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Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para riscos de infecções respiratórias agudas no inverno

Por Jonathan da Silva 19/08/2025
Por Jonathan da Silva

A pneumonia e a bronquiolite estão entre as principais preocupações da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) durante o inverno, quando o frio favorece a circulação de vírus respiratórios. A entidade alerta que bebês e crianças pequenas estão mais suscetíveis às doenças, especialmente à bronquiolite, causada principalmente pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que acomete lactentes nos meses de outono e inverno.

De acordo com o diretor da SPRS, o médico pediatra Benjamin Roitman, a bronquiolite é uma infecção viral que atinge principalmente bebês. “A circulação desse vírus ocorre nos meses de outono e inverno, e os casos mais graves atingem os bebês, que têm vias aéreas menores e sistema imunológico imaturo. Prematuros e crianças com doenças cardíacas ou pulmonares crônicas têm risco aumentado de complicações”, afirma Roitman.

A transmissão acontece pelo contato direto com secreções respiratórias, e ambientes fechados como creches favorecem a disseminação. Não há tratamento específico, mas medidas de suporte como higienização nasal, hidratação e amamentação auxiliam no cuidado. Nos casos mais graves, com dificuldade para respirar, respiração acelerada ou baixa saturação de oxigênio, pode ser necessária internação hospitalar.

Prevenção e vacinas

O pediatra reforça que a prevenção é fundamental. “Há vacinas contra o VSR para adultos e gestantes, o que protege os bebês nos primeiros meses de vida. Também existem anticorpos aplicados nos meses de outono e inverno em bebês com maior risco, disponíveis no SUS para casos como prematuridade ou cardiopatia congênita. Além disso, incentivar o aleitamento materno e evitar aglomerações são atitudes importantes”, acrescenta Roitman.

Cuidados contra a pneumonia

A SPRS também destaca a atenção para a pneumonia, que pode surgir como complicação de uma gripe. Os principais sinais de alerta são febre persistente, tosse intensa, secreção e prostração. “Se a criança estiver com dificuldade respiratória, respiração rápida ou dor torácica, é indispensável procurar atendimento médico. As formas mais graves são geralmente causadas por bactérias e podem ser prevenidas com vacinas disponíveis no SUS, como a Penta (contra Haemophilus tipo B) e a Pneumo 10V”, explica o diretor.

Proteção ampliada

A sociedade lembra que as vacinas contra a gripe (influenza) e contra a Covid-19 estão disponíveis a partir dos 6 meses de idade, ajudando a reduzir complicações respiratórias decorrentes de outras infecções virais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2025 1 Comentário 301 Visualizações
Saúde

Alerta sobre diabetes infantil é reforçado pela Sociedade de Pediatria do RS

Por Jonathan da Silva 24/06/2025
Por Jonathan da Silva

Com a proximidade do dia 26 de junho, data dedicada à prevenção e conscientização do diabetes, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está reforçando o alerta sobre o aumento de casos da doença em crianças e adolescentes. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o Brasil é o terceiro país do mundo com maior número de diagnósticos de diabetes tipo 1 na faixa de 0 a 19 anos, somando cerca de 92,3 mil casos, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos.

O dado preocupa profissionais da saúde devido à complexidade do cuidado exigido desde a infância. De acordo com o endocrinologista pediátrico e associado da SPRS, Dr. Guilherme Guaragna Filho, é essencial compreender os diferentes tipos de diabetes que podem afetar crianças. “Existem diferentes tipos de diabetes em crianças. O mais comum é o diabetes tipo 1, uma doença autoimune que geralmente se manifesta na infância. Também é possível ocorrer o diabetes tipo 2, especialmente relacionado à obesidade infantil, que tem se tornado mais frequente. A obesidade, nesse caso, é um fator ambiental de risco. No tipo 1, além da predisposição genética, sabe-se que há necessidade de algum gatilho ambiental, embora ele ainda não esteja totalmente definido”, explica Guaragna Filho.

