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saúde mental

Projetos especiais

Projeto Oficineiros une tradição e saúde mental em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 26/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria da Saúde de São Leopoldo está promovendo, ao longo do ano, atividades voltadas ao bem-estar e à saúde mental por meio do Projeto Oficineiros, que ocorre nos bairros da cidade. No mês de setembro, em referência à campanha Setembro Amarelo, o grupo de dança do bairro Vicentina reuniu cerca de 40 participantes, que se vestiram de amarelo e aliaram a tradição gaúcha ao cuidado com a vida durante encontros no salão da Associação de Moradores do Bairro Vicentina (Ambav).

As oficinas acontecem às quintas-feiras e são conduzidas pela educadora física Milena Maculan, que há mais de dez anos desenvolve atividades rítmicas e de expressão corporal no local. “Estamos sempre fazendo festa e sendo feliz. A nossa atividade de educação física trabalha a saúde como um todo, principalmente a mental”, afirmou Milena.

A moradora Vitória Selau, de 75 anos, destacou a importância da proximidade do projeto. “O dia que tem atividade eu levanto cedo. Me arrumo. É tudo de bom. Tem tudo aqui perto agora”, comentou Vitória.

Enchente e saúde mental

O bairro Vicentina foi um dos mais atingidos pela enchente de maio de 2024, o que intensificou a procura por apoio psicológico. O professor da Fundação Municipal de Saúde (FMS) Jonathan Moraes relatou que a demanda se reflete nas atividades. “Ouvimos isso a todo momento e trouxemos isso para o acolhimento. Observamos frequentadores que moravam no bairro e não se conheciam e agora enxergam aqui uma oportunidade de socialização”, destacou Moraes.

A aposentada Bernardino Conceição, de 66 anos, reforçou a importância do projeto. “Passei pela enchente, perdi meu esposo. Isso aqui me ajudou muito. É muito importante esse trabalho realizado pela secretaria, eu ficava dentro de casa”, relatou Bernardino.

Estrutura de apoio

A secretária da Saúde de São Leopoldo, Kelbe Gonçalves, acompanhou uma das atividades e ressaltou a relevância do tema. “Isso mostra o quanto esse tema ganhou importância”, disse, explicando que os atendimentos em saúde mental lideram as demandas das unidades básicas de saúde. Ela destacou a proximidade do cuidado: “O cuidado com o bem-estar começa perto de casa, com a conversa com os vizinhos, com afetos e com as trocas”, pontuou a titular da pasta.

O gestor da Saúde Mental da Secretaria da Saúde, Mello Silva, explicou que o Projeto Oficineiros é vinculado à Atenção Básica. “O trabalho pode ser realizado tanto dentro das UBS como em Associações próximas delas”, detalhou Silva.

Núcleo multiprofissional

As ações são apoiadas por equipes do Núcleo de Apoio à Atenção Primária, formado por psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas, nutricionistas, terapeutas ocupacionais, sanitaristas, fonoaudiólogos, farmacêuticos, assistentes sociais e educadores físicos, com colaboração de professores e residentes da Unisinos.

Entre as atividades promovidas estão grupos de caminhada, oficinas de saúde do idoso, programas de combate ao tabagismo e outras práticas multiprofissionais, sempre voltadas à integração comunitária e ao cuidado com a saúde mental. Quem tiver interesse em participar pode procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 247 Visualizações
Cidades

Palestra de Neury Botega encerra programação do Setembro Amarelo em Canela

Por Jonathan da Silva 22/09/2025
Por Jonathan da Silva

A programação do Setembro Amarelo em Canela será encerrada nesta sexta-feira, 26 de setembro, com uma palestra do médico psiquiatra Neury Botega, autor do livro “A tristeza transforma, a depressão paralisa”. O evento acontece às 19h, no auditório do Campus Hortênsias da Universidade de Caxias do Sul, e é aberto à comunidade. Durante a atividade, o médico abordará sintomas da depressão e sinais de alerta para riscos de suicídio, além de discutir o uso de medicações por pessoas diagnosticadas, a dependência de antidepressivos e os tratamentos disponíveis para o cuidado com a saúde mental.

Professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Botega é autor de diversos livros sobre depressão, práticas psiquiátricas e prevenção ao suicídio. Sobre a obra que dá título à palestra, publicada em 2018, o docente afirma que “é um guia completo para quem quer entender a doença que atinge mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo”.

