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sustentabilidade

Business

Agora na categoria diamante, Killing é recertificada no programa Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Killing S.A. Tintas e Adesivos recebeu a recertificação de Origem Sustentável, única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista, concedida em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A empresa gaúcha passou da categoria ouro para a diamante, nível mais alto da iniciativa. O reconhecimento foi entregue ao CEO Milton Killing na sexta-feira (14) pelo presidente e pela superintendente da Assintecal, Gerson Luis Berwanger e Silvana Dilly, e pelo presidente executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Antes mesmo de se falar em sustentabilidade, a Killing já era uma empresa comprometida com as ações sociais e ambientais. Nesses mais de 60 anos, aprimoramos essas práticas em uma evolução que deve ser contínua. Esse reconhecimento, com o Selo Origem Sustentável Diamante, demonstra que estamos no caminho certo”, afirma Milton Killing.

De acordo com Berwanger, ter uma empresa como a Killing entre as certificadas no nível máximo do Origem Sustentável é uma satisfação para a entidade. “A Killing, cada vez mais, se torna uma referência para a cadeia produtiva do calçado. Certamente, é uma empresa que ajuda a tornar o mundo mais sustentável”, avalia o presidente da Assintecal.

O Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, mais de 90 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor, estão certificadas ou em processo de certificação.

Práticas sustentáveis

Entre as iniciativas da Killing estão ações ambientais como o uso de água e o cuidado com a geração de efluentes e a destinação de resíduos sólidos, além de adoção de energias renováveis e o monitoramento da qualidade do ar. Desde 2019, por exemplo, a Killing deixou de emitir o equivalente a 993 toneladas de dióxido de carbono. Em 2023, a empresa também distribuiu 350 mudas de árvores nativas para os colaboradores plantarem em suas casas.

O engajamento social também é destaque com ações como o já tradicional evento “Meio Frango Simplesmente Juntos”, que desde 2017 mobiliza colaboradores e comunidade, com preparo, venda e distribuição de kits de meio frango, salada e pão, com arrecadação totalmente destinada a entidades sociais da região de Novo Hamburgo. A Killing também promove, através de instituições, a doação de tintas para pintura de escolas, museus e outros espaços públicos; e prepara novas doações para este ano, para atender escolas e hospitais, das cidades atingidas pelas enchentes de maio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 499 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga investe em ações de compromisso com o meio ambiente

Por Jonathan da Silva 05/06/2024
Por Jonathan da Silva

O Hospital Sapiranga tem investido em ações voltadas ao meio ambiente. Em meio às comemorações de seus 80 anos, a instituição tem realizado iniciativas que buscam ressaltar o compromisso com a inovação e a sustentabilidade. As ações têm como primórdio reconhecer a importância de práticas ambientalmente responsáveis. Dentre as ações, se destaca o plantio de 80 mudas de árvores, um gesto simbólico do hospital preocupação com o futuro do planeta.

Plantio das mudas

A adoção de práticas sustentáveis, como a gestão eficiente de resíduos, o uso de energia renovável e a redução do consumo de água, contribui para um ambiente mais seguro, saudável e sustentável. Um grande reflexo dessas iniciativas é a significativa economia que as placas fotovoltaicas já estão gerando para o hospital, mas especialmente para o meio ambiente, desde a implantação, em outubro de 2023 até maio de 2024, já economizamos mais de R$ 100 mil, valor esse que já está sendo reinvestido para a melhoria dos nossos serviços e estruturas, além da redução de mais de 180.000 KW”, destaca a diretora executiva do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.

Além disso, como parte do compromisso em reduzir resíduos plásticos, o Hospital Sapiranga distribuiu canecas de inox aos seus colaboradores e pacientes. Nos últimos anos, a instituição também tem intensificado seus esforços no investimento digital, buscando otimizar processos e reduzir o consumo de papel. A transição para processos administrativos e gestão de diagnósticos digitais tem sido uma prioridade, contribuindo para uma operação mais eficiente e ecologicamente sustentável.

Canecas substituem os copos

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2024 1 Comentário 480 Visualizações
Projetos especiais

Mapeamento para desastres climáticos conta com mais de 200 iniciativas

Por Marina Klein Telles 22/05/2024
Por Marina Klein Telles

Mais de 200 iniciativas nacionais e internacionais já foram cadastradas no catálogo de soluções para desastres climáticos no Rio Grande do Sul, disponível no Observatório da Inovação RS, do site da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict). A plataforma foi criada com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre tecnologias que possam auxiliar o governo do Estado na tomada de decisões sobre eventos meteorológicos.

