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vacina

Vacina
Saúde

Como escolher uma vacina segura contra a Covid-19?

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante do anúncio de que países como a Rússia e China estão na fase final dos testes da vacina contra a Covid-19 e que o Brasil poderá ter ainda esse ano doses imunizatórias, muitas pessoas estão se perguntando: como escolher uma vacina segura?

A resposta não tem muito segredo. Segundo o pneumologista do Super Dr. Saúde Integrada, Pedro Compasso, todas as vacinas aprovadas e regulamentadas pelos órgãos mundiais da saúde são consideradas seguras e devem ser utilizadas pela população. No Brasil as vacinas contra Covid-19 deverão ser aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para, então, serem liberadas.

O médico explica que as pessoas precisam acreditar na idoneidade do processo científico e da produção da vacina, independente do país ou laboratório que esteja fabricando. “Temos que nos despir do viés político e ideológico e partir do princípio que a ciência e o laboratório trabalham arduamente para produzir uma vacina eficiente, acessível e capaz de proteger a população com o seu efeito”, diz.

“A população não deve ficar com o pé atrás com a segurança e eficácia da primeira vacina, porque ela estará regulamentada.”

Para ele, a população  não deve deixar de se imunizar com a primeira vacina regulamentada para aguardar uma segunda ou terceira acreditando que serão melhores. “Todas as vacinas que estejam regulamentadas pelos órgãos de saúde serão consideradas seguras, sim. Imagina se tivéssemos antipatia com a vacina da poliomielite, varíola ou do sarampo? A população não deve ficar com o pé atrás com a segurança e eficácia da primeira vacina, porque ela estará regulamentada”, afirma.

Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 169 vacinas sendo desenvolvidas contra a Covid-19. Seis estão na terceira e última fase, destas, três estão sendo testadas no Brasil.

Medidas de proteção

Até quando teremos que adotar o distanciamento, o isolamento social e usarmos a máscara de proteção? “Enquanto não tivermos imunização em massa – o que não será igual erradicação da doença, porque a vacina não vai acabar com o vírus, mas impedir que as pessoas fiquem doentes, principalmente nas formas graves -, será necessário que se continue usando a máscara e adotando todas as medidas de proteção”, afirma o pneumologista.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 579 Visualizações
Saúde

Hospital São Lucas recebe voluntários para vacinação contra o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 10/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Motivação e esperança. Essas são as duas palavras adotadas pela equipe do Hospital São Lucas da PUCRS (HSL-PUCRS), que neste sábado, 8, iniciou a aplicação da vacina da farmacêutica chinesa Sinovac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan. Dez profissionais da saúde que estão atuando no combate à Covid-19 já receberam as primeiras doses do imunizante contra o coronavírus.

Um grupo de cerca de 20 de profissionais do HSL, formado por farmacêuticos, enfermeiros, biólogos e médicos infectologistas será o responsável por conduzir, com suporte operacional e administrativo, o estudo no Centro de Pesquisa Clínica do Hospital. Ao longo dos próximos dois meses, eles receberão os voluntários selecionados de diversas instituições hospitalares da região metropolitana para um processo que envolve entrevista técnica, checagem de requisitos, orientações gerais e, por fim, a aplicação da vacina, que será feita duas vezes em 14 dias. O acompanhamento dos 852 voluntários escolhidos, no entanto, se estenderá até o fim de 2021.

Para o líder do estudo e chefe do Serviço de Infectologia do HSL-PUCRS, Dr. Fabiano Ramos, há uma grande ansiedade e otimismo para o início do estudo. “Acompanhamos o progresso da vacina desde o início da pandemia e temos a confiança de que é um estudo capaz de responder positivamente à expectativa da sociedade. Esperamos que, comprovando a eficácia da vacina, até o início do ano que vem a população já possa ser imunizada”, pondera.

