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Sistema Ocergs

Business

Sistema Ocergs debate a captação de recursos para cooperativas do agronegócio na Expodireto Cotrijal 2023

Por Felipe Schwartzhaupt 07/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

Os próximos anos do Sistema Ocergs serão focados em prosperidade: aumentar o faturamento das cooperativas gaúchas para R$ 150 bilhões até 2027. A construção de comitês e a promoção de eventos e debates são o foco para que, juntas, encontrem estratégias para superar os desafios e alcancem os resultados planejados pela entidade. O tema foi destaque no Fórum Tendências de Governança e Estruturação de Capital em Cooperativas Agro, promovido pela entidade durante a Expodireto, na última segunda-feira (6), no auditório da Produção Animal.

Keri Jacobs, pesquisadora da Universidade de Missouri (EUA) e conhecida pelos estudos sobre governança e gestão de cooperativas, foi um dos destaques da programação. Ela discorreu sobre a integração das cadeias alimentares nos estados, como isso impacta as cooperativas e como elas buscam alternativas de capital. Além deste panorama, Keri destacou a importância da capacitação dos conselhos das cooperativas e dos seus entendimentos sobre o seu papel para melhorar a governança.

A pesquisadora sugere a criação de comitês dentro dos conselhos, com pessoas que não são associadas, trazendo visão de mercado para que as diretorias possam pensar de forma mais estratégica o negócio. “Precisamos melhorar a cultura dos conselhos, treiná-los para que tenham mais responsabilização sobre seu papel e entendam a necessidade do associado”, destacou. E acrescenta: “É preciso a tradição do cooperativismo com a inovação das novas gerações”.

RSCOOP150

O presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, destacou os principais números do RSCOOP150 — planejamento estratégico das cooperativas para os próximos cinco anos, como a projeção do aumento de sobras líquidas das cooperativas de R$ 3,6 bilhões para R$ 7,5 bilhões. Hartmann frisou também que a variação estimada de 5% na margem líquida deve ser o foco principal das discussões, buscando o crescimento, a sustentabilidade financeira e o aumento da competitividade das cooperativas frente à velocidade de mudança do mercado.

Para o dirigente, eventos como a Expodireto servem de subsídio para que as cooperativas tenham cada vez mais condições de pensarem juntas o planejamento estratégico, a fim de chegar de forma rápida e estruturada nos resultados almejados. Ele destacou também a fala do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, na abertura da feira, sobre a importância das linhas de crédito e do apoio do governo ao cooperativismo.

“Precisamos buscar créditos estruturados e integração entre as cooperativas e ramos, além de trabalhar suas dificuldades para alcançarmos nossos resultados. É função do Sistema Ocergs criar alternativas econômicas para os associados das cooperativas e, por isso, criamos esse desafio: fornecer subsídios para que possamos crescer cada vez de forma estruturada”, destacou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/03/2023 0 Comentários 516 Visualizações
Business

Plano Gaúcho de Cooperativismo prevê R$ 7,5 bi de sobras líquidas anuais em cinco anos

Por Amanda Krohn 02/02/2023
Por Amanda Krohn

As cooperativas gaúchas projetam 100 mil empregos diretos e R$ 300 milhões de investimento em capacitação até 2027. Planejam ainda R$ 7,5 bilhões de sobras líquidas anuais em cinco anos. As metas integram o Plano Gaúcho de Cooperativismo (Rscoop150), encabeçado pelo Sistema Ocergs, e que reuniu presidentes, dirigentes e gestores de cooperativa no primeiro workshop sobre o tema, na última quarta-feira (1), no Hotel Deville, em Porto Alegre. Os próximos passos preveem a consolidação e divulgação dos resultados do workshop e a realização de reuniões mensais dos Comitês. Os projetos compartilhados com a equipe do Sistema Ocergs até 15 de maio poderão integrar a Reformulação Orçamentária do Sescoop/RS.

(…) Hoje começou um grande trabalho de construção de um novo modelo de cooperativismo

“Eu tenho absoluta convicção de que hoje surgiram várias possibilidades de nós conseguirmos fazer negócios transversais com os outros ramos e esses negócios vão nos oportunizar reduzir custos operacionais e de logística, e toda essa adequação de custos nos possibilita começar a buscar essa margem líquida de crescimento. Hoje começou um grande trabalho de construção de um novo modelo de cooperativismo”, afirmou o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann. Hartmann destacou que a variação estimada de 5% na margem líquida até 2027 deve ser o foco principal das discussões, buscando o crescimento, a sustentabilidade financeira e o aumento de competitividade das cooperativas frente à velocidade de mudança do mercado.

