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Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção de acidentes aquáticos com crianças

Por Jonathan da Silva 16/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu um alerta sobre a importância da prevenção de acidentes com crianças em ambientes aquáticos, como praias, piscinas e clubes, durante o verão. Afogamentos são uma das principais causas de mortes acidentais na infância durante a estação, destacando a necessidade de supervisão constante e medidas de segurança adequadas.

O vice-presidente da SPRS, Marcelo Porto, enfatizou a importância da vigilância contínua por parte dos responsáveis. “É fundamental manter a supervisão constante e atenta, sem delegar essa responsabilidade a irmãos ou crianças mais velhas. Cercas de segurança ao redor das piscinas, além de pisos antiderrapantes, são medidas também essenciais. A grade com altura de 1,5m, com portão chaveado e a vigilância ininterrupta, são as medidas mais eficientes. Ensinar às crianças os perigos de correr próximo à água e evitar brinquedos perto das bordas também contribuem para a segurança”, explicou Porto.

Outras recomendações da SPRS incluem o uso de coletes salva-vidas, a aprendizagem de primeiros socorros e a atenção redobrada durante passeios e férias. A entidade reforça que medidas simples, como a conscientização sobre os riscos e a adoção de práticas seguras, podem ajudar a evitar não apenas afogamentos, mas também quedas e outros acidentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2025 1 Comentário 616 Visualizações
Saúde

Especialista orienta como ajudar crianças a lidar com estresse e ansiedade na escola

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

Com a proximidade do fim do ano letivo, sinais de estresse e ansiedade podem se tornar frequentes entre as crianças, causados por provas, tarefas acumuladas e pressão por bons resultados. O pediatra e 1º secretário da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Dr. Silvio Baptista, alerta que esses fatores podem impactar tanto o desempenho acadêmico quanto o bem-estar emocional dos estudantes.

As crianças podem apresentar medos sem motivo aparente, angústia, irritabilidade e dificuldade de concentração. Também é comum observar baixa autoestima, alterações no sono e no apetite. Sintomas físicos, como falta de ar, suor excessivo e dores abdominais, podem surgir, prejudicando o desempenho escolar e os relacionamentos com colegas”, afirma o Dr. Baptista.

Segundo o especialista, fatores como bullying, competições excessivas e falta de acolhimento contribuem para agravar esses problemas emocionais. Baptista destaca a necessidade de uma parceria entre escola e família para identificar e enfrentar essas questões. “A escola tem um papel fundamental em perceber mudanças no comportamento das crianças. Instituição e família devem oferecer apoio que respeite as diferenças e celebre os avanços individuais dos alunos”, orienta o pediatra.

Para amenizar os sintomas de estresse e ansiedade, Dr. Baptista sugere estratégias como criar um ambiente familiar acolhedor, reduzir o uso de redes sociais e incentivar atividades lúdicas e ao ar livre. “O diálogo aberto em casa e a priorização do tempo em família são essenciais. Quando necessário, buscar ajuda de profissionais pode fazer a diferença no bem-estar da criança”, explica o especialista.

O médico também reforça a importância de capacitar os profissionais da educação. “Os professores precisam estar preparados para atender às necessidades dos alunos. As atividades escolares devem ser integradoras e acolhedoras, e os serviços de orientação pedagógica devem estar estruturados para resolver conflitos e dificuldades”, ressalta Dr. Baptista, destacando que intervenções precoces são fundamentais para a saúde mental das crianças.

As orientações reforçam a necessidade de atenção e cuidado conjunto entre família e escola, buscando criar um ambiente que favoreça tanto o desenvolvimento acadêmico quanto o emocional dos estudantes.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2024 0 Comentários 539 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção e tratamento da otite infantil

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) tem chamado a atenção dos pais para a importância de prevenir e tratar a otite, uma das infecções mais comuns na infância, que afeta mais de 80% das crianças nos primeiros anos de vida. A forma mais frequente, a otite média aguda, pode causar dores intensas no ouvido, febre, irritabilidade e, se não tratada, levar a complicações como a perda auditiva.

