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sustentabilidade

Business

Feira calçadista italiana terá participação de 78 marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 04/09/2024
Por Jonathan da Silva

Considerada uma das maiores feiras de calçados do mundo, a Micam Milano, que acontece em Milão entre os dias 15 e 17 de setembro, contará com a participação de 78 marcas brasileiras. A promoção da presença nacional é do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A coordenadora de Negócios da Abicalçados, Paola Pontin, que acompanhará a ação ao lado do presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, destaca que o grupo brasleiro, historicamente, está no top 3 das maiores delegações estrangeiras da feira. “A indústria calçadista verde-amarela enxerga, na Micam Milano, não somente uma grande mostra de negócios, mas também uma oportunidade de posicionamento de marca e de prospecção no mercado internacional, principalmente da Europa e Oriente Médio”, avalia Paola. Com mais de mil marcas expositoras, a Micam Milano recebe mais de 40 mil compradores internacionais de cerca de 100 países a cada edição.

A edição 98 da Micam Milano marca o retorno dos desfiles de marcas expositoras no evento, ação de grande sucesso que teve um hiato em função da reorganização da feira após a pandemia de Covid-19. Com uma curadoria de moda, os desfiles acontecem diariamente com algumas das principais marcas expositoras da Micam Milano, entre elas 11 brasileiras: Maithë, Satryani, Piccadilly, Modare Ultraconforto, Voices Culture, Arezzo, Guilhermina, Santa Lolla, Perlatto, Ramarim e Schutz.

Moda e sustentabilidade

A Micam Milano é um grande ponto de encontro do setor calçadista mundial. Aproveitando a estada em Milão, no dia 18 de setembro, Ferreira e Paola participam da ação Moda Sustentável, realizada pela ApexBrasil para destacar a sustentabilidade na indústria da moda verde-amarela.

Participam da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota , Degalls, Democrata, DiBorges, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Satryani, Savelli, Schutz, Solis Brasil, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth, Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2024 0 Comentários 487 Visualizações
Projetos especiais

Origem Sustentável certifica mais duas empresas de componentes para calçados

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

Mais duas empresas de componentes para calçados receberam a certificação Origem Sustentável, programa de reconhecimento a práticas ESG na cadeia produtiva do setor. Nesta quinta-feira (29), a Metalsinos, de Araricá, e a Metalização Igrejinha, de Igrejinha, foram certificadas nos níveis bronze e prata, respectivamente. Ambas receberam o reconhecimento em eventos realizados em suas sedes.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Aline Santos, que acompanhou as entregas, destaca a importância do reconhecimento das práticas de sustentabilidade das empresas. “São práticas que, além de garantir um futuro melhor por meio da preservação ambiental e do respeito aos direitos humanos, acabam por trazer maior competitividade para as empresas”, pontua Aline, acrescentando que os consumidores buscam por fabricantes que produzam de acordo com as melhores práticas de ESG. “O Origem Sustentável busca certificar todos os elos da cadeia, dos fornecedores de materiais ao fabricante do produto final, pois entendemos que a sustentabilidade precisa estar em todos os pontos produtivos”, explica a gestora.

Certificada pela primeira vez, a Metalsinos ficou na categoria bronze, para quem atinge 20% dos indicadores do programa. A empresa de Araricá é especializada no desenvolvimento e produção de metais para os mercados calçadista, moveleiro e de confecção. Com início das atividades em 1987, a organização possui grande carteira de clientes no Brasil, desempenho que vem consolidando sua posição de destaque e expansão no mercado nacional e nas exportações.

O diretor comercial da Metalsinos, Luis Eduardo Jardim, ressalta que a empresa trabalha na busca por alternativas inteligentes no tratamento de resíduos. “A partir de análises do impacto ambiental da cadeia produtiva, a empresa implantou uma série de medidas de controle da poluição, diminuindo também o desperdício de recursos e contribuindo para a preservação de nossos recursos naturais. Por tudo isso, a Metalsinos vai além da simples obediência às legislações em gestão de sólidos e líquidos”, detalha Jardim. Segundo o dirigente, outros pontos de destaque na empresa são a otimização do consumo de água, em colunas de troca iônica nas águas de lavagem de soluções e reutilização de efluentes galvânicos, e produtos químicos.

Recertificação

Fundada em 2013, a Metalização Igrejinha foi recertificada no nível prata, para quem atinge 40% dos indicadores. A empresa destaca sempre ter tido preocupação com questões relacionadas à sustentabilidade nos seus pilares ambiental, social e econômico. Entre os destaques da empresa estão o aproveitamento da água da chuva para utilização nos banheiros e para refrigeração das injetoras utilizadas no processo produtivo e uma usina solar com mais de 200 placas.

