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Saúde

Saúde

Novas clínicas de Odontologia beneficiarão estudantes da Feevale e comunidade

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

A Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur) e a Universidade Feevale inauguraram, na manhã de terça-feira (11), as clínicas de Odontologia da Instituição. No total, são quatro clínicas, localizadas no segundo e no terceiro andar do prédio Branco, no Câmpus II, em Novo Hamburgo, as quais possibilitarão a formação dos estudantes, por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, e o atendimento à comunidade.

Os espaços são equipados com o que há de mais moderno em termos de aparelhos e tecnologia. No térreo do prédio ainda há uma central de material esterilizado, que possui duas autoclaves hospitalares que darão suporte aos atendimentos em todas as clínicas odontológicas da Feevale, inclusive nas localizadas nas Unidades de Saúde da Família (USFs) Operário e Kraemer, ambas em Novo Hamburgo.

As clínicas permitirão que os acadêmicos exercitem os conteúdos ministrados na sala de aula, aliando alta tecnologia com atendimento humanizado, fundamental para o desenvolvimento das habilidades e competências na formação de um cirurgião-dentista.

Todas as obras efetuadas nos ambientes obedecem aos aspectos de acessibilidade e atendem às normativas vigentes na Vigilância Sanitária, no Conselho Regional de Odontologia e na Resolução RDC 50, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre o regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.

Nesses novos espaços, os estudantes de Odontologia também poderão desenvolver as habilidades de processamento manual de imagens radiográficas e entrar em contato com o fluxo 100% digital em radiologia. Isso permitirá uma maior agilidade no atendimento, além da qualidade na imagem e redução na emissão de resíduos.

As consultas e os exames para a comunidade – por meio de avaliação socioeconômica, o atendimento pode ser gratuito – são realizados mediante agendamento e seguem os protocolos de prevenção à Covid-19, com segurança aos pacientes, acadêmicos e professores. Os agendamentos dos serviços podem ser feitos pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3586-8813.

Instituição comunitária

A placa oficial de inauguração das clínicas foi descerrada pelo presidente da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Roberto Cardoso, e pelo reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov. Cardoso ressaltou que inaugurar uma obra, que contempla clínicas de Odontologia e equipamentos modernos e de primeira linha, é motivo de satisfação para quem tem o privilégio de presidir a Aspeur, mantenedora da Universidade Feevale.

“Aos alunos, que aqui buscarão o aprimoramento de sua formação acadêmica e profissional, desejamos sucesso e que possam desfrutar desse ambiente com o máximo de aproveitamento. E que a nossa comunidade, para a qual as clínicas se tornam disponíveis, receba toda a atenção e o carinho, como uma demonstração do nosso compromisso de instituição comunitária”, afirmou o presidente da Aspeur.

“Inaugurar qualquer coisa em um momento de crise e de pandemia, seja uma sala ou um laboratório, significa, no mínimo, coragem, pois só fazemos isso quando há confiança na equipe que está por trás de tudo. Agradeço à Aspeur por acreditar naquilo que a academia tem trazido, que é a vontade de desenvolver projetos que são importantes na formação do aluno”, destacou Prodanov, acrescentando que a Instituição tem no seu DNA comunitário a vontade de fazer acontecer e de superar a crise com trabalho, e não com espera.

Também estiveram presentes, na cerimônia, os seguintes representantes da Aspeur: Renato Pilger, vice-presidente do Conselho Consultivo, Márcio Arnold, coordenador do Conselho Fiscal, e os integrantes do Conselho de Administração Ivo Oscar Sperb, José Leonardo Metzger e Marcelo Clark Alves. Da Feevale estavam os pró-reitores Angelita Renck Gerhardt (Ensino) e João Alcione Sganderla Figueiredo (Pesquisa, Pós-graduação e Extensão), o superintendente executivo Roberto Sarquis Berte, o diretor do Instituto de Ciências da Saúde, Cesar Augusto Teixeira, e a coordenadora do curso de Odontologia, Paula Luce Bohrer.

