do prazo estabelecido, os recursos serão redistribuídos entre os dois municípios que obtiverem a maior votação proporcional, em partes iguais, para complementação dos projetos apresentados.

O que é o Consinos

O Consinos é um dos 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul e reúne os municípios de Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul. O conselho atua como fórum de discussão e definição de políticas e ações voltadas ao desenvolvimento regional, à melhoria da aplicação dos recursos públicos e à promoção da qualidade de vida da população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2026 0 Comentários 41 Visualizações
Política

Entidades do Vale do Sinos pedem agilização na liberação de créditos de ICMS

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades representativas da indústria e do comércio do Vale do Sinos encaminharam uma correspondência ao subsecretário da Receita Estadual do Rio Grande do Sul, Ricardo Neves Pereira, solicitando a simplificação, a celeridade e a ampliação da liquidez dos créditos de ICMS. O pedido foi apresentado como uma medida para fortalecer a competitividade das empresas gaúchas em um cenário de desaceleração econômica, aumento dos custos operacionais e elevação das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O documento é assinado por sete entidades que representam mais de 5 mil empresas da região. As organizações argumentam que a disponibilização mais rápida dos créditos de ICMS pode reforçar o capital de giro das empresas sem gerar renúncia fiscal por parte do Estado, uma vez que os valores já pertencem aos contribuintes.

Cenário econômico

Na correspondência, as entidades afirmam que as empresas gaúchas, especialmente as voltadas à exportação, enfrentam pressão financeira decorrente dos efeitos das enchentes de 2024, da alta dos custos logísticos, do ambiente econômico e das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Segundo o documento, esse contexto reduz a competitividade internacional, compromete investimentos e pode afetar a manutenção de empregos.

Diante desse cenário, as entidades defendem que o governo estadual adote medidas para facilitar o acesso aos créditos tributários, contribuindo para a preservação da atividade econômica e da capacidade de exportação das empresas.

Reivindicações

No ofício, as entidades solicitam a simplificação dos procedimentos administrativos para reconhecimento e utilização dos créditos de ICMS, maior rapidez nos processos de homologação e liberação dos valores, ampliação dos mecanismos de liquidez para utilização ou conversão dos créditos acumulados e prioridade na análise dos pedidos apresentados por empresas exportadoras ou diretamente impactadas pelas barreiras tarifárias internacionais.

Segundo o documento, essas medidas podem fortalecer o capital de giro das empresas, preservar investimentos, manter empregos e ampliar a competitividade da indústria e do comércio gaúchos em um período de instabilidade econômica.

Entidades signatárias

Assinam a correspondência a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC), o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) e o Sindicato da Indústria de Calçado do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs).

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Cidades

Associação dos Municípios do Vale Germânico lança a plataforma ValeClima

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

A Associação dos Municípios do Vale Germânico (Amvag) deu mais um passo na construção de uma gestão pública regional integrada ao lançar, nesta quinta-feira, 23 de julho,  na Universidade Feevale, a plataforma ValeClima – Serviço Intermunicipal de Monitoramento Hidrometeorológico e de Análises de Riscos, uma plataforma regional inédita no Rio Grande do Sul que coloca a tecnologia e a inteligência climática a serviço da prevenção, da proteção da população e da tomada de decisões pelos gestores municipais.

O sistema está operando experimentalmente em alguns municípios da região e oferecendo uma estrutura inédita de monitoramento climático com informações individualizadas para cada cidade. Por meio da plataforma, prefeitos, equipes de defesa civil e gestores públicos têm acesso, 24 horas por dia, a análises meteorológicas e hidrológicas, alertas preventivos e atendimento técnico especializado realizado por meteorologistas, hidrólogos e geólogos.

Diferentemente dos modelos que apresentam previsões para grandes áreas geográficas, a ValeClima produz análises específicas para cada cidade, considerando suas características territoriais e seus pontos mais vulneráveis. O sistema informa, com elevado nível de detalhamento, o local, a intensidade, a direção e a estimativa de horário dos fenômenos meteorológicos, permitindo que cada administração municipal organize suas equipes, antecipe medidas preventivas e reduza os impactos provocados por eventos extremos.

