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Sistema Único de Saúde

Saúde

Central de Regulação alerta para autorizações de exames não retiradas em Santa Cruz

Por Marina Klein Telles 10/05/2023
Por Marina Klein Telles

Nos últimos anos, em Santa Cruz do Sul, são perdidas de 10 a 15% das solicitações liberadas para atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). Isso acontece, principalmente, porque os pacientes que solicitam encaminhamentos na Central de Regulação e Agendamento (Casa), responsável pelas autorizações, acabam não respondendo aos chamados das equipes de saúde para buscarem as liberações. Somente em exames, de janeiro a abril, 494 autorizações acabaram não sendo retiradas pelos pacientes.

No ano passado, foram 1497 ao todo. O levantamento da Secretaria Municipal da Saúde aponta que essa dificuldade na comunicação prejudica também a realização de consultas com especialistas oferecidas pelo SUS, que também precisam passar pelo processo de regulação. O problema torna a fila de espera mais vagarosa e acaba retardando todos os atendimentos.

Comprometimento dos pacientes é necessário

Para cada autorização concedida, são feitas até três ligações telefônicas ao requerente, a fim de comunicá-lo sobre a liberação e agendamento do procedimento médico solicitado. O principal empecilho, segundo a coordenadora da Casa, Mariane Maffi, é que as equipes não conseguem contato com os pacientes – geralmente, porque os telefones e endereços estão desatualizados no cadastro do SUS. “Muitos não atendem aos nossos telefonemas e não retornam na Central de Regulação ou na unidade básica de saúde; outros, acabam optando por realizá-lo pela rede particular e não nos comunicam, o que faz com que o agendamento seja perdido”, relata. A orientação repassada aos pacientes é de que retornem à Casa ou à unidade de saúde onde realizaram a consulta após 14 dias para verificar se a solicitação foi liberada pelo médico autorizador.

O problema tem recebido atenção do vice-prefeito de Santa Cruz do Sul, Elstor Desbessell, que assumiu a Secretaria Municipal da Saúde no mês passado e vem buscando alternativas para reduzir essa defasagem. Ele esclarece que fazer um procedimento pela rede particular não inviabiliza que, em outro momento, sejam feitas novas solicitações pelo SUS: “Muita gente tem o receio de que, se fizer o exame pela rede particular, no próximo não vai conseguir mais pelo público, mas não existe esse impedimento”.

O fato de as pessoas, muitas vezes, consultarem e depois não apresentarem os exames solicitados pelos médicos também preocupa o secretário: “além de acabar tirando o lugar de alguém que estava na fila aguardando, isso pode gerar, como consequência futura, um problema de saúde mais grave, algo que precisamos muito evitar”. Ele explica ainda que casos urgentes definidos e classificados por critérios de avaliação do médico autorizador tem prioridade na fila e destaca a importância de o paciente avisar com antecedência quando não puder realizar um exame ou consulta marcada, para haver tempo hábil de o agendamento ser passado adiante. “O atendimento é gratuito e estamos trabalhando muito para melhorar cada vez mais o acesso aos nossos cidadãos, mas, para que o sistema funcione bem, é preciso que as pessoas também tenham comprometimento e façam a sua parte”, analisa Elstor.

Lei não permite que informações sejam passadas por telefone

Devido à Lei nº 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), não é permitido que as equipes de saúde forneçam informações referentes à saúde dos pacientes via telefone. Por isso, a recomendação é de que, passados 14 dias da entrega da requisição, o cidadão entre em contato, pessoalmente, com a Casa ou a unidade de saúde onde realizou a consulta médica para verificar se o encaminhamento deu certo.

Atualização do Cartão SUS deve ser feita presencialmente

O repasse de informações via telefone é autorizado somente quando a ligação é feita pelas equipes de saúde para o número cadastrado no Cartão SUS do paciente. Por isso, quando houver mudança de telefone ou de endereço, é fundamental fazer a atualização no sistema. Para repassar os novos dados cadastrais, o cidadão precisa comparecer na Casa – ou em uma unidade de saúde – portando um documento oficial e o comprovante de residência atualizado. O endereço é Rua Ernesto Alves, nº 746, centro de Santa Cruz do Sul.