Estrutura do curso no prédio Branco

No térreo

– Central de material esterilizado, equipada com duas autoclaves hospitalares, que darão suporte aos atendimentos em todas as clínicas odontológicas da Feevale, inclusive nas localizadas em Unidades de Saúde da Família (USFs) de Novo Hamburgo.

No segundo andar

– Clínica 1, com 18 equipamentos odontológicos

– Clínica de Radiologia Odontológica, com quatro salas com raio-x periapical, uma sala com raio-x panorâmico, telerradiografia e tomografia computadorizada, uma sala escura e uma sala de digitalização

– Laboratório de Radiodiagnóstico

– Laboratório Odontológico

– Laboratório com simuladores, equipado com manequins odontológicos e miniequipos, que permitem a simulação de atendimentos o mais próximo da realidade

No terceiro andar

– Clínicas 2 e 3, com mais 50 equipamentos odontológicos para atender a comunidade, três salas de raio-x periapical e salas de apoio para lavagem dos instrumentos odontológicos e distribuição de materiais e insumos para os atendimentos

Sobre o curso de Odontologia

O curso de Odontologia da Universidade Feevale possui um currículo moderno, com forte inserção no Sistema Único de Saúde (SUS) e excelência na formação clínica do futuro cirurgião-dentista. O objetivo é a formação de um profissional com aptidão para atuar em todos os níveis de atenção à saúde e com amplas possibilidades no mercado de trabalho, que vão além do consultório odontológico, perpassando pela pesquisa, empreendedorismo e tecnologias em saúde, e com práticas pautadas em princípios éticos e técnico-científicos.

Crédito: Eduardo Bettio | Fonte: Assessoria

12/05/2021 0 Comentários 590 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo se previne para garantir segunda dose da Astrazeneca

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

Diante da falta de organização e constantes falhas no planejamento do Ministério da Saúde quanto à campanha nacional de vacinação contra a Covid, a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, está determinando à Secretaria Municipal de Saúde para que não falte vacinas de segunda dose do imunizante Astrazeneca na cidade.

A falta de vacina da Coronavac nos deixa muito angustiados, especialmente quem já superou os 28 dias definidos para a segunda dose.

“Não podemos permitir que se repita em Novo Hamburgo o que está acontecendo com a Coronavac no País”, enfatizou a prefeita durante reunião com o secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano, e o diretor de Administração da secretaria e coordenador da campanha de vacinação contra a covid na cidade, Marcelo Reidel, e o diretor de Saúde, Pierre Prunes, coordenador da campanha de vacinação contra a gripe.

“A falta de vacina da Coronavac nos deixa muito angustiados, especialmente quem já superou os 28 dias definidos para a segunda dose. No que depender de Novo Hamburgo, isso não acontecerá mais daqui por diante”, destacou Fátima. Por isso, a determinação é que a Prefeitura reserve doses da Astrazeneca suficientes para garantir a segunda aplicação para os próximos meses.

Naasom lembra que esta medida é fundamental neste momento de incertezas, mas isso também implica na redução do ritmo de vacinação na cidade. “Novo Hamburgo vinha sendo um dos municípios mais ágeis na vacinação contra a covid. Este ritmo será afetado porque vamos guardar doses para a segunda aplicação”, explicou.

Coronavac

Em março deste ano, o Ministério da Saúde determinou que Estados e municípios não guardassem doses da Coronavac, pois garantia o envio posterior de doses para a segunda aplicação. O que não aconteceu, deixando centenas de milhares de pessoas sem completar o esquema vacinal nos 28 dias recomendados pelo fabricante.

Novo Hamburgo tem 11,4 mil pessoas aguardando a segunda dose da Coronavac, já além dos 28 dias. Nesta segunda-feira, a cidade recebeu 1.520 doses da Coronavac. Estas doses estão aplicadas em quem está em atraso para receber a segunda dose (mais de 28 dias) e em pessoas que receberam a primeira dose em unidades de saúde.

Esta aplicação ocorre nas próprias unidades de saúde, que fazem o contato e o agendamento com as pessoas a serem vacinadas.

