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Saúde

Variedades

Reumatologista do Hospital Moinhos de Vento recebe Medalha do Espírito Pan-Americano

Por Marcel Vogt 11/05/2023
Por Marcel Vogt

O chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Moinhos de Vento, Fernando Neubarth, foi condecorado com a Medalha Espírito Pan-Americano, sendo o primeiro brasileiro a receber a distinção. A homenagem da Liga Pan-Americana de Associações de Reumatologia (Panlar) ocorreu no final de abril, durante a abertura do 25º congresso da entidade, no Rio de Janeiro.

É com orgulho que recebo esse reconhecimento.

A medalha é um destaque ao especialista por seu apoio à instituição, seus esforços para incorporar a Sociedade Brasileira de Reumatologia à Panlar, bem como sua contribuição como escritor para a revista Global Rheumatology.

“É com orgulho que recebo esse reconhecimento que destaca a importância do comprometimento com os ideais das instituições em que atuamos e, em especial, num momento de avanços que temos obtido nessa área, com contribuições para a qualidade de vida dos pacientes”, destacou o especialista.

Além de presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (biênio 2006-2008) e atual presidente do seu conselho consultivo, Neubarth exerceu também vários cargos na entidade pan-americana.

A Panlar foi fundada em 1944 e o seu primeiro congresso aconteceu no Brasil, também, no Rio de Janeiro, em 1955. A Liga é formada por todos os países das Américas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 758 Visualizações
Saúde

Liga de Combate ao Câncer: Quanto custa uma vida para o poder público?

Por Marina Klein Telles 11/05/2023
Por Marina Klein Telles

Há quase um ano, Novo Hamburgo deixou de ser referência na região para os atendimentos oncológicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os serviços, antes prestados gratuitamente pelo Hospital Regina, foram transferidos para Taquara. Desde o anúncio da migração, vereadores e entidades locais iniciaram uma mobilização por alternativas que assegurassem a manutenção dos tratamentos médicos na cidade. Nesta quarta-feira, 10, a Liga Feminina de Combate ao Câncer reforçou seu posicionamento durante sessão plenária da Câmara.

Com o plenário lotado por pessoas em tratamento de câncer e familiares, a presidente da instituição, Regina Dau relatou a atual situação dos atendimentos oncológicos no Hospital Bom Jesus, em Taquara, e expôs as dificuldades enfrentadas pelos pacientes, especialmente em relação ao tempo despendido somando deslocamento e espera pelas consultas. Sua participação na tribuna foi viabilizada por requerimento assinado pela Comissão de Direitos Humanos (Codir), composta pelo presidente Enio Brizola (PT), a relatora Tita (PSDB) e a secretária Lourdes Valim (Republicanos).

O vereador Brizola falou de todas as batalhas travadas e ações realizadas no intuito de trazer a oncologia SUS para Novo Hamburgo. “Não podemos só perder. Nós temos de ousar vencer e é este o desafio que está posto”, frisou o petista.

A presidente da Liga destacou que a instituição atua há 38 anos em Novo Hamburgo atendendo pessoas de baixa renda (até dois salários-mínimos) e laudo de câncer. “Faz um ano que perdemos a oncologia SUS em Novo Hamburgo para Taquara. Estivemos nesta tribuna, alertando o quanto isso seria difícil para a população pobre e doente. O tempo é o grande sinalizador, como disse o vereador Brizola. Perdemos, mas lutamos e estamos novamente aqui para lembrar nossos representantes, assim como foi feita uma carta aberta e divulgada no mês passado a toda a comunidade, que não esquecemos e que continuaremos lutando”, lembrou Regina.

