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tabaco

Variedades

Novo Stifa divulga calendário de assembleias online para trabalhadores do tabaco

Por Jonathan da Silva 13/11/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa) definiu o cronograma das assembleias gerais para os trabalhadores do setor de tabaco, cujas datas-base para reajuste são em novembro e dezembro. As votações, que pelo segundo ano consecutivo serão realizadas de forma online, começam nesta quarta-feira, 13, e se encerram na quinta-feira, 14, para garantir transparência e segurança no processo.

Durante a votação, cada trabalhador acessa individualmente o sistema, onde encontra as propostas negociadas entre o Novo Stifa e a empresa. Um vídeo do presidente do sindicato, Gualter Baptista Junior, é exibido para apresentar a votação e convidar os trabalhadores a registrar seus votos. A contagem dos votos ocorre após o término do prazo estabelecido. Com a aprovação da maioria, o processo é finalizado e a negociação concluída com a empresa.

O cronograma abrange as principais empresas do setor: BAT Brasil, JTI, Universal Leaf Tabacos, ATC, UTC e Premium Tabacos.

Calendário de votação

  • BAT Brasil: das 10h de 13 de novembro às 10h de 14 de novembro
  • JTI: das 12h de 13 de novembro às 12h de 14 de novembro
  • Universal Leaf Tabacos: das 14h de 13 de novembro às 14h de 14 de novembro
  • ATC: das 14h de 13 de novembro às 14h de 14 de novembro
  • UTC: das 14h de 13 de novembro às 14h de 14 de novembro
  • Premium Tabacos: das 14h de 13 de novembro às 14h de 14 de novembro
Foto: Rodrigo Sales/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2024 0 Comentários 411 Visualizações
Variedades

Sindicatos do setor de tabaco iniciam negociações salariais com empresas fumageiras

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa) e sindicatos de Santa Catarina e Paraná iniciaram as negociações com empresas fumageiras para reajustes salariais e benefícios. As reuniões iniciais ocorreram nos últimos dias em Florianópolis, Santa Catarina, com empresas cuja data-base de reajuste é novembro e dezembro, incluindo BAT, JTI, Universal Leaf Tabacos, ATC, UTC e Premium Tabaco. Entre as principais demandas dos trabalhadores estão o repasse integral da inflação acumulada, ganhos reais e ampliação de benefícios.

O presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Junior, afirmou que as pautas foram construídas junto aos trabalhadores e agora estão sendo negociadas diretamente com as empresas. “É um momento de grande expectativa, porque estamos tratando do reajuste salarial e da ampliação na cesta de benefícios dos trabalhadores. Trata-se do reconhecimento pelo trabalho dos empregados do setor”, ressaltou Baptista Junior.

Após o fechamento das negociações iniciais, caso uma proposta seja considerada vantajosa para os trabalhadores, o sindicato chamará uma assembleia geral para que a proposta seja votada. “Nossa demanda inclui o reajuste com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido de um percentual de ganho real. A proposta da BAT, por exemplo, atende essa perspectiva e poderá ser levada à votação em breve”, disse o presidente.

As assembleias, realizadas virtualmente pelo Novo Stifa, seguem no terceiro ano de adesão dos trabalhadores, que podem participar do processo diretamente pelo celular. “Esse formato é mais seguro, conveniente e transparente, permitindo que o trabalhador conheça a proposta e registre seu voto eletronicamente”, explicou Baptista Junior, destacando a inovação na condução do processo para atender as necessidades dos trabalhadores.

As reuniões presenciais em Santa Catarina marcaram o início das tratativas, que devem prosseguir até que uma proposta seja aprovada pela categoria.

