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FIRJAN: RS tem o mais alto desenvolvimento em saúde

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2018, divulgado nesta sexta-feira (29/6), revela que 99% das cidades gaúchas (485 dos 490 municípios avaliados) têm nível de desenvolvimento alto ou moderado. Entre as 100 melhores de todo o país, 18 são do Rio Grande do Sul, este valor só é superado pelo estado de São Paulo. Além disso, o estado não tem município com baixo desenvolvimento.
O estado se destaca por ser o que reúne, proporcionalmente, mais municípios com nível de excelência em Saúde: 84,9% (ou 421 cidades).

O Rio Grande do Sul responde por sete dos dez melhores municípios do país neste quesito. Apesar disso, o cenário evolutivo frente a 2015 foi dividido: 53% dos municípios avançaram, devido principalmente à melhora no percentual de 7 ou mais consultas pré-natais por nascidos vivos; enquanto 47% recuaram, direcionados pelo maior percentual de óbitos por causas mal definidas.
Criado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para acompanhar o desenvolvimento socioeconômico do país, o IFDM avalia as condições de Educação, Saúde, Emprego e Renda de todos os municípios brasileiros. Em sua nova edição – com base em dados oficiais de 2016, últimos disponíveis – o estudo mostra que a crise econômica, iniciada em 2014 e causou forte recessão no país, fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse três anos.

O índice monitora todas as cidades brasileiras e a avaliação varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o seu desenvolvimento. Cada uma delas é classificada em uma das quatro categorias do estudo: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,6), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1). O índice avalia conquistas e desafios socioeconômicos de competência municipal: manutenção de ambiente de negócios propício à geração local de emprego e renda, educação infantil e fundamental, e atenção básica em saúde.

Vale Real ultrapassa Lajeado e chega ao topo do ranking gaúcho

A boa evolução no índice Emprego e Renda, assim como nos demais critérios, fez com que o município de Vale Real (0,8807) atingisse, pela primeira vez, o topo do ranking gaúcho, deixando para trás a cidade de Lajeado (0,8789). O enorme salto de Vale Real, com uma variação de quase 10% de 2015 para 2016, fez com que o município atingisse a quarta posição do ranking nacional. Antes, a cidade não figurava em os Top 10 gaúcho.

Lajeado, que desde o início da série histórica oscila entre as duas primeiras posições, ocupa agora o segundo lugar no ranking estadual. Devido principalmente ao polo industrial de alimentos, a cidade chega a sexta posição no ranking do país. As demais posições do Top 10 são ocupadas por Campo Bom (0,8622), Mato Leitão (0,8587), Muçum (0,8559), Serafina Corrêa (0,8551), Bento Gonçalves (0,8548), Carlos Barbosa (0,8544), Gramado (0,8542) e Picada Café (0,8533).

Porto Alegre ficou na 119ª posição estadual. A cidade tem alto desenvolvimento em Saúde (0,8675) e moderado em Emprego e Renda (0,7070) e Educação (0,7666). A capital gaúcha está na 12ª colocação no ranking das capitais nacionais.

No outro extremo do ranking gaúcho, entre as dez cidades com menor IFDM do estado, a baixa pontuação no IFDM Emprego e Renda é o principal problema: seis municípios possuem baixo grau de desenvolvimento nessa vertente, enquanto os demais apresentam nível regular. Em Educação, esse grupo apresentou pontuação elevada, oito das dez cidades registraram desenvolvimento moderado e apenas duas, regular. No âmbito da Saúde, os dez municípios não destoaram do cenário estadual e apresentaram indicador ao menos moderado.

Assim, entre as 10 piores colocadas no ranking estadual estão, respectivamente, as cidades de Dilermando de Aguiar (0,6109), Multiterno (0,6061), Ubiretama (0,6059), General Câmara (0,6017), Tunas (0,6009), Santana da Boa Vista (0,5932), Três Forquilhas (0,5912), Dom Feliciano (0,5798), Charrua (0,5749) e, por último, São Valério do Sul (0,5695).

Na edição 2018 do IFDM foram avaliados 5.471 municípios, onde vive 99,5% da população brasileira. As novas cidades, para as quais ainda não existem dados, e aquelas com ausência, insuficiência ou inconsistência de informações, não fazem parte do estudo. No resultado geral, que inclui a média das notas dos três indicadores (Emprego e Renda, Saúde e Educação) foram observados apenas 431 municípios (7,9%) com alto desenvolvimento.

