A Universidade Feevale, em parceria com a Prefeitura de Novo Hamburgo, promove a ação Dia D de Combate ao HIV. A atividade acontecerá neste sábado, 17, das 9h às 15h, em todas as Unidades de Saúde de Novo Hamburgo. A ação, que contará com acadêmicos de Medicina da Feevale para prestar auxílio, tem como objetivo orientar a população sobre o vírus HIV e realizar testes rápidos. Na oportunidade, serão distribuídos preservativos e materiais informativos.
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O Teatro Feevale recebeu no sábado (10), a 10ª edição do Concerto de Natal. O evento teve como objetivo marcar a retomada das apresentações presenciais do Movimento Coral Feevale neste período do ano. O Concerto de Natal integrou as comemorações alusivas ao Bicentenário da Imigração Alemã, por representar uma prática musical que foi trazida ao Rio Grande do Sul por imigrantes alemães. Desde 2 de agosto de 2013, o canto coral é um bem de natureza imaterial na cidade de Novo Hamburgo, uma tradição cultural que emerge da comunidade e de suas raízes históricas.
O projeto social Movimento Coral Feevale, que está vinculado ao programa Conexão Cultural e à Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, se insere na comunidade local e regional há mais de 20 anos. Suas ações estão voltadas ao desenvolvimento músico-vocal e instrumental em grupo e são oferecidas gratuitamente a todas as pessoas interessadas em aprimorar o seu cantar ou a partilhar seu conhecimento musical e instrumental. Atualmente, o projeto conta com três coros, dois laboratórios e um grupo instrumental. Na coordenação está a professora Denise Blanco Sant’anna, na regência dos coros e do grupo instrumental Federico Trindade e na preparação vocal Suelen Matter. O programa Conexão Cultural promove ações artístico-culturais, potencializando a difusão da cultura. São desenvolvidos, também, projetos de dança e teatro, e realizados espaços expositivos abertos à visitação da comunidade.
Nesta edição do Concerto de Natal, se apresentaram o Grupo Instrumental e o Coro Unicanto, Coro de Câmara e Coro Canto e Vida. Além disso, o Grupo Upa!, que também tem a regência do maestro Federico Trindade, fez uma participação especial. O programa da noite contou com um repertório diversificado, que reuniu músicas populares e natalinas.
Reconhecimento ao trabalho
Antes da apresentação, foi feito um agradecimento especial ao público presente, entre os quais, o ex-presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Roberto Cardoso. O pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, Fernando Spilki, fez uma saudação aos presentes, lembrando do papel de uma universidade na formação das pessoas e no desenvolvimento das comunidades. Ele também salientou que o Movimento Coral Feevale ganhou, no mês passado, em Minas Gerais, seis prêmios num concurso internacional de coros.
“É um trabalho exitoso, continuado e que nos traz hoje esta edição do Concerto de Natal, que tem um significado ainda maior, pois representa o retorno pleno das atividades do grupo” – afirmou Spilki – “A Universidade faz mais, portanto, do que a educação propriamente dita, ainda que esta seja o cerne da nossa ação. Ela quer participar da vida dos indivíduos como um todo. E a vida também é poesia, música e a plenitude do que fazemos”.
O reitor Cleber Prodanov falou que o Concerto de Natal é importante para a Feevale e para a comunidade. “Esse é um momento de renovação, para pensarmos no que passamos e fazermos projeções para as nossas vidas e das pessoas que amamos. É um momento, também, de reflexão e de um novo tempo que se renova, que se espera que seja positivo”, destacou. Prodanov ainda comentou sobre os 200 anos do Bicentenário da Imigração Alemã e dos colonizadores que deram origem a muitas comunidades do Vale do Sinos. “Temos muito orgulho das tradições e daquela mensagem que foi trazida há 200 anos e que ainda prossegue”, disse. “Parabéns aos participantes dos coros e do grupo instrumental, que têm feito um trabalho maravilhoso, premiado, que nos proporciona chegar neste final de ano tendo a oportunidade de ouvir o que foi desenvolvido ao longo do ano”, concluiu.