Ela manifestou que a luta não para porque os pacientes depositam na Liga toda a sua esperança. “Não lutamos por causa própria. Tivemos um ano muito difícil. Saímos do Hospital Regina onde fazíamos o trabalho humano, fomos para nossa sede, tudo com recursos próprios. Continuamos. Hoje, nossa média de cadastro é de 300 a 500 pessoas atendidas pela Liga”, disse. A presidente sinalizou, ainda, que os pacientes registram queixas para marcação de exames, alguns com demora que varia de três a cinco meses. Segundo ela, as salas de cirurgias não têm dado conta da demanda. “Além da demora, os exames são marcados em cidades da região metropolitana e do Vale. Assustados pelo risco de metástases pela gravidade da doença, os pacientes estão com medo. Novo Hamburgo tinha um importante exame, que era realizado somente aqui. Perdemos o exame e agora só temos em Porto Alegre, e a demora é de um ano, mesmo o oncologista solicitando”, contou.

Regina Dau alertou que os atendimentos de emergência são orientados a se dirigir para Taquara, mas os médicos autorizados só podem tratar a dor, e não solicitar exames complementares. Além disso, a voluntária se preocupa com o desgaste em relação ao transporte – levados por uma van, que recolhe cada paciente em sua moradia, cada viagem dura cerca de 10 horas. Além disso, salientou, falta local apropriado para espera e opções de comidas saudáveis nos arredores do hospital.

Aplaudida em pé pelos presentes, Regina Dau disparou que vieram saber o que foi feito neste um ano para trazer a oncologia de volta. “Tivemos um desmonte muito grande. Nos prometeram que em dois anos a obra no Hospital Municipal estaria pronta. Mas como estão realmente as obras do Anexo 2? O prédio é só a primeira parte. Tem que aparelhar, cadastrar médicos, quantos anos vai levar tudo isso? Estamos começando da estaca zero uma coisa que o município tinha há 30 anos na mão. Foi um retrocesso na área da saúde e um sofrimento para os pacientes. Estamos aqui para abraçar com vocês e com a comunidade esta luta”, apontou.

O paciente oncológico Tarcísio Schöll, mesmo com dificuldades na fala, usou a tribuna para expor aos políticos e a comunidade as dificuldades que encontram para fazer o tratamento em Taquara. “É vergonhoso, temos três hospitais com potencial bem grande para atender a oncologia aqui no Município, mas perdemos por causa da administração pública de Novo Hamburgo. A saúde pública aqui está abandonada. Enquanto eu estiver vivo, vou brigar dia e noite para que esta oncologia volte para a nossa cidade. Vai ser difícil, mas nós vamos conseguir. Mas sou realista e não tenho esperança que a oncologia esteja de volta até 2025”, disse.

Schöll relatou que ficar esperando pelo atendimento na rua, com frio, vento, chuva, ou calor porque não há recepção para todo mundo é uma situação muito difícil. “O nosso transporte não é ruim, mas a demora nos castiga bastante. Nos ajudem, por favor, para que tenhamos um movimento mais amplo para poder trazer a oncologia de volta o mais rápido possível”, pediu o paciente.

Para finalizar a sua fala na tribuna, a presidente da Liga Feminina de Combater ao Câncer, Regina Dau, enfatizou novamente que o erro foi ter permitido que a oncologia SUS tivesse saído do Hospital Regina e de Novo Hamburgo da noite para o dia. “Tudo isso poderia ter sido planejado e evitado. Esse é o nosso ponto de interrogação. Quantas mortes tem de acontecer antes de trazer a oncologia de novo para cá? Quanto vale a vida para o poder público?”, encerrou a voluntária.

Foto: Jaime Freitas/divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 642 Visualizações
Saúde

Central de Regulação alerta para autorizações de exames não retiradas em Santa Cruz

Por Marina Klein Telles 10/05/2023
Por Marina Klein Telles

Nos últimos anos, em Santa Cruz do Sul, são perdidas de 10 a 15% das solicitações liberadas para atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). Isso acontece, principalmente, porque os pacientes que solicitam encaminhamentos na Central de Regulação e Agendamento (Casa), responsável pelas autorizações, acabam não respondendo aos chamados das equipes de saúde para buscarem as liberações. Somente em exames, de janeiro a abril, 494 autorizações acabaram não sendo retiradas pelos pacientes.

No ano passado, foram 1497 ao todo. O levantamento da Secretaria Municipal da Saúde aponta que essa dificuldade na comunicação prejudica também a realização de consultas com especialistas oferecidas pelo SUS, que também precisam passar pelo processo de regulação. O problema torna a fila de espera mais vagarosa e acaba retardando todos os atendimentos.