Tipos de diabetes e mitos comuns

O médico ressalta que uma dúvida comum entre pais e cuidadores é se o consumo excessivo de doces pode causar a doença. “Para o tipo 1, a resposta é não. Já no tipo 2, o consumo excessivo de açúcar pode levar ao ganho de peso, o que, por sua vez, aumenta o risco de desenvolver a doença. Há ainda um terceiro tipo, mais raro, chamado diabetes monogênico, que está ligado a mutações genéticas em genes relacionados à liberação de insulina pelo pâncreas”, acrescenta o Dr. Guaragna.

Sinais de alerta e diagnóstico precoce

Entre os principais sintomas que devem chamar a atenção dos responsáveis estão sede excessiva, urina frequente, perda de peso repentina, fadiga e visão turva. O diagnóstico precoce é considerado fundamental para evitar complicações, como a cetoacidose diabética.

Desafios no cuidado diário

O acompanhamento da doença exige uma rotina disciplinada por parte das famílias, especialmente no caso do diabetes tipo 1. O Dr. Guaragna destaca que o controle alimentar, o uso diário de insulina e o suporte no ambiente escolar são pilares do tratamento. “O manejo do diabetes tipo 1 em crianças exige dedicação dos pais, principalmente no uso diário de insulina e no controle da alimentação. Mesmo com sensores que facilitam o monitoramento da glicose, a rotina de aplicações e a organização dos horários ainda são desafiadoras. A alimentação saudável é essencial — igual para crianças com ou sem diabetes — mas cortar guloseimas exige disciplina extra. A prática de atividade é importante e estimulada nesses pacientes, no entanto é preciso ter cuidado para evitar episódios de hipoglicemia, que devem ser tratados com alimentos de rápida absorção, como suco de laranja, e não chocolates. Na escola, o apoio é fundamental para garantir que a criança possa aplicar a insulina e lidar com emergências com segurança”, afirma o médico.

Educação em saúde e prevenção

A SPRS enfatiza a importância da informação como estratégia de prevenção e de apoio às famílias. Identificar precocemente os sintomas e conhecer os diferentes tipos de diabetes é, segundo a entidade, essencial para garantir o tratamento adequado e a segurança das crianças e adolescentes com a doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2025 1 Comentário 288 Visualizações
Saúde

Abril Azul destaca importância do diagnóstico precoce do autismo

Por Jonathan da Silva 14/04/2025
Por Jonathan da Silva

Durante o mês de abril, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está destacando a importância do diagnóstico precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA) como parte das ações do Abril Azul, campanha que busca promover a inclusão e conscientização sobre o tema. A entidade chama atenção para o papel do pediatra na identificação dos primeiros sinais do transtorno e no acompanhamento do desenvolvimento infantil desde os primeiros meses de vida.

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento que pode afetar a comunicação, o comportamento e a interação social da criança, com manifestações que variam em forma e intensidade. Segundo o médico pediatra do Desenvolvimento e Comportamento e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da SPRS, Dr. Renato Santos Coelho, a atuação precoce do pediatra pode ser decisiva na trajetória da criança com autismo. “O pediatra é o profissional que tem a oportunidade de identificar esses aspectos desde muito cedo. Ele muitas vezes realiza consultas ainda no hospital, está presente junto à família no final da gestação e acompanha o recém-nascido já na sala de parto. Esse profissional entra na intimidade da família, tornando-se, de certa forma, o médico da família, e segue acompanhando a criança ao longo do tempo. Por isso, é fundamental que o pediatra conheça o desenvolvimento típico infantil. Esse conhecimento é essencial para que ele consiga identificar, precocemente, os bebês que apresentam um desenvolvimento atípico”, afirmou Santos Coelho.

Intervenções baseadas em evidências

A SPRS reforça que a intervenção precoce, desde que baseada em evidências, pode contribuir para a melhora na qualidade de vida da criança com TEA. As ações incluem a suavização de sintomas, a promoção da inclusão escolar e social e a redução de impactos emocionais, educacionais e econômicos para as famílias e para a sociedade.