Foto: Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 391 Visualizações
Variedades

Produtores rurais devem migrar para Nota Fiscal Eletrônica a partir de janeiro

Por Jonathan da Silva 01/11/2024
Por Jonathan da Silva

A partir de 2 de janeiro de 2025, produtores rurais deverão emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para operações internas de venda, uma vez que as tradicionais notas fiscais em bloco de papel não serão mais aceitas. O setor de tabaco, que reúne mais de 130 mil produtores, está em fase de alerta para que todos concluam o cadastro na Receita Estadual do estado onde a propriedade está localizada antes do fim do prazo.

A recomendação dos especialistas é que os produtores realizem o preenchimento do cadastro na Receita Estadual até 10 de novembro de 2024, devido a um possível tempo de processamento de até 40 dias para a efetivação da adesão ao sistema de NF-e. A emissão da Nota Fiscal Eletrônica é essencial não apenas para a comercialização dos produtos, mas também para o transporte, já que o documento é exigido para que o tabaco seja transportado até as indústrias integradoras.

A vice-presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Cristina Quatke, orienta que, caso o produtor enfrente dificuldades para efetuar o cadastro, ele poderá buscar apoio nas prefeituras, nos sindicatos rurais, em escritórios de contabilidade ou em sites dos governos estaduais. Ela enfatiza a importância de que os produtores estejam em dia com o cadastro e as normas de cada estado para facilitar a transição.

Para os produtores da região sul, onde a maior parte do tabaco é produzido, é importante estar atento às regulamentações específicas de cada estado. Links e informações adicionais sobre a migração para o sistema de notas fiscais digitais podem ser encontrados nos canais oficiais das Receitas Estaduais.

Serviço

Rio Grande do Sul
  • Aplicativo: Nota Fiscal Fácil (NFF Procergs) – Precisa ter conta no portal gov.br
  • dfe-portal.svrs.rs.gov.br/Nff
  • stservrec01.hml.rs.gov.br/orientacoes-para-produtor-rural
  • atendimento.receita.rs.gov.br/faq-produtor-rural-documentos-fiscais-nfp-e-nf-e
Santa Catarina
  • Aplicativo: Nota Fiscal Fácil – Precisa ter conta no portal gov.br
  • sef.sc.gov.br/servicos/emitir-nfp-e-nota-fiscal-de-produtor-eletronica
  • sef.sc.gov.br/saiba-mais/nff-nota-fiscal-facil-produtor-primario
  • Telefone: 0800-048 1515
Paraná
  • sped.fazenda.pr.gov.br/NFPe/Pagina/NOTA-FISCAL-DE-PRODUTOR-ELETRONICA-MFP-e
  • sistemafaep.org.br/nota-fiscal-produtor-eletronica/
  • Telefone: 0800-041 1528
Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 489 Visualizações
Política

Assembleia Legislativa debate regulamentação dos cigarros eletrônicos e futuro do tabaco

Por Jonathan da Silva 31/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou nesta quarta-feira (30) a primeira reunião da Subcomissão de Acompanhamento da Regulamentação dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) e Proteção da Cadeia Produtiva do Tabaco, presidida pelo deputado Marcus Vinícius de Almeida (PP). O objetivo do grupo é aprofundar as discussões técnicas, econômicas e científicas sobre a regulamentação dos DEFs e avaliar os impactos para o setor do tabaco no estado.

A reunião, que ocorreu na sala Salzano Vieira da Cunha, no terceiro andar do Parlamento, reuniu representantes do setor produtivo, especialistas e membros do governo estadual. O deputado Marcus Vinícius destacou o papel da subcomissão na definição de uma posição do estado em nível nacional. “Nosso papel aqui é ajudar a formar a opinião do Rio Grande do Sul em um tema tão essencial, que é discutido nacionalmente. Esse relatório pode ajudar a estabelecer uma posição firme para a Anvisa, para os deputados federais e, principalmente, a desfazer mitos que impactam a imagem da nossa produção. Precisamos garantir a força e a valorização do tabaco gaúcho”, afirmou o parlamentar.