De acordo com o estudo, na comparação com 2015, as áreas de Educação e Saúde tiveram o menor avanço da última década e não compensaram as perdas do mercado de trabalho nos últimos anos. Assim, nesta edição o IFDM Brasil atingiu 0,6678 ponto – abaixo do nível observado em 2013.

O estudo também revela que o país continua com enormes disparidades regionais: o Sul é a região mais desenvolvida, tendo 98,8% de cidades com desenvolvimento alto ou moderado. O Sudeste e o Centro-Oeste possuem perfil semelhante. Já as regiões Norte e Nordeste têm, respectivamente, 60,2% e 50,1% dos municípios com desenvolvimento regular ou baixo. Entre todas as cidades avaliadas, Louveira, em São Paulo, conquistou 0,9006 ponto e é a mais desenvolvida do país. Florianópolis, com 0,8584, ocupa o primeiro lugar entre as capitais. No último lugar do ranking nacional, com 0,3214, está o município de Ipixuna, no Amazonas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2018 0 Comentários 616 Visualizações
Saúde

Diabetes é tema de evento na Associação Médica do Estado

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Ações preventivas de mudanças de hábitos de vida podem sair muito mais barato do que o valor gasto em medicamentos. O alerta fez parte de atividade realizada pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), no Ciclo de Palestras que faz parte da campanha “Saúde Preventiva: Pratique essa Ideia!”, realizado na noite de quinta-feira (07).

Esse mês, a programação foi referente do Junho Vermelho. A atividade foi realizada  no Centro de Eventos AMRIGS.

Pacientes pré-diabéticos são pacientes que já estão tendo alguma alteração no seu organismo e serão diabéticos, muito provavelmente, se não fizerem alguma alteração no estilo de vida ou dieta. O diabetes tende a ser uma doença progressiva, especialmente, o tipo 2. Então, esse paciente vai precisar cada vez mais medicamentos e intervenções terapêuticas, explicou o médico endocrinologista, Rafael Selbach.

Os sintomas mais comuns observados em pacientes diabéticos são urina em excesso, excesso de sede e perda de peso. Há também, pacientes que são assintomáticos e por isso é importante a realização de exames de sangue frequentes.

Ente as ações preventivas mais importantes estão adoção de uma dieta saudável, hábitos regulares de atividade física, cessar o tabagismo e, em casos indicados pelo médico, uso de medicamentos.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2018 0 Comentários 564 Visualizações
CidadesSaúdeVariedades

Bom Princípio inaugura hospital

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O município de Bom Princípio terá nesse sábado, (dia 2), a inauguração do novo hospital da cidade. A solenidade está marcada para às 10 horas, nas instalações junto à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, no bairro Paraíso do Vale. A cerimônia foi confirmada nesta manhã, depois da prefeitura e da Associação São Pedro Canísio (que vai administrar o espaço) receberem o Alvará da Vigilância Sanitária do Estado. O documento era esperado com ansiedade pela prefeitura e pela direção do hospital depois da última vistoria, feita na terça-feira (29), pela Vigilância da 5ª Coordenadoria de Saúde do Estado, em Caxias do Sul.

Segundo a diretora-presidente do São Pedro Canísio, Adriana Schvade Seibel, a cerimônia ocorrerá mesmo com chuva. “Se tempo não estiver bom, as pessoas devem levar capa ou guarda-chuva, já que a área coberta externa não é muito grande”.

A transferência do Hospital São Pedro Canísio do velho prédio da década de 1930 – situado próximo à prefeitura – para as novas instalações deve ser completada a partir da próxima segunda. “No início da semana já havíamos dado alta ao último paciente do hospital antigo”, explica a diretora-presidente do São Pedro Canísio, Adriana Schvade Seibel. Segundo ela, amanhã a solenidade ainda terá visitação às instalações novas, inclusive ao bloco cirúrgico construído a partir do ano passado em parceria entre a entidade e a prefeitura. “Depois, o final de semana será para a limpeza geral e esterilização dos ambientas, para a partir de segunda (dia 4) os novos pacientes serem recebidos de casa nova”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2018 0 Comentários 717 Visualizações
Variedades

Como proceder quanto as paralisações em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 24/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo informa que, em função da paralisação que ocorre no país, alguns serviços de saúde estão restritos. Os atendimentos de urgência e emergência permanecem sem alteração. As visitas domiciliares da atenção básica estão suspensas, assim como o Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD/Melhor em Casa), exceto para os pacientes que necessitem de atendimento contínuo. As cirurgias eletivas, os atendimentos ambulatoriais e os transportes sem urgência também estão restritos. As unidades de saúde seguem atendendo intercorrências. A maternidade não terá alteração no atendimento.