Formação contínua é necessária

O aumento na prevalência de casos de TEA, associado à ampliação dos critérios diagnósticos e ao desenvolvimento de novos instrumentos de rastreamento, aponta para a necessidade de formação continuada dos profissionais da saúde, além de educadores e familiares, como medida essencial para garantir o suporte adequado às crianças com o transtorno.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2025 1 Comentário 347 Visualizações
Projetos especiais

Sociedade de Pediatria do RS participa de articulação contra violência sexual infantil

Por Jonathan da Silva 11/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) participou, nesta quinta-feira (11), de uma reunião promovida pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (Ceevsca/RS). O encontro, realizado no Centro de Referência em Atendimento Infantojuvenil (Crai) do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, em Porto Alegre, teve como objetivo discutir os protocolos de atendimento e os fluxos de encaminhamento de casos de violência em instituições privadas de saúde.

A iniciativa contou com a presença de entidades médicas como a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) e a SPRS, representada pelo presidente da entidade, Dr. José Paulo Ferreira, pelo 2º secretário, Dr. João Ronaldo Mafalda Krauzer, e pela diretora, Dra. Maria de Fátima Fernandes Gea.

Protocolos de atendimento e legislação

O presidente da SPRS, Dr. José Paulo Ferreira, destacou a importância do alinhamento entre os profissionais da saúde para um atendimento adequado e eficiente. “A SPRS entende que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes exige um trabalho contínuo, técnico e colaborativo entre os profissionais da saúde e as instituições. É fundamental que todos conheçam e cumpram os fluxos adequados de atendimento e notificação, conforme previsto na Lei nº 13.431/2017”, afirmou Ferreira.

A psicóloga da Secretaria Estadual da Saúde, Rosângela Monteiro, enfatizou a relevância da legislação e da campanha em desenvolvimento. “A Lei 13.431/2017 garante a escuta protegida de crianças e adolescentes vítimas de violência, evitando que sejam obrigados a repetir várias vezes o mesmo relato. A campanha busca ampliar a aplicação da lei também nas instituições privadas de saúde, orientando médicos e médicas, especialmente os que atuam em consultórios, clínicas e serviços populares, sobre como agir nesses casos. O objetivo é garantir acolhimento adequado, evitar a revitimização e reforçar a obrigação de notificação imediata aos órgãos competentes”, comentou Rosângela.

Campanha será lançada em maio

O encontro também marcou o início da mobilização interinstitucional para uma campanha de conscientização que será lançada durante o Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria, de 15 a 17 de maio, no Centro de Convenções BarraShoppingSul, em Porto Alegre. A ação pretende orientar profissionais da saúde e a população em geral sobre como proceder diante de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, aproveitando a mobilização do Mês de Maio, período dedicado ao enfrentamento dessa violência.

Além da divulgação entre os médicos durante o congresso, estão previstas a produção e distribuição de materiais informativos em hospitais, clínicas, unidades de saúde e espaços públicos e privados. A iniciativa reforça a importância da notificação obrigatória dos casos, do acolhimento adequado das vítimas e da responsabilização dos agressores.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2025 1 Comentário 310 Visualizações
Saúde

SPRS alerta para a importância da vacinação contra Influenza para crianças

Por Jonathan da Silva 01/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza terá início em 7 de abril, com a meta de imunizar 90% dos grupos prioritários, incluindo crianças de seis meses a menores de seis anos. A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) tem reforçado a importância da vacinação para reduzir casos graves da doença e prevenir complicações, como pneumonia e hospitalização.

O médico pediatra da SPRS, Juarez Cunha, destaca que a gripe pode parecer um problema comum, mas seus efeitos podem ser severos, especialmente em crianças pequenas. “O vírus influenza está entre os principais causadores de infecções respiratórias em todas as faixas etárias, sendo particularmente perigoso para crianças, devido à maior vulnerabilidade. Assim como idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, elas apresentam maior risco de complicações, como pneumonia, otite e sinusite. A vacinação é essencial para reduzir a incidência da gripe, tornando os casos mais leves e prevenindo desdobramentos graves, além de diminuir a necessidade de antibióticos e atendimentos médicos. Por isso, a imunização é recomendada pelo Ministério da Saúde, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela SPRS”, afirma Cunha.