Comprometimento dos pacientes é necessário

Para cada autorização concedida, são feitas até três ligações telefônicas ao requerente, a fim de comunicá-lo sobre a liberação e agendamento do procedimento médico solicitado. O principal empecilho, segundo a coordenadora da Casa, Mariane Maffi, é que as equipes não conseguem contato com os pacientes – geralmente, porque os telefones e endereços estão desatualizados no cadastro do SUS. “Muitos não atendem aos nossos telefonemas e não retornam na Central de Regulação ou na unidade básica de saúde; outros, acabam optando por realizá-lo pela rede particular e não nos comunicam, o que faz com que o agendamento seja perdido”, relata. A orientação repassada aos pacientes é de que retornem à Casa ou à unidade de saúde onde realizaram a consulta após 14 dias para verificar se a solicitação foi liberada pelo médico autorizador.

O problema tem recebido atenção do vice-prefeito de Santa Cruz do Sul, Elstor Desbessell, que assumiu a Secretaria Municipal da Saúde no mês passado e vem buscando alternativas para reduzir essa defasagem. Ele esclarece que fazer um procedimento pela rede particular não inviabiliza que, em outro momento, sejam feitas novas solicitações pelo SUS: “Muita gente tem o receio de que, se fizer o exame pela rede particular, no próximo não vai conseguir mais pelo público, mas não existe esse impedimento”.

O fato de as pessoas, muitas vezes, consultarem e depois não apresentarem os exames solicitados pelos médicos também preocupa o secretário: “além de acabar tirando o lugar de alguém que estava na fila aguardando, isso pode gerar, como consequência futura, um problema de saúde mais grave, algo que precisamos muito evitar”. Ele explica ainda que casos urgentes definidos e classificados por critérios de avaliação do médico autorizador tem prioridade na fila e destaca a importância de o paciente avisar com antecedência quando não puder realizar um exame ou consulta marcada, para haver tempo hábil de o agendamento ser passado adiante. “O atendimento é gratuito e estamos trabalhando muito para melhorar cada vez mais o acesso aos nossos cidadãos, mas, para que o sistema funcione bem, é preciso que as pessoas também tenham comprometimento e façam a sua parte”, analisa Elstor.

Lei não permite que informações sejam passadas por telefone

Devido à Lei nº 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), não é permitido que as equipes de saúde forneçam informações referentes à saúde dos pacientes via telefone. Por isso, a recomendação é de que, passados 14 dias da entrega da requisição, o cidadão entre em contato, pessoalmente, com a Casa ou a unidade de saúde onde realizou a consulta médica para verificar se o encaminhamento deu certo.

Atualização do Cartão SUS deve ser feita presencialmente

O repasse de informações via telefone é autorizado somente quando a ligação é feita pelas equipes de saúde para o número cadastrado no Cartão SUS do paciente. Por isso, quando houver mudança de telefone ou de endereço, é fundamental fazer a atualização no sistema. Para repassar os novos dados cadastrais, o cidadão precisa comparecer na Casa – ou em uma unidade de saúde – portando um documento oficial e o comprovante de residência atualizado. O endereço é Rua Ernesto Alves, nº 746, centro de Santa Cruz do Sul.

Foto: Jaime Fredrich/divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2023 0 Comentários 508 Visualizações
Saúde

Pessoas a cima dos 18 anos podem receber vacina bivalente

Por Marcel Vogt 05/05/2023
Por Marcel Vogt

A Secretaria Municipal de Saúde abriu, nesta quinta-feira (4), em todas as unidades de saúde, a imunização contra a covid com a vacina Pfizer Bivalente para toda a população de 18 anos ou mais.

recebemos mais de 6.000 doses do imunizante, o que nos permitiu esta ampliação no público que pode receber esta versão atualizada da vacina.