O pensamento positivo contagia também a doutora em Biologia e coordenadora do estudo, Michelle Viegas, que avalia ganhos de longo prazo. “Nosso Centro de Pesquisa realiza atualmente mais de 200 estudos simultâneos, que vão desde a testagem de medicamentos até outras vacinas, como a da dengue, por exemplo. O tempo recorde de avanço do estudo da vacina pode nos ajudar a encontrar atalhos para tratamentos futuros”, destaca.

Voluntários mobilizados

Os profissionais da saúde, tão impactados pela pandemia, terão a preferência na participação do estudo. A oportunidade é celebrada pelo médico da UTI do Hospital São Lucas, Luciano Marini, o primeiro a receber a aplicação da vacina. “Como médico intensivista, tenho passado pelo momento mais desafiador da minha vida profissional. Além dos pacientes estarem muito graves, em situação crítica, há toda questão técnica envolvida, com grande complexidade e também os aspectos emocionais, uma vez que os familiares não podem visitar os pacientes. A perspectiva de uma vacina que agora estamos testando traz a esperança que em breve possamos retornar com segurança ao ‘novo normal’ na nossa sociedade”, comenta.

“Estar na linha de frente afeta muito o psicológico, tem dias que tu choras e tem vontade de desistir.”

Enfermeira do Hospital Universitário da Ulbra, em Canoas, Rosecler Silva da Rosa também estará entre as vacinadas no estudo. Para ela, participar do estudo é uma motivação extra para os plantões exaustivos, muitas vezes dobrados, que enfrenta na Emergência. “Eu sinto uma esperança, pois além de enfermeira eu sou mãe e penso muito em proteger minha família. Hoje não consigo encostar no meu filho, que é asmático. Dói muito. Estar na linha de frente afeta muito o psicológico, tem dias que tu choras e tem vontade de desistir”, lamenta.

O primeiro dia de vacinação contou ainda com profissionais dos Hospitais Vila Nova, Ernesto Dornelles, Conceição e Clínicas.

Lideranças projetam impacto positivo

Para o diretor-geral do Hospital São Lucas da PUCRS, Leandro Firme, o estudo reflete o esforço da instituição para construir soluções para as novas perguntas que emergem na área da saúde. “Estamos preparados, pois o estudo nasce da credibilidade e inovação características do nosso Centro de Pesquisa Clínica. A vacina é uma esperança para nós e para todos os hospitais que tiveram suas rotinas afetadas pela pandemia e se desafiam diariamente para cuidar dos pacientes de Covid-19 e de outras enfermidades. Celebramos esse passo com muito entusiasmo para a retomada da normalidade”, afirma.

O sentimento de confiança parte também do reitor da PUCRS, Ir. Evilázio Teixeira, que valoriza o trabalho desenvolvido no órgão suplementar da universidade.

“As aplicações da vacina nos trazem esperança de um novo tempo. Que a próxima semana seja marcada por grandes transformações.”

Diretor-técnico no HSL, o Dr. Saulo Bornhorst corrobora com Firme e resgata o papel dos profissionais da saúde. “Sabemos o quanto nossos guerreiros da linha de frente têm se dedicado nos desafios atuais e por isso torcemos que um eventual fim da pandemia tire a sobrecarga que cada um carrega”, argumenta.

O vice-reitor da PUCRS, Jaderson Costa da Costa, acredita que começa a se concretizar a vitória da ciência no enfrentamento à Covid-19. “Em qualquer tempo, nunca houve uma força-tarefa global de pesquisadores tão solidária na busca de soluções para conter esse vírus. Esse estudo nos impulsiona a fomentar uma educação e ciência forte, cada vez mais incentivada e reconhecida”, salienta.

Governos municipal e estadual celebram

Porto Alegre será uma das nove cidades do país a receber os testes da vacina, ao passo que o Rio Grande do Sul será um dos seis Estados escolhidos. A representatividade gaúcha é celebrada pelos líderes do Executivo municipal e estadual, que vislumbram o fim da pandemia.