Programação em Canela

O encontro encerra o ciclo de atividades promovidas ao longo do mês no município. A campanha incluiu ações em serviços de saúde, caminhada de conscientização e a publicação de matérias jornalísticas na imprensa local e regional, todas com foco na valorização da vida e na saúde mental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 257 Visualizações
Saúde

Redes sociais e banalização de diagnósticos preocupam especialistas da psicologia

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

Cerca de meio milhão de brasileiros se afastaram do trabalho em 2024 por questões relacionadas à saúde mental, um aumento de 68% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério da Previdência Social. Diante desse cenário, a professora de Psicologia da UniRitter, Susani Oliveira, está alertando para os riscos da banalização de diagnósticos de transtornos psicológicos e de desenvolvimento, fenômeno que tem se intensificado com a exposição do tema nas redes sociais.

De acordo com a docente, trivializar diagnósticos pode reforçar preconceitos, ampliar discriminações e dificultar a adesão a tratamentos. “Quando um transtorno é banalizado, perde-se a dimensão do seu impacto real na vida das pessoas e na sociedade, o que pode prejudicar a busca por tratamento adequado”, afirma Susani.

Redes sociais como gatilho

O aumento do debate sobre psicologia nas redes é visto como positivo pela especialista, mas exige cuidado. A professora explica que informações sem responsabilidade podem gerar distorções. “Hoje já não é mais pejorativo dizer que faz terapia ou que possui um transtorno psicológico. Essa mudança é um ganho. Porém, quando a informação circula sem responsabilidade, abre espaço para distorções”, destaca Susani, citando o exemplo de uma música que tratava do Transtorno de Personalidade Borderline e poderia levar a interpretações equivocadas.

Segundo a professora, a popularização de vídeos curtos levou muitas pessoas ao autodiagnóstico. “As redes sociais podem funcionar como um alerta, incentivando alguém a procurar ajuda. O problema é quando a pessoa se rotula a partir de um conteúdo superficial. Ser muito organizado, por exemplo, não significa ter Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O que diferencia uma característica pessoal de um transtorno clínico é a intensidade, a duração e a frequência com que os sintomas aparecem”, pontua Susani.

Experiências compartilhadas

Para a professora, os relatos podem ser positivos quando acompanhados de orientações médicas ou de experiências pessoais comunicadas com responsabilidade. “É preciso estar ciente das consequências que acompanham as postagens. Quando o discurso é sensacionalista ou pejorativo, o impacto pode ser ainda mais estigmatizante, levando até mesmo pessoas diagnosticadas a resistirem ao tratamento”, ressalta a especialista.

Susani acrescenta que quando figuras públicas compartilham diagnósticos de forma consciente, isso pode inspirar acolhimento. “Quando alguém que admiramos compartilha seu diagnóstico, isso pode servir de inspiração e mostrar que é possível conviver com o transtorno e alcançar conquistas”, detalha a docente.

Informação com responsabilidade

Susani defende que informação sobre saúde mental deve ser acompanhada de práticas éticas e legais, tanto por parte dos usuários quanto das plataformas digitais. Na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) redefiniu a responsabilidade dessas empresas, exigindo a remoção de conteúdos ilícitos e ações proativas contra desinformação e discurso de ódio.

Autodiagnóstico e automedicação

Um levantamento do Datafolha em 2024 revelou que nove em cada dez brasileiros tomam medicamentos por conta própria. A especialista alerta para os riscos desse comportamento. “O impacto pode surgir de várias formas: automedicação, adoção de tratamentos inadequados ou até a piora do quadro clínico. Além disso, a pessoa pode começar a construir sua identidade com base em um rótulo equivocado, o que afeta diretamente sua autoestima e suas relações”, explica Susani.

O papel dos profissionais

Nesse contexto, a produção de conteúdo de qualidade por psicólogos e psiquiatras nas redes sociais é considerada fundamental. “É preciso equilíbrio. Falar sobre transtornos, sim, mas de forma responsável, sem banalizar e estigmatizar. Só assim conseguiremos transformar informação em acolhimento e, principalmente, em acesso a tratamentos adequados”, conclui a professora Susani.

Foto: Yanalya/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 289 Visualizações
Variedades

Congresso na capital debate saúde mental, imunizações e tecnologias na adolescência

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

O 17º Congresso Brasileiro sobre Adolescência foi aberto nesta quinta-feira (18), em Porto Alegre, reunindo conferências internacionais, painéis e apresentações científicas para discutir temas como saúde mental, imunizações, violência e o uso seguro de tecnologias. O evento é promovido pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e prossegue até sábado, com foco na qualificação do atendimento aos adolescentes no Brasil.