A coordenadora do Movimento Coral Feevale, Denise Blanco Sant’Anna, falou que a noite foi de integração. Com ela, entraram no palco as integrantes do Coro Canto e Vida, muitas delas que já fazem parte do grupo há 24 anos. Ela fez agradecimentos à equipe, pela dedicação ao trabalho, e, também, ao Movimento Teatral Feevale, coordenado pela professora Ângela Gonzaga, que entregou ao público, na entrada do Teatro, pílulas poéticas. O Banco de Alimentos – Região do Calçado também arrecadou alimentos não perecíveis, que foram doados pelo público que compareceu ao evento.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Conjunto de esculturas é inaugurado no Câmpus II da Universidade Feevale
Por Amanda Krohn
Por Amanda Krohn
A Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Universidade Feevale, inaugurou na sexta-feira (9), um conjunto de esculturas no Câmpus II. Na ocasião, também foi feita uma homenagem aos ex-presidentes da entidade, que contribuíram para a trajetória de mais de 50 anos da Aspeur, deixando um legado para toda a comunidade. Para marcar o seu cinquentenário, comemorado em 2019, a Aspeur convidou o artista plástico Marciano Schmitz, graduado na Feevale em 1976, para criar o monumento intitulado Evolução. O conceito partiu de vários estudos e, após a escolha, foram feitas maquetes e desenvolvidas as esculturas, que seguem a ideia de evolução humana do estado de ser ao estado de “agir” sobre o meio e materializam a trajetória da Instituição.
As quatro esculturas variam de 140cm até 400cm de altura. A base foi esculpida e modelada em poliuretano expandido e a matrizaria executada em fiberglass, sistema de revestimento anticorrosivo composto de resinas especiais. A copiagem também foi executada em fiberglass e reforçada em aço. A montagem foi sobre suporte de alvenaria e o acabamento em resina, com aditivo mineral. “Trabalhos assim sempre são experimentais e envolvem o emocional. É um trabalho exaustivo, uma vez que se começa do nada e avança até o final, sem poder cometer erros”, afirma o artista plástico.
O presidente da Aspeur na gestão 2018-2021, Roberto Cardoso, lembrou que diversos eventos comemorativos aos 50 anos foram programados e realizados e outros sofreram significativos atrasos em função da pandemia e diversos entraves técnicos, que impediram a conclusão de outras iniciativas no prazo estipulado, como foi o caso dessa peça escultórica.
Cardoso destaca seu reconhecimento a Francisco Stürmer. “Registramos nosso profundo agradecimento a todos aqueles que tornaram possível a realização desta obra, em especial a Francisco Stürmer, ex-presidente da Aspeur, que nos acompanhou semanalmente durante a construção das esculturas, em praticamente três anos”, salientou Cardoso. Ele também agradeceu ao artista Marciano Schmitz por empregar todo o seu talento e criatividade nessa obra. “Além de registrar um período histórico da Instituição, a obra certamente servirá de atrativo turístico ao nosso câmpus e região”, concluiu.
Francisco Stürmer, que presidiu a Aspeur na gestão 1995-2005 e coordenou a comissão organizadora dos 50 anos da entidade, salientou que a obra foi criada para materializar a trajetória institucional. “Fundada em 1969, a Aspeur/Feevale nasceu sob a essência do ensino e da formação, a partir de um desejo coletivo e comunitário, e evoluiu dentro da própria missão. Nessa perspectiva, cresceu em infraestrutura e em atividades com foco na transferência de conhecimento, na prestação de serviços à comunidade, na pesquisa e na inovação, deixando a sua marca como alicerce importante no desenvolvimento regional. E, com presença em 32 países, a Instituição reafirma a sua vocação global”, frisou. Ele também agradeceu ao trabalho dos ex-presidentes: “Seus nomes estão escritos numa linha que transcende tempos e, agora, se eterniza na obra Evolução”.
O reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, disse que, como historiador, vê uma obra como essa e fica pensando no seu significado, que transcende o próprio monumento, as pedras, a escultura. “O Marciano Schmitz é ex-aluno da Feevale, o que é muito significativo, afinal, temos nos câmpus trabalhos de outros ex-alunos, o que é uma característica fundamental da nossa instituição”, disse
Prodanov disse que a universidade é o lugar do conhecimento, da inovação, das empresas e dos alunos, mas também é o lugar da arte. “E a arte está lá na fundação da Feevale, quando Belas Artes foi um dos primeiros cursos a serem criados. Esse monumento simboliza a ligação da nossa universidade com a nossa mantenedora. Obrigado por esse presente para o câmpus. E sigamos em frente, com mais 50, 100 anos para a nossa universidade”, afirmou.