Mitos sobre a vacina

Apesar da segurança comprovada da vacina contra a Influenza, persistem mitos que dificultam a adesão à campanha. Um dos equívocos mais comuns é a crença de que a vacina pode causar gripe, o que não procede, pois o imunizante é produzido com vírus inativados, sem capacidade de transmissão. “Esse é um dos principais mitos sobre a vacina contra a gripe. No entanto, a infecção pela influenza não pode ser causada pela imunização, pois a vacina contém apenas vírus inativados. Como qualquer imunizante, ela pode gerar eventos adversos, mas, na maioria das vezes, são reações leves e locais, como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação — na coxa, para crianças menores de dois anos, e no braço, a partir dessa idade. Em alguns casos, pode ocorrer febre leve nas primeiras 24 a 48 horas, mas esse tipo de reação é incomum”, destaca Cunha.

Recomendações da SPRS

A Sociedade de Pediatria do RS recomenda a imunização universal de crianças e adultos, ressaltando que a vacina é segura para todas as crianças, inclusive aquelas com imunidade comprometida devido a doenças ou tratamentos. Crianças com comorbidades, como diabetes, têm maior risco de complicações caso contraiam a gripe, tornando a imunização ainda mais essencial. A recomendação oficial inclui crianças entre seis meses e cinco anos, mas, no caso de comorbidades, não há limite de idade.

No passado, a alergia ao ovo gerava dúvidas sobre a segurança da vacina, mas atualmente, mesmo crianças com reações alérgicas graves podem recebê-la, desde que em locais com estrutura para atendimento a possíveis intercorrências.

A campanha disponibilizará 35 milhões de doses em todo o Brasil. Além da rede pública, a vacina também está disponível na rede privada, com diversas clínicas oferecendo o imunizante para a faixa etária indicada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2025 1 Comentário 329 Visualizações
Ensino

Sociedade de Pediatria do RS avalia impactos da restrição ao uso de celulares nas escolas

Por Jonathan da Silva 29/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está avaliando os impactos da Lei nº 15.100/2025, sancionada em 13 de janeiro, que restringe o uso de celulares e outras tecnologias nas escolas brasileiras. A norma estabelece que o uso de dispositivos móveis em sala de aula deve ter um propósito pedagógico definido e planejado pelos professores, evitando que se tornem elementos de distração.

Com a volta às aulas, a medida será aplicada na prática, visando proteger a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes e promover um ambiente de aprendizado mais equilibrado.

Impactos do uso excessivo de telas

O médico pediatra do Desenvolvimento e Comportamento e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da SPRS, Renato Santos Coelho, ressaltou os efeitos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos por crianças e adolescentes nos últimos anos.

O que estamos vivenciando é reflexo de um contexto no qual o avanço da tecnologia tomou conta de nossas vidas. Esse fenômeno não é novo, vem ocorrendo desde a implantação e surgimento dos aparelhos de celular. Porém, durante a pandemia, esse quadro foi ampliado, uma vez que as crianças foram forçadas a se adaptar ao uso de tecnologias para a aprendizagem e entretenimento, mas o impacto disso foi sentido no consultório já em 2021, com aumento de problemas de aprendizado e atrasos no desenvolvimento”, afirma Renato Santos Coelho.

Segundo Coelho, o uso excessivo de dispositivos eletrônicos nos primeiros anos de vida pode afetar o desenvolvimento da linguagem, da comunicação e das habilidades cognitivas das crianças, além de impactar negativamente seu comportamento. Estudos indicam que essa exposição precoce pode retardar o desenvolvimento cognitivo e emocional, afetando diretamente a comunicação.

Reflexão sobre o papel da tecnologia na educação

A nova legislação propõe, além da regulamentação do uso de celulares, uma reflexão sobre o impacto das tecnologias no aprendizado e na interação social dentro do ambiente escolar. O objetivo é conscientizar estudantes e professores sobre um uso equilibrado dos dispositivos digitais.

Acredito que o essencial é garantir que as crianças possam focar em sua aprendizagem de forma mais eficaz. A tecnologia, quando utilizada de maneira consciente e com um objetivo pedagógico, pode ser uma ferramenta poderosa. No entanto, quando usada de forma indiscriminada, pode prejudicar a atenção, a qualidade do sono e até afetar o comportamento das crianças, causando irritabilidade e dificuldades nas interações sociais”, destaca Renato Coelho.