Foto: Jaime Fredrich/divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2023 0 Comentários 429 Visualizações
Saúde

TelessaúdeRS-UFRGS: 10 anos do serviço para atenção primária do SUS

Por Marina Klein Telles 20/04/2023
Por Marina Klein Telles

O canal de 0800 do TelessaúdeRS-UFRGS completou 10 anos de atividade neste ano. Criado em 2013 para responder às principais dúvidas clínicas de médicos, enfermeiros e dentistas e agilizar o atendimento da atenção primária à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto rendeu até 2023, mais de 350 mil consultorias via telefone, realizadas para mais de dois mil municípios de todo o país.

“Nosso objetivo é orientar o médico para resolver o problema do paciente no município. A cada quatro casos, três são resolvidos na hora que o profissional da atenção primária faz o contato com o médico do TelessaúdeRS”, explica Natan Katz, vice-coordenador-geral e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A principal demanda, segundo ele, é em relação a questões dermatológicas, que representam 20% das teleconsultorias. No entanto, os problemas podem ir desde uma dor de cabeça até a casos suspeitos de doenças graves.

O nível de satisfação de uso do canal em todo o Brasil, é de 95%. “Com o TeleRS eu consigo diminuir a quantidade de encaminhamentos e resolver a maioria dos problemas na hora, com o paciente ainda na sala” afirma Josemário Silva, médico de Família e Comunidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

Além do alto índice de resolutividade dos problemas dos pacientes por meio das consultorias por telefone, o serviço é referência na disponibilização de informações de qualidade e atualizadas sobre saúde. “A evidência científica está no DNA do programa, a ideia é que a situação seja tratada no posto de saúde com a informação atualizada e de confiança. Procuramos sempre trazer para a ponta do atendimento o conhecimento inovador da medicina”, explicou Katz.

O projeto, que é mantido pelo Ministério da Saúde e que conta com o apoio da Fundação de Apoio a Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS), está disponível para médicos, enfermeiros e dentistas das unidades de saúde de todo o Brasil, das 8h às 18h, através do número 0800 644 6543.

Referência e versatilidade nos atendimentos

A equipe do 0800 prestou apoio fundamental em situações de saúde marcantes ao longo destes 10 anos. Em 2013, os profissionais do serviço ofereceram importante apoio no atendimento a diversos sobreviventes que sofreram intoxicações no incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria. Além disso, ofereceu assistência no atendimento psicológico de vítimas e familiares.

Recentemente, a equipe também prestou apoio aos profissionais de saúde auxiliando em questões relacionadas à COVID-19. Especialmente nos primeiros meses, as perguntas sobre o vírus dominaram as dúvidas dos profissionais, com questões em relação ao isolamento dos positivados, por exemplo, sobre a reinfecção, entre outras situações.

De acordo com a médica e teleconsultora do projeto, Renata Rosa de Carvalho, atender os solicitantes da atenção primária no início da pandemia foi a experiência mais desafiadora em seus três anos de experiência no TelessaúdeRS. “Fornecer as orientações baseadas nas melhores evidências exigiu atualizações por vezes diárias e, somado a esse esforço, estava a necessidade de acolher, qualificar e empoderar profissionais de saúde”, ressaltou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 457 Visualizações
Cidades

UTI Neonatal do Hospital Sapiranga celebra seis anos de história

Por Amanda Krohn 25/01/2023
Por Amanda Krohn

O espaço da UTI Neonatal no Hospital Sapiranga celebra nesta semana seis anos de existência. Ao longo deste período (23/01/2017 a 10/01/2023), foram 1.464 pacientes atendidos. O tempo médio de internação é 15 dias, porém, casos mais complicados registram até três meses. As situações mais frequentes são relacionadas à prematuridade, desconforto respiratório do recém-nascido e icterícia neonatal. Atualmente, o local é centro de referência da região e já  recebeu recém-nascidos de 55 cidades do Rio Grande do Sul. Conforme relata a diretora do hospital, Elita Herrmann, um dos principais desafios da instituição foi a sua manutenção, devido à defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

