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Saúde

Saúde

Retinopatia diabética atinge 40% dos brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 29/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diabetes tipo 2 será a próxima epidemia global – é o que consideram os especialistas. Para se ter uma ideia, segundo o Ministério da Saúde, entre 2006 e 2016, os casos da doença aumentaram em 61,8% no Brasil. No mundo, já são mais de 387 milhões de diabéticos, e a expectativa é que esse número aumente em 150%. O diabetes é uma doença crônica, que aumenta as taxas de açúcar no sangue e pode levar a complicações graves quando não controlada. Uma delas é a retinopatia diabética, considerada a maior causa de cegueira de pessoas jovens em todo o mundo.

Dados de 2018 da Sociedade Brasileira da Diabetes mostram que 40% dos pacientes que têm diabetes podem desenvolver a doença, uma vez que a grande maioria não sabe sobre seus riscos. Para o médico oftalmologista João Guilherme Oliveira de Moraes, especialista em retina e vítreo e idealizador do Retina do Bem, projeto de combate à retinopatia diabética, além da falta de conhecimento, o grande problema é que a doença é assintomática, o que faz com que muitos casos sejam diagnosticados tarde demais:

“A retinopatia diabética é uma doença que não apresenta sintomas específicos e a grande maioria dos pacientes com diabetes nem sabe desse risco. Por isso, o exame periódico de fundo de olho é tão importante para pacientes diabéticos”, avalia.

A retinopatia diabética afeta os vasos sanguíneos do olho e, se não diagnosticada e contida a tempo, ela deposita um material anormal nas paredes dos vasos da retina – fundo do olho –, causando o estreitamento e até bloqueio dos mesmos, além do enfraquecimento de suas paredes, o que pode causar deformidades chamadas de microaneurismas. São esses microaneurismas que acabam rompendo e levando à hemorragia, o que pode causar a cegueira. A retinopatia diabética se apresenta de duas formas, exsudativa ou proliferativa, e ambas podem causar perda parcial ou total da visão.

“No primeiro caso, a hemorragia e a gordura afetam a mácula, que é a responsável pela visão central, usada para a leitura. Já no segundo caso, acontece a proliferação de novos vasos atípicos, os ‘neovasos’, os quais são extremamente frágeis e também podem causar hemorragia. Além disso, esses ‘neovasos’ podem atingir o interior do olho, podendo causar não só dificuldades de enxergar, como a destruição da retina”, esclarece o especialista.

A principal causa da retinopatia diabética é o diabetes mellitus; é ele que impede o nosso corpo de fazer o uso adequado dos alimentos, principalmente o açúcar, elevando seus níveis na corrente sanguínea. Quanto a prevenção, o médico lembra que não existem segredos: alimentação adequada, uso dos remédios prescritos, prática de exercícios físicos e consultas periódicas acompanhadas do exame de fundo de olho podem evitar maiores problemas.

Hoje, graças ao avanço da tecnologia, existem tratamentos capazes de interromper a progressão da doença, como a fotocoagulação por raio laser, que cauteriza as regiões afetadas, evitando o processo de hemorragia. Em alguns casos, porém, pode ser necessária a realização de cirurgia de vitrectomia. “Quanto mais cedo é o diagnóstico, maior é a probabilidade de sucesso no tratamento. Apesar de não existir uma cura para a retinopatia diabética, ela pode ser controlada. Por isso, ter conhecimento sobre o assunto é o primeiro passo para a prevenção”, finaliza Moraes.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/10/2019 0 Comentários 821 Visualizações
Saúde

Ações em Porto Alegre conscientizam sobre AVC

Por Gabrielle Pacheco 24/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma a cada quatro pessoas sofrerá um acidente vascular cerebral (AVC) na vida. No Brasil, são cerca de 400 mil casos ao ano; no Rio Grande do Sul, 15 mil. E é para entender melhor essa doença indesejada, detectar sinais e diminuir riscos que o Hospital Moinhos de Vento promoverá ações integradas neste domingo, 27, no Parque da Redenção, em Porto Alegre.

Das 9h às 15h, atividades físicas, lúdicas e de atendimento marcarão o início da Campanha Mundial de AVC em Porto Alegre. A iniciativa será realizada em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, Rede Brasil AVC e Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Para a neurologista Sheila Martins, chefe do Serviço de Neurologia da instituição, é preciso democratizar o acesso à informação e, também, formar indivíduos como agentes de prevenção. “Devemos orientar as pessoas para que elas saibam como agir quando alguém próximo está sofrendo um AVC”, explica. Segundo a especialista, são dois milhões de neurônios que morrem a cada minuto sem socorro.

“Por isso, o atendimento precisa ser rápido, assim que surgirem sintomas como alteração para falar ou paralisia parcial ou total. Com agilidade podemos evitar sequelas e a morte.”

A Corrida e a Caminhada contra o AVC serão acompanhadas por ações gratuitas de verificação de pressão, peso e altura, avaliação de riscos e orientações com profissionais da saúde. Também será apresentado o aplicativo Riscômetro de AVC, que auxilia a avaliação do risco de AVC e como preveni-lo. A programação segue com dança, palestras e sessão de autógrafos do livro “Tinha um AVC no meu caminho”, de Rafael Silveira.

AVC como assunto de aula

Porto Alegre será a primeira cidade do Brasil a implantar o programa internacional da Iniciativa Angels, da Boehringer Ingelheim e endossado pela World Stroke Organization, que já existe em alguns países desenvolvidos. Na prática, significa capacitar crianças a saber como agir diante do AVC de um familiar, detectando características físicas e chamando socorro.

O trabalho começará na próxima semana, na escola municipal Vereador Carlos Pessoa de Brum, do bairro Restinga. Inicialmente, serão 125 alunos formados. O projeto piloto prevê cinco encontros por escola. O treinamento será ministrado pela neurologista Sheila Martins e mais 12 voluntários, entre enfermeiros e acadêmicos de Medicina. As professoras da rede pública também participarão da formação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2019 0 Comentários 490 Visualizações
Saúde

HUB da Saúde é entregue em Canoas

Por Gabrielle Pacheco 22/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Autoridades, médicos e lideranças participaram do 1º Summit HUB da Saúde, realizado na tarde desta segunda-feira (21) no Maxplaza Canoas. O evento científico-tecnológico marcou a entrega do primeiro HUB da Saúde – parceria da Melnick Even com o Hospital Moinhos de Vento. Inédito no Rio Grande do Sul, o projeto tem previsão de início total das operações em março de 2020. A expectativa é de que mais de duas mil pessoas circulem por dia no local, que contará com 135 consultórios.

Para o Superintende Executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, a participação no empreendimento significa conectar a alta complexidade da instituição à cidade de Canoas. “Nossa missão de cuidar de vidas está aqui presente. O Moinhos se abre para o novo, pois entende que o mundo passa a ser isso, um hub, onde somos colaborativos”, ressaltou o CEO.

A ideia para o projeto nasceu de estudos que mostravam um problema de distribuição da saúde no Brasil. Segundo o presidente da Melnick Even, Leandro Melnick, o modelo adotado no exterior é diferente: “Lá fora, a alta complexidade está concentrada nos hospitais, com a estrutura necessária para fazer isso, enquanto a baixa complexidade está nos consultórios, com os diagnósticos próximos da população”, ressaltou.

Segundo ele, o formato pretende ser replicado em todo o país, começando pelo Rio Grande do Sul. “Queremos ser protagonistas e enfrentar esse grande problema”, disse, agradecendo a confiança e parceria do Hospital Moinhos de Vento.

“Queremos ser protagonistas e enfrentar esse grande problema.”

Na avaliação da vice-prefeita de Canoas, Gisele Uequed, a iniciativa é relevante tanto para a saúde como para a economia da cidade. “São dezenas de novas opções de serviços e de comércio disponíveis aos canoenses. O município se desenvolve com a chegada dessa novidade”, ressaltou Gisele, acompanhada do secretário de Saúde da cidade, Fernando Ritter.

O Summit HUB da Saúde convidou especialistas para falar sobre megatendências e o cenário atual do setor. Uma das atrações foi o dinamarquês Peter Kronstrøm, do Instituto Copenhagen. Também subiram ao palco alguns dos principais experts do Hospital Moinhos de Vento, que discutiram o futuro da saúde, a conexão ao conhecimento e à informação, apontando as mudanças e novidades em suas áreas.

Modelo único de atendimento

O HUB é uma rede de centros de cuidado de saúde e bem-estar, localizados em pontos estratégicos e tem como âncora o Hospital Moinhos de Vento, conectado diretamente ao empreendimento. Solução inédita, foi planejada para agilizar e facilitar o acesso à saúde de qualidade para pessoas de diferentes regiões.

Foto: Christiano Cardoso/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Hemocentros podem ser aliados no rastreio do diabetes

Por Gabrielle Pacheco 19/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada durante um ano com cerca de 30 mil doadores de sangue no Rio Grande do Norte identificou 1.500 pessoas com pré-diabetes e 800 com diabetes. Os números foram apresentados no Congresso Brasileiro de Hematologia, em 2018, e transmitidos pelo Dr. Gustavo Oliveira, Farmacêutico Bioquímico do Hemocentro do RN, durante o 22º Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes, em Natal, que está sendo realizado essa semana.

Segundo o pesquisador, a portaria 1.018/2005 do Ministério da Saúde determina que a triagem de hemoglobinas variantes seja realizada em doadores de sangue, e a técnica utilizada (HPLC) também permite a avaliação da hemoglobina glicada (A1c). Os hemocentros e os bancos de sangue, em geral, não são obrigados a notificar os doadores com A1c acima da normalidade, da mesma forma como ocorre com os doadores de sangue identificados com HIV, hepatites, sífilis e traço falciforme.

“O rastreamento é feito de forma eficaz e sem custo extra”, explicou o pesquisador, acrescentando que “se esses pacientes fossem notificados, poderiam se beneficiar com tratamento precoce, o que contribuiria para a redução do custo da saúde no país”. Segundo o Dr. Oliveira, o problema da não notificação acontece em todo o Brasil e os hemocentros e bancos de sangue poderiam ser grandes aliados no rastreio de Diabetes no país.

“O rastreamento é feito de forma eficaz e sem custo extra.”

Na avaliação dele, o trabalho ressalta a importância do farmacêutico no rastreamento do diabetes e corrobora os dados obtidos no maior estudo sobre prevalência do risco da doença no Brasil, o Rastreamento de Casos Suspeitos de Diabetes Mellitus: Novembro Diabetes Azul 2018, realizado no final do ano passado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/10/2019 0 Comentários 508 Visualizações
Saúde

Dia D de vacinação contra o sarampo é amanhã

Por Gabrielle Pacheco 18/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Neste sábado, 19, os postos de vacinação de todo o Brasil estarão abertos para o Dia D contra o sarampo. Todas as crianças de 6 meses até menores cinco anos devem ser vacinadas nesta primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra sarampo.

Essa é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida ou até causar morte, principalmente nas crianças pequenas. Algumas das complicações que podem ocorrer são: pneumonia, perda de audição e inflamação no cérebro. A única forma de evitar a doença é a vacinação.

O Dia D é uma mobilização do Ministério da Saúde em parceria com os Estados e municípios para proteger mais de dois milhões e meio de crianças brasileiras nessa faixa etária. Durante todo este sábado, mais de 41 mil unidades de saúde vão estar abertas. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, explica como a vacina ajuda a proteger:

“A vacina do sarampo é altamente efetiva, capaz de induzir a proteção contra todos os genótipos do vírus circulante no mundo. A sua efetividade vai depender do número de doses prévias e da idade. A efetividade da vacina nas crianças menores de um ano é de 84%. Por isso nós não podemos deixar de vacinar a criança de acordo com o calendário vacinal, aos 12 meses e aos 15 meses, como estamos reiterando em todos os momentos que temos oportunidade de falar sobre isso”.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/10/2019 0 Comentários 502 Visualizações
Cidades

Nova UTI neonatal é entregue em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 17/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Municipal de Novo Hamburgo teve mais uma etapa de sua renovação entregue hoje (17), com a inauguração da nova Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal foi inaugurada. A entrega foi feita pela prefeita Fátima Daudt. “Queria ter uma varinha de condão para reformar o hospital inteiro, mas, devido ao fluxo do hospital, precisamos ir por etapas. Gradativamente, estamos promovendo uma evolução na saúde, e a UTI Neonatal é mais um exemplo de nossa busca para o bem-estar de nossa população”, disse.

Gradativamente, estamos promovendo uma evolução na saúde, e a UTI Neonatal é mais um exemplo de nossa busca para o bem-estar de nossa população.

A unidade passa de 20 para 25 leitos, cinco a mais pelo projeto Canguru. Com isso, a UTI Neonatal do Hospital Municipal é a segunda do Estado – a outra é a Santa de Casa de Porto Alegre – a contar com espaço propício para um contato humanizado dos pais com seus filhos, até que estes possam receber alta hospitalar. Além disso, o pai e a mãe podem permanecer juntos 24 horas ao lado do bebê – antes era um de cada vez.

O secretário de Saúde, Naasom Luciano, ressaltou a importância da parceria com a Universidade Feevale para a finalização da obra e o funcionamento da unidade de saúde via SUS. “Nossa missão é transformar o hospital e estamos fazendo uma mudança da água para o vinho. Fazer saúde de qualidade e obras em um hospital de 228 leitos, mais de mil internações por mês e 100% SUS não é fácil, mas estamos mostrando um SUS que dá certo”, citou, acrescentando que 25 leitos é um número expressivo em comparação com cidades do mesmo porte de Novo Hamburgo que oferecem 10 ou 8 leitos.

Nossa UTI é de uma grandeza ímpar e conta com profissionais capacitados e habilitados para fazer a diferença.

O dr. Pierre Prunes, coordenador da UTI Neonatal do Hospital Municipal de Novo Hamburgo, comparou a Unidade a “um tesouro”. “O que temos aqui, em termos de equipamentos, nem mesmo hospitais privados de porte possuem, como bombas de infusão e os babypuffs, que proporcionam maior segurança na reanimação do bebê. Nossa UTI é de uma grandeza ímpar e conta com profissionais capacitados e habilitados para fazer a diferença e oferecer o que há de melhor para uma população de 21 municípios (ver abaixo), dos quais somos referência de gestação de alto risco desde o ano passado”, afirmou.

A UTI Neonatal, que integra a Rede Cegonha, é dividida em três unidades: Terapia Intensiva (10 leitos), Cuidado Intermediário Convencional (10 leitos) e Cuidado Intermediário Canguru (5 leitos). As unidades recebem recém-nascidos considerados de alto/médio risco, os quais necessitam, na maioria das vezes, aguardar recuperação nutricional e maturidade pulmonar ou neurológica. Os bebês que utilizam o espaço são de partos realizados no Hospital Municipal e também vindos de outras cidades, seguindo regulamentação e direcionamento da Central de Leitos do Estado.

Números

Localizado junto à Maternidade e ao Centro Obstétrico, o espaço possui 356,28 metros quadrados, 261% a mais que a área antiga, de 136,49 metros quadrados. O investimento foi de R$ 1.295.110,59, sendo R$ 818.780,00 do governo federal, R$ 208.179,09 dos cofres municipais e R$ 268.151,50 da Universidade Feevale, que repassou o valor para a aquisição de mobiliário, painéis de gases, sistema IT-Médico e instalações de telecom, elétrica e esperas de câmeras, que serão instaladas em breve.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2019 0 Comentários 958 Visualizações
Saúde

Rio Grande do Sul é o estado mais obeso

Por Gabrielle Pacheco 17/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Outubro marca o mês de conscientização sobre a prevenção da obesidade no Brasil. Conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, estimando-se que 30% da população mundial já esteja com sobrepeso. As projeções indicam que até 2025 cerca de 2,3 bilhões dos adultos estarão na condição de sobrepeso, e mais de 700 milhões serão obesos.

Obesidade no Rio Grande do Sul

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2015, os gaúchos estão mais obesos do que o restante dos brasileiros. A prevalência de pessoas obesas no RS é 2,8% superior a do restante do país. Os dados do IBGE apontam que 63,3% da população do Estado enfrenta o excesso de peso, enquanto a média nacional é de 56,9% das pessoas.

Já de acordo com dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada em 2017 pelo Ministério da Saúde, 19% dos habitantes de Porto Alegre estão obesos e 55,1% possuem excesso de peso.

“São diversos fatores que podem explicar o índice mais alto no Rio Grande do Sul. Mas entre estes fatores, podemos considerar a cultura alimentar de nosso estado, baseada, em grande parte, em carnes e carboidratos. As baixas temperaturas enfrentadas pelos gaúchos em boa parte do ano também demandam mais energia, e isso acaba incentivando o consumo de alimentos mais calóricos”, afirma Paula Peretti de Freitas, nutricionista do Programa de Tratamento Clínico e Cirúrgico da Obesidade Severa do CCG.

“As baixas temperaturas enfrentadas pelos gaúchos em boa parte do ano também demandam mais energia.”

Prevenção e tratamentos

A principal forma de prevenção da obesidade está relacionada com o estilo de vida e hábitos de alimentação de cada indivíduo, reforça a nutricionista. “A mudança do estilo de vida, que compreende a reeducação alimentar e prática de atividade física, é a principal forma de prevenção e tratamento do sobrepeso e obesidade. O tratamento deve contar com orientação dietoterápica, acompanhado por nutricionista, com a prática de atividades físicas orientadas por profissionais, além do acompanhamento psicológico, junto a psicólogos ou psiquiatras”, afirma Freitas.

No entanto, para os casos em que a mudança no estilo de vida se mostra ineficiente, a cirurgia bariátrica pode ser um método efetivo para o tratamento da obesidade severa. “Contudo, por se tratar de uma cirurgia de grande porte, com riscos cirúrgicos associados, deve ser indicada por médicos especialistas e de forma criteriosa, em casos bem selecionados e adequadamente acompanhados por equipe multidisciplinar”, completa.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/10/2019 0 Comentários 3,7K Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento recebe visita de Eduardo Leite

Por Gabrielle Pacheco 16/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Para falar sobre qualificação do atendimento de saúde dos gaúchos e possíveis parcerias, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, visitou o Hospital Moinhos de Vento na tarde desta terça-feira (15). Considerado um dos cinco hospitais de excelência do Brasil, a instituição já está elaborando projetos em colaboração com o Piratini.

Para o governador, o Estado tem interesse em aprofundar a parceria “para que seja aplicada da melhor forma em assistência”. “Ter um hospital de referência no Rio Grande do Sul, como é o Moinhos de Vento, é fundamental, inclusive do ponto de vista econômico”, disse o chefe do Executivo gaúcho, destacando também a atração de mão de obra qualificada.

O CEO do Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou investimentos em pesquisa, educação e qualificação dos serviços na instituição. “Temos aqui um dos melhores hospitais do Brasil, que gera empregos, retém talentos e oferece medicina de excelência. Queremos contribuir cada vez mais com a comunidade, compartilhando experiências e expertise, tecnologia, conhecimento”, destacou.

“Queremos contribuir cada vez mais com a comunidade, compartilhando experiências e expertise, tecnologia, conhecimento.”

Segundo o presidente do Conselho de Administração, Eduardo Bier, a instituição também pode auxiliar o Estado por seu modelo eficiente de gestão. “Conseguimos oferecer aqui a mesma excelência em saúde que se encontra no eixo Rio-São Paulo”, destacou.

Desenvolvimento do SUS

Superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social, Luciano Hammes apresentou projetos executados por meio do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). Em dez anos, a iniciativa já investiu R$ 4,6 bilhões em mais de 500 projetos. O executivo explicou as ações mais importantes e citou, por exemplo, a telemedicina aplicada às UTIs pediátricas. A partir dessa iniciativa, foi possível reduzir significativamente a mortalidade infantil em alguns hospitais atendidos.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, colocou-se à disposição para troca de conhecimento entre o Estado e o hospital. Ela destacou gestão hospitalar, transplantes, emergência, UTI e oncologia como áreas prioritárias. Também participaram da reunião a Superintendente de Operações e Governos do Hospital, Tanira Torelly, a gerente médica, Gisele Nader Bastos, e a diretora do Departamento de Ações em Saúde do governo estadual, Ana Costa.

Na oportunidade, a diretoria do Moinhos de Vento entregou o convite para o 1º Summit Hub da Saúde, organizado em parceria com a Melnick Even. O evento será dia 21 de outubro, no Maxplaza Canoas, em Canoas.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/10/2019 0 Comentários 544 Visualizações
Saúde

Desmatamento é uma das causas de doenças infecciosas

Por Gabrielle Pacheco 13/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

As mudanças de uso da terra, geradas principalmente pelo desmatamento, monocultura, pecuária em grande escala e mineração, estão entre as principais causas de surtos de doenças infecciosas em humanos e pelo surgimento de novas doenças no continente americano. Essa é uma das conclusões apontadas no Relatório de Biodiversidade da ONU, que analisou mais de 15 mil pesquisas científicas e informações governamentais durante três anos.

“Os bens e serviços fornecidos pela natureza são os fundamentos definitivos da vida e da saúde das pessoas. A qualidade do ambiente em que vivemos desempenha papel essencial na nossa saúde. Em ambiente natural, com florestas intactas, mamíferos, répteis, aves e insetos se autorregulam. O desmatamento, somado à expansão desordenada das áreas urbanas, faz com que os animais migrem para as cidades”, explica a gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Leide Takahashi.

“A qualidade do ambiente em que vivemos desempenha papel essencial na nossa saúde.”

“No caso dos mosquitos, que são vetores de muitas doenças, a crise climática e o aumento da temperatura também trouxeram condições favoráveis à reprodução desses indivíduos. Nas cidades, eles passam a se alimentar também do sangue das pessoas, favorecendo a transmissão de enfermidades”, complementa.

Nessa linha, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Convenção da Diversidade Biológica (CDB) reconheceram que a biodiversidade e a saúde humana estão fortemente interligadas e, durante a COP-13, em 2016, recomendaram uma série de ações. Segundo a OMS, ao menos 50% da população mundial corre o risco de contaminação por doenças transmitidas por mosquitos, chamadas de arboviroses.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que o número de arboviroses tenha dobrado nas últimas três décadas. Algumas delas, como malária, dengue, febre amarela e zika, já causaram surtos em áreas urbanas.

Doutora em Ciências Florestais, Leide destaca ainda que a conservação do patrimônio natural é importante para o controle de outras doenças, especialmente as mentais. O contato com a natureza é capaz de diminuir a ansiedade e o estresse, contribuindo com o bem-estar da população.

“A natureza nos fornece água, ar puro, alimentos e outros recursos essenciais para o nosso dia a dia. Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio para que as pessoas aproveitem esses recursos de forma responsável, sem prejudicar a fauna e a flora e sem colocar as próximas gerações em risco”, afirma Leide, que também é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio para que as pessoas aproveitem esses recursos de forma responsável.”

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/10/2019 0 Comentários 545 Visualizações
Business

Meeting do Sesi vai debater gestão de saúde nas empresas

Por Gabrielle Pacheco 11/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um dos principais benefícios oferecidos pelas empresas a seus empregados é o plano de saúde, que representa 13,1% em média da folha de pagamento da indústria brasileira. A informação consta em um levantamento recente do Serviço Social da Indústria (Sesi), para verificar a realidade e os desafios enfrentados pelo setor com a sustentabilidade do sistema de saúde suplementar.

Ainda segundo a pesquisa, 75% das grandes e médias indústrias entrevistadas oferecem o benefício aos seus funcionários e 70% dos 37 milhões de brasileiros cobertos por convênios coletivos têm o benefício custeado por empresas industriais.

Nos últimos anos, muito mais do que oferecer plano de saúde, empresas vêm investindo em gestão integrada em saúde, com políticas que envolvam atenção primária, promoção e prevenção, segurança no trabalho, entre outras. Conforme a pesquisa, 56% das empresas ouvidas que oferecem planos, já realizou essa integração.

Para se ter uma ideia prática dos resultados que esse movimento pode trazer, a indústria Procter & Gamble, que conta com 3,5 mil empregados no Brasil, iniciou um processo nesse sentido em 2012. Daquela época até agora, o número de funcionários afastados por questões de saúde reduziu em 70% e o índice de sinistralidade do plano ficou abaixo de 70% – antes, ultrapassava os 100%.

Entre as mudanças adotadas está o treinamento da equipe da empresa, que realiza a atenção primária. Além disso, os programas de promoção de saúde passaram a ser focados nos principais riscos que, antes, foram mapeados entre os trabalhadores.

Com o objetivo de promover reflexões, apresentar orientações para uma melhor gestão nessa área e exemplos práticos de soluções, o Sesi do Rio Grande do Sul promove o Meeting Sesi Saúde. Em Canoas, o evento ocorre às 14h, do dia 15 de outubro, no Sesi Canoas (Rua Aurora, 1220). O evento gratuito é destinado a indústrias de todos os portes e tratará o cenário atual da saúde no Brasil, envolvendo saúde pública e suplementar, os impactos financeiros relacionados às mudanças demográficas, epidemiológicas e novas tecnologias.

A palestrante é Kely Vargas da Rosa, que atua na área de atenção à saúde primária em saúde e medicina preventiva. Também será apresentado o case da empresa Avon sobre Gestão Integrada de Saúde. A programação completa está disponível no site da instituição.

Serviço

O quê: Meeting Sesi Saúde
Quando: dia 15 de outubro, às 14h
Onde: Sesi Canoas (Rua Aurora, 1220)
Quanto: gratuito

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/10/2019 0 Comentários 567 Visualizações
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