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sustentabilidade

Cidades

Nova Petrópolis destina corretamente quase 8 toneladas de resíduos em ações ambientais

Por Jonathan da Silva 24/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Nova Petrópolis destinou corretamente 7.950,08 kg de resíduos durante ações de coleta realizadas ao longo do mês de junho. As iniciativas, promovidas pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente no interior do município e no estacionamento da Prefeitura, envolveram produtores rurais e a comunidade em geral, com o objetivo de incentivar o descarte adequado de materiais e integrar as atividades do projeto “Eu Cuido Nova Petrópolis” e do 3º Mês do Meio Ambiente.

A primeira ação ocorreu no dia 2 de junho, quando a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente promoveu a coleta de embalagens de agrotóxicos no interior de Nova Petrópolis. A iniciativa resultou no recolhimento de 1.100,18 kg de material e contou com a participação de aproximadamente 122 produtores rurais.

A destinação final das embalagens ficou sob responsabilidade das empresas Agrimar, Vaccaro, Santa Clara e Agrosul, parceiras do município na realização da ação.

Lixo eletrônico, vidro, óleo e latas de tinta

Nos dias 12 e 13 de junho, o estacionamento da Prefeitura recebeu mais uma edição da Coleta de Lixo Eletrônico, Óleo de Cozinha, Vidro e Latas de Tinta vazias. Ao todo, foram recolhidos 6.849,9 kg de resíduos, além de 400 litros de óleo de cozinha.

Do total coletado, 1.843,9 kg correspondiam a lixo eletrônico, 4.596 kg a vidro e 410 kg a latas de tinta vazias. Os materiais receberam destinação ecologicamente adequada por meio do apoio de empresas parceiras.

O lixo eletrônico e o vidro ficaram sob responsabilidade da empresa Ambe – Gerenciamento de Resíduos Tecnológicos. O óleo de cozinha foi encaminhado para a empresa Óleos Pedroni, enquanto as latas de tinta vazias tiveram o descarte realizado pela empresa JPL Comércio de Sucata.

Foto: Jordana Kiekow/Comunicação/PMNP/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Projetos especiais

Estudantes criam cooperativa escolar voltada à sustentabilidade em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 23/06/2026
Por Jonathan da Silva

Estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Doutor Guilherme Alfredo Oscar Hildebrand, em Santa Cruz do Sul, fundaram, na quarta-feira (17), a Cooperativa Escolar Ecos da Educação. Formado por 20 sócios-fundadores, o grupo reúne alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e tem como foco a preservação ambiental, a responsabilidade social e o protagonismo estudantil. A iniciativa surgiu a partir das atividades de educação ambiental desenvolvidas pela escola e busca transformar desafios identificados pela comunidade em ações cooperativas voltadas à sustentabilidade.

A assembleia de fundação foi realizada nas dependências da Emef Guilherme Hildebrand e contou com a apresentação de um desfile de roupas customizadas produzido pelos estudantes. Durante o encontro, também foi exibido um vídeo com registros da atividade, que serviu como inspiração para os trabalhos da nova cooperativa.

Os alunos relataram que a ideia nasceu a partir da participação nas ações do Projeto Escola Sustentável, desenvolvido pela Fundação pela Proteção Ambiental de Santa Cruz do Sul (Fupasc). Segundo os estudantes, a observação do grande volume de tecidos e roupas descartados inadequadamente na Ecobarreira do Arroio do Almoço, localizada nas proximidades da escola, motivou a criação de alternativas para reaproveitamento desses materiais.

Oficina de customização

Para confeccionar as peças apresentadas no desfile, os estudantes participaram de uma oficina de customização. A proposta buscou incentivar a criatividade e demonstrar como o cooperativismo pode contribuir para ampliar o ciclo de vida de materiais que seriam descartados.

Durante a assembleia, as estudantes presidente Helena Schmidt Machado e vice-presidente Maria Katrinny de Souza dos Santos apresentaram o plano de gestão da Cooperativa Escolar Ecos da Educação. O documento prevê ações que vão além do reaproveitamento têxtil.

Entre as iniciativas planejadas estão a realização de mutirões de limpeza no bairro, o cuidado com a horta escolar, a promoção de atividades relacionadas à saúde e à dignidade, além do fortalecimento da convivência entre os estudantes por meio da cooperação.