Rede Regional

Além de fortalecer a atuação individual dos municípios devido ao modelo personalizado da plataforma, a ValeClima cria uma verdadeira rede regional de monitoramento hidrometeorológico, permitindo que as administrações acompanhem simultaneamente o comportamento do clima em todo o Vale Germânico por meio da variante regional da plataforma, disponível no site da Amvag (www.amvag.com.br).

Essa integração favorece o compartilhamento de informações estratégicas e amplia a capacidade de coordenação entre os municípios em situações de emergência.

Para o presidente da Amvag e prefeito de Estância Velha, Diego Francisco, a iniciativa representa uma nova etapa na cooperação regional. “A Amvag implantou a ValeClima com o propósito de fortalecer a capacidade de resposta dos municípios diante dos eventos climáticos extremos. O grande diferencial está na oportunidade de regionalização da gestão e na municipalização das informações. Cada cidade passa a contar com análises específicas para sua realidade, permitindo decisões mais rápidas, eficientes e seguras”, afirmou

 

 

Multifuncional

Outro diferencial da plataforma é a possibilidade de personalização por parte de cada município. Além das informações meteorológicas e hidrológicas, será possível incorporar dados estratégicos da administração pública envolvendo serviços relacionados às questões climáticas – como a localização de abrigos temporários, unidades de saúde, rotas de fuga, áreas de risco e demais equipamentos públicos considerados relevantes para o gerenciamento de crises, mas também outros dados relacionados a serviços para o dia-a-dia da comunidade,  como indicação de locais das campanhas de vacinação, agasalho, volta às aulas, entre outras. Cada cidade poderá personalizar a plataforma conforme sua necessidade.

Em uma segunda etapa, a plataforma passará a contar com a participação da comunidade que, em tempo real e graças à geolocalização, poderá informar situações como alagamentos, interrupções de vias, deslizamentos e outros impactos decorrentes de eventos climáticos.

“O sistema funcionará de forma colaborativa. Internamente, já apelidamos essa funcionalidade de HidroWaze, porque permitirá que as pessoas informem ocorrências exatamente como acontece em aplicativos de navegação. A diferença é que o objetivo será auxiliar tanto motoristas quanto pedestres durante situações de emergência, oferecendo informações atualizadas sobre pontos bloqueados, áreas alagadas e riscos existentes”, explica Sílvia Trovo, assessora institucional da Amvag e coordenadora do departamento de defesa civil da entidade.

 

Tecnologia inédita

A ValeClima é resultado de uma iniciativa coordenada pela Amvag em parceria com a Catavento Meteorologia e Meio Ambiente, empresa responsável pelo desenvolvimento e operação da plataforma tecnológica.

Considerada única no Brasil, a solução utiliza metodologia própria para integração alimentando a plataforma em tempo real por meio da análise conjunta de múltiplas fontes de dados, incluindo modelos meteorológicos nacionais e internacionais, imagens de satélite, radares, estações meteorológicas, informações hidrológicas e demais bases., consegue alimentar a plataforma em tempo real.

Segundo a CEO da Catavento Meteorologia e Meio Ambiente, Natalia Pereira, a plataforma foi pensada de forma regional e visa auxiliar tanto o poder público quanto a população a perceber os reais problemas que podem enfrentar. “A plataforma vai trazer para a população, em tempo real, o que está acontecendo no clima de sua cidade e dados do que a administração pública do município está fazendo para ajuda-los”, enfatiza.

A tecnologia já é utilizada em municípios como Porto Alegre, Guaíba (RS), Cajamar (SP) e Jaboatão dos Guararapes (PE), sendo agora ampliada para o Vale Germânico por iniciativa da Amvag.

 

 

Smartphone

As plataformas disponibilizadas pela Catavento aos municípios terão duas versões: uma técnica, para análise de dados operacionais, e outra com dados gerais, voltada à comunidade e acessível nos sites e redes sociais das prefeituras. Os usuários da plataforma também poderão fixar o ícone personalizado da ValeClima diretamente na tela do celular devido à sua integração com a tecnologia PWA (Progressive Web App). A novidade foi desenvolvida para tornar a navegação mais ágil, prática e acessível. Com o novo recurso, o usuário não precisa mais buscar pelo site no navegador toda vez que quiser consultar a ValeClima.