Metalização Igrejinha foi recertificada no nível prata

Fotos: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 417 Visualizações
Projetos especiais

Certificação Origem Sustentável alcança 100 empresas participantes

Por Jonathan da Silva 26/08/2024
Por Jonathan da Silva

Única certificação de ESG e sustentabilidade para a cadeia produtiva do calçado no mundo, a Origem Sustentável chegou a 100 empresas participantes, com 80 já certificadas e 20 em processo de preparação. O reconhecimento abrange empreendimentos que representam cerca de 50% da produção nacional de calçados, de mais de 870 milhões de pares. A certificação foi criada por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

O gerente de marketing e estratégia da Abicalçados, Cristian Schlindwein, destaca que as indústrias de calçado brasileiras estão amadurecendo o tema ESG com estratégias e implementação de práticas. A fala é corroborada com dados que constam no capítulo de ESG do Relatório Setorial Indústria de Calçados 2024, produzido pela entidade, que aponta que 88% das empresas do setor realizam a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos industriais, que são reutilizados, reciclados ou coprocessados. Além disso, a pesquisa traz outros dados relevantes para ilustrar o aumento das práticas de sustentabilidade na atividade: 68% das empresas do setor realizam verificação periódica de seus fornecedores quanto à conformidade legal, ambiental e social; 74% das empresas executam controle de substâncias restritas; 67% das empresas utilizam energia 100% renovável, seja adquirida via Mercado Livre de Energia ou por meio de autogeração; 59% das empresas possuem ao menos uma linha de produtos sustentáveis; entre outros dados.

Segundo Schlindwein, o avanço das práticas de ESG no setor é impulsionado por um movimento de conscientização do consumidor brasileiro e mundial, que vem cobrando medidas de sustentabilidade não somente ambiental, mas também social das marcas. Uma recente pesquisa do McKinsey aponta que 38% dos consumidores do mundo já trocaram sua marca favorita por outra devido a questões relativas ao tema. “A sustentabilidade é um caminho sem volta para a indústria que quer se manter competitiva em um cenário instável e de grande concorrência, muitas vezes predatória”, destaca o gerente.

Competitividade

Dentro do tema da chamada ‘concorrência desleal’, com destaque sempre para os players asiáticos, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a Origem Sustentável é uma ferramenta a mais para a competitividade. “Em um mercado cada vez mais concorrido, em especial com as produtoras asiáticas, a divulgação de ações em acordo com os direitos humanos e com a preservação ambiental se tornaram uma ferramenta de competitividade. Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Nós precisamos divulgar que somos o país com a indústria de calçados mais sustentável do planeta. O consumidor mundial precisa saber disso”, enfatiza Ferreira.

Origem Sustentável

A certificação foi criada pelas entidades para reconhecer tanto empresas produtoras de calçados quanto suas fornecedoras de materiais e insumos. O Origem Sustentável é baseado nas melhores práticas internacionais da área, seguindo diretrizes  em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias dentro da certificação são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes, como Senais, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Mais detalhes podem ser obtidos no site origemsustentavel.org.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2024 0 Comentários 533 Visualizações
Variedades

Mudanças climáticas e sustentabilidade pautam ESG Experience, em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 20/08/2024
Por Jonathan da Silva

Com público de mais de 160 participantes, a ESG Experience foi realizada na quarta-feira (15) no auditório do Memorial Unisc, em Santa Cruz do Sul. As possibilidades de aplicação da sustentabilidade no meio corporativo e as mudanças climáticas foram os focos centrais da atividade promovida pela Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz, Unisc, Alliance One, Cindapa, BAT e Philip Morris Brasil. O evento é considerado o maior na área de ESG no interior do estado.

A professora e especialista em ESG, Hildengard Allgaier, palestrou na abertura do encontro, abordando o tema “Organizações Exponenciais”. Mentora de executivos em transição de carreira e consultora em ESG, Hildengard fundou a escola de inovação e sustentabilidade Ehlo, no Reino Unido, com o intuito de estabelecer pontes entre a academia e o mercado corporativo.