A medida visa a economia de insumos, a fim de manter a continuidade do atendimento de casos graves e emergenciais até a normalização do abastecimento.

Saiba em quais situações buscar os serviços de urgência e emergência:

  • Parada Cardiorrespiratória, dor torácica intensa;
  • Coma, derrame, hemorragia;
  • Falta de ar intensa, crise asmática;
  • Convulsão, intoxicação, sangramento;
  • Fraturas, choque elétrico, luxação, entorse;
  • Dor intensa ou de início imediato;
  • Alteração súbita de comportamento, agitação, ou desmaios;
  • Diabético com alterações;
  • Acidentes por animais peçonhentos.
Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/05/2018 0 Comentários 884 Visualizações
CidadesSaúde

Porto Alegre é escolhida como Cidade-Desafio para o Câncer

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2018
Por Gabrielle Pacheco
A capital gaúcha foi selecionada como Cidade-Desafio do City Cancer Challenge 2025, iniciativa liderada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) que tem como objetivo conduzir algumas cidades no mundo à liderança no planejamento e implementação de soluções de tratamento de câncer.  Com a maior mortalidade por câncer no Brasil, a cidade receberá apoio para desenvolver formas de planejar e implementar soluções de tratamento à doença.
Porto Alegre é a primeira cidade na América Latina nomeada. A decisão foi anunciada durante a Assembleia Mundial da Saúde da ONU, na tarde de hoje (21) em Genebra, Suíça.
De acordo com dados do INCA, estima-se que sejam registrados cerca de 600 mil novos casos de câncer em 2018, 54.800 deles só no Rio Grande do Sul. A candidatura da cidade foi resultado do trabalho conjunto entre a Prefeitura de Porto Alegre e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), com o apoio do Hospital Moinhos de Vento.
Dra. Maira Caleffi, presidente voluntária da FEMAMA, afirma que a participação de uma cidade brasileira nessa iniciativa será um passo fundamental para que pacientes com diagnóstico de câncer tenham acesso ao tratamento adequado e todos os cuidados que a doença demanda.
O Projeto Cidade-Desafio permitirá agregar várias áreas de interesse em busca de uma solução para as crescentes taxas de câncer em Porto Alegre. Existe um problema global com o aumento geométrico do número de novos casos, mas a solução precisa ser local. Com essa experiência, Porto Alegre servirá de modelo nacional para tornar o atendimento oncológico mais rápido e moderno”, declara.
No máximo cinco cidades no mundo devem ser escolhidas como Cidade-Desafio até o fim do ano entre 20 candidatas para receberem acompanhamento da UICC na estruturação da busca de resultados. Porto Alegre foi a única cidade latino-americana a integrar a disputa.
Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2018 0 Comentários 484 Visualizações
Saúde

58º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia terá como tema saúde feminina integral

Por Gabrielle Pacheco 21/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

O 58º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia (CBGO) definiu data para o evento, que acontecerá de 13 a 16 de novembro de 2019, em Porto Alegre. Segundo a presidente da 58ª edição, Maria Celeste Osório Wender, a expectativa é receber mais de 5 mil congressistas. O tema central é a saúde feminina integral, da prevenção primária até os avanços das terapias.

O Congresso é a oportunidade de todo ginecologista e obstetra do País se atualizar, por meio de conferências, discussões práticas e, acima de tudo, por meio de contato direto com especialistas que são referência em suas respectivas áreas, sedimentando conhecimentos e esclarecendo dúvidas. Aliás, o objetivo é disponibilizar a melhor evidência científica, para que seja revertida em cuidados de qualidade à saúde da população feminina”, pondera Maria Celeste.