Homenagem aos ex-presidentes
Além de uma placa alusiva ao evento, também foi descerrada uma placa em homenagem aos ex-presidentes da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), por seus legados ao cinquentenário da entidade. Ao longo das gestões que estiveram à frente da Aspeur, desde 1969, a Universidade Feevale cresceu e se fortaleceu, sendo hoje uma instituição comunitária e inovadora. Os ex-presidentes são:
Martins Avelino Santani (1969-1971) – In memoriam
Darcy de Souza Dias (1971-1973)
Gastão José Spohr (1973-1975 e 1987-1989) – In memoriam
Wanderlino Canabarro (1975-1977) – In memoriam
Ruy Borges da Fonseca (1977-1979) – In memoriam
Heinz Drews (1979-1981)
Alex Franco Jung (1981-1985)
Glauco Gevoni Engel (1985-1987)
Renato Kunst (1989-1991)
Paulo Roberto Kopschina (1991-1993)
Renato Gilberto Roese (1993-1995)
Francisco Assis Stürmer (1995-2005)
Argemi Machado de Oliveira (2005-2013)
Luiz Ricardo Bohrer (2013-2018)
Roberto Cardoso (2018-2021)
Foto: Andrieli Siqueira/ Divulgação | Fonte: Assessoria
A Associação dos Deficientes Visuais de Novo Hamburgo (Adevis-NH) recebeu nesta terça-feira (6), a doação de novos materiais. Eles foram doados por 12 estudantes da disciplina Projeto de Fábrica, vinculada aos cursos de Gestão da Produção Industrial, Engenharia de Produção e Engenharia Mecânica da Universidade Feevale. Ao todo, foram entregues 12 bengalas, 12 alfabetos pedagógicos e 12 peças de calculadora para deficientes.
Todos os materiais foram desenvolvidos em sala de aula, sob orientação dos professores Gustavo Gomes Hoff e Ariel Peixoto Possebon, que dividiram os acadêmicos em três grupos, sendo cada um responsável pela elaboração de 12 peças. Após a escolha da entidade, o grupo visitou a sede da Adevis-NH a fim de colher mais informações sobre suas necessidades. A partir do encontro, iniciou-se o desenvolvimento dos produtos, que passaram, ainda, pelas etapas de definição do layout, testagem, produção final e entrega dos utensílios.
Hoff diz que a ação sensibiliza os estudantes sobre a importância do trabalho voluntário e de causas sociais. “É uma iniciativa de aplicação prática de todos os conhecimentos que os estudantes aprendem ao longo da graduação. Assim, se configura a parceria entre sociedade, mercado de trabalho, ensino e universidade, pois os acadêmicos se apropriam do conhecimento, desenvolvem um produto em cima de uma necessidade e a sociedade recebe esse produto de volta, muitas vezes de forma personalizada”, afirma.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) reconheceu a Universidade Feevale como instituição cofundadora da Cátedra em Economia Criativa e Políticas Públicas. A certificação foi entregue, nesta semana, a um grupo de mestrandos, egressos e professores da Feevale durante a 1ª Conferência Internacional da Cátedra, realizada na Universidade Federal de Ouro Preto, em Minas Gerais.
No evento, que chancelou a rede de pesquisa e seus fundadores, a professora Mary Sandra Guerra Ashton mediou a mesa-redonda Administração pública, governança e o desenvolvido pós-pandêmico. Além dela, participaram o professor Cristiano Max Pereira Pinheiro, coordenador do mestrado em Indústria Criativa, os docentes Ana Carolina Kayser e Norberto Kuhn Junior, os mestrandos Fernanda Hack, Cinara Vila, Juliana Sehn e Maurício Sechaus e os egressos Sarita Cruz, Sandra da Costa, Hananda Farias e Milena Cherrutti. Eles apresentaram 10 trabalhos, com ênfase nas áreas de cidades e territórios criativos, criatividade, empreendedorismo criativo, indústrias criativas e desenvolvimento, educação, turismo e comunicação.