O representante da Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS, Gabriel Fogaça, abordou o valor econômico do setor de tabaco para o estado e ressaltou que a regulamentação dos DEFs pode gerar novas oportunidades. “A produção de nicotina líquida para exportação é uma oportunidade real para a nossa cadeia produtiva. Vemos o mercado global aquecido, e o Brasil pode se beneficiar se superarmos as barreiras regulatórias atuais. Essa reunião marca um passo importante para termos mais clareza e convicção para levar essa pauta adiante”, declarou Fogaça.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, defendeu a necessidade de proteger a produção nacional das práticas desleais de concorrência, destacando os impactos do contrabando no setor. “Não é admissível que os dispositivos eletrônicos para fumar, que entram ilegalmente no Brasil, concorram de forma desleal com nossa produção, que atende a rigorosos padrões de qualidade e sustentabilidade. Nossa produção cumpre com as exigências ambientais e fiscais, mas o contrabando ameaça a segurança e o mercado local”, afirmou Thesing. Ele também enfatizou a necessidade de regulamentação para garantir a competitividade e valorizar o trabalho das famílias produtoras.

O conselheiro da Abifumo, Lauro Anhezini Junior, comentou sobre a atual falta de regulamentação dos DEFs no Brasil e o impacto desse cenário. “O dado concreto é que a proibição que existe hoje no Brasil é uma omissão diante de 3 milhões de adultos consumidores que não têm acesso a produtos de redução de risco efetiva, mas a produtos ilícitos nocivos. Quando falamos de regulamentação, falamos da criação de regras que definem padrões sanitários, especificações de composição, proibição efetiva de venda para menores. Esses aspectos são mais eficientes na proteção dos consumidores do que a proibição”, explicou Anhezini. Ele citou ainda que, em países onde há regulamentação, como nos Estados Unidos, o uso desses dispositivos é considerado uma alternativa para a proteção da saúde pública.

Foto: João Vargas/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/10/2024 0 Comentários 352 Visualizações
Variedades

Rio Pardo sediará a abertura oficial da colheita do tabaco no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 31/10/2024
Por Jonathan da Silva

A abertura oficial da colheita do tabaco no Rio Grande do Sul será realizada no dia 8 de novembro, no Parque da Expoagro Afubra, em Rio Pardo. O evento, que começará às 14h, contará com a presença de autoridades, lideranças, produtores e representantes da imprensa. A cerimônia é organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, destacou a importância do evento para os produtores do estado, afirmando que a cerimônia representa o reconhecimento do Governo do Estado à relevância do setor. “É em nosso Parque que realizamos a Expoagro Afubra e levamos ao produtor as alternativas de diversificação, bem como informações sobre novas tecnologias que ele pode usar para melhorar a sua propriedade”, afirmou Drescher.

A produção de tabaco da safra 2023/2024 na região sul alcançou 508.041 toneladas, sendo 42,4% deste total produzido no Rio Grande do Sul, com 256.947 toneladas. Na safra anterior, o estado registrou uma redução de 14,4% na produção total, totalizando 219.992 toneladas. Apesar das dificuldades climáticas, o preço por quilo aumentou, atingindo R$ 24,31 para o tabaco Virgínia (34,7%), R$ 20,43 para o Burley (14,7%) e R$ 19,51 para o Comum (14,2%).

Foto: Claiton Dutra Teixeira/Afubra/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/10/2024 0 Comentários 271 Visualizações
Business

Exportações de tabaco podem chegar a US$ 3 bilhões em 2024

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

O setor de tabaco planeja o resultado de até US$ 3 bilhões com as exportações do produto neste ano. Durante a 74ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, realizada em formato híbrido nesta quarta-feira (30), representantes do setor debateram temas de interesse da cadeia produtiva e compartilharam projeções otimistas para o fechamento das exportações de tabaco em 2024. O encontro foi promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e contou com a presença de líderes de entidades do setor.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, que assumirá oficialmente a nova diretoria em 8 de novembro, em Santa Cruz do Sul, apresentou dados sobre as exportações e destacou a estimativa de crescimento no valor exportado. “Devemos ter uma exportação acima da média dos últimos anos em dólares e, se a tendência se confirmar, podemos superar a marca dos US$ 3 bilhões. É uma demonstração de que nosso sistema integrado está plenamente ativo, gerando renda, empregos, divisas”, afirmou Thesing, referindo-se à análise da Deloitte, que aponta uma queda no volume exportado entre -15% e -10,1% e um aumento no valor das vendas entre 20,1% e 25%.