Com base em sua experiência internacional na área, a especialista trouxe reflexões sobre como as lideranças das empresas devem estar articuladas sobre o tema sustentabilidade, destacando que essas práticas devem estar no coração do negócio. A proposta foi mostrar para as empresas como podem amadurecer na sua jornada de investimento social privado, através da formação de líderes responsáveis e identificação de projetos em que possam atuar de forma organizada. “As empresas são organismos vivos e da maneira como nos organizamos podemos trabalhar melhor em nossas fortalezas e potências”, pontuou Hildengard.

A programação seguiu com a apresentação de casos de organizações locais na aplicação das práticas de ESG. Representantes do setor do tabaco, as empresas CBT, Philip Morris Brasil, Alliance One, JTI e BAT mostraram seus avanços nesta área. O caso da pequena indústria de Móveis Verken, de Santa Cruz, mostrou que as práticas de ESG são aplicáveis em empresas de qualquer porte, com ações simples, dirigidas aos colaboradores, à comunidade e ao meio ambiente.

Mudanças climáticas

Entender como as mudanças climáticas vão impactar os negócios e a importância das políticas públicas para enfrentamento desta situação, cuja tendência é de se intensificar nos próximos anos, foi a proposta da palestra do doutor em Desastres Naturais, Marcos Leandro Kazmierczak.

Membro do Comitê ABNT/CEE-063- Gestão de Risco, Kazmierczak abordou o tema “Mudanças Climáticas como Pilar Adicional em Projetos de ESG”. Segundo o especialista, as questões climáticas, como os eventos extremos que atingiram o Rio Grande do Sul em abril e maio deste ano, vão permear todas as demais áreas abrangidas pelo ESG, ambiental, social e governança. “É fundamental que as empresas e os governos estejam preparados para responderem de forma eficaz aos desafios desta nova realidade que já faz parte do nosso dia a dia”, alertou o especialista.

Na esteira desta temática, os professores da Unisc, Pietro Dolci e Markus de Rose, apresentaram os resultados preliminares da pesquisa dos impactos do aquecimento global e mudanças do clima nas empresas das regiões dos Vales. “As respostas obtidas até o momento indicam que, de forma geral, há um bom entendimento dos empresários sobre a importância das questões climáticas sobre os negócios”, afirmou de Rose.

Conforme o professor, a intenção da pesquisa é sensibilizar as empresas para construir uma visão de longo prazo na região, pensando para além do desastre climático, e levando em conta também as mudanças na legislação ambiental. “A partir dos resultados deste estudo, a Universidade e as próprias entidades podem oferecer capacitações para auxiliar as empresas nesse processo, contribuindo para aumentar a capacidade de resiliência da economia regional frente a novos desastres”, ponderou o docente da Unisc.

A pauta do voluntariado organizado encerrou a programação do evento. A coordenadora da área de Comunicação e Relacionamento da Parceiros Voluntários, Nicole Morás, trouxe uma panorama sobra ações da organização no Rio Grande do Sul e seus resultados para a comunidade na palestra “Potencializando o Social: possibilidades e práticas inspiradoras”.

Reserva ambiental e curso

O evento também foi palco de uma inciativa voltada à preservação do meio ambiente. A empresa BAT e a Unisc assinaram um convênio para a gestão da Reserva do Patrimônio Natural (RPPN). Localizada em Salto Rio Pardinho, no interior de Sinimbu, a reserva conta com 221 hectares e é utilizada para estudos e projetos ambientais.

Outra ação foi na área educacional. A Unisc lançou o curso de pós-graduação em ESG, com inscrições até o final de agosto. A proposta é contribui para a formação e capacitação de profissionais para atuarem nesta área nas organizações da região. Os associados da ACI e participantes do evento terão descontos especiais.

Próxima edição confirmada

Diante da avaliação de sucesso da segunda edição do ESG Experience os organizadores já planejam ampliar o evento em 2025. Para o diretor de ESG da ACI, Cassio Arend, a proposta de ser um espaço para o debate e compartilhamento de informações e práticas em relação ao tema foi plenamente atendida. “Nosso desafio agora e ampliar o evento e repensar o seu formato, considerando a grande demanda que tivemos este ano e o interesse que despertou na comunidade regional e inclusive no estado”, afirmou Arend.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2024 0 Comentários 477 Visualizações
Projetos especiais

Calçados Beira Rio reforça compromisso com a sustentabilidade

Por Jonathan da Silva 20/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Calçados Beira Rio promoveu nesta segunda-feira (19) um encontro com a apresentação de programa de sustentabilidade Origem Sustentável para seus fornecedores. A marca é certificada no nível máximo da iniciativa, o Diamante, para quem atinge mais de 80% dos indicadores. Conduzida pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), que concede a certificação, a exposição reforçou o compromisso da marca calçadista de ter a totalidade dos seus fornecedores regulares certificados pelo programa até o final de 2025. O evento aconteceu na sede da empresa, em Novo Hamburgo.

A gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos, destaca que a Beira Rio é um case de sucesso quando se trata de práticas ESG na cadeia produtiva do calçado. “A empresa é uma das maiores do Brasil e do mundo e, claro, quando promove práticas sustentáveis também acaba trazendo junto toda uma cadeia de fornecedores e terceirizados. É um orgulho para o Origem Sustentável ter uma gigante desse porte entre seus certificados”, pontua Aline.

A gestora apresentou o Origem Sustentável, seus indicadores, processos de autorias, entre outros pontos, para os fornecedores da marca calçadista. “O programa preza pela continuidade, certo de que a sustentabilidade é uma jornada que tem um início, mas não tem um fim”, completa Aline.

Certificação para quem promove a sustentabilidade

Criado pela Assintecal em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de mais de 100 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (mais de 80% dos indicadores alcançados), Ouro (mais de 60%), Prata (mais de 40%) e Bronze (mais de 20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV.

Gigante calçadista

Com uma produção de cerca de 600 mil pares diários, a Calçados Beira Rio possui 11 fábricas, todas elas no Rio Grande do Sul. A marca emprega aproximadamente 10 mil pessoas de forma direta. Atualmente, cerca de 15% da produção da empresa calçadista é exportada para mais de 100 países, principalmente na América Latina.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2024 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Indústria calçadista brasileira avança na utilização de materiais alternativos

Por Jonathan da Silva 19/08/2024
Por Jonathan da Silva

Considerado dono da maior indústria de calçados do ocidente, o Brasil produz mais de 865 milhões de pares anualmente. Para 2024, a estimativa da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é de um avanço produtivo entre 0,9% e 2,2%, perspectiva ancorada no mercado interno. Neste contexto de crescimento, também tem avançado a utilização dos chamados materiais alternativos, que são tanto reciclados ou de reuso quanto biomateriais, como insumos provenientes da natureza e biodegradáveis.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, atualmente, seis a cada dez produtoras de calçados possuem ao menos uma linha de produtos sustentáveis. “Embora ainda exista certa dificuldade na questão de escala, o que muitas vezes torna produtos desenvolvidos com materiais alternativos mais custosos para o consumidor, existe um movimento na sociedade que não pode ser ignorado e que, logo mais, irá tornar esses produtos escaláveis e mais competitivos”, projeta o dirigente.

Plugt: demanda internacional

Uma das empresas que utiliza material alternativo na composição do seu calçado é a Plugt, indústria de produtos infantis de Birigui-SP. A calçadista, fundada em 2001, desde sua concepção destaca a preocupação com a sustentabilidade dos seus produtos, que não utilizam materiais pesados nem ftalatos na sua composição. Há cerca de sete anos, a empresa avançou ainda mais. Em uma parceria com uma marca austríaca, a Plugt passou a produzir calçados para adultos no modelo private label com fibra de coco e bambu. “Notando um interesse crescente no mercado, passamos a utilizar o material também na produção da marca Plugt, o que foi um sucesso”, conta o diretor da empresa, Renato Ramires.

Atualmente, segundo Ramires, cerca de 20% da produção diária de 1,2 mil pares é desenvolvida com uma mistura de fibras de coco e bambu com PVC. Segundo ele, existe uma demanda cada vez maior por materiais alternativos, principalmente no mercado internacional, para onde a empresa envia entre 20% e 30% de sua produção. “Aqui no mercado interno esse movimento é mais fraco, mas também vem crescendo, o que nos permite almejar um aumento da utilização das fibras nas nossas linhas”, projeta o empresário. Além das fibras, a Plugt vem estudando o desenvolvimento de calçados com cortiça reaproveitada e o chamado “EVA verde”, produzido a partir da cana-de-açúcar.

Alme: referência em práticas sustentáveis

A Alme, marca feminina que integra o grupo Azzas 2154 (antigo Arezzo&Co), entrou no mercado em 2018 e, em 2021, passou por um reposicionamento, adotando como propósito ser a marca referência em práticas sustentáveis aplicadas ao produto. “Criamos os calçados com o menor impacto possível para o meio ambiente e máximo de conforto para os pés. Combinamos informação de moda e matérias-primas de baixo impacto, como componentes de bases vegetais e reciclados, aliados a uma tecnologia inovadora que proporciona o máximo de conforto e estilo”, conta a head de Operações e Marketing da Alme, Isabella Barbieri.