Durante a solenidade de abertura, o presidente da SPRS, José Paulo Ferreira, destacou a importância do esforço coletivo para melhorar o cuidado com adolescentes. “Ver toda essa quantidade de profissionais reunidos para enfrentar uma tarefa tão desafiadora, que é trabalhar com adolescentes, é motivo de grande satisfação. Estamos empenhados em fortalecer o papel do pediatra nesse processo e contamos com o total apoio da SBP para avançarmos na capacitação e na qualidade do atendimento”, afirmou Ferreira.

A presidente do Congresso, Lilian Day Hagel, por sua vez, ressaltou os resultados da mobilização. “Conseguimos trazer profissionais qualificados e diferenciados, muitos deles tendo contato pela primeira vez com a nossa especialidade e percebendo quantos adolescentes atendemos e como atuamos”, expôs Lilian.

Apoio institucional

O presidente da SBP, Edson Ferreira Liberal, frisou o compromisso da entidade. “Quero agradecer a todos que se uniram nesta causa e destacar o empenho da Sociedade Brasileira de Pediatria em valorizar o adolescente. Esse compromisso reforça que investir na juventude é investir em um futuro mais justo, saudável e cheio de oportunidades para todos”, comentou Liberal.

A consultora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Luisete Moraes Bandeira, destacou a parceria da instituição. “Fico honrada de participar desse trabalho que a Sociedade Brasileira de Pediatria realiza com tanta força e compromisso, não apenas no Congresso, mas em várias iniciativas. Contem conosco para fortalecer esse trabalho conjunto”, afirmou Luisete.

A chefe de Saúde e Nutrição da Unicef no Brasil, Luciana Phebo, também enfatizou a importância da integração. “A saúde do adolescente precisa ser trabalhada de forma multidisciplinar e intersetorial. Participar de um congresso como este é uma oportunidade de trocar experiências, aprender com o que os outros estão fazendo e, ao mesmo tempo, estar aberto a novos conhecimentos”, pontuou Luciana.

Voz dos adolescentes

A representante do Ministério da Saúde, Denise Campos, alertou para a necessidade de políticas públicas específicas. “Hoje temos mais adolescentes do que crianças no país, e isso não significa, de forma alguma, desvalorizar a infância — que continua sendo prioridade. Mas é preciso compreender que de nada adianta investir tanto na primeira década de vida para, depois, negligenciar a adolescência”, ponderou Denise.

Um dos momentos destacados da cerimônia foi a participação de cerca de 20 jovens da Fundação Pão dos Pobres, que leram uma carta reivindicando direitos e oportunidades para os adolescentes. A enfermeira da instituição, Kátia Lopes Inácio, destacou o trabalho de acolhimento e aprendizagem desenvolvido pela entidade.

Programação científica

A agenda do dia incluiu conferências e painéis com especialistas nacionais e internacionais. O médico norte-americano Michael Rich apresentou a conferência “The Mediatrician’s Guide: convivência saudável com a tecnologia”, enquanto o psiquiatra Luís Augusto Rodhe destacou a necessidade de maior atenção à saúde mental dos jovens. Também foram debatidos temas como violência, rastreio do uso de substâncias psicoativas, dermatoses prevalentes e imunizações na adolescência.

As atividades do congresso prosseguem nesta sexta-feira e sábado, 19 e 20 de setembro. A programação completa está disponível no site da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 1 Comentário 258 Visualizações
Projetos especiais

Demà promove campanha de saúde mental para jovens aprendizes no Setembro Amarelo

Por Jonathan da Silva 16/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Demà Aprendiz, iniciativa social da Renapsi, iniciou nesta segunda-feira (15) a campanha “Valorização da Vida – autocuidado e rede de apoio”, voltada a 750 jovens aprendizes em situação de vulnerabilidade social de Porto Alegre e Canoas. As atividades seguem até esta sexta-feira, 19 de setembro, dentro da programação nacional do Setembro Amarelo, com foco na prevenção ao suicídio e no cuidado com a saúde mental.

A programação conta com rodas de conversa, dinâmicas socioemocionais e debates em sala de aula sobre bem-estar integral, autocuidado e prevenção. Os encontros buscam estimular a escuta e o acolhimento, além de fortalecer vínculos comunitários e familiares. O trabalho é realizado dentro do programa Partiu Futuro Reconstrução, que acompanha adolescentes em vulnerabilidade social.