O otorrinolaringologista pediátrico, Dr. José Faibes Lubianca Neto, explicou que existem três tipos principais de otite: a média aguda, caracterizada por dor e febre; a média com efusão, conhecida como “otite silenciosa”, que apresenta redução auditiva sem sintomas aparentes; e a média crônica supurativa, marcada por secreção persistente, muitas vezes associada à perfuração do tímpano.

A identificação precoce dos sintomas é fundamental para o tratamento adequado. A otite média com efusão, por exemplo, pode ser percebida pelos pais quando a criança apresenta dificuldade auditiva”, afirmou o Dr. Lubianca Neto.

Tratamento

O tratamento depende da gravidade e da idade da criança. Em casos de otite média aguda, crianças maiores de dois anos podem ser tratadas com analgésicos, desde que não apresentem secreção. Já para bebês menores de seis meses, o uso de antibióticos é obrigatório. Crianças entre seis meses e dois anos devem receber antibióticos em casos graves. “Para os casos mais severos e prolongados, existe a possibilidade de intervenções como a inserção de tubos de ventilação, que ajudam a prevenir a recorrência da infecção e a perda auditiva associada”, salientou o médico.

Prevenção

A SPRS reforçou medidas preventivas que ajudam a reduzir o risco de otite, como:

  • Evitar a exposição ao fumo passivo;
  • Garantir a amamentação exclusiva até os seis meses de idade;
  • Vacinar as crianças, especialmente com a vacina pneumocócica;
  • Limitar o uso de chupetas apenas ao período de sono;
  • Tratar adequadamente infecções respiratórias superiores.

A entidade destacou que, diante de qualquer sintoma ou suspeita de otite, os pais devem procurar orientação médica para um diagnóstico e tratamento adequados.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assess0ria
19/11/2024 0 Comentários 504 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria faz alerta após aumento de casos de coqueluche no RS

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu recentemente um alerta devido ao aumento nos casos de coqueluche no estado, especialmente em Porto Alegre, onde foram registradas 79 notificações suspeitas e 48 confirmações até a 37ª semana de 2024. Segundo dados da SPRS, dois surtos já foram identificados, e outros sete estão em investigação, envolvendo 28 pessoas.

A doença, que pode ser prevenida pela vacinação, está em alta no Brasil, acompanhando uma tendência global, com aumento de casos em regiões como Estados Unidos, Europa e China. O infecto pediatra da SPRS, Dr. Marcelo Scotta, atribui o crescimento ao declínio na cobertura vacinal. “Observamos um aumento expressivo nas doenças evitáveis, com um crescimento superior a 900% em várias regiões do mundo e, agora, também no Brasil. A principal razão para esse cenário é a baixa cobertura vacinal, especialmente entre crianças e gestantes”, afirma o médico, lembrando que as gestantes têm direito à vacina contra tétano, difteria e coqueluche, disponível gratuitamente no SUS como parte do Programa Nacional de Imunizações. “A vacinação continua sendo a medida mais eficaz para controlar esse risco”, acrescenta Scotta.

A SPRS orienta médicos a notificarem imediatamente todos os casos suspeitos de coqueluche, uma doença de notificação obrigatória no país. O diretor da SPRS, Dr. Benjamin Roitman, enfatiza a importância desse procedimento. “É crucial que, durante o atendimento, o profissional de saúde realize a notificação imediata à Vigilância em Saúde pelos telefones 3289-2471 ou 3289-2472. Além disso, o tratamento deve ser estendido a todos os contactantes do paciente, como forma de prevenção”, orienta Roitman.