Para Mary, que representa a Feevale na rede global, a Cátedra tem um papel importante para a área da indústria criativa no país. “A Cátedra consolida o Brasil como referência em indústria criativa, pois reconhece os esforços da área cientifica e produtiva do segmento, que há mais de 20 anos desenvolve trabalhos nessa área”, destaca. “Além disso, essa colaboração cria uma rede global que articulará temas ligados ao turismo, cultura, gestão e eventos, transformando a indústria criativa em um ativo econômico, social e político de escala mundial”, complementa a docente. Desde 2014, Mary desenvolve pesquisas sobre cidades, territórios criativos, turismo e desenvolvimento socioeconômico, muitas delas em parceria com o professor Magnus Emmendoerfer, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), que coordena a Cátedra.
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, Fernando Spilki, a participação na Cátedra chancela a qualidade da pós-graduação, dos docentes e dos estudantes da Universidade, tornando-a uma vitrine mundial no tema. “A Indústria Criativa é uma área em franca expansão e consolidação no ecossistema de pesquisa da Feevale. Esse fato é marcado pelo sucesso na captação de recursos financeiros em agências de fomento externo, pelo avanço recente na avaliação de nosso mestrado em Indústria Criativa pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, a Capes, e, agora, por esta inserção exitosa na Cátedra da Unesco”, afirma.
Destaques na Conferência
Dois trabalhos da Universidade Feevale apresentados na Conferência da Cátedra foram destacados na Mostra Científica e Tecnológica do evento. Trata-se do Mapeamento sobre os recursos disponibilizados aos setores criativos de 2018 a 2021 para Novo Hamburgo e Rio Grande do Sul, do docente Cristiano Max Pereira Pinheiro, na mesa temática Governança e Desenvolvimento Territorial; e Empreendedorismo feminino: case do artesanato em Igrejinha/RS, desenvolvido pela mestranda Sandra da Costa e apresentado na mesa temática Inovação & Empreendedorismo.
A Cátedra tem a finalidade de criar um centro de excelência para desenvolver estudos e projetos ligados à economia criativa e políticas públicas, difundir conhecimento, desenvolver treinamentos e programas de pesquisa para capacitar acadêmicos, comunidades e parceiros envolvidos. Conta com pesquisadores de áreas multidisciplinares, como engenharia ambiental, geografia, economia, turismo, administração, gestão pública e ciências naturais. Além da Feevale e da Universidade Federal de Viçosa (UFV), compõem o grupo outras 17 universidades, sendo 13 brasileiras e quatro estrangeiras.
Brasil e Dinamarca desenvolverão um laboratório móvel de qualidade da água
Por Amanda Krohn
Por Amanda Krohn
Uma tecnologia portátil de detecção de patógenos na água, desenvolvida na Dinamarca e que poderia ser ampliada para a realidade brasileira. Esse foi o tema de uma reunião entre a Universidade Feevale e a University of Southern Denmark (SDU), nesta terça-feira, 6, no Câmpus II, em Novo Hamburgo. Na oportunidade, a professora Roana de Oliveira Hansen, da instituição nórdica, foi recebida por uma equipe da Feevale composta pelo pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão Fernando Spilki, pela coordenadora do mestrado em Virologia Juliane Fleck, pela pesquisadora Juliana Schons e pela supervisora na Diretoria de Relações Internacionais e Institucionais Vera Maria Pilger.
Roana esteve na Feevale para ampliar a cooperação já existente entre as duas instituições, por meio da realização de pesquisas em conjunto. Durante a conversa, foi identificada a possibilidade de parceria em um projeto que a SDU desenvolve, juntamente com a Copenhagen Nanosystems e a IIT Bombay, da Índia, de detecção de patógenos e poluentes em poços artesianos. Trata-se de um laboratório portátil que, com a potencial colaboração do mestrado em Virologia da Feevale, poderia abarcar um espectro maior de patógenos e poluentes detectáveis, sendo aplicável para a realidade brasileira.
De acordo com os pesquisadores, o próximo passo é buscar fomento, tanto na Dinamarca quanto no Brasil, para expandir a tecnologia. “Encontramos pontos muito interessantes para uma colaboração nesse projeto, e penso que esse é o plano para os próximos meses. É sempre um prazer estar aqui na Feevale e poder potencializar nossa colaboração”, disse Roana. “Temos muita capacidade de trabalhar em conjunto nesse projeto, e não faltam possíveis alvos de detecção futuros, no Brasil e na Dinamarca, que possam ser atendidos com a ampliação dessa tecnologia”, afirmou Spilki.