A SPRS também reforça a importância do papel dos pais no controle do uso das tecnologias pelas crianças. Segundo a entidade, muitos adultos acabam servindo de modelo para os filhos, o que torna essencial que eles próprios façam um uso equilibrado dos dispositivos móveis.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2025 1 Comentário 364 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção de acidentes aquáticos com crianças

Por Jonathan da Silva 16/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu um alerta sobre a importância da prevenção de acidentes com crianças em ambientes aquáticos, como praias, piscinas e clubes, durante o verão. Afogamentos são uma das principais causas de mortes acidentais na infância durante a estação, destacando a necessidade de supervisão constante e medidas de segurança adequadas.

O vice-presidente da SPRS, Marcelo Porto, enfatizou a importância da vigilância contínua por parte dos responsáveis. “É fundamental manter a supervisão constante e atenta, sem delegar essa responsabilidade a irmãos ou crianças mais velhas. Cercas de segurança ao redor das piscinas, além de pisos antiderrapantes, são medidas também essenciais. A grade com altura de 1,5m, com portão chaveado e a vigilância ininterrupta, são as medidas mais eficientes. Ensinar às crianças os perigos de correr próximo à água e evitar brinquedos perto das bordas também contribuem para a segurança”, explicou Porto.

Outras recomendações da SPRS incluem o uso de coletes salva-vidas, a aprendizagem de primeiros socorros e a atenção redobrada durante passeios e férias. A entidade reforça que medidas simples, como a conscientização sobre os riscos e a adoção de práticas seguras, podem ajudar a evitar não apenas afogamentos, mas também quedas e outros acidentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2025 1 Comentário 459 Visualizações
Saúde

Especialista orienta como ajudar crianças a lidar com estresse e ansiedade na escola

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

Com a proximidade do fim do ano letivo, sinais de estresse e ansiedade podem se tornar frequentes entre as crianças, causados por provas, tarefas acumuladas e pressão por bons resultados. O pediatra e 1º secretário da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Dr. Silvio Baptista, alerta que esses fatores podem impactar tanto o desempenho acadêmico quanto o bem-estar emocional dos estudantes.

As crianças podem apresentar medos sem motivo aparente, angústia, irritabilidade e dificuldade de concentração. Também é comum observar baixa autoestima, alterações no sono e no apetite. Sintomas físicos, como falta de ar, suor excessivo e dores abdominais, podem surgir, prejudicando o desempenho escolar e os relacionamentos com colegas”, afirma o Dr. Baptista.

Segundo o especialista, fatores como bullying, competições excessivas e falta de acolhimento contribuem para agravar esses problemas emocionais. Baptista destaca a necessidade de uma parceria entre escola e família para identificar e enfrentar essas questões. “A escola tem um papel fundamental em perceber mudanças no comportamento das crianças. Instituição e família devem oferecer apoio que respeite as diferenças e celebre os avanços individuais dos alunos”, orienta o pediatra.

Para amenizar os sintomas de estresse e ansiedade, Dr. Baptista sugere estratégias como criar um ambiente familiar acolhedor, reduzir o uso de redes sociais e incentivar atividades lúdicas e ao ar livre. “O diálogo aberto em casa e a priorização do tempo em família são essenciais. Quando necessário, buscar ajuda de profissionais pode fazer a diferença no bem-estar da criança”, explica o especialista.

O médico também reforça a importância de capacitar os profissionais da educação. “Os professores precisam estar preparados para atender às necessidades dos alunos. As atividades escolares devem ser integradoras e acolhedoras, e os serviços de orientação pedagógica devem estar estruturados para resolver conflitos e dificuldades”, ressalta Dr. Baptista, destacando que intervenções precoces são fundamentais para a saúde mental das crianças.

As orientações reforçam a necessidade de atenção e cuidado conjunto entre família e escola, buscando criar um ambiente que favoreça tanto o desenvolvimento acadêmico quanto o emocional dos estudantes.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2024 0 Comentários 382 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção e tratamento da otite infantil

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) tem chamado a atenção dos pais para a importância de prevenir e tratar a otite, uma das infecções mais comuns na infância, que afeta mais de 80% das crianças nos primeiros anos de vida. A forma mais frequente, a otite média aguda, pode causar dores intensas no ouvido, febre, irritabilidade e, se não tratada, levar a complicações como a perda auditiva.