“É uma importante notícia no enfrentamento à pandemia. A vacina que será testada também aqui no RS é uma das que estão em estágio mais avançado e torcemos para que os resultados sejam expressivos. O Hospital São Lucas da PUCRS tem um avançado centro de pesquisa clínica e profissionais altamente capacitados e dá uma enorme contribuição nesse processo fundamental no combate ao coronavírus”, destaca o governador do Estado, Eduardo Leite.

“É uma honra receber em nossos qualificados serviços de saúde e na nossa cidade os testes para a vacina contra o novo coronavírus. Porto Alegre iniciou precocemente o controle da pandemia e, diferentemente de vários locais no país e no mundo, ainda temos um grande número de pessoas suscetíveis ao vírus, o que faz com que sejamos um campo de testes apropriado para a vacina”, afirma o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior.

O estudo

Atualmente em sua terceira etapa de testes, a vacina está no estágio em que é aplicada em larga escala, o que poderá comprovar em definitivo a sua eficácia e duração da proteção. O Hospital São Lucas é um dos 12 Centros de Estudos do Brasil, sendo o único do Rio Grande do Sul, que aplicará o insumo e documentará os resultados junto ao Instituto Butantan, de São Paulo.

Das 9 mil pessoas que participarão da testagem no Brasil, metade receberá a vacina, ao passo que a outra metade placebo, isto é, uma substância sem efeito algum. Por ser um estudo “duplo cego”, somente os farmacêuticos que recebem e acondicionam os imunizantes conseguem saber o que cada seringa contém. Porém, eles não acompanham o momento de aplicação, conduzido pelos pesquisadores junto aos voluntários, que desconhecem o conteúdo das doses em questão. A estratégia permite a análise e comparação dos resultados pelos dois grupos, validando ou não o efeito da substância.

Na prática, o que se espera é que o sistema imunológico dos testados desenvolva anticorpos para o vírus inativado da Covid-19, que está presente na vacina, tornando a pessoa em questão imune ao efeito do vírus ativo caso ela tenha contato com o organismo posteriormente.

Cronologia do estudo no Rio Grande do Sul

1º/7: Instituto Butantan confirma o Hospital São Lucas como um dos centros de estudo para testagem da vacina.

10/7: Formalização do contrato entre o Instituto Butantan e o Hospital São Lucas

20/7: Abertura das inscrições de voluntários para a testagem da vacina

3/8: Hospital São Lucas recebe as primeiras doses do imunizante

8/8: Início da aplicação com os profissionais da saúde selecionados

Outubro/2020: previsão de término da aplicação da vacina no Hospital São Lucas

Dezembro/2021: previsão de conclusão do estudo a partir do término do acompanhamento dos voluntários

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2020 0 Comentários 532 Visualizações
Saúde

PDS Biotechnology e Farmacore Biotechnology anunciam co-desenvolvimento da vacina Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 14/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A PDS Biotechnology Corporation, uma empresa de imunoterapia em estágio clínico que desenvolve novas terapias contra o câncer e vacinas contra doenças infecciosas com base no Versamune, uma tecnologia patenteada pela empresa para a ativação das células T, anunciou hoje contrato de desenvolvimento com a Farmacore Biotechnology para Versamune-CoV-2FC, uma vacina utilizando o Versamune que visa prevenir a infecção por Covid-19.

Nesta colaboração, a PDS Biotech e a Farmacore acelerarão o desenvolvimento do Versamune-CoV-2FC com testes clínicos da Fase 1 no Brasil. As entidades participantes do projeto, lideradas pela Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP-USP) estão discutindo com o governo para a fase inicial de desenvolvimento do produto no Brasil. O Versamune-CoV-2FC é a combinação de uma proteína SARS-CoV-2 recombinante desenvolvida pela Farmacore com a nanotecnologia da plataforma Versamune® da PDS Biotech. O rápido avanço desse programa conjunto para Covid-19 se estende a uma colaboração de pesquisa e desenvolvimento anunciada anteriormente entre a PDS Biotech e a Farmacore para desenvolver uma vacina contra tuberculose baseada em Versamune.