No primeiro acesso ao serviço no site de sua prefeitura, a funcionalidade já será oferecida sem necessidade de downloads pesados que ocupam a  memória do celular. “O objetivo é realmente facilitar a consulta dos dados e tornar a ValeClima referência regional”, reforça o presidente da Amvag.

 

Adesão

Até o momento, 11 das 14 cidades da Amvag aderiram ao sistema e estão operando a ValeClima experimentalmente. A partir da segunda quinzena de agosto, quando se encerra o período experimental, a plataforma passará a operar em caráter definitivo, sendo que até o momento pelo menos 7 prefeituras já sinalizaram a intenção de ratificar a contratação em caráter permanente.

 

Foto: Ester Ellwanger | Fonte: Assessoria

23/07/2026 0 Comentários 98 Visualizações
Política

Entidades solicitam audiência com o governo estadual sobre concessão do Bloco 1

Por Jonathan da Silva 20/07/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças municipais, empresariais e acadêmicas do Vale do Sinos, Vale do Paranhana, Serra e regiões abrangidas encaminharam um pedido de audiência ao vice-governador Gabriel Souza para apresentar uma proposta alternativa ao modelo de concessão e implantação de pedágios do Bloco 1. O documento defende a construção de uma alternativa técnica, econômica e política para o projeto, mantendo a necessidade de investimentos em infraestrutura rodoviária, mas propondo ajustes para reduzir impactos econômicos e sociais e ampliar a participação das comunidades afetadas.

As entidades afirmam reconhecer a importância da modernização da malha viária e da ampliação dos investimentos em infraestrutura como fatores para a competitividade regional, a segurança no trânsito e o desenvolvimento econômico. No entanto, defendem que o modelo de concessão apresente equilíbrio econômico, transparência e sustentabilidade.

Questionamentos sobre o modelo

No documento encaminhado ao governo estadual, as entidades manifestam preocupação com aspectos da estrutura financeira e contratual da proposta. Entre os pontos destacados estão a concentração dos investimentos nos primeiros anos da concessão, os riscos de futuros reequilíbrios econômico-financeiros, a baixa transparência na composição dos custos operacionais, a falta de detalhamento sobre a manutenção e modernização das rodovias ao longo dos 30 anos de contrato e o potencial aumento dos custos para os usuários sem garantias proporcionais de qualidade dos serviços.

Outro ponto levantado é a capacidade de fiscalização técnica permanente por parte do poder concedente diante da complexidade do contrato.

Impactos econômicos e sociais

As entidades também apontam possíveis reflexos do modelo sobre trabalhadores que utilizam diariamente as rodovias, especialmente a RS-239, estudantes que se deslocam entre municípios, produtores rurais, comércio, indústria, turismo e logística regional.

Segundo o documento, há preocupação de que o aumento dos custos de deslocamento possa reduzir a competitividade econômica da região e afetar a renda das famílias.

Além disso, as lideranças avaliam que os municípios poderão enfrentar aumento da demanda por manutenção de vias alternativas, mobilidade urbana, serviços públicos relacionados ao tráfego e obras complementares.

Prioridades para a RS-239

O documento destaca a RS-239 como um dos principais eixos estratégicos da região e aponta como prioritários investimentos em viadutos, acessos seguros, duplicações tecnicamente justificadas e melhorias voltadas à segurança viária.

As entidades defendem que essas intervenções sejam preservadas independentemente de eventuais alterações no modelo de concessão.

Proposta regional

As lideranças argumentam que alterações promovidas em versões anteriores do projeto, como a redução de praças de pedágio e a exclusão de trechos, demonstram que o modelo pode ser aperfeiçoado por meio do diálogo técnico.

Entre as preocupações apontadas estão a baixa participação dos municípios na elaboração do projeto, a necessidade de maior transparência dos estudos e o fortalecimento do diálogo institucional antes da publicação definitiva dos editais.