  • Acesse o catálogo de soluções

Atualizado diariamente, o painel ganhou, recentemente, novas funcionalidades que facilitam a leitura e o uso dos dados sobre as tecnologias submetidas. Uma das novidades é a visualização de um mapa que mostra o local de origem de cada uma das soluções inscritas. Nele, é possível identificar que todas as regiões brasileiras enviaram propostas. Também há contribuições dos Estados Unidos e de países da Europa e da Ásia.

“Já temos uma compilação muito significativa de soluções que podem ajudar o Rio Grande do Sul no enfrentamento da crise climática e no processo de reconstrução. Existe uma grande variedade de tecnologias disponibilizadas, abrangendo áreas como infraestrutura e logística, acolhimento e apoio social, coleta e análise de dados – além, é claro, de planejamento urbano e climático. É um grande esforço coletivo em prol de um presente e um futuro melhores”, afirma a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia, Simone Stülp.

Uma das soluções internacionais – vinda de Paris, na França – foi apresentada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, com foco em quantificação e cenarização da gestão de resíduos sólidos.

No âmbito nacional, o Instituto Federal Fluminense, do estado do Rio de Janeiro, submeteu um sistema de aproveitamento de águas das chuvas em edificações. Já no cenário gaúcho, uma empresa de Carazinho disponibilizou o Portal SOS RS, que busca conectar pessoas que precisam de ajuda com aqueles que podem ajudar neste momento de desastre meteorológico.

A partir do mapeamento dessas soluções, a Sict está articulando os próximos passos da iniciativa. A ideia é realizar rodadas de conexão para ajudar a disseminar as tecnologias catalogadas, com a participação de municípios afetados.

“Pretendemos fazer uma prévia com municípios que possuam uma legislação avançada, ou que já tenham contratado soluções inovadoras, a fim de aproximar a oferta das soluções com as demandas locais. Nesse modelo, podem ocorrer diferentes formas de contratação, conforme a negociação com cada ofertante”, explica o diretor de Ambientes de Inovação da Sict, Everaldo Daronco.

Como participar

Startups, empresas, universidades, organizações da sociedade civil e outros interessados podem enviar suas soluções através do preenchimento de um formulário, que tem versões disponíveis em português e inglês. Após o recebimento, a Sict faz uma curadoria das propostas e disponibiliza as soluções no catálogo. Há, também, uma integração com as bases de dados de parceiros.

Os parceiros da Sict nessa iniciativa são a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), a Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), a Associação Gaúcha de Startups (AGS), o GovTech Lab e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul (Sebrae RS).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2024 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Piccadilly é recertificada no nível máximo do programa Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 30/04/2024
Por Jonathan da Silva

A Piccadilly Company, de Igrejinha, uma das principais fabricantes de calçados femininos do Brasil, foi recertificada no nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante. A cerimônia de entrega aconteceu nesta segunda-feira (29), na sede da empresa, e contou com a participação de representantes da direção da companhia e da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

A vice-presidente e diretora de Produto da Piccadilly, Ana Carolina Grings, destaca o orgulho de receber a recertificação. “Este é o mais alto reconhecimento por nossas práticas exemplares em ESG. Estou profundamente honrada por contribuir para este legado que não apenas reforça nosso compromisso com as futuras gerações, mas também garante a sustentabilidade e o sucesso contínuo de nosso negócio”, pontua Ana Carolina. Segundo ela, a recertificação é um testemunho do trabalho árduo e da dedicação da equipe em integrar a sustentabilidade em cada aspecto da operação.