“Estamos entusiasmados em expandir nossa colaboração contínua com a Farmacore, que oferece uma oportunidade para acelerar rapidamente o desenvolvimento de uma nova vacina Covid-19 nos testes clínicos da Fase 1 no Brasil”, disse o Dr. Frank Bedu-Addo, CEO da PDS Biotech. “Acreditamos que o emparelhamento da tecnologia de vacina de ativamento das células-T, Versamune da PDS Biotech com a proteína SARS-CoV-2 recombinante da Farmacore nos permitirá avaliar rapidamente a eficácia do Versamune-CoV-2FC para reduzir potencialmente a propagação contínua de infecções por Covid-19”, afirma.

“Esta é uma pandemia global, que exige um esforço global. Ao unirmos forças com nosso parceiro PDS Biotech, acreditamos que podemos acelerar substancialmente nossos 

esforços de desenvolvimento para trazer uma vacina eficaz para o Covid-19, induzindo uma ampla gama de respostas imuno-protetoras de longo prazo a pessoas de todo o mundo”, disse Helena Faccioli, Diretora Executiva da Farmacore.

As empresas planejam utilizar vários locais de pesquisa e desenvolvimento nos Estados Unidos e no Brasil para progredir no desenvolvimento pré-clínico e clínico do Versamune-CoV-2FC. Nos termos do contrato, a Farmacore mantém os direitos de comercialização na América Latina, e as receitas com as vendas na América Latina serão compartilhadas entre as duas empresas. A PDS Biotech mantém o direito de preferência para comercialização fora da América Latina. A PDS Biotech está discutindo com outras agências governamentais e não governamentais sobre financiamento adicional para uma vacina.

Sobre a PDS Biotechnology

A PDS Biotech é uma empresa de imunoterapia em estágio clínico com um crescente número de imunoterapias contra o câncer e vacinas contra doenças infecciosas com base na plataforma de tecnologia de ativação de células-T Versamune propriedade intelectual da empresa. O Versamune efetivamente fornece antígenos específicos da doença para captação e processamento in vivo, além de ativar a importante via imunológica do interferon do tipo 1, resultando na produção das potentes células-T “killer”, além de anticorpos neutralizadores. A PDS Biotech tem criado várias terapias, com base em combinações de Versamune e antígenos específicos de doenças, projetados para treinar o sistema imunológico a reconhecer melhor as células da doença e efetivamente atacá-las e destruí-las. 

Sobre Farmacore

A Farmacore é uma empresa de biotecnologia, fundada em 2005 como uma startup, com foco em pesquisa e desenvolvimento de produtos imunobiológicos inovadores para uso nos setores de saúde humana e veterinária. É uma empresa de base tecnológica que realiza pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos biotecnológicos para os setores humano e veterinário. Desenvolve produtos biotecnológicos e imunobiológicos inovadores e agrega valor a eles em todas as etapas do desenvolvimento, desde a concepção do projeto até a produção de biomoléculas .

Sobre o Versamune®-CoV-2FC

O Versamune-CoV-2FC (PDS0204) é um projeto de vacina para Covid-19 que combina a plataforma Versamune de ativação imune com uma proteína de fusão recombinante desenvolvida pela Farmacore do Coronavírus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) reconhecível por nosso sistema imunológico (antígeno). O perfil alvo da vacina é fornecer rápida indução de anticorpos neutralizantes, bem como células-T “killer” e células-T de memória contra o vírus SARS-CoV-2, em pacientes vacinados com PDS0204 para proteger contra Covid-19 e impedir a propagação da infecção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2020 0 Comentários 672 Visualizações
CidadesSaúde

Picada Café alcança número histórico de imunizações contra a gripe

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Picada Café contabilizou 2.358 pessoas vacinadas contra a gripe. O número é histórico. Desde março, a procura pela imunização foi intensa tanta que as metas foram amplamente alcançadas em todos os grupos de risco. O Ministério da Saúde estabelece que se vacine ao menos 90% desses grupos. A vacinação foi encerrada na sexta-feira, 3. O trabalho foi coordenado pela enfermeira Renata Varella.

