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Política

Comissão de Infraestrutura do Senado aprova uso de recursos federais para drenagem no RS

Por Jonathan da Silva 22/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou nesta terça-feira (22) um projeto que facilita a alocação de recursos federais para drenagem e manejo de águas da chuva em regiões afetadas por calamidades públicas, como o Rio Grande do Sul. O Projeto de Lei (PL) 3.875/2024, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), agora segue para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação no Plenário.

O relator do projeto, senador Confúcio Moura (MDB-RO), destacou que a alteração na Lei de Saneamento Básico (Lei 11.445, de 2007) é urgente, especialmente para beneficiar o Rio Grande do Sul, que ainda sofre com as inundações ocorridas em maio. “A medida visa facilitar o acesso a recursos financeiros por municípios em situação de emergência. O último boletim divulgado em agosto pelo governo estadual informa que 478 dos 497 municípios gaúchos foram atingidos. Cerca de 2,4 milhões de pessoas foram diretamente afetadas”, afirmou o senador, que também preside a CI.

Atualmente, os serviços de saneamento precisam cumprir diversas exigências, como eficiência técnica e financeira e adesão às normas da Agência Nacional de Águas (ANA), para receber recursos da União. O projeto propõe flexibilizar essas exigências em situações de emergência, permitindo uma resposta mais rápida do poder público.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) ressaltou que a proposta poderá beneficiar outras regiões do país que também venham a ser “vítimas dessas tragédias ambientais que têm acontecido em várias áreas pelas alterações climáticas”.

Na mesma reunião, o senador Confúcio Moura concedeu vista coletiva ao PL 327/2021, que cria o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), para que os senadores possam analisar o projeto com mais detalhes. O relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), incluiu no texto a valorização do gás natural como combustível limpo, prevendo um regime tarifário especial. O Paten também prevê a criação de um fundo verde, formado por créditos tributários, para financiar projetos de sustentabilidade energética com juros mais baixos.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Divulgação | Fonte: Agência Senado/Assessoria
22/10/2024 0 Comentários 536 Visualizações
Política

ACI pede transparência em debate sobre a reforma tributária

Por Jonathan da Silva 17/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI) encaminhou na quinta-feira (12) uma correspondência ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, em que manifesta preocupação com a falta de transparência nas discussões em torno da reforma tributária, que tramita na casa.

No documento, assinado pelo presidente Robinson Klein, a entidade enfatiza que qualquer proposta de reforma deve ser amplamente debatida, sendo sua aprovação condicionada à efetiva redução da carga tributária para o empresariado, a fim de garantir a competitividade das empresas brasileiras no cenário global e estimular o crescimento econômico. “A magnitude dessa reforma exige um debate claro, franco e aberto com a sociedade civil organizada, com a participação de todos os setores impactados pelas mudanças propostas”, diz a correspondência.

A ACI-NH/CB/EV/DI afirma que estará atenta ao andamento dessa reforma e cobrará ações claras e objetivas que assegurem a transparência do processo legislativo, a inclusão de todos os interessados nas discussões e o cumprimento da finalidade maior de uma verdadeira reforma tributária, a redução da carga tributária para o setor produtivo e o alívio do peso burocrático que asfixia os negócios no país. “Reforçamos que o empresariado brasileiro está disposto a colaborar com ideias e sugestões, mas exige que essa colaboração ocorra em um ambiente de diálogo aberto e conjunto que resulte em uma solução e providências nesse sentido. Contamos com a sua atenção e providências nesse sentido”, conclui o documento.

Foto: ACI/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2024 0 Comentários 433 Visualizações
Política

Abicalçados avalia positivamente a aprovação da desoneração da folha na Câmara

Por Jonathan da Silva 13/09/2024
Por Jonathan da Silva

A aprovação na Câmara do projeto de lei que garante a continuidade da desoneração integral da folha de pagamentos para 2024, com cobrança híbrida até o final de 2027, foi avaliada positivamente pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Após passar pelo Senado Federal, o projeto foi votado nesta quarta-feira à noite (11) na Câmara dos Deputados, no prazo máximo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Como a data limite era para a sanção presidencial, a Advocacia Geral da União (AGU) solicitou mais três dias de prazo ao STF.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, que acompanhou de perto a votação, afirma que a aprovação traz maior segurança jurídica para as empresas. “Embora não seja o ideal, o projeto acordado com o Governo Federal aprovado traz um pouco mais de tranquilidade para as empresas”, comenta o dirigente. Segundo Ferreira, o justo seria a manutenção do PL original aprovado pelo Congresso Nacional e vetado pelo poder executivo no ano passado, que mantinha a desoneração da folha de pagamentos integral até o final de 2027. “Não foi respeitada a vontade soberana do Congresso Nacional naquela oportunidade”, ressalta o presidente-executivo da entidade.