Programa Cooperativas Escolares

A Cooperativa Escolar Ecos da Educação integra o Programa Cooperativas Escolares, desenvolvido com incentivo da Sicredi Vale do Rio Pardo. Durante a assembleia, a cooperativa de crédito foi representada pelo presidente Heitor Álvaro Petry. “Temos um plano de gestão que nasceu de uma demanda real do município, isso consolida o nosso propósito. Na prática estamos vendo uma aula de cooperativismo e sustentabilidade. Atualmente contamos com 36 cooperativas escolares, onde os estudantes se tornam protagonistas e agentes de transformação, seguindo uma jornada de formação de liderança e empreendedorismo a partir dos valores e princípios do cooperativismo”, destaca Petry.

Formação estudantil

A Cooperativa Escolar Ecos da Educação é orientada pela professora Cleni Inês da Rosa. Os estudantes participantes também integram uma iniciativa construída a partir do EloCoop, ecossistema de parcerias criado para ampliar oportunidades aos integrantes das cooperativas escolares.

A proposta estabelece uma conexão entre o Programa Cooperativas Escolares e o Projeto Escola Sustentável, unindo educação ambiental, liderança, empreendedorismo e participação comunitária na formação dos alunos da rede municipal de ensino.

Foto: Francisco Frantz/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2026 0 Comentários 111 Visualizações
Política

Municípios do Cisvale avaliam adesão a projeto regional para gestão de resíduos sólidos

Por Jonathan da Silva 23/06/2026
Por Jonathan da Silva

Representantes dos 25 municípios consorciados ao Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale) participaram de uma assembleia para discutir a adesão a uma proposta de estruturação regional da gestão de resíduos sólidos nesta segunda-feira (22), em Santa Cruz do Sul. O encontro reuniu integrantes do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e marcou uma nova etapa de um projeto desenvolvido pelo consórcio desde 2013. A iniciativa poderá resultar na implantação de uma parceria público-privada (PPP) voltada à gestão regional dos resíduos, com base em estudos técnicos e no Plano Regional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.

Durante a assembleia, os municípios receberam orientações sobre o processo de adesão ao programa e os procedimentos necessários para a continuidade da proposta. A definição encaminhada ao final da reunião prevê que os municípios do Vale do Rio Pardo e do G8 realizem avaliações internas e informem formalmente, até 10 de julho, se pretendem aderir ao projeto.

Nova etapa do planejamento regional

O presidente do Cisvale, Gilson Becker, afirmou que a região chega a um momento decisivo após mais de uma década de estudos e planejamento voltados à construção de uma solução conjunta para o setor. “Caso definirmos avançar nesta linha da parceria público-privada, teremos que passar o projeto pelas câmaras de vereadores de nossos municípios”, afirmou o dirigente.

Segundo Becker, a eventual adesão exigirá manifestação formal dos prefeitos e posterior aprovação legislativa em cada município participante. O presidente da entidade ressaltou que os estudos realizados ao longo dos anos apontam a necessidade de uma alternativa regional capaz de oferecer maior eficiência operacional, sustentabilidade ambiental e segurança jurídica para a gestão dos resíduos sólidos.

Avaliação do Governo Federal

Representando o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, o diretor do Departamento de Parcerias com o Setor Privado, Denilson Campelo, destacou o estágio de desenvolvimento do projeto apresentado pelo Cisvale. “O projeto aqui apresentado é muito robusto e é um dos melhores que já vimos, até porque também está sendo conduzido em parceria com a universidade e a comunidade”, afirmou Campelo.

O representante federal também ressaltou os impactos da gestão adequada dos resíduos sólidos sobre a saúde pública. “Trabalhar com resíduos sólidos é trabalhar com a saúde, pois há uma série de doenças que um aterro sanitário que não é cuidado tem efeito nocivo no meio ambiente e na vida das pessoas”, pontuou Campelo.

Participação dos órgãos de controle

O encontro contou com a participação do promotor de Justiça de Santa Cruz do Sul, Érico Barin, que destacou a relevância do debate para os municípios da região. “Este tipo de fala precisaria ser gravada e repetida de tempos em tempos, para que todos nós lembremos da importância deste assunto”, expressou Barin.