Social

Neste processo de recertificação auditada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no pilar social a companhia teve destacados os esforços pelo fortalecimento das práticas de governança corporativa, promovendo a transparência, a ética e a conformidade, além de contar com 36% dos cargos de liderança e mais de 50% de cargos de alta gestão ocupados por mulheres. Houve também participação ativa em iniciativas de responsabilidade social, atingindo mais de 7 mil horas de voluntariado, envolvendo colaboradores e comunidades

Ambiental

Na área ambiental, os destaques da Piccadilly estão nos investimentos em tecnologias sustentáveis, que reduzem o impacto ambiental das operações da empresa. Nesta seara, a empresa reporta que, atualmente, 64% dos resíduos gerados no processo produtivo são reciclados e que zela pela política Aterro Zero há mais de uma década. “Também realizamos o Programa de Fornecedores com foco na rastreabilidade e qualidade do produto, além de deter o controle e neutralização de 100% das emissões rastreadas de gases de efeito estufa”, conta a Coordenadora ESG e Sustentabilidade da empresa, Morgana Marca.

Futuro

E como a sustentabilidade é uma jornada, a Piccadilly também planejou o futuro, listando oito compromissos na sua política de sustentabilidade. Para desenvolvê-los, a empresa conta com uma área estratégica de ESG e com um Comitê “Guardiões do Amanhã”.  Os dois times têm como papel levar as temáticas importantes para alta administração, estabelecer os temas prioritários, definir políticas, engajando todos seus stakeholders na jornada da sustentabilidade, conclui Morgana.

Para a Piccadilly o programa Origem Sustentável vai muito além de apenas um selo, representa um compromisso tangível com práticas e valores sustentáveis, criando valor não apenas para a empresa, mas também para a sociedade e o meio ambiente como um todo.

Origem Sustentável

Criado pela Abicalçados em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como SENAI, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente mais de 90 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor estão certificadas ou em processo de certificação. Mais informações no site www.origemsustentavel.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2024 0 Comentários 562 Visualizações
Projetos especiais

Hospital Sapiranga fará o plantio de 80 mudas de árvores para a cidade

Por Marina Klein Telles 22/04/2024
Por Marina Klein Telles
No mês em que comemora oito décadas de história, nada mais importante do que celebrar com a comunidade e com o meio ambiente. O Hospital Sapiranga, está colocando em prática uma série de ações que marcam a data de sua fundação. Uma das iniciativas é o plantio de árvores, representando a importância da sustentabilidade, uma bandeira que tem norteado as ações da Instituição ao longo dos anos. A solenidade de início do plantio, está marcada para as 9h30min de segunda-feira (22), na Praça Cassiano Ricardo (Rua Cassiano Ricardo, bairro São Luiz).
“Realizamos um estudo minucioso em colaboração das biólogas da empresa Apoio Ambiental e identificamos as espécies de árvores nativas que mais necessitam de revitalização em nossa região. Em comemoração aos nossos 80 anos de história, decidimos presentear Sapiranga com o plantio dessas 80 árvores em um parque municipal carente de arborização. Esta iniciativa mostra nosso compromisso com a sociedade e com o meio ambiente”, declara a diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.
Como outras iniciativas práticas, o Hospital Sapiranga já presentou todos os colaboradores e médicos com canecas, que servem como substituição ao uso de copos plásticos, gerando menos resíduos ao meio ambiente. Também está em andamento um processo de digitalização das operações administrativas e ainda realizou a instalação de painéis de energia solar no ano de 2023. Além disso, a gestão dos resultados do diagnóstico por imagem 100% digitais que tem sido uma prioridade, contribuindo para uma operação mais eficiente e ecologicamente sustentável.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2024 1 Comentário 432 Visualizações
Ensino

Alunos de escolas públicas participam de projeto ambiental sobre as araucárias

Por Marina Klein Telles 19/04/2024
Por Marina Klein Telles

Desde o início de abril, está em andamento nas escolas públicas o Projeto Curi, uma iniciativa da bióloga Patrícia Kolb com o apoio da Prefeitura Municipal, para incentivar os estudantes a conhecerem mais sobre a araucária angustifolha, árvore típica da região da Serra Gaúcha e que tem um exemplar histórico em Nova Petrópolis. O projeto está sendo aplicado em seis escolas, para turmas do sétimo ano do ensino fundamental, e envolve uma aula teórica com aproximadamente 90 minutos de duração e uma saída de campo ao Pinheiro Multissecular da Linha Imperial.