Pilares e projetos estruturadores

O Rscoop150 se divide em cinco pilares de atuação, compostos por: Representação e Defesa; Comunicação e Relacionamento; Alianças e Mercados; Gestão e Governança; e Infraestrutura e Tecnologia. Dentro desses pilares, o Plano Gaúcho de Cooperativismo abrange 16 projetos estruturadores, que serão acompanhados por dirigentes do Sistema Ocergs e sete comitês técnicos de trabalho. Os 16 projetos estruturadores são: fortalecimento da representação institucional; ampliação do crédito e do financiamento; gestão tributária; acesso a mercados; investimentos em logística; alianças estratégicas; fomento à intercooperação; desenvolvimento profissional; inovação; tecnologia da informação; conectividade; geração de energia; excelência na gestão e na governança; ESG + Coop; comunicação; relações trabalhistas.

Fotos: Leonardo Machado/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/02/2023 0 Comentários 653 Visualizações
Business

Sistema Ocergs aprova dez projetos de impacto social para investimentos de até R$ 1,6 milhão

Por Amanda Krohn 20/01/2023
Por Amanda Krohn

O Sistema Ocergs divulgou na segunda-feira (16) os projetos selecionados no Programa Fundo Social, lançado para potencializar ações positivas no âmbito do cooperativismo. Ao todo, dez projetos voltados à educação, saúde, cultura, integração social, geração de renda e meio ambiente foram contemplados com um orçamento de R$ 1,6 milhão, beneficiando em torno de 32,1 mil pessoas em todo o Estado. Como os projetos não atingiram o total previsto para investimento, da ordem de R$ 2 milhões, a expectativa é de que o programa tenha uma segunda edição.

A Coasa, de Água Santa, é a primeira do ranking, com um programa de consumo sustentável. A iniciativa desenvolve atividades de formação que oportunizam às mulheres agricultoras condições para tomarem frente na implementação de práticas sustentáveis em suas propriedades. Em três anos, o programa já atendeu 103 famílias, incentivando a produção diversificada de alimentos, plantas bioativas, aproveitamento integral de alimentos, estimulando a segurança alimentar, o manejo ecológico e contribuindo com a preservação do meio ambiente.

Também foram contempladas a Cooperconcórdia, com o projeto Multiplicadores Lixo Zero, a Santa Clara, a Cotrirosa, a CCGL, Cotriel, Coprel, Unicred Ponto Capital, Coopeeb, Sicredi Serrana e Sicredi Ouro Branco. O presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, destaca a qualidade dos projetos escolhidos. “Com esse aporte, as cooperativas terão acesso a mais inovação e profissionalização das suas atividades”, constatou.

O processo de inscrições para o Fundo Social foi finalizado em 28 de novembro, com 29 inscritos. O Fundo Social do Sescoop/RS atende os pilares “Social” e “Ambiental” da agenda ESG, além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e o 7º Princípio do Cooperativismo, Interesse pela Comunidade. O programa prevê regras específicas para a contemplação dos projetos, além de critérios de seleção e de prestação de contas.

Projetos aprovados

1 – Programa Consumo Sustentável (Coasa)
2 – Multiplicadores Lixo Zero (Cooperconcórdia)
3 – Plantando o Bem (Santa Clara)
4 – Programa Integrar — Fomento aos cooperados e ao cooperativismo (Cotrirosa)
5 – Qualificação e incentivo à agricultura de baixo carbono e a intensificação sustentável na produção de alimentos no Sistema Cooperativo do RS (CCGL)
6 – Cotriel Educando para o Campo (Cotriel)
7 – Projeto Educação Cooperativista — Coprel na Escola (Coprel)
8 – Projeto Batalhão do Bem — Unicred Ponto Inicial
9 – Jovem Líder (Coopeeb)
10 – Peça Teatral Educação Financeira “Os Sonhos são Possíveis” (Sicredi Serrana RS/ES e Sicredi Ouro Branco RS/MG)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2023 0 Comentários 516 Visualizações
Cidades

Sistema Ocergs investe para preparar técnicos e apoiar ações contra estiagens

Por Amanda Krohn 18/01/2023
Por Amanda Krohn

Com a escassez de chuvas no Rio Grande do Sul, 88 municípios gaúchos já decretaram situação de emergência — enquanto mais de 100 já noticiaram esse status. Representando as cooperativas no Estado, o Sistema Ocergs vem realizando uma série de ações para preparar seus associados e reduzir os danos. A entidade está ampliando o programa de educação e de profissionalização com o desenvolvimento do cooperativismo gaúcho. Com base no Plano Gaúcho de Cooperativismo – RSCOOP150, o sistema planeja investir R$ 300 milhões na capacitação de cerca de 400 mil pessoas nos próximos cinco anos.