Representantes do Tribunal de Contas do estado também participaram das discussões, acompanhando os procedimentos relacionados à estruturação do modelo e aos mecanismos de controle e fiscalização necessários para eventual contratação futura.

Mais de uma década em pauta

A diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, relembrou que as discussões sobre uma solução regional para os resíduos sólidos tiveram início em 2013, a partir de deliberações realizadas durante conferências municipais.

Segundo a dirigente, o consórcio estruturou estudos que resultaram, em 2018, em um diagnóstico envolvendo 16 municípios. Atualmente, estão sendo atualizados os planos municipais de saneamento e os diagnósticos socioambientais, em trabalho conduzido pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Modelo de parceria público-privada

A proposta apresentada pelo Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional integra o Programa Parcerias Brasil, criado para apoiar estados, municípios e consórcios na estruturação de concessões e parcerias público-privadas.

O processo prevê uma etapa inicial de cadastramento e pré-análise da demanda, seguida pela avaliação técnica de um fundo especializado responsável pela elaboração dos estudos necessários. Após essa fase, o projeto passa por auditorias e avaliações dos órgãos de controle, incluindo Tribunal de Contas da União, Ministério Público e tribunais de contas competentes, antes da realização de licitação na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

O coordenador nacional do programa, Washington Soares, informou que o fundo dispõe de aproximadamente R$ 1,3 bilhão para apoiar projetos de infraestrutura em todo o país e foi criado para reduzir riscos de interrupção durante a fase de estudos.

Diagnóstico regional

Os estudos técnicos atualizados pela Unisc apontam a dimensão do desafio enfrentado pelos municípios da região. O levantamento realizado em 16 municípios identificou uma população superior a 381 mil habitantes, responsável pela geração anual de mais de 78 mil toneladas de resíduos sólidos.

Os custos com a destinação final dos materiais ultrapassam R$ 41 milhões por ano. O diagnóstico também indica potencial para ampliação da reciclagem, da compostagem e de outras formas de valorização dos resíduos, reduzindo a quantidade encaminhada aos aterros sanitários.

Programa de compostagem

Paralelamente à discussão sobre a parceria público-privada, o Cisvale desenvolve o programa “Composteiras Amigas do Meio Ambiente”, previsto na Agenda Ambiental 2030 do consórcio.

A iniciativa pretende estimular a compostagem em escolas e residências, promovendo o reaproveitamento da matéria orgânica, ações de educação ambiental e a redução do volume de resíduos destinados aos aterros sanitários.

Segundo a diretora executiva do Cisvale, Léa Vargas, existem diferentes possibilidades de financiamento para a proposta. “Há, pelo menos, duas formas do Consórcio participar. Uma por meio do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (Sinir) – lei de incentivo à reciclagem. Já a segunda forma pode se dar por meio do edital do Ministério Público, do Fundo para Recuperação de Bens Lesados (FRBL)”, esclareceu Léa.

De acordo com a diretora, o projeto de compostagem tem potencial para se tornar uma política permanente do consórcio e poderá contar também com participação da iniciativa privada.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2026 0 Comentários 133 Visualizações
Ensino

Semana do Meio Ambiente promove ações de conscientização em Picada Café

Por Jonathan da Silva 22/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Semana do Meio Ambiente 2026 mobilizou estudantes, professores e a comunidade de Picada Café ao longo do mês de junho por meio de atividades voltadas à educação ambiental e à promoção de práticas sustentáveis. Promovida pela administração municipal, por intermédio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, a programação contou com palestras em escolas, visita técnica, ações de recolhimento de resíduos, descarte correto de materiais e uma oficina de compostagem. As iniciativas tiveram como objetivo ampliar a conscientização sobre a preservação dos recursos naturais e incentivar hábitos sustentáveis no cotidiano da população.

Entre as atividades realizadas, estiveram palestras voltadas aos estudantes da rede municipal de ensino, abordando temas relacionados à reciclagem, à gestão de resíduos e à preservação da fauna silvestre.

Reciclagem e destinação correta dos resíduos

No dia 1º de junho, a bióloga Marícia Isabel Luft realizou palestras nas escolas municipais 25 de Julho, Santa Joana Francisca e Amiguinho. Durante os encontros, os alunos receberam orientações sobre coleta seletiva, reciclagem e destinação adequada dos resíduos.