Como alternativa, as entidades propõem a criação de uma agenda conjunta entre o Governo do Estado e representantes regionais estruturada em três frentes. A frente técnica prevê avaliação de engenharia, estudos de tráfego, revisão das prioridades de investimento e do cronograma físico-financeiro. A frente econômica propõe análise de viabilidade econômico-financeira, revisão dos custos operacionais, avaliação da sustentabilidade dos contratos e medidas para mitigação dos impactos tarifários. Já a frente institucional e política contempla participação permanente das entidades regionais, diálogo com os municípios, construção de consenso regional e acompanhamento da execução contratual.

Encaminhamentos

O documento solicita a realização de uma audiência institucional com o Governo do Estado, a criação de um grupo técnico de trabalho entre o executivo estadual e as entidades regionais, a apresentação formal de uma contraproposta antes da consolidação definitiva do modelo de concessão e a continuidade do diálogo entre as partes.

Assinam o pedido a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação dos Municípios do Vale do Paranhana (Ampara), a Associação dos Municípios do Vale Germânico (Amvag), a Associação dos Municípios de Turismo da Serra (Amserra), a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Sapiranga, Araricá e Nova Hartz (Acisa), o Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos (Consinos), as Faculdades Integradas de Taquara (Faccat), a Universidade Feevale, a FTEC Novo Hamburgo, o Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo (SICNH), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC) e o Sindicato da Indústria de Máquinas, Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (Sinmaqsinos).

Foto: AwesomeContent/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
20/07/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Política

Entidades enviam propostas ao governo para reduzir impactos do tarifaço

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades empresariais do Vale do Sinos encaminharam, nesta quinta-feira (16), um documento ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin Filho, e ao ministro das Relações Exteriores, embaixador Mauro Vieira, propondo medidas para reduzir os impactos das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. No documento, as organizações também colocam-se à disposição para cooperar institucionalmente com o governo federal na busca de soluções para preservar a competitividade das empresas exportadoras.

As entidades afirmam que a confirmação das novas tarifas representa um desafio para a indústria nacional, o agronegócio e outros segmentos exportadores, com possíveis reflexos sobre investimentos, produção, empregos e renda em diferentes regiões do país.

Cooperação institucional

Entre as signatárias está a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), que manifesta disposição para colaborar na construção de soluções destinadas a minimizar os efeitos das medidas anunciadas pelos Estados Unidos.

No documento, a entidade informa que está preparada para participar de missões empresariais, promover a aproximação com entidades econômicas internacionais, compartilhar informações do setor produtivo e contribuir tecnicamente com iniciativas voltadas à ampliação da competitividade da economia brasileira.

As entidades também reiteram propostas já defendidas anteriormente, entre elas a intensificação das negociações diplomáticas e comerciais com o governo norte-americano para buscar a revisão das tarifas e o monitoramento permanente dos impactos econômicos decorrentes da medida, permitindo respostas rápidas aos setores afetados.

Medidas propostas

Além dessas ações, o documento apresenta novas propostas ao governo federal. As entidades afirmam que a solução não depende apenas da atuação brasileira, mas defendem medidas para reduzir os efeitos das tarifas sobre empresas exportadoras e suas cadeias produtivas.

Entre as propostas está a isenção, por tempo indeterminado, de tributos federais, como PIS, Cofins e IPI, sobre a produção destinada à exportação e às cadeias produtivas relacionadas. Segundo as entidades, a medida reduziria os custos de produção e permitiria que as empresas mantivessem preços competitivos no mercado internacional.

Outro ponto é a desoneração integral da folha de pagamento das empresas exportadoras e da cadeia produtiva, também sem prazo determinado, com foco na redução de encargos trabalhistas. De acordo com o documento, a medida contribuiria para a manutenção dos empregos e para a estabilidade econômica das regiões produtoras.

Reintegra e drawback

As entidades ainda propõem a ampliação do Programa Reintegra Especial EUA. A sugestão inclui elevar a alíquota do programa para 5% no caso de médias e grandes empresas e para 8% para micro e pequenas empresas, permitir a retroatividade dos créditos para exportações realizadas desde julho de 2024, manter a vigência enquanto perdurarem os efeitos das tarifas, criar crédito extraordinário sobre exportações destinadas aos Estados Unidos, estabelecer percentuais diferenciados para os setores mais afetados e possibilitar a utilização imediata dos créditos para compensação de tributos federais ou restituição financeira.