A vacinação por grupos/metas alcançadas

Crianças: 308 doses – 110,79%

Gestantes: 39 doses – 108,33%

Profissionais da saúde: 114 doses – 103,64%

Puérperas: 7 doses – 116,67%

Adultos de 55 a 59 anos: 257 doses – 101,53%

Idosos: 757 doses – 102,71%

Professores: 84 doses – 113,51%

Doenças crônicas: 372 doses – 93,93%

Bombeiros e policiais: 17 doses

Caminhoneiros e motoristas de transporte coletivo: 65 doses

População em geral: 338 doses

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2020 0 Comentários 519 Visualizações
CidadesSaúde

Picada Café tem 3 pacientes hospitalizados com suspeita de Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Comitê Municipal de Crise de Picada Café atualizou as informações em relação à pandemia da Covid-19 na cidade. Nessa quinta-feira, 2, foram testados três pacientes que estão em isolamento. Todos resultaram negativo. Também foi coletado material de dois pacientes para encaminhamento ao Laboratório Central do Estado. Um dos pacientes está internado no Hospital Nova Petrópolis. O outro é uma gestante que entrou em quarentena.

Das pessoas em isolamento, uma foi liberada do protocolo. Em contrapartida, mais cinco pessoas passaram a cumprir o isolamento social.

Vacina contra a gripe

Encerra nesta sexta-feira, 3, a campanha de vacinação contra a gripe. Entre quarta e quinta-feira foram vacinadas 304 pessoas. Quem ainda quer buscar a imunização deve fazê-lo junto à Unidade Básica de Saúde do Centro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 573 Visualizações
Saúde

PDS Biotechnology e Farmacore Biotechnology anunciam co-desenvolvimento da vacina Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A PDS Biotechnology Corporation, uma empresa de imunoterapia em estágio clínico que desenvolve novas terapias contra o câncer e vacinas contra doenças infecciosas com base no Versamune, uma tecnologia patenteada pela empresa para a ativação das células T, anunciou hoje contrato de desenvolvimento com a Farmacore Biotechnology para Versamune-CoV-2FC, uma vacina utilizando o Versamune que visa prevenir a infecção por Covid-19.

Nesta colaboração, a PDS Biotech e a Farmacore acelerarão o desenvolvimento do Versamune-CoV-2FC com testes clínicos da Fase 1 no Brasil. As entidades participantes do projeto, lideradas pela Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP-USP) estão discutindo com o governo para a fase inicial de desenvolvimento do produto no Brasil. O Versamune-CoV-2FC é a combinação de uma proteína SARS-CoV-2 recombinante desenvolvida pela Farmacore com a nanotecnologia da plataforma Versamune® da PDS Biotech. O rápido avanço desse programa conjunto para Covid-19 se estende a uma colaboração de pesquisa e desenvolvimento anunciada anteriormente entre a PDS Biotech e a Farmacore para desenvolver uma vacina contra tuberculose baseada em Versamune.

“Estamos entusiasmados em expandir nossa colaboração contínua com a Farmacore, que oferece uma oportunidade para acelerar rapidamente o desenvolvimento de uma nova vacina Covid-19 nos testes clínicos da Fase 1 no Brasil”, disse o Dr. Frank Bedu-Addo, CEO da PDS Biotech. “Acreditamos que o emparelhamento da tecnologia de vacina de ativamento das células-T, Versamune da PDS Biotech com a proteína SARS-CoV-2 recombinante da Farmacore nos permitirá avaliar rapidamente a eficácia do Versamune-CoV-2FC para reduzir potencialmente a propagação contínua de infecções por Covid-19”, afirma.