Ou seja, a pessoa precisa aguardar o contato para se deslocar até a unidade de saúde. A preferência é por pessoas que tenham passado mais tempo dos 28 dias da primeira dose. A orientação é que as pessoas que receberam a primeira dose não desistam da segunda aplicação, mesmo que o tempo entres elas seja bem maior que os 28 dias.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 607 Visualizações
Saúde

Canoas suspende uso da vacina AstraZeneca em gestantes

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

A Secretaria Municipal da Saúde anunciou na manhã desta terça-feira (11) a suspensão imediata do uso da vacina da AstraZeneca, produzida pela Fiocruz, em mulheres gestantes. A medida segue orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na noite de segunda (10), o órgão emitiu nota técnica em que recomenda a suspensão do imunizante em grávidas. Segundo o documento, a indicação da bula da vacina da AstraZeneca, que não recomenda o uso por gestantes sem orientação médica, deve ser seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A Anvisa reforça que, nas situações não previstas, o uso da vacina deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios para a paciente.

A Secretaria Municipal da Saúde informa que a medida, estendida também a puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), foi adotada por precaução. De acordo com informe técnico do governo do Estado, a suspensão seguirá até que seja completado o monitoramento dos eventos adversos. As gestantes e puérperas que já realizaram a primeira dose com este imunobiológico devem aguardar orientações para a segunda aplicação. O documento informa que o Ministério da Saúde emitirá nota orientando a continuidade da vacinação deste grupo. O Programa Estadual de Imunizações também deverá emitir novos esclarecimentos sobre o assunto.

Para obter informações e esclarecer dúvidas sobre a Covid-19 e a vacinação, a população pode entrar em contato com a Secretaria Municipal da Saúde pelo 0800 647 0156 e o WhatsApp (51) 3425-7623 – ZAP Saúde Canoas.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 523 Visualizações
Saúde

Pandemia pode agravar casos de glaucoma em pacientes que abandonaram tratamento

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

O glaucoma é o problema de visão que mais causa cegueira irreversível em todo o mundo. Só no Brasil, estima-se que 1,5 milhão de pessoas tenham a doença, que provoca a atrofia do nervo óptico –responsável por conectar o olho ao cérebro –, interrompendo, assim, a transmissão dos sinais entre esses dois órgãos e levando à cegueira.

Na pandemia, muitos pacientes têm deixado de fazer as revisões periódicas e até abandonado o tratamento.

A maioria não apresenta sintomas, mas com o passar dos anos e se não tratado devidamente, a pessoa com glaucoma tende a ter a visão periférica prejudicada, ou seja, não enxerga as laterais, vendo somente o que está a sua frente. Em casos mais avançados a visão central também é afetada e pode evoluir para a cegueira.

Apesar de não existir cura, a maioria dos casos pode ser controlada adequadamente com tratamento – uso de colírios, laser ou cirurgia. A investigação diagnóstica para identificar que tipo de glaucoma o paciente apresenta é importante, uma vez que o tratamento varia entre as diferentes formas do problema.

“Na pandemia, muitos pacientes têm deixado de fazer as revisões periódicas e até abandonado o tratamento, o que pode levar ao estágio mais grave da doença”, alerta a presidente da Sorigs, Terla Castro, ressaltando que a melhor prevenção é realizar consultas regulares com o oftalmologista para a detecção precoce, evitando a progressão e o agravamento da doença.

Além do fator hereditário, a longevidade e o envelhecimento da população são fatores de risco para o glaucoma. A doença acomete, principalmente, pessoas acima de 40 anos de idade. Por isso, fique alerta aos sintomas que podem indicar a patologia, como perda da visão lateral intermitente, visão embaçada, olhos vermelhos, dor súbita, inchaço e até náuseas.

Projeções internacionais indicam que o total de pacientes com glaucoma em todo o mundo chegará a 111,8 milhões, em 2.040.

24 horas pelo Glaucoma

Para ajudar na prevenção à doença, a Sorigs integra a campanha nacional 24 horas pelo Glaucoma, promovida pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG). Trata-se de uma maratona nas redes sociais que ocorrerá dia 22 de maio (sábado). Por meio de uma plataforma digital, será exibida ao longo de um dia, uma série de produtos e serviços que trarão conteúdos relevantes para pacientes e familiares, profissionais da saúde, médicos e gestores públicos e privados. Os interessados podem acessar o site do projeto (https://www.24hpeloglaucoma.com.br/).

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 584 Visualizações
Saúde

Canoas inicia segunda fase da vacinação contra a Covid em pessoas com comorbidades

Por Caren Souza 10/05/2021
Por Caren Souza

A Secretaria Municipal da Saúde de Canoas dará início à segunda fase da vacinação contra a Covid-19 para o grupo das comorbidades, prevista no Plano Nacional de Imunizações. Nesta etapa, serão contempladas as pessoas a partir de 40 anos que se enquadrem nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Poderão se vacinar, ainda, gestantes e puérperas, acima de 18 anos, com ou sem comorbidades. A aplicação das doses acontece a partir desta segunda-feira, 10, nas 27 unidades básicas de saúde do município, das 8 às 12 horas.

Para se vacinar, é obrigatória a apresentação de documento de identidade com CPF, comprovante de residência em Canoas e atestado médico que comprove a comorbidade. Os pacientes já atendidos na rede pública municipal devem procurar a sua unidade básica de referência para obter a comprovação. O Ministério da Saúde definiu 22 categorias de problemas crônicos de saúde (confira a lista abaixo).

A orientação é para que se respeite o intervalo mínimo de 14 dias entre a aplicação da dose da vacina contra a Covid-19 e a administração da vacina da gripe ou outra do calendário nacional. A prioridade, no entanto, deve ser da vacina Covid-19, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Confira o cronograma de vacinação

Segunda-feira (10) – Pessoas com comorbidades a partir de 52 anos

Terça-feira (11) – Pessoas com comorbidades a partir de 49 anos

Quarta-feira (12) – Pessoas com comorbidades a partir de 46 anos

Quinta-feira (13) – Pessoas com comorbidades a partir de 43 anos

Sexta-feira (14) – Pessoas com comorbidades a partir de 40 anos

Grupo de comorbidades

Diabetes mellitus: pessoas com diabetes mellitus

Pneumopatias crônicas graves: indivíduos com pneumopatias graves, incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática).

Hipertensão Arterial Resistente (HAR): quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou PA controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos.

Hipertensão arterial estágio 3: pressão arterial sistólica igual ou superior a 180 mmHg e/ou diastólica igual ou maior a 110 mmHg, independentemente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade.

Hipertensão arterial estágios 1 e 2: com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade. Pressão arterial sistólica entre 140 e 179 mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109 mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade.

Insuficiência cardíaca (IC): insuficiência com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association.

Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar: cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária.

Cardiopatia hipertensiva: hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo.

Síndromes coronarianas: síndromes coronarianas crônicas, como Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós-Infarto Agudo do Miocárdio, entre outras.

Valvopatias: lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, entre outras).

Miocardiopatias e Pericardiopatias: miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática.

Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos.

Arritmias cardíacas: arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais, entre outras).

Cardiopatias congênitas no adulto: cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas, insuficiência cardíaca, arritmias, comprometimento miocárdico.

Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados: portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência).

Doença cerebrovascular: acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular.

Doença renal crônica: doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular menor do que 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica.

Imunossuprimidos: indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas.

Hemoglobinopatias graves: doença falciforme e talassemia maior.

Obesidade mórbida: índice de massa corpórea (IMC) igual ou superior a 40.

Síndrome de Down: trissomia do cromossomo 21.

Cirrose hepática: Child-Pugh (escore de classificação) A, B ou C.

A íntegra das etapas das comorbidades pode ser consultada no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19.

Para obter informações e esclarecer dúvidas sobre a Covid-19 e a vacinação, a população pode entrar em contato com a Secretaria Municipal da Saúde pelo 0800 647 0156 e o WhatsApp (51) 3425-7623 – ZAP Saúde Canoas.