Segundo o documento, a alíquota atual do programa é insuficiente diante da tarifa de 50% aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também lembram que a ampliação do Reintegra foi discutida durante missão a Brasília, em setembro de 2025, mas que o tema não avançou no Congresso Nacional.

Outra proposta é a prorrogação, por tempo indeterminado, dos prazos para exportações realizadas no regime de drawback, sem cobrança de multas ou juros para empresas afetadas pelas tarifas. Conforme o documento, em 2024, US$ 10,5 bilhões das exportações brasileiras para os Estados Unidos ocorreram por meio desse regime, e a prorrogação evitaria penalidades às empresas que não conseguirem cumprir os prazos estabelecidos.

Sem reciprocidade no momento

As entidades também defendem que o governo federal não adote medidas de reciprocidade tarifária neste momento. Em vez disso, propõem a criação de um programa emergencial e temporário de compensação para empresas exportadoras atingidas pelas tarifas. “Não precisamos responder uma tarifa com outra tarifa. Precisamos responder protegendo nossas empresas, nossos empregos e nossa capacidade de competir no mercado internacional. Cada dólar exportado representa emprego, renda e arrecadação no Brasil”, destaca o documento.

Outro encaminhamento sugerido é a instalação imediata de uma Mesa Permanente de Crise para o Comércio Exterior, reunindo representantes da Presidência da República, dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, das Relações Exteriores e da Fazenda, além do Congresso Nacional e de entidades empresariais e exportadoras. O objetivo é acompanhar a evolução do cenário, coordenar ações de enfrentamento e construir soluções conjuntas para preservar a competitividade da economia brasileira.

Entidades participantes

O documento é assinado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), pela Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), pelo Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC) e pelo Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (Sinmaqsinos).

Foto: Jannoon028/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 62 Visualizações
Business

Unimed Vale do Sinos reforça gestão comercial com ferramenta de BI

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Unimed Vale do Sinos incorporou a plataforma Smark BI à sua operação comercial para ampliar a capacidade de análise de dados e fortalecer a tomada de decisões em tempo real. Integrada ao Smark CRM, a ferramenta passou a oferecer uma visão unificada do desempenho da área comercial, permitindo o acompanhamento contínuo de indicadores, metas e oportunidades. A iniciativa busca aprimorar a gestão baseada em dados e aumentar a agilidade nas decisões estratégicas da cooperativa.

Antes da implantação da plataforma, o acompanhamento do funil de vendas, a consolidação das informações e as análises gerenciais dependiam de planilhas, controles paralelos e dashboards desconectados, o que dificultava a obtenção de uma visão integrada da operação.

Segundo a administradora de Marketing e Vendas da Unimed Vale do Sinos, Anelise Fraga Cornelius, a necessidade de transformar dados em inteligência de negócio motivou a adoção da solução. “Precisávamos ampliar nossa capacidade de análise e acompanhar os indicadores de forma mais dinâmica. O Smark BI trouxe exatamente essa possibilidade, permitindo acessar informações consolidadas em tempo real e apoiar a gestão comercial com muito mais agilidade e confiabilidade”, afirma Anelise.

Mudanças na rotina comercial

A implementação da ferramenta também alterou a rotina da equipe comercial. O uso dos dashboards passou a exigir maior disciplina no registro das informações e reforçou a importância da qualidade dos dados para a operação. Os painéis passaram a ser utilizados diariamente para monitorar resultados, acompanhar o desempenho individual e coletivo dos consultores, analisar o andamento das oportunidades e subsidiar reuniões gerenciais.

De acordo com Anelise, a principal mudança ocorreu na velocidade das análises. “A principal mudança foi a rapidez com que conseguimos identificar tendências, oportunidades e pontos de atenção. Reduzimos análises manuais e passamos a trabalhar com informações mais confiáveis, o que aumenta significativamente a assertividade das decisões”, destaca a administradora.