“Esta é uma pandemia global, que exige um esforço global. Ao unirmos forças com nosso parceiro PDS Biotech, acreditamos que podemos acelerar substancialmente nossos 

esforços de desenvolvimento para trazer uma vacina eficaz para o Covid-19, induzindo uma ampla gama de respostas imuno-protetoras de longo prazo a pessoas de todo o mundo”, disse Helena Faccioli, Diretora Executiva da Farmacore.

As empresas planejam utilizar vários locais de pesquisa e desenvolvimento nos Estados Unidos e no Brasil para progredir no desenvolvimento pré-clínico e clínico do Versamune-CoV-2FC. Nos termos do contrato, a Farmacore mantém os direitos de comercialização na América Latina, e as receitas com as vendas na América Latina serão compartilhadas entre as duas empresas. A PDS Biotech mantém o direito de preferência para comercialização fora da América Latina. A PDS Biotech está discutindo com outras agências governamentais e não governamentais sobre financiamento adicional para uma vacina.

Sobre a PDS Biotechnology

A PDS Biotech é uma empresa de imunoterapia em estágio clínico com um crescente número de imunoterapias contra o câncer e vacinas contra doenças infecciosas com base na plataforma de tecnologia de ativação de células-T Versamune propriedade intelectual da empresa. O Versamune efetivamente fornece antígenos específicos da doença para captação e processamento in vivo, além de ativar a importante via imunológica do interferon do tipo 1, resultando na produção das potentes células-T “killer”, além de anticorpos neutralizadores. A PDS Biotech tem criado várias terapias, com base em combinações de Versamune e antígenos específicos de doenças, projetados para treinar o sistema imunológico a reconhecer melhor as células da doença e efetivamente atacá-las e destruí-las. 

Sobre Farmacore

A Farmacore é uma empresa de biotecnologia, fundada em 2005 como uma startup, com foco em pesquisa e desenvolvimento de produtos imunobiológicos inovadores para uso nos setores de saúde humana e veterinária. É uma empresa de base tecnológica que realiza pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos biotecnológicos para os setores humano e veterinário. Desenvolve produtos biotecnológicos e imunobiológicos inovadores e agrega valor a eles em todas as etapas do desenvolvimento, desde a concepção do projeto até a produção de biomoléculas .

Sobre o Versamune®-CoV-2FC

O Versamune-CoV-2FC (PDS0204) é um projeto de vacina para Covid-19 que combina a plataforma Versamune de ativação imune com uma proteína de fusão recombinante desenvolvida pela Farmacore do Coronavírus 2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) reconhecível por nosso sistema imunológico (antígeno). O perfil alvo da vacina é fornecer rápida indução de anticorpos neutralizantes, bem como células-T “killer” e células-T de memória contra o vírus SARS-CoV-2, em pacientes vacinados com PDS0204 para proteger contra Covid-19 e impedir a propagação da infecção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 898 Visualizações
Saúde

Ministério da Saúde faz parcerias para produção e distribuição da vacina de Oxford

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde anunciou na manhã deste sábado, 27, uma importante parceria com a Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca para a transferência da tecnologia mais promissora, até o momento, de combate ao novo Coronavírus. O investimento anunciado pelo Governo Federal prevê a adequação do parque produtivo de Bio-Manguinhos bem como a importação, produção e distribuição, via SUS, de um total já previsto de até 100 milhões de doses da vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford.

“Recebemos o anúncio do Governo com grande ânimo e o compromisso de seguirmos dando a nossa contribuição para, no que for preciso e possível, acelerar a possibilidade de respostas positivas no combate ao novo coronavírus no Brasil, garantindo que tenhamos condições de superar esse momento”, afirma Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.