Na pauta dos debates figuram questões essenciais ao dia a dia do GO, como anticoncepção, aleitamento materno, assistência ao parto, abortamento e puerpério, climatério, pré-natal, doença trofoblástica gestacional, endometriose, endoscopia e cirurgias ginecológicas, câncer ginecológico, doenças da mama, ginecologia endócrina, ginecologia infanto-puberal, medicina fetal e mortalidade materna, sexologia e infertilidade, vacinas, violência sexual e o abortamento legal.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2018 0 Comentários 574 Visualizações
CidadesSaúde

Unimed Vale dos Sinos inaugura Centro de Cardiologia

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

Na quarta-feira (18), a Unimed Vale dos Sinos inaugurou o Centro de Cardiologia, em Novo Hamburgo. Além do atendimento 24 horas por dia, o centro também disponibiliza serviços para clientes particulares, centros de saúde e hospitais.

O serviço conta com equipamentos para diagnósticos precisos e cateterismo, além de uma equipe com alta qualificação em atendimento cardiológico e hemodinâmica. Segundo a instituição, o objetivo da cooperativa é oferecer a comunidade um atendimento cada vez mais qualificado.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2018 0 Comentários 716 Visualizações
Saúde

Sapiranga mobiliza a população contra o Aedes aegypti

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2018
Por Gabrielle Pacheco

Em sequência às ações rotineiras de conscientização, a Prefeitura de Sapiranga deu início a campanha com o tema Ajude a tirar o Aedes aegypti de Circulação – Todos Contra a Dengue para sensibilizar a população no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Organizada pela Secretaria Municipal de Saúde e Comitê Municipal de Prevenção e Combate a Dengue, equipes entregaram 5 mil panfletos com informações sobre cuidados com água parada, outras formas de prevenção e eliminação do mosquito.

Todos em prol da saúde pública

A mobilização, realizada na sexta-feira (23), ocorreu em frente a várias empresas e ruas na área central da cidade. “Todos são corresponsáveis pela saúde pública, portanto, cada um deve fazer a sua parte, eliminando todos os possíveis criadouros de mosquito”, afirma a secretária de Saúde, Janete Hess.
Com este propósito de alertar para a prevenção e estimular a promoção da saúde também estão sendo instaladas faixas educativas nas UBS São Luís, Amaral Ribeiro, Vila Irma e Centro, nas ESF Morada São Luís, Oeste, São Paulo, Ferrabraz/JG, UPA, Secretaria Municipal de Saúde, Câmara de Vereadores, além de pontos estratégicos como os viadutos da São Luiz e Santa Fé, entrada do Parque Municipal do Imigrante e na Prefeitura Municipal. A campanha Ajude a tirar o Aedes aegypti de Circulação – Todos Contra a Dengue terá ações ao longo do ano.

Sapiranga registra 111 focos do mosquito

“O mosquito Aedes aegypti não pode ser preocupação somente em épocas de calor e períodos chuvosos, mas o ano todo. Todo cuidado é pouco para se evitar chikungunya, zika e dengue, doenças transmitidas pela picada do mosquito”, diz Taís dos Santos Carrão, coordenadora técnica do Setor de Endemias da Secretaria de Saúde de Sapiranga e do Comitê Municipal de Prevenção e Combate a Dengue. O chamamento serve de alerta diante dos números. Nos primeiros meses do ano, foram positivados 111 focos (criadouros com a larva do Aedes aegypti) contra 53 identificados em 2017.
Segundo Taís, Sapiranga registra focos e não há incidência de doenças. Dos 111 focos, 23 foram identificados durante o primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes (LIRAa) deste ano, realizado de 19 a 23 de fevereiro – mais três estão previstos até o fim do ano. O LIRAa é uma amostragem, pela qual se sorteiam quarteirões para visitas, o que equivale a uma cobertura de 5% da cidade. Além do LIRAa, a Prefeitura realiza visitas em pontos estratégicos de 15 em 15 dias, como borracharias, floriculturas, ferros-velhos, entre outros espaços, e tem programado a aplicação de veneno especial e dirigido para estes locais, conforme prevê orientações provenientes do Estado.