Resultados da integração

Com a integração entre o Smark CRM e o Smark BI, a cooperativa passou a acompanhar toda a jornada comercial, desde a prospecção até o fechamento dos negócios. O acesso a informações atualizadas em tempo real permite monitorar indicadores continuamente, identificar desvios com maior rapidez e atuar de forma preventiva diante de oportunidades e desafios.

Segundo a empresa, a adoção da solução resulta em ganhos de produtividade, maior disciplina na atualização das informações comerciais, melhor acompanhamento das metas e aumento da previsibilidade dos resultados.

Para o CEO da Smark, Leandro Ceccato, a integração entre CRM e Business Intelligence amplia a capacidade de gestão das empresas. “O valor dos dados não está apenas em acompanhar números, mas em criar contexto para decisões melhores. Quando CRM e BI trabalham de forma integrada, a gestão ganha capacidade de enxergar tendências, antecipar movimentos e agir com muito mais velocidade. É isso que transforma informação em resultado”, ressalta Ceccato.

O que é a Smark

A Smark atua há mais de 28 anos no desenvolvimento de soluções de CRM para gestão de vendas e pós-vendas. A empresa informa que administra cerca de 20 mil contratos em sua plataforma e atende clientes de segmentos como saúde suplementar, indústria, facilities, segurança patrimonial, refeições coletivas, tecnologia e serviços. No setor de saúde, a companhia possui mais de 70 operadoras Unimed entre seus clientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Política

Consinos define projetos que irão à votação da Consulta Popular

Por Jonathan da Silva 07/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos (Consinos) definiu as quatro áreas prioritárias que comporão a cédula de votação da Consulta Popular 2026 – Orçamento Estadual 2027. A decisão foi aprovada durante a Assembleia Regional Ampliada realizada nesta segunda-feira (6), no Câmpus II da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. A votação popular ocorrerá entre os dias 20 e 26 de julho, de forma totalmente digital, e escolherá dois projetos que receberão recursos destinados à região.

A reunião foi conduzida pelo presidente do Consinos e reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, e pela diretora do Departamento de Articulação Regional e Participação (Darp) da Secretaria de Estado de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), Bruna Blos. Também participaram integrantes da Diretoria do Consinos, da Comissão Regional Eleitoral da Consulta Popular 2026, da Assembleia do Corede e os delegados eleitos nas 14 Assembleias Públicas Municipais da Consulta Popular 2026 do Consinos.

Montante para a Consulta Popular

A Consulta Popular 2026 contará com R$ 60 milhões distribuídos entre os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) do Rio Grande do Sul. Para a região do Vale do Sinos – Consinos, serão destinados R$ 2.228.571,43. O processo é organizado e coordenado pelo Consinos e pelo Governo do Estado, por meio da SPGG.

A cédula de votação foi elaborada a partir da votação dos delegados e do Conselho de Representantes do Consinos. Ela reúne quatro projetos regionais, dos quais dois serão escolhidos pela população.

As propostas contemplam as áreas de Defesa Civil, com aquisição de equipamentos, viaturas, unidade móvel e implantação de centro municipal de monitoramento e alerta antecipado; Desenvolvimento Rural, voltado ao fortalecimento da agroindústria familiar por meio da aquisição de máquinas, implementos, veículos, projetos de compostagem e distribuição de insumos e mudas; Desenvolvimento Social, com ações voltadas à implantação ou adequação de casas de acolhimento para pessoas idosas e em situação de vulnerabilidade, aquisição de veículos para assistência social, promoção do envelhecimento ativo, cursos preparatórios para o Enem e qualificação profissional; e Meio Ambiente, com serviços voltados ao bem-estar animal, castração, atendimento a emergências envolvendo animais de estimação, estruturação de espaços específicos e criação de Farmácia Pública Pet.

Abrangência dos recursos

Os recursos contemplarão os 14 municípios participantes da Consulta Popular no Consinos: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul.

A distribuição dos recursos será feita de forma igualitária entre os municípios. Cada cidade deverá atingir, no mínimo, 0,3% de participação em votos, proporcionalmente ao número de eleitores. O valor destinado às propostas vencedoras também será dividido igualmente entre os dois projetos eleitos, com execução prevista para 2027.