Outras ações que a professora da SDU discutiu com a Instituição foram o incremento da colaboração em mobilidade discente e docente entre as duas universidades. Roana participou, ainda, como convidada, do evento de encerramento do Intercâmbio da Diretoria de Relações Internacionais e Institucionais da Feevale.
Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria
Universidade canadense, parceira da Universidade Feevale, sediará Brazil Hub
Por Amanda Krohn
Por Amanda Krohn
A Concordia University of Edmonton (CUE) – parceira da Universidade Feevale –, juntamente com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), sediará o Brazil HUB na metade oeste do Canadá. A iniciativa tem o objetivo de ampliar e fortalecer o intercâmbio econômico entre os dois países. O lançamento oficial do hub ocorre em um evento on-line, nesta sexta-feira, 9, a partir das 13h (horário de Brasília). Participarão membros da CCBC, do Consulado Geral do Canadá no Brasil, representantes do governo, parceiros da comunidade (como Edmonton Global e Invest Alberta) e, pela Feevale, a diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Cundari.
O Canadá já possui um Brazil Hub, na área mais ao leste do país, em Montreal; agora, a Concordia University of Edmonton abrigará o Brazil HUB na região oeste. Instalado no CUE Innovation Hub (CIH), localizado no Allan Wachowich Centre, o Brazil HUB apoiará empresas brasileiras a explorarem o mercado canadense e a buscar parcerias com o governo e a indústria, a fim de estabelecer suas operações comerciais em Alberta. O hub também se concentrará na criação de oportunidades de aprendizado integrado ao mercado de trabalho, para acadêmicos da CUE, e de pesquisa aplicada colaborativa, para o seu corpo docente.
De acordo com Paula Cundari, a parceria faz parte de uma rede de cooperação, da qual a Feevale faz parte, que integra mais de 130 instituições (entre elas, a CUE), em 31 países. “Um dos Top 5 países que mais têm procura para destino de intercâmbio é o Canadá. Por isso, em 2014, quando nós celebramos esse acordo, foi muito importante pra nós”, explica. “Nós estávamos enviando alunos para a província do Quebec e também para Toronto, principalmente para a fluência de idiomas e outras áreas de business, mas precisávamos ampliar nosso espectro de destinos internacionais, então a Feevale e essa universidade no oeste do Canadá firmaram convênio”, prossegue.
Um dos Top 5 países que mais têm procura para destino de intercâmbio é o Canadá. Por isso, em 2014, quando nós celebramos esse acordo, foi muito importante pra nós
Vantagens da parceria
Entre os benefícios do convênio citados pela diretora Relações Internacionais e Institucionais estão as possibilidades de intercâmbio para os estudantes. “Temos parceria para graduações, pesquisas e cursos de extensão”, informa. Para a profissional, experiências internacionais são importantes para a formação profissional dos alunos. Elas são importantes para adquirir habilidades e competências que o mundo do trabalho do século XXI demanda, como saber trabalhar em times multiculturais e ter capacidade crítica”, argumenta. “Então essa experiência vai contribuir para o amadurecimento e desenvolvimento de todas essas habilidades, além do networking que eles podem fazer, aproveitando o contato com professores e futuros colegas de trabalho”, acrescenta. A parceria ainda permite intercâmbio de professores, implementação de projetos cjtos de pesquisa, publicações acadêmicas, cursos com dupla titulação, promoção de eventos científicos e culturais, integração de ecossistemas de inovação e outras ações.
Na opinião do reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, a parceria tem potencial econômico. “Com o HUB Brazil, poderemos explorar, cada vez mais, a possibilidade de trabalhar em conjunto, pois nossa relação com o Canadá já vem desde muitos anos. Temos muito interesse em, por exemplo, criar uma sala de empreendedorismo juntamente com a CUE”, comenta. “Ou seja, usar nossa estrutura e a da Concordia para ser uma plataforma de negócios e de intercâmbio de alunos. Isso possibilitará que suas carreiras possam se desenvolver visando ao empreendedorismo e à internacionalização”, finaliza.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Primeiro escritório da JKH Capital no Brasil é inaugurado no Feevale Techpark
Por Amanda Krohn
Por Amanda Krohn
A holding norte-americana JKH Capital escolheu o Feevale Techpark e o município de Campo Bom para sediar o primeiro escritório da empresa no Brasil. O espaço foi inaugurado na quarta-feira (30), com a presença do empresário Eduard Krummenauer; do reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov; do prefeito da cidade, Luciano Orsi; e de representantes de empresas parceiras.