A atividade apresentou informações sobre a importância da separação correta do lixo, os impactos ambientais provocados pelo descarte inadequado de materiais e a contribuição de ações cotidianas para a preservação ambiental.

Preservação da fauna silvestre

Nos dias 8 e 9 de junho, a médica veterinária Stefani Nöller Neumann esteve nas escolas Santa Joana Francisca e 25 de Julho para abordar o tema manejo e preservação da fauna silvestre.

Durante as palestras, a profissional orientou os estudantes sobre a importância do respeito aos animais, explicou os procedimentos recomendados em situações de encontro com espécies silvestres e destacou a participação da população na conservação da biodiversidade.

Programação diversificada

Além das palestras realizadas nas escolas, a Semana do Meio Ambiente contou com visita técnica à empresa Junges, ações de recolhimento de resíduos, atividades voltadas ao descarte correto de materiais e uma palestra com oficina de compostagem durante a Feira de Artesanato.

Fotos: Marco Dieter/Comunicação/Prefeitura de Picada Café/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 105 Visualizações
Política

Câmara de Gramado reduz conta de água em 31% com reaproveitamento da chuva

Por Jonathan da Silva 22/06/2026
Por Jonathan da Silva

A implantação de um sistema de reaproveitamento de água da chuva permitiu à Câmara de Vereadores de Gramado reduzir em aproximadamente 31% os gastos com abastecimento de água em seis meses. A conta mensal da sede do legislativo passou de R$ 2.036,45 para R$ 1.408,00, representando uma economia superior a R$ 600 por mês. A iniciativa foi adotada como parte de ações voltadas à sustentabilidade e à gestão eficiente dos recursos públicos, com a utilização da água captada em atividades que não exigem potabilidade.

Segundo a Câmara, o projeto conta com cinco cisternas com capacidade de mil litros cada, além de uma caixa complementar de mil litros instalada na parte superior do prédio. Ao todo, o sistema tem capacidade para armazenar 6 mil litros de água da chuva, que passam por processos de filtragem e tratamento antes da utilização.

Uso em banheiros e manutenção

A água reaproveitada é destinada às descargas dos banheiros da Câmara, à irrigação dos jardins e à limpeza de áreas externas, como calçadas e pátios. Para possibilitar o uso nas instalações sanitárias, foi necessária uma adequação técnica na rede hidráulica do prédio, separando o abastecimento dos vasos sanitários daquele destinado aos demais pontos que utilizam água potável.

O sistema também dispõe de bombeamento automatizado, responsável por transferir a água armazenada nas cisternas para a caixa superior sempre que necessário, garantindo o abastecimento contínuo nos locais previstos pelo projeto.

União entre economia e sustentabilidade

De acordo com o presidente da Câmara de Gramado, Neri da Farmácia (PP), a iniciativa alia redução de custos e preservação ambiental. “Quando investimos em soluções sustentáveis, ganhamos em duas frentes: preservamos o meio ambiente e utilizamos os recursos públicos de forma mais eficiente. A economia gerada por esse projeto poderá ser direcionada para outras demandas importantes da nossa comunidade”, destaca o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 113 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Estância Velha promove trilha ecológica em defesa do Arroio Luiz Rau

Por Jonathan da Silva 17/06/2026
Por Jonathan da Silva

Uma Trilha Ecológica em defesa do Arroio Luiz Rau será realizada pela Prefeitura de Estância Velha na sexta-feira, 19 de junho. A atividade ocorrerá das 8h às 10h e reunirá estudantes, moradores e demais integrantes da comunidade em ações de conscientização ambiental e recolhimento de resíduos. Promovida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa), a iniciativa busca incentivar hábitos sustentáveis, estimular a participação coletiva na preservação dos recursos naturais e fortalecer o cuidado com o arroio que corta áreas do município.

Aberta à participação de pessoas de todas as idades, a programação convida famílias, grupos de amigos e moradores da região para uma manhã voltada à preservação ambiental, à saúde e ao bem-estar.

A atividade contará com o recolhimento de resíduos das margens do Arroio Luiz Rau, investigação da qualidade ambiental do local e um bate-papo sobre a importância da preservação dos recursos hídricos. Os materiais coletados serão encaminhados para a Cooperativa Univale, responsável pela destinação adequada dos resíduos.