Como será a votação

A votação da Consulta Popular ocorrerá de 20 a 26 de julho, de forma exclusivamente digital, por meio do Portal da Consulta Popular ou pelo WhatsApp da GurIA. Para participar, o eleitor deverá possuir login no GOV.BR, comprovar habilitação e domicílio eleitoral no Rio Grande do Sul por meio de título de eleitor regular. Cada eleitor poderá votar em apenas uma das propostas constantes na cédula, sendo o voto pessoal e intransferível.

O presidente do Consinos e reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a importância da participação da população no processo. “É importante destacar que estamos participando de uma construção coletiva e democrática sobre onde investir recursos públicos para promover o desenvolvimento regional”, afirmou o líder da instituição.

O que é o Consinos

O Consinos é um dos 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul e reúne os municípios de Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul. O conselho atua como fórum de discussão e definição de políticas e ações voltadas ao desenvolvimento regional e à melhoria da aplicação dos recursos públicos.

Foto: Valdirene Kerschner/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Variedades

Universidade Feevale renova convênio com o Sindimetal

Por Jonathan da Silva 07/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale renovou o convênio com o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal). A renovação foi formalizada durante uma visita institucional realizada na quarta-feira (1º), na sede da entidade, em São Leopoldo, e mantém benefícios para associados e seus dependentes em cursos oferecidos pela instituição de ensino.

A parceria, conduzida por meio do setor Comercial da Universidade Feevale, busca ampliar o acesso à educação e fortalecer o relacionamento entre a universidade e as entidades representativas da região.

Benefícios aos associados

O convênio garante desconto de 10% para associados do Sindimetal e seus dependentes em cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e de educação a distância (EAD). O benefício também contempla cursos de pós-graduação, idiomas e extensão oferecidos pela Universidade Feevale.

Fortalecimento da parceria

Além da renovação do convênio, a visita institucional serviu para aproximar as duas instituições e reafirmar o interesse em desenvolver ações conjuntas voltadas à qualificação profissional e educacional da comunidade atendida pelo Sindimetal.

Segundo as instituições, a parceria tem como objetivo ampliar as oportunidades de formação para associados e seus familiares, por meio do acesso a diferentes modalidades de ensino oferecidas pela Universidade Feevale.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2026 0 Comentários 113 Visualizações
Política

Novo Hamburgo recebe seminário da Câmara dos Deputados sobre enchentes e retomada

Por Jonathan da Silva 03/07/2026
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo sediará, no dia 13 de julho, o seminário “Proteção contra Enchentes e Retomada Econômica da Região do Vale do Sinos”, promovido pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre os Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul. O encontro ocorrerá das 8h30min às 11h30min, no 10º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry, e reunirá representantes dos governos e de entidades da região para discutir os impactos das enchentes, os desafios da reconstrução e propostas voltadas ao desenvolvimento regional. A iniciativa busca reunir demandas dos municípios atingidos e contribuir para a formulação de encaminhamentos relacionados à recuperação da região.

O seminário contará com a participação de representantes das diferentes esferas do poder público e de entidades da sociedade civil impactadas pelas enchentes. Durante o encontro, os participantes poderão apresentar avaliações sobre as ações já realizadas, as medidas ainda necessárias e os principais desafios enfrentados pelos municípios do Vale do Sinos.

Espaço para apresentação de demandas

Além da apresentação de ações governamentais, o seminário abrirá espaço para que entidades regionais exponham as dificuldades enfrentadas após as enchentes, apresentem questionamentos e encaminhem demandas às autoridades participantes.

Segundo a organização, a proposta é compreender os diferentes impactos provocados pelo evento climático na região, ouvindo representantes de diversos setores para identificar de que forma a Comissão Externa da Câmara dos Deputados pode contribuir para a reconstrução dos municípios e para o fortalecimento do desenvolvimento regional.

Experiência de outros encontros

De acordo com a organização, os seminários realizados anteriormente em outras cidades do Rio Grande do Sul reuniram reivindicações relacionadas ao apoio à tramitação de projetos de lei voltados à reconstrução dos municípios atingidos, além de relatos sobre entraves ao desenvolvimento econômico e urbano.