A sede da JKH foi construída em uma área de 2.800m² em um dos lotes do Feevale Techpark, que abrigará, neste momento, o capital humano da empresa. Durante o evento, Krummenauer ressaltou o apoio da Universidade Feevale e da Prefeitura de Campo Bom para a viabilização do empreendimento. “Este novo espaço é muito especial. Enxergamos uma grande oportunidade pela capacidade na formação de empreendedores dos mais diversos ramos, onde as universidades e os parques tecnológicos, como a Feevale, são cruciais para o desenvolvimento da região”, destaca.
Para Prodanov, contar com empresas com a JKH no Feevale Techpark consolida ainda mais a atuação da Universidade e do seu parque tecnológico como agente propulsor de inovação. “Todos os lotes do parque estão ocupados e estamos trabalhando para a ampliação da fase três, que nos possibilitará receber ainda mais empresas”, afirma. “Isso mostra como o Feevale Techpark tem um ecossistema consagrado e reconhecido, o que é muito positivo para o desenvolvimento local e regional”, complementa.
Segundo Krummenauer, serão aplicados, em 2023, R$ 12 milhões em investimento em startups que estejam ligadas aos setores de tecnologia e energia. “Estaremos inseridos no ambiente tecnológico, junto ao perfil inovador de estudantes e empresas, gerando conexões muito interessantes. Será um ecossistema rico, uma ebulição de ideias que, com visão de mercado, estratégia e trabalho corretos, é receita de sucesso”, acrescenta Krummenauer. Segundo ele, a holding também contará, no Feevale Techpark, com prédios para a aceleração das startups investidas, com previsão de inauguração para 2024.
Sobre a JKH
Criada pelo gaúcho Eduard Krummenauer, a JKH atua no mercado de startups. A holding administra cerca de 50 milhões de dólares em ativos e tem um crescimento médio de 160% ao ano desde a sua fundação, em 2008. Além dos Estados Unidos, possui escritórios na Holanda e em Hong Kong, e investimentos em variados setores de sete países da América, Ásia e Europa. No Brasil, os recursos serão aplicados em áreas ligadas ao meio ambiente e energia.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Estão abertas as inscrições para o Startup Plus Esteio, iniciativa que busca por ideias inovadoras e aceleração do empreendedorismo na região. O evento, realizado pela Universidade Feevale por meio do Feevale Techpark, em parceria com a prefeitura de Esteio, ocorre entre a sexta-feira, 9 e no sábado, 10, no alão Nobre do centro administrativo do município. No primeiro dia, o evento será realizado das 9h às 19h e no segundo, das 9h às 19h30min.
Na oportunidade, os empreendedores participarão de cursos, mentorias e metodologias, que permitirão que os participantes desenvolvam, validem e prototipem suas ideias. Entre os workshops a serem realizados estão: validação, MVP (produto viável mínimo), pitch, e Design Thinking. Podem participar projetos de Esteio e da região, e as inscrições, gratuitas, seguem até o dia 6 de dezembro, pelo link.
Ao final, a banca avaliadora, composta por membros de empresas e entidades regionais, irá selecionar três vencedores, que serão premiados com incubação no Feevale Techpark. O primeiro colocado ganhará dois anos de incubação e o segundo, seis meses. Já o terceiro, ganhará quatro meses de incubação.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Para mostrar a evolução do calçado, o Museu Nacional do Calçado (MNC) lançou, nesta terça-feira (29), o livro Aos Seus Pés – Percorrendo a História do Calçado. O evento, realizado no Museu, localizado no Câmpus I da Universidade Feevale, contou também com o lançamento do novo site do MNC. De autoria de Cleber Prodanov, Camila Brum e Ida Helena Thön, o livro destaca o acervo do Museu Nacional do Calçado, focando desde a trajetória do sapato até a sua compreensão como item de fetiche. Repleto de imagens, cores e formas, a obra traz a contextualização histórica e evolutiva do calçado, a definição de diversos modelos e suas características e, ainda, a análise do calçado como um item de sedução.