Foram longas discussões entre o legislativo e o executivo até se estabelecer um acordo que garante a desoneração integral até o final deste ano, com cobrança híbrida de 2025 até 2027. Conforme o projeto aprovado, a contribuição sobre a folha de pagamentos passa a ser de 5% em 2025. Em 2026, a contribuição será elevada para 10% e em 2027, para 15%. A partir de 2028, retorna a cobrança integral de 20% sobre a folha de salários. A alíquota sobre a receita bruta também irá diminuir gradualmente, em 20%, 40% e 60%. “A partir de 2026, em alguns casos o mecanismo nem fará mais sentido para as empresas”, pondera Ferreira.

Reforma Tributária

De acordo com o dirigente da Abicalçados, com a aprovação da transição, o próximo passo será uma intensa atuação para que na Reforma Tributária todo emprego brasileiro seja desonerado. “Não faz nenhum sentido onerar a criação de empregos em um país com tantos problemas sociais”, avalia Ferreira.

Projeto aprovado

O projeto aprovado no dia 11 prevê uma série de medidas de compensação para a perda de receitas com a redução da contribuição previdenciária. A proposta prevê que as empresas que optarem pela desoneração deverão, a partir de 1º de janeiro de 2025 e até 31 de dezembro de 2027, firmar termo de compromisso para manter, ao longo de cada ano, quantidade média de empregados igual ou superior a 75% da média do ano imediatamente anterior. Caso a empresa não cumpra o termo, não poderá usar a contribuição sobre a receita bruta a partir do ano seguinte ao descumprimento, devendo pagar integralmente a alíquota de 20% sobre a folha. Outras medidas incluem a renegociação de dívidas das empresas com as agências reguladoras, repatriação de recursos, atualização dos bens no Imposto de Renda, uso de depósitos judiciais e extrajudiciais, uso de recursos esquecidos e monitoramento de benefícios fiscais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2024 0 Comentários 560 Visualizações
Política

Fecomércio-RS pede apoio ao presidente do Senado para acelerar avanço do PLN 25/2024

Por Jonathan da Silva 23/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS solicitou o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para a aceleração da aprovação do PLN 25/2024, que facilita empréstimos e renegociações para pessoas e empresas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O projeto altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de pessoas físicas e jurídicas dos municípios atingidos pela catástrofe. O ofício da entidade destinado a Pacheco foi protocolado na segunda-feira (19).

O principal ponto do projeto é a dispensa da exigência de Certidão Negativa de Débito (CND), demanda para a qual a Fecomércio-RS vinha chamando atenção das lideranças políticas e órgãos governamentais nas últimas semanas. “Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumentaram as dificuldades das empresas de cumprirem a exigência de apresentação da CND, limitando, justamente, o acesso ao crédito aos empreendimentos mais necessitados e comprometendo a efetiva recuperação da economia gaúcha”, resume o presidente da Federação, Luiz Carlos Bohn.

Essa medida é necessária para garantir que as empresas afetadas pelas enchentes possam acessar auxílio financeiro para a manutenção de seus negócios, como as linhas de crédito com subvenção de juros disponíveis através do Pronampe”, conclui Luiz Carlos Bohn.

Foto: Matheus Natan/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2024 0 Comentários 423 Visualizações
Business

Grupo Desonera Brasil envia ofício ao presidente do Congresso por extensão de prazo ao STF

Por Jonathan da Silva 16/07/2024
Por Jonathan da Silva

Um ofício foi enviado pelo Grupo Desonera Brasil ao presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD) nesta segunda-feira (15). A carta solicita a extensão do prazo de suspensão da cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) n.º 7.633, decisão proferida pelo ministro do do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. O grupo reúne entidades que representam os 17 setores beneficiados pela Desoneração da Folha de Pagamento, entre elas a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Os setores envolvidos defendem que a prorrogação é essencial para assegurar alguma previsibilidade financeira, proteger os postos de trabalho e garantir a implementação ordenada do acordo político em torno da política de tributação substitutiva da folha.