No Brasil, o estudo clínico liderado globalmente pela Universidade de Oxford, contou com a articulação da Professora Doutora Sue Ann Costa Clemens, pesquisadora brasileira especialista em doenças infecciosas e prevenção por vacinas e investigadora do estudo. A Fundação Lemann financiou a infraestrutura de equipamentos e profissional (corpo médico especializado) para o início dos testes em São Paulo. Aqui, os testes já estão sendo conduzidos pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), sob liderança da Dra. Lily Yin Weckx, investigadora principal do estudo e coordenadora do CRIE-Unifesp, desde o dia 21 de junho de 2020.

“Além do investimento direto já realizado para o início dos estudos clínicos no Brasil, seguimos comprometidos com a articulação e o diálogo entre diferentes setores da sociedade para ajudar a viabilizar o que for preciso e possível. No momento, os testes com a vacina de Oxford são os mais avançados, mas estamos olhando para todas as soluções possíveis de combate à Covid-19”, conclui Denis Mizne.

O acordo do Governo Federal com a Embaixada Britânica e a farmacêutica AstraZeneca prevê a compra de lotes da vacina e a transferência de tecnologia. Se comprovada a eficácia da etapa de estudos clínicos em curso, inicialmente serão entregues 30 milhões de doses, em dois lotes: 15 milhões em dezembro de 2020, e 15 milhões em janeiro de 2021, com prioridade para grupos de risco e profissionais de saúde. Após as primeiras duas entregas, segundo o Ministério da Saúde, ainda poderão ser produzidas mais 70 milhões de doses para distribuição via Sistema Único de Saúde. No Brasil, a tecnologia será́ desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que será preparada para fabricar a imunização distribuída no país com a tecnologia estrangeira.

Os testes da vacina no Brasil já contam com o apoio e investimentos da Fundação Lemann, da Fundação Brava, da Fundação Telles e da Rede D’or.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 511 Visualizações
Saúde

Drive-thru de vacinação contra a gripe volta a ocorrer na segunda-feira

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) oferecerá na próxima segunda-feira, dia 29, novamente a vacinação contra a gripe pelo sistema drive-thru. A ação ocorre no Campus I da Universidade Feevale.

Toda a população poderá se vacinar entre 9h e 20h30, sem fechar meio-dia, com a exceção de crianças menores de 9 anos.

A entrada dos veículos será pela Avenida Dr. Maurício Cardoso, 510, no bairro Hamburgo Velho, e a saída pela Rua Leão XIII. A SMS orienta que as pessoas estejam com roupa apropriada (fácil acesso ao braço) e preferencialmente munidos de documento de identificação oficial e Carteira de Vacinação.

Crianças menores de 9 anos

No local, não será aplicada a vacina em crianças menores de 9 anos, pois para este grupo são necessárias duas doses, que não serão oferecidas no drive-thru.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 548 Visualizações
CidadesSaúde

Picada Café abre vacinação para todos os públicos na próxima semana

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social de Picada Café informa que a partir do dia 1º de julho toda a população poderá fazer a vacina contra a gripe. As vacinas são um excedente das realizadas nos grupos prioritários. Não há, portanto, uma grande quantidade de doses disponíveis. Serão imunizadas as pessoas pela ordem de chegada. A vacinação ocorrerá exclusivamente na Unidade Básica de Saúde do Centro, das 08h30min às 11h30min e das 13h às 16h30min, em frente ao portão de entrada da emergência. Até o dia 30 serão imunizados somente os grupos prioritários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 607 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos doa 1,5 mil doses de vacinas contra a gripe para comunidades em vulnerabilidade social

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento (HMV) começou a imunizar 1,5 mil moradores de comunidades em vulnerabilidade social de Porto Alegre. As doses de vacina trivalente da gripe foram doadas pelo Núcleo de Vacinas da Unidade Iguatemi. A primeira comunidade beneficiada foi do bairro Rubem Berta. Esta quinta-feira, 25, cerca de 100 pessoas foram vacinadas no turno da manhã no posto montado na Instituição Eugênia Conte.