“As estiagens são uma realidade recorrente no Rio Grande do Sul. Para combatê-las, precisamos de investimento permanente e de medidas estruturais, não paliativas, para mitigar as perdas”, reflete o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann. “Enquanto isso, estamos capacitando nossos profissionais a fim de que saibam lidar com as mais variadas tecnologias que possam a vir a ser disponiblizadas”, destaca.

Atualmente, as cooperativas do ramo Agropecuário representam 71% do faturamento do cooperativismo no RS. Em 2021, o montante foi de R$ 51,2 bilhões. São 336 mil associados do ramo Agropecuário, o que representa 11% do sistema cooperativista — e também 3% da população geral do Rio Grande do Sul. Com a seca de 2022, o faturamento das cooperativas do ramo agropecuário foi afetado em cerca de R$ 5,7 bilhões. Em 2021, o faturamento do agro representava 9% do PIB do Rio Grande do Sul.

O Sistema Ocergs participou da primeira reunião do Fórum Permanente de Combate à Estiagem, realizada na semana passada. De acordo com o governo do Estado, recursos de R$ 320 milhões serão investidos no combate à seca por meio de projetos e de ações do programa Avançar. Parte do valor já foi utilizado em 2022 – o restante será executado em 2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2023 0 Comentários 547 Visualizações
Business

Cooperativas de infraestrutura gaúchas planejam investir R$ 1 bi em energia até 2025

Por Amanda Krohn 03/01/2023
Por Amanda Krohn

Nos próximos três anos, as cooperativas de infraestrutura gaúchas devem injetar R$ 1 bilhão na economia do Estado somente em projetos de energia. Segundo pesquisa da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs), vinculada ao Sistema Ocergs, os dados contemplam empreendimentos como a construção de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), além de implementação de redes — como as de distribuição e trifásicas. Só em 2022, já foram aplicados R$ 700 milhões por meio de seis cooperativas: Certel, Ceriluz, Coprel, Certhil, Creral e Certaja.

Um dos maiores investimentos foi da Certel, de Teutônia: a construção da hidrelétrica Bom Retiro, em um custo estimado de cerca de R$ 250 milhões. A usina — que será implementada no entorno de uma eclusa no Rio Taquari, na região dos municípios de Bom Retiro do Sul, Lajeado, Estrela e Cruzeiro do Sul — terá uma potência instalada de 30 MW a 35 MW. Com isso, poderá atender a uma cidade com aproximadamente 100 mil habitantes. A expectativa é de que a unidade possa entrar em operação dentro de três anos.

Segundo o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, as cooperativas do setor estão bem adaptadas e prontas para um grande crescimento do cooperativismo do RS já nos próximos anos. “A infraestrutura tem se mostrado de grande importância, liderando os projetos de investimento”, observa, pontuando que o crescimento tem sido exponencial também em todos os ramos do cooperativismo. Ele destaca a importância desses investimentos para o agronegócio. “Sem energia não teríamos irrigação ou acesso à luz. Além disso, a conectividade tem sido um dos trabalhos mais importantes por sua função social. Sem estabilidade na energia ou conectividade, não há condições de trazer ou deter as pessoas no campo”, reforça.

Desenvolvimento regional

Superintendente da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs) e membro do Conselho Administrativo do Sescoop/RS, José Zordan ressalta os frutos que esses investimentos rendem para o Estado. Ele destaca não apenas o fornecimento de energia elétrica, mas também a internet. “Essas ações possibilitam que muitas pessoas permaneçam no campo, principalmente os jovens. A cooperativa continua sendo uma entidade junto aos produtores rurais e da agricultura familiar que incentiva, participando do desenvolvimento e proporcionando emprego e renda”, diz.

As cooperativas têm procurado investir em subestações e no reforço de redes de energia para que os cooperados possam ter energia de qualidade e, assim, aumentar a produtividade. “Antigamente, era uma questão de falta de luz no campo. Hoje, é de força, de potência, para que, além do lado social proporcionado pela energia, os produtores possam fazer mais investimentos”, destaca Zordan. Para aprimorar o atendimento nos segmentos de energia e de telecomunicação, está em andamento o programa Energia Forte no Campo, uma parceria com o governo do Estado. Outra ação — o Internet no Campo — está em discussão e pode tomar forma em breve.