O otorrinolaringologista pediátrico, Dr. José Faibes Lubianca Neto, explicou que existem três tipos principais de otite: a média aguda, caracterizada por dor e febre; a média com efusão, conhecida como “otite silenciosa”, que apresenta redução auditiva sem sintomas aparentes; e a média crônica supurativa, marcada por secreção persistente, muitas vezes associada à perfuração do tímpano.

A identificação precoce dos sintomas é fundamental para o tratamento adequado. A otite média com efusão, por exemplo, pode ser percebida pelos pais quando a criança apresenta dificuldade auditiva”, afirmou o Dr. Lubianca Neto.

Tratamento

O tratamento depende da gravidade e da idade da criança. Em casos de otite média aguda, crianças maiores de dois anos podem ser tratadas com analgésicos, desde que não apresentem secreção. Já para bebês menores de seis meses, o uso de antibióticos é obrigatório. Crianças entre seis meses e dois anos devem receber antibióticos em casos graves. “Para os casos mais severos e prolongados, existe a possibilidade de intervenções como a inserção de tubos de ventilação, que ajudam a prevenir a recorrência da infecção e a perda auditiva associada”, salientou o médico.

Prevenção

A SPRS reforçou medidas preventivas que ajudam a reduzir o risco de otite, como:

  • Evitar a exposição ao fumo passivo;
  • Garantir a amamentação exclusiva até os seis meses de idade;
  • Vacinar as crianças, especialmente com a vacina pneumocócica;
  • Limitar o uso de chupetas apenas ao período de sono;
  • Tratar adequadamente infecções respiratórias superiores.

A entidade destacou que, diante de qualquer sintoma ou suspeita de otite, os pais devem procurar orientação médica para um diagnóstico e tratamento adequados.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assess0ria
19/11/2024 0 Comentários 343 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria faz alerta após aumento de casos de coqueluche no RS

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu recentemente um alerta devido ao aumento nos casos de coqueluche no estado, especialmente em Porto Alegre, onde foram registradas 79 notificações suspeitas e 48 confirmações até a 37ª semana de 2024. Segundo dados da SPRS, dois surtos já foram identificados, e outros sete estão em investigação, envolvendo 28 pessoas.

A doença, que pode ser prevenida pela vacinação, está em alta no Brasil, acompanhando uma tendência global, com aumento de casos em regiões como Estados Unidos, Europa e China. O infecto pediatra da SPRS, Dr. Marcelo Scotta, atribui o crescimento ao declínio na cobertura vacinal. “Observamos um aumento expressivo nas doenças evitáveis, com um crescimento superior a 900% em várias regiões do mundo e, agora, também no Brasil. A principal razão para esse cenário é a baixa cobertura vacinal, especialmente entre crianças e gestantes”, afirma o médico, lembrando que as gestantes têm direito à vacina contra tétano, difteria e coqueluche, disponível gratuitamente no SUS como parte do Programa Nacional de Imunizações. “A vacinação continua sendo a medida mais eficaz para controlar esse risco”, acrescenta Scotta.

A SPRS orienta médicos a notificarem imediatamente todos os casos suspeitos de coqueluche, uma doença de notificação obrigatória no país. O diretor da SPRS, Dr. Benjamin Roitman, enfatiza a importância desse procedimento. “É crucial que, durante o atendimento, o profissional de saúde realize a notificação imediata à Vigilância em Saúde pelos telefones 3289-2471 ou 3289-2472. Além disso, o tratamento deve ser estendido a todos os contactantes do paciente, como forma de prevenção”, orienta Roitman.

Para o diagnóstico, o exame padrão é o PCR para Bordetella, realizado por swab de orofaringe. No entanto, este exame não é amplamente acessível e está disponível apenas em algumas unidades do SUS, sem cobertura pela maioria dos convênios. Na presença de tosse prolongada por mais de 10 dias, a SPRS recomenda que os médicos considerem a possibilidade de coqueluche e iniciem o tratamento adequado o quanto antes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 418 Visualizações
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