Rede de apoio e prevenção

A coordenadora do Departamento Psicossocial da Demà Aprendiz no Rio Grande do Sul, Ester Melo, afirma que os atendimentos psicossociais são parte essencial da ação. “Essas ações também buscam fortalecer fatores de proteção, como autoestima, vínculos sociais e senso de pertencimento, por meio de ações coletivas que ampliam a consciência sobre saúde mental e estimulam a valorização da vida”, explica Ester.

Desde o início do programa Partiu Futuro Reconstrução, em outubro de 2024, até agosto de 2025, a Demà Aprendiz realizou 7,5 mil atendimentos psicossociais. O acompanhamento aborda questões emocionais e comportamentais, incluindo apoio a jovens em momentos de dificuldade e orientação a familiares.

Mais de três décadas de atuação

Com mais de 30 anos de experiência no país, a Demà Aprendiz une a formação profissional ao cuidado com a saúde mental. A metodologia combina capacitação técnica e acompanhamento psicossocial, com o objetivo de fortalecer tanto o desenvolvimento profissional quanto o emocional e social dos jovens.

Foto: Rafael Liota/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2025 0 Comentários 253 Visualizações
Variedades

Caminhada “Juntos pela Vida” reúne centenas de pessoas em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 15/09/2025
Por Jonathan da Silva

A 5ª edição da caminhada “Juntos pela Vida” reuniu centenas de pessoas na manhã deste domingo (14) no Parque da Redenção, em Porto Alegre. Em alusão ao Setembro Amarelo, o evento teve como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção ao suicídio e valorizar a vida, com a participação de famílias, profissionais da saúde, autoridades e voluntários.

A concentração começou por volta das 9h30min, com a exposição de balões amarelos e mensagens de esperança. O presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), médico Gerson Junqueira Jr., destacou a importância da entidade estar presente desde a primeira edição da caminhada. “A cada hora, pelo menos uma pessoa se suicida em nosso país, que infelizmente apresenta índices muito elevados, inclusive entre jovens. O Setembro Amarelo existe justamente para quebrarmos o estigma, falarmos sobre o tema, orientarmos e informarmos a comunidade. Não pode ser um tabu. Estamos diante de um problema de saúde mental e também de saúde pública, que deve ser debatido de forma profissional”, afirmou Junqueira.

Segundo o presidente da entidade, qualquer médico, de qualquer especialidade, pode identificar sinais e sintomas em alguém e ajudar a salvar vidas. “É por isso que esta caminhada e o debate aberto são tão importantes. Estar aqui é reafirmar a missão da Amrigs em valorizar a vida e apoiar ações que conscientizam a sociedade sobre a importância de buscar ajuda e oferecer acolhimento”, completou Junqueira.

Dados preocupantes

De acordo com o Ministério da Saúde, o suicídio é hoje a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil. A vereadora Tanise Sabino (MDB), idealizadora da caminhada, ressaltou a necessidade de políticas públicas voltadas à saúde mental. “Quando tratamos de políticas públicas de saúde mental, precisamos falar sobre acolhimento, atendimento, tratamento e, principalmente, prevenção. Muitas vezes, não sabemos como lidar com determinadas situações e é fundamental que esse debate esteja sempre presente”, destacou a parlamentar porto-alegrense.

Presença de autoridades

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), também acompanhou a mobilização e chamou atenção para a realidade do sistema público de saúde. “80% dos brasileiros dependem do Sistema Único de Saúde. É claro que a tabela de repasses não sobe e que os municípios têm cada vez menos recursos. No entanto, política pública de saúde se faz com planejamento e qualificação. Esse é um debate absolutamente necessário e estamos aqui lado a lado, nessa caminhada que dá visibilidade e estimula nossos gestores públicos. Vereadores, deputados e prefeitos têm responsabilidade. E vamos continuar caminhando, porque não existe valor maior do que a vida”, declarou o chefe do executivo da capital gaúcha.

Apoio e voluntariado

A voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV), Adriana Costa, lembrou que o serviço de apoio emocional pelo número 188 está disponível 24 horas por dia. Criada em 2014 pelo CVV em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria, a campanha Setembro Amarelo nasceu com o propósito de dar visibilidade à prevenção do suicídio, reforçando a importância da informação correta e do diálogo permanente sobre saúde mental.

A caminhada também contou com a presença do presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), médico Regis Fernando Agnes, e da representante do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Márcia Pires Barbosa.

A iniciativa foi promovida pela Câmara Municipal de Porto Alegre, com apoio da Prefeitura da Capital, da Frente Parlamentar de Prevenção ao Suicídio e Automutilação e da Amrigs.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2025 1 Comentário 766 Visualizações
Projetos especiais

Campo Bom realiza ações do Setembro Amarelo com foco na prevenção ao suicídio

Por Jonathan da Silva 11/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria de Saúde, promoveu uma roda de conversa na Estratégia de Saúde da Família (ESF) Mônaco nesta quarta-feira (10), dentro da programação do Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção do suicídio. A atividade reuniu o grupo Laços e Abraços e contou com a participação voluntária da psicóloga Camila Souza, que conduziu o diálogo sobre a valorização da vida e a importância do cuidado com a saúde mental.

Durante o encontro, a psicóloga Camila Souza destacou a relevância de abrir espaços que incentivem a escuta e o diálogo. O momento buscou fortalecer vínculos e oferecer acolhimento às pessoas, reforçando a necessidade de abordar o tema do suicídio de forma aberta e responsável.

Programação continua em diferentes locais

As ações do Setembro Amarelo em Campo Bom seguem em outros pontos da cidade. No dia 12 de setembro, às 10h, ocorrerá uma atividade na Unidade Básica de Saúde (UBS) Paulista, no Centro Comunitário Paulista, localizado na Rua Marechal Deodoro, 249. Já no dia 25 de setembro, às 14h, a programação chega à Associação Comunitária da Feira (Acofe), na Rua Cipreste, 215, com uma palestra conduzida por enfermeiras do atendimento à saúde mental.

Incentivo ao diálogo sobre saúde mental

A Prefeitura de Campo Bom afirma que falar sobre saúde mental é fundamental e que pedir ajuda deve ser o primeiro passo para enfrentar momentos de dificuldade. O objetivo das atividades é criar espaços de reflexão, informação e conscientização junto à comunidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2025 0 Comentários 232 Visualizações
Cidades

Caminhada pela Vida reúne comunidade em Canela

Por Jonathan da Silva 11/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Caminhada pela Vida mobilizou a comunidade de Canela na tarde desta quarta-feira (10) em uma ação do Setembro Amarelo, campanha de prevenção ao suicídio. O ato, promovido pela Prefeitura local por meio da Secretaria de Saúde, começou em frente à Catedral de Pedra e seguiu até a Praça João Corrêa, reunindo representantes dos setores de saúde mental do município e apresentações culturais como forma de sensibilização para o tema.

Durante o percurso, a caminhada contou com a participação das bandas de meninas das Escolas Bertholdo Opptiz e Dante Bertoluci, sob a regência do maestro Rogério Heurich. Já na Praça João Corrêa, o público acompanhou a declamação da poeta e cerimonialista do evento, Jéssica Rodrigues, seguida de uma apresentação de dança da Escola Rodolfo Schlieper, que interpretou a canção “Passarinho de toda cor, gente de toda cor”.

Alunas da Escola Municipal João Alfredo Corrêa Pinto encenaram uma esquete sobre bullying, e as atividades se encerraram com uma apresentação musical conduzida pelo psicólogo Daniel Couto e sua banda no Multipalco. O Centro Municipal de Proteção Animal (Cempra) também esteve presente com cães que participaram de uma “cãominhada”.

Apoio de instituições locais

A iniciativa contou com o apoio das secretarias de Educação, Esporte e Lazer, Assistência, Desenvolvimento Social, Cidadania e Habitação, além da Secretaria de Turismo e Cultura. Também estiveram envolvidos o Hospital de Caridade de Canela e o delegado da Polícia Civil, Wladimir Medeiros.

O evento foi aberto a toda a comunidade, e os organizadores incentivaram a doação de um quilo de ração, destinado às organizações não governamentais de proteção animal do município.

Foto: Arthur Dias/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2025 0 Comentários 249 Visualizações
Projetos especiais

Caminhada “Juntos pela Vida” é atração do Setembro Amarelo em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 08/09/2025
Por Jonathan da Silva

Porto Alegre recebe no dia 14 de setembro, próximo domingo, a 5ª edição da Caminhada “Juntos pela Vida”, evento que faz parte da programação do Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. A atividade será realizada no Parque da Redenção, a partir das 9h30min, e tem como objetivo sensibilizar a população sobre a importância do cuidado com a saúde mental. A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Porto Alegre, em parceria com a Prefeitura da capital, a Frente Parlamentar de Prevenção ao Suicídio e Automutilação e a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs).