Para o diagnóstico, o exame padrão é o PCR para Bordetella, realizado por swab de orofaringe. No entanto, este exame não é amplamente acessível e está disponível apenas em algumas unidades do SUS, sem cobertura pela maioria dos convênios. Na presença de tosse prolongada por mais de 10 dias, a SPRS recomenda que os médicos considerem a possibilidade de coqueluche e iniciem o tratamento adequado o quanto antes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 548 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS faz alerta sobre crises de asma em crianças no inverno

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

O agravamento de crises de asma em crianças durante o inverno tem sido alertado pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). A condição respiratória crônica caracterizada por uma inflamação persistente dos brônquios, tubos responsáveis por conduzir o ar para os pulmões, é o resultado da interação entre características genéticas e fatores ambientais e biológicos. O aumento de infecções por vírus é a principal causa do agravamento durante esta época do ano.

De acordo com o pneumologista pediátrico associado à SPRS, Paulo Pitrez, os principais sintomas da enfermidade nas crianças são tosse, chiado no peito e falta de ar. “A asma afeta clinicamente com sintomas respiratórios recorrentes, que são tosse, chiado no peito, falta de ar e a sensação de aperto no peito, podendo ser uma combinação desses sintomas. Às vezes o paciente apresenta um sintoma de forma mais frequente que outro e, quanto mais grave, mais comuns eles se tornam”, destaca Pitrez.

Deste modo, o médico relata que os sintomas podem surgir durante o dia, quando a criança está em aula, sendo bastante comum ao praticar exercícios, que podem desencadear uma crise. Também podem ocorrer no período da noite, em que a criança desperta com um broncoespasmo, definido como a contração repentina da musculatura dos brônquios, fazendo com que haja uma entrada menor quantidade de ar nos pulmões.

Além disso, o especialista salienta que infecções virais são a causa mais comum das crises de asma, com o maior risco de quadros mais graves. “O grande vilão das crises de asma, que leva as crianças a consultas com o pediatra, visitas a salas de emergência e hospitalizações, são causadas por infecções virais, que acontecem mais durante o inverno’’, pontua Pitrez.

O tratamento para a doença consiste no controle ambiental, diminuindo a poeira, o mofo, prevenindo o contato com fumantes e utilizando medicamentos controladores com corticoide inalatório e broncodilatadores. “O controle do ambiente é importante, reduzindo a poeira, o mofo, evitando o contato com pólen, gramíneas, e animais, caso a criança seja alérgica a estes fatores. Ambientes que têm cigarro também fazem muito mal para a criança. Como tratamento nós temos a medicação de controle, com o uso diário do corticoide inalatório, para reduzir a inflamação dos brônquios. O paciente com sintomas mais frequentes deve utilizar um tratamento diário, uma ou duas vezes ao dia, com essa linha de medicamentos, às vezes adicionando broncodilatadores. Se tiver sintomas ou crises, quando em vigência do tratamento, deve sempre utilizar a medicação de resgate prescrita (com broncodilatador) e procurar atendimento do seu pediatra e fazer uma revisão’’, relata o médico.

Pitrez também ressalta que em casos de crianças com a doença mais grave, em que os tratamentos mais comuns não funcionam, há outras alternativas mais modernas. “Para aqueles com asma grave, que não respondem a nenhum desses tratamentos e medicamentos inalatórios convencionais, temos terapias novas, muito eficazes, sendo os imunobiológicos, que reduzem a inflamação dos brônquios com alta eficácia e segurança, melhorando muito a vida dos pacientes com asma grave, mas de alto custo”, finaliza o especialista.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 560 Visualizações
Saúde

XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria tem data confirmada

Por Jonathan da Silva 01/08/2024
Por Jonathan da Silva

O XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria acontecerá de 15 a 17 de maio de 2025, no Centro de Eventos BarraShoppingSul, em Porto Alegre. As datas foram confirmadas pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) nesta semana. O evento, que já considerado tradicional entre os pediatras do estado, tem o objetivo de promover a atualização profissional e a troca de conhecimentos entre especialistas.