Para receber a dose desta vacina, é preciso que a pessoa tenha recebido, pelo menos, o esquema primário inicial de duas doses: D1 e D2 com a vacina monovalente (CoronaVac, Astrazeneca, Pfizer ou Janssen) e respeitado o intervalo de quatro meses da última dose recebida da D2 ou quatro meses de intervalo de qualquer reforço que a pessoa possa ter recebido. Não é impeditivo estar com alguma das doses de reforço em atraso.

“Até agora, no município, estávamos aplicando a Bivalente apenas no grupo prioritário devido ao baixo estoque de doses. Nesta quarta-feira (3), recebemos mais de 6.000 doses do imunizante, o que nos permitiu esta ampliação no público que pode receber esta versão atualizada da vacina”, explica o secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel.

Para a vacinação, é importante levar os comprovantes das aplicações recebidas anteriormente da vacina contra a covid, documento com foto, cartão do SUS de Novo Hamburgo ou comprovantes de residência de Novo Hamburgo.

A vacina, fabricada pela Pfizer, inclui RNAm que codifica a proteína Spike da cepa original (ancestral) de SARS-CoV-2 (covid-19) e da B.1.1.529 ômicron e variantes BA.4 e BA.5, por isso o nome Bivalente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Saúde

Prefeitura de Canela e HCC oficializam acordo para pagamento de dívida

Por Marina Klein Telles 04/05/2023
Por Marina Klein Telles

Na noite da quarta-feira (3), a Prefeitura de Canela e o Hospital de Caridade de Canela apresentaram às autoridades o trabalho para o fim da dívida da casa de saúde, através de um acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O prefeito Constantino Orsolin apresentou os dados referentes à negociação da dívida previdenciária, não previdenciária e valores de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

“O que o povo mais pedia na área da saúde para este meu mandato, era que fosse resolvida a dívida do hospital, e isso nós conseguimos. Na vida, precisamos ter sonhos e lutar pela realização destes sonhos. Estou tomado de uma profunda emoção, pois o hospital é a nossa própria sobrevivência e faz parte profundamente da nossa vida” relatou Orsolin.

Os valores, se fossem atualizados, somariam um déficit de mais de 24 milhões de reais e com o trabalho detalhado de revisão judicial, o valor chegou a R$ 5.901.000,00, uma redução de 75%. “Desde a intervenção no HCC, sempre buscamos resolver as pendências tributárias, além de compromissos mais urgentes, principalmente, com os salários de funcionários e médicos, que desde a nova interferência vem se mantendo os pagamentos todos em dia” destacou Orsolin.

Outro ponto destacado pelo prefeito foram os mandatos de leilão do prédio da casa de saúde expedidos em janeiro e em março de 2023 e que graças ao trabalho da negociação foram suspensos. “O HCC é uma instituição filantrópica na sua essência, em parte assistindo ao paciente e em parte ajudando a desenvolver um sistema de saúde melhor. Por isso, precisamos olhar para frente e projetar o seu futuro” destacou o prefeito.

O chefe do executivo também agradeceu e parabenizou o trabalho realizado pelos voluntários que estiveram à frente do HCC: “Cada um se dedicou e fez o seu melhor, precisamos agradecer também aos funcionários que trabalham para salvar vidas”. Orsolin finalizou dizendo que encaminhará à Câmara de Vereadores uma lei para que as próximas administrações continuem a quitar as parcelas para que a dívida não volte a causar problemas.

Para encerrar, as autoridades assinaram simbolicamente o acordo firmado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, pois toda a negociação é feita por assinatura eletrônica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2023 0 Comentários 590 Visualizações
Saúde

Saúde hamburguense realiza mais de 1,2 milhão de atendimentos em um ano

Por Marcel Vogt 04/05/2023
Por Marcel Vogt

Entre abril do ano passado e março deste ano, o sistema municipal de saúde pública da Prefeitura de Novo Hamburgo realizou cerca de 1.270.000 atendimentos, além de 890 mil exames. Somente nas UPAs Centro e Canudos, foram mais de 324 mil atendimentos no período. Já a Farmácia Comunitária e as farmácias das unidades de saúde nos bairros distribuíram gratuitamente 30 milhões de unidades de medicamentos aos usuários hamburguenses.

É uma das melhores estruturas entre os municípios do Estado.

“Isso mostra a importância do SUS, que é sustentado pelos governos municipal, estadual e federal. Sabemos que há deficiências no sistema, mas sou defensora dele, pois possibilita o acesso à saúde para todos que precisam”, destaca a prefeita Fátima Daudt, enfatizando o trabalho dos servidores no atendimento de todos. Os números impressionam pela quantidade de pessoas atendidas no sistema hamburguense de saúde pública. Naturalmente, uma mesma pessoa pode ser atendida várias vezes e fazer uso de medicamentos de uso contínuo, indo retirá-los várias vezes ao longo do ano.

O secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel, lembra que Novo Hamburgo conta com 25 unidades de saúde e a Casa de Vacinas, duas Unidades de Pronto Atendimento 24 horas e o Hospital Municipal, além de Centro de Especialidades Médicas, Serviço de Atendimento Especializado (SAE) e dezenas de prestadores, entre laboratórios e clínicas. “É uma das melhores estruturas entre os municípios do Estado”, enfatiza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2023 0 Comentários 469 Visualizações
Saúde

Apresentado mapeamento inédito sobre saúde no Vale do Sinos

Por Marina Klein Telles 27/04/2023
Por Marina Klein Telles

As principais necessidades e oportunidades de negócios para a cadeia de fornecedores em saúde da região do Vale do Sinos agora constam em mapeamento, apresentado na tarde da quarta-feira (26), em evento no Espaço Sebrae RS de Negócios em Novo Hamburgo. O Diagnóstico Setorial da Saúde no Vale do Sinos, desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae RS) e pela Universidade Feevale, é um estudo inédito que tem como objetivo conectar diferentes iniciativas em saúde, criando mais oportunidades para que as micro e pequenas empresas forneçam suas soluções às instituições de saúde de referência.

Os detalhes sobre como foi feito o estudo foram apresentados pela Universidade Feevale. O gerente regional do Sebrae RS, Marco Aurélio Copetti, lembra que a atuação da entidade junto à cadeia produtiva da saúde na região é recente e, portanto, necessita de um olhar atento prévio ao desenvolvimento de iniciativas. “Temos uma premissa muito importante de, sempre que começamos a trabalhar com uma cadeia, entendermos melhor quais são as oportunidades com que podemos contribuir. A partir disso, contatamos a Feevale para nos ajudar a pesquisar como esse movimento todo acontece na nossa região e dali tirar conclusões importantes para que possamos seguir acompanhando, fortalecendo ou até nos colocando à disposição do ecossistema como um todo”, pontuou Copetti.

A diretora de Inovação da Universidade, Daiana de Leonço Monzon, considera uma satisfação que a instituição tenha sido escolhida pelo Sebrae RS para execução do diagnóstico, uma vez que a Feevale conta com expertise nas áreas de saúde, gestão em saúde e empreendedorismo em saúde. “Os dados levantados durante esse mapeamento serão extremamente importantes para os produtos e processos que virão a seguir, através do Sebrae”, afirmou.

Também participaram da apresentação a professora e coordenadora técnica do projeto, Carla Adam; os professores e membros da equipe técnica do mapeamento, Juan Almada e Marcelo Curth; e a coordenadora de projetos de saúde do Sebrae RS, Ana Paula Rezende. Ainda estiveram no evento a secretária de Desenvolvimento Econômico de Novo Hamburgo, Paraskevi Bessa-Rodrigues, e fornecedores de saúde e representantes dos hospitais que contribuíram para a realização do diagnóstico.

Os resultados

Entre os principais desafios apontados pelo diagnóstico estão questões como dificuldade em processos de compra e logística, gerenciamento de suprimentos de curto prazo, contratação de médicos especialistas e enfermeiros e falta de tecnologia e estratégias de digitalização dos negócios. Soluções em processos de gestão, sistema de rastreabilidade, aproximação com players do ecossistema de inovação – incluindo startups – e investimento em tecnologia e plataforma digitais de venda são as oportunidades mais citadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 599 Visualizações
Cidades

Hospital Municipal de Novo Hamburgo inicia concretagem do Anexo 2

Por Marina Klein Telles 27/04/2023
Por Marina Klein Telles

As estruturas de fundação do Anexo 2 do Hospital Municipal de Novo Hamburgo já estão prontas. Nesta sexta-feira (28), será feita parte da concretagem da lage do piso do primeiro pavimento, que será concluída duas semanas depois para o processo de cura do concreto. A maior ampliação da história do Hospital Municipal terá cinco andares e representa um investimento de mais de R$ 23 milhões.

“Esta ampliação irá proporcionar muitos benefícios para toda a região, mas especialmente para Novo Hamburgo”, enfatiza a prefeita Fátima Daudt. Entre os benefícios, está a ampliação da capacidade de atendimento clínico e cirúrgico, além de possibilitar o retorno do atendimento oncológico a Novo Hamburgo. “É uma obra muito complexa, e que precisa ser executada enquanto mantemos os atendimentos no Hospital Municipal. Por isso, pedimos a compreensão de todos”, completa o secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel.

O Anexo 2 é composto de um prédio de 5 andares e mais de 5,1 mil metros quadrados de área construída. Cada um dos pavimentos terá aproximadamente 1.035,25 metros quadrados, com todos os ambientes de apoio necessários aos serviços, para conforto de pacientes, acompanhantes e profissionais. Além da ampliação de 82 leitos e implantação de serviços como endoscopia e centro de diagnóstico por imagem, a nova área contará também com seis salas cirúrgicas, aumentando em 150% este tipo de ambiente. 

Já foram realizados o estaqueamento, blocos de fundação, vigas de baldrame e pilares do térreo. A próxima etapa, após a concretagem do da lage do primeiro pavimento, serão erguidos os pilares e as vigas do segundo pavimento, com posterior concretagem do piso e assim sucessivamente. A previsão de conclusão das obras é final de 2024.

Foto: Lu Freitas/divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 715 Visualizações
Cidades

Montenegro volta a ter atendimento de traumatologia

Por Marina Klein Telles 27/04/2023
Por Marina Klein Telles

Suspensos desde o fim do ano passado, os atendimentos na área de Traumatologia voltarão a ser prestados em Montenegro. A conquista é fruto de uma discussão de vários meses entre a Administração Municipal, o Hospital Montenegro e o governo do Estado. A decisão foi oficialmente anunciada na tarde de 26 de abril, durante uma visita da secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann. Ela se encontrou novamente com o prefeito Gustavo Zanatta e outros chefes de Executivo da região em evento realizado no plenário da Câmara.

Atualmente, os moradores do Vale do Caí e cidades próximas, em caso de fraturas e outras necessidades, são transferidos para os hospitais de Esteio e Sapucaia do Sul. Em breve, voltam a ser acolhidos no Hospital Montenegro, que receberá um valor mensal fixo do Estado e um complemento de cada prefeitura (R$ 0,77 por habitante).

De acordo com o gerente de Contratos e Convênios do Município, Sílvio Kaél, os prefeitos deverão elaborar projetos de lei, pedindo autorização à sua Câmara de Vereadores, para realizar a despesa. No caso de Montenegro, serão em torno de R$ 50 mil. “Pode parecer um valor alto, mas, com certeza, o transporte para outras cidades – que inclui servidores, combustível, veículos e sua manutenção – custa mais do que isso”, afirma Kaél.

O prefeito Gustavo Zanatta revela que sua preocupação é regional. Ele começou a dialogar com o Estado quando ainda era presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (AMVARC), cargo que ocupou até março. “Além de fortalecer o Hospital Montenegro como uma instituição regional, meu objetivo é reduzir o sofrimento das pessoas. Especialmente dos idosos vítimas de fraturas, que sofrem muito durante o transporte e se sentem perdidos numa cidade grande, onde não conhecem ninguém e ficam longe de suas famílias”, explica.