Segundo o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), de janeiro a setembro deste ano, foram exportadas 316 mil toneladas de tabaco, o que representa uma queda de -14% em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, o valor exportado foi de US$ 2,03 bilhões, uma variação positiva de 3,44% em comparação ao ano anterior. Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia e Egito figuram entre os maiores compradores até o momento. Em 2023, o Brasil exportou 512 mil toneladas e US$ 2,729 bilhões para 107 países, com destaque para a União Europeia, que respondeu por 42% das compras.

Produção e remuneração incentivam ampliação da área plantada

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, apresentou dados da safra 2023/24 e perspectivas para a safra 2024/25. Segundo Drescher, o cultivo de tabaco na última safra envolveu 133 mil famílias na Região Sul, com um aumento de 6,62% em relação à safra anterior. A área plantada foi de 284.184 hectares, um crescimento de 8,57%. “Nas últimas safras tivemos uma remuneração média mais satisfatória para os produtores, o que acaba estimulando o aumento de área e de produtores que aderem ao cultivo”, explicou Drescher.

A produção total da safra 2023/24 foi de 508.041 toneladas, uma redução de -16,12% em relação à safra anterior, devido ao excesso de chuvas. Essa diminuição de volume resultou em um aumento de 28% no preço médio do tabaco. Drescher também comentou que 8,5% do tabaco da próxima safra já foi colhido e que, em novembro, haverá novas projeções sobre a área plantada e o número de famílias envolvidas.

Próximas reuniões

A Câmara Setorial definiu as datas para os encontros de 2025: 10 de abril, em Cachoeira-BA; 16 de julho e 29 de outubro, ambas em formato híbrido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 410 Visualizações
Variedades

Rio Pardo receberá Abertura Oficial da Colheita do Tabaco do RS

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

A cidade de Rio Pardo sediará, no dia 8 de novembro, a 6ª Abertura Oficial da Colheita do Tabaco do Rio Grande do Sul. O evento ocorrerá às 14h no Parque da Expoagro Afubra, localizado na comunidade de Rincão Del Rey. Organizado pelas Secretarias de Desenvolvimento Rural e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, com o apoio do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o encontro faz parte da agenda oficial do governo gaúcho.

O evento contará com a presença de produtores rurais, autoridades estaduais e regionais, além de representantes de órgãos governamentais e entidades ligadas à cadeia produtiva do tabaco. O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou a importância do evento para o setor. “Este é um momento simbólico para a cadeia produtiva do tabaco, momento em que fica evidenciada a relevância econômica e social desta cultura para milhares de produtores e centenas de municípios. É um momento para celebrarmos a renda e a qualidade de vida que o tabaco proporciona aos produtores e para fortalecer ainda mais a integração existente”, afirmou Thesing.

O Rio Grande do Sul, principal produtor de tabaco do Brasil, responde por 43% da produção de tabaco da região sul, que na safra 2023/2024 alcançou 508 mil toneladas. Somente no estado, foram cultivados 126 mil hectares em 201 municípios, envolvendo 68 mil produtores e gerando uma produção de 220 mil toneladas, que resultou em uma receita de cerca de R$ 5,3 bilhões.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 322 Visualizações
Variedades

Dia do Produtor de Tabaco celebra integração e destaca importância econômica do setor

Por Jonathan da Silva 28/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Dia do Produtor de Tabaco é celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro, data reconhecida oficialmente pelas Assembleias Legislativas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que homenageia o papel de mais de 130 mil famílias produtoras nos três estados. A data foi instituída em 2012 pela Associação Internacional dos Produtores de Tabaco (ITGA) e remete ao início da história do tabaco, associada à chegada da frota de Cristóvão Colombo à ilha de Cuba em 1492.