A presidente do congresso, Denise Leite Chaves, destaca a importância do evento, especialmente após as recentes adversidades enfrentadas pelo Rio Grande do Sul. “Foi com muita honra que aceitei ser presidente da próxima edição do nosso já tradicional Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria. É um grande desafio, pois, logo após nossa edição de 2024, o Rio Grande do Sul foi devastado pela pior catástrofe climática que nosso estado já sofreu. Estamos todos impactados, e nosso estado levará muito tempo para se reerguer. Mas, muito mais que isto, nós, como pediatras, temos que reconhecer que as crianças foram novamente atingidas, e pouco tempo após o impacto que a epidemia de Covid causou. Profundas marcas ao seu desenvolvimento biopsicossocial mais uma vez impactarão seu futuro”, pontua Denise.

A presidente reforça a necessidade de constante atualização e qualificação dos profissionais da área. “Estamos vivendo um momento de grandes desafios, grandes mudanças, com uma medicina em contínua evolução, cada vez mais tecnológica, transformando a educação e as relações interpessoais. E com certeza temos que nos atualizar, debater e nos qualificar sempre, pois é papel do pediatra, como especialista, a vigilância da saúde da criança. Nós conduzimos a saúde do futuro”, salienta Denise.

O presidente da SPRS, José Paulo Ferreira, reforça o convite aos colegas para o evento. “Este evento, já consagrado entre os pediatras gaúchos, é uma tradição que nos permite não apenas atualizar nossos conhecimentos, mas também reencontrar amigos e colegas de profissão”, destaca Ferreira.

Durante o congresso, os participantes terão a oportunidade de assistir a palestras e workshops com especialistas renomados, discutir casos clínicos e trocar experiências. Serão abordados temas como inovações em tratamentos pediátricos, prevenção de doenças, saúde mental e a importância da abordagem interdisciplinar no cuidado infantil.

Mais detalhes sobre o XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria podem ser obtidos no site oficial do evento, no link gauchopediatria.com.br/home.asp.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS saúda fortalecimento da imunização contra Covid-19

Por Amanda Krohn 13/01/2023
Por Amanda Krohn

Entre as prioridades elencadas pelo governo federal em suas primeiras manifestações está a retomada dos altos índices de cobertura vacinal, incluindo a imunização contra a Covid-19. A medida foi bem recebida pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) que, através do seu conhecimento médico e científico, coloca-se à disposição dos órgãos públicos para colaborar. O pediatra e diretor da SPRS, Benjamin Roitman, ressalta que a intenção do Ministério da Saúde de fazer campanha de vacinação para recuperar as coberturas vacinais vem em boa hora.

“Há várias doenças que contam com vacinas disponíveis e continuam atingindo nossas crianças (Covid, pneumonias, meningites) e outras patologias que podem voltar a circular pela baixa cobertura vacinal (pólio, difetria, tétano, entre outras). O Programa Nacional de Imunizações (PNI) é um programa de Estado que tem mais de 30 anos, não de governo; ou seja, ultrapassa fronteiras ideológicas ou partidárias”, afirma.

O médico reforça que é direito de toda a criança receber vacina que protege contra inúmeras doenças graves e dever da família oferecer esta proteção aos seus filhos. “Defendemos que seja feito um esforço conjunto envolvendo pais, professores, instituições de ensino, instituições de saúde, pediatras e órgãos do estado nos âmbitos municipal, estadual e federal. Cada um faz a sua parte. O importante é disponibilizar as vacinas com segurança e praticidade (horários estendidos), levar a criança até a unidade de saúde, observar as carteiras de vacinação e atualizar na primeira oportunidade. É hora de chamar os pais e lembrar da necessidade e da importância das vacinas. Campanhas de vacinação são sempre bem vindas pois é um momento de mobilização de toda a sociedade” completa Benjamin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2023 0 Comentários 633 Visualizações
Saúde

Pediatra orienta acerca da prevenção de doenças respiratórias

Por Amanda Krohn 12/09/2022
Por Amanda Krohn

Devido às mudanças bruscas de temperatura no Rio Grande do Sul, é comum a ocorrência de doenças respiratórias nas crianças. A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) reforça a importância de alguns cuidados, como a vacinação, por exemplo. O pediatra Marcelo Pavese Porto ressalta que é essencial que os pais mantenham a carteira vacinal de seus filhos em dia.