A secretária Arita Bergmann reforçou o diálogo construído, especialmente com o prefeito Gustavo Zanatta, liderança da região, e garantiu que volta a Montenegro daqui a 30 dias para a assinatura oficial do contrato. “Vim aqui para ouvir vocês, prefeitos da região. Estamos construindo uma solução conjunta, que vai ajudar a melhorar a saúde com os atendimentos de Traumatologia”, disse a secretária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 801 Visualizações
Projetos especiais

Brigada Militar e Faders celebram primeiro ano do projeto de equoterapia

Por Marcel Vogt 27/04/2023
Por Marcel Vogt

A manhã desta quarta-feira (26), foi marcada por emoção e orgulho para os servidores e familiares dos pacientes do projeto-piloto de equoterapia, que completou seu primeiro ano de atividades. A iniciativa é um convênio entre a Brigada Militar e a Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiências e para Pessoas com Altas Habilidades do Rio Grande do Sul (FADERS).

Durante o evento, foram apresentados os avanços do projeto que, até agora, realizou 162 sessões terapêuticas, envolvendo 10 famílias. Além disso, os pequenos praticantes foram agraciados com uma “medalha de coragem” para incentivar ainda mais o processo de evolução na equoterapia.

O presidente da Faders, Marco Antônio Lang expressou a esperança que a iniciativa inspire outros órgãos e municípios. “Essa é uma semente muito importante que beneficia algumas famílias, mas ainda com pouco alcance. Precisamos dar o exemplo para que esse projeto se espalhe”, almejou.

A tenente Sabrina Ribas é mãe do Victor, de 5 anos, diagnosticado com Espectro Autista. O pequeno é o paciente pioneiro do projeto. Durante o evento, Sabrina agradeceu, em nome de todos os familiares dos pacientes, a equipe que auxilia o filho. “A nossa caminhada nesse longo e, por vezes, infinito caminho das terapias, é mais leve porque os senhores e senhoras se importaram e fizeram a diferença. Recebam a nossa gratidão!”, emocionou-se.

O comandante do 4ºRPMon, tenente-coronel Ives Cláudio Pacheco destacou o orgulho de fazer parte desta face da BM, que dentre tantas, “é a face que sorri, que acolhe, que faz a diferença na vida das pessoas”.

O comandante do Comando de Polícia de Choque, coronel Cláudio de Azevedo Goggia enfatizou a importância e os resultados significativos da ação transversal entre os dois órgãos. “Estamos muito felizes por essa parceria que envolve profissionais altamente qualificados e experientes. Que possamos dar continuidade a este trabalho tão bonito e abarcar cada vez mais famílias”, finalizou.

O que é

A equoterapia é um método terapêutico, que utiliza o cavalo em uma abordagem interdisciplinar, realizada por profissionais habilitados nas áreas da saúde, educação e equitação, a fim de promover o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência. O animal tem a função de instrumento cinesioterapêutico. O movimento tridimensional, variável, rítmico e repetitivo difere apenas 5% da marcha humana, fazendo com que o praticante receba informações somatossensoriais, proprioceptivas e vestibulares, buscando respostas adaptativas apropriadas ao estímulo. A marcha do cavalo emite para o cérebro do praticante diversos estímulos. Após trinta minutos de exercício, são executados de 1,8 mil a 2,2 mil deslocamentos que atuam diretamente sobre o sistema nervoso profundo, responsável pela noção de lateralidade, equilíbrio e distância.

A iniciativa

O projeto nasceu durante a pandemia da Covid19, quando todos os atendimentos de pessoas com deficiência da Faders foram suspensos em função de serem grupo de risco. Na busca por alternativas para não prejudicar o desenvolvimento destes pacientes, encontrou-se na equoterapia a solução, por possibilitar o atendimento ao ar livre.

A Fundação buscou a parceria com a Brigada Militar e iniciou-se as tratativas para o implemento do convênio. Desde então, foram realizadas as capacitações para os servidores e as adaptações estruturais necessárias. No dia 20 de abril de 2022 aconteceu o primeiro atendimento.

Para a execução das atividades do projeto, a BM cede o espaço físico do 4º Regimento de Polícia Montada, assim como os cavalos e um militar para acompanhar os atendimentos. Em contrapartida, a Fundação disponibiliza o trabalho das servidoras de capacitação e de acompanhamento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 603 Visualizações
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