Segundo o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), a celebração deste ano ocorre em um momento de desafios para produtores que enfrentaram enchentes em regiões do Rio Grande do Sul. O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, ressaltou o apoio aos produtores. “Queremos deixar nosso abraço fraterno a todos os produtores que sofreram com as enchentes no Rio Grande do Sul. Reforço a mensagem de que, assim como aconteceu em maio, por ocasião das intempéries, estaremos sempre lado a lado em busca de soluções”, afirmou Thesing.

O Brasil é o segundo maior produtor mundial e o maior exportador global de tabaco desde 1993, com produção voltada para o mercado externo em um modelo integrado entre produtores e indústrias, conhecido como Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT). Esse sistema garante uma produção economicamente viável, além de promover o desenvolvimento sustentável, e é um dos pilares do agronegócio do tabaco. Segundo Thesing, o sistema não apenas proporciona vantagens comerciais, mas também aborda temas como preservação ambiental e segurança no trabalho. “Seguiremos escrevendo uma história que preconiza não apenas vantagens comerciais para todos os envolvidos, mas que tem importantes parágrafos em torno da preservação ambiental, do combate ao trabalho infantil, saúde e segurança no trabalho, além da diversificação das propriedades”, destacou o presidente da entidade.

Apesar das críticas ao produto final, a opção pelo cultivo do tabaco é mantida por produtores, atraídos pela renda acima da média nacional. Um estudo do Centro de Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul mostrou que a renda dos produtores de tabaco é 140% maior que a média brasileira.

Em 2023, as exportações brasileiras de tabaco alcançaram 512 mil toneladas, gerando US$ 2,7 bilhões em receita, com destinos em 107 países. A União Europeia foi o maior importador, representando 42% do volume exportado, seguida de países do Extremo Oriente (31%) e América do Norte (8%). O tabaco representou 11,19% das exportações totais do Rio Grande do Sul, estado líder na produção nacional.

O SindiTabaco, fundado em 1947 e com sede em Santa Cruz do Sul, representa 14 empresas do setor e concentra suas atividades na Região Sul, onde se encontra 98% da produção de tabaco brasileira. A entidade tem como foco apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva do tabaco e promover o bem-estar das comunidades rurais envolvidas.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Business

Novo Stifa inicia assembleias das categorias tabaco e alimentação

Por Jonathan da Silva 27/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa) deu início às assembleias com trabalhadores das categorias de tabaco e alimentação, com o objetivo de compor as pautas de reivindicações que serão apresentadas às empresas nas negociações coletivas. Até o momento, 11 encontros já foram realizados, antecipando o processo, uma vez que as primeiras datas-base ocorrem em novembro.

De acordo com o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Junior, o período de negociações gera grande expectativa tanto para os trabalhadores quanto para o sindicato. “A proximidade com a data base é sempre um momento de atenção, tanto por parte do trabalhador, quanto para nós, do Novo Stifa. Pois é sempre um período de preparação, de muita negociação e um trabalho de alta performance do Sindicato”, explicou Baptista Junior.

O processo de negociação começa com assembleias em cada empresa para definir as pautas de reivindicações. Segundo Baptista Junior, até o momento foram realizadas 11 assembleias das 17 previstas. “Sempre ouvindo e compilando as expectativas dos benefícios e reajustes que o trabalhador anseia. Este momento é muito importante, porque a partir deste encontro será possível realizar o processo de negociação com as indústrias, para que se chegue, de forma efetiva, ao resultado que nós esperamos”, destacou o presidente da entidade.