“Nunca se vacinou tão pouco. Não estamos falando só de Covid-19, mas de todas as outras doenças. Isso está fazendo com que estejam ressurgindo doenças importantes como sarampo, coqueluche, além dos riscos severos de algumas meningites”, alerta. “Por tudo isso estamos sugerindo que as pessoas retomem a vacinação, conversem com o seu pediatra e não deixem de aplicar as doses necessárias”, continua.  Porto explica também sobre a vacina contra a gripe. “Ela precisa ser feita anualmente. Embora sintomas gripais apareçam com uma série de outros, a Influenza pode ser grave e matar. Existe vacina disponível a partir dos seis meses de idade. Então, não justifica as pessoas não fazerem”, salientou.

Outros cuidados

Marcelo Pavese Porto lembra que cuidados relativamente simples também devem ser seguidos. Um deles é não levar as crianças que tenham algum sintoma gripal ou resfriado para escola ou para a creche. “Primeiro eles precisam de um tempo de repouso para se recuperar. A imunidade dele está baixa e o expõe a pegar outras doenças. Além de tudo, é claro, tem a cadeia de transmissão”, observa. “A criança que está com uma gripe ou resfriado não deve ir para escola porque vai transmitir para outros. Em caso de febre, é ainda mais grave. Em hipótese alguma ele deve ir para escola”, prossegue.

O profissional enfatiza também a necessidade da proteção aos bebês recém-nascidos. “Não indicamos que levem crianças muito pequenas em aniversários, festas, shows, ou em um shopping, por exemplo, ou que recebam aquela série de visitas quando ainda é muito pequeno. Abaixo dos quatro meses, deve-se evitar aglomeração de pessoas”, disse. Por fim, no caso de bebês, Marcelo Pavese indica que manter o aleitamento materno também é um cuidado primordial. “Feito de forma exclusiva até os seis meses de vida, ajuda não apenas na produção de anticorpos que a mãe passa para o bebê, mas proporciona outros fatores de defesa”, determina. “É fundamental na prevenção de doenças. Mesmo depois de seis meses é importante manter na medida do possível”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2022 0 Comentários 961 Visualizações
Saúde

SPBRS e Simers propõem lei para reduzir morbimortalidade em partos

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

A Sociedade de Pediatria do RS (SPRS) e o Núcleo de Pediatria do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) se uniram para propor a criação de uma lei que obriga a presença de um médico habilitado em reanimação neonatal nas salas de parto. O objetivo da iniciativa é a redução das altas taxas de morbimortalidade materna, peri e neonatal.  O documento com a proposta para um futuro Projeto de Lei está sendo encaminhado para os deputados gaúchos, com foco na reversão desses números. O primeiro integrante do Executivo Estadual a receber o texto foi o deputado Dr. Tiago, das mãos do diretor do Simers, Antônio Castro.

A ação busca assegurar o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do nascimento, por meio de uma lei estadual. O que deve ser levado, em outro momento, ao âmbito federal. A ação pretende, ainda, ampliar o que já vem sendo adotado pelo Ministério da Saúde, na área de atenção à gestante. Como, por exemplo, os investimentos nas redes estaduais de assistência à gestação de alto risco, o incremento do custeio de procedimentos específicos.

A estatística

Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), apontam que, em 2019, 20% dos 18.402 óbitos neonatais precoces no país, estavam associados à asfixia perinatal, hipoxia ao nascer e/ou à síndrome de aspiração meconial. A situação se agrava nos casos de recém-nascidos com peso de nascimento menor ou igual a 2.500 quilos, quando tais causas contribuíram para a morte de quatro a cada dia.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 751 Visualizações
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