A organização também disponibilizará luvas e sacos de lixo para os participantes.

Participação das escolas

A trilha terá a participação direta de estudantes das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) Presidente Kennedy e Marechal Cândido Rondon, além do envolvimento da comunidade do entorno.

O educador ambiental e articulador de projetos ambientais da Semapa, Hoeslen Mauzer, destacou a importância da participação coletiva nas ações de sustentabilidade. “O processo de transformação da nossa cidade em um modelo sustentável tem avançado positivamente; no entanto, é fundamental que reconheçamos que esse esforço é responsabilidade compartilhada de todos os cidadãos”, afirmou Mauzer.

Ampliação do aprendizado

Para a coordenadora pedagógica da EMEF Marechal Cândido Rondon, Deise Simonelli Schindler, a atividade representa uma oportunidade de ampliar o aprendizado dos estudantes sobre os impactos das ações humanas no meio ambiente. “Fomos convidados pelo Hoeslen para participar da trilha no Arroio Luiz Rau, que passa em nosso bairro. É um momento importante, uma oportunidade de aprendizagem e conscientização, de perceber os impactos das ações humanas no meio ambiente. Além disso, a experiência fortalece o vínculo dos estudantes com a comunidade e incentiva atitudes de cuidado e responsabilidade com o lugar onde vivem”, ressaltou Deise.

Segundo a organização, a expectativa é que a atividade tenha duração aproximada de uma hora e quinze minutos.

Foto: Júlia Monteiro/Decom-EV/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2026 0 Comentários 104 Visualizações
Projetos especiais

Projeto destina equipamentos para cooperativas de reciclagem de Canoas

Por Jonathan da Silva 15/06/2026
Por Jonathan da Silva

Duas cooperativas de reciclagem de Canoas receberam novos equipamentos nesta quinta-feira (11) por meio do Projeto Conexões Sustentáveis, desenvolvido pelo Instituto Caminhos Sustentáveis (ICS) em parceria com a Petrobras. O investimento superior a R$ 350 mil tem como objetivo ampliar a capacidade de triagem de materiais recicláveis, qualificar as condições de trabalho e fortalecer a atuação de cerca de 40 cooperados no município.

As entregas ocorreram na Cooperativa de Trabalho dos Agentes Ecológicos de Canoas (Cooarlas), no bairro Guajuviras, e na Cooperativa de Trabalho de Recicladores Sol Nascente (Coopersol). Os equipamentos repassados foram definidos a partir de um diagnóstico realizado pelo Instituto Caminhos Sustentáveis para identificar as necessidades operacionais de cada organização.

Equipamentos para ampliar a produção

A Cooarlas, que reúne mais de 20 cooperados, recebeu uma esteira de triagem de 15 metros, duas mesas de triagem e uma prensa. Já a Coopersol, formada por cerca de 14 cooperados, foi contemplada com uma mesa de triagem, uma balança, uma paleteira e uma prensa.

De acordo com o projeto, os novos equipamentos deverão contribuir para o aumento da produtividade das cooperativas, além de tornar mais eficiente o processo de separação dos resíduos recebidos.

Fortalecimento da cadeia da reciclagem

O presidente do Instituto Caminhos Sustentáveis, Dione Manetti, afirmou que o investimento busca fortalecer o trabalho desenvolvido pelas cooperativas e ampliar os resultados da reciclagem. “As cooperativas desempenham um papel fundamental na gestão dos resíduos e na promoção da inclusão social. Investir em estrutura e qualificação dessas organizações significa fortalecer toda a cadeia da reciclagem”, destacou Manetti.

Além do impacto nas condições de trabalho dos catadores e catadoras de materiais recicláveis, a iniciativa pretende ampliar a recuperação de resíduos e contribuir para sua destinação ambientalmente adequada.

Foto: Creato Publicidade/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2026 0 Comentários 150 Visualizações
Variedades

Comusa promove palestra sobre gestão de resíduos sólidos para servidores

Por Jonathan da Silva 11/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Comusa realizou, nos dias 10 e 11 de junho, uma palestra sobre gestão de resíduos sólidos urbanos para servidores da autarquia, em Novo Hamburgo. A atividade fez parte da programação da Semana do Meio Ambiente e foi realizada no Auditório do Parque Floresta Imperial. O objetivo foi ampliar o conhecimento dos participantes sobre o gerenciamento de resíduos, promover a reflexão sobre os desafios ambientais relacionados ao tema e incentivar a adoção de práticas mais conscientes no ambiente de trabalho e no cotidiano.