Também foram apresentadas demandas de diferentes setores produtivos e da sociedade civil, com o objetivo de ampliar o diálogo entre os representantes públicos e as comunidades afetadas pelas enchentes.

A realização do seminário é da Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre os Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul, em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e a Frente Parlamentar do Empreendedorismo e da Desburocratização.

Serviço

  • O quê: Seminário “Proteção contra Enchentes e Retomada Econômica da Região do Vale do Sinos”
  • Quando: 13 de julho, das 8h30min às 11h30min
  • Onde: Centro Administrativo Leopoldo Petry – 10º andar (Rua Guia Lopes, 4.201, bairro Canudos, em Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Projetos especiais

Feijoada Solidária no sábado beneficiará o Banco de Alimentos do Vale do Sinos

Por Jonathan da Silva 25/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Centro de Espiritualidade Cristo Rei (Cecrei), em São Leopoldo, promove a primeira edição de sua Feijoada Solidária neste sábado, 27 de junho. Aberto ao público, o evento ocorrerá das 10h30min às 16h e tem como objetivo arrecadar alimentos não perecíveis para o Banco de Alimentos do Vale do Sinos. A iniciativa reunirá gastronomia, atrações culturais e ações de solidariedade, com a proposta de ampliar o volume de doações destinadas à entidade assistencial.

Os ingressos custam R$ 60 e incluem a doação de 1 kg de alimento não perecível. O evento será realizado na sede do Cecrei, localizada na Rua Regina Mundi, 333, no bairro Cristo Rei.

Ampliação das doações

De acordo com o diretor do Cecrei, Luís Felipe Leifheit, a instituição e parceiros irão ampliar o impacto da arrecadação. “Para cada quilo de alimento arrecadado, o Cecrei e demais parceiros contribuirão com outros 12 quilos, ampliando significativamente o volume destinado ao Banco de Alimentos”, ressalta Leifheit.

Segundo o dirigente, a venda de ingressos está limitada a 300 unidades. “Assim, podemos oferecer um serviço de alta qualidade e evitando desperdícios”, pontua Leifheit.

Programação

Além da feijoada, o evento contará com outras opções gastronômicas. A programação inclui ainda música ao vivo, apresentação de DJ e feira criativa. “Nosso objetivo é reunir a comunidade em uma tarde de confraternização e solidariedade”, destaca o diretor.

O que é o Cecrei

O Centro de Espiritualidade Cristo Rei está instalado em uma área verde de 11 hectares em São Leopoldo. O espaço conta com três refeitórios com capacidade total para 180 pessoas, auditório para 200 participantes, oito salas destinadas a grupos de diferentes tamanhos e nove capelas.

A estrutura também dispõe de 126 apartamentos para hospedagem e funciona em um prédio cuja construção foi concluída na década de 1940.

A origem do atual Centro de Espiritualidade Cristo Rei remonta a 1940, quando teve início a construção do então Colégio Máximo Cristo Rei. As atividades da instituição começaram em 1942, período em que o espaço foi utilizado para cursos de Filosofia e Teologia ligados à Companhia de Jesus.

Em 1980, o local passou a se chamar Centro de Espiritualidade Cristo Rei, voltando-se à realização de retiros, cursos e seminários. Entre 1999 e 2000, a instituição passou por uma reforma estrutural, seguida por outras intervenções nos anos posteriores.

Desde 2015, o Cecrei ampliou sua atuação para atender demandas relacionadas à hospedagem e à realização de eventos corporativos e científicos.

Serviço

  • O quê: Feijoada Solidária do Cecrei
  • Quando: Sábado, 27 de junho, das 10h30min às 16h
  • Onde: Centro de Espiritualidade Cristo Rei – Cecrei (Rua Regina Mundi, 333, bairro Cristo Rei, São Leopoldo)
  • Quanto: R$ 60 por ingresso, com a doação de 1 kg de alimento não perecível incluída
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 3

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 4

    Evento reúne noivos e fornecedores de casamentos sustentáveis

  • 5

    Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo Hamburgo

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO