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Saúde

Variedades

Civida entra em ação e doa a primeira cadeira de rodas

Por Gabrielle Pacheco 05/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

O projeto Civida, um aplicativo a serviço da saúde, realizou no sábado, 02/02, a primeira doação. Saindo do papel, a iniciativa ganhou forma e colocou em prática o seu maior objetivo: de ajudar o próximo com o empréstimo de equipamentos de saúde. E a primeira pessoa a receber a ajuda do Civida foi a dona Therezinha Oliveira de Vargas, de 82 anos, moradora de São Leopoldo. Com sua mobilidade reduzida devido aos problemas pulmonares e pelo fator idade, a rotina de dona Teresinha estava sem qualidade de vida. Há 14 anos possui Insuficiência Renal e realiza hemodiálise três dias por semana. “Vai ajudar bastante. Obrigada e eu agradeço muito. Agora que tenho a cadeira vou poder ir até no mercado comprar carne. Agora tenho a minha cadeirinha”, agradece emocionada dona Terezinha, que agora também poderá passear com seus familiares em diversos locais.

Com a sensação de dever cumprido, o idealizador do Civida, Lucas Humberto Reinhardt, conta que foi maravilhoso ver a felicidade de dona Teresinha e de seus familiares ao receber a cadeira de rodas. “Esperamos que essa cadeira de rodas, a primeira do sistema, ajude bastante na mobilidade. Este é um projeto social que estamos desenvolvendo”. Ele informa ainda que o aplicativo vai permitir que outras pessoas façam doações e ajudem quem necessita, como fizeram com a senhora. O aplicativo ainda não foi lançado, mas Lucas informa que logo será.

Participou da entrega o integrante do Civida e bolsista da Faccat, o acadêmico Jean Carlos Fragata. A equipe ainda é formada pelo líder técnico e orientador, Fernando Lunardelli; pelo programador front-end Yuri Santos; e designer gráfico Stefani Falcão, que também estão finalizando os testes finais do projeto, que terá lançamento em breve.

A iniciativa conta com a parceria do Instituto 3M, Alfabetização Solidária (AlfaSol), Faculdades Integradas de Taquara (Faccat) e Associação Regional de Esclerose Lateral Amiotrófica (Arela/RS).

Sobre o CIVIDA

O Civida é um aplicativo que consiste no desenvolvimento de um sistema que visa a proporcionar aos cidadãos uma alternativa para receberem equipamentos de saúde que podem ser emprestados ou doados pela população em geral ou empresas. De acordo com o idealizador da iniciativa, Lucas Humberto Reinhardt, a iniciativa atenderá necessidades de portadores de deficiências, como, por exemplo, a obtenção de cadeiras de rodas, muletas e aparelhos auditivos.

O aplicativo será uma alternativa ao Sistema Único de Saúde (SUS), que se mostra ineficiente no atendimento dessas demandas. Por meio do app, usuários serão conectados: quem precisa de ajuda e quem pode ajudar, emprestando ou doando equipamentos. Usuários combinam como o equipamento será entregue e o sistema ajuda a gerenciar a operação.

Mais informações do Civida estão disponíveis em https://www.civida.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2019 0 Comentários 869 Visualizações
CidadesSaúde

Paralisação de trabalho do Estado prejudica entrega de medicamentos em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 25/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Devido a problemas na elaboração de roteiro de entregas de medicamentos, de responsabilidade do Estado, para as prefeituras, cerca de 75% dos itens que deveriam chegar à Farmácia do Estado que funciona dentro da Farmácia Comunitária do Município, não foram entregues.

Dessa forma, a gerência da Farmácia Comunitária pede a compreensão dos usuários que contariam com os remédios a partir desta quinta-feira. “É um problema sério que foge do nosso controle”, afirma a gerente da Farmácia Comunitária de Novo Hamburgo, Janice Rhoden. Não há previsão para a chegada dos medicamentos por que o atraso na elaboração do roteiro se deve à paralisação dos funcionários, que atuam em empresa terceirizada pelo Estado, sem data para terminar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/01/2019 0 Comentários 565 Visualizações
BusinessSaúde

Saúde suplementar impulsiona criação de empregos no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 23/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cadeia de saúde suplementar tem impulsionado a economia e a criação de empregos no Brasil e já responde por 8,1% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, aferido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de postos de trabalho formal no setor cresceu 3,4% na comparação entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. O que significa um aumento de 116,5 mil vagas. No mesmo período, o total de empregos formais no Brasil teve avanço de apenas 1%.

Olhando para o saldo de empregados, a diferença entre o total de contratados e o de demitidos, a cadeia da saúde suplementar fechou novembro de 2018 com 12,1 mil novos postos de trabalho. O que corresponde a 20,6% do saldo de 58,7 mil empregos registrado no Brasil.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, aponta que regionalmente a criação de empregos ainda está bastante concentrada na Região Sudeste do País, que responde por 47,4% (5,7 mil) do saldo de empregos formais do setor em novembro de 2018. Contudo, ele destaca que outras regiões têm registrado importantes resultados. “Temos visto um fortalecimento expressivo do mercado no Centro-Oeste, com 1,5 mil novos postos de trabalho. Isso em um período em que a região encerrou 7,5 mil empregos formais no total da economia”, analisa.

Na mesma linha, a cadeia de saúde registrou saldo positivo de 234 empregos no Norte enquanto, no total da economia, foram fechados 932 postos de trabalho. “Ainda que os números sejam mais ‘modestos’ do que os registrados em outras regiões, fica evidente que o setor está contratando em ritmo superior à média nacional. O que indica que o mercado está se preparando para voltar a crescer”, pondera Carneiro.

Os dados da edição mais recente do boletim já estão presentes no IESSdata, plataforma que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/01/2019 0 Comentários 539 Visualizações
Variedades

Hospital Mãe de Deus realiza palestra gratuita sobre cirurgia bariátrica

Por Gabrielle Pacheco 14/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre o procedimento, o Hospital Mãe de Deus realizará na próxima quarta-feira, dia 16/01, o primeiro encontro do Ciclo de Palestras sobre Cirurgia Bariátrica em 2019. O encontro será ministrado pelo gestor do Centro de Cirurgia da Obesidade do Hospital, Dr. Gerson Junqueira. Serão abordadas explicações sobre o perfil dos pacientes, preparação para a cirurgia bariátrica, pós-operatório, recuperação, mudança de hábitos, além dos avanços nas técnicas da cirurgia, entre outras questões.

Como já ocorre nos anos anteriores, a palestra será gratuita e aberta à comunidade. Início às 18h30min, na sala de aula 1 do Hospital Mãe de Deus. O circuito de palestras seguirá ocorrendo mensalmente durante todo o ano.

Confira as datas para os próximos meses: fevereiro (13), março (13), abril (10), maio (08), junho (12), julho (10), agosto (14), setembro (11), outubro (09), novembro (13) e dezembro (11).

Serviço

O quê: Ciclo de Palestras Sobre Cirurgia Bariátrica
Quando: 16/01, às 18h30min
Onde: Sala de Aula 1 do Hospital Mãe de Deus (Rua José de Alencar, 286, Menino Deus)
Quanto: gratuita e aberta ao público
Informações: [email protected] ou telefone (51) 3230.6992

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2019 0 Comentários 654 Visualizações
Variedades

Estudo inédito mostra que doença do coração pode ser identificada por exame de sangue

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

De forma simples, barata e com resultados rápidos, os exames de sangue conseguem identificar uma série de alterações no funcionamento do nosso corpo que podem interferir na saúde. É possível, por exemplo, medir o colesterol, identificar a falta de vitamina D, analisar o funcionamento dos rins. Mas imagine só se a análise em laboratório de alguns mililitros de sangue fosse capaz de identificar bem precocemente placas de gordura e cálcio das artérias do coração?

Um estudo liderado pelo cardiologista da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Eduardo Pesaro, com 170 pacientes mostrou que duas proteínas encontradas no sangue podem ser capazes de identificar ainda em fase inicial este tipo de lesão arterial, prevenindo assim doenças como o infarto do miocárdio com boa antecedência. Dessa forma, no futuro, o diagnóstico poderá ser feito por testes sanguíneos.

Polícia e bandido
A pesquisa foi dividida em duas partes e analisou oito proteínas ligadas à inflamação sanguínea e calcificação das artérias – mecanismos ligados ao entupimento das coronárias. Na primeira delas, foram verificados resultados de exames de 100 pacientes com calcificação coronária e comparados com um grupo controle (pacientes saudáveis) com o objetivo de descobrir quais proteínas apareceriam em níveis elevados. Neste primeiro grupo, o estudo mostrou que o aumento das proteínas MGP e RANKL no sangue indicam o risco até três vezes maior de doença coronária. A RANKL é uma das proteínas responsáveis pela calcificação das artérias. Já a MGP atua na remediação da quantidade de cálcio nas artérias.

“Para ficar simples de entender: é como bandido e polícia onde a RANKL é o bandido e a MGP atua como polícia em ralação à calcificação vascular. Se a polícia aparece é porque há algo de errado nas coronárias. Não deveria haver cálcio nos vasos”, explica Pesaro.

Infarto do miocárdio
A outra parte da pesquisa analisou exames de sangue de 40 pacientes que tiveram infarto agudo do miocárdio. “Para este caso, a pergunta feita no estudo foi se o aumento da inflamação sanguínea causada pelo infarto está relacionado à elevação de algum biomarcador de calcificação. E a resposta, após análises de todos os exames de sangue, foi sim”, diz Pesaro. O estudo comparou amostras de sangue de pacientes que sofreram infarto recolhidas no terceiro dia pós evento e 60 dias depois e verificou aumento de 23% na MGP nos exames realizados dois meses depois. “Isso mostra que após um episódio inflamatório severo, há elevação dessa proteína na tentativa de o organismo reduzir as consequências de calcificação do vaso após o infarto”, afirma o cardiologista do Einstein

Atualmente existem apenas duas formas de identificação das placas de gordura e cálcio nas veias. A mais comum delas é o teste ergométrico. Também conhecido como teste de esforço físico, ele identifica a obstrução das coronárias, arritmia, falta de ar ou cansaço. “O problema é que ele não consegue identificar placas na fase inicial, mas sim a partir de 70%, 80% de entupimento e acaba não sendo um exame suficientemente preventivo”, explica Pesaro.

Outros procedimentos
A outra forma diagnosticar a doença na artéria é a tomografia de coronárias. “Este é um exame moderno que consegue identificar bem no início as placas. Mas ele é caro e tem radiação”, completa.

O estudo foi publicado em setembro de 2018 na revista científica Plos One. “É uma pesquisa que dá subsídio para testes em uma escala maior e, futuramente aplicação”. Estamos no caminho certo para um check-up do coração mais barato e que consiga prevenir com boa antecedência a aterosclerose”, diz o cardiologista do Einstein.

Sobre a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein
É uma sociedade civil sem fins lucrativos. Tem mais de 60 anos de história e atua nas áreas de assistência à saúde, educação e ensino, pesquisa e inovação e responsabilidade social. Conta com 13,2 mil colaboradores, 9,4 mil médicos e está sediada em São Paulo. O Einstein possui o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) e é qualificada como Organização Social da Saúde para atuar na prestação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/01/2019 0 Comentários 754 Visualizações
BusinessSaúde

3 startups brasileiras que revigoram o setor da Saúde

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Do transporte ao varejo,o uso da tecnologia é uma realidade em diversos setores. Cada vez mais, plataformas e aplicativos são criados com a proposta de melhorar o acesso aos vários tipos de serviços que o mercado oferece. No caso da Saúde não é diferente. Em meio à crise dos convênios médicos, que praticam preços elevados e impõem uma série de regras ao consumidor, diversas startups têm surgido prometendo valores mais justos, além de modernizar o atendimento clínico.

Segundo a ANS, os planos de saúde perderam mais de 3 milhões de clientes nos últimos 4 anos no País. Os números, apesar de preocupantes, podem significar o surgimento de soluções para os problemas do setor. Pensando nisso, separamos abaixo 3 startups brasileiras que foram criadas recentemente com o objetivo de reinventar a saúde no Brasil. Confira:

Cuidas

A Cuidas conecta empresas com médicos de família para atendimentos no próprio local de trabalho. Fundada este ano por Matheus Silva (CEO), João Henrique Vogel (CFOO) e Deborah Alves (CTO), a startup oferece um serviço de saúde por assinatura diretamente para o mundo corporativo, promovendo otimização de tempo e redução de custos para as empresas clientes e focando no tratamento integral de cada um dos colaboradores das empresas.
Através da plataforma da Cuidas, o paciente e o médico têm acesso ao agendamento de consultas, bem como aos dados de saúde e histórico do paciente. Tudo isso oferecido dentro do ambiente de trabalho, conectando os colaboradores aos melhores médicos de família do mercado, para um tratamento de cuidados primários personalizado, integral e focado nas individualidades do paciente e não na doença.