Fonte: Assessoria | Foto: Divulgação
26/03/2018 0 Comentários 556 Visualizações
Saúde

Amrigs e Secretaria Municipal de Saúde firmam parceria na área médica

Por Gabrielle Pacheco 27/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de colaborar em processos de educação continuada, a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) e a Secretaria Municipal da Saúde se reuniram na sede da Associação, nesta segunda-feira (26/02), para discutir o tema. Além de aulas do projeto, a intenção é também utilizar o Centro de Eventos Amrigs, em Porto Alegre, para realização do Ciclo de Debates, evento promovido pela Prefeitura de Porto Alegre sobre assuntos na área médica e que deverá ter, esse ano, mais uma edição em data ainda não confirmada.

As ações para parceria foram estudadas em encontro entre o secretário municipal da Saúde, Erno Harzheim, e o presidente da Amrigs, Alfredo Floro Cantalice Neto.

O Exame Amrigs, seleção válida para mais de sessenta programas de residência médica no Brasil, também foi abordado na reunião. Ele é utilizado pelo executivo municipal na aplicação de provas para residência no Hospital de Pronto Socorro e no Hospital Presidente Vargas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/02/2018 0 Comentários 528 Visualizações
Saúde

Pesquisa que associou Zika vírus e microcefalia é premiada

Por Gabrielle Pacheco 10/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

Levantamento inédito que comprovou a associação do surto de Zika vírus com os bebês nascidos com microcefalia na região nordeste do Brasil é o vencedor da 17ª edição do Prêmio Péter Murányi, conforme decisão do júri realizado quarta-feira (8). O trabalho, coordenado pela doutora Celina Turchi e indicado pela Fundação Oswaldo Cruz, apontou, ainda, a relação do vírus com o aumento da mortalidade de fetos.
O estudo epidemiológico, o primeiro que estabeleceu a associação entre microcefalia e infecção pelo vírus da Zika, acompanhou, de janeiro a novembro de 2016, a gestação de mulheres atendidas em oito maternidades públicas do Recife. Durante o período, 32 recém-nascidos foram diagnosticados com microcefalia. Testes laboratoriais apontaram a presença de infecção por Zika vírus em 13 deles.
De acordo com Vera Murányi Kiss, presidente da Fundação Péter Murányi, entidade organizadora da premiação, estudos como esse mostram a importância do trabalho dos pesquisadores brasileiros para preservar o futuro das próximas gerações.

“Essa votação foi uma das mais emocionantes que já participei, devido ao nível dos finalistas. Todos são muito impactantes. Era impossível não pensar no tamanho do benefício que os trabalhos ofereciam à população, conforme íamos analisando os três estudos”, relata. Vera sinalizou também que essa perplexidade para escolher a colocação de cada concorrente é motivo de orgulho, afinal, significa que cumpriram, com louvor, os critérios de avaliação.

Os resultados apontados pelo grupo de estudos chefiado pela doutora Celina permitiram que fossem criadas medidas de combate ao mosquito transmissor do Zika vírus por parte do poder público, como a distribuição de repelentes para grávidas moradoras de áreas de risco para a doença e o acompanhamento das crianças portadoras de microcefalia. Bem como, auxiliou na análise clínica das infecções.

“É uma doença que gerou intensa comoção social e isso evidencia a gravidade desses eventos ligados à saúde reprodutiva da mulher, o desconhecimento sobre a causa e transmissão da infecção e dos possíveis fatores de risco expostos. Podemos dizer que esse estudo, realizado por pesquisadores brasileiros, moveu a fronteira do conhecimento científico e, hoje, é referência nos guias de manejo da síndrome do Ministério da Saúde e também é utilizado como fonte de orientação para os EUA”, relata Celina.

Reconhecimento internacional

O trabalho resultou na inclusão de sua coordenadora, a médica epidemiologista Celina Turchi, entre as 100 pessoas mais influentes do mundo eleitas em 2017 pela revista norte-americana Time. A cientista brasileira foi a responsável por formar uma rede internacional, com cerca de 30 profissionais de diversas especialidades e instituições, reunidos no Microcephaly Epidemic Research Group (Grupo de Pesquisa da Epidemia de Microcefalia), que conseguiu, em apenas três meses, identificar como o vírus Zika e a microcefalia estavam associados – os estudos começaram em janeiro de 2016, e, em abril, já havia fortes indícios dessa relação.

Fonte: Assessoria | Foto: Reprodução
10/02/2018 0 Comentários 500 Visualizações
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