Assembleias já foram realizadas com trabalhadores da BAT, JTI, Universal Leaf, UTC, Premium, ATC, Excelsior Alimentos e Frigorífico Schendler, cujas datas-base ocorrem entre novembro e dezembro. A próxima assembleia será na Philip Morris Brasil, cuja data-base é em janeiro de 2025, no dia 1º de outubro. “Como é de praxe, este processo está sendo muito tranquilo e, principalmente, com a participação efetiva dos trabalhadores. Estamos otimistas com a condução do trabalho realizado pelo Novo Stifa, assegurando a transparência e o diálogo do início ao fim das negociações”, afirmou o presidente Baptista Junior. O dirigente também ressaltou a importância das negociações coletivas para fortalecer a relação entre sindicato, empresas e trabalhadores, além de impulsionar a economia local.

Foto: Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2024 0 Comentários 371 Visualizações
Business

Com produção de tabaco 13,7% menor na lavoura, contratação de safreiros cai 8%

Por Jonathan da Silva 11/04/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas na lavoura, que representaram mais de 83 mil toneladas de tabaco a menos para o processamento, uma queda de 13,7% na comparação com a produção de 2023, o volume de contratações de safreiros também sofreu redução. Conforme levantamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), o total de postos de trabalhos gerados até o momento somam 11 mil trabalhadores nas indústrias, queda de 8,3%, mil postos de trabalho a menos, na comparação com ano passado.

De acordo com o presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior, o revés do clima, com as cheias nos meses de setembro, novembro e as tempestades seguidas durante o período, acabaram reduzindo a colheita do tabaco em todo o sul do Brasil. “O reflexo desta redução foi sentido com força pela indústria, que recebeu menos 83 mil toneladas de tabaco. A consequência direta foi no número de trabalhadores temporários que acabou caindo também. Nós tínhamos uma expectativa de repetir o total de empregos do ano passado – 12 mil trabalhadores na safra – mas, no entanto, não conseguimos alcançar este índice”, comenta Baptista Júnior.

Presidente Gualter Baptista Júnior

Ainda assim, a avaliação do Novo Stifa é positiva. Mesmo com uma redução significativa de tabaco, na casa dos 13,7%, o volume de trabalhadores contratados recuou apenas 8,3%, o que representa mil safreiros a menos neste ano. “É preciso olhar para este desempenho e entender que o mercado do tabaco é dinâmico, e mesmo com uma retração da produção, a indústria conseguiu manter um bom ritmo, empregando agora, no auge do processamento, 11 mil trabalhadores, entre sazonais e efetivos. Isso é um dado muito importante, que representa sim uma queda, mas que ainda é menor do que o reflexo na lavoura”, avalia o presidente.

A expectativa agora é para uma continuidade no período de processamento. Historicamente, safras que empregam menos trabalhadores têm uma característica especial: a longa duração dos contratos. Para o presidente do Novo Stifa, a tendência é que os empregados sazonais sejam mantidos por um período maior, avançando sobre o segundo semestre do ano. “Isso é positivo, pois representa mais renda circulando na cidade. Um maior tempo de safra permite ao trabalhador que ele realize investimentos e amplie sua perspectiva de compras. Quando a safra é mais longa, Santa Cruz do Sul e a economia regional saem ganhando”, analisa Baptista Júnior.

Projeção positiva

Visto que o Brasil é o maior exportador de tabaco do mundo, a projeção para a safra de 2025 é considerada animadora pela entidade. Isto porque haverá uma demanda reprimida da safra atual que acabou sendo menor do que a indústria esperava. “Este olhar que pode ser considerado otimista é real. O consumo do tabaco no mundo não reduziu, mesmo com todos os problemas de contrabando e descaminho, ele segue como um produto muito procurado. E se neste ano, o mercado nacional entregou menos, haverá uma tendência de crescimento na procura, para o ano que vem”, projeta o presidente do Novo Stifa.

Novo Stifa faz projeções positivas para 2025

Fotos: Jcomp/Freepik/Divulgação e Nascimento MKT/Divulgação
11/04/2024 0 Comentários 340 Visualizações
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