Os calçados da Alme utilizam materiais biodegradáveis, reciclados e de fontes renováveis, como garrafas pet (originam os fios dos tecidos), cana-de-açúcar (base para o EVA verde utilizado nas palmilhas e solas dos sapatos), algodão reciclado (reaproveitado da indústria têxtil), além do adesivo à base d’água e sem solventes e papel certificado pela Forest Stewardship Council (FSC).

Para Isabella, existe um movimento perceptível nos últimos anos a respeito da importância da sustentabilidade. “Essas discussões foram muito impulsionadas pelos desafios socioambientais que enfrentamos atualmente. Isso se reflete na relação com o consumo e, neste cenário, produtos e marcas que adotam práticas mais sustentáveis se destacam”, comenta a head, que cita ainda uma pesquisa que mostra que 38% dos consumidores já trocaram sua marca favorita por outra devido a questões de sustentabilidade (McKinsey). “Minha percepção é de que os consumidores estão cada vez mais dispostos a buscar produtos que tenham um menor impacto ambiental, preferindo marcas comprometidas com a agenda ESG. Esse é um movimento importante, que fortalece a transformação para um mercado mais consciente”, acrescenta Isabella.

Além dos produtos sustentáveis, a Alme oferece, em suas lojas físicas, um serviço aos clientes para o descarte adequado de sapatos, o Alme Retorna. Por meio dele, os produtos podem se tornar matéria-prima para a indústria cimenteira, uma alternativa mais sustentável em relação ao combustível fóssil.

Vizzia: sustentabilidade competitiva

A PVC Indústria e Comércio, fabricante das sandálias e chinelos da marca Vizzia, também aposta no produto reciclado para ter mais competitividade. Diferente da maioria dos outros players, no entanto, é justamente o PVC reciclado, que é buscado em parceria com catadores de cooperativas locais na cidade de Juazeiro do Norte-CE, que deixa o preço das sandálias mais competitivo. “Processamos, anualmente, mais de 60 toneladas de PVC. Eles, após a moagem, são utilizados nas solas dos nossos produtos, sem perder em nada na qualidade e conforto para as sandálias produzidas a partir de matéria virgem”, conta o diretor da empresa, Wanderson Sampaio Gonçalves.

O empresário diz, ainda, que além de ajudar o meio ambiente com a reciclagem do material que iria para aterros, o processo torna o preço mais competitivo. “O custo fica em torno de 15% menor se comparado ao produto feito a partir de material virgem”, acrescenta Gonçalves.

Com uma produção diária de 14 mil pares de sandálias e 10 mil pares diários de solados de PVC, o grupo exporta cerca de 20% dos calçados desenvolvidos para países da América do Sul. “No mercado internacional, existe uma maior receptividade para o nosso produto, mas o mercado interno ainda valoriza pouco. Acredito que seja um processo de conscientização”, avalia o diretor. Com o mercado doméstico mais aquecido, o empresário projeta que, neste ano, sejam processadas mais de 90 toneladas de PVC, com um crescimento entre 5% e 10% na produção de sandálias e solados.

Além de utilizar o PVC reciclado nos seus calçados, o grupo utiliza polietileno reciclado de para-choques automotivos para desenvolver os cabides que acompanham suas sandálias. “É um processo menor, mas importante. Processamos, mensalmente, cerca de 2 toneladas desse plástico. Assim como o PVC, ele é comprado de cooperativas de reciclagem”, conclui Gonçalves.

Movimento crescente

Além das empresas ouvidas pela Abicalçados, muitas outras utilizam materiais reciclados ou biomateriais nas suas produções. É um movimento crescente no setor e que tem muita relação com a maior conscientização por parte do consumidor.

Grendene: pigmento de algas

Em parceria com a Bloom, empresa de materiais sustentáveis, a Grendene, de Farroupilha, aumentou o conteúdo renovável de produtos com algas de água doce que estavam se proliferando em excesso, causando desequilíbrios ambientais.

Pampili: Eco Friendly

A indústria de calçados infantis de Birigui-SP trabalha com o Projeto Eco Friendly. Trata-se de uma linha de produtos feitos com um percentual de material reciclado, aparas de contraforte, retalhos de solas, etc.

Piccadilly: Linha So.Si

A calçadista gaúcha produtora de sapatos femininos, que tem matriz em Igrejinha, criou um modelo de tênis 100% sustentável, fabricado com 3,5 garrafas pet recicladas, palmilha sustentável e sem origem animal, além de 17% de fio recuperado na indústria têxtil.