Fonte: Assessoria
10/05/2021 0 Comentários 513 Visualizações
Saúde

Canoas: taxa de ocupação das UTIs Covid é a menor desde fevereiro

Por Caren Souza 06/05/2021
Por Caren Souza

A taxa de ocupação das UTIs Covid-19 ficou em 68,38% em Canoas nesta quarta-feira (5), segundo dados do boletim epidemiológico. É o menor índice desde a primeira quinzena de fevereiro e um dos mais baixos registrados em 2021.

Oitenta pacientes estavam internados em UTIs Covid, que têm capacidade para 117 leitos. Na Enfermaria destinada a casos de coronavírus, a taxa de ocupação era de 30,36%, a menor desde janeiro deste ano. São 51 pacientes para 168 leitos.

O secretário municipal adjunto da Saúde, Luiz Octávio Martins, explica que a queda nos indicadores está relacionada a fatores como a redução de novas internações e a alta de pacientes. Nas últimas semanas, Canoas vive diminuição da pressão no sistema de saúde.

Fonte: Assessoria

06/05/2021 0 Comentários 555 Visualizações
Saúde

Epicovid19: Prevalência de infecção pela Covid-19 cai entre os canoenses

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Após liderar o número de casos positivos nas etapas anteriores da pesquisa, Canoas caiu para o quarto lugar. Foram divulgados nesta quinta-feira (29), pelo governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), os resultados da 10ª etapa da pesquisa Epicovid19-RS. A coleta de dados ocorreu entre os dias 9 e 12 de abril, em nove cidades gaúchas, entre elas Canoas.

É uma conjuntura de situações que levou à melhora dos resultados no município.

Segundo o estudo, 17,7% da população canoense já teve contato com o novo coronavírus. Após liderar o número de testes positivos nas etapas anteriores, Canoas caiu para o quarto lugar em prevalência da Covid-19 no Estado. Também participam os municípios de Pelotas, Uruguaiana, Santa Maria, Porto Alegre, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo e Santa Cruz do Sul.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Maicon Lemos, entre os fatores que contribuíram para a redução em Canoas está a ampliação da testagem contra a Covid-19 e do acesso a consultas, com o Plantão Covid, aos finais de semana. A adesão da população às medidas de prevenção, como uso da máscara, também pesou para o resultado, na avaliação de Lemos.

“É uma conjuntura de situações que levou à melhora dos resultados no município”, afirma. Os resultados mostram que a prevalência de infecção pela Covid-19 no Rio Grande do Sul aumentou de 10% para 18,1% entre as duas últimas fases de coletas de dados da pesquisa. De acordo com as últimas estimativas, a proporção é de uma pessoa com anticorpos para o coronavírus a cada 5,5 gaúchos.

Em Canoas, os voluntários, sob coordenação da Unisinos e da Universidade La Salle, com o apoio do Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), visitaram 500 domicílios. O objetivo do estudo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19, avaliar a velocidade de expansão da infecção e fornecer indicadores precisos para subsidiar políticas de enfrentamento da pandemia.

Crédito: Tony Capelão | Foto: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 683 Visualizações
Saúde

Estudo da AMRIGS mostra aumento exorbitante no preço de remédios e insumos da Covid-19

Por Caren Souza 28/04/2021
Por Caren Souza

Em reunião na Assembleia Legislativa no último dia 20, o presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), apontou o crescimento alarmante dos preços de medicamentos e insumos utilizados no tratamento da Covid-19. Dados da entidade mostram uma alta de mais de 3.000%. Foram solicitados números às seccionais da AMRIGS nas regiões da Campanha, Região Sul, Serra e Região Metropolitana.

A ampola de Etadina, que em março de 2019 era de R$14,45 passou a R$63,00, uma variação de 335%.

A avaliação levou em conta valores de medicamentos e insumos praticados em 2019 e 2020. A Associação Médica de Pelotas trouxe dados de dois hospitais: o Hospital Unimed de Pelotas, que é um hospital privado e o Hospital Universitário São Francisco de Paula, que é público e ligado a Universidade Católica de Pelotas.

“A ampola de Etadina, que em março de 2019 era de R$14,45 passou a R$63,00, uma variação de 335%. Midazolan, um anestésico, subiu de R$3,00 para R$20,00, uma variação de 558%. Propofol, outro anestésico, subiu de R$11,50 para R$24,00 uma variação de 108,00%. Fentanil, de R$2,00 para R$5,00, ou seja, uma variação de 143%”, descreveu.