Carta na íntegra

“Ao Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional Senador Rodrigo Pacheco

Excelentíssimo Senhor Presidente,
Os 17 setores abrangidos pela tributação substitutiva da contribuição previdenciária patronal vêm por meio deste manifestar sua extrema preocupação com o status corrente das negociações visando a obtenção de solução por meio de diálogo interinstitucional voltado a superar os alegados vícios presentes na Lei n.º 14.784/2023, nos termos da decisão proferida pelo Excelentíssimo Senhor Ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) n.º 7.633. A referida decisão foi suspensa pelo próprio Ministro Relator da ADI por 60 dias para permitir a implementação de acordo político entre o Executivo e o Senado, mas este prazo está se exaurindo, daí a preocupação manifestada neste ofício.
Reconhecemos e apoiamos os esforços conjuntos realizados pelo Legislativo e pelo Executivo na busca de uma solução adequada para as questões orçamentárias decorrentes da desoneração da folha de pagamento, nos termos da decisão do STF.

No entanto, é imperativo ressaltar que a insegurança de caixa gerada pela situação atual tem acarretado sérios problemas para as empresas dos 17 setores envolvidos, na medida em que muitas destas empresas enfrentam enormes dificuldades para mobilizar ou obter os recursos necessários para se prepararem para arcar quase que imediatamente com os efeitos de eventual decurso do citado prazo inicial de 60 dias sem que uma solução adequada seja alcançada. Atividade empresarial demanda planejamento financeiro, o que é ainda mais difícil de ser concretizado com tamanha insegurança.

Dada a magnitude da situação e seu potencial impacto econômico e social, acreditamos que seria apropriado que Vossa Excelência, Presidente do Congresso Nacional, dê notícia ao Ministro Relator de que o diálogo institucional entre o Legislativo e Executivo neste tema continua sendo realizado e que a extensão do prazo de suspensão da cautelar na ADI em tela é fundamental para permitir a implementação, no decorrer do mês de agosto, do acordo político realizado, após o recesso parlamentar que se inicia no dia 18 de julho próximo.

Acreditamos firmemente que essa prorrogação é essencial para assegurar alguma previsibilidade financeira para as empresas envolvidas, proteger os postos de trabalho e garantir a implementação ordenada do acordo político em torno da política de tributação substitutiva da folha.

Colocamo-nos à disposição para cooperar com o Congresso Nacional e demais instituições envolvidas, promovendo o diálogo social necessário para a resolução deste tema de tão grande relevância e impacto.”

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2024 0 Comentários 479 Visualizações
Política

Prefeita Fátima se reúne com o presidente do Senado

Por Marcel Vogt 08/08/2023
Por Marcel Vogt

Ao lado de prefeitos de capitais como Rio, São Paulo, Goiânia, Aracaju, Porto Velho, João Pessoa e Manaus, a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt (MDB), participou de reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), na manhã desta terça-feira (8), em Brasília. “Como representantes das médias e grandes cidades brasileiras, que integram a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), reiteramos ao presidente do Senado que os municípios não podem perder receitas com a reforma tributária, visto que já temos de nos desdobrar para administrar nossas cidades com recursos cada vez mais insuficientes frente às demandas da população”, afirmou Fátima, que é vice-presidente de Habitação da FNP.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 559 Visualizações
Cidades

Amrigs promove debate entre candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Sul

Por Amanda Krohn 14/09/2022
Por Amanda Krohn

O teatro da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) receberá os postulantes a única vaga de Senador pelo RS. O debate está marcado para quarta-feira, 14, a partir das 13h10min. Pelas regras eleitorais, foram convidados aqueles que têm a representação mínima exigida na Lei 9504 artigo 46, que exige siglas com menos de cinco parlamentares eleitos em 2018 podendo ser a soma de deputados e senadores não são obrigados a serem convidados. O formato contempla, em três momentos distintos, a discussão de temas gerais, bem como relacionados à Saúde.

O primeiro bloco do debate será de perguntas conduzidas pelos jornalistas da Rádio Guaíba, e que serão anunciadas aos candidatos apenas 10 minutos antes do início. Nos blocos 2 e 4 serão feitas perguntas entre os postulantes ao cargo com ordem definida em sorteio. No bloco 3, será feito questionamento da Associação Médica do Rio Grande do Sul na temática da saúde.

O debate é promovido pela Amrigs, Rádio Guaíba e Correio do Povo, com transmissão ao vivo pela rádio (FM 101.3 e AM 720) e canal da Amrigs no YouTube (youtube.com/AMRIGS). Estarão presentes os candidatos em ordem alfabética: Ana Amélia Lemos, Comandante Nádia, Hamilton Mourão, Maristela Zanoto, Olívio Dutra e Professor Nado e Sanny Figueiredo.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
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