Na quinta-feira, 18 de abril, foi a vez dos alunos da Escola Otto Hoffmann, do bairro Pousada da Neve, participarem do projeto ambiental. Inicialmente, a bióloga Patrícia Kolb apresentou detalhes sobre o Projeto Curi, cujo nome tem origem em como a araucária era chamada pelos índios. Depois, ela falou sobre as regiões que a árvore costuma estar, que são Paraguai, Argentina e no Brasil em função da altitude em relação ao mar – com destaque para os estados de Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. “A araucária se desenvolve a uma altitude de pelos menos 500 metros acima do mar e leva de 20 a 30 anos para produzir o pinhão”, esclareceu.

Acompanhada das técnicas da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do Município, Evelyn Dinnerbier e Cássia Hoffmann, a palestrante mostrou aos alunos uma maquete em que estava demonstrada a floresta de araucária, a qual se referiu durante a apresentação. Com isso, mostrou animais que tem nessa árvore sua subsistência (como a gralha azul, a aranha caranguejeira, o macaco bugio e o grimpeirinho), e falou sobre o período do defeso em que é proibido seu corte e também a partir de quando é permitida a coleta dos frutos – que são os pinhões.

 A próxima etapa do projeto Curi, da qual os alunos da Escola Otto Hoffmann vão participar, será a saída de campo, quando terão a oportunidade de observar os detalhes apresentados durante a aula teórica de sala. Outras escolas que estão fazendo parte da iniciativa são a Augusto Guilherme Gaedicke, do Vale Verde; a Bom Pastor, de Linha Brasil; a Luiz Loeser, da Vila Olinda; a Pedro Beck Filho, da Linha Temerária; e a São José, do Pinhal Alto. Aproximadamente 170 estudantes participam.

Ao final do projeto Curi, será realizado um encontro de encerramento, quando todas as escolas irão se reunir para conhecer a produção dos alunos durante as aulas e quando também serão apresentados os resultados obtidos no decorrer dos trabalhos. A previsão é que as atividades sejam concluídas até o mês de junho.

Foto: Adriana Rabassa/divulgação | Fonte: Assessoria
19/04/2024 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

1º Diálogo da Transição Energética Justa propõe debate sobre uso sustentável do patrimônio mineral

Por Marina Klein Telles 15/04/2024
Por Marina Klein Telles

O Brasil firmou um compromisso internacional para neutralizar as emissões de gases de efeito estufa até 2050. Uma meta que transformará modelos econômicos de geração de energia, mineração, atividades agrícolas e industriais. Para o Rio Grande do Sul, detentor de 89% das reservas de carvão do Brasil e de um parque termelétrico de 695 MW na região de Candiota, a nova realidade é um grande desafio. Em novembro de 2023, o governo gaúcho lançou um edital visando a contratação de serviços de assessoria técnica para a elaboração do Programa de Transição Energética Justa, que deve ter como base a evolução tecnológica da indústria carbonífera e a viabilidade ambiental, econômica e social.

Para debater o assunto, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS/COMIN) e a Associação Brasileira do Carbono Sustentável (ABCS) realizam em Porto Alegre o 1º Diálogo da Transição Energética Justa no Rio Grande do Sul e do aproveitamento do Patrimônio Mineral Gaúcho. O encontro será no dia 18 de abril, no Instituto Caldeira (Tv. São José, 455, bairro Navegantes) e reunirá autoridades, executivos, técnicos e outros representantes do setor, especialistas, pesquisadores e imprensa.

A abertura do evento contará com a presença do Governador do Estado em exercício Gabriel Souza. Na oportunidade a Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina e o Instituto Caldeira assinarão um convênio de cooperação para impulsionar o empreendedorismo. A partir da criação de uma rede de ecossistemas, será possível promover o desenvolvimento de novos negócios nas regiões mineiras, com foco em programas e ações voltados para uma transição energética justa e inclusiva.

O primeiro painel irá propor um diálogo sobre o como deve ser o processo de mudança do modelo econômico para um mundo de baixo carbono, com segurança energética e alimentar, preservando a economia e os empregos das regiões carboníferas e alavancando a indústria mineral no Rio Grande do Sul. O debate será com o presidente do IBRAM, Raul Jungmann, o presidente da ABCS, Fernando Luiz Zancan, e tem como convidado o Coordenador-Geral de Mudanças Climáticas e Agropecuária Conservacionista do Ministério da Agricultura, Adriano Santhiago de Oliveira.