Teldoctor

A Teldoctor é uma empresa de Telemedicina voltada, exclusivamente, para a medicina à distância. Por meio de Inteligência Artificial e médicos disponíveis 24h, a empresa consegue viabilizar até 150 mil atendimentos por mês. A proposta da plataforma é oferecer um primeiro atendimento aos pacientes que necessitam de prescrição de exames, conduta ou medicamento de baixo risco.
Por meio de um desktop ou um celular o usuário acessa o site da empresa e preenche uma ficha clínica. Essas informações são organizadas pela Inteligência Artificial, que direciona o paciente, em questão de minutos, ao médico responsável por aquela especialidade. Após a análise do médico, o paciente recebe as orientações e prescrições necessárias para o seu caso.

Amparo Saúde

A Amparo Saúde é o primeiro centro de saúde por assinatura do País. A empresa investe em tecnologia para ocupar uma função cada vez mais importante na gestão de saúde. A empresa conta com prontuário eletrônico, equipamentos point of care e planeja construir uma extensa base de dados que, com ajuda de algoritmos, será usada para a medicina preditiva.
Outro ponto que vale destacar é o uso da tecnologia na comunicação entre paciente e médico. O profissional é responsável por acompanhar de perto a rotina do paciente e, junto a uma equipe de enfermagem, integra grupos em aplicativos de mensagem, à disposição do paciente em horário comercial. Ou seja, por meio da tecnologia, o paciente recebe acompanhamento de longo prazo, de um médico dedicado, como os tradicionais “médicos de família”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/01/2019 0 Comentários 827 Visualizações
Saúde

Butantan irá compartilhar tecnologia e conhecimento científico no desenvolvimento da vacina contra dengue

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e um dos principais centros de pesquisa do mundo e a farmacêutica americana Merck & Co. Inc., Kenilworth, NJ., USA, (conhecida fora dos EUA e Canadá por MSD) uma das líderes no mercado global, assinam um acordo inédito de colaboração tecnológica e em pesquisa clínica no desenvolvimento de suas vacinas contra a dengue. Com o acordo, o Butantan poderá receber até US$ 101 milhões dólares, que serão investidos em pesquisa e na produção de vacinas pelo Instituto.

O acordo pioneiro fará com que as instituições compartilhem informações sobre suas pesquisas clínicas e fortaleçam seus programas contra a dengue. As vacinas contra a dengue em desenvolvimento pelo Butantan e pela MSD visam proteger contra os quatro tipos da doença. A vacina do Butantan já está no final da fase 3 de ensaios clínicos.

A troca de conhecimentos entre as duas partes deve agilizar e aperfeiçoar o processo de avaliação de eficácia e segurança de ambas as formulações imunobiológicas, uma vez que a prevalência de tipos de dengue é diferente no Brasil e nos EUA e, por isso, os estudos podem ser complementares.

Por estar em um estágio mais adiantado do desenvolvimento de sua vacina, o Instituto Butantan receberá um pagamento antecipado de US$ 26 milhões por parte da MSD e poderá receber ainda mais US$ 75 milhões com a conquista de marcos relacionados ao desenvolvimento e à comercialização da vacina experimental da MSD, além de royalties sobre as vendas. O Instituto Butantan continuará responsável pela fabricação e comercialização de sua vacina no Brasil.

“É uma ótima notícia para o país. Prova que o Butantan atingiu um nível de excelência internacional no desenvolvimento de vacinas de interesse global. Essa é a primeira transferência com esse perfil feita entre um instituto brasileiro e uma empresa farmacêutica global no desenvolvimento de uma vacina. Com os aportes financeiros, poderemos investir ainda mais em produção de vacinas e em pesquisa. Quem ganha é a saúde da população”, afirma Dimas Tadeu Covas, diretor do Instituto Butantan.

“Este acordo fornece à MSD acesso a dados para informar nosso programa de desenvolvimento precoce de vacina contra a dengue e reflete o tremendo progresso que cientistas e médicos do Instituto Butantan fizeram até agora”, disse o Dr. Roger M. Perlmutter, presidente global de pesquisa clínica da MSD. “Nossa colaboração com o Butantan demonstra o compromisso de ambas as partes em fazer o máximo para desenvolver novas vacinas para ajudar a proteger as populações em risco contra a dengue, especialmente aquelas que vivem em países em desenvolvimento em todo o mundo”.

O Instituto Butantan e a MSD licenciaram direitos dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) para o desenvolvimento de vacinas tetravalentes atenuadas vivas (LATV). Com o acordo, o Butantan irá disponibilizar para a farmacêutica o acesso às informações sobre os ensaios clínicos já em curso, pelos quais receberá investimento, até que ambos os parceiros cheguem a um nivelamento de seus ensaios clínicos. Deste ponto em diante a colaboração se dará livremente, ainda que cada um dos parceiros venha a produzir sua própria vacina.