Intitulada “Resíduo Sólido Urbano (RSU) = Nosso Lixo”, a palestra reuniu servidores em dois encontros voltados à troca de experiências, ao debate sobre a destinação adequada dos resíduos e à discussão de alternativas para aprimorar os processos internos da autarquia.

Desafios da gestão de resíduos

A atividade foi conduzida pela bióloga Francine Schulz, uma das responsáveis técnicas pelo Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) da Comusa. Durante a apresentação, ela abordou conceitos relacionados aos resíduos sólidos urbanos e explicou os desafios enfrentados pela autarquia na gestão desses materiais.

Segundo a bióloga, a discussão sobre o tema é necessária diante do cenário ambiental atual. “Um dos maiores problemas do planeta hoje é a geração e o acúmulo de resíduos sólidos”, destacou Francine.

Além da exposição técnica, os encontros abriram espaço para que os servidores compartilhassem percepções e sugestões voltadas ao aprimoramento das práticas adotadas pela Comusa.

Separação correta dos resíduos

Durante a palestra, Francine enfatizou a importância da separação adequada dos resíduos como uma ferramenta para reduzir impactos ambientais e aumentar a eficiência dos processos de reciclagem e destinação final.

De acordo com ela, atitudes cotidianas podem contribuir para diminuir o volume de materiais encaminhados aos aterros sanitários.

A responsável técnica pelo PGRS também destacou o papel dos servidores na busca por soluções para os desafios enfrentados pela autarquia. “Como Comusa, temos desafios a enfrentar. Momentos como esse permitem refletir sobre os pontos que precisam ser aprimorados e pensar em soluções sustentáveis para o futuro”, afirmou a especialista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2026 0 Comentários 119 Visualizações
Variedades

Grupo Apisul recebe certificação internacional de sustentabilidade pela segunda vez

Por Jonathan da Silva 10/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Apisul recebeu pela segunda vez a Certificação de Qualidade CQCIT Green, reconhecimento internacional concedido pela Câmara Internacional da Indústria de Transportes (CIT) a organizações dos setores de logística e transporte que atendem critérios relacionados à sustentabilidade ambiental, social e de governança (ESG). O anúncio foi realizado durante a Feira TranspoAmazônia 2026, em Manaus, na última semana de maio. A certificação reconhece práticas de gestão, sustentabilidade e competitividade adotadas pela empresa.

Esta é a segunda vez que a companhia conquista o selo. Em 2023, o Grupo Apisul se tornou a primeira empresa brasileira do segmento de seguros e serviços para transportes a obter a certificação.

Reconhecimento internacional

Na primeira certificação, representantes da empresa estiveram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, para receber oficialmente o reconhecimento.

A Certificação de Qualidade CQCIT Green é direcionada a empresas dos setores de logística e transporte e utiliza critérios voltados à promoção de melhorias nos processos de gestão, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da competitividade de organizações públicas e privadas.

Os critérios de avaliação seguem parâmetros utilizados por entidades internacionais e abrangem oito categorias: liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas, processos e resultados.

Investimentos em sustentabilidade

Segundo o presidente do Grupo Apisul, Paulo Cunha, a renovação da certificação representa o reconhecimento de ações desenvolvidas pela empresa para aprimorar seus processos e ampliar iniciativas voltadas à sustentabilidade. “O CQCIT nos diferencia no mercado em que atuamos e a conquista da certificação, pela segunda vez, possui um significado importante para a empresa”, explica o executivo.

De acordo com a empresa, entre as ações realizadas está o investimento em 61 mil hectares na Amazônia para apoiar projetos, estudos e iniciativas de preservação e conservação ambiental.

Redução de emissões

Outra iniciativa destacada pela companhia foi a inauguração, em 2025, de uma usina fotovoltaica com mais de 1,4 mil placas solares.

Instalada em uma área de 32 mil hectares em Porto Alegre, a estrutura possui capacidade para reduzir a emissão de 682 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) por ano, segundo informações da empresa.