Dados do setor

Mais de 298,4 mil famílias gaúchas são beneficiadas com os serviços das cooperativas de Infraestrutura, que estão presentes em 369 municípios do Rio Grande do Sul, isto é, em mais de 74% das cidades gaúchas. E o setor segue em expansão. Estudo desenvolvido pelo Sistema Ocergs mostra que as cooperativas do ramo empregam 3.242 pessoas e reúnem 558.831 associados, o que representa um crescimento de 2,7% em 2021 em relação ao exercício anterior. O faturamento do setor também cresceu, chegando a R$ 1,6 bi em 2021, um crescimento de 5%. Já as sobras apuradas passaram de R$ 151,3 milhões para R$ 192,7 milhões no período analisado.

Investimentos de Cooperativas no interior do Estado

CERTEL – Teutônia

Construção da hidrelétrica Bom Retiro
Investimento: cerca de R$ 250 milhões
Capacidade instalada: 30 MW a 35 MW
100 mil habitantes beneficiados

CERILUZ – Ijuí
Construção de duas centrais hidrelétricas: CGH Augusto Pestana e PCH Linha Onze Oeste
Investimento: R$ 173,5 milhões
Capacidade instalada: 25 MW
Licenciamento para CGHs Ponte Nova (1,3 MW) e Coronel Barros (3,6MW), com implantação prevista para 2023

COPREL – Ibirubá
PCH Tio Hugo, no rio Jacuí
Investimento: R$ 121 milhões
Capacidade instalada: 10,9 MW
Implantação da PCH Santo Antônio do Jacuí
Investimento: mais de R$ 45 milhões

CERTHIL – Três de Maio
Reinauguração da Usina CGH Buricá, entre os municípios de Independência e Inhacorá.
Investimento: R$ 12,5 milhões
Nova turbina com potência nominal de 1,39 MW e novo gerador com 1.54 MW
Capacidade de geração do Rio Buricá passou de 1,39 MW para 3,24 MW

CRERAL – Erechim
Usina solar fotovoltaica em São Sepé
Investimento: R$ 14 milhões

CERTAJA – Taquari
Operação de uma subestação de energia em Vale Verde e linha de transmissão de 25km de extensão
Investimento: R$ 26,7 milhões
Moradores e associados de Passo do Sobrado, General Câmara, Santa Cruz do Sul e Rio Pardo serão beneficiados

Foto: Leonardo Machado/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/01/2023 0 Comentários 408 Visualizações
Business

Sistema Ocergs deve entregar R$ 2 milhões a projetos de cooperativas gaúchas

Por Amanda Krohn 21/12/2022
Por Amanda Krohn

Com mais de 400 organizações espalhadas pelo Rio Grande do Sul, as cooperativas representam uma das principais forças da economia gaúcha. Esse impacto também é social — e para potencializar as ações positivas realizadas nesse âmbito, o Sistema Ocergs lançou o Programa Fundo Social. Com um orçamento disponível de R$ 2 milhões, a primeira edição da iniciativa recebeu inscrições de projetos voltados à educação, saúde, cultura, integração social, geração de renda e meio ambiente.

O processo de inscrições foi finalizado no dia 28 de novembro — 29 projetos foram inscritos. Agora, um corpo técnico da instituição analisará os projetos. Os escolhidos serão divulgados em janeiro de 2023. Serão aceitos até dez projetos de até R$ 200 mil — um projeto por cooperativa. No entanto, é possível haver um adicional para projetos de intercooperação. Segundo os organizadores, um dos requisitos é que o projeto esteja voltado ao desenvolvimento da comunidade em que a cooperativa está inserida ou ao Rio Grande do Sul, de modo geral.

Para o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, a iniciativa traz mais inovação e profissionalização para os projetos executados pelas cooperativas. “Nossa organização desenvolve um planejamento integrado para que as cooperativas cresçam com sustentabilidade econômica e social. A eficiência econômica se concretiza por meio dos resultados que apresentam e o Fundo Social vem para inovar e profissionalizar os projetos sociais que já são desenvolvidos pelas cooperativas há muito tempo”, reforça.

Jeito diferente de fazer negócio, o cooperativismo é sustentável e provoca um ciclo virtuoso de desenvolvimento, beneficiando a economia local e a comunidade por meio da geração de emprego e de renda. Já presente em muitas cooperativas gaúchas, o Fundo Social foi aprovado pelo Conselho Administrativo do Sescoop/RS, fazendo parte do Planejamento Estratégico da entidade.

O Fundo Social do Sescoop/RS atende os pilares “Social” e “Ambiental” da agenda ESG, além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e o 7º Princípio do Cooperativismo, Interesse pela Comunidade. O programa prevê regras específicas para a contemplação dos projetos, além de critérios de seleção e de prestação de contas.

Foto: Sicredi União Metropolitana RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/12/2022 0 Comentários 521 Visualizações
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