De acordo com a presidente da Frente Parlamentar de Prevenção ao Suicídio e Automutilação, a vereadora e psicóloga Tanise Sabino (MDB), o principal desafio na área da saúde mental é enfrentar a alta prevalência de transtornos como ansiedade e depressão, além das elevadas taxas de suicídio no estado. “O maior desafio hoje na área da saúde mental é lidar com a alta prevalência de transtornos como ansiedade e depressão, somada às elevadas taxas de suicídio — especialmente no Rio Grande do Sul, que historicamente está entre os estados com maiores índices do país. Ainda enfrentamos o estigma e a dificuldade de falar sobre o tema e a falta de investimentos em políticas de prevenção e posvenção. Mais do que falar sobre suicídio, precisamos falar sobre estabilidade emocional e hábitos saudáveis nas escolas, empresas e comunidade”, afirmou a parlamentar.

União da comunidade

O presidente da Amrigs, Dr. Gerson Junqueira Jr., destacou a importância de ações que ampliem o diálogo sobre saúde mental. “Precisamos falar de forma aberta e responsável sobre bem-estar psicológico. A informação e o acolhimento são fundamentais para prevenir o suicídio e oferecer suporte a quem está em sofrimento. É um momento de conscientização, amparo e união da comunidade em defesa da vida, reforçando que ninguém está sozinho e que buscar ajuda é um ato de coragem e cuidado”, destacou Junqueira.

Serviço

  • O quê: 5ª Caminhada “Juntos pela Vida” – Setembro Amarelo
  • Quando: Domingo, 14 de setembro, às 9h30min
  • Onde: Parque da Redenção, ponto de encontro no Monumento ao Expedicionário (Av. José Bonifácio, 245 – Bairro Farroupilha, Porto Alegre)
  • Quanto: Evento gratuito e aberto ao público
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 1 Comentário 415 Visualizações
Cidades

Casa Vitória reforça apoio a mulheres vítimas de violência em Canela

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Canela está destacando, neste Setembro Amarelo, o trabalho da Casa Vitória, espaço de acolhimento que atua na prevenção do suicídio e na recuperação da saúde mental de mulheres vítimas de violência doméstica. Desde sua criação, em setembro de 2021, até agosto deste ano, o local já realizou mais de 1.065 atendimentos, além de 79 abrigamentos, que envolveram também 61 crianças.

De acordo com o estudo “Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Públicos e Privados”, da Fundação Perseu e do Sesc, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma em cada cinco mulheres já sofreu algum tipo de violência cometida por homens, que são responsáveis por mais de 80% dos casos reportados no Brasil. Esses episódios não deixam apenas marcas físicas, mas são fatores de risco para depressão, ansiedade e ideação suicida.

A psicóloga da Casa Vitória, Denize Kochi, explica que grande parte das vítimas atendidas têm entre 18 e 22 anos e muitas chegam extremamente fragilizadas. “Ao chegar para o primeiro atendimento, essas jovens estão extremamente fragilizadas, muitas vezes sem conhecer sua própria identidade. Nosso trabalho é ajudá-las a ressignificar suas histórias e resgatar a esperança de viver”, afirmou Denize.

A psicóloga acrescenta que todas as formas de violência — física, psicológica, patrimonial, sexual e moral — afetam o psicológico das mulheres. Por isso, o acompanhamento contínuo é essencial. “Conforme ela nos conta sua história, buscamos mostrar o quanto ela já foi corajosa ao sobreviver à violência. Trabalhamos para que volte a sonhar e a acreditar que pode ter uma vida mais feliz e digna”, destacou Denize.

Como funciona o atendimento

O acesso à Casa Vitória pode ocorrer por encaminhamento do Judiciário, de serviços de saúde, assistência ou educação, ou de forma espontânea. No primeiro contato, a assistente social avalia as necessidades da vítima, como moradia temporária, proteção aos filhos ou solicitação de benefícios. Após essa etapa, começam os atendimentos psicológicos, voltados ao resgate de projetos de vida, incentivo ao autocuidado e fortalecimento da autoestima.

O espaço, estruturado em formato de residência, oferece um ambiente acolhedor para que as mulheres tenham condições de reconstruir suas vidas. Além da escuta especializada, é também um local de abrigo temporário até que seja possível retomar a rotina com segurança.

Rede de apoio em Canela

Em Canela, a rede pública de saúde e assistência oferece suporte às mulheres em situação de violência. As Unidades Básicas de Saúde (UBS), o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e a própria Casa Vitória são portas de entrada para o atendimento, além do apoio nacional disponibilizado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo telefone 188.

Foto: Adriana Rabassa/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 290 Visualizações
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