Ainda conforme o Grupo Apisul, a geração de energia da usina é suficiente para compensar o consumo energético das principais unidades da companhia, contribuindo para a neutralização de sua pegada de carbono.

O que é o Grupo Apisul

Fundado em 1983, no Rio Grande do Sul, o Grupo Apisul iniciou suas atividades atuando na administração e corretagem de seguros voltadas ao setor de transporte de cargas.

Atualmente, a empresa está presente em 11 estados brasileiros e oferece soluções relacionadas à logística, segurança e gestão para o setor de transportes.

Foto: Grupo Apisul/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2026 0 Comentários 143 Visualizações
Projetos especiais

Sala Verde promove formação sobre Educação Lixo Zero em Cruz Alta

Por Jonathan da Silva 10/06/2026
Por Jonathan da Silva

A Sala Verde Padre Amstad, iniciativa da Cooperativa Educredi, realizará uma formação gratuita sobre Educação Lixo Zero em Cruz Alta no sábado, dia 13 de junho. A atividade ocorrerá das 9h às 11h na Escola Estadual de Ensino Básico Venâncio Aires e será direcionada a professores, gestores escolares, educadores ambientais e pessoas interessadas em sustentabilidade. O objetivo é capacitar participantes para a implementação de práticas de gestão de resíduos nas escolas e fortalecer a relação entre educação ambiental e comunidade.

A formação integra as ações itinerantes desenvolvidas pela Sala Verde Padre Amstad e abordará conceitos de sustentabilidade, estratégias de redução de resíduos e formas de aplicação dos princípios do movimento Lixo Zero no ambiente escolar.

Conteúdo voltado à prática

A atividade será conduzida pela sócia-fundadora da Apoena Socioambiental, Daiana Schwengber, que atua na área de educação ambiental. Durante o encontro, os participantes terão acesso a conteúdos teóricos e orientações práticas para desenvolver projetos relacionados à sustentabilidade nas instituições de ensino.

Segundo Daiana, a proposta é apresentar ferramentas que possam ser aplicadas diretamente no cotidiano escolar. “Vou levar uma metodologia prática, mostrando passo a passo de como tirar a sustentabilidade do papel e aplicar o conceito Lixo Zero nas escolas”, destaca a fundadora.

Além dos conteúdos sobre gestão de resíduos, a programação abordará formas de mobilizar a comunidade escolar para a adoção de hábitos sustentáveis e para a destinação adequada dos materiais descartados.

Integração com cooperativas de catadores

Um dos pontos abordados durante a formação será a aproximação entre as escolas e as cooperativas de catadores de Cruz Alta. A iniciativa busca demonstrar como as ações desenvolvidas no ambiente escolar podem contribuir para a gestão de resíduos e gerar impactos na comunidade.

Segundo Daiana Schwengber, a proposta é relacionar o conteúdo trabalhado em sala de aula com a realidade local. “O evento vai trazer o protagonismo das cooperativas de catadores da cidade, que já fazem um trabalho fundamental de educação ambiental e também na parte de coleta de resíduos sólidos”, ressalta a especialista.

Os participantes também receberão certificado e material digital de apoio para auxiliar na implementação das iniciativas em suas instituições.

O que é a Sala Verde Padre Amstad

Criada em 2018, a Sala Verde Padre Amstad promove ações de educação ambiental e de incentivo à cultura cooperativista em diferentes municípios do Rio Grande do Sul. De acordo com a organização, mais de 100 professores já participaram das capacitações realizadas pelo projeto.

O diretor-presidente da Cooperativa Educredi, Elson Sena, destaca a importância da educação ambiental diante dos desafios relacionados às mudanças climáticas e à preservação dos recursos naturais. “Passamos, então, o Dia Mundial do Meio Ambiente. Estamos enfrentando algumas informações sobre os níveis de águas que nós teremos no final do ano, as mudanças climáticas, outros fatores que acontecem na questão ambiental”, comenta Sena, lembrando que este é o papel da Sala Verde.

Para a palestrante Daiana Schwengber, a realização de atividades em municípios do interior contribui para ampliar o alcance das ações de conscientização ambiental. “A Sala Verde está saindo da região metropolitana e indo para o interior do Estado levar conhecimento e práticas na área de educação ambiental”, conclui a especialista.

Foto: Apoena Socioambiental/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2026 0 Comentários 139 Visualizações
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