A questão atinge não só medicamentos, mas também insumos.“Uma máscara descartável de tiras, aquela que a gente usa no bloco, era R$ 0,11 e subiu para R$ 0,97, ou seja, aumentou 781%; a máscara de proteção bico de pato, passou de R$ 2,00 para R$ 4,00, 100% de variação. As luvas, de R$ 0,14 para R$ 0,75, quase 431% de aumento. O único insumo que baixou foi uma a máscara descartável de elástico que custava R$ 3,00 no início da pandemia, e hoje custa R$ 0,55. No Hospital São Francisco de Paula, o Atracúrio, também um relaxante muscular e anestésico usado no momento da intubação, subiu de R$21,60 para R$290, 1342% de aumento e trata-se de um medicamento que hoje no mercado não está disponível para comprar. O Midazolan, subiu de R$3,00 para R$130,00 quase 4000%, também uma droga hoje indisponível no mercado. Propofol, Ocurônio, que são drogas anestésicas, teve aumento de 1.000% e 2.000%. Naripimefrina de R$ 2,80 para R$ 10,50”. detalhou Gerson Junqueira Jr.

Na Região Serra a Associação Médica de Caxias do Sul mandou os números da Unimed Nordeste. “As coisas continuam iguais. Variações de 500%, 600%, 1100%. Números muito repetitivos mostrando um aumento substancial”, aponta. Na região da Campanha, foram solicitados os números da Associação Médica de Dom Pedrito, que tem como referência a Santa Casa de Caridade de Dom Pedrito. A luva aumentou de R$0,17 para R$0,95. Já o Atracúrio aumentou 3 vezes.

Dessa forma, se repete o que já foi detectado em outras regiões. Na Região Metropolitana,os números enviados foram referentes ao Hospital Vila Nova. O Atracúrio subiu de R$11,99 para R$22,00, quase 100%. Midazolan, de R$3,29 para R$31,00, ou seja, aumentou dez vezes o valor. O mesmo ocorre com os EPIs. O avental descartável foi de R$1,20 para R$4,30. As máscaras, de R$ 1,90 para R$ 7,40. “Todos os medicamentos e EPIs tiveram também na Região Metropolitana incremento de preço”, relatou o presidente da AMRIGS.

Dr. Gerson fez uma ressalva em relação a essa alta. “Temos de lembrar que a demanda de pacientes, na primeira onda, na segunda onda e agora na terceira onda é uma demanda muito alta, o que se reflete nestes números. Estes aumentos acontecem em todos os estados do Brasil, e em todos os países”, finalizou. O presidente da AMRIGS também se dispôs a compartilhar os dados coletados.

Avaliação

Na avaliação do presidente da CPI dos Medicamentos e Insumos da Covid-19, as primeira oitivas cumpriram sua expectativa. Ele e fez uma avaliação positiva.”Isto realmente é intolerável e põe em risco a vida das pessoas, configurando um crime contra o consumidor e configura um ato desumano contra as pessoas que precisam destas medicações para sobreviver”, afirmou o deputado Thiago Duarte.

Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Business

Pandemia evidencia organização do setor do tabaco com saúde e segurança

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

A cada 28 de abril, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) discute a importância de incentivar as boas práticas de Saúde e Segurança do Trabalho. E o tema nunca esteve tão em evidência como no último ano. A inesperada necessidade de distanciamento social, que chegou em março de 2020 no Brasil com os primeiros casos da Covid-19 e ainda perdura, tornou necessárias ações rápidas e organizadas em todos os setores da economia e nos mais diversos ambientes de convivência social. No setor do tabaco, as medidas adotadas pelas indústrias permitiram enfrentar o período atípico sem grandes impactos.

Desde abril de 2020, o setor mantém suas atividades adotando todas as recomendações das autoridades de saúde para prevenção do coronavírus.