Vulcabras: Corre ECO

Produto da marca esportiva Olympikus, o Corre Eco foi desenvolvido por atletas de corrida com tecnologia 100% sustentável. O tênis possui cabedal produzido com pet reciclado, EVA verde (fabricado com cana-de-açúcar) e borracha especial extraída da seringueira. Já as tags dos produtos são desenvolvidas com folhas de manjericão, que podem ser plantadas pelos consumidores.

Tnin: palmilhas de cana-de-açúcar

Com lona feita a partir de resíduos têxteis e reciclagem de pet, jeans reciclado e algodão orgânico, a linha I’m green EVA é produzida com cana-de-açúcar – nas palmilhas -, cola à base de água e papelão reciclado nos materiais de embalagem.

Ferracini: insumos renováveis

A marca de Franca-SP tem uma coleção sustentável com calçados produzidos a partir de insumos renováveis, com cabedal de malha tridimensional knit reciclada, sem tingimento químico. Borracha natural, algodão biodegradável e renovável também fazem parte dos componentes utilizados.

Modare Ultraconforto: cabedal e solado

Cabedal produzido de poliéster reciclado, solado com PVC e casca de arroz são alguns dos materiais alternativos utilizados pela fabricante gaúcha Calçados Beira Rio, de Novo Hamburgo. A marca Modare Ultraconforto é uma das marcas da empresa que utiliza desse diferencial em seus produtos.

Eco Klin: coleção com menor impacto ambiental

Os pequenos também têm no Eco Klin opções com impacto ambiental menor já que a calçadista de Birigui utiliza materiais reaproveitados, tingimento natural, casca de arroz e fibra de bambu nos calçados infantis.

Ramarim: materiais e processos

A calçadista gaúcha tem uma linha de produtos com materiais e processos sustentáveis. Couraça e contraforte produzidos com sobras industriais com 80% de reaproveitamento. Já o forro é feito em PET 100% reciclado e o cabedal é fabricado a base de lona em PET 100% reciclada.

Kenner: novo destino para os resíduos

A marca lançou a coleção Re.Use em que produz calçados a partir de resíduos da produção que seriam descartados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2024 0 Comentários 624 Visualizações
Projetos especiais

Programa do Sindienergia-RS busca autossuficiência energética do Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Indústrias de Energias Renováveis (Sindienergia-RS) lançou na manhã desta segunda-feira (12) o programa “Todas as Energias”, que busca contribuir com a retomada do Rio Grande do Sul após as enchentes deste ano por meio de um setor elétrico de baixo carbono e utilizando todas as fontes renováveis de energia disponíveis no estado. O grande objetivo é tornar o RS autossuficiente no setor de energia.

O programa terá uma divisão em duas fases. Na primeira, com duração de aproximadamente 5 anos, o grande objetivo é atingir a autossuficiência energética do RS, que hoje importa de outros estados 30% da energia consumida, o que representa cerca de 3GW. Na segunda, a meta principal é promover o mercado de hidrogênio verde, principalmente, para fornecimento interno, mas também com oportunidade para exportação. “Vamos atuar e apoiar a estruturação deste modelo de mercado para que ele fique mais atrativo para investimentos”, destaca a presidente do Sindienergia-RS, Daniela Cardeal.

Resultados previstos

  • A curto prazo: A capacidade de conexão aumentará de 3,8 GW para 8 GW. Investimentos imediatos incluem 2 GW em projetos com outorga, resultando em R$ 14 bilhões investidos e 9 mil novos empregos. Isso pode gerar R$ 105 milhões em tributos, R$ 660 milhões em receitas anuais e evitará a emissão de 2,7 milhões de toneladas de CO2.
  • Até 2040: Prevê-se um aumento de demanda para 30 GW em novos projetos de todas as fontes, representando R$ 210 bilhões em novos investimentos. Estimamos a criação de 150 mil empregos, R$ 1,6 bilhão em tributos anuais, gerando R$ 10 bilhões em receitas diretas e indiretas e evitando 1,7 bilhão de toneladas de CO2 no Ambiente.

Cenário

Com a catástrofe climática de maio, prevê-se para o Rio Grande do Sul um impacto socioeconômico significativo também a longo prazo, levando a um recuo econômico. Na última década, o estado também enfrentou adversidades como o apagão de conexão devido aos atrasos nas obras do Leilão 2004/2014, a recessão econômica de 2014-2016, a pandemia de Covid-19 e três verões consecutivos de secas severas. “Mesmo diante desses desafios que dificultam a atração de investimentos, estamos atuando na reconstrução de um estado que priorize a segurança social, a preservação ambiental e a promoção da transição energética”, afirma Daniela Cardeal.