O Instituto Butantan já havia conquistado, em maio deste ano, patente nos Estados Unidos para o processo de produção da vacina da dengue. A conquista garantiu visibilidade internacional ao projeto e à tecnologia desenvolvida no Brasil a partir da cepa dos institutos de saúde (NIH), dos EUA. A patente foi concedida pelo Escritório Americano de Patentes e Marcas (Uspto).

Desde o início, o projeto para a vacina contra a dengue teve investimento total de R$ 224 milhões oriundos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Fundação Butantan e Ministério da Saúde.

A vacina desenvolvida no Instituto Butantan é uma grande aposta da saúde em nível mundial, visto que ela está sendo desenvolvida para prevenir os quatro subtipos do vírus da dengue (1,2,3 e 4), deverá ser indicada para pessoas de 2 a 59 anos e deve funcionar também para aqueles que não tiveram a doença anteriormente. A vacina está na 3ª fase do estudo clínico, na qual é testada em humanos.

Assim que concluída esta fase, haverá um pedido de registro à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Somente após a obtenção do registro, ela poderá ser disponibilizada à população. A fase 3 do estudo clínico começou em 2016 e está sendo realizada em 14 centros de pesquisa clínica, distribuídos em cinco regiões do país e envolverá, até o seu final, 17 mil voluntários.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2018 0 Comentários 565 Visualizações
Saúde

AMRIGS manifesta preocupação com possíveis irregularidades em recursos na saúde

Por Gabrielle Pacheco 07/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) recebeu com preocupação a notícia da denúncia de irregularidades que envolvem o montante de R$ 1 bilhão na gestão da saúde de Canoas. O efeito direto dá-se na administração dos hospitais Universitário (HU), de Pronto Socorro de Canoas (HPSC), duas unidades de pronto atendimento e quatro de atendimento psicossocial. A entidade médica acredita que isso gere um enorme prejuízo no atendimento à população uma vez que os serviços atendem a uma grande parte da população de Canoas e região.

“Saudamos a atuação do Ministério Público contra o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) que além de prejudicar a população com os anunciados atos de irregularidade provocaram também grandes prejuízos a classe médica e de outras áreas da saúde com atraso em salários incluindo profissionais de enfermagem, técnicos, farmacêuticos e radiologistas”, afirma o presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto.

Para o diretor de comunicação da AMRIGS, Juliano Chibiaque, os danos causados no atendimento à população são enormes, uma vez que o quadro geral no atendimento à população já é de extrema dificuldade.
“Há uma crise sem precedentes na saúde. É revoltante ver um volume tão significativo de recursos sendo usado irregularmente conforme aponta a denúncia, ao mesmo tempo em que temos um Estado quebrado financeiramente e tendo que parcelar os salários e abrir mão de investimentos que seriam importantes para saúde. Esse acontecimento reforça o que há bastante tempo afirmamos: há mão de obra disponível no Brasil e esse não é o problema, mas sim a falta de áreas físicas e em condições para que os médicos possam exercer o seu trabalho”, disse.

A terceirização da saúde em Canoas foi assinada no final de 2016 pelo então prefeito Jairo Jorge (PDT) e pelo universitário Brayan Souto Santos – à época, presidente do Gamp. Após o início da execução do contrato, surgiram suspeitas de irregularidades, conforme auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Até fevereiro deste ano, a prefeitura de Canoas identificou R$ 17,6 milhões em despesas indevidas ou não comprovadas pelo grupo. Desde maio de 2017, a prefeitura vem descontando dos repasses à entidade valores que considera gastos inadequados.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/12/2018 0 Comentários 520 Visualizações
CidadesVariedades

Dia D de Luta contra a Aids intensifica a prevenção ao HIV e outras ISTs, em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 05/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Serviço de Atendimento Especializado (SAE), vinculado à Prefeitura de Novo Hamburgo por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), realiza amanhã, 6, o Dia D de Luta contra a Aids. Alusiva aos 30 anos de combate à transmissão do HIV, a ação contra o preconceito e a favor da vida ocorre na Praça Punta del Este, das 10h às 15 horas. Uma equipe de profissionais da SMS irá realizar os atendimentos junto ao Ônibus da Saúde, com a oferta de testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C, além da distribuição de preservativos.