“As indústrias do setor paralisaram as atividades apenas por um período em março do ano passado e conseguiram agir de forma rápida para atender com segurança a todas as exigências e poder enfrentar a fase atípica com proteção das pessoas e garantia das operações. Desde abril de 2020, o setor mantém suas atividades adotando todas as recomendações das autoridades de saúde para prevenção do coronavírus”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke.

As medidas adotadas envolveram as diferentes etapas do fluxo e processo do trabalho, com adequações estruturais, adoção de políticas de higienização e autocuidado, ajustes no funcionamento das áreas de alimentação e transporte, além do próprio modelo de trabalho que passou a contar com um gerenciamento de visitas mais rígido. Introduziram-se inovações nos contatos com produtores e clientes, onde a comunicação virtual ganhou força e novas alternativas técnicas e operacionais foram encontradas.

Adequações estruturais – Cada empresa do setor reconfigurou suas instalações buscando eliminar pontos de aglomeração. Também foram implementadas a checagem de temperatura, a medição de temperatura por imagem térmica, a disponibilização de álcool gel e a adaptação de bebedouros.

Política de higienização e autocuidados – A orientação reforçando a importância e a necessidade de adoção dos cuidados e a fiscalização tornaram-se constantes. As áreas de uso coletivo passaram ter sua higienização e desinfecção intensificadas e usados produtos recomendados para essa finalidade. O uso de máscaras tornou-se obrigatório, houve a proibição do consumo de chimarrão e o transporte de empregados vem sendo realizado conforme as regras de distanciamento recomendadas pelos órgãos oficiais.

Áreas de alimentação – Receberam adequações como a flexibilização e escalonamento dos horários de intervalos, demarcação de pisos visando o distanciamento, mesas e cadeiras foram ajustadas e sinalizadas com o espaçamento seguro e o número de usuários simultâneos limitado. Nos refeitórios, é obrigatório o uso de máscara enquanto não consumir a refeição, deve ser evitada a comunicação e é proibido uso celular.

Modelo de trabalho – Além do incentivo ao home-office e a dispensa dos trabalhadores dos grupos de risco nas empresas, as participações em eventos e as viagens foram restringidas e os deslocamentos nos veículos das empresas passaram a seguir novos protocolos. Os contatos por meio digital passaram a ser priorizados com os diferentes stakeholders da cadeia produtiva. Visitas aos produtores, quando necessárias, fossem agendadas e dentro dos parâmetros de distanciamento seguro.

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 630 Visualizações
Cidades

Mais de 2 mil crianças nascidas no Hospital Municipal em um ano

Por Caren Souza 26/04/2021
Por Caren Souza

O batimento de um pequeno coração e o primeiro chorinho podem trazer à tona o sentimento de esperança em tempos de incertezas. Em meio a pandemia, vale muito lembrar que cada nascimento na Maternidade do Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH) representa novos capítulos de diferentes histórias de vida.

Frente à pandemia, algumas adequações foram feitas dentro da estrutura para receber as mães com suspeita e até mesmo com confirmação de covid-19.

Referência para 21 municípios da região em partos de alto risco, como hospital de conceito porta aberta, o centro obstétrico do HMNH contabiliza 2.016 crianças nascidas no setor entre abril de 2020 e março de 2021, portanto, nos últimos 12 meses completos.

Conforme a coordenadora da Área Materno-Infantil do Hospital Municipal, a enfermeira Daniela Rech, a reformada Maternidade conta com 15 leitos. O espaço físico está pronto para atender, inclusive, às exigências criadas com a crise sanitária mundial. “Frente à pandemia, algumas adequações foram feitas dentro da estrutura para receber as mães com suspeita e até mesmo com confirmação de covid-19 de maneira segura diante dessa situação”, destaca a profissional de Saúde.

Já a UTI Neonatal está estruturada com 20 leitos. São dez de cuidados intensivos, sendo um deles de isolamento, e outros dez de cuidados intermediários. E ainda: cinco leitos de área canguru. A garantia do atendimento 24 horas de pediatra e neonatologista dá ainda mais tranquilidade às mamães de primeira ou de outras viagens.

Crédito: Karina Moraes | Fonte: Assessoria

 

26/04/2021 0 Comentários 617 Visualizações
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