Para a segunda metade do evento, que terá como tema Minerais Estratégicos e Tecnologias de Baixo Carbono, está confirmada a presença do deputado federal José Carlos Aleluia. O parlamentar tem uma trajetória de mais de 40 anos no setor energético, foi o relator da Lei de Crimes Ambientais e o autor da emenda que criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).

Também participarão da mesa a pesquisadora em Geociências do Serviço Geológico do Brasil, Lucy Takehara Chemale, e o secretário adjunto do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, Marcelo Camardelli. Em pauta, estará a sustentabilidade mineral para a transição energética e a garantia da segurança alimentar via produção de fertilizantes.

Ao final de cada painel, os jornalistas poderão integrar o debate e o microfone ficará aberto para perguntas e contribuições.

Serviço

O que: 1º Diálogo da Transição Energética Justa no Rio Grande do Sul
Quando: 18 de abril, das 9h às 13h.
Onde: Instituto Caldeira, Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2024 0 Comentários 232 Visualizações
Business

Startup leva sustentabilidade ao Gramado Summit estimulando mais consciência no mundo corporativo

Por Jonathan da Silva 09/04/2024
Por Jonathan da Silva

Finalista da Batalha de Startups no Gramado Summit de 2023, a ESG Now retorna ao evento, que neste acontece entre 10 e 12 de abril, para compartilhar sua jornada na busca pela sustentabilidade corporativa. Inclusive, foi através da sua participação no ano passado que a empresa iniciou o relacionamento com investidores que estavam na banca de jurados, recebendo o aporte de R$ 300 mil, além de uma aceleração pela Ventiur Smart Capital.

Desta vez o CEO Elias Neto participará de dois painéis no palco Negócios Conscientes, trazendo informações sobre a implementação de práticas sustentáveis das organizações que, muitas vezes, enfrentam desafios para saber por onde começar e como aplicar as mudanças necessárias. “É importante que um evento como o Gramado Summit promova debates neste sentido e realize essas iniciativas. Espero que os participantes sintam-se capacitados e inspirados a adotar práticas sustentáveis e conscientes, impulsionando não apenas o crescimento econômico, mas também o bem-estar social e ambiental”, destaca o CEO da ESG Now.

A startup que Elias Neto lidera oferece uma solução digital all-in-one, integrando ferramentas de gestão ESG e impulsiona as organizações em direção a sua maturidade na jornada pela sustentabilidade.

Os painéis

O primeiro painel será na quarta-feira, 10 de abril, das 13h às 14h, com o tema “Primeiros passos para se tornar uma empresa mais consciente”. Além de Elias Neto, participam do debate também a co-líder da Filial RS do Capitalismo Consciente, Eliane Dávila; a gerente de Relações Institucionais na Bebidas Fruki S.A, Fabiola Eggers; e o fundador e CEO da PipeRun, Cezar Augusto Gehm Filho.

Na quinta-feira, 11 de abril, às 12h30min, Elias Neto abordará o tema “ESG como Aplicar na Prática”. O objetivo é oferecer uma visão de como os princípios ambientais, sociais e de governança podem ser integrados de forma eficaz nas operações e estratégias de negócios.

Foto: Gramado Summit/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2024 0 Comentários 591 Visualizações
Variedades

Amo Joanna Rosa: Entidades se unem para promover evento de moda e sustentabilidade

Por Marina Klein Telles 04/04/2024
Por Marina Klein Telles

Com uma iniciativa inédita para a região, as entidades AMO Criança, Vida Rosa e Brechó Joanna de Angelis, unem força e organizam o evento Amo Joanna Rosa, na Sociedade Aliança de Novo Hamburgo, que ocorre no dia 18 de abril. Dentre os objetivos, as entidades destacam: mostrar que o terceiro setor conquista ainda mais unindo-se em prol do bem, apresentar o trabalho das três organizações para a comunidade e arrecadar verbas para as causas sociais envolvidas.

Como as três associações possuem renomados brechós/bazares, durante o evento as lojas ficaram disponíveis para a comunidade na Sociedade Aliança, das 9 às 17 horas. E à noite, das 18 horas às 21 horas, o evento transforma-se em um happy hour, com cartão vendido (R$ 80,00), para coquetel, desfile e show de Claus e Vanessa.