O livro está sendo lançado em cópia física e digital, podendo ser acessado no site do Museu, onde também há um formato acessível a pessoas com deficiência visual. Essas poderão escutar o conteúdo e as descrições das imagens, podendo selecionar determinado capítulo ou ouvir do início ao fim. A obra será disponibilizada, em ambos os formatos, a escolas e instituições profissionalizantes do calçado.
O site do Museu, por sua vez, foi desenvolvido pela agência Escape, que utilizou características visuais do antigo site em uma nova estrutura e design. As inspirações baseiam-se em uma estética minimalista, valorizando as áreas de respiro e a organização do conteúdo. A ideia é levar o visitante a conhecer o Museu e sua história, seja através da linha do tempo, do acervo ou das exposições, criando uma extensão do físico para o online. No espaço também constam imagens 360º dos calçados que ilustram a obra. O livro e o site integram o projeto História do Calçado, viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com financiamento do Sistema Pró-Cultura RS. O projeto tem patrocínio da Openfield, apoio da Universidade Feevale e realização da Simples Assim e do Museu Nacional do Calçado.
Cerimônia
A cerimônia de lançamento do livro e do site contou com uma intervenção do Movimento Coral Feevale, projeto que integra o programa Conexão Cultural da Universidade Feevale, e com uma sessão de autógrafos dos autores do livro. Antes, os autores do livro se pronunciaram.
“A emoção, a honra e a felicidade de poder participar e realizar esta obra é o que queremos dividir com vocês nesta noite”, disse Ida Helena Thön. “Participar deste projeto foi muito importante para a minha vida profissional. A Feevale foi a universidade que me fez professora, pesquisadora e gestora. Sou grata por terem me feito quem eu sou hoje”, complementou Camila Brum. “Entregar esse documento é importante não apenas para quem o produz, mas para a nossa cidade, região e pessoas que construíram as empresas e este museu. A obra preserva a memória do setor calçadista e valoriza o acervo do Museu, que hoje conta com mais de 20 mil peças”, destacou Cleber Prodanov.
A secretária adjunta da Cultura do Estado, Gabriella Meindrad, afirmou que, nestes quatro anos de gestão, a Secretaria da Cultura, através do Sistema Pró-Cultura RS, tem fomentado a valorização do patrimônio material e imaterial. “A história de mais de 100 anos deu a Novo Hamburgo todo o crescimento e o potencial econômico, e ainda proporcionou ao município ser a Capital Nacional do Calçado, patrimônio imaterial que é passado de geração para geração”, enfatizou.
Para o secretário de Cultura de Novo Hamburgo, Ralfe Cardoso, salientou que o município é, hoje, um dos mais promissores do ponto de vista da produção cultural. “Novo Hamburgo pode ser o que quiser, desde que tenhamos iniciativa, desprendimento e que ousemos. É o caso da ousadia do Museu Nacional do Calçado, que consolidou um livro lindo com este, que narra a trajetória de um povo a partir do calçado”, frisou.
Sobre o livro
Dividido em quatro partes, o livro Aos Seus Pés – Percorrendo a História do Calçado está organizado para guiar o leitor através da apresentação de sapatos icônicos do Museu Nacional do Calçado. A primeira parte contextualiza a história do calçado, desde o seu surgimento até o final do período Vitoriano, mostrando importantes evoluções tecnológicas e culturais inerentes aos calçados, bem como sua função social.
A segunda parte aborda o período Moderno, caracterizado através da moda e do design. Essa seção é ilustrada por um acervo que marca cada uma das décadas do século XX, bem como seus fatos sociais, políticos e culturais que, por sua vez, se traduzem em diferentes calçados, materiais e acabamentos.
Na terceira parte encontram-se os principais modelos existentes de sapatos. Aqui, suas funções práticas e simbólicas são caracterizadas, incluindo detalhes técnicos. A quarta parte, por sua vez, apresenta exemplares exóticos, capazes de despertar diferentes emoções relacionadas ao fetiche humano. Essas podem ser mais ou menos veladas, por meio de decotes de cabedais, formato de saltos, escolhas de texturas e outros detalhes de construção, que fazem do calçado um item de sedução da produção cultural.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