Moradora do bairro Rubem Berta, Iolanda de Souza foi avisada pela nora que a vacinação aconteceria na instituição. Ela aproveitou a oportunidade para se imunizar. “Eu sou cuidadora de uma pessoa de 91 anos, por isso preciso estar sempre atenta a essas coisas”, conta.

A dona de casa Nadia Batista Callegari ainda não tinha vacinado a família e aproveitou a oportunidade. “Meu filho é autista e tenho mais uma bebê. Com essa ação, a gente conseguiu imunizar todos em casa”, enfatiza.

Para evitar aglomerações, fichas foram distribuídas previamente para os moradores cadastrados na entidade comunitária do Rubem Berta. As pessoas foram orientadas a usar máscaras e manter, no mínimo, dois metros de distância. Os alunos da Escola Técnica do Hospital Moinhos de Vento, que aplicaram as vacinas, utilizaram os kits de EPIs com avental, máscara e protetor facial. “Para nós, é muito importante fazer parte dessa campanha e colocar em prática tudo que foi aprendido no curso”, declara a aluna da formação em Técnico em Enfermagem Jesselli Brum.

De acordo com o Superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social, Luciano Hammes, a campanha de imunização tem o objetivo de proteger pessoas em condições mais vulneráveis. “Vacinar contra a Influenza ajuda muito, principalmente por eliminar a possibilidade de gripe se o paciente apresentar aqueles sintomas que são parecidos com os da Covid-19”, explica.

Responsabilidade social além dos tempos de pandemia

A Superintendente de Operações e Governo, Tanira Torelly Pinto explica que as duas comunidades beneficiadas são monitoradas pelo Hospital Moinhos de Vento. “Temos diversas ações de responsabilidade social em regiões vulneráveis de Porto Alegre e vamos adequando essas iniciativas às necessidades das famílias. Num momento de pandemia, precisamos fazer alguma coisa para reduzir os riscos que essas pessoas estão correndo. É a missão do Hospital Moinhos de Vento: cuidar de vidas”, pontua Tanira.

Segundo o Superintendente Administrativo da instituição, Evandro Moraes, no caso das vacinas, ao fechar a compra das doses para a Unidade Iguatemi, a negociação com o laboratório estabeleceu que uma parte seria direcionada às ações em comunidades vulneráveis. “Em todas as relações que envolvam nossos parceiros comerciais, a gente vem estimulando isso. Tivemos a doação de vacinas agora, há dois meses entregamos a diversas instituições protetores faciais feitos pela InBetta com o nosso resíduo plástico reciclado, entre outras. Bons negócios estão vinculados à responsabilidade socioambiental. Uma instituição só é grande e perene se faz a diferença para a sua comunidade”, destaca Moraes.

A diretora da Instituição Eugênia Conte, Juliana Gavioli, afirma que a parceria com o Hospital Moinhos reforça as ações de conscientização que vêm sendo feitas pela entidade. “Desde o início da pandemia de Covid-19, a gente explica a importância de lavar as mãos, de ficar em casa, de manter distância de outras pessoas na rua e de usar da máscara. E a vacinação contra a gripe reforça ainda mais a necessidade de prevenção e os cuidados com a saúde”, ressalta. A instituição promove doações de roupas e cobertores, voltadas à comunidade escolar.

Vacina contra a gripe

A vacina trivalente da gripe pode ser aplicada a partir dos seis meses de idade e protege contra três tipos de Influenza – dois tipos da Influenza A (H1N1 e o H3N2) e um vírus da Influenza B. Essa vacina não imuniza contra a Covid-19, mas é uma forma eficaz de prevenção contra os vírus da gripe.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2020 0 Comentários 540 Visualizações
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