Os temas sustentabilidade, moda, saúde e ações sociais estarão em alta, com as anfitriãs do happy hour – Dallen Fragoso, Giane Sauer, Jô Maino, Marina Cezar e Mônica / Caroline Luvizon. Os convites estão à venda com elas e nas três promotoras envolvidas. Um desfile com looks dos três brechós/bazares complementa as atrações da noite, regado com delicias e espumante. A expectativa é de 300 a 400 pessoas para o Happy hour e uma circulação ainda maior para o dia de vendas.

O evento ganhou o apoio do patrocinador Ibetc, apoiador Dimosaico e as empresas Decohouse, Magrass Novo Hamburgo, Restaurante Eva, Ótica Ponto de Vista, participantes na noite do evento. .

Mais informações com Tatiana M Sperb pelo telefone 989049595.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2024 0 Comentários 572 Visualizações
Business

BAT Brasil se destaca na gestão sustentável dos recursos hídricos

Por Jonathan da Silva 21/03/2024
Por Jonathan da Silva

No dia 22 de março, o Dia Mundial da Água, celebra-se um bem fundamental para a manutenção do ecossistema e da vida. A data, instituída em 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU), visa resgatar a conscientização e boas práticas de preservação deste recurso natural, indispensável para a vida no planeta. Entendendo como fundamental a preservação e bom uso desta fonte, a BAT Brasil tem estabelecido iniciativas para um efetivo comprometimento com a sustentabilidade e equilíbrio ecológico.

Desde 2022, a empresa tem a certificação Alliance for Water Stewardship (AWS), que contempla a gestão sustentável dos recursos hídricos de toda a cadeia produtiva. Participar da AWS confirma o atendimento de requisitos e padrões internacionais bem como, sinaliza que a companhia tem participação ativa na sociedade para a construção de ações preventivas de preservação da água.

Entre as práticas adotadas em Santa Cruz do Sul, estão investimentos em tecnologia, ampliação da eficiência energética nas instalações, geração de energia própria e uso de combustíveis renováveis. Como resultado das estratégias implementadas, mais de 30% da água utilizada nos processos industriais é de reuso. Os resíduos provenientes dos efluentes são 100% tratados e o consumo de água foi reduzido, em 2023, em 27% com relação ao ano anterior.

Contudo, a preocupação em utilizar estratégias que preservem este recurso vão muito além das desenvolvidas na fábrica. Desde janeiro de 2023, o Projeto Gestão Hídrica é feito nas propriedades integradas da BAT Brasil. A iniciativa que devido a importância está em processo de expansão, é realizada em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e tem como principal objetivo realizar uma avaliação do uso de água pelos agricultores.

A ação observa as fontes de água disponível para o consumo humano e animal, instrui os agricultores para a otimização das práticas de gestão de água e recomenda métodos eficazes para conservação e utilização racional do recurso. São realizados testes para garantir que a água consumida nessas propriedades atenda padrões de qualidade. Além disso, o programa também avalia se as atividades agrícolas estão impactando na qualidade dos aquíferos.

O projeto abrange cerca de 40 propriedades do Rio Grande do Sul, que foram selecionadas com base na proximidade de regiões que enfrentam escassez hídrica. Além de oferecer diagnósticos e monitoramento, o projeto inclui componentes educacionais que oferecem treinamento aos produtores sobre o uso responsável e eficiente, destacando a importância do racionamento e boa gestão nas fazendas de tabaco. “Atenta às mais modernas práticas de ESG, a BAT Brasil incentiva e pratica a governança ambiental, social e corporativa. E, a partir dessas iniciativas, estabelece o comprometimento em ser uma empresa socialmente consciente, sustentável e responsável”, destaca o Head de Pesquisa Global e Produção Agrícola da BAT Brasil, Gabriel Rezende.

Sobre a BAT Brasil

Empresa centenária no país, a BAT Brasil (ex-Souza Cruz) está presente em todos os estados, com cerca de 5 mil colaboradores diretos e 2 mil sazonais, indo de uma ponta à outra da cadeia produtiva, graças também à parceria com os produtores integrados, que plantam e colhem nossa matéria prima. A BAT Brasil está em linha com as transformações do Grupo BAT, priorizando a diversidade, sustentabilidade e a proximidade com o cliente, atendendo suas necessidades de consumo e inspirando a sociedade, ao mesmo tempo em que trabalha ativamente por um amanhã melhor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2024 0 Comentários 597 Visualizações
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