Atuação do Sindienergia-RS

O papel do Sindienergia-RS no processo será o de alinhar poder público, estadual e federal com o setor produtivo, fomentando a indústria gaúcha e atraindo investimentos. “Já iniciamos a definição de uma matriz de potencialidades”, adianta a presidente.

O Estado, por meio dos governos estadual e municipais, tem como principal contribuição comprar energia nova, a menor custo, mais sustentável e que valoriza a produção local. Já a maior demanda junto ao Governo Federal é a oferta de novas linhas de financiamento com juros e condições compatíveis com outras regiões do Brasil. Atualmente, os modelos de financiamento para renováveis no RS geram taxas de financiamento que chegam a 20% ao ano de financiamento, enquanto em outras regiões do Brasil esse índice é de 8,5% e 9% ao ano. “A reconstrução, alinhada com investimentos em um setor elétrico de baixo carbono e utilizando todas as fontes renováveis de energia, visa não só beneficiar o meio ambiente, mas também fortalecer a economia local e nacional, aumentando a segurança energética e alimentar e promovendo o desenvolvimento justo e sustentável com o qual o Brasil está comprometido”, ressalta Daniela.

O evento de lançamento do programa teve a participação do diretor administrativo financeiro, Juliano Pereira, e do diretor do sindicato, Guilherme Sari.

Foto: Sindienergia-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 542 Visualizações
Projetos especiais

Senai-RS recebe o Prêmio Patente Verde ABPI

Por Jonathan da Silva 14/08/2024
Por Jonathan da Silva

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (Senai-RS) recebeu nesta terça-feira (3) o Prêmio Patente Verde, promovido pela Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI). A premiação reconhece projetos de empresas, instituições, cientistas e pesquisadores que desenvolveram patentes em diversas áreas, como Covid, desenvolvimento econômico sustentável, bem estar humano e promoção da igualdade social. O Senai-RS foi agraciado pelo projeto de obtenção de pellets a partir da reciclagem resíduos têxteis sintéticos e naturais desenvolvido por meio do Instituto Senai de Inovação em Engenharia de Polímeros e a Indústria e Comércio de Confecções Bella Moda, de Getúlio Vargas.

A invenção do Senai-RS está relacionada com a técnica de reciclagem de resíduos têxteis produzidos durante os processos de confecção de roupas. O método utiliza um equipamento conhecido como aglutinador para realizar a desfibragem do resíduo, que é posteriormente processado em um misturador termocinético para produzir pellets de polímero.

O impacto da tecnologia do projeto na empresa de 12 funcionários gerou a criação da Libertecce, start-up de Erechim dedicada a oferecer soluções em reciclagem de materiais têxteis. Sediada no Centro de Inovação e Tecnologia de Erechim, o empreendimento está em estágio final de implementação de sua infraestrutura e já atende empresas transformando resíduos em matéria-prima para a produção de artefatos como cabides e componentes para o setor calçadista.

Quando a infraestrutura estiver integralmente implementada, a Libertecce receberá resíduos de empresas dos setores têxtil, moveleiro e automotivo do Rio Grande do Sul e outras regiões, beneficiando estes resíduos através da tecnologia desenvolvida e os retornando às empresas de origem na forma de matéria-prima pronta para a produção de componentes injetados.

A avaliação e escolha do caso vencedor do prêmio feita pela comissão julgadora da ABPI, formada por integrantes da Academia da Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento do INPI, que usou os seguintes critérios de avaliação: potencial para geração de igualdade social (40%), impacto ambiental (25%), potencial para a geração de benefícios econômicos (10%), internacionalização da proteção ( 5%), participação de inventores negros (5%), abordagem de gênero (5%), participação de inventores nordestinos (5%) e participação de inventores brasileiros (5%). A premiação foi entregue durante o 44º Congresso Internacional da Propriedade Intelectual da ABPI, realizado em Porto de Galinhas-PE.

Foto: Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2024 0 Comentários 430 Visualizações
Business

Leopoldense RBT recebe certificação Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria de produtos químicos para couros RBT recebeu a certificação Origem Sustentável, única da área de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista, concedida em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A empresa de São Leopoldo foi certificada no nível Prata, para empreendimentos que correspondem a mais de 40% dos indicadores do programa atingidos.