“A equipe irá fazer esses exames para detecção de Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs”, informa a coordenadora do SAE e médica infectologista, Fábia Rafaela Corteletti. “Após os procedimentos, durante a conversa e caso seja constatada a indicação, começaremos a falar sobre a PrEP.” A doutora se refere à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), que não é um método de prevenção à infecção pelo HIV para todos, mas para pessoas que tenham maior chance de entrar em contato com o vírus da aids.

A PrEP consiste na tomada diária de uma medicação que impede que o vírus causador da aids infecte o organismo, antes de a pessoa ter contato com o vírus. Na Praça Punta del Este, também serão distribuídos materiais impressos e produtos, como gel lubrificante, preservativos femininos e masculinos, a quem passar pelo local no Dia D de Luta contra a Aids.

SAE oferece agenda para interessados
“A PrEP está disponível em Novo Hamburgo e a agenda já se encontra aberta no SAE para quem deseja fazer uma avaliação”, indica Fábia. “Basta marcar consulta com a Enfermagem e médico infectologista da unidade em Hamburgo Velho, informando se tratar de interesse pela PrEP.” Em tais oportunidades serão avaliadas as indicações e realizados os testes rápidos de ISTs, de acordo com os riscos a que a pessoa está exposta. O SAE está localizado no número 868 da Rua General Osório, em Hamburgo Velho.

Saiba mais
A PrEP é a combinação de dois medicamentos (tenofovir + entricitabina), que bloqueiam alguns “caminhos” que o HIV usa para infectar o organismo. Ao tomar PrEP diariamente, a medicação pode impedir que o vírus se estabeleça e se espalhe pelo corpo. É importante ressaltar que a PrEP não protege de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (tais como sífilis, clamídia e gonorreia) e, portanto, deve ser combinada com outras formas de prevenção, como a camisinha.

A Profilaxia Pré-Exposição só tem efeito se você tomar os comprimidos todos os dias. Caso contrário, pode não haver concentração suficiente da medicação em sua corrente sanguínea para bloquear o vírus.

Serviço
O que: Dia D de Combate à Aids
Quando: 06/12, das 10h às 15 horas
Onde: Praça Punta del Este, em Novo Hamburgo

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/12/2018 0 Comentários 547 Visualizações
Variedades

Gripe pode aumentar em até seis vezes chances de ataque cardíaco

Por Gabrielle Pacheco 28/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

A gripe pode estar associada a muito mais do que os sintomas comuns como febre alta, congestão nasal e fadiga. Segundo estudo publicado no New England Journal, a doença pode aumentar em até seis vezes as chances de ataque cardíaco durante a semana após a contaminação pelo vírus.

Para as pessoas com 65 anos ou mais, o perigo é ainda maior, pois mesmo meses após a recuperação dos sintomas da gripe, o indivíduo ainda pode ter um risco maior de sofrer ataque cardíaco, derrame ou outros problemas cardiovasculares. O aumento ocorre em função da inflamação dos músculos do coração e consequente maior risco de formação de coágulos sanguíneos, responsáveis pela ocorrência de diversos problemas cardiovasculares.

Nos idosos, a gripe está relacionada a seis das 10 principais causas de hospitalização e pode evoluir, inclusive, para o óbito. A maioria das mortes por influenza sazonal é registrada nessa população, especialmente em não vacinados.

A vacinação é a melhor alternativa para se prevenir, podendo ser feita tanto na rede privada quanto pública. Nas clínicas particulares, há duas vacinas contra o vírus influenza: as trivalentes e as quadrivalentes. As trivalentes protegem contra três tipos de vírus, enquanto as quadrivalentes oferecem proteção mais ampla, pois contém um vírus a mais, protegendo contra quatro tipos. O sistema público de saúde, porém, oferece apenas a vacina trivalente.

Recentemente, foi aprovada pela ANVISA uma vacina desenvolvida exclusivamente para a população acima dos 65 anos. Nesta população, a vacina apresentou 24,2% mais eficaz na proteção contra a gripe em comparação à vacina contra influenza trivalente aprovada atualmente no Brasil. Adultos a partir de 65 anos são, particularmente, mais vulneráveis a complicações associadas ao vírus Influenza, o que significa que a resposta de anticorpos após o recebimento da vacina tradicional contra a gripe nessa população é mais baixa do que em adultos.

A nova vacina aguarda definição de preço da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) para ser distribuída para clínicas particulares de todo o país.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/11/2018 0 Comentários 539 Visualizações
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