Grande parte do sucesso dos tratamentos e da recuperação é resultado do amor, do carinho e da presença da mãe e do pai ao lado de seus recém-nascidos

Segundo a gestora, o orçamento não supre os custos totais das diárias da unidade, o que gera dificuldades para manter o serviço. “Mas durante esses seis anos, não medimos esforços na busca de auxílio, um exemplo são, os recursos destinados por emendas parlamentares que contribuem para a manutenção deste serviço essencial para a nossa comunidade”, garante Elita. A equipe de psicologia do Hospital Sapiranga é um exemplos da importância do serviço. De acordo com a coordenadora, Viviana Blume, os profissionais dessa área cumprem um papel importante no acompanhamento dos casos com os pais na UTI Neonatal. “Todos estão preparados para gerar seus bebês e os levar para casa e quando isso não acontece, precisamos intervir para auxiliar com os sentimentos dos pais e fortalecer o vínculo dos mesmos com seus bebês”, exemplifica Blume. “Também organizamos grupos com os pais, no qual instigamos eles a falarem sobre seus sentimentos e com isso acabam percebendo que não estão sozinhos”, acrescenta.

Viviana menciona ainda a importância deste primeiro período de aproximação. “Pensando sempre em fortalecer o vínculo entre pais e filhos, o período de visita nesta unidade é mais prolongado”, afirma. “Grande parte do sucesso dos tratamentos e da recuperação é resultado do amor, do carinho e da presença da mãe e do pai ao lado de seus recém-nascidos”, explica a coordenadora.

A primeira paciente da unidade foi Rita Cristiane Bender, mãe de Julia Bender Flores, hoje com 6 anos. A bebê nasceu de 34 semanas, em um hospital em Novo Hamburgo de emergência, porém não tinha mais leito no hospital e a família foi, então, comunicada da necessidade de transferência. Rita comenta que sua experiência foi desafiadora. “Nenhuma mãe está emocionalmente preparada em dar a luz a seu sonhado filho e deixá-lo no hospital, comigo não foi diferente. Posso dizer que foram os 17 dias mais angustiantes da minha vida”, relembra. “Foi uma mistura de sentimentos que tomou conta de mim com medo, incertezas e insegurança”, acrescenta.

A mãe havia chegado com o pai às 9h e saído às 21h. O repouso na hora do almoço era doído não só pela angústia, mas pelos pés inchados. Apesar das dificuldades, a ex-paciente se sente agradecida pelo atendimento recebido na época. “Aos poucos fui pegando confiança na equipe de médicos e de enfermeiras que cuidaram com comprometimento e dedicação não só da minha filha mas de todos que entravam lá”, narra. “As enfermeiras foram os anjos que pedia em minhas orações. Nós evoluímos a cada dia um pouquinho e essa parte da minha vida foi construída pela equipe maravilhosa e abençoada do Hospital Sapiranga”, completa.

Kassia Loh Barth, mãe de Lavínia Loh Trendt, também foi atendida pelo Hospital Sapiranga. No dia 27 de novembro de 2018, Lavínia nasceu de 31 semanas e saiu de lá dia 8 de janeiro de 2019. Kassia relata que no hospital em que estava anteriormente não havia UTI, portanto, foi transferida para lá.  Para ela, a atenção prestada pela equipe fez toda a diferença. “Fui muito bem atendida em um momento em que eu não conseguia sequer fazer força. As enfermeiras me deram a mão e me ajudaram”, lembra. “A UTI Neonatal é muito bonita, organizada e sempre tive uma atenção plena das enfermeiras”, acrescenta. A ex-paciente conta que sua filha tinha apneia e dificuldade ao respirar, mas que o atendimento amenizava suas preocupações. ” O ambiente era tão bom que às vezes a gente esquecia que estava em uma UTI Neonatal. Criamos uma rede de apoio e amizade e, hoje, acolhemos mães que perderam seus filhos”, descreveu.

Kassia Barth, mãe de Lavínia, se sente grata até hoje pelo atendimento recebido

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2023 0 Comentários 522 Visualizações

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