Fundada em 2010 com a fusão da experiência internacional de dois sócios que trabalharam no setor de couros na China, a RBT nasceu voltada para o atendimento do mercado nacional e internacional do segmento de couro. Com uma produção de 450 toneladas de produtos químicos por mês, que abastecem as indústrias de couros do Brasil e países da Europa, América Latina e Ásia, a empresa conquista sua certificação de sustentabilidade em um momento de expansão no mercado. “Nos últimos quatro anos, mais do que dobramos nossa produção”, conta o diretor da RBT, Alexandre Kauer de Freitas.

De acordo com o dirigente, o Origem Sustentável veio para agregar mais uma ferramenta que irá impulsionar o desenvolvimento da RBT. “O mercado nacional, mas especialmente o internacional, possui uma série de exigências que estão contempladas nos indicadores do Programa. Então, com a adequação ao certificado, também estamos criando uma ferramenta para aumentar as nossas exportações”, avalia Freitas, destacando que o programa funcionou como um “guia” para organizar processos que já eram realizados na empresa, mas que não estavam documentados.

Ambiental

Entre seus destaques de sustentabilidade no eixo ambiental, a RBT possui um sistema para reuso da água na lavagem dos reatores utilizados na produção. “Além da diminuição dos custos com água, também preservamos um recurso importante para o meio ambiente e geramos um volume bem menor de efluentes”, avalia Freitas, ressaltando que a economia anual com o sistema chega a mais de R$ 140 mil. “Em 2023, em relação a 2022, tivemos uma redução de 25% no volume de efluentes gerados, número que está em crescimento”, conta o empresário.

Econômica

Na área econômica, o destaque é para o sistema de rastreabilidade da matéria-prima utilizada, já que atualmente a empresa tem 100% dos insumos utilizados rastreados. “Sabemos de onde vem e para onde vai. Isso diminui a incidência de erros e, consequentemente, gera economia para a empresa”, avalia Freitas.

Social

Com 22 colaboradores, a RBT orgulha-se de ter um sistema de trabalho horizontal, no qual “todos têm voz”. Também são realizadas palestras educativas sobre temas variados, confraternizações com os colaboradores, entre outras ações. A empresa trabalha ainda com doações para entidades beneficentes da comunidade e um grupo de escoteiros local.

Futuro

Freitas ressalta que o objetivo da empresa é evoluir dentro do programa Origem Sustentável, eventualmente indo além do nível Prata. “Sempre temos onde melhorar e o programa tem o papel de nos indicar os caminhos, como um guia para mantermos essa evolução”, conclui o empresário.

Fonte: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 426 Visualizações
Variedades

Estão abertas as inscrições para o 3º Prêmio Planeta Campo

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

As inscrições para o Prêmio Planeta Campo já estão abertas para produtores rurais e agroindústrias atuantes na agricultura de pecuária. A honraria é concedida pelo Canal Rural em reconhecimento à práticas sustentáveis no agronegócio brasileiro. Esta é a terceira edição da premiação.

O objetivo do Prêmio Planeta Campo é destacar resultados positivos ambientais, sociais e econômicos, valorizando o compromisso e os esforços em prol da sustentabilidade no campo. Podem participar propriedades de micro, pequeno, médio e grande porte, classificadas conforme o faturamento do empreendimento: micro porte, com faturamento até R$ 360 mil; pequeno porte, com faturamento de R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões por ano; médio porte, com receita anual entre R$ 4,8 a R$ 90 milhões; e grande porte, com faturamento acima de R$ 90 milhões por ano. Já na categoria agroindústria, serão considerados negócios que atuem com a produção de insumos, transformação, comercialização, logística ou distribuição de produtos agropecuários.

Entre os inscritos, serão selecionados 15 finalistas, dos quais cinco serão vencedores (um para cada categoria do prêmio). A curadoria da premiação está a cargo das empresas realizadoras e parceiras: Canal Rural, Instituto Ethos, Integrow, MBPS (Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável), GAAS (Grupo Associado da Agricultura Sustentável) e Embrapa.

No ano passado, mais de 100 propriedades de todo o país participaram da premiação. “Quem se inscreveu e não ganhou no ano passado pode e deve participar novamente. Queremos reconhecer e valorizar essas iniciativas e mostrar ações inéditas para que outros produtores se inspirem nelas”, salienta a diretora do Canal Rural e responsável pelo projeto, Jaqueline Silva.

As inscrições podem ser realizadas pelo site do Prêmio Planeta